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				<title>Alunos da UFSM/CS conquistam medalha de bronze em simpósio internacional de robótica e mecanismos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/09/alunos-da-ufsm-cs-conquistam-medalha-de-bronze-em-simposio-internacional-de-robotica-e-mecanismos</link>
				<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 17:52:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
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		<category><![CDATA[Robótica]]></category>
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						<description><![CDATA[O projeto premiado apresenta um mecanismo robótico capaz de transpor escadas, desafio recorrente na área da robótica móvel]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Estudantes do curso de Engenharia Mecânica, do Campus da UFSM em Cachoeira do Sul (UFSM/CS), conquistaram reconhecimento internacional durante a 7ª edição IFToMM Symposium on Mechanism Design for Robotics (Meder 2026), realizado entre os dias 17 e 20 de junho, em Uberlândia (MG). A equipe recebeu o Bronze Best Application Paper Award, prêmio concedido ao terceiro melhor artigo de aplicação prática apresentado no evento.

O trabalho premiado, intitulado <i>Development of a Robotic Mechanism Capable of Climbing Stairs: Kinematic Analysis and Prototype Construction</i> (“Desenvolvimento de um mecanismo robótico capaz de subir escadas: análise cinemática e construção de protótipo”), foi desenvolvido pelos acadêmicos Matheus Amancio Correa Neres, Arthur Ferretti Gonçalves, Nicolas Araújo Paladino do Campo e Francieli Faccin, sob orientação do professor Ederval de Souza Lisboa. A apresentação do projeto para a comissão avaliadora foi realizada pelo estudante Matheus Amancio Correa Neres.

O Meder é promovido pela International Federation for the Promotion of Mechanism and Machine Science (IFToMM). O simpósio reúne pesquisadores, estudantes e especialistas de diferentes países para apresentar e discutir soluções inovadoras voltadas ao desenvolvimento de mecanismos para aplicações em robótica.

Os trabalhos inscritos passaram por avaliação de um comitê internacional de especialistas (The 2026 Award Committee), que considerou critérios como inovação tecnológica, qualidade da análise cinemática, aplicabilidade prática, desempenho do protótipo e defesa técnica dos projetos.
<h3><b>Pesquisa com potencial de aplicação prática</b></h3>
O projeto desenvolvido pelos estudantes da UFSM/CS apresenta um mecanismo robótico capaz de transpor escadas, desafio recorrente na área da robótica móvel. Tecnologias com essas características possuem potencial de aplicação em áreas como operações de resgate, segurança, acessibilidade, inspeções em ambientes de difícil acesso e automação industrial.

A conquista evidencia a qualidade da formação oferecida pelo curso de Engenharia Mecânica da UFSM/CS e reforça o protagonismo dos estudantes em atividades de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação, além de ampliar a visibilidade do campus em um dos principais eventos internacionais da área.
<h3><b>Sobre a IFToMM</b></h3>
A IFToMM é uma organização científica internacional dedicada ao avanço da ciência dos mecanismos e das máquinas. Formada por organizações membros de diversos países, promove a cooperação entre pesquisadores e incentiva o desenvolvimento científico e tecnológico por meio de congressos, simpósios e outras iniciativas voltadas à engenharia.

Entre esses eventos está o Meder, simpósio voltado ao projeto e desenvolvimento de mecanismos para robótica, que reúne pesquisadores de diferentes partes do mundo e reconhece trabalhos de destaque na área.

<i>Texto: Assessoria de Comunicação da UFSM/CS</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>GuriasTec lança segundo episódio do seu podcast</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/2026/04/30/guriastec-lanca-segundo-episodio-do-seu-podcast</link>
				<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 14:05:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[guriastec podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério da Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres na Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>

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						<description><![CDATA[Programa impulsiona meninas e mulheres na Ciência]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Hoje, 30, o Programa GuriasTec lançou o segundo episódio da segunda temporada do guriastec podcast. O programa tratou de equidade de gênero na Engenharia Mecânica e oportunidades para mulheres no mercado de trabalho. O episódio contou com a integrante do projeto e doutora em Ciência e Engenharia de Materiais pela UFRN e professora do curso de graduação de Engenharia Mecânica da UFSM, Natália de Freitas Daudt. Também contou com a presença da doutora em Engenharia Mecânica pela UNB e chefe da Assessoria de Participação Social e Diversidade do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Adriana Marques.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="431" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2026/04/ep-2-1024x431.jpg" alt="" />											<figcaption>Luciana Mendes, Natália Daudt e Adriana Marques</figcaption>
										</figure>
		<p>A segunda temporada do programa teve formato de roda de conversa e contou com a presença de egressas da UFSM das áreas de atuação do projeto, e integrantes do GuriasTec. A segunda temporada traz a participação de cientistas, lideranças e inventoras das áreas de atuação do grupo, com apresentação da bolsista de divulgação científica do projeto e radialista, Luciana Mendes. Os episódios vão ao ar sempre na última semana de cada mês.</p><p>O episódio 2 já está disponível no Spotify e Deezer pelos links abaixo.</p><p>https://open.spotify.com/episode/0Bqda60FuZrKS3G6VhvMqw?si=01094a2c4f0b4b6b</p><p><a href="https://www.deezer.com/br/show/1001999481?host=6572464941&amp;deferredFl=1">https://www.deezer.com/br/show/1001999481?host=6572464941&amp;deferredFl=1</a></p><p> </p><p><b>Ficha técnica:</b></p><p><i>Notícia e foto: Luciana Mendes</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Grupo de Pesquisa em Motores, Combustíveis e Emissões da UFSM apresenta primeiro veículo a combustão movido a hidrogênio do país</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/12/11/grupo-de-pesquisa-em-motores-combustiveis-e-emissoes-da-ufsm-apresenta-primeiro-veiculo-movido-a-hidrogenio-do-pais</link>
