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			<title>Rádios - Feed Customizado RSS</title>
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			<description>Emissoras Públicas da UFSM - AM/FM</description>
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				<title>Rádios da UFSM celebram os 60 anos da Orquestra Sinfônica de Santa Maria com programação especial</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2026/03/31/radios-da-ufsm-celebram-os-60-anos-da-orquestra-sinfonica-de-santa-maria-com-programacao-especial</link>
				<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 20:30:35 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>

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						<description><![CDATA[As emissoras UniFM 107.9 e Universidade 800 AM promovem, ao longo do mês de abril, uma programação especial em homenagem aos 60 anos da Orquestra Sinfônica de Santa Maria. A iniciativa reúne transmissão de concerto, entrevistas, documentário e edições temáticas de programas, destacando diferentes momentos da trajetória da orquestra e sua contribuição para a formação [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>As emissoras UniFM 107.9 e Universidade 800 AM promovem, ao longo do mês de abril, uma programação especial em homenagem aos <a href="https://www.ufsm.br/2026/03/20/orquestra-sinfonica-lanca-programacao-e-selo-comemorativo-ao-seu-aniversario-de-60-anos">60 anos da Orquestra Sinfônica de Santa Maria</a>. A iniciativa reúne transmissão de concerto, entrevistas, documentário e edições temáticas de programas, destacando diferentes momentos da trajetória da orquestra e sua contribuição para a formação cultural da região.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Com uma programação que articula memória, difusão musical e valorização institucional, as emissoras ampliam o acesso do público à música de concerto e às histórias que marcaram a consolidação da orquestra ao longo de seis décadas. A programação especial inclui:</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Entrevistas no <em>Fazendo Arte</em></strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>De 6 a 10 de abril, o programa <em>Fazendo Arte</em>, que vai ao ar às 11h na UniFM 107.9, apresenta uma série de entrevistas com integrantes da atual equipe da Orquestra Sinfônica de Santa Maria. As conversas conduzidas pela apresentadora Rejane Miranda abordam a atuação artística e o papel da orquestra na cena cultural.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="alignright size-medium wp-image-7944" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/411/2026/03/marca-60-anos-OSSM_819x1024-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" /></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Documentário especial</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>No dia 7 de abril, data do concerto comemorativo aos 60 anos da Orquestra Sinfônica de Santa Maria, as rádios apresentam um documentário especial produzido por Roberto Montagner, com depoimentos de regentes históricos e instrumentistas da orquestra, resgatados de entrevistas realizadas em 2006. O material revisita momentos marcantes da trajetória da Orquestra Sinfônica e reúne diferentes perspectivas sobre sua história.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Vai ao ar no programa <em>Redação Aberta</em>, da Universidade 800 AM, entre 7h e 9h. Na UniFM 107.9, o material também integra o programa <em>Fazendo Arte</em>, entre 11h e 12h.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Transmissão do concerto comemorativo</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O concerto especial de 60 anos da Orquestra Sinfônica de Santa Maria será transmitido ao vivo pelas duas emissoras, diretamente do Centro de Convenções da UFSM no dia 7 de abril, às 20h.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong><em>Sala de Concertos</em>: edições especiais de abril</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O programa <em>Sala de Concertos</em> é apresentado aos sábados, às 20h, na UniFM 107.9, e aos domingos, às 20h, na Universidade 800 AM, com produção e apresentação de Roberto Montagner.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Durante o mês de abril, o programa vai apresentar, em todas as suas edições, obras executadas pela Orquestra Sinfônica de Santa Maria, celebrando seus 60 anos de fundação. Abaixo, a programação prevista para cada fim de semana:</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Dias 4 e 5 de abril</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>– “Preciosa”, de Von Weber, e “Poeta e Camponês”, de Franz Von Suppé, sob a regência de Enio Guerra;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>– Da suíte “Três Cantos Poéticos”, de Casimiro de Abreu: “Canto Seresteiro”, sob a regência de Frederico Richter;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>– Da suíte “Israel”, de Benny Wolkoff: Allegro, Andante, Allegro Moderato, Lento e Allegro Vivo, sob a regência de Marco Antonio Penna;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>– Abertura da ópera “O Barbeiro de Sevilha”, de Gioachino Rossini, sob a regência de Leandro Faber;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>– Abertura da ópera “As Vésperas Sicilianas”, de Giuseppe Verdi, sob a regência de Frederico Richter.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Dias 11 e 12 de abril</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>– Música-tema do filme “O Senhor dos Anéis” (trilha sonora composta por Howard Shore), sob a regência de Enio Guerra;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>– “Petite Symphonie”, de Charles Gounod, sob a regência de Tita Sartor.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Obras executadas pela Orquestra Sinfônica de Santa Maria, Coro de Câmara e Coral UFSM, pelos 50 anos da aula inaugural do curso de Música da UFSM, concerto realizado em 24 de maio de 2013, no Theatro Treze de Maio.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Dias 18 e 19 de abril</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>– Concerto Abba Sinfônico, sob a regência de Tita Sartor, com Daiane Diniz (voz), Tiane Tambara (voz), Michel Wagner (teclado), Fabiano Ribeiro (guitarra e violão), Emerson Lopes</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>(baixo) e Rodrigo Cunha (bateria). O arranjo é de Dilber Alonso;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>– Concerto Farroupilha, sob regência de Tita Sartor, com as obras: “Um Bom Dia Meu Rio Grande” (de Tuny Brum e Carlos Omar Villela Gomes), “Ferro e Brasa” (de Beto Pires), “Tango Bolero” (de Fernando Ávila) e “Danças Gaúchas” (de Alfred Hulsberg), com participação de Tuny Brum, Fernando Ávila, Beto Pires, Juliana Pires e Matheus Lopes. Os arranjos são de Dilber Alonso e Felipe Kirst Adami.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>– Da série Solistas da UFSM, “Concertino (Opus 107)”, de Cécile Chaminade, na regência de Tita Sartor. A solista é Marina Montero, na flauta.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Dias 25 e 26 de abril</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Concerto especial Gala Lírica, com trechos de óperas compostas por Rossini, Mozart, Verdi e Puccini, em uma sucessão de árias consagradas. O concerto também presta homenagem à cantora Laura Cirne de Souza, falecida em julho de 2022. Considerada santa-mariense de coração, viveu por muitos anos na cidade, tendo estudado no Colégio Centenário. Foi solista ao piano com a Orquestra Sinfônica de Santa Maria em 1974, sob regência de Frederico Richter. A partir de 1985, viveu por quase três décadas na Europa, apresentando-se em importantes teatros e consolidando seu nome entre os destaques da lírica brasileira.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Cantores convidados: Yasmini Vargas, Débora Freitas, Fernanda Fiorenza, João Ferreira, Alex Barbosa e Jefferson Aragão.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Convidado especial: barítono Roberto Oliveira</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Maestro convidado: Cláudio Ribeiro</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Valorização –</strong> Com essa programação especial, as Rádios da UFSM reforçam seu compromisso com a valorização da música de concerto, da memória cultural e da produção artística local, celebrando os 60 anos da Orquestra Sinfônica de Santa Maria e sua contribuição para a formação de públicos e para a vida cultural da região.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os ouvintes também podem sintonizar as rádios da UFSM pela internet, no endereço <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/nucleo-de-radios-da-ufsm" data-type="page" data-id="7765">ufsm.br/radio</a>. Outras informações sobre a programação de aniversário constam nas redes sociais da orquestra (<a href="https://www.instagram.com/orquestrasm/">Instagram</a> e <a href="https://www.facebook.com/orquestrasinfonica.santamaria">Facebook</a>).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Série de entrevistas destaca trajetórias de mulheres que fazem a UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2026/03/06/serie-de-entrevistas-destaca-trajetorias-de-mulheres-que-fazem-a-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 20:09:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>

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						<description><![CDATA[Entre os dias 9 e 13 de março, a UniFM 107.9 apresenta a série de entrevistas “Mulheres que fazem a UFSM: trajetórias que inspiram”, veiculada dentro do programa Ponto de Partida, que vai ao ar das 7h às 8h30, com as entrevistas transmitidas em torno das 8h. A iniciativa integra a programação do mês de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Entre os dias 9 e 13 de março, a UniFM 107.9 apresenta a série de entrevistas <strong>“Mulheres que fazem a UFSM: trajetórias que inspiram”</strong>, veiculada dentro do programa Ponto de Partida, que vai ao ar das 7h às 8h30, com as entrevistas transmitidas em torno das 8h.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A iniciativa integra a programação do mês de março em alusão ao Dia Internacional das Mulheres e busca dar visibilidade às trajetórias daquelas que ocupam espaços de liderança, ensino, pesquisa e extensão na Universidade Federal de Santa Maria. A série é uma parceria da Casa Verônica, da Pró-Reitoria de Extensão e das <a href="http://ufsm.br/radio">Rádios da UFSM</a>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As entrevistadas compartilham experiências profissionais e pessoais, refletindo sobre os desafios e as contribuições das mulheres em suas áreas e na construção da Universidade e da sociedade. A condução é da estudante de Jornalismo Prisley Zuse.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Convidadas da série</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Cinco mulheres com trajetórias de destaque em diferentes áreas participam da iniciativa:</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- wp:list-item -->
<li>Segunda-feira (9): <strong>Renata Rojas</strong>, professora do Departamento de Estatística. Recebeu em 2025 o Prêmio Para Mulheres na Ciência (L’Oréal/ABC/UNESCO). Integra a Academia Brasileira de Ciências e atua como embaixadora do Instituto Internacional de Estatística. Coordena o projeto GuriasTec, que incentiva meninas na área da tecnologia.</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>Terça-feira (10): <strong>Elaine Resener</strong>, professora de Ginecologia e Obstetrícia. Primeira e única mulher a dirigir o Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM) e a atuar como superintendente da Ebserh na instituição. Também foi Secretária de Saúde de Santa Maria (2006-2009). Ao longo da carreira, recebeu 29 comendas e distinções por sua atuação acadêmica e na gestão em saúde pública.</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>Quarta-feira (11): <strong>Simone Messina</strong>, Técnica em Assuntos Educacionais e Doutora em Educação pela UFSM. Diretora do Jardim Botânico da UFSM, é referência em iniciativas de educação ambiental e na aproximação entre Universidade e comunidade.</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>Quinta-feira (12): <strong>Raquel Guerra</strong>, professora do Centro de Artes e Letras, com atuação voltada a projetos que articulam teatro, circo, audiovisual e formação artística. Raquel também dirigiu o Teatro Caixa Preta em sua reabertura e atualmente está à frente da Coordenadoria de Cultura e Arte da UFSM.</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>Sexta-feira (13): <strong>Marcia Henke</strong>, professora do Curso Superior de Redes de Computadores do Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM). Doutora em Informática, coordena o projeto de extensão Gurias em Redes, que aproxima meninas em idade escolar da área da computação.</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A série “Mulheres que fazem a UFSM: trajetórias que inspiram” pode ser acompanhada no programa Ponto de Partida, pela UniFM 107.9 e pelo&nbsp; <a href="http://ufsm.br/radio">site</a>. Posteriormente, as entrevistas também estarão disponíveis no <a href="https://open.spotify.com/show/1kh22biupdbZzdntWKXO5a?si=cbc84c61a7b54c21">Spotify das Rádios da UFSM</a>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading {"level":1} -->
