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				<title>Projeto da UFSM utiliza tecnologia Lidar para otimizar o desempenho de aerogeradores eólicos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/02/10/projeto-da-ufsm-utiliza-tecnologia-lidar-para-otimizar-o-desempenho-de-aerogeradores-eolicos</link>
				<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 21:35:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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						<description><![CDATA[A iniciativa busca corrigir o desalinhamento causado por medições imprecisas do sensor de direção do vento]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O projeto “Validação e aprimoramento de sistema de detecção de desalinhamento de <i>yaw</i> em aerogeradores utilizando Lidars em ambiente relevante” está em desenvolvimento pela UFSM em parceria com a Engie Brasil Energia S.A. e com apoio da Fundação Delfim Mendes Silveira (FDMS). A pesquisa é coordenada pelo professor Claiton Moro Franchi, do Departamento de Processamento de Energia Elétrica da UFSM, e tem como objetivo otimizar o desempenho de parques eólicos por meio da correção do desalinhamento dos aerogeradores em relação à direção do vento.

A iniciativa busca solucionar um problema recorrente na geração eólica: o desalinhamento causado por medições imprecisas do sensor de direção do vento, conhecido como biruta. Segundo o coordenador, quando esse sensor não está corretamente calibrado, o aerogerador deixa de se posicionar de forma ideal. “O desalinhamento ocorre quando o sensor não identifica com precisão a direção do vento, comprometendo o desempenho do equipamento”, explica Franchi.

Para corrigir essa falha, o projeto utiliza um equipamento Lidar (sigla em inglês para “<i>light detection and ranging</i>”), capaz de medir a direção do vento com maior precisão. A proposta é empregar o Lidar de forma estratégica, instalando-o temporariamente em um aerogerador para coletar dados e, a partir disso, desenvolver um algoritmo de inteligência artificial que permita corrigir e calibrar as medições da biruta. “A inovação está justamente na criação desse algoritmo, que permite corrigir o sensor e repetir o processo em outros aerogeradores”, destaca o coordenador.

Atualmente, o projeto encontra-se na fase de alocação de recursos e mobilização da equipe. Participam da pesquisa docentes do departamento e estudantes de pós-graduação, incluindo mestrandos e doutorandos bolsistas. As atividades incluem a logística de transporte do equipamento, a instalação do Lidar e a realização das medições em um parque eólico localizado no interior da Bahia. “É um projeto de grande complexidade e com prazo curto, o que exige uma logística bastante cuidadosa”, ressalta Franchi.

A execução envolve ainda treinamentos específicos, como cursos de trabalho em altura, já que a instalação ocorre em aerogeradores com cerca de 80 metros. Parte da capacitação contará com o apoio de uma equipe internacional, responsável por orientar os pesquisadores antes das atividades em campo.

A parceria com a Engie Brasil Energia S.A. é fundamental tanto para o financiamento de bolsas quanto para o acesso à infraestrutura necessária. De acordo com o coordenador, a colaboração com empresas é essencial, especialmente em uma área que depende de dados industriais. “O acesso aos dados e à fazenda eólica comercial é algo de enorme valor para a pesquisa”, afirma.

Além do apoio financeiro, a parceria permite a instalação do equipamento em um ambiente real de operação, o que amplia a relevância dos resultados. O projeto marca também a primeira instalação, no Brasil, de um Lidar da fabricante ZX em um parque eólico, reforçando o caráter inovador da iniciativa.

Os benefícios esperados vão além do avanço científico. A correção do desalinhamento dos aerogeradores pode aumentar a geração de energia em até 2%, tornando a operação dos parques mais eficiente. “Esse ganho representa um impacto significativo, tanto do ponto de vista econômico quanto ambiental”, explica Franchi, ao destacar a contribuição do projeto para a descarbonização e para o fortalecimento das fontes renováveis de energia.

<i>Texto: Assessoria de Comunicação da Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo</i>]]></content:encoded>
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				<title>UFSM terá estande em feira de mobilidade elétrica e energias renováveis em Caxias do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/10/30/ufsm-tera-estande-em-feira-de-mobilidade-eletrica-e-energias-renovaveis-em-caxias-do-sul</link>
				<pubDate>Wed, 30 Oct 2024 21:47:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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						<description><![CDATA[A 2ª EletricMove é voltada para empresas com produtos e serviços destinados à mobilidade elétrica]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  De 7 a 10 de novembro, ocorre em Caxias do Sul a <a href="https://eletricmovebrasil.com.br/" target="_blank" rel="noopener">2ª EletricMove – Feira de Veículos, Mobilidade Elétrica e Energias Renováveis</a>. O evento acontece no Parque de Eventos da Festa da Uva, em uma promoção da Associação Serrana das Empresas de Reparação Veicular (Aserv) e da empresa FluxoSolar. Neste ano, a UFSM terá um estande próprio na feira, em uma organização que envolve as pró-reitorias de Inovação e Empreendedorismo (Proinova) e de Extensão (PRE), o Inovatec Parque Tecnológico, o Centro de Tecnologia (CT) e o Instituto de Redes Inteligentes (Inri). Além disso, a professora Luciane Neves, do Departamento de Eletromecânica e Sistemas de Potência da UFSM, vai participar do painel intitulado “O papel das universidades no desenvolvimento de tecnologias para mobilidade e descarbonização”. O painel está marcado para o dia 7, às 16h15min.

Com uma programação constituída por painéis, palestras e apresentação de <i>cases</i> de sucesso, a feira é voltada para empresas com produtos ou serviços destinados à mobilidade elétrica, como: componentes e sistema elétrico; tecnologias de baterias e armazenamento de energia; equipamentos de recarga e estações de carregamento; inovações em design e materiais para veículos elétricos; sistemas de comunicação e segurança para mobilidade inteligente; soluções de sustentabilidade. No estande da UFSM, será apresentado o potencial da universidade nas áreas temáticas do evento, e haverá ainda uma área dedicada a reuniões com o público.