				<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 13:03:48 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[GPMOT]]></category>
		<category><![CDATA[hidrogênio]]></category>
		<category><![CDATA[LABMOT]]></category>

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						<description><![CDATA[Conversão foi feita no Laboratório de Motores do Centro de Tecnologia da UFSM e coloca universidade na vanguarda do setor automotivo brasileiro.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Uma cena inusitada chamou a atenção de quem passou pelo hall do CT-UFSM nesta terça-feira (10/12): um carro estacionado no meio do hall do prédio 07, personalizado com adesivos verdes e marcas de empresas e agências financiadoras de pesquisa. Trata-se de um veículo de combustão a hidrogênio - o primeiro do Brasil a utilizar essa nova tecnologia - convertido no <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/pgmec/laboratorio-de-motores-labmot" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Laboratório de Motores</a></em></strong> do GPMOT, na UFSM, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7629,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/12/1000289616-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-7629" /><figcaption class="wp-element-caption">Primeiro veículo movido a hidrogênio do país, adaptado na UFSM</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A conversão para propulsão a hidrogênio faz parte do trabalho de conclusão do estudante Augusto Graziadei Folletto, do curso de Engenharia Mecânica, intitulado "Adaptação e calibração de um veículo à combustão interna, usando hidrogênio como combustível". Augusto faz parte do <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/grupos/gpmot" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Grupo de Pesquisa em Motores Combustíveis e Emissões da UFSM (GPMOT)</a></em></strong> e foi orientado pelo professor Mario Martins, e coorientado pelo Prof. Thompson Lanzanova, ambos do Departamento de Engenharia Mecânica. O veículo (modelo Fiat Siena) mantém todas as características de fábrica, mas sua fonte de energia é o hidrogênio, uma alternativa possível aos combustíveis convencionais. O veículo movido à hidrogênio adaptado na UFSM mostra que é possível alcançar um <em>powertrain</em> com emissões de poluentes virtualmente zero, cujo único subproduto é água ou vapor d’água no escapamento.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A pesquisa se insere no âmbito do Programa Rota 2030 - Mobilidade e Logística, parte da estratégia elaborada pelo Governo Federal para desenvolvimento do setor automotivo no país. O veículo convertido é resultado de vários projetos do GPMOT e teve financiamento de diversas instituições de pesquisa - CNPq, Finep, Fapergs -, em especial o projeto "Desenvolvimento de Motor Automotivo Movido a Biohidrogênio para o Mercado Brasileiro”, <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2021/11/18/professores-da-ufsm-obtem-aprovacao-em-projeto-no-edital-do-programa-rota-2030" target="_blank" rel="noreferrer noopener">financiado pela Chamada Pública nº 3/2021 do Programa Rota 2030 da FUNDEP</a></em></strong>, em parceria com as empresas Marelli e TCA-HORIBA, coordenado pela professora Nina Paula Gonçalves Salau, do Departamento de Engenharia Química. Como o projeto está na vanguarda do setor de transportes, também contou com patrocínio de diversas empresas do setor automotivo, como Marelli e TCA-Horiba. Por meio de um acordo de cooperação técnica, a empresa Fueltech também apoiou de forma muito importante, dando suporte técnico e fornecendo o sistema de controle do motor.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7630,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"left"} -->
<figure class="wp-block-image alignleft size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/12/1000289614-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-7630" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O professor Mario Martins destaca que o hidrogênio, quando produzido de origem renovável (como o hidrogênio verde) é uma excelente alternativa em substituição aos combustíveis fósseis como gasolina, diesel e gás natural. Embora tecnicamente viável, tanto em células a combustível quanto em motores de combustão interna para hidrogênio, a presença no mercado de veículos movidos a hidrogênio ainda é limitada por fatores econômicos e estruturais. "A adoção em larga escala depende principalmente da expansão da produção, do armazenamento e da rede de distribuição do hidrogênio", afirma Mario. O professor acredita, entretanto, que veículos a hidrogênio poderão se tornar mais comuns entre 2030 e 2040, acompanhando a maturação tecnológica e o crescimento da oferta de hidrogênio renovável: "Nos próximos anos, espera-se uma forte expansão da chamada 'economia do hidrogênio', impulsionada pela descarbonização industrial e pelo uso crescente desse combustível em setores como siderurgia, transporte pesado e geração de energia. À medida que a infraestrutura se consolida e os custos de produção de hidrogênio verde diminuem, a tendência é que ele também avance no transporte leve e chegue a aplicações domésticas, como fogões e sistemas de aquecimento de água."</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Após a conversão, segundo o professor Mário, há etapas subsequentes no desenvolvimento do veículo. O projeto já demonstrou que é possível a conversão de um modelo de veículo mais antigo (<em>retrofitting</em>), e o objetivo futuro é passar para a conversão de um veículo mais moderno. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A pesquisa desenvolvida no GPMOT é mais uma de diversas iniciativas do Centro de Tecnologia da UFSM que buscam contribuir para o desenvolvimento de alternativas aos combustíveis fósseis.  O CT possui uma equipe de competição de protótipos movidos a hidrogênio (<a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/08/11/bombaja-h2-estreia-com-destaque-em-competicao-nacional-de-veiculos-movidos-a-hidrogenio" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>Bombaja H2</strong></em></a>), projetos de <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/03/25/projeto-de-gerador-eletrico-a-hidrogenio-e-contemplado-com-r-149-milhoes-pela-finep" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>geração de energia elétrica em células a combustível, movidas a hidrogênio</strong></em></a>, entre outras <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/12/10/programa-da-ufsm-e-finalista-no-premio-anp-de-inovacao-tecnologica-2025-com-artigo-sobre-biocombustiveis" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>pesquisas premiadas</strong></em></a> e <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/04/15/pesquisadores-do-ct-contribuem-em-livro-sobre-conversao-de-residuos-em-energia" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>publicações na área</strong></em></a>.</p>
<p>Em estreita colaboração com a indústria automotiva nacional, as pesquisas do GPMOT impulsionam o setor automotivo e de mobilidade ao criar soluções veiculares mais eficientes e sustentáveis - como motores avançados, combustão limpa, hidrogênio e biocombustíveis - ao mesmo tempo em que oferecem à indústria dados técnicos, inovação aplicada e profissionais altamente qualificados. Essa integração entre ciência, experimentação e desenvolvimento tecnológico contribui diretamente para acelerar a transição para uma mobilidade limpa, de baixo impacto ambiental e competitiva para o transporte, a logística e setores estratégicos da economia.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<p><em>Texto e fotos por Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM, com informações do GPMOT.</em><br /><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site?<strong> <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a></strong>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: <strong><a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a></strong> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Instagram</strong></a>!</em></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Bombaja UFSM conquista terceiro lugar em competição regional de veículos off-road</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/12/08/bombaja-ufsm-conquista-terceiro-lugar-em-competicao-regional-de-veiculos-off-road</link>
				<pubDate>Mon, 08 Dec 2025 18:36:28 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Baja Sul]]></category>
		<category><![CDATA[bombaja]]></category>
		<category><![CDATA[competição]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia telecomunicações]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7611</guid>
						<description><![CDATA[Equipe do Centro de Tecnologia da UFSM sobe ao pódio do Baja SAE - Etapa Sul 2025 após quatro dias de provas intensas e consolida trajetória de crescimento.
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":7612,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-08-at-15.20.09-3-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-7612" /><figcaption class="wp-element-caption">Protótipo BJ-22</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400"> A equipe </span><a href="https://www.ufsm.br/projetos/pesquisa/bombaja"><b><i>Bombaja UFSM</i></b></a><span style="font-weight: 400"> garantiu o terceiro lugar geral na 22ª Competição Baja SAE Brasil – Etapa Sul, realizada de 21 a 23 de novembro no campus da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Com um protótipo totalmente renovado e uma equipe marcada pela mudança de lideranças, o grupo representou o CT-UFSM entre dezenas de equipes universitárias que competiram em provas dinâmicas e avaliações de engenharia típicas do off-road.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Criada para simular condições extremas de terreno e exigir desempenho real de veículos off-road estudantis, o Baja SAE reúne protótipos projetados e construídos por alunos de engenharia. Na etapa Sul, os carros passam por desafios como suspensão e tração, aceleração, manobrabilidade, provas de resistência e apresentações técnicas avaliadas por engenheiros da indústria.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7615,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-08-at-15.20.09-2-edited.jpeg" alt="" class="wp-image-7615" /><figcaption class="wp-element-caption">Membros da equipe Bombaja 2025</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Ao longo dos três dias de competição, o protótipo do Bombaja, nomeado BJ-22, demonstrou agilidade e consistência, fatores decisivos para o desempenho final. O piloto da equipe e acadêmico de Engenharia de Telecomunicações, Joel Schaedler, destaca que o comportamento do carro surpreendeu positivamente. “O carro estava muito bom, um dos mais ágeis que eu já vi”, afirma. Ele também recorda o momento mais tenso da competição, vivido na prova de Top Split. Nela, os veículos enfrentam um percurso mais exigente, pensado para avaliar ao máximo a combinação entre eficiência do projeto e habilidade do piloto: “Quando outro carro bateu na suspensão traseira direita, foi muito tenso, porque ali poderia ter acabado a competição para a equipe.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outro desafio significativo enfrentado pelo piloto surgiu no Enduro, a prova mais longa e exigente da etapa. “Após uma hora de prova, o barro acumulado nas rodas deixou a direção muito pesada, e o barro no volante dificultava segurar”, relata. Apesar disso, ele destaca que o carro apresentou seu melhor desempenho no Top Split: “Ali o BJ-22 mostrou que tem muita capacidade para ser o melhor carro da competição.”