<h1 class="wp-block-heading"></h1>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM transmite listão do PSS nesta sexta-feira (6)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2026/02/04/ufsm-transmite-listao-do-pss-nesta-sexta-feira-6</link>
				<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 16:09:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>

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						<description><![CDATA[Resultado será divulgado às 10h pelas rádios da Universidade e YouTube]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="251" data-end="540">A <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Universidade Federal de Santa Maria</span></span> divulga, nesta sexta-feira (6), a partir das 10h, o listão do Processo Seletivo Seriado (PSS). O resultado pode ser acompanhado ao vivo pelas rádios Universidade 800 AM e UniFM 107.9 e pelo <a href="https://www.youtube.com/@Pr%C3%B3-reitoriadeGradua%C3%A7%C3%A3o-v7r">YouTube da Prograd</a>.</p>
<p data-start="542" data-end="714">Quem quiser acompanhar a leitura do listão presencialmente pode comparecer à Sala dos Conselhos, localizada no 9º andar do prédio da Reitoria. Após a leitura presencial, o resultado fica disponível para consulta <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/050-2025">no site da UFSM</a>.</p>
<p data-start="542" data-end="714">Ainda nesta semana, a UFSM publica a nota da prova objetiva, o ponto de corte e a nota da redação do Vestibular. O listão do Vestibular está previsto para a próxima semana.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UniFM 107.9 retoma transmissões esportivas com jogos do Inter-SM na série A do Gauchão</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2026/01/16/unifm-107-9-retoma-transmissoes-esportivas-com-jogos-do-inter-sm-na-serie-a-do-gauchao</link>
				<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 15:17:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/?p=7937</guid>
						<description><![CDATA[A rádio UniFM volta a transmitir competições esportivas com o retorno do Inter de Santa Maria à Série A do Campeonato Gaúcho. A cobertura é resultado de parceria entre o projeto de extensão Radar Esportivo e o programa UniFM Esporte Clube, unindo formação acadêmica, informação e paixão pelo futebol. O Gauchão 2026 teve início no [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A rádio UniFM volta a transmitir competições esportivas com o retorno do Inter de Santa Maria à Série A do Campeonato Gaúcho. A cobertura é resultado de parceria entre o projeto de extensão Radar Esportivo e o programa UniFM Esporte Clube, unindo formação acadêmica, informação e paixão pelo futebol.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Gauchão 2026 teve início no dia 10 de janeiro e segue até 8 de março. Na primeira fase da competição, o Inter-SM disputa seis partidas, além de outros confrontos que poderão ocorrer conforme o desempenho da equipe.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As transmissões da UniFM 107.9 contam com pré-jogo 20 minutos antes do apito inicial e levam ao público informações e a narração completa das partidas. Confira os próximos jogos com cobertura da emissora:</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>17/01/26 | 16h30 </strong>- Inter-SM x Juventude<br><em>Estádio Presidente Vargas (Santa Maria)</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>21/01/26 | 19h</strong> - Internacional x Inter-SM<br><em>Estádio Beira-Rio (Porto Alegre)</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>24/01/26 | 20h</strong> - Guarany x Inter-SM<br><em>Estádio Estrela D’Alva (Bagé)</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>01/02/26 | 18h</strong> - Inter-SM x Avenida<br><em>Estádio Presidente Vargas (Santa Maria)</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>05/02/26 | 21h30min</strong> - Inter-SM X Avenida<br><em>Estádio Presidente Vargas (Santa Maria)</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>08/02/26 | 16h</strong> - Inter-SM X Monsoon<br><em>Estádio Francisco Novelletto (Porto Alegre)</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Posse da nova reitoria da UFSM será transmitida pelas rádios universitárias</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2025/12/26/posse-da-nova-reitoria-da-ufsm-sera-transmitida-pelas-radios-universitarias</link>
				<pubDate>Fri, 26 Dec 2025 17:54:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/?p=7929</guid>
						<description><![CDATA[A cerimônia de transmissão de cargo e posse da nova gestão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) será realizada no dia 6 de janeiro de 2026, às 10h, no Centro de Convenções da UFSM. O evento terá transmissão ao vivo pelas rádios UniFM 107.9 e Universidade 800 AM, além do YouTube da UFSM. Na [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><img class="alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/411/2025/12/Card-Posse-Martha-e-Tiago-819x1024.jpg" alt="" width="492" height="615" /></p>

<!-- wp:paragraph -->
<p>A cerimônia de transmissão de cargo e posse da nova gestão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) será realizada no dia 6 de janeiro de 2026, às 10h, no Centro de Convenções da UFSM. O evento terá transmissão ao vivo pelas rádios UniFM 107.9 e Universidade 800 AM, além do <a href="https://www.youtube.com/c/universidadefederaldesantamariaufsm">YouTube da UFSM</a>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na ocasião, a professora Martha Bohrer Adaime assume a Reitoria da UFSM para o mandato de 2025 a 2029. A nomeação da nova reitora foi formalizada por decreto publicado no Diário Oficial da União em 18 de dezembro de 2025, assinado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e pelo ministro da Educação, Camilo Sobreira de Santana. Conforme o decreto, Martha passou a exercer o cargo a partir de 25 de dezembro.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Durante a cerimônia no dia 06, também ocorre a nomeação da nova equipe de gestão, com o vice-reitor Tiago Marchesan e os pró-reitores que compõem a administração da Universidade nos próximos quatro anos. A transmissão pelas rádios da UFSM permite que a comunidade universitária e o público externo acompanhem esse momento, ampliando o acesso às informações institucionais.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Emissoras da UFSM lançam série especial em celebração aos 65 anos da Universidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2025/12/03/7927</link>
				<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 16:03:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/?p=7927</guid>
						<description><![CDATA[Iniciativa integrada à Coordenadoria de Comunicação Social resgata, em áudio, os momentos decisivos, os símbolos e as memórias que construíram a história da instituição.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">As </span><b>Rádios da UFSM</b><span style="font-weight: 400">, integrantes da </span><b>Coordenadoria de Comunicação Social</b><span style="font-weight: 400"> da Universidade Federal de Santa Maria, apresentam a série documental </span><b>"65 Anos UFSM"</b><span style="font-weight: 400">. A produção consiste em uma coletânea de programetes radiofônicos desenvolvidos especialmente para marcar o sexagésimo quinto aniversário da primeira universidade federal do interior do país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Fruto de uma </span><b>parceria de produção com o servidor aposentado Roberto Montagner</b><span style="font-weight: 400">, cujo trabalho de pesquisa e curadoria foi fundamental para trazer à tona registros sonoros históricos. A iniciativa tem como objetivo preservar a memória institucional e democratizar o acesso à história da universidade através das ondas do rádio e das plataformas digitais.</span></p>
<h3><b>Um mergulho na história sonora</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">A série recupera fatos, vozes e sons que marcaram a trajetória da UFSM. O conteúdo foi cuidadosamente selecionado para cobrir desde a concepção visionária da instituição até a consolidação do campus em Camobi.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os programetes abordam temas fundamentais:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><b>A Voz dos Fundadores:</b><span style="font-weight: 400"> O ouvinte poderá conferir registros históricos, incluindo depoimentos do Reitor fundador Mariano da Rocha sobre as origens da UFSM, a Lei de Criação e a instalação da Faculdade Interamericana de Educação.</span></li>
<li style="font-weight: 400"><b>A Construção do Campus:</b><span style="font-weight: 400"> A série detalha a escolha estratégica de </span><b>Camobi</b><span style="font-weight: 400">, a doação da área do campus, o projeto da Cidade Universitária e a inauguração de marcos como a primeira Reitoria, o Centro Politécnico e o Planetário.</span></li>
<li style="font-weight: 400"><b>Identidade Institucional:</b><span style="font-weight: 400"> A produção explica a origem dos símbolos oficiais, como o brasão, o monograma, a bandeira, a ave-símbolo e o Hino da UFSM.</span></li>
<li style="font-weight: 400"><b>Memória Afetiva e Cultura:</b><span style="font-weight: 400"> Histórias que tocam o coração da comunidade acadêmica também ganham destaque, como o saudoso ônibus "Farguinho", o primeiro Restaurante Universitário, a Casa do Estudante, o Projeto Rondon e a trajetória da Orquestra Sinfônica de Santa Maria.</span></li>
</ul>
<h3> </h3>
<p><span style="font-weight: 400">A série </span><b>"65 Anos UFSM"</b><span style="font-weight: 400"> reforça o compromisso da Coordenadoria de Comunicação Social com a divulgação científica e a preservação do patrimônio histórico da universidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O material será veiculado na programação da </span><b>Rádio Universidade 800 AM</b><span style="font-weight: 400"> e </span><b>UniFM 107.9</b><span style="font-weight: 400">, além de estar disponível em:  <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/65anosufsm">ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/65anosufsm</a></span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Programa Trilhas do Cinema, feito na UFPel, estreia nas rádios da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2025/09/30/programa-trilhas-do-cinema-feito-na-ufpel-estreia-nas-radios-da-ufsm</link>
				<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 20:14:58 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[rádio]]></category>
		<category><![CDATA[rádios UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Ufpel]]></category>

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						<description><![CDATA[As rádios da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) passam a transmitir, a partir de outubro, o programa Trilhas do Cinema, produzido pelos Cursos de Cinema da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). A proposta é levar ao público o melhor das trilhas sonoras e canções presentes em filmes, games e produções audiovisuais. Na Universidade 800 [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>As rádios da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) passam a transmitir, a partir de outubro, o programa <a href="https://www.instagram.com/trilhasdocinema_ufpel/">Trilhas do Cinema</a>, produzido pelos Cursos de Cinema da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). A proposta é levar ao público o melhor das trilhas sonoras e canções presentes em filmes, games e produções audiovisuais.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na Universidade 800 AM, a atração vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 13h10 às 14h, com estreia no dia 1º de outubro. Já na UniFM 107.9, o programa será transmitido aos sábados, das 15h às 16h, a partir do dia 4 de outubro.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UniFM 107.9 realiza cobertura do Descubra UFSM 2025</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2025/09/24/unifm-107-9-realiza-cobertura-do-descubra-ufsm-2025</link>