<i>Com informações da Assessoria de Comunicação da Proinova</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM inaugura sistema fotovoltaico pioneiro para prédios públicos no Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/02/08/ufsm-inaugura-sistema-fotovoltaico-pioneiro-para-predios-publicos-no-brasil</link>
				<pubDate>Wed, 08 Feb 2023 18:37:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[inovação]]></category>
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						<description><![CDATA[Sistema de geração com armazenamento de energia foi instalado no bloco 60 da CEU e no INRI]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_61163" align="aligncenter" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-08-at-11.03.09-e1675879690341.jpeg"><img class="wp-image-61163 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-08-at-11.03.09-e1675879690341-1024x282.jpeg" alt="foto colorida horizontal, formato panorâmico, mostra o telhado, algumas placas solares, ao fundo árvores, prédios do campus, e céu azul" width="1024" height="282" /></a> Placas solares instaladas no telhado do bloco 60 da Casa do Estudante Universitário (Foto: Lucas Bellinaso)[/caption]
<p dir="ltr"><span style="font-size: large">Em um sistema pioneiro para prédios públicos no Brasil, a UFSM inaugurou na manhã desta quarta-feira (8) o sistema fotovoltaico com armazenamento de energia no bloco 60 da Casa do Estudante Universitário (CEU). Resultado do projeto de pesquisa e desenvolvimento coordenado pela UFSM "Valoração dos impactos da geração distribuída no equilíbrio econômico-financeiro da distribuidora com proposição de novos modelos de negócio e mudança regulatória nacional", com financiamento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e da CEEE Equatorial Energia, também foi instalado um sistema fotovoltaico no Instituto de Redes Inteligentes (INRI), do Centro de Tecnologia (CT), que já está em operação.<br /><br />No bloco 60 da CEU foram instalados 20 kWp (quilowatt-pico) de módulos fotovoltaicos, enquanto no INRI foi instalado um conjunto de 10 kWp. O investimento em três sistemas fotovoltaicos de 10 kWp, integrados com banco de baterias de íons de lítio, com capacidade de 10 kWh (quilowatt-hora), foi de R$ 274.491,00, provenientes do projeto de P&amp;D Aneel financiado pela CEEE Equatorial Energia, via chamada pública.</span></p>
[caption id="attachment_61164" align="alignright" width="559"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/02/IMG_0617.jpg"><img class="wp-image-61164" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/02/IMG_0617.jpg" alt="foto colorida horizontal mostra reitor, de camisa branca, gesticulando, e ao lado dele pessoas o olham, em um corredor com duas portas e uma janela atrás" width="559" height="372" /></a> Reitor destacou a importância de investimentos em energias renováveis[/caption]
<h3 dir="ltr"><span style="font-size: large">Sistema pioneiro </span></h3>
<p dir="ltr"><span style="font-size: large">O professor Mauricio Sperandio, um dos coordenadores do projeto, ressalta que esse é um sistema pioneiro para prédios públicos no Brasil. A principal diferença é o uso de um inversor híbrido, que, além de adequar a geração fotovoltaica para a rede elétrica, também gerencia um conjunto de baterias de íons de lítio, permitindo o armazenamento e a gestão da energia produzida. Numa instalação fotovoltaica convencional, o excedente de produção vai diretamente para a rede elétrica da concessionária. Outros sistemas com armazenamento mais antigos usam bateria de chumbo-ácido, muito mais pesadas e volumosas, e ainda dependem de um outro equipamento para fazer o gerenciamento da carga/descarga.</span></p>
<p dir="ltr"><span style="font-size: large">"Esses sistemas híbridos, além de gerar energia, permitem armazenar quando houver excedente, para uso à noite, ou quando faltar energia da rede, por exemplo", explica o professor. Além disso, quando houver desligamento de fornecimento da rede elétrica, as baterias fornecerão energia para algumas tomadas (no-break).</span></p>
[caption id="attachment_61165" align="alignleft" width="561"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/02/IMG_0620.jpg"><img class="wp-image-61165" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/02/IMG_0620.jpg" alt="foto colorida horizontal com quatro pessoas, duas de cada lado de uma grade com uma placa alusiva à inauguração. Atrás, grandes blocos brancos fixados na parede também branca" width="561" height="374" /></a> Lucas Bellinaso, Carmen Rosa, Mauricio Sperandio e Paulo Machado. Ao fundo, as baterias que permitem o armazenamento[/caption]
<h3 dir="ltr"><span style="font-size: large">Economia em energia</span></h3>
<p dir="ltr"><span style="font-size: large">Tanto o sistema da CEU quanto do INRI devem gerar em torno de 3.200 kWh/mês, resultando em uma economia de pelo menos R$ 17,5 mil por ano em contas de energia elétrica. Além desta economia de recursos, os sistemas fotovoltaicos serão utilizados em pesquisas sobre o desempenho da geração fotovoltaica ao longo do tempo, testes de diferentes estratégias de uso de armazenadores de energia, comparação dos perfis de consumo, entre outros, tanto de TCCs quanto de mestrado e doutorado.</span></p>
<p dir="ltr"><span style="font-size: large">De acordo com Sperandio, há estudos que demonstram a viabilidade técnica e econômica da instalação de até 5.000 kWp de geração fotovoltaica no campus da UFSM, instalada tanto em solo quanto nos telhados de vários prédios. Com as novas instalações, o Campus Sede já ultrapassou os 600 kWp - já estão em operação uma usina fotovoltaica no Centro de Eventos (400 kWp), outra ao lado do INRI (100 kWp), também nos CTISM (140kWp), e mais algumas pequenas em outros prédios. </span>No CTISM, são quatro prédios com geração fotovoltaica em seus telhados, sendo três sistemas de 44kWp cada instalados recentemente e mais 8,8 kWp instalado em 2014.</p>
<p dir="ltr"><span style="font-size: large">A escolha do bloco 60 da CEU para receber o sistema se deu pelo fato de ser mais novo, com o telhado em condições adequadas para a instalação, possibilitando um perfil residencial para a utilização. A decisão foi tomada em conjunto com as pró-reitorias de Assuntos Estudantis (Prae) e de Infraestrutura (Proinfra).</span></p>
<h3 dir="ltr"><span style="font-size: large">UFSM sustentável</span></h3>
<p dir="ltr"><span style="font-size: large">Durante a solenidade de inauguração do sistema, no bloco 60 da CEU, o reitor, Luciano Schuch destacou que a UFSM tem um consumo elevado de energia, maior que o de muitos municípios da região, e por isso é importante investir em energias renováveis, contribuindo, ao mesmo tempo, com a pesquisa de novas tecnologias, a formação de profissionais e com o meio ambiente. Ele anunciou que foi apresentado ao novo governo federal um grande projeto para que a Universidade consiga ser sustentável em relação à energia, envolvendo a eficiência na iluminação, geração e perfil de consumo. O projeto deverá envolver </span>mais de R$ 30 milhões. "É um desafio da nossa Instituição", afirmou Schuch, que agradeceu aos professores que coordenam o projeto com a Aneel e a CEEE Equatorial Energia, à equipe envolvida e às empresas parceiras. </p>
<p dir="ltr"><span style="font-size: large">Participaram do ato a pró-reitora adjunta de Assuntos Estudantis, Angélica Iensen, os professores Carmen Brum </span>Rosa, do curso de Engenharia de Produção, e Lucas Bellinaso, do curso de Engenharia Elétrica, que também integram a coordenação do projeto, o administrador do INRI, Paulo Machado, Vitor Marques, da direção da CEU, além de moradores do bloco.</p>
<h3 dir="ltr"><span style="font-size: large">Impacto do projeto P&amp;D</span></h3>
<p dir="ltr"><span style="font-size: large">O projeto P&amp;D "Valoração dos impactos da geração distribuída no equilíbrio econômico-financeiro da distribuidora com proposição de novos modelos de negócio e mudança regulatória nacional", coordenado por Sperandio e pela professora Carmen Rosa, teve início em junho de 2020 e foi concluído em dezembro de 2022. Foi desenvolvida uma plataforma computacional para avaliar os impactos técnicos e econômicos da inserção da geração distribuída (GD) ao longo de 15 anos nos alimentadores da CEEE Equatorial.</span></p>
<p dir="ltr"><span style="font-size: large">Também foram propostos novos modelos de negócio, como o uso de armazenadores e a comercialização dos créditos excedentes de geração. Com esta ferramenta, a concessionária pode preparar a capacidade de hospedagem de GD na rede de distribuição, adequar os montantes de energia adquirida nos leilões de energia, e negociar as tarifas de uso do sistema com o órgão regulador, a Aneel, de forma a manter o equilíbrio econômico-financeiro da companhia e a modicidade tarifária para os consumidores.</span></p>
<p dir="ltr"><em>Texto e fotos: Ricardo Bonfanti, jornalista da Agência de Notícias</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Laboratório de Síntese e Caracterização de Nanomateriais deposita a sua quarta patente de invenção</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/08/16/laboratorio-de-sintese-e-caracterizacao-de-nanomateriais-deposita-a-sua-quarta-patente-de-invencao</link>
				<pubDate>Tue, 16 Aug 2022 22:12:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[UFSM Cachoeira do Sul]]></category>