</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7617,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-08-at-15.20.07-edited.jpeg" alt="" class="wp-image-7617" /><figcaption class="wp-element-caption">Protótipo BJ-22</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A preparação técnica da equipe, especialmente os ajustes finais na suspensão, influenciou diretamente no resultado. “Um dia antes da competição, mexeram nos amortecedores e o carro ficou muito mais esperto nas curvas”, conta o piloto. Para a próxima temporada, ele aponta melhorias pontuais: “O volante precisa ter uma pegada melhor, e o freio apresentou problemas que vamos corrigir.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A renovação interna da equipe também marcou a edição deste ano. Rodrigo Júnior, o capitão do Bombaja destaca que o grupo superou as expectativas. “A equipe desempenhou muito bem na etapa Sul. Somos uma equipe nova, desde gerentes até a capitania, levando um protótipo novo e alcançando o terceiro lugar.” Ele explica que o maior desafio foi garantir que tudo estivesse pronto para a competição. “A preparação pré-competição foi intensa: deixar o BJ-22 pronto, organizar as apresentações de banners e manter a equipe alinhada.”</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":7619,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-08-at-15.20.07-1-edited.jpeg" alt="" class="wp-image-7619" /><figcaption class="wp-element-caption">Largada da prova Enduro</figcaption></figure>
<!-- /wp:image --></figure>
<!-- /wp:gallery -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Para o capitão, o pódio representa um marco na trajetória do Bombaja. “O terceiro lugar representa algo que a equipe sempre buscou: performar entre os primeiros e demonstrar nossa capacidade, representando o CT-UFSM da melhor forma.” Segundo ele, a conquista também ajuda a orientar o trabalho para o próximo ciclo. “Vamos melhorar o protótipo, realizar mais testes e aperfeiçoar os conhecimentos dos nossos integrantes.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Bombaja UFSM encerra o Baja SAE – Etapa Sul 2025 celebrando não apenas o pódio, mas a consolidação de um novo ciclo interno, marcado por técnica, desempenho consistente e protagonismo em provas decisivas. Com 22 anos de existência, a equipe segue se renovando e mantém a competitividade e o engajamento em alta rotação.  Para o professor orientador do projeto, Thompson Lanzanova e docente do Departamento de Engenharia Mecânica, o resultado também reforça a seriedade do trabalho realizado. “O desempenho na etapa Sul mostrou que empenho, comprometimento e seriedade alinhados à técnica levam a resultados concretos. Vamos aproveitar esse ponto de partida, aprimorar o que precisa ser melhorado e seguir construindo uma equipe cada vez mais forte”, afirma.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7621,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-08-at-15.20.09-1-edited.jpeg" alt="" class="wp-image-7621" /><figcaption class="wp-element-caption">Protótipo BJ-22</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto por Lia Guerreiro, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Fotos: Lia guerreiro</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Fonte: </span></i><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/09/15/estudantes-do-ppgee-da-ufsm-ampliam-horizontes-com-experiencias-internacionais"><i><span style="font-weight: 400">Site do CT-UFSM</span></i></a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Cursos de graduação do CT-UFSM estão entre os melhores do país no Guia da Faculdade Estadão 2025</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/10/31/cursos-de-graduacao-do-ct-ufsm-estao-entre-os-melhores-do-pais-no-guia-da-faculdade-estadao-2025</link>
				<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 18:52:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência da Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Acústica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Computação]]></category>
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		<category><![CDATA[Engenharia de Produção]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia de telecomunicações]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia quimica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Sanitária e Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[guia da faculdade]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7455</guid>
						<description><![CDATA[Três cursos obtiveram a melhor avaliação (5 estrelas) e dez receberam 4 estrelas. Confira a seguir!]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Treze cursos de graduação do Centro de Tecnologia da UFSM foram estrelados no <a href="https://publicacoes.estadao.com.br/guia-da-faculdade/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>Guia da Faculdade Estadão 2025</strong></em></a>. O guia, publicado desde 2020, é uma parceria entre a <em>startup</em> Quero Educação e o jornal O Estado de S. Paulo e reconhece os melhores cursos de graduação do país a partir da avaliação de mais de 12.000 coordenadores e professores do Ensino Superior.</p>
<p>Três cursos do CT foram receberam 5 estrelas (conceito "excelente"): Engenharia Acústica, Engenharia Civil e Engenharia Elétrica. Outros dez cursos receberam 4 estrelas (conceito "muito bom"): Arquitetura e Urbanismo, Ciência da Computação, Engenharia Aeroespacial, Engenharia Ambiental e Sanitária, Engenharia de Computação, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia de Produção, Engenharia de Telecomunicações, Engenharia Mecânica e Engenharia Química. O curso de Sistemas de Informação ficou "sem notas" pois não recebeu a quantidade mínima de avaliações válidas de docentes pareceristas. </p>
<p>A presença dos cursos do CT entre os melhores avaliados do país é mais um reconhecimento do trabalho sério desenvolvido por servidores docentes, técnico-administrativos e pelos estudantes de graduação da nossa instituição. Parabéns a todos os envolvidos!</p>