				<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 19:58:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/?p=7899</guid>
						<description><![CDATA[Nos dias 25 e 26 de setembro, a UniFM realiza boletins e entrevistas ao vivo direto do Descubra UFSM, evento que tem o objetivo de apresentar os cursos de graduação, a estrutura e outras possibilidades dentro da Universidade Federal de Santa Maria. As participações acontecem dentro dos seguintes programas: 📌 09h às 11h – Especial [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Nos dias 25 e 26 de setembro, a UniFM realiza boletins e entrevistas ao vivo direto do Descubra UFSM, evento que tem o objetivo de apresentar os cursos de graduação, a estrutura e outras possibilidades dentro da Universidade Federal de Santa Maria.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As participações acontecem dentro dos seguintes programas:</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>📌 09h às 11h – Especial Descubra</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>📌 11h às 12h – Fazendo Arte</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>📌 15h às 17h – Fala Aí</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>DTG Noel Guarany homenageia rádios da UFSM no 20 de Setembro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2025/09/18/dtg-noel-guarany-homenageia-radios-da-ufsm-no-20-de-setembro</link>
				<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 19:14:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/?p=7895</guid>
						<description><![CDATA[UniFM 107.9 e Universidade 800 AM terão programa ao vivo em caminhão temático no Desfile Farroupilha da entidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O DTG Noel Guarany, entidade tradicionalista vinculada à UFSM, prepara uma homenagem às rádios da Universidade no desfile do 20 de Setembro em Santa Maria. A iniciativa integra a programação da Semana Farroupilha 2025, que tem como tema “Ondas Curtas para uma História Longa”, celebrando os 100 anos de nascimento do comunicador e declamador Darcy Fagundes e os 70 anos do programa Grande Rodeio Coringa, apresentado por ele na Rádio Farroupilha.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As emissoras UniFM 107.9 e Universidade 800 AM vão desfilar em um caminhão com a cenografia de um estúdio de rádio antigo, de onde será transmitido um programa especial ao vivo. A condução será do radialista Gian Noal, com participações do jornalista Ciro Oliveira e de Chico Sosa, colaborador histórico ligado à cultura regional.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A transmissão acontece das 9h30 ao meio-dia, diretamente da Avenida Medianeira, pelas duas rádios. Com a homenagem, o DTG Noel Guarany ressalta a importância das emissoras universitárias na difusão da cultura, em sintonia com o legado do rádio como veículo formador da identidade gaúcha no estado.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O DTG ainda celebra seus 20 anos de trajetória no desfile e presta reverência também à Orquestra Sinfônica de Santa Maria e ao radialista José Luiz dos Santos Silva, conhecido como “Garoto Sorriso”, um dos homenageados locais dos Festejos Farroupilhas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UniFM 107.9 transmite programa ao vivo da Feira do Livro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2025/09/03/unifm-107-9-transmite-programa-ao-vivo-da-feira-do-livro</link>
				<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 15:23:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/?p=7893</guid>
						<description><![CDATA[Nesta quarta, 03 de setembro, o programa No Ritmo da Notícia vai ser transmitido das 17h às 18h diretamente do estande da UFSM na Feira do Livro de Santa Maria. O motivo é acompanhar os lançamentos da Editora UFSM no evento. A Editora tem recorde de obras lançadas nesta edição, com 21 títulos apresentados em [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="size-medium wp-image-7894 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/411/2025/09/Card-divulgacao-midias-sociais-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" /></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Nesta quarta, 03 de setembro, o programa No Ritmo da Notícia vai ser transmitido das 17h às 18h diretamente do estande da UFSM na Feira do Livro de Santa Maria.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O motivo é acompanhar os <a href="https://ufsm.br/r-1-70357" data-type="link" data-id="https://ufsm.br/r-1-70357">lançamentos da Editora UFSM no evento</a>. A Editora tem recorde de obras lançadas nesta edição, com 21 títulos apresentados em duas sessões a partir das 16h.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>É possível escutar o bate-papo ao vivo sobre as obras pela UniFM 107.9 ou no site das rádios da UFSM.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UniFM e Universidade AM transmitem debates entre chapas à Reitoria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2025/06/04/unifm-e-universidade-am-transmitem-debates-entre-chapas-a-reitoria</link>
				<pubDate>Wed, 04 Jun 2025 19:35:08 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/?p=7889</guid>
						<description><![CDATA[Encontros ocorrem nos quatro campi da UFSM entre os dias 6 e 17 de junho]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A Comissão Especial responsável pela organização da Pesquisa de Opinião para escolha da nova gestão da Reitoria da UFSM (mandato 2026–2029) divulgou as datas e as normas dos debates entre as chapas homologadas. A programação contempla quatro encontros e inclui transmissões ao vivo pelas rádios UniFM 107.9 e Universidade 800 AM, na frequência e no site das emissoras.</p>
<p>As datas e locais dos debates são os seguintes:</p>
<p><strong>06 de junho</strong> – Campus da UFSM em <strong>Cachoeira do Sul</strong> (Auditório do Campus), às <strong>14h</strong>;</p>
<p><strong>11 de junho</strong> – Campus da UFSM em <strong>Frederico Westphalen</strong> (Centro de Convivência), às <strong>12h30</strong>;</p>
<p><strong>11 de junho</strong> – Campus da UFSM em <strong>Palmeira das Missões</strong> (Auditório do Campus), às <strong>19h30</strong>;</p>
<p><strong>17 de junho</strong> – <strong>Campus Sede (Santa Maria)</strong>, no Auditório Wilson Aita, às <strong>14h</strong>, com transmissão ao vivo pelo <a href="https://www.youtube.com/c/universidadefederaldesantamariaufsm">YouTube da UFSM</a>.</p>
<p>Os debates terão duração máxima de duas horas e seguirão um roteiro estruturado em blocos: apresentação das chapas, perguntas entre as chapas, perguntas do público e considerações finais. O público presente poderá participar por meio de perguntas sorteadas, com paridade entre as três categorias da comunidade universitária (docentes, técnico-administrativos em educação e discentes).</p>
<p>Cada debate contará com um mediador e ao menos um representante de cada chapa. A ordem das falas e perguntas será definida por sorteio antes do início dos encontros. As <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/Normas_do_debate_entre_as_chapas_aprovada_assinado.pdf">regras completas</a> estão disponíveis na <a href="https://www.ufsm.br/reitoria/conselhos-superiores/pesquisa-de-opiniao">página da Comissão Especial</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>“Ponto de Partida” estreia nas manhãs da UniFM 107.9</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2025/05/30/ponto-de-partida-estreia-nas-manhas-da-unifm-107-9</link>
				<pubDate>Fri, 30 May 2025 19:34:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[FM]]></category>
		<category><![CDATA[programas]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Programa]]></category>
		<category><![CDATA[rádio]]></category>
		<category><![CDATA[rádios UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[UNIFM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/?p=7888</guid>
						<description><![CDATA[Programa promete trazer notícias e descontração das 7h às 8h30 de segunda a sexta na emissora universitária]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A partir do dia 2 de junho de 2025, a programação da UniFM 107.9 ganha um novo espaço para quem quer começar o dia bem informado e com boa companhia. Vem aí o “Ponto de Partida”, programa ao vivo que vai ao ar de segunda a sexta, das 7h às 8h30min, apresentado pelo jornalista Pedro Pereira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com uma proposta leve, dinâmica e próxima do público, o “Ponto de Partida” reúne as principais notícias da UFSM, de Santa Maria, do Rio Grande do Sul e do Brasil, além de muita música e interatividade. É um programa para quem quer começar a manhã conectado com o que acontece sem abrir mão de uma dose de descontração.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para acompanhar a estreia do “Ponto de Partida” e fazer do programa parte da rotina nas manhãs, é possível escutar pela frequência 107.9 ou pelo site das rádios da UFSM.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Rádio Universidade AM completa 57 anos no ar</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2025/05/27/radio-universidade-am-completa-57-anos-no-ar</link>
				<pubDate>Tue, 27 May 2025 16:32:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/?p=7886</guid>
						<description><![CDATA[Em 27 de maio de 1968, no oitavo andar da Antiga Reitoria da UFSM, nascia a Rádio Universidade. Desde então, são décadas de informação, cultura, debates e vozes que marcaram gerações. Do vinil ao CD e depois ao digital, seguimos conectados com a região centro-oeste do Rio Grande do Sul. Você pode acompanhar a programação [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Em 27 de maio de 1968, no oitavo andar da Antiga Reitoria da UFSM, nascia a Rádio Universidade. Desde então, são décadas de informação, cultura, debates e vozes que marcaram gerações. Do vinil ao CD e depois ao digital, seguimos conectados com a região centro-oeste do Rio Grande do Sul.</p>
<p>Você pode acompanhar a <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/programacao">programação</a> da emissora pela 800 AM ou em nosso site.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:image {"id":7887,"width":"393px","height":"auto","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/411/2025/05/57-ANOS-AM-819x1024.jpg" alt="" class="wp-image-7887" style="width:393px;height:auto" /></figure>
<!-- /wp:image -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Processo eleitoral para Reitoria é tema de entrevista no programa No Ritmo da Notícia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2025/05/26/processo-eleitoral-para-reitoria-e-tema-de-entrevista-no-programa-no-ritmo-da-noticia</link>
				<pubDate>Mon, 26 May 2025 15:35:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/?p=7885</guid>
						<description><![CDATA[Na segunda-feira, 26 de maio, às 17h, o presidente da comissão eleitoral para a Reitoria da UFSM, professor Juan Galvarino, conversa com o jornalista Ciro Oliveira no programa No Ritmo da Notícia para falar sobre o processo eleitoral que define os rumos da Universidade.É possível escutar pela UniFM 107.9 ou acompanhar pelo site das rádios [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Na segunda-feira, 26 de maio, às 17h, o presidente da comissão eleitoral para a Reitoria da UFSM, professor Juan Galvarino, conversa com o jornalista Ciro Oliveira no programa No Ritmo da Notícia para falar sobre o processo eleitoral que define os rumos da Universidade.<br />É possível escutar pela UniFM 107.9 ou acompanhar pelo site das rádios da Universidade. O programa vai ao ar de segunda a sexta-feira das 17h às 18h pela emissora.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>[GRITOS DO SILÊNCIO] O álbum-manifesto de Bad Bunny contra o apagão cultural em Porto Rico</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2025/03/16/gritos-do-silencio-o-album-manifesto-de-bad-bunny-contra-o-apagao-cultural-em-porto-rico</link>