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						<description><![CDATA[Foi registrada no INPI a invenção de um supercapacitor eletroquímico líquido fotossensível]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_59420" align="alignright" width="664"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/08/Figure_TOC.jpg"><img class=" wp-image-59420" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/08/Figure_TOC-300x213.jpg" alt="" width="664" height="471" /></a> O supercapacitor é uma tecnologia renovável que funciona com base em nanopartículas de ferro[/caption]
<p>Na última sexta-feira (12), o Laboratório de Síntese e Caracterização de Nanomateriais (LSCNano), localizado no Campus da UFSM em Cachoeira do Sul, teve a sua quarta patente de invenção depositada no Instituto Brasileiro de Propriedade Industrial (INPI), em um processo mediado pela Agência de Inovação e Transferência de Tecnologia (Agittec). Com o título “Supercapacitor eletroquímico líquido fotossensível e método de produção”, a patente foi registrada com o número BR 10 2022 015995-5. Os autores dessa tecnologia são os alunos André Luiz Ramos Prado e Ingridi dos Santos Kremer, ambos do curso de Engenharia Elétrica, e Eloisa da Rosa, do curso de Engenharia Mecânica, os quais foram orientados pelo professor Jocenir Boita, físico experimental com ênfase em nanotecnologia.</p>
<p>A nova tecnologia é considerada uma quebra de paradigma na área de armazenamento de energia na forma capacitiva, pois esse supercapacitor – que funciona com base em nanopartículas de ferro – não necessita de um circuito elétrico para seu carregamento. Trata-se de uma tecnologia renovável que utiliza luz artificial ou natural para seu carregamento, podendo permanecer em atividade por décadas. A sua capacitância, com apenas 1 ml de solução, atinge valores na ordem de Farad (F). Esta tecnologia pode vir a auxiliar os sistemas de armazenamento de energia, de forma mais econômica e sustentável.</p>
<p>Criado em 2015, o LSCNano vem se dedicando à construção do conhecimento com ciência pura e aplicada nas mais diversas áreas do conhecimento, utilizando-se de pesquisas em nanotecnologia. Ao longo desse tempo, o LSCNano vem formando recursos humanos em diversos temas voltados para nanomateriais inovadores e sustentáveis, engajando alunos e professores neste ramo da ciência.</p>
<p>Além da patente depositada na última semana, o LSCNano já possui outras três:</p>
<p>• BR 102016006952-1 – “Processo de obtenção de nanocompósito” – depositada em 2016, concedida como patente verde em 2017;</p>
<p>• BR 10 2019 007250 4 – “Bloco de concreto celular nanoestruturado, processo de obtenção de blocos de concreto celular nanoestruturado, uso de cinza de casca de arroz, uso de resíduo de ágata e uso de nanocompósito” – depositada em 2019;</p>
<p>• BR 10 2020 004769 8 – “Processo de obtenção de catalisador de ferro metálico, catalisador de ferro metálico, processo de catálise e uso de um catalisador” – depositada em 2020.</p>
<p><i>Com informações da Assessoria de Comunicação do Campus de Cachoeira do Sul</i></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Pesquisadores da UFSM vão desenvolver motor automotivo movido a hidrogênio ecológico</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/07/27/pesquisadores-da-ufsm-vao-desenvolver-motor-automotivo-movido-a-hidrogenio-ecologico</link>
				<pubDate>Wed, 27 Jul 2022 21:28:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Química]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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						<description><![CDATA[O GPMot ganhou financiamento do programa Rota 2030, contando também com a parceria de empresas multinacionais]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">A crescente preocupação com o meio ambiente tem levado governos, órgãos multilaterais e multinacionais a planejar uma revolução na economia mundial, na qual os combustíveis fósseis seriam progressivamente eliminados das cadeias mundiais de consumo. Nessa perspectiva, os veículos movidos a petróleo estariam com os dias contados, enquanto que o carro elétrico é o veículo no qual os ambientalistas depositam as esperanças de um mundo com menos poluição. Porém, desde meados de 2020, a indústria automotiva voltou a apostar em pesquisas com um outro combustível ecologicamente correto. Trata-se do elemento químico mais abundante no universo: o hidrogênio. Na UFSM, um projeto realizado com recursos do Programa Rota 2030 está pesquisando como tirar maior vantagem dessa tecnologia e, principalmente, como resolver os problemas que um motor de combustão interna apresenta quando movido a hidrogênio.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Esse projeto intitula-se “Desenvolvimento de motor automotivo movido a biohidrogênio para o mercado brasileiro”. É realizado pelo Grupo de Pesquisa em Motores, Combustíveis e Emissões (GPMot) da UFSM, contando com a coordenação da professora Nina Paula Gonçalves Salau, do Departamento de Engenharia Química, e com o professor Thompson Diórdinis Metzka Lanzanova, do Departamento de Engenharia Mecânica, como coordenador associado. O projeto ganhou financiamento de aproximadamente R$ 1 milhão no âmbito da linha V do Programa Rota 2030, após ser aprovado em chamada pública lançada pela Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep) – fundação de apoio vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais. Para a administração dos recursos, o projeto tem também parceria com a Fundação de Apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Faurgs).</span></p>
[caption id="attachment_59228" align="alignright" width="657"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/07/20220713_175018.jpg"><img class=" wp-image-59228" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/07/20220713_175018-225x300.jpg" alt="" width="657" height="876" /></a> Os testes com a combustão do hidrogênio serão realizados em um motor monocilíndrico modelo Ricardo Proteus doado pela Brunel University[/caption]
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Sucessor do Inovar-Auto, encerrado em 2017, o <a href="https://www.gov.br/produtividade-e-comercio-exterior/pt-br/assuntos/competitividade-industrial/setor-automotivo/rota-2030-mobilidade-e-logistica" target="_blank" rel="noopener">Programa Rota 2030 – Mobilidade e Logística</a> é uma iniciativa do Governo Federal que tem como objetivo “apoiar o desenvolvimento tecnológico, a competitividade, a inovação, a segurança veicular, a proteção ao meio ambiente, a eficiência energética e a qualidade de automóveis, de caminhões, de ônibus, de chassis com motor e de autopeças”, de acordo com o artigo 7º da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2018/Lei/L13755.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei 13.755/2018</a>, que instituiu o programa. Entre outras vantagens, o programa concede benefício tributário a empresas do setor automotivo (montadoras, importadores de veículos e fabricantes de autopeças) que realizarem investimento em pesquisa e desenvolvimento no país.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Dessa forma, o programa proporciona que universidades e outros institutos de pesquisa nacionais concorram a financiamento para realizar pesquisas em conjunto com gigantes mundiais do setor automotivo. No projeto em questão, a pesquisa na UFSM conta com o apoio da Marelli (fabricante de autopeças que resultou da fusão da empresa italiana Magneti Marelli com a japonesa Calsonic Kansei) e da TCA/Horiba (subsidiária de sistemas de testes automotivos da Horiba, fabricante japonesa de instrumentos de precisão para medição e análise).</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif"><b>Biohidrogênio –</b> Apesar de o hidrogênio ser um elemento tão abundante, é necessário que a sua forma molecular (H<sub>2</sub>) – ou seja, quando não participa de outros compostos químicos – seja obtida por meios sintéticos quando a sua finalidade é o uso industrial ou laboratorial. As dificuldades de produção, armazenamento e distribuição do hidrogênio estão, aliás, entre os maiores obstáculos para a viabilidade de um sistema de transporte de larga escala movido a hidrogênio. Atualmente, estima-se que cerca de três quartos do hidrogênio sintético produzido no mundo todo seja oriundo das indústrias de amônia e metanol e de refinarias de petróleo, a partir de um processo conhecido como reforma a vapor. Nesse processo, o hidrogênio é obtido por meio da reação do metano (contido no gás natural) com a água em alta pressão e temperatura.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Esse hidrogênio produzido através da queima de combustíveis fósseis, com a liberação simultânea de grandes quantidades de monóxido (CO) e dióxido de carbono (CO<sub>2</sub>) na atmosfera, foi apelidado de “hidrogênio cinza”. Do ponto de vista ambiental, existem ainda diversas classificações do hidrogênio sintético, das quais o hidrogênio “azul” e o “verde” são as mais representativas. O primeiro também é obtido pela queima de combustíveis fósseis, com a diferença de que o carbono emitido no processo é capturado e armazenado. O segundo é o hidrogênio produzido em cadeias de abastecimento de baixo carbono, a partir de energias renováveis (como energia eólica, solar e biomassa), em processos como a eletrólise da água e a separação termoquímica. O “hidrogênio verde” também é conhecido como “biohidrogênio”.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif"><b>Motor a hidrogênio –</b> Um veículo movido a hidrogênio não é uma ideia nem um pouco nova. Ela remonta, no mínimo, ao ano de 1807, quando o inventor franco-suíço François Isaac de Rivaz patenteou a criação de um motor de combustão interna a hidrogênio. No ano seguinte, ele adaptou esse motor a um primitivo antecessor do automóvel.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Atualmente, existem basicamente dois tipos de carros movidos a hidrogênio: o já mencionado veículo com motor de combustão interna a hidrogênio – <i>hydrogen internal combustion engine vehicle</i> (Hicev) – e o veículo elétrico a célula de hidrogênio – <i>fuel cell electric vehicle</i> (Fcev). Este é um tipo de carro elétrico cuja bateria, em vez de ser recarregada na tomada (como ocorre nos carros elétricos convencionais), é abastecida pela eletricidade produzida através de uma reação química entre o hidrogênio comprimido e o oxigênio captado diretamente do ar em torno.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Nos dois tipos de carro, o que sai do cano de descarga é vapor d’água. Porém, veículos Hicev, além da água, podem também emitir óxidos de nitrogênio (NO<sub>x</sub>) nocivos à saúde e ao meio ambiente, e que devem ser captados pelo sistema de tratamento de gases de exaustão (do qual o catalisador faz parte). Isso ocorre porque a queima de hidrogênio pode gerar temperaturas bastante elevadas na câmara de combustão, o que potencializa a geração de níveis consideráveis desses óxidos (por meio da reação do nitrogênio e oxigênio presentes no ar).</span></p>
[caption id="attachment_59229" align="alignright" width="639"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/07/20220713_174952.jpg"><img class=" wp-image-59229" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/07/20220713_174952-300x225.jpg" alt="" width="639" height="479" /></a> Computadores recebem os dados obtidos pelos sensores instalados no motor de testes[/caption]
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Do ponto de vista mercadológico, entretanto, ambas as tecnologias de veículos a hidrogênio (Hicev e Fcev) ainda engatinham em termos de vendas nos países do primeiro mundo. A falta de uma ampla cadeia de suprimento de hidrogênio acaba desencorajando eventuais compradores. E esses veículos ainda têm muito a evoluir quanto a diversos aspectos que envolvem a compra de um automóvel, como preço, manutenção, eficiência energética e segurança, entre outros.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif"><b>Pesquisa –</b> Como o projeto da UFSM tem em vista o mercado brasileiro, decidiu-se que a pesquisa teria como foco o motor de combustão interna a hidrogênio. Além disso, a matéria-prima para a pesquisa é de mais fácil aquisição, visto que com o hidrogênio é possível (dependendo de adaptações) ligar e manter em funcionamento um motor originalmente movido a gasolina, diesel ou álcool. Isso acontece porque, independentemente do combustível, o princípio de um motor de combustão é o mesmo. No caso, o hidrogênio queima dentro de um cilindro, e a consequente liberação de energia movimenta o pistão.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">De acordo com o professor Thompson Lanzanova, outro inconveniente do veículo elétrico do tipo Fcev é que ele precisa de um hidrogênio com alto grau de pureza, que pode chegar a até 99,999%. Diversamente, um motor de combustão interna não exige um hidrogênio puro para funcionar. Visando inclusive a diminuir as emissões de NO<sub>x</sub>, o GPMot vai testar no Laboratório de Motores (Labmot) da UFSM o quanto a queima “pobre” de hidrogênio (ou seja, de combustível H<sub>2</sub> misturado a uma grande quantidade de ar) na câmara de combustão pode diminuir a temperatura de queima do combustível, mas sem afetar de forma considerável a sua potência, buscando-se ainda aumento de eficiência. Outra forma pesquisada de baixar a temperatura de combustão – e, por conseguinte, de reduzir as emissões de NO<sub>x</sub> – é a injeção da água resultante da própria queima do hidrogênio.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">O GPMot vai também investigar soluções para outros problemas recorrentes em motores de combustão interna a hidrogênio (devido à alta reatividade desse combustível), como o <i>knock</i> e o <i>backfire</i>. O primeiro consiste em uma detonação que ocorre quando a combustão no interior do cilindro resulta da ignição espontânea da mistura ar/combustível, e não da chama formada pela vela de ignição; a explosão provocada pela autoignição resulta em uma onda de choque que aumenta consideravelmente a pressão no interior do cilindro, podendo causar a quebra do motor. Quanto ao <i>backfire</i>, trata-se de uma combustão que migra de um ponto quente do cilindro para o sistema de admissão do motor, podendo ocasionar a explosão do coletor de admissão e outras quebras de componentes.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Testes desse tipo, entre outros, serão realizados no Labmot em um motor monocilíndrico modelo Ricardo Proteus doado pela Brunel University (da Inglaterra), o qual tem como finalidade específica a realização de testes e pesquisas em laboratório. Posteriormente, os modelos de calibragem obtidos nos ensaios feitos com o motor monocilíndrico serão aplicados às configurações de um motor multicilíndrico veicular. Por sua vez, as empresas parceiras, Marelli e TCA/Horiba, serão responsáveis pelo fornecimento de peças, equipamentos e assistência técnica durante os três anos previstos para duração do projeto. Para armazenar o hidrogênio necessário para o projeto, também está prevista a construção de uma câmara de gases do lado de fora do Labmot.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Afora a melhoria das instalações e equipamentos do laboratório, o projeto trará, por fim, a qualificação dos alunos e professores envolvidos com a pesquisa. Está prevista inclusive a elaboração, com fomento do Programa Rota 2030, de três dissertações de mestrado por alunos envolvidos no projeto (dois da Pós-Graduação em Engenharia Mecânica e um da Pós-Graduação em Engenharia Química), além da concessão de bolsas de iniciação científica para alunos de graduação.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif"><i>Texto e fotos: Lucas Casali</i></span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Campus da UFSM em Cachoeira do Sul receberá Estação de Recarga Rápida para veículos elétricos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/04/14/campus-da-ufsm-em-cachoeira-do-sul-recebera-estacao-de-recarga-rapida-para-veiculos-eletricos</link>
				<pubDate>Thu, 14 Apr 2022 13:53:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Cachoeira do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[veículos elétricos]]></category>