<p><strong>COMO É FEITA A AVALIAÇÃO</strong><br />O <b>Guia da Faculdade</b> utiliza uma metodologia conhecida como "avaliação por pares" para analisar a qualidade de mais de 22 mil cursos superiores em todo o Brasil. Nesse processo, a equipe do Guia atua como um instituto de pesquisa, colhendo a opinião de milhares de professores que atuam no Ensino Superior. Entenda como funcionam as principais etapas desse trabalho:</p>
<p><b>Participação das Instituições de Ensino Superior</b><br />Todas as instituições de ensino superior cadastradas no Ministério da Educação (Universidades, Centros Universitários, Faculdades e Institutos) são convidadas a fazer parte do Guia da Faculdade.<br />As instituições, por meio de seus colaboradores, cadastram pela primeira vez ou atualizam as informações sobre os seus cursos e sobre os dados de divulgação e de contato das IES.</p>
<p><b>Cursos avaliados</b><br />Com base nessas informações, a equipe do Guia indica quais serão os cursos que participarão do processo avaliativo. Para serem analisados em 2025, eles precisaram atender aos seguintes critérios:<i><br />- Ter ao menos uma primeira turma com alunos já formados (até o final do ano de 2024);<br />- Ter ao menos uma turma em andamento.</i></p>
<p>O Guia da Faculdade seleciona os cursos de acordo com as cidades onde eles são oferecidos. Se a mesma instituição de ensino oferece o curso de Sistemas de Informação em várias cidades, por exemplo, cada um deles recebe uma nota específica. A única exceção é no caso de diferentes ofertas de um mesmo curso dentro da mesma cidade. Nessas situações, apenas o curso mais antigo da instituição naquela cidade será avaliado.</p>
<p><b>Informações utilizadas</b><br />A partir de abril deste ano, o(a) coordenador(a) de cada curso que foi avaliado recebeu um questionário onde pôde apresentar as principais características da sua graduação, com foco em três aspectos:<br /><i>- Corpo docente: perfil dos professores vinculados ao curso e dados quantitativos;<br />- Projeto didático-pedagógico: características da proposta de ensino do curso;<br />- Infraestrutura: características sobre o espaço físico, materiais e equipamentos oferecidos</i>;<br />Esse questionário serviu de base para os avaliadores emitirem suas notas para os cursos.</p>
<p><b>Avaliadores</b><br />Em 2025 o Guia contou com cerca de 12.000 coordenadores e professores do Ensino Superior que se cadastraram voluntariamente para atuar como avaliadores do Guia da Faculdade.<br />Estes docentes são acionados para dar notas aos cursos das suas áreas de formação e de instituições prioritariamente localizadas na mesma região do país na qual atuam.<br />Eles são convidados a dar três notas (de 1 a 5) para cada curso:<br /><i>- Para a qualidade do <b>corpo docente</b><br />- Para a qualidade do <b>projeto pedagógico</b><br />- Para a qualidade da <b>infraestrutura</b></i></p>
<p>Cada curso é distribuído para a análise de seis professores e, caso um ou mais deles declare sua impossibilidade de avaliá-lo, o curso será encaminhado a um novo docente disponível para completar o quadro de seis pareceristas. Se mesmo após essa redistribuição não for possível colher seis notas, o curso ainda assim será considerado avaliado se conseguir reunir um número mínimo de quatro notas válidas. Abaixo disso, ele será considerado “sem notas” - foi o caso do curso de Sistemas de Informação do CT-UFSM.</p>
<p><b>Resultado final</b><br />O processo de tabulação dos resultados começa com o descarte da maior e da menor notas recebidas por cada curso. Das notas restantes, extrai-se a média numérica de cada curso em 2025.<br />O resultado numérico final de cada curso leva em conta ainda a média numérica que ele obteve nos dois últimos anos, com os seguintes pesos:<br /><i>- Nota de 2025 - peso 3<br />- Nota de 2024 - peso 2<br />- Nota de 2023 - peso 1</i></p>
<p>Assim, a média das notas de 2025 (após o descarte) é somada à média das notas do curso em 2024 e em 2023, com a seguinte fórmula:<br /><b><i>Resultado final 2025 = (Média 2025 x 3) + (Média 2024 x 2) + (Média 2023) / 6<br /></i></b>Caso o curso tenha sido avaliado somente em 2025 e em 2024, o resultado dele é calculado com a seguinte fórmula:<br /><b><i>Resultado final 2025 = (Média 2025 x 3) + (Média 2024 x 2) / 5<br /></i></b>Caso o curso tenha sido avaliado somente em 2025 e em 2023, o resultado dele é calculado com a seguinte fórmula:<br /><b><i>Resultado final 2025 = (Média 2025 x 3) + (Média 2023) / 4</i></b><br />Caso o curso não tenha sido avaliado em 2024 e em 2023, o resultado dele é totalmente baseado na nota de 2025.</p>
<p>Por fim, o resultado numérico final é transformado em estrelas de acordo com as seguintes faixas de conversão:<br /><i>- Entre 5 e 4,50 - 5 estrelas<br />- menor que 4,50 a 3,50 - 4 estrelas<br />- menor que 3,50 a 2,50 - 3 estrelas<br />- menor que 2,50 - não-estrelado</i></p>

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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
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<p><em>Texto por Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM, com informações do Guia da Faculdade 2025 Estadão.</em></p>
<p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CT/UFSM participa de congresso de inovação e tecnologia na Colômbia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/10/16/ct-ufsm-participa-de-congresso-de-inovacao-e-tecnologia-na-colombia</link>
				<pubDate>Thu, 16 Oct 2025 19:42:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7426</guid>