				<pubDate>Sun, 16 Mar 2025 15:38:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/?p=7881</guid>
						<description><![CDATA[Trecho do clipe da música La Mudanza | Foto: Rolling Stone Para muitas pessoas, o real status da ilha caribenha de Porto Rico ainda é desconhecido, assim como sua história. A fim de expor a luta do povo boricuo contra o sufocamento de sua identidade, o cantor porto-riquenho Bad Bunny lançou, em janeiro deste ano, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="768" height="512" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/411/2025/03/WhatsApp-Image-2025-03-12-at-13.50.27-768x512.jpeg" alt="" />											<figcaption>Trecho do clipe da música La Mudanza | Foto: Rolling Stone</figcaption>
										</figure>
		<p>Para muitas pessoas, o real status da ilha caribenha de Porto Rico ainda é desconhecido, assim como sua história. A fim de expor a luta do povo boricuo contra o sufocamento de sua identidade, o cantor porto-riquenho Bad Bunny lançou, em janeiro deste ano, o álbum “Debí tirar más fotos” (em tradução do espanhol para o português: “Devia ter tirado mais fotos”). </p><p>O projeto acompanha um curta-metragem e aborda as mudanças do arquipélago em tom nostálgico. Repleta de identidade latinoamericana, a obra possui 17 faixas e passa por alguns dos gêneros musicais mais populares na ilha, como o reggaeton e a salsa. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> Suas letras românticas e melancólicas, como a da faixa “Baile Inolvidable”, trazem consigo uma denúncia sobre o apagamento cultural da ilha, tema principal do curta-metragem. A produção é protagonizada por um idoso, vivido pelo ator Jacobo Morales, e seu amigo, o sapo Concho. Ao andar pela ilha, o senhor observa mudanças culturais como a substituição do espanhol pelo inglês, o uso do dólar e o consumo de músicas norte-americanas. Isso gera o sentimento de que ele deveria ter guardado mais lembranças da ilha antes de seu “declínio cultural”.</p>		
			<h4>Os temas abordados no álbum</h4>		
		<p>Benito Antonio Martinez Ocasio, mais conhecido como Bad Bunny, nasceu na capital porto-riquenha San Juan em 10 de Março de 1994. Desde 2018, quando lançou seu primeiro álbum “X 100PRE”, o artista é um dos principais nomes da música latina. Mas foi com o projeto “Un verano sin ti” que ele se consolidou no cenário musical falando sobre problemas de seu país.</p><p>Antes de “Debi tirar mas fotos”, Bad Bunny já falava sobre as causas de Porto Rico em seus trabalhos. Em 2022, ele lançou um videoclipe em formato de documentário da música “El apagón” do álbum “Un verano sin ti”. Tanto a música como o videoclipe denunciam os apagões de energia elétrica frequentes na ilha.</p><p>Agora, com um álbum inteiro dedicado à valorização da identidade cultural porto-riquenha, o cantor dá destaque às expressões culturais da ilha. Os títulos de faixas como “KLOuFRENS” e “NUEVAYoL”, por exemplo, podem soar estranhos à primeira vista, mas fazem referência à pronúncia boricua de Close Friends e Nueva York.</p><p>Já faixas como “DtMF” e “Lo que paso a Hawaii” falam diretamente sobre o resgate da identidade das pessoas daquela região. Na primeira, Bad Bunny fala que deveria ter tirado mais fotos de como a ilha era antes e também sobre seu desejo pelo resgate cultural do país. Na segunda, o cantor faz uma comparação entre Porto Rico e o estado americano do Havaí.</p><p>Na faixa, Benito fala que não quer que aconteça em Porto Rico o mesmo que aconteceu com a ilha do Pacífico. O Havaí também foi anexado aos EUA em 1898 e obteve o status de estado em 1959. A música denuncia as privatizações de praias e ilhas do país para grandes empresas hoteleiras que restringem o acesso dos nativos de Porto Rico.O mesmo processo foi sofrido pelo Havaí. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">“Querem me tirar o rio e também a praia</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> Querem o meu bairro e que a vovó vá embora</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> Não, não solte a bandeira e nem esqueça o ‘lelolai’</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> Porque não quero que façam contigo o que fizeram com o Havaí”</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">– Trecho em livre tradução da letra de “Lo que paso a Hawaii”.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Denúncias como essa também aparecem na faixa “La Mudanza”. Na música, o artista conta a história de seus pais e utiliza o verso “Aqui mataram gente por mostrar a bandeira” para referenciar a repressão histórica do governo contra os levantes independentistas. Outros versos como “Obrigado mãe por me parir aqui” e o clímax de “Eu sou de P-R” evidenciam o amor de Benito pelo seu país e cultura.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">“Daqui eu não saio, daqui ninguém me tira</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Fale para eles que esta é a minha casa, onde o meu avô nasceu”</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">– Trecho em livre tradução da letra de “La Mudanza”.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O resgate da identidade cultural de Porto Rico se consagra como a principal temática do projeto. Bad Bunny abre espaço para a discussão de como a dominação cultural pode ser tão nociva quanto a política e econômica. O cantor põe em evidência o livre exercício das culturas populares, principalmente nos países subdesenvolvidos, como agente de resistência à dizimação cultural de um povo.</p>		
			<h4><p>A história da ocupação porto-riquenha&nbsp;</p></h4>		
										<figure>
										<img width="768" height="613" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/411/2025/03/WhatsApp-Image-2025-03-12-at-13.50.27-1-768x613.jpeg" alt="" />											<figcaption>La Fortaleza, residência oficial do governador de Porto Rico | Foto: Foto: Intercept Brasil</figcaption>
										</figure>
		<p>O território de Porto Rico foi ocupado pelo exército norte-americano em 1898, como consequência da guerra hispano-americana. Em <a style="font-size: 1rem;font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight )" href="https://www.youtube.com/watch?v=d-1Nyy4EBxA">entrevista à BBC News Brasil</a>, a professora da Universidade de Porto Rico, Sílvia Curbelo, afirmou que, inicialmente, a invasão americana foi comemorada pelo povo porto-riquenho. “A Espanha significava atraso, enquanto os EUA significavam modernidade, inovação e democracia”, explicou.</p><p>Os EUA usurparam do império espanhol as poucas colônias que lhe restavam na América. Um armistício que previa a independência de Cuba e a retirada da Espanha de Porto Rico foi assinado com o fim do conflito. A ilha permaneceu ocupada até 1902 pelos americanos.</p><p>A ocupação de Porto Rico e a construção do Canal do Panamá eram os principais objetivos dos EUA no continente, em uma época em que as guerras eram travadas no mar. Em 1902, o Tratado de Paris que vendeu as Filipinas, então colônia espanhola, aos americanos também deu o <i>status </i>de república (não independente) a Porto Rico.</p><p>Curbelo destaca que a ocupação da ilha se dá pela sua localização no chamado “corredor mexicano” no Caribe. Portanto, um território essencial para a garantia do acesso americano ao Canal do Panamá que interliga os oceanos Atlântico e Pacífico.</p><p>Entretanto, os levantes pela independência da ilha aconteciam desde a ocupação espanhola. A instauração de governos militares, o uso da espionagem e da repressão policial foi como o governo estadunidense lidou com a situação. Táticas semelhantes às demais ditaduras que seriam impostas na América Latina mais tarde.</p><p>Um caso interessante ocorreu em 1954, quando os atos pela independência superaram os limites da ilha. A líder nacionalista porto-riquenha Dolores Lebrón Sotomayor (1919-2010), conhecida também como Lolita Lebrón, liderou um ataque a tiros contra o congresso americano. O ataque deixou 5 feridos e rendeu 25 anos de prisão nos Estados Unidos a ela e outros ativistas envolvidos.</p><p>Lolita foi solta em 1979 por um indulto concedido pelo ex-presidente estadunidense Jimmy Carter. Em 1997, 43 anos após o atentado, ela retornou ao Capitólio como presidente do Partido Nacionalista de Porto Rico, em um comitê onde defendeu que o ocorrido de 1954 “não foi um ato de ódio, foi o terceiro grito de liberdade de um povo ameaçado de extinção".</p><p>Atualmente, a ilha possui o <i>status </i>de Estado Livre Associado aos Estados Unidos. Uma situação que divide opiniões de seus populares que pensam em três alternativas para o futuro: manter a condição atual, se oficializar como o 51° estado norte-americano ou finalmente se tornar uma nação independente.</p>		
			<h4><p>Acontecimentos recentes</p></h4>		
		<p>Há poucos meses, durante a eleição americana, o humorista Tony Hinchcliffe chamou Porto Rico de “ilha de lixo” em um evento do então candidato Donald Trump. "Há literalmente uma ilha de lixo flutuante no meio do oceano neste momento. Acho que se chama Porto Rico”, disse ele em tom de piada. A declaração provocou reações de porto-riquenhos.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O cantor Ricky Martin, nascido em Porto Rico, postou o vídeo da declaração e escreveu: “é isso o que eles pensam de nós”. Já Jennifer Lopez, filha de pais porto-riquenhos, se pronunciou declarando apoio à candidata Kamala Harris. E, finalmente, Bad Bunny postou um vídeo de seu show em Porto Rico de 2021 e escreveu como legenda: “lixo”.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O ocorrido não impediu a eleição de Jennifer González, integrante do Novo Partido Progressista de Porto Rico (PNP) e apoiadora de Donald Trump, como governadora da ilha. Em Setembro de 2024, Bad Bunny acusou o PNP de tentar silenciá-lo após se manifestar contra os escândalos de corrupção de seus governos. Na ocasião, ele afirmou que muitos meios de comunicação são controlados pelo partido.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O futuro de Porto Rico parece incerto, mesmo com a vitória de Gonzales na última eleição, foi a primeira vez que um candidato do Partido da Independência de Porto Rico teve chances reais de vencer. Agora, os olhos se voltam para Washington, onde as agressões aos povos latinos têm avançado. E no meio de tudo, Bad Bunny deixa claro que, se depender dele, a identidade boricua nunca vai morrer.</p>		
			<figure><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/411/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-23-at-11.45.53-1-150x150.jpeg" alt="" /></figure><h3><br><h3 style="line-height: 1.2;font-size: 1.75rem">Thomas Machado</h3></h3><p>Repórter do Gritos do Silêncio, estudante de Jornalismo pela UFSM. Contato:&nbsp;&nbsp;thomas.souza@acad.ufsm.br</p>		
		<p> </p><p>Revisão: Camila Castilho, repórter do Gritos do Silêncio, estudante de Jornalismo pela UFSM. Contato: camila.castilho@acad.ufsm.br</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Democratização e justiça social: a atuação dos cursinhos populares no Vestibular da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2025/01/23/democratizacao-e-justica-social-a-atuacao-dos-cursinhos-populares-no-vestibular-da-ufsm</link>
				<pubDate>Thu, 23 Jan 2025 13:37:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[AM]]></category>
		<category><![CDATA[FM]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[gritos do silêncio]]></category>
		<category><![CDATA[#EducaçãoPopular]]></category>
		<category><![CDATA[#GritosDoSilêncio]]></category>
		<category><![CDATA[#ufsm]]></category>

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						<description><![CDATA[Coletivo de Educação Práxis e Pré-Universitário Popular Alternativa são agentes da luta pela democratização do ensino público e de qualidade em Santa Maria
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1005" height="606" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/411/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-23-at-08.55.56-5.jpeg" alt="" />													
		<p> </p>
<p>O Coletivo de Educação Práxis e o Pré-Universitário Popular Alternativa são dois dos maiores programas de extensão da Universidade Federal de Santa Maria. Com sede no Complexo Multicultural Antiga Reitoria da Universidade, ambas as iniciativas atuam como cursinhos populares que atendem dezenas de estudantes todos os anos de forma gratuita. O objetivo é auxiliar esses alunos na busca pela aprovação no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) e demais vestibulares. </p>