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						<description><![CDATA[Será possível recarregar até dois carros elétricos por vez]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O projeto Rota Elétrica Mercosul – Suporte ao Desenvolvimento e Gerenciamento para Mobilidade Inteligente, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da UFSM, implantará uma Estação de Recarga Rápida (ERR) em Cachoeira do Sul. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em execução desde 2021, o projeto, que será implementado ao longo de 4 anos. Apesar de Cachoeira do Sul não fazer parte da Rota Mercosul, a instalação deste ponto – uma contribuição adicional do Grupo Equatorial – se tornou estratégica para viabilizar o deslocamento da equipe do projeto de Santa Maria e de Cachoeira do Sul até o ponto mais próximo da Rota, que será na região da grande Porto Alegre. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o professor da UFSM-CS e integrante do projeto, Nelson Knak Neto, além de ser um ponto estratégico para recarga, a instalação desta estação é bastante interessante para que também possam ser desenvolvidas pesquisas no campus de Cachoeira do Sul. Knak ressalta que pesquisas como estas se tornam essenciais dentro do contexto em que estamos inseridos, de busca para redução de emissões de gases poluentes e escassez de recursos. “Esse projeto, além de contribuir nesse contexto, conectará o Rio Grande do Sul ao corredor elétrico já existente nos estados de Santa Catarina e Paraná e ao Uruguai, trazendo redução de custos aos usuários e tornando o turismo ainda mais atrativo na região, uma vez que o custo da energia elétrica é mais atrativo se comparado ao custo de combustíveis fosseis”, complementa o professor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"> </span><strong>Como é a Estação de Recarga Rápida (ERR) que será instalada na UFSM-CS?</strong></p>
[caption id="attachment_58257" align="alignright" width="509"]<img class="wp-image-58257 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/04/carport.jpg" alt="" width="509" height="321" /> Carports[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">O espaço permitirá o carregamento de dois carros elétricos por vez. Será instalada no estacionamento do campus. Como o campus passará a contar com uma usina fotovoltaica, será garantido que os veículos elétricos – que não poluem – possam receber energia de fontes renováveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Junto à estação de recarga serão instalados </span><i><span style="font-weight: 400">carports</span></i><span style="font-weight: 400">, que são espaços visualmente iguais a pergolados, com cobertura de painéis fotovoltaicos. Também serão instaladas fontes de geração eólica e armazenadores, para que os veículos elétricos possam, assim como na UFSM, receber energia de fontes renováveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Estação terá capacidade de fazer recargas rápidas, em 30 minutos. As estações de recarga semirrápidas levam de 4h a 8h, e as lentas, de 8h a 12h.</span></p>
<p><strong>O projeto</strong></p>
[caption id="attachment_58256" align="alignleft" width="494"]<img class="wp-image-58256 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/04/mapa.png" alt="" width="494" height="372" /> Rota Mercosul[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Coordenado pela professora Alzenira Abaide, o Rota Mercosul prevê a implementação do primeiro corredor para abastecimento rápido para veículos elétricos do RS ao longo de 905 km, nas cidades de Torres, Osório, Eldorado do Sul, Barra do Ribeiro, Cristal, Pelotas, Rio Grande, Santa Vitória do Palmar, Arroio Grande e Jaguarão. Ao todo serão instaladas 11 ERRs, já que a cidade de Santa Vitória do Palmar irá receber duas estações, tendo em vista a extensão do município e o trecho de conexão. Isso possibilitará viajar até o Uruguai, que já possui carregadores elétricos, distribuídos em seu território. A partir do país vizinho, será possível chegar a Buenos Aires, na Argentina, pela travessia do estuário do Prata. Também será possível acessar a Argentina e o Paraguai através das rotas da CELESC- Centrais Elétricas de Santa Catarina e da COPEL – Companhia Paranaense de Energia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto é um P&amp;D ANEEL (Projeto de Pesquisa e Desenvolvimento da Agência Nacional de Energia Elétrica) que teve início com o Grupo CEEE e UFSM, e hoje conta com o financiamento do Grupo Equatorial, sendo a Fundação de Apoio à Tecnologia e Ciência a gestora da execução do projeto, junto a universidade.</span></p>
<p> </p>
<p><em>Com informações da UFSM-CS</em><br /><em>lustrações: Camila Santarem, acadêmica de Desenho Industrial, bolsista da Agência de Inovação e  Transferência de Tecnologia (Agittec)</em></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM investe em novas usinas fotovoltaicas visando gerar energia renovável e combater a crise energética</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/09/13/ufsm-investe-em-novas-usinas-fotovoltaicas-visando-gerar-energia-renovavel-e-combater-a-crise-energetica</link>
				<pubDate>Mon, 13 Sep 2021 11:31:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cachoeira do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[campus sede]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[PPGE]]></category>
		<category><![CDATA[proinfra]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-cs]]></category>
		<category><![CDATA[usina fotovoltaica]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=56717</guid>
						<description><![CDATA[Usinas deverão entrar em operação no próximo mês nos campi de Santa Maria e Cachoeira do Sul; há expectativa de redução do consumo de energia]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_56718" align="alignright" width="397"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/09/image-2.jpg"><img class="wp-image-56718" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/09/image-2.jpg" alt="foto vertical colorida mostra uma rua asfaltada do centro de eventos, e sob árvores estão alinhadas várias caixas de grande porte com os equipamentos a serem instalados" width="397" height="529" /></a> Equipamentos para a implementação da usina no Centro de Eventos do Campus Sede[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Com o objetivo de continuar investindo em fontes renováveis de energia, neste ano de 2021 a UFSM conseguiu subsídios para a <a href="https://www.ufsm.br/2021/03/09/ufsm-tera-duas-novas-usinas-fotovoltaicas-em-santa-maria-e-cachoeira-do-sul/" target="_blank" rel="noopener">implementação de duas usinas fotovoltaicas</a>: uma no Campus de Santa Maria e outra no Campus de Cachoeira do Sul. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As duas usinas têm custo total de cerca de R$ 3,1 milhões, sendo R$ 1,5 milhão de recursos próprios da Universidade, para a usina que será construída no Campus Sede. Já a usina no Campus de Cachoeira do Sul conta com valores provenientes de Termo de Execução Descentralizada (TED), via Ministério da Educação (MEC), no valor de R$ 1,546 milhão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Cada uma das usinas fotovoltaicas terá 400 kW de potência. No Campus de Santa Maria, a usina será implantada no Centro de Eventos, ao lado do Pavilhão Polivalente, enquanto no Campus de Cachoeira do Sul, ficará próxima à rodovia. A conclusão das obras de ambos os projetos está prevista para o próximo mês de outubro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As duas usinas foram licitadas pela </span><span style="font-weight: 400">Pró-Reitoria de Infraestrutura (Proinfra) e há expectativa de redução do consumo de energia quando estiverem em operação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/decreto-n-10.779-de-25-de-agosto-de-2021-340742061" target="_blank" rel="noopener">Decreto 10.779</a>, de 25 de agosto de 2021, dispõe sobre a redução do consumo de energia em seu Artigo 4º</span><span style="font-weight: 400">:</span><span style="font-weight: 400"> "Os órgãos e as entidades deverão buscar reduzir o consumo de energia elétrica nos meses de setembro de 2021 até abril de 2022 em percentual de 10% a 20% em relação à média do consumo do mesmo mês nos anos de 2018 e 2019". </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">"E</span><span style="font-weight: 400">stas duas usinas irão produzir cerca de um gigawatt hora por ano, o que é cerca de 7% a 10% da demanda total da Universidade, somando todos os campi. Mas vai depender do novo consumo da UFSM após o retorno presencial. Se consumirmos menos energia, o percentual de contribuição aumenta", comenta a </span><span style="font-weight: 400">pró-reitora a</span><span style="font-weight: 400">djunta de Infraestrutura, Ísis Portolan dos Santos.</span></p>
<p><strong>Foco na redução do consumo de energia</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400">A implementação das duas usinas fotovoltaicas na UFSM vem no sentido de evitar possíveis problemas oriundos da atual crise energética. Além disso, há alguns anos a Proinfra tem investido em ações contínuas para a compra de equipamentos eficientes energeticamente, como lâmpadas de led, e campanhas de redução de consumo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">"Como a UFSM é uma instituição que funciona na tipologia de escritório, nossa maior demanda é ar condicionado e iluminação. Então, a maior redução depende do comportamento do usuário, como por exemplo ligar lâmpadas e ar condicionado apenas quando se está no ambiente. A melhor indicação é que as pessoas trabalhem com janelas e cortinas abertas, pois, desse modo, aproveitam a iluminação natural e também a ventilação cruzada", explica a pró-reitora adjunta. </span></p>
<p>Ísis t<span style="font-size: revert;color: initial">ambém salienta que a maior parte dos prédios da Universidade tem a forma de fita, ou seja, com grande comprimento mas pouca largura, e com janelas em ambos os lados. Desta forma, se as pessoas trabalharem com janelas e portas abertas, haverá uma grande circulação de ar, o que diminui a temperatura interna e também promove a renovação de ar, o que é muito importante, principalmente neste momento pandêmico. </span></p>
<p><strong>Novas medidas previstas</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400">O funcionamento imediato das duas novas usinas fotovoltaicas é a principal ação da UFSM para combater a crise energética, como também incentivar a comunidade para o consumo de energia por fontes renováveis, através de campanhas de conscientização. Mas ainda há outras ações neste sentido. A Universidade também está implementando um Sistema de Gestão de Energia (SGE), com acompanhamento de indicadores energéticos, de forma a propiciar ações de melhoria na eficiência energética e redução de consumo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, a UFSM também está finalizando o projeto de licitação para implementação de usinas fotovoltaicas nos campi de Palmeira das Missões e de Frederico Westphalen, com 40 kWp cada.</span></p>
<p><strong>UFSM já conta com usina de minigeração fotovoltaica</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400">A UFSM já conta com uma usina de minigeração fotovoltaica, equipada com 384 módulos fotovoltaicos (placas solares), totalizando 103,68 kWp de capacidade instalada. A usina está localizada ao lado do prédio 09E, do Instituto de Redes Inteligente (INRI), no Campus Sede, e entrou em operação em outubro de 2018.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">André Borniatti, que trabalha no Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica, do Centro de Tecnologia (CT), explica que, "até o momento, tem-se uma geração média anual em torno de 126 MWh, trazendo uma economia estimada de mais de R$ 180 mil para a UFSM, desde a sua implementação". </span></p>
<p><em>Texto: Mariana Souza, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em><br /><em>Foto: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM oferta disciplina para capacitar alunos em mobilidade elétrica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/08/17/ufsm-oferta-disciplina-de-mobilidade-eletrica-para-capacitar-alunos</link>
				<pubDate>Tue, 17 Aug 2021 03:51:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[#transporte]]></category>
		<category><![CDATA[energia elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=56568</guid>