						<description><![CDATA[Professor do Departamento de Eletrônica e Computação apresentou pesquisa sobre o uso de redes neurais na substituição de simulações computacionais complexas.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Entre os dias 6 e 8 de outubro ocorreu a 12ª Conferência Internacional de Inovação Tecnológica (</span><a href="https://eventos.ufpso.edu.co/XII_ENCUENTRO/index.php"><span style="font-weight: 400"><em><strong>12th International Conference Of Technological Innovation</strong></em></span></a><span style="font-weight: 400">) na Universidade Francisco de Paula Santander (UFPSO), seção Ocaña, na Colômbia. A Conferência é um fórum realizado anualmente em Ocaña que reúne especialistas para intercâmbio de ideias, metodologias, avanços técnicos e inovações aplicadas que podem ter impacto em tecnologia, engenharia e desenvolvimento, tanto em nível regional quanto internacional. O CT esteve representado no evento pelo professor Marcelo Serrano Zanetti, do </span><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/departamentos/delc"><span style="font-weight: 400"><strong><em>Departamento de Eletrônica e Computação (DELC)</em></strong></span></a><span style="font-weight: 400"><strong>.  </strong></span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O convite veio partiu de um docente da UFPSO que conheceu a UFSM por meio do<strong><em> </em></strong></span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/dri/programa-de-intercambio-academico-latinoamericano-pila"><em><span style="font-weight: 400"><strong>Programa de Intercâmbio Acadêmico Latinoamericano (PILA)</strong></span></em></a><span style="font-weight: 400"><strong><em>, </em></strong>consórcio de nove países da região do qual a UFSM é participante. O PILA visa promover o intercâmbio de estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores e administradores de universidades e instituições de ensino superior, com o objetivo de enriquecer sua formação acadêmica e profissional, além de promover a internacionalização do ensino superior e fortalecer laços de cooperação.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7427,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/10/IMG_20251006_112428_533-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-7427" /><figcaption class="wp-element-caption">Professor Marcelo Zanetti em frente ao prédio de engenharia da UFPSO (Foto: Marcelo Zanetti)</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>&nbsp;<span style="font-weight: 400">O professor Zanetti</span> <span style="font-weight: 400">apresentou a pesquisa</span> <span style="font-weight: 400">"Aplicações de Aprendizado de Máquina em Engenharia". Trata-se de um artigo derivado do trabalho de conclusão de curso (TCC) do docente Guilherme Antonio de Faria Pereira. A pesquisa, segundo o professor, procura “aplicar o aprendizado de máquina para substituir o uso de </span><i><span style="font-weight: 400">Computational Fluid Dynamics (CFD)</span></i><span style="font-weight: 400">, por uma metodologia baseada em Redes Neurais Convolucionais.”</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p> <span style="font-weight: 400">A Dinâmica de Fluidos Computacionais (CFD na sigla em inglês) é usada para simular como o ar, a água ou qualquer fluido se comporta. Mas esses cálculos são muito pesados: demoram horas, às vezes dias, e precisam de computadores potentes. Já as Redes Neurais Convolucionais (CNNs na sigla em inglês) são um tipo de inteligência artificial que aprende a reconhecer padrões em imagens. As CNNs podem ser treinadas para aprender o comportamento do fluido. Depois de aprender com vários exemplos gerados pela CFD, a rede neural consegue prever o resultado de uma nova simulação quase instantaneamente, sem precisar resolver as equações físicas.</span> <span style="font-weight: 400">Segundo o professor Zanetti, se forem bem treinadas, as Redes Neurais Convolucionais podem executar a mesma tarefa - ou seja, trata-se de aprendizado de máquina que é uma das tecnologias associadas a inteligência artificial.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A participação do CT/UFSM no evento na Colômbia é mais uma ação de internacionalização da unidade, alinhada a seus objetivos estratégicos descritos no </span><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/plano-de-desenvolvimento-da-unidade"><span style="font-weight: 400"><em><strong>Plano de Desenvolvimento da Unidade - o PDU</strong></em></span></a><span style="font-weight: 400">. Ações como esta ajudam a estreitar laços entre as universidades, não somente com o intercâmbio de discentes e docentes, mas também com a atuação conjunta em futuros projetos.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<p><em>Texto por Emmanuelly Zini, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</em></p>
<p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em><strong>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</strong></em></a><em>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><em><strong>Facebook</strong></em></a><em> e </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><em><strong>Instagram</strong></em></a><em>!</em></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Formula UFSM tem o protótipo mais rápido do Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/08/08/formula-ufsm-tem-o-prototipo-mais-rapido-do-brasil</link>
				<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 19:26:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[CTISM]]></category>
		<category><![CDATA[DEPARTAMENTO DE DESENHO INSDUSTRIAL]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Expressão Gráfica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Formula]]></category>
		<category><![CDATA[SAE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7149</guid>
						<description><![CDATA[Equipe baseada no Centro de Tecnologia registrou tempo recorde na maior competição estudantil na área de mobilidade automotiva.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":7151,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/08/1001815438-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-7151" /><figcaption class="wp-element-caption">Prova de aceleração