<p>Como forma de resistência à hegemonia dos cursos preparatórios particulares no acesso à UFSM, esses programas nasceram no final dos anos 90 pelas mãos do corpo estudantil, estudantes do Centro de Ciências Rurais e do curso de História. Sua missão é promover a educação popular por meio de um método que interliga a realidade social dos estudantes com os conteúdos das provas.</p>
<p>O professor de Química e membro coordenador do Práxis, Rafael Ita, conta que a metodologia de ensino do cursinho é contextualizar o porquê daquele conteúdo estar sendo estudado. “Nós mostramos como a aplicação dele na vida do estudante tem importância a nível coletivo, mostramos como aquele objeto de estudo se aplica na vida cotidiana”, explica.</p>
<p>O método é aprovado pela educanda Ana Amaral, que, antes de ingressar no Práxis, estudava sozinha. “É bem diferente da educação tradicional em que eles só nos jogam o conteúdo, sem ter uma aula mais prática sobre ele. Me sinto mais preparada para enfrentar isso”, relata.</p>
<p>Segundo a educadora e integrante da coordenação do Alternativa, Vitória Carolini, cerca de 23% dos estudantes do cursinho demonstraram interesse no Vestibular da UFSM em 2024. Uma vez que o foco do programa é o ENEM, houve adaptação na forma de ensino, os gêneros textuais da redação do vestibular, artigo de opinião e carta aberta, tiveram que receber mais atenção dos educadores, por exemplo.</p>
<p>Além disso, Vitória define a educação popular como uma chave para a transformação social. Para ela, essa prática tem o poder de “democratizar o acesso à universidade ao proporcionar formação de qualidade àqueles que não a encontram na educação tradicional”.</p>
<p>Os cursinhos populares são alguns dos maiores agentes na luta pela democratização do acesso ao ensino público e de qualidade em Santa Maria. Com o poder da ligação entre educação e realidade social, os educadores agem com o objetivo de dar chance a quem já entra nos processos seletivos em desvantagem. Sendo, assim, agentes contribuintes para a promoção da justiça social e democratização do ensino superior. </p>
<p>Ambos os cursinhos atendem no período noturno no Prédio da Antiga Reitoria, localizado na rua Floriano Peixoto, 1184, Centro de Santa Maria. Há seleção de novos educadores e estudantes todos os anos. Interessados devem ficar atentos às redes sociais dos programas: @<a href="https://www.instagram.com/pup.alter/">pup.alter</a> e @<a href="https://www.instagram.com/praxispopular/">praxispopular</a>.</p>
 		
			<h4><p>União sinistra: cursinhos realizam aula pública&nbsp;</p></h4>		
		<p>No dia 5 de janeiro, Práxis e Alternativa se uniram para realizar a “União Sinistra”, um aulão público na Praça Saldanha Marinho sobre a redação do vestibular da UFSM. O evento, ministrado pelas educadoras Vitórias Carolini e Laura Stalin, durou 3 horas e contou com discussões sobre os gêneros textuais do vestibular, artigo de opinião e carta aberta, critérios de avaliação. Atrações culturais também marcaram o encontro.</p>		
			<h4><p>Práxis lança o “Vestibular Comentado”</p></h4>		
		<p>No último dia de provas do Vestibular de Verão 2025 da UFSM (12), o Coletivo de Educação Práxis lançou o “Vestibular Comentado”, um documento de 146 páginas que pontua problemáticas sobre questões e temas das provas do vestibular de 2024. O conteúdo também abordou o retorno da forma de ingresso na UFSM, as privatizações que afetaram a vida dos estudantes e as polêmicas em torno dos restaurantes universitários. O link de acesso ao documento está disponível na biografia do perfil do <a style="text-decoration: none" href="https://www.instagram.com/praxispopular/">Práxis no Instagram</a>. </p>		
										<figure>
										<img width="905" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/411/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-23-at-08.56.02-905x1024.jpeg" alt="" />											<figcaption>Atrações culturais do aulão</figcaption>
										</figure>
			<figure><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/411/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-23-at-11.45.53-1-150x150.jpeg" alt="" /></figure><h3>Thomas Machado</h3><p>Repórter do Gritos do Silêncio, estudante de Jornalismo pela UFSM. <br>Contato: thomas.souza@acad.ufsm.br</p>		
		<p> </p><p><strong>Fotos: </strong>João Gabriel Monteiro</p><p><strong>Revisão:</strong> Isadora Bortolotto, repórter do Gritos do Silêncio, estudante de Jornalismo pela UFSM. </p><p><strong>Contato:</strong> isadora.bortolotto@acad.ufsm.br</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>[GRITOS DO SILÊNCIO] Tranquilidade para Menstruar: iniciativa pauta saúde íntima da mulher encarcerada</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2024/11/25/gritos-do-silencio-tranquilidade-para-menstruar-iniciativa-pauta-saude-intima-da-mulher-encarcerada</link>
				<pubDate>Tue, 26 Nov 2024 02:07:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[AM]]></category>
		<category><![CDATA[FM]]></category>
		<category><![CDATA[programas]]></category>

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						<description><![CDATA[Projeto da UFSM informa sobre saúde íntima e combate a  pobreza menstrual no Presídio Regional de Santa Maria

]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->
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													<img width="768" height="532" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/411/2024/06/WhatsApp-Image-2024-11-25-at-23.02.26-768x532.jpeg" alt="" />													
		<p>A saúde da mulher é um tema comumente relegado, especialmente em contextos de privação de liberdade. Segundo a<a href="https://www.google.com/url?q=https://atencaoprimaria.rs.gov.br/upload/arquivos/202404/15105209-isbn-impressa-saude-da-mulher-privada-de-liberdade-pre-natal-parto-e-puerperio-2.pdf&amp;sa=D&amp;source=docs&amp;ust=1732588272584007&amp;usg=AOvVaw2yza5LJscMLFZRH2e8gskY"> Cartilha Pré-Natal, Parto e Puerpério para Mulheres Privadas de Liberdade e Parceiros (as)</a>, em 2023, cerca de 2.500 mulheres encontravam-se em regime prisional no Rio Grande do Sul. Em ambientes penitenciários, o público feminino enfrenta uma&nbsp; realidade complexa e desafiadora, marcada por camadas de vulnerabilidade.&nbsp;</p>
<p>Um dos aspectos críticos que afetam a saúde das mulheres encarceradas é a pobreza menstrual, questão reconhecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) como um problema global de saúde pública e dignidade humana. Esse cenário se agrava pela limitação do acesso a saneamento básico, serviços de saúde e informação adequada sobre higiene menstrual. Pessoas que menstruam e se encontram em situação de vulnerabilidade socioeconômica são as mais afetadas pelo problema.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.8;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O projeto “TPM: Tranquilidade para Menstruar”, vinculado ao Centro de Ciências da Saúde (CCS) da UFSM, tem como objetivo combater a pobreza menstrual. O programa realiza visitas ao Presídio Regional de Santa Maria, uma das principais penitenciárias femininas da região, para distribuir materiais de higiene e sensibilizar as detentas sobre o cuidado com a saúde íntima.&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.8;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.8;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">De acordo com a&nbsp; coordenadora do projeto e professora vinculada ao CCS, Melissa Medeiros Braz, muitas dessas mulheres não conhecem seu ciclo menstrual. “Ensinamos o uso correto dos absorventes internos e a lidar com cólicas. Orientamos sobre cuidados de higiene íntima, já que muitas não sabem que sabonetes agressivos podem causar problemas”, relata.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.8;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.8;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A psicóloga da Polícia Penal, Renata Cauduro, conta que a maioria das presas escolhe a injeção anticoncepcional trimestral, um método oferecido pelo SUS que inibe a menstruação. Pessoas que optam por continuar menstruando ganham mensalmente absorventes do governo estadual e doações de projetos como o TPM. No entanto, Renata destaca que, embora os absorventes sejam fornecidos regularmente, a disponibilidade de sabonete e papel higiênico é escassa, o que leva a campanhas de doação para garantir a higiene das presas.&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.8;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.8;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">No Presídio Regional, as detentas podem consultar toda semana com um médico clínico geral que realiza encaminhamento para o ginecologista quando há uma demanda específica. Periodicamente, são realizados mutirões do exame preventivo, conhecido como “Papa Nicolau”, responsável pela detecção dos primeiros sinais de aparecimento de câncer de colo do útero e infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) que atingem o sistema genital feminino. A psicóloga ressalta que a enfermaria possui todos os equipamentos para os exames preventivos, com uma cama adequada e todos os materiais necessários.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.8;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">&nbsp;</p>
A saúde de homens trans que estão em ambientes penitenciários também entra em pauta. Renata informa que esse público é atentido na galeria feminina e tem acesso aos mesmos cuidados de saúde que as mulheres cis, uma vez que o SUS não cobre a harmonização, mas custeia os exames e consultas. A profissional ainda reforça que a maioria dos homens trans opta por não menstruar, também utilizando a injeção trimestral.
<p></p>
			<h4>Conscientização sobre Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs)</h4>		
		<p>Segundo dados do Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias (INFOPEN), de junho de 2021, foram identificadas 27.033 pessoas com agravos transmissíveis nas unidades carcerárias do país. Dentre elas, cerca de 7,5 mil são acometidas por HIV.&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.8;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Melissa aponta que, na situação de cárcere, é comum que as presas tenham relações sexuais entre si e a desinformação torna-se um fator complicador para a prevalência de ISTs. "Muitas mulheres acreditam que não há transmissão de infecções sexualmente transmissíveis entre elas. Durante nossas visitas, abordamos como as mulheres podem se cuidar para evitar a transmissão de doenças entre si, além de falarmos sobre práticas sexuais seguras", explica.</p>		
			<h4><p>A Universidade como um espaço multiplicador para a sociedade</p></h4>		
		<p>A atuação da UFSM vai além da formação acadêmica e serve como um espaço de conscientização e transformação social acerca de questões que não são vistas, nos âmbitos culturais, socioeconômicos, de gênero e de raça. Melissa ressalta que muitas das mulheres atendidas pelo projeto são invisibilizadas e não recebem a atenção devida. “É fundamental orientá-las para que possam se instrumentalizar e cuidar melhor da sua saúde. Essa é uma questão de extrema relevância para essa população”, afirma. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.8;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A sensibilização da sociedade sobre as condições das mulheres no sistema prisional, principalmente em relação à saúde menstrual, deve ser debatida para chamar a atenção à saúde em pessoas em situação de vulnerabilidade. “A partir do momento em que essas mulheres estão encarceradas, elas estão pagando pelos seus crimes, mas isso não significa que não mereçam ser tratadas com dignidade”, defende a coordenadora. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.8;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.8;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Melissa também enfatiza a importância de considerar questões como a maternidade, mencionando a necessidade de atenção às presidiárias gestantes ou que estão amamentando. “Essas mulheres precisam ser vistas e aprender a cuidar de seus corpos e de seus filhos”, destaca.</p>		
			<h4><p>A vaidade no cárcere</p></h4>		