						<description><![CDATA[A ideia partiu da professora Luciane Canha, considerada uma das mulheres mais influentes na mobilidade mundial]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p class="p2">A mobilidade elétrica já é uma realidade no Brasil. Segundo a Plataforma Nacional da Mobilidade Elétrica (PNME), uma frota de 40 mil veículos eletrificados circula no país, o que representa 0,03% do total em território nacional. Ciente deste cenário, a UFSM passou a ofertar, ainda no segundo semestre do ano passado, a disciplina de Mobilidade Elétrica.</p>
<p class="p2">A cadeira, que é optativa, foi incorporada às demais da grade curricular do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica (PPGEE) da universidade, e ministrada pela primeira vez entre os meses de agosto e dezembro de 2020, com carga horária total de 60 horas, exclusivamente para alunos do PPGEE. Envolve uma vasta gama de assuntos da área, em especial <span class="s1">aspectos relacionados à infraestrutura de recarga, como tipos de carregadores, plugues e características técnicas, além de i</span>mpactos das recargas na rede elétrica, matriz energética limpa e baixo impacto no meio ambiente.</p>
<p class="p2">Devido à pandemia, o desenvolvimento das atividades se deu de forma totalmente remota, via Regime de Exercícios Domiciliares Especiais (Rede), adotado pela universidade durante o período de crise sanitária. A ideia, segundo a professora Luciane Canha, que estreou a oferta da disciplina na UFSM, surgiu após a participação em um evento da área.</p>
<p class="p2">“A disciplina foi criada a partir de uma capacitação de que participei, para docentes, voltada às energias do futuro”, lembra Luciane, que considera a iniciativa um sucesso, uma vez que na primeira turma já houve grande adesão, com 33 alunos matriculados.</p>
<p class="p2">A professora é uma pesquisadora e referência na área. Ela já participou de diversos congressos e atividades internacionais e em outros estados do país. Recentemente, recebeu destaque internacional ao figurar entre as <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2021/06/24/professora-do-centro-de-tecnologia-esta-entre-as-21-mulheres-mais-influentes-na-mobilidade-mundial/" target="_blank" rel="noopener">21 mulheres mais influentes em mobilidade</a> pelo <span class="s1">projeto Influential Women of Mobility (<i>Mulheres Influentes da Mobilidade</i>), que é promovido pela Vulog – instituição de tecnologia referência em mobilidade sustentável no mundo – e também tem por objetivo proporcionar e destacar maior equidade de gênero na área. No ranking, também constam</span> <span class="s3">a vice-presidente da Hyundai, Olabisi Boyle, e a vice-presidente da Renault, Clotilde Delbos.</span></p>
<p class="p2">O evento de capacitação para docentes ao qual a professora se refere foi organizado pelo grupo alemão <span class="s1"><i>Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH</i></span>, que realiza projetos com diversos atores de instituições de ensino superior no país e do mercado produtivo. O grupo tem feito uma série de capacitações no Brasil, visando a desenvolver o ramo.</p>
<p class="p3">Roberta Knopki é coordenadora das capacitações do grupo GIZ no Brasil, e conta que que os eventos visam, dentre outras coisas, a debater as transições energéticas para um sistema mais digital, moderno e sustentável.</p>
<p class="p3">“As capacitações são ministradas pela iniciativa Profissionais para Energias do Futuro, que é parte do projeto de cooperação técnica entre o Ministério de Minas e Energia (MME) e GIZ Sistemas de Energia do Futuro. O objetivo da iniciativa é ampliar a oferta de cursos e conteúdos relacionados a energias renováveis e eficiência energética em instituições de ensino, de acordo com a demanda do setor, para que os futuros profissionais estejam melhor qualificados”, explica Roberta.</p>
<p class="p3">Qualificação essa que o engenheiro elétrico Aerton Medeiros, que concluiu mestrado na área e hoje faz doutorado, sob a orientação da professora Luciane, buscou ao procurar a disciplina no ano passado. Para ele, a cadeira agrega não só ao currículo dos profissionais, mas também à sociedade como um todo.</p>
<p class="p3">“A oferta de uma disciplina com esta temática pelo programa de pós-graduação foi observada por mim como uma possibilidade única para desenvolver novas habilidades e conhecimentos neste assunto, que tem tanto potencial para impactar as nossas vidas tanto quanto o desenvolvimento da internet impactou”, compara Aerton.</p>
<p class="p2"><span class="s1">Em junho do ano passado, a UFSM recebeu o primeiro carro elétrico para pesquisas na área de eletromobilidade. Além disso, o campus sede da universidade conta com um eletroposto para recarga rápida de carros 100% elétricos, fatores que contribuem para os estudos e o avanço das atividades desta disciplina e outras semelhantes. Segundo a professora Luciane, a cadeira deve ser ofertada novamente no primeiro semestre de 2022.</span></p>
<p class="p2"><i>Texto: Wederlei Pires, acadêmico de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i></p>
<p class="p2"><i>Edição: Lucas Casali</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>No dia Mundial da Energia, conheças ações da UFSM que procuram assegurar a produção de energias renováveis e acessíveis</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2021/05/28/no-dia-mundial-da-energia-conhecas-acoes-da-ufsm-que-procuram-assegurar-a-producao-de-energias-renovaveis-e-acessiveis</link>
				<pubDate>Fri, 28 May 2021 23:56:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial da Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Eficiência Energética]]></category>
		<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 07]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=5593</guid>
						<description><![CDATA[Atualmente, a UFSM desenvolve 17 ações de extensão com a temática do ODS 07 - Energia acessível e limpa. Essas ações estão presentes em 9 municípios gaúchos, beneficiando meio milhão de pessoas.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p style="text-align: justify">Expandir e modernizar a infraestrutura e a tecnologia de fornecimento de energias sustentáveis; facilitar o acesso e a pesquisa tecnológica em energia e em combustíveis limpos; aumentar a participação de energias renováveis na matriz energética global; e assegurar o acesso universal, confiável, moderno e a preços acessíveis aos serviços de energia. Essas são as metas do <i>Objetivo de Desenvolvimento Sustentável n. 07</i>, da Agenda 2030. O documento, ao qual o Brasil é signatário, visa a construir um mundo mais sustentável e desenvolvido até a próxima década, estabelecendo relações de cooperação entre nações, sociedade e natureza.</p>
<p style="text-align: justify">Embora pareça, em um primeiro momento, que esse ODS trate apenas da produção de energia elétrica, incentivando a transição de modelos energéticos não-sustentáveis - como termelétricas e usinas nucleares - para matrizes renováveis, o Objetivo é bem mais amplo, exigindo ações coordenadas na educação, no setor produtivo, nas pesquisas científicas, e na reestruturação de cidades, casas e empreendimentos. Além disso, a cooperação internacional, especialmente entre países desenvolvidos e em desenvolvimento, é fundamental para o intercâmbio de tecnologias.</p>
<p style="text-align: justify">No Brasil, de acordo com o painel do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), desde a assinatura do protocolo, a participação de fontes renováveis de energia no país vem crescendo. Em 2015, data em que foi oficializada a Agenda 2030, a participação das energias renováveis na Oferta Interna de Energia era de 41,3%. Em 2019, data da última atualização dos dados, a participação dessa matriz energética estava em 46,1%. Além disso, em outra meta do ODS, que procura assegurar o acesso universal à energia, o Brasil está bastante avançado, com 99,8% da população brasileira com acesso à eletricidade.</p>
<p style="text-align: justify">“De modo geral, o Brasil é o país que possui um dos melhores conjuntos de condições edafoclimáticas do mundo, para produção/geração de energias renováveis. No entanto, a falta de políticas públicas e de linhas de fomento à pesquisa no setor, que sejam minimamente continuadas, faz com que o setor industrial e os investimentos não tenham significância, nem consigam ter continuidade”, destaca o professor Ronaldo Hoffmann, do Departamento de Engenharia Química da UFSM, e que desenvolve pesquisas voltadas à eficiência energética há mais de duas décadas. Para o pesquisador, há uma necessidade de o Estado brasileiro estabelecer programas de pesquisa, inovação e extensão para que o campo das energias renováveis seja uma realidade concreta. “O setor produtivo necessita de incentivos, especialmente em fases iniciais de projeto e de implantação, com ações conjuntas de governo e associações, mesmo que por tempo pré-determinado, seguindo modelos internacionalmente adotados”, declara Hoffmann.</p>
<p style="text-align: justify">A professora do Departamento de Engenharia Mecânica da UFSM, Natália Daudt, ressalta que grande parte da energia elétrica consumida no Brasil, a partir de fontes renováveis, é proveniente das hidrelétricas. “Outras fontes renováveis de menor impacto ambiental, como a energia solar e a eólica, vêm ganhando destaque no país, sendo esse um dos poucos setores que teve crescimento durante a pandemia. Por isso, a transição da matriz energética para fontes renováveis deverá impulsionar a recuperação da economia no pós-pandemia”, destaca a pesquisadora.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Daudt também enfatiza que a UFSM tem relevância no cenário nacional quando tratamos da temática da geração e da transmissão de sistemas de energia. A partir de uma parceria com a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), a instituição busca contribuir com o aumento das energias de matriz eólica e solar no território brasileiro. “Uma das maiores empresas do setor de energia solar do Brasil foi criada por ex-alunos da UFSM, dentro da Agência de Inovação e Transferência de Tecnologia (AGITTEC UFSM). As universidades têm um papel fundamental na formação de profissionais que deverão contribuir para melhorar a realidade energética do país”, comenta a professora.</p>
<p style="text-align: justify">Além de ações de pesquisa e inovação, a UFSM também desenvolve projetos e programas de Extensão voltadas ao cumprimento do Objetivo 07 proposto pela ONU. De acordo com os dados registrados no Portal de Projetos, e reunidos no Mapa da Extensão 2021, atualmente a instituição promove 17 ações com a temática de Energia acessível e limpa, beneficiando aproximadamente meio milhão de pessoas em 09 municípios gaúchos. Para lembrar o Dia Mundial da Energia, comemorado em 29 de maio, convidamos duas ações para apresentar seus trabalhos, exemplificando como a UFSM atua na promoção do desenvolvimento sustentável.</p>
<p style="text-align: justify">Na primeira reportagem, você conhecerá o projeto Energizando o Futuro, que trabalha com a temática e mobilidade elétrica.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">No segundo texto, apresentamos a ação que trabalha com o desenvolvimento de um destilador para a produção de bioetanol combustível.</p>
<p style="text-align: justify">Finalizando a série comemorativa do Dia Mundial da Energia, indicamos uma reportagem especial realizada pelo UMA - Universidade Sustentável, que destaca o trabalho desenvolvido por mulheres na promoção de um país sustentável. No texto, você conhecerá a ação que busca implementar matrizes energéticas renováveis em empresas e escolas da região norte e noroeste do Rio Grande do Sul.</p>
			<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2021/05/28/mobilidade-eletrica-nas-escolas-publicas-conheca-o-projeto-energizando-o-futuro/" role="button">
Projeto Energizando o Futuro
</a>
<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2021/05/28/alternativas-para-a-eficiencia-energetica-na-producao-de-bioetanol/" role="button">
Produção de bioetanol
</a>
<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/04/28/mulheres-sustentaveis-e-transformadoras-aline-passini-e-o-ods-7/" role="button">
Mulheres Sustentáveis - ODS 07
</a>
<h5>Agenda 2030 na UFSM</h5>
<p style="color: #000000;font-size: 16px;text-align: center">A ação de Extensão apresentada neste texto atende aos seguintes&nbsp;Objetivos de Desenvolvimento Sustentável&nbsp;(ODS).</p>
<p style="color: #000000;font-size: 16px;text-align: center"><em>Acesse as imagens para saber mais sobre cada um deles.</em></p>