Foto: Gabriele Mendes</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O Formula UFSM estabeleceu um novo marco na história das competições de protótipos de carros ao atingir o menor tempo de aceleração já registrado por uma equipe no Brasil na </span><a href="https://saebrasil.org.br/programas-estudantis/formula-sae-brasil/"><b><i>Fórmula SAE</i></b></a><span style="font-weight: 400"> que ocorreu durante os dias 30/07 a 01/08 em Piracicaba/SP. Ao percorrer 75 metros em apenas 3,706 segundos, o protótipo Ares FU-25, projetado por estudantes da UFSM e </span><a href="https://www.ufsm.br/2025/07/18/formula-ufsm-apresenta-o-prototipo-que-celebra-os-15-anos-da-equipe-automobilistica"><b><i>apresentado ao público recentemente</i></b></a><span style="font-weight: 400">, passa a liderar o ranking continental de desempenho na principal competição acadêmica da modalidade.</span><span style="font-weight: 400"><br></span><span style="font-weight: 400"><br></span><span style="font-weight: 400">O resultado foi validado em ambiente oficial de competição, conforme os critérios técnicos da organização da Fórmula SAE, e posiciona a equipe da UFSM como referência em inovação e alta performance no continente americano. Apenas uma equipe austríaca detém tempo superior a UFSM no cenário mundial. O novo tempo de aceleração pode significar também um recorde continental; entretanto, a informação ainda não foi confirmada pela organização da competição.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><b>A competição</b></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A Fórmula SAE (FSAE) é uma competição internacional de engenharia para estudantes universitários, organizada pela <em>Society of Automotive Engineers (SAE)</em>, que reúne estudantes de engenharia de diversas universidades do mundo. O desafio é projetar, construir e competir com protótipos de carros de corrida, aplicando conhecimentos técnicos, inovação e trabalho em equipe. No Brasil, a Fórmula SAE é reconhecida como a maior competição estudantil na área de mobilidade automotiva.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A prova de aceleração, na qual a equipe UFSM bateu o recorde, avalia o tempo que o veículo leva para percorrer um trecho de 75 metros, medindo sua capacidade de aceleração rápida e desempenho dinâmico. Cada equipe pode fazer duas tomadas com cada um dos dois pilotos inscritos para a prova, totalizando quatro tentativas. A prova demonstra a eficiência do motor, a tração, a aerodinâmica e a leveza do veículo, fatores que influenciam diretamente o desempenho nas pistas.&nbsp;</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><b>Formula UFSM</b></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7150,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/08/1001812283-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-7150" /><figcaption class="wp-element-caption">Edição 21 Fórmula SAE Brasil
Foto: Gabriele Mendes</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O Formula UFSM é uma equipe de competição de protótipos automobilísticos baseada no Centro de Tecnologia (CT) da universidade. Fundado em 2010 sob coordenação do professor Mário Martins, do Departamento de Engenharia Mecânica, e co-orientação dos professores Fernando Bayer, do CTISM, Roberto Hausen, do Departamento de Expressão Gráfica, e Ronaldo Glufke, do Departamento de Desenho Industrial. Ao longo de sua trajetória, a equipe conquistou posições de destaque no cenário nacional. Em 2011, tornou-se a primeira equipe da região Sul a ficar no Top 10 nacional da Fórmula SAE Brasil, alcançando o 8º lugar. Em 2012, foi vice-campeã da competição nacional, o que lhe permitiu representar o Brasil na etapa internacional em Lincoln, nos Estados Unidos.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Formado por estudantes de diferentes cursos da UFSM, o Formula UFSM tem sua sede no Centro de Tecnologia e é responsável por todas as etapas do projeto, desde o planejamento e modelagem até a construção e testes do veículo. A presente conquista é fruto de anos de pesquisa aplicada, inovação tecnológica e trabalho multidisciplinar.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><b>Relato dos participantes</b></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7152,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/08/PHOTO-2025-08-08-15-53-18-1024x682.jpg" alt="" class="wp-image-7152" /><figcaption class="wp-element-caption">Equipe Formula UFSM em Piracicaba/SP
Foto: Gabriele Mendes</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O acadêmico Luiz Coelho, estudante de Engenharia Mecânica e capitão da equipe durante a temporada, ressalta que a conquista é fruto de um esforço coletivo e antigo: “Dá muito orgulho falar que a UFSM tem o carro mais rápido do Brasil. O recorde veio como uma recompensa por todo o trabalho árduo que foi feito durante muitos anos".</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O protótipo Ares foi conduzido nas provas por dois pilotos. Patrick Barcelos, acadêmico de engenharia elétrica e piloto da prova de aceleração, destaca que</span> <span style="font-weight: 400">“Ares foi fruto da integração de todo o pessoal da equipe, todos os subsistemas trabalharam em conjunto. Eu acho que foi o diferencial desse projeto em específico”, “Nosso carro ter sido recordista foi indescritível, foi um espelho do nosso esforço e empenho com o projeto ”, diz Guilherme Moraes, acadêmico de tecnólogo de fabricação mecânica que também foi piloto da prova de aceleração.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Com o recorde nacional, a Universidade Federal de Santa Maria reforça sua posição de destaque na engenharia, evidenciando a excelência da formação técnica e o potencial transformador da pesquisa desenvolvida no ambiente acadêmico.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<p><i><span style="font-weight: 400">Texto por Lia Guerreiro, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Fotos: Gabriela Mendes</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </span></i><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><i><span style="font-weight: 400">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</span></i></a><i><span style="font-weight: 400">!</span></i> <i><span style="font-weight: 400">Siga o CT nas redes sociais: </span></i><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><i><span style="font-weight: 400">Facebook</span></i></a><i><span style="font-weight: 400"> e </span></i><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><i><span style="font-weight: 400">Instagram</span></i></a><i><span style="font-weight: 400">!</span></i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>01/2025 - EDITAL Nº 01/2025 – SELEÇÃO DE BOLSISTA BAE/PRAE LADIPP</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/editais/001-2025-12</link>