		<p>A vaidade é um aspecto significativo na vida das mulheres encarceradas que influencia em sua autoestima e bem-estar. Renata observa que a falta de produtos de higiene pessoal e beleza, como shampoos, condicionadores e cremes específicos, afeta a autopercepção. “Muitas delas relatam a insatisfação com a aparência, expressando preocupações sobre seus cabelos, peles e cuidados pessoais”, conta. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.8;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O ambiente prisional, por limitar o acesso a itens básicos de cuidados, pode levar a um sentimento de descuido e impactar a saúde mental e a autoconfiança das detentas. Para suprir essa necessidade, o presídio promove o “Dia da Beleza”, uma iniciativa que permite que as detentas realizem cuidados pessoais.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.8;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.8;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Conforme a psicóloga, nessas ocasiões, serviços de manicure e corte de cabelo são ministrados pelas detentas com experiência e material próprio. “Elas podem fazer as unhas, o cabelo. Tem chapinha e secador que são de algumas das presidiárias. Até cílios e sobrancelhas elas fazem. Ficam felizes da vida. Muito, muito felizes”, conclui.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.8;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p>		
			<figure><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/411/2024/06/WhatsApp-Image-2024-11-25-at-22.54.35-150x150.jpeg" alt="" /></figure><h3>Isadora Bortolotto</h3><p>Repórter do Gritos do Silêncio, estudante de Jornalismo pela UFSM. Contato:&nbsp;isadora.bortolotto@acad.ufsm.br</p>		
		<p><b>Ilustração: </b>Instituto Avon</p><p style="color: #000000;font-size: 16px">Edição e publicação: Kemyllin Dutra, repórter do Gritos do Silêncio, estudante de Jornalismo pela UFSM. </p><p style="color: #000000;font-size: 16px">Contato: kemyllin.dutra@acad.ufsm.br</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>[GRITOS DO SILÊNCIO] Doação de corpos no Brasil: o luto, o preconceito e o avanço científico</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2024/10/27/doacao-de-corpos-no-brasil-o-luto-o-preconceito-e-o-avanco-cientifico</link>
				<pubDate>Mon, 28 Oct 2024 00:31:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/?p=7861</guid>
						<description><![CDATA[Estudo aponta motivos religiosos e falta de aceitação familiar como barreira]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="768" height="512" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/411/2024/10/MGM8800-768x512.jpg" alt="" />													
		<p> </p><p>Para quem tem fé, a morte é só mais uma fase no grande escopo da existência humana. As religiões, por mais diversas que sejam, têm algo em comum: procuram dar um significado maior para o fim da vida. Quando a hora chegar, a "alma" - objeto de salvação em muitas crenças - deixará o corpo, que por sua vez, permanecerá num caixão, numa urna, ou qualquer outra opção que aquele indivíduo preferiu em vida. </p><p>O estudo daqueles que “já se foram” não é de hoje. Aconteceu, pioneiramente, no Egito Antigo, e então, pouco a pouco, foi atravessando a história. Na Europa, cadáveres de criminosos eram utilizados para estudos de anatomia. Depois, a morfologia (o estudo dos seres vivos) já estava presente em todo o mundo e passou a ser realizada em corpos não-reclamados - que não puderam ser reconhecidos depois do falecimento. </p><p>A utilização de cadáveres doados tem superado a de indigentes em diversos países, conforme <a href="https://www.scielo.br/j/rbem/a/vJRtctYWnYShywkW5hffZqr/?format=pdf&amp;lang=pt">pesquisa</a> publicada na Revista Brasileira De Educação Médica. Apesar disso, o ato ainda é questionável para algumas pessoas no Brasil. Tanto fatores culturais quanto a falta de conhecimento sobre a doação podem ser agentes dificultadores para o processo.</p><p>Desde novembro de 1992, no Brasil, a lei nº 8.489 determina que a doação de cadáver pode ser feita ainda em vida. Basta que a pessoa tenha mais de 18 anos ou o consentimento dos responsáveis legais, e tenha deixado expressa a vontade de doar por meio de um testamento físico, virtual ou uma escritura pública. Para o procedimento acontecer depois da morte, um familiar ou representante do falecido deve ter ciência da intenção de doar, concordar com o processo e preencher os mesmos testamentos.</p>		
			<h4><p>Tabus e suporte psicológico</p></h4>		
		<p>Embora os trâmites pareçam menos burocráticos do que se espera, a doação de cadáveres, especialmente após a morte, pode ser muito difícil. As barreiras do preconceito e do desconhecimento acerca da prática por parte dos familiares podem sobrepor o sonho de um futuro doador. </p><p>Em um <a style="font-size: 1rem;font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight )" href="https://www.scielo.br/j/rbem/a/mrnB9X4L5M8MBkNNNkzb9xL/#:~:text=Resultado:,quero%20ser%20enterrado%20ou%20cremado%E2%80%9D.">estudo</a> realizado em 2023 na Universidade Federal do Maranhão com 125 discentes da área da saúde, 35,2% dos entrevistados alegaram que não doariam o próprio corpo. Entre os acadêmicos, 9,1% apontaram que seus familiares não aceitariam, 6,8% não doariam por motivos religiosos e 4,5% por vergonha de reconhecimento.</p><p>A psicóloga Maria Maristela Jordani explica que, às vezes, há quem não deseje que seus familiares doem, mesmo tendo eles o direito e o pedido atestado. Nesses casos, ela auxilia a família do doador a “elaborar tanto a ‘culpa’, quanto o luto”. O serviço prestado por Maria e por outros psicólogos que atuam em centrais de doação é uma das formas de combater os preconceitos relativos ao processo. </p><p>Segundo a profissional, após 20 dias de doação, os profissionais vão até as famílias e oferecem um atendimento que ela define como acolhedor e humanizado. Essa etapa serve para “ressignificar o luto, ocupando os familiares com a perspectiva de movimento, de que o corpo não será mais ‘utilizado’ pelo seu ente querido”.</p>		
			<h4><p>A doação voluntária de corpos na UFSM</p></h4>		
		<p>Na Universidade Federal de Santa Maria, o Departamento de Morfologia, ligado ao Centro de Ciências da Saúde, recebe doações desde 2016, quando deu início ao Programa de Doação Voluntária de Corpos. A ação é fundamental para estudantes de 18 cursos, de graduação e pós-graduação, que têm seu primeiro contato com cadáveres humanos na disciplina de Anatomia.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">De acordo com o coordenador do programa, Carlos Eduardo Seyfert, o departamento conta, hoje, com 11 cadáveres advindos de doações. Há anos, o programa não recebe corpos indigentes. Nos métodos de ensino se mantém o respeito ao cadáver: não são permitidas fotografias, nem filmagens, no momento da aula. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Os professores fazem questão de conversar com os alunos sobre a importância desse estudo e o quão dificultosa pode ser a doação. Em algumas universidades, os estudantes passam pela formação sem manejar corpos humanos. Na tentativa de suprir a falta de cadáveres, livros de anatomia são utilizados e modelos em plástico, resina ou simuladores virtuais auxiliam para uma maior compreensão das práticas físicas.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Para realizar a doação para a UFSM, é preciso preencher as declarações necessárias, sendo uma <a style="font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight )" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/371/2019/08/DOC-01-DECLARAO-DOAO.pdf">para si</a> e outra para <a style="font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight )" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/371/2019/08/DOC-02-DECLARAO-DOAO-FAMILIA.pdf">terceiros</a>. Para mais informações sobre o procedimento dentro da Universidade, é possível entrar em contato com o endereço de e-mail: doeseucorpo@ufsm.br.</p>		
			<figure><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/411/2024/10/predro-scaled-e1730076390300-150x150.jpg" alt="" /></figure><h3>Pedro Gonçalves</h3><p>Repórter do Gritos do Silêncio, estudante de Jornalismo pela UFSM. Contato:&nbsp;pedro.marion@acad.ufsm.br</p>		
		<p>Foto: Rafael Happke/Revista Arco</p><p>Edição e publicação: Kemyllin Dutra, repórter do Gritos do Silêncio, estudante de Jornalismo pela UFSM.</p><p>Contato: kemyllin.dutra@acad.ufsm.br</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>[GRITOS DO SILÊNCIO] Entre letras e muros: a elitização do ensino no Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2024/10/24/entre-letras-e-muros-a-elitizacao-do-ensino-no-brasil</link>
				<pubDate>Thu, 24 Oct 2024 23:03:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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						<description><![CDATA[“A falta de acesso ao conhecimento e à cultura prejudica todo mundo”, afirma doutora em Literatura Comparada
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="768" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/411/2024/10/Copia-de-DSCN7419-768x576.jpg" alt="" />													
		<p>A educação brasileira nasceu marcada por divisórias sociais que deram forma ao sistema e estruturaram uma sociedade segregada. Segundo estudos sobre a dualidade da escola brasileira na primeira metade do século XX realizados pela mestre em história Elianda Tiballi, é possível observar na análise da história da educação no Brasil que vários interferências ocorreram na estruturação do ensino público. Entre os fatores estão a herança cultural, a ordem política e o sistema econômico.&nbsp;</p>
<p>Dessa maneira, o Brasil cresceu sob uma organização educacional surgida em meados do século XIV que focava no ensino formal para a elite colonial e religiosa existente no país. Ainda durante as expedições jesuíticas, as escolas eram feitas para ensinar o homem branco e rico que se alocou aqui.&nbsp;</p>
<p>De modo geral, a origem da educação brasileira é afetada por dependência, exploração, violência e desrespeito às diferenças culturais. Além disso, ela foi insuficiente em questões de igualdade e é considerada assim ainda hoje. A pesquisa <a href="https://www.ipsos.com/pt-br/monitor-de-educacao-global#:~:text=O%20mais%20recente%20levantamento%20%22Global,na%20redu%C3%A7%C3%A3o%20das%20desigualdades%20sociais.">Global Education Monitor 2024</a> aponta que&nbsp;38% dos brasileiros entrevistados consideram o acesso desigual à educação como o maior obstáculo educacional em nosso país.&nbsp;</p>
<p>A professora do Centro de Artes e Letras da Universidade Federal de Santa Maria, Cinthia Belonia, explica que o processo histórico da educação no Brasil fortaleceu, de algum modo, o colonizador. Para ela, que estudou em seu doutorado Literatura Portuguesa e Literaturas Africanas em Língua Portuguesa com foco em estudos culturais e pós-coloniais, a educação formava líderes que ajudaram o colonizador a comandar o território, seja dentro das comunidades originárias ou das capitanias hereditárias.&nbsp;</p>
<p>Todas essas etapas construíram barreiras entre as parcelas minoritárias da sociedade e o ambiente educacional de qualidade. A elitização do acesso ao conhecimento é um fator determinante para o estado em que a educação brasileira se encontra.</p>		
			<h4>Panorama da educação brasileira<br>
</h4>		
		<p> </p><p>De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), cerca de 400 mil crianças e jovens entre 6 e 14 anos não frequentavam a escola em 2023. No mesmo ano, dados analisados pelo UNICEF indicavam que 13,3% dos estudantes do ensino fundamental das redes estaduais e municipais de ensino têm dois ou mais anos de atraso escolar. A evasão escolar em escolas urbanas também assusta: o Censo Escolar 2023 apontou 5,9% de desistência.</p><p>Embora não seja o único motivo, o sucateamento da educação pública pode ser um potencializador da falta de interesse ou da impossibilidade de permanência por parte de jovens estudantes. Em outubro de 2022, o Tribunal de Contas da União avaliou as escolas brasileiras e chegou à conclusão que, em termos de infraestrutura, quase 60% das salas de aula estavam inadequadas.</p><p>A visão que persegue a educação pública a faz menos valorizada e a torna vítima de sucateamento. Assim, a elitização do acesso ao conhecimento formal de qualidade e à cultura como forma de lazer (seja ela cinematográfica, teatral ou de literatura) se fortalece.</p>		
			<h4>Reflexos na leitura</h4>		