<figure>
											<a href="http://www.agenda2030.org.br/ods/7/">
<img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_7-150x150.jpg" alt="" loading="lazy">								</a><figcaption>ODS 7</figcaption></figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Live sobre veículos elétricos ocorre nesta terça (25)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/08/25/live-sobre-veiculos-eletricos-ocorre-nesta-terca-25</link>
				<pubDate>Tue, 25 Aug 2020 12:44:52 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Dando continuidade ao projeto de extensão &#8220;Desafios, novas ideias e discussões sobre as energias renováveis e a sustentabilidade na atualidade e para o futuro&#8221;, o Grupo de Pesquisas Centro de Estudos em Energia e Sistemas de Potência (Ceesp), vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica, do Centro de Tecnologia (CT), promove nesta terça-feira (25), [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/08/DIVULGACAO-LIVE-CEESP-25-DE-AGOSTO.jpg"><img class="alignright  wp-image-53394" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/08/DIVULGACAO-LIVE-CEESP-25-DE-AGOSTO.jpg" alt="" width="400" height="400" /></a>Dando continuidade ao projeto de extensão "Desafios, novas ideias e discussões sobre as energias renováveis e a sustentabilidade na atualidade e para o futuro", o Grupo de Pesquisas Centro de Estudos em Energia e Sistemas de Potência (Ceesp), vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica, do Centro de Tecnologia (CT), promove nesta terça-feira (25), às 20h, a palestra “Veículos elétricos: infraestrutura de recarga, oportunidades e seus desafios”, com o diretor da empresa Electricus, Evandro Mendes.</p>
<p>Para acompanhar a palestra não é necessário fazer inscrição prévia ou pagamento de taxa, basta acessar o canal do Ceesp no <a href="https://www.youtube.com/watch?v=dwDdqSBxFFM&amp;feature=emb_err_woyt" target="_blank" rel="noopener noreferrer">YouTube</a>, podendo interagir com perguntas em tempo real, via chat.</p>
<p>O projeto de extensão "Desafios, novas ideias e discussões sobre as energias renováveis e a sustentabilidade na atualidade e para o futuro", que tem como foco os novos desafios para o abastecimento de energia elétrica, conta com o apoio do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Geração Distribuída (INCT-GD). A coordenação é da professora Luciane Neves Canha.</p>
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				<title>Projeto de extensão promove live sobre veículos elétricos nesta quinta (20)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/08/20/projeto-de-extensao-promove-live-sobre-veiculos-eletricos-nesta-quinta-20</link>
				<pubDate>Thu, 20 Aug 2020 11:33:59 +0000</pubDate>
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							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Dando continuidade ao projeto de extensão "Desafios, novas ideias e discussões sobre as energias renováveis e a sustentabilidade na atualidade e para o futuro", o Grupo de Pesquisas Centro de Estudos em Energia e Sistemas de Potência (Ceesp), vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica, do Centro de Tecnologia (CT), promove nesta quinta-feira (20), às 20h, a <em>live</em> “Veículos elétricos: o Brasil na rota da mobilidade elétrica”, com a participação de Rogério Markiewicz, presidente da Associação Brasileira dos Proprietários de Veículos Elétricos Inovadores (Abravei); Rodrigo de Almeida, co-fundador e vice-presidente da Abravei; e Zeno L. I. Nadal, engenheiro eletricista da Copel Distribuição – Superintendência de Smart Grid e Projetos Especiais.</p>
<p>Para acompanhar a palestra não é necessário fazer inscrição prévia ou pagamento de taxa, basta acessar o <a href="https://lnkd.in/eZF8VHt" target="_blank" rel="noopener noreferrer">canal do Ceesp</a> no YouTube, podendo interagir com perguntas em tempo real, via chat.</p>
<p>O projeto de extensão "Desafios, novas ideias e discussões sobre as energias renováveis e a sustentabilidade na atualidade e para o futuro", que tem como foco os novos desafios para o abastecimento de energia elétrica, conta com o apoio do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Geração Distribuída (INCT-GD). A coordenação é da professora Luciane Neves Canha.</p>
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				<title>Projeto de extensão do CT dá seguimento a lives sobre energias renováveis nesta semana</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/06/22/projeto-de-extensao-do-ct-da-seguimento-a-lives-sobre-energias-renovaveis-nesta-semana</link>
				<pubDate>Mon, 22 Jun 2020 13:09:56 +0000</pubDate>
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							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Dando continuidade ao projeto de extensão "Desafios, novas ideias e discussões sobre as energias renováveis e a sustentabilidade na atualidade e para o futuro", o Grupo de Pesquisas Centro de Estudos em Energia e Sistemas de Potência (Ceesp), vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica, do Centro de Tecnologia (CT), promove nesta terça-feira (23), às 20h, no <a href="https://lnkd.in/eZF8VHt" target="_blank" rel="noopener noreferrer">canal do Ceesp</a> no YouTube, a palestra com a professora Fernanda Leite Lobo, PhD, docente da Universidade Federal do Ceará, com o tema "Do esgoto à energia elétrica".</p>
<p>Já na quinta (25), também às 20h, ocorrerá a palestra "Operação do Sistema Interligado Nacional: principais questões e desafios", com o engenheiro Décio Nunes Teixeira Jr., que tem 30 anos de experiência na normatização e operação em tempo real do Operador Nacional do Sistemas Elétrico.</p>
<p>O projeto de extensão "Desafios, novas ideias e discussões sobre as energias renováveis e a sustentabilidade na atualidade e para o futuro", que tem como foco os novos desafios para o abastecimento de energia elétrica, conta com o apoio do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Geração Distribuída (INCT-GD).</p>
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				<title>Projeto de extensão dá continuidade a lives sobre novos desafios em energia elétrica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/06/09/projeto-de-extensao-da-continuidade-a-lives-sobre-novos-desafios-em-energia-eletrica</link>
				<pubDate>Tue, 09 Jun 2020 11:21:41 +0000</pubDate>
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							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Dando continuidade ao projeto de extensão "Desafios, novas ideias e discussões sobre as energias renováveis e a sustentabilidade na atualidade e para o futuro", o Grupo de Pesquisas Centro de Estudos em Energia e Sistemas de Potência (Ceesp), vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica, do Centro de Tecnologia (CT), promove nesta terça-feira (9), às 20h, no <a href="https://lnkd.in/eZF8VHt" target="_blank" rel="noopener noreferrer">canal do Ceesp</a> no YouTube, a palestra com o engenheiro Ricardo Siqueira de Carvalho, PhD, atualmente atuando na empresa NEI Electric Power Engineering, nos Estados Unidos, com o tema "Desafios da segurança cibernética em sistemas elétricos de potência".</p>
<p>Já na quinta (11), também às 20h, ocorrerá a palestra com o coordenador do programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da UFSM, professor Daniel Pinheiro Bernardon, e os representantes dos capítulos do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE), intitulada "Benefícios de ser parte da maior organização profissional do mundo".</p>
<p>O projeto de extensão "Desafios, novas ideias e discussões sobre as energias renováveis e a sustentabilidade na atualidade e para o futuro", que tem como foco os novos desafios para o abastecimento de energia elétrica, conta com o apoio do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Geração Distribuída (INCT-GD).</p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Grupo de pesquisa do CT promove palestras online sobre desafios para o abastecimento de energia elétrica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/05/26/grupo-de-pesquisa-do-ct-promove-palestras-online-sobre-desafios-para-o-abastecimento-de-energia-eletrica</link>
				<pubDate>Tue, 26 May 2020 13:57:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[lives]]></category>