		<p>Conforme dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil de 2020, em quatros anos houve uma queda de 4% no número de leitores no país. A coordenadora da pesquisa, Zoara Failla, em entrevista à <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2020-09/brasil-perde-46-milhoes-de-leitores-em-quatro-anos">Agência Brasil</a>, declarou que “o Brasil está vivendo uma crise na economia, vemos dificuldade para o acesso, para a compra [de livros]. As pessoas estão frequentando menos bibliotecas”. </p><p>Nas prateleiras, os preços assustam aqueles que desejam consumir literatura. Uma pesquisa realizada pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e pela Nielsen Book mostra que no segundo semestre de 2024 houve um aumento de 12,47% no preço dos livros, fazendo com que atingissem um preço médio de R$ 54,49.</p><p>Em 2020, o ex-ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu a taxação de livros alegando que esses artigos são itens de luxo. Cinthia relaciona esse posicionamento e o alto preço de itens literários ao desestímulo à leitura. “Quando aumenta o imposto sobre o livro, aumenta o preço do papel para as editoras e isso também vai cair em cima do consumidor na hora de comprar o livro”, explica. </p><p>Para a professora, a elitização é enraizada em nossa cultura e, para desconstruí-la, o primeiro passo é tornar acessíveis a educação e a cultura. “A cultura deve ser financeiramente acessível. Todos tinham que ter a oportunidade de conhecer várias coisas. Por mais que eu goste de ler, tem um tipo de literatura que não me interessa, mas para chegar a essa conclusão, eu antes pude conhecer variados estilos. A falta de acesso ao conhecimento e à cultura prejudica todo mundo. O alvo afetado não é só a classe trabalhadora ou a elite”, afirma.</p> 		
			<figure><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/411/2024/10/IMG_20240915_160932-150x150.jpg" alt="" /></figure><h3>Darlan Lemes</h3><p>Repórter do Gritos do Silêncio, estudante de Jornalismo pela UFSM.<br>Contato:&nbsp;darlan.lemes@acad.ufsm.br</p>		
<p>Foto: Kemyllin Dutra</p>
<p>Edição e publicação:&nbsp;Kemyllin Dutra, repórter do Gritos do Silêncio, estudante de Jornalismo pela UFSM.&nbsp;</p>
<p>Contato: kemyllin.dutra@acad.ufsm.br</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>[GRITOS DO SILÊNCIO] Saúde mental acadêmica: pressão e rotina atribulada podem causar ansiedade, depressão e até síndrome de burnout</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2024/10/11/gritos-do-silencio-saude-mental-academica-pressao-e-rotina-atribulada-podem-causar-ansiedade-depressao-e-ate-sindrome-de-burnout</link>
				<pubDate>Fri, 11 Oct 2024 12:45:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[FM]]></category>
		<category><![CDATA[programas]]></category>
		<category><![CDATA[#GritosDoSilêncio]]></category>
		<category><![CDATA[#saudemental]]></category>
		<category><![CDATA[#ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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						<description><![CDATA[“É preciso que existam grupos de apoio dentro das universidades, com  momentos e pessoas que acolham os estudantes”, afirma psicólogo]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="768" height="512" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/411/2024/06/Copia-de-Copia-de-Copia-de-IMG_5231-1-768x512.jpg" alt="" />											<figcaption>Foto: Kemyllin Dutra</figcaption>
										</figure>
		<p>Como você se sente em relação a si mesmo é um fator que influencia em todos os aspectos da vida: relacionamentos, vida pessoal, profissional e até mesmo nos estudos. Conforme mapeamento da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo e do Instituto Ayrton Senna, aplicado na volta às aulas de 2021 em 642 mil estudantes paulistas, 18,8% dos entrevistados se sentiam totalmente esgotados e sob pressão e 13,6% relataram perda de confiança em si, dificuldade para se concentrar e sentimentos de tristeza.&nbsp;</p>
<p>No contexto de pandemia, esses altos números podem ser explicados devido ao isolamento social que aumentou os índices de problemas emocionais, principalmente entre os jovens. Entretanto, a problemática não se resume a esse aspecto e não ficou para trás com o fim do período de combate à Covid-19 e suas complicações.&nbsp;</p>
<p>Uma pesquisa realizada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) entre 2022 e 2023 com 76.406 estudantes universitários norte-americanos apontou que 41% tinham sintomas de depressão e 36% de transtorno de ansiedade. Em 2023, a Revista Eletrônica Acervo Saúde publicou um levantamento que identificou prevalência da síndrome de Burnout em 60% dos 250 acadêmicos de medicina de uma universidade particular do Maranhão consultados. O estudo concluiu que a rotina acadêmica pode causar estresse crônico e, por consequência, o distúrbio.</p>
<p>Estudante de residência integrada em saúde na Escola de Saúde Pública (ESP), a psicóloga Ariane Minuzzi avalia o período de estudos como uma fase que pode gerar ou intensificar questões psicológicas. Para ela, a rotina pesada vivenciada durante a residência, a distância da família e a carga horária semanal elevada são agentes prejudiciais à saúde mental dos residentes.&nbsp;</p>
<p>Além disso, a psicóloga cita que, em nosso sistema social, o valor dos indivíduos é ligado ao seu nível de produtividade, o que alavanca a sensação de mal-estar nas pessoas. “A escola, a residência e o meio acadêmico não fogem dessa lógica de que é preciso produzir, então é muito difícil quebrar esse paradigma, ele já está instituído”, declara.</p>		
			<h4>Pressão por aprovação <br></h4>		
		<p>O psicólogo clínico Rudinei Brum conta que atende muitos estudantes que estão se preparando para enfrentar maratonas de vestibulares e ENEM para adentrar a universidade. Segundo ele, uma das principais queixas desse público é a pressão por aprovação e a maioria dos diagnósticos aponta ansiedade.</p><p>Brum menciona que, por vezes, mesmo após conquistar a aprovação, o aluno ainda sente-se pressionado e a ansiedade é associada à necessidade de validação acadêmica e de destaque. O profissional elenca a distância da família e dos amigos e a falta de pertencimento como elementos que podem acarretar, além da ansiedade, depressão e síndrome de burnout ao longo do processo universitário.</p><p>Ele explica que a ansiedade gerada pela pressão pode levar à procrastinação. “Sentir um mal-estar que paralisa, não sentir-se bem consigo mesmo e não dar conta [de fazer as atividades] são sintomas de que a pressão está gerando uma ansiedade tão grande que tu fica preso e começa a procrastinar. A procrastinação é um sintoma da ansiedade, é um sinal vermelho”, alerta. </p><p>O psicólogo recomenda que, ao notar esses sinais, o estudante busque ajuda profissional ou converse com alguém que talvez possa o auxiliar. “Procure uma pessoa para alcançar esse braço de ajuda e te tirar desse nervosismo que te acompanha diariamente no mundo dos estudos, seja pela pressão do resultado do cursinho ou já na vida acadêmica mesmo”, indica Brum.</p>		
			<h4>Maneiras de fortalecer a saúde mental  <br></h4>		
		<p>Um relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE 2024) aponta que a saúde emocional está diretamente relacionada à qualidade de vida, à sensação de bem-estar e à capacidade de resolver problemas no dia a dia. Contrariando essa definição, a mesma pesquisa - feita com 180 países - revela que os estudantes brasileiros ocupam o segundo lugar no ranking de mais ansiosos.</p><p>Para amenizar os sentimentos de insuficiência e ansiedade, Brum entende que o primeiro passo é falar sobre o assunto. “É preciso que existam grupos de apoio dentro das universidades, com momentos e pessoas que acolham os estudantes. Espaços de conversa são essenciais para que eles possam expressar seus sentimentos e essa pressão de que é tudo novo para ele”, explica.</p><p>O psicólogo comenta, ainda, sobre a importância dos alunos conseguirem ter tempo livre para descansar e como isso auxilia no tratamento da ansiedade. Brum considera que atividades de relaxamento e autocuidado ajudam a tirar o foco dos resultados e das notas e a valorizar a interação entre os acadêmicos. </p><p>Sobre o papel das instituições, o profissional sugere que sejam ofertadas oficinas de gestão de tempo para que o estudante não se sobrecarregue e saiba destinar um tempo para ficar com a família e amigos. Ademais, o psicólogo frisa que a psicoterapia faz bem a todos. “ Ela é como uma medicação: talvez tu nem acredite na medicação, mas se tu estiver exposto à medicação ela vai funcionar. A terapia é um suporte para o aluno manter a saúde mental durante os estudos”, conclui.</p><p> </p>		
			<figure><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/411/2024/06/WhatsApp-Image-2024-10-08-at-15.22.07-150x150.jpeg" alt="" /></figure><h3>Myreya Antunes</h3><p>Repórter do Gritos do Silêncio, estudante de Jornalismo pela UFSM. Contato:&nbsp;myreya.antunes@acad.ufsm.br</p>		
		<p>Edição e publicação: Kemyllin Dutra, repórter do Gritos do Silêncio, estudante de Jornalismo pela UFSM. </p><p>Contato: kemyllin.dutra@acad.ufsm.br</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Programa sobre mulheres do campus de Frederico Westphalen estreia nas rádios da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2024/09/25/programa-sobre-mulheres-do-campus-de-frederico-westphalen-estreia-nas-radios-da-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 25 Sep 2024 15:17:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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						<description><![CDATA["Mulheres Primeiro" vai ao ar nas quintas-feiras às 9h na Universidade 800 AM e às 13h na UniFM 107.9]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":7851,"width":"509px","height":"auto","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"right"} -->
<figure class="wp-block-image alignright size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/411/2024/09/Mulheres-Primeiro-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-7851" style="width:509px;height:auto" /></figure>
<!-- /wp:image -->

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<p>Apresentar as mulheres que fazem parte da UFSM Frederico Westphalen com suas histórias dentro e fora da Universidade: esta é a ideia do programa <strong>Mulheres Primeiro</strong>, que <strong>estreia no dia 26 de setembro</strong> nas rádios da UFSM. Ele vai ao ar nas quintas-feiras às 9h na Universidade 800 AM e às 13h na UniFM 107.9.</p>
<p>Cada episódio traz uma conversa sobre trajetória pessoal e feminismo acompanhada de músicas escolhidas pela convidada. O protagonismo é reforçado pela equipe composta 100% por mulheres: a apresentação é da professora Vera Martins, do Departamento de Comunicação do campus, e conta com a colaboração da professora Mirian Quadros e das estudantes de jornalismo Luiza Nunes, Maria Luiza Lima, Maria Eduarda Cardomingo e Isabeau Cotrim.</p>
<p>O programa, realizado inteiramente no campus fora de sede e transmitido em parceria com o Núcleo de Rádios da Universidade, consiste em mais uma ação do projeto “Promoção de Justiça de Gênero na UFSM Frederico Westphalen”. Trata-se de uma iniciativa que busca entender como professores, TAEs e estudantes experimentam sua condição de gênero no âmbito institucional e propor ações que previnam as violências e combatam as desigualdades entre mulheres e homens. As atividades do projeto começaram em 2021, no mesmo mês em que a UFSM aprovou sua Política de Igualdade de Gênero.</p>
<p>O programa de rádio surgiu da ideia de que, ao conhecer os percursos umas das outras, as mulheres sentem empatia, identificação e inspiração e, com isso, se sentem menos sozinhas diante dos desafios impostos pelo contexto social e institucional, que é machista e sexista.<br />É possível acompanhar as rádios da UFSM nas frequências 107.9 FM e 800 AM, no site ufsm.br/radio e pelo aplicativo RadiosNet.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Rádio Bloco amplia sua parceria com as rádios da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2024/09/02/radio-bloco-amplia-sua-parceria-com-as-radios-da-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 02 Sep 2024 22:31:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[armazem90]]></category>
		<category><![CDATA[atracaonacional]]></category>
		<category><![CDATA[estacaorockgaucho]]></category>
		<category><![CDATA[memoriabrasil]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[radiosufsm]]></category>

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						<description><![CDATA[A Rádio Bloco, gerenciada pelo radialista Marcelo Cabala, é uma emissora parceira das rádios públicas da Universidade Federal de Santa Maria desde junho de 2019. Naquele momento, a web rádio estabelecida no centro de Santa Maria, deu início à cooperação veiculando o Atração Nacional e o Memória Brasil, duas produções assinadas por Milton Oliveira, um [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-7849" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/411/2024/09/programasnabloco-300x300.jpg" alt="" width="320" height="320" />A <strong><a href="http://www.radiobloco.net" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Rádio Bloco</a></strong>, gerenciada pelo radialista Marcelo Cabala, é uma emissora parceira das rádios públicas da <strong>Universidade Federal de Santa Maria</strong> desde junho de 2019. Naquele momento, a web rádio estabelecida no centro de Santa Maria, deu início à cooperação veiculando o Atração Nacional e o Memória Brasil, duas produções assinadas por Milton Oliveira, um dos programadores das <strong>Rádios UFSM</strong>.</p>
<p>A partir desde mês de setembro, a <strong>Rádio Bloco</strong> inclui na sua grade mais dois programas produzidos por <strong><a title="Milton Oliveira" href="https://www.aprendizdomundo.com/miltonoliveira/" target="_blank" rel="noopener">Milton Oliveira</a></strong>: Estação Rock Gaúcho e Armazém 90. Estas criações estrearam nas rádios Universidade 800 AM e Uni FM 107.9 no último mês de abril.</p>
<p>O <strong><a title="Estação Rock Gaúcho" href="https://aprendizdomundo.com/portal/radio/programas/estacaorg/" target="_blank" rel="noopener">Estação Rock Gaúcho</a></strong>, programa especializado no rock produzido no Rio Grande do Sul, estreia na <strong>Rádio Bloco</strong> nesta terça, 03/09, ocupando semanalmente a faixa das 21h00 às 22h00. Na Universidade AM vai ao ar nas quintas, na faixa das 21h00 às 23h00, e na Uni FM é veiculado aos sábados e domingos, das 22h00 às 23h00. A produção também faz parte da programação de outra emissora parceira, a Resonance Rádio, onde vai ao ar nas segundas, das 20h00 às 21h00.</p>
<p>O <strong><a title="Armazém 90" href="https://aprendizdomundo.com/portal/radio/programas/armazem/" target="_blank" rel="noopener">Armazém 90</a></strong>, programa dedicado exclusivamente aos sucessos musicais da década de 1990, estreia na <strong>Rádio Bloco</strong> na quinta, 05/09, ocupando semanalmente a faixa das 21h00 às 22h00. Na Universidade AM vai ao ar nas segundas, na faixa das 21h00 às 23h00, e na Uni FM é veiculado nas sextas, das 21h00 às 22h00.</p>
<p>A <strong>Rádio Bloco</strong> continua veiculando o <strong><a title="Atração Nacional" href="https://aprendizdomundo.com/portal/radio/programas/atracaonacional/" target="_blank" rel="noopener">Atração Nacional</a></strong>, toda terça, na faixa das 17h00 às 18h00; e o <strong><a title="Memória Brasil" href="https://aprendizdomundo.com/portal/radio/programas/memoriabrasil/" target="_blank" rel="noopener">Memória Brasil</a></strong>, na quarta, ocupando a mesma faixa das 17h00 às 18h00.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Rádio UniFM está com duas vagas abertas para bolsistas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2024/08/26/radio-unifm-esta-com-duas-vagas-abertas-para-bolsistas</link>
				<pubDate>Mon, 26 Aug 2024 15:58:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/?p=7847</guid>
						<description><![CDATA[A Rádio UniFM 107.9 está com duas vagas abertas para bolsistas da área de jornalismo. As oportunidades são na área de produção radiofônica para os programas Fazendo Arte/Sem Trelas e Fala Aí. Os interessados podem realizar a inscrição até o dia 1º de setembro. É possível a mesma pessoa aplicar para as duas vagas. As [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A Rádio UniFM 107.9 está com duas vagas abertas para bolsistas da área de jornalismo. As oportunidades são na área de produção radiofônica para os programas Fazendo Arte/Sem Trelas e Fala Aí.</p>
<p>Os interessados podem realizar a inscrição até o dia 1º de setembro. É possível a mesma pessoa aplicar para as duas vagas. As informações completas estão no <a href="https://www.ufsm.br/editais/003-2024">edital</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Rádios da UFSM transmitem debate promovido pela TV Câmara com candidatos à Prefeitura</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2024/08/23/radios-da-ufsm-transmitem-debate-promovido-pela-tv-camara-com-candidatos-a-prefeitura</link>
				<pubDate>Fri, 23 Aug 2024 21:23:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/?p=7845</guid>
						<description><![CDATA[Transmissão vai ao ar na sexta-feira (23) às 21h]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A TV Câmara, emissora do Legislativo de Santa Maria que ocupa o canal 18.2 da televisão aberta, realiza debate eleitoral entre os candidatos à Prefeitura na sexta-feira, 23 de agosto, às 21h.</p>
<p>As rádios UniFM 107.9 e Universidade 800 AM estão entre as rádios parceiras que retransmitem o debate na ocasião. Basta sintonizar nas frequências a partir das 21h para acompanhar.</p>

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				<title>[GRITOS DO SILÊNCIO] Comunicação acessível: inclusão e dignidade para pessoas com deficiência</title>
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				<pubDate>Thu, 22 Aug 2024 18:19:20 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[AM]]></category>
		<category><![CDATA[FM]]></category>
		<category><![CDATA[programas]]></category>
		<category><![CDATA[#GritosDoSilêncio]]></category>

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							<content:encoded><![CDATA[  <img width="768" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/411/2024/06/WhatsApp-Image-2024-08-22-at-14.57.38-768x576.jpeg" alt="" />													
		<p> </p><p>A comunicação é um direito humano fundamental, ratificado no artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos. No entanto, para os 18,6 milhões de brasileiros com deficiência, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse direito encontra empecilhos significativos. Os desafios mais críticos são a falta de acessibilidade digital e as dificuldades de comunicação e compreensão verbal. Essas questões não só limitam o acesso à informação, à educação e ao trabalho, como também perpetuam a exclusão social de pessoas com deficiência.</p><p>Conseguir usufruir da internet e de serviços digitais é essencial em uma sociedade cada vez mais conectada. Contudo, muitas pessoas com deficiência enfrentam obstáculos diários na navegação online. Conforme pesquisa realizada pelo BigData Corp, em parceria com o Movimento Web para Todos, apenas 0,46% dos sites foram considerados acessíveis para pessoas com deficiência no ano de 2022, evidenciando uma lacuna significativa na inclusão digital. A acessibilidade digital vai além de uma questão técnica: ela é um pré-requisito para a inclusão social. </p><p>Recursos como descrições alternativas em imagens e legendas em vídeos são, respectivamente, indispensáveis para que pessoas cegas e surdas consumam conteúdos visuais. Entraves adicionais para pessoas com baixa visão estão presentes em sites sem contraste adequado e com layouts confusos e fontes pequenas. Documentos em PDF não formatados com tags que permitem a leitura por softwares específicos são impeditivos para o uso de leitores de tela, o que dificulta ainda mais o acesso de pessoas com deficiência visual a informações vitais.</p>		
			<h4>Educação inclusiva</h4>		
		<p> </p><p>A docente do Departamento de Educação Especial da UFSM, Andreia Inês Dillenburg, entende a inclusão e a acessibilidade como temas historicamente interligados que mostram sua influência mundial crescente. Para ela, a oferta de tecnologias e a construção de uma cultura sólida de acessibilidade ainda não são ideais para atender a grupos diversos e tornar a acessibilidade um valor concreto que garante a participação social plena de todos.</p><p>A professora cita que recursos de acessibilidade não são de uso exclusivo de pessoas com deficiência. “Ao criar materiais, é crucial lembrar que há usuários com deficiência visual e demais demandas de acessibilidade ou comodidade. Um exemplo são as legendas, que, embora destinadas principalmente a pessoas com deficiência auditiva, são úteis em situações cotidianas, como quando não podemos utilizar o som do smartphone em um ambiente silencioso e estamos sem fones de ouvido", defende.</p><p>Apesar disso, a educadora aponta que os dispositivos de Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA) têm evoluído substancialmente, tornando-se cada vez mais intuitivos e acessíveis. Esses dispositivos, que utilizam símbolos, texto ou voz para permitir que pessoas com deficiências na fala se comuniquem de maneira eficaz, têm o potencial de revolucionar a comunicação para pessoas com deficiência, promovendo maior autonomia e inclusão social.</p><p>As formas de comunicação habituais utilizadas no cotidiano também podem se tornar uma barreira invisível, mas poderosa. O uso de termos inadequados e ofensivos, como "surdo-mudo" ou "retardado", reforça estereótipos negativos e desumaniza as pessoas com deficiência. Substituir essas expressões por termos mais respeitosos e precisos, como "pessoa surda" ou "pessoa com deficiência intelectual", é um passo básico para a promoção da inclusão. </p><p>Outro ponto é a ausência de intérpretes de Libras em muitos ambientes públicos, o que impede a compreensão de informações essenciais por parte de pessoas surdas e resulta em exclusão comunicacional. Além disso, a linguagem por vezes técnica e complexa de documentos oficiais e educacionais pode ser de difícil compreensão para algumas  pessoas.</p><p>No contexto educacional, a docente ressalta que a formação de professores deve ser mais do que a simples apresentação de conceitos de educação especial. Para ela, é necessário um esforço contínuo para integrar esses conceitos na prática pedagógica das diferentes áreas, o fornecimento de suporte especializado e a promoção de uma compreensão mais profunda das necessidades e potencialidades de cada indivíduo. “A educação especial é essencial,  pois com ela podemos realizar muitas formas de adaptação, como por exemplo ensinar a cor para quem não consegue ver e os conceitos musicais para quem não consegue ouvir”, conclui Dillenburg.</p>		
			<h4>Legislação e Luta</h4>		
		<p>A legislação brasileira conta com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI), sancionada em 2015, que estabelece diretrizes abrangentes para garantir os direitos das pessoas com deficiência. A LBI, também conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência, abarca desde a educação inclusiva, com a proibição de recusa de matrícula e a exigência de adaptações necessárias, até normas de acessibilidade física e digital e proteção no ambiente de trabalho. </p><p>A LBI representa um avanço significativo, mas a integração de legislações internacionais e o aprimoramento contínuo das práticas de acessibilidade são fundamentais. Dillenburg observa que, embora seja um marco, a implementação da lei precisa ser monitorada para uma inclusão mais efetiva. “Iniciativas como a distribuição de tecnologias assistivas e a oferta de recursos têm contribuído para melhorar o acesso à comunicação. No entanto, a realidade prática muitas vezes não acompanha a legislação”, afirma.</p><p>Ela explica que a aplicação da legislação e a alocação de recursos financeiros para a acessibilidade não podem ser negligenciadas. "As barreiras atitudinais, atitudes ou comportamentos que impedem ou prejudicam a participação social da pessoa com deficiência em igualdade de condições e oportunidades com as demais pessoas, estão profundamente enraizadas no preconceito e constituem a base de outras formas de exclusão", declara Dillenburg.</p><p>A professora menciona, ainda, que a escassez de infraestrutura, investimento e profissionais capacitados para a instituição de tecnologias assistivas em larga escala resultam em desigualdades no acesso à comunicação, especialmente em regiões menos favorecidas. Sem acessibilidade, a promessa de uma sociedade igualitária permanece inalcançável e restringe-se aos textos oficiais.</p> 		
			<figure><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/411/2024/06/renan-150x150.jpg" alt="" /></figure><h3>Renan Silveira</h3><p>Repórter do Gritos do Silêncio, estudante de Jornalismo pela UFSM. Contato:&nbsp;renan.silveira@acad.ufsm.br</p>		
		<p> </p><p>Foto: José Cruz/Agência Brasil</p><p>Edição e publicação: Kemyllin Dutra, repórter do Gritos do Silêncio, estudante de Jornalismo pela UFSM. </p><p>Contato: kemyllin.dutra@acad.ufsm.br</p>]]></content:encoded>
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