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						<description><![CDATA[O Grupo de Pesquisas Centro de Estudos em Energia e Sistemas de Potência, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica, do Centro de Tecnologia (CT), com o apoio do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Geração Distribuída (INCT-GD), desenvolveu o Projeto de Extensão Desafios, Novas Ideias e Discussões sobre as Energias Renováveis e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/05/Divulgação-palestras-ao-vivo-CEESP-26-de-maio.jpg"><img class="alignright  wp-image-52323" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/05/Divulgação-palestras-ao-vivo-CEESP-26-de-maio.jpg" alt="" width="561" height="315" /></a>O Grupo de Pesquisas Centro de Estudos em Energia e Sistemas de Potência, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica, do Centro de Tecnologia (CT), com o apoio do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Geração Distribuída (INCT-GD), desenvolveu o Projeto de Extensão Desafios, Novas Ideias e Discussões sobre as Energias Renováveis e a Sustentabilidade na Atualidade e para o Futuro. O projeto é coordenado pela professora Luciane Neves Canha e conta com uma série de palestras, com streaming ao vivo, sobre o tema "Novos desafios para o abastecimento de energia elétrica".</p>
<p>As palestras ocorrem todas as terças-feiras, às 20h, no <a href="https://lnkd.in/eZF8VHt" target="_blank" rel="noopener noreferrer">canal CEESP - UFSM</a>. Já ocorreram duas palestras, versando sobre energias renováveis e geração de energia a partir de módulos fotovoltaicos. Nesta terça (26), ocorre palestra com o engenheiro Josué Campos do Prado, atualmente aluno de PhD. da University of Nebraska-Lincoln e atuando no National Renewable Energy Laboratory (NREL), do U.S. Department of Energy.</p>
<p>O objetivo do projeto é conectar a comunidade acadêmica com temas relevantes sobre energias renováveis, impactos sobre o sistema elétricos, desafios e oportunidades ligadas à geração, transmissão e distribuição sustentáveis de energia elétrica.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Universidade tcheca destaca colaboração de professor do Departamento de Economia da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/03/07/universidade-tcheca-destaca-colaboracao-de-professor-do-departamento-de-economia-da-ufsm</link>
				<pubDate>Thu, 07 Mar 2019 12:43:20 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Economia e Relações Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[economia verde]]></category>
		<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[república tcheca]]></category>

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						<description><![CDATA[Em sua edição de janeiro de 2019, a revista EFektiv, da Faculdade de Economia da University of South Bohemia, na República Tcheca, publicou uma entrevista com o professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSM Valny Giacomelli Sobrinho. De abril de 2018 a janeiro de 2019, Valny realizou, naquela instituição, parte de seu [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p class="m_-3728687431442125135ydpef54a80yahoo-style-wrap">Em sua edição de janeiro de 2019, a revista EFektiv, da Faculdade de Economia da University of South Bohemia, na República Tcheca, publicou uma entrevista com o professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSM Valny Giacomelli Sobrinho.</p>
<p class="m_-3728687431442125135ydpef54a80yahoo-style-wrap">De abril de 2018 a janeiro de 2019, Valny realizou, naquela instituição, parte de seu pós-doutorado em energias renováveis, bioeconomia e economia verde. Através da entrevista com o professor, a publicação ressalta a contribuição que a experiência internacional pode oferecer à pesquisa científica em si, à inovação e à visão de mundo do pesquisador.</p>
<p class="m_-3728687431442125135ydpef54a80yahoo-style-wrap">A íntegra da entrevista, publicada nas páginas 7 a 11 (em tcheco e em inglês), pode ser encontrada no <a href="https://issuu.com/ef-ju/docs/efektiv_01_2019">link</a>.</p>

<div class="m_-3728687431442125135ydpef54a80yahoo-style-wrap"></div>]]></content:encoded>
													</item>
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