				<pubDate>Wed, 23 Jul 2025 14:35:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Engenharia de Produção]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[LADIPP]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?post_type=editais&#038;p=7110</guid>
						<description><![CDATA[<p>O <strong>LADIPP</strong>, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), torna público o presente edital de seleção de bolsista(s) da Bolsa de Assistência ao Estudante – BAE/PRAE, em conformidade com a Resolução UFSM nº 176/2024 e demais normativas institucionais vigentes.</p>
<ol>
<li><strong>DAS VAGAS E DURAÇÃO</strong><br />
1.1. Serão ofertadas duas vagas de bolsa BAE/PRAE para atuação no LADIPP.<br />
1.2. A bolsa tem valor mensal de R$ 400,00 (quatrocentos reais), para jornada de 16 horas semanais.<br />
1.3. A vigência da bolsa será de 04/08/2025 até 11/12/2025, correspondente ao segundo semestre letivo de 2025.<br />
1.4. O edital tem validade até o final do semestre letivo 2025/2 e poderá gerar banco de suplentes para chamadas futuras.</li>
<li><strong>DAS ATIVIDADES</strong><br />
2.1 Os bolsistas desenvolverão atividades presenciais vinculadas ao LADIPP, tais como:<br />
2.1.1 Realizar ensaios com os seguintes equipamentos: projetor de perfil, máquina de medição tridimensional, metroscópio, microscópio ferramenteiro, microscópio universal, relógios comparadores, paquímetros, micrômetros, balanças, pesos padrão, blocos padrão, anel liso cilíndrico, termohigro-barômetro.<br />
2.1.2 Realizar manutenção nos equipamentos listados no item 2.1.1.<br />
2.1.3 Contatar empresas para identificação de necessidades de ensaios e calibrações nos equipamentos listados no item 2.2.1.<br />
2.1.4 Realizar contato com laboratórios para encaminhamento das calibrações dos equipamentos listados no item 2.1.1.<br />
2.1.5 Realizar atividades administrativas como gestão de e-mail, apoio na gestão da equipe e revisão de documentos do Sistema da Qualidade.<br />
2.1.6 Manutenção do Sistema de Gestão da Qualidade do LADIPP de acordo com os requisitos da ABNT NBR ISO/IEC 17025.<br />
2.2 As atividades ocorrerão de segunda a sexta-feira, nos turnos da manhã ou tarde, conforme escala acordada com a chefia da unidade.</li>
<li><strong>DOS REQUISITOS PARA INSCRIÇÃO</strong><br />
3.1 Matrícula ativa em curso de graduação em Engenharia Mecânica ou Engenharia de Produção da UFSM (não será aceito trancamento total);<br />
3.2 Aprovação em no mínimo 50% das disciplinas cursadas no semestre anterior;<br />
3.3 Não possuir vínculo com qualquer outra bolsa remunerada vigente na UFSM;<br />
3.4 Não ter ultrapassado em mais de dois semestres o tempo regular de integralização do curso, descontados trancamentos totais;<br />
3.5 Disponibilidade de 16 horas semanais para atuação presencial;<br />
3.6 Conta-corrente bancária ativa em nome e CPF próprios (não são aceitas contas conjuntas, poupança, conta fácil ou de terceiros);<br />
3.7 Ter dados atualizados no Portal Estudantil da UFSM.</li>
<li><strong>DAS INSCRIÇÕES</strong><br />
4.1 Período: de 25 a 29/07/2025.<br />
4.2 Local: exclusivamente por e-mail, com assunto “EDITAL01/2025 – SELEÇÃO DE BOLSISTA BAE/PRAE LADIPP” para morganapizzolato@ufsm.br.<br />
4.3 Documentos obrigatórios:<br />
4.3.1 Histórico escolar atualizado;<br />
4.3.2 Comprovante de matrícula;<br />
4.3.3 Comprovantes de participação em projetos relacionados as atividades da seção 2.1;<br />
4.3.4 Documentação do BSE (se houver).</li>
<li><strong>DO PROCESSO SELETIVO</strong><br />
5.1 A seleção será composta pelas seguintes etapas, organizadas pela comissão da unidade:<br />
[tabela no edital completo]<br />
5.2 Etapas previstas:<br />
5.2.1 Etapa 1 – Análise documental: eliminatória e classificatória.<br />
5.2.2 Etapa 2 – Entrevista: a ser realizada no dia 30/07/2025, de forma online pela plataforma Googlo Meet, em horário informado aos selecionados por e-mail.<br />
5.3 Critérios de avaliação e pontuação (máximo 10 pontos):<br />
[tabela no edital completo]<br />
5.4 Critérios de desempate:<br />
5.4.1 Ter BSE ativo;<br />
5.4.2 Participação na Brigada de Combate a Incêndio;<br />
5.4.3 Maior idade.</li>
<li><strong>DA DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS E DOS RECURSOS</strong><br />
6.1 Os resultados preliminares de cada etapa e o resultado final serão divulgados:<br />
6.1.1 No site da unidade: https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/editais;<br />
6.1.2 Por e-mail enviado aos candidatos.<br />
6.2 Cronograma:<br />
6.2.1 Resultado da Etapa 1 (documental): 29/07/2025.<br />
6.2.2 Entrevistas: 01/08/2025<br />
6.2.3 Resultado da Etapa 2 (entrevista/prática): 03/08/2025<br />
6.2.4 Resultado final: 03/08/2025<br />
6.3 Recursos:<br />
6.3.1 Os(as) candidatos(as) terão até 24 horas após a publicação dos resultados para interpor recurso, via e-mail: morganapizzolato@ufsm.br.<br />
6.3.2 Os recursos serão analisados em até 24 horas, e o resultado será divulgado pelos mesmos canais.</li>
<li><strong>MONITORAMENTO E ACOMPANHAMENTO</strong><br />
7.1 O(A) bolsista deverá entregar relatório final de atividades no término da vigência, com validação da chefia.<br />
7.2 A renovação dependerá da entrega do relatório e avaliação positiva.<br />
7.3 O não cumprimento das atividades implicará desligamento imediato.</li>
<li><strong>DO DESLIGAMENTO</strong><br />
8.1 O(A) bolsista será desligado(a) nas seguintes situações:<br />
8.1.1 Solicitação formal do(a) bolsista;<br />
8.1.2 Justificativa formal da chefia por desempenho ou conduta;<br />
8.1.3 Descumprimento da carga horária e/ou regras deste edital;<br />
8.1.4 Não entrega do relatório final;<br />
8.1.5 Vinculação a outra bolsa incompatível.</li>
<li><strong>DISPOSIÇÕES FINAIS</strong><br />
9.1 Este edital não gera vínculo empregatício com a UFSM.<br />
9.2 Casos omissos serão resolvidos pela Comissão de Seleção ou pela chefia da unidade.<br />
9.3 Este edital tem validade até o final do semestre letivo vigente (2025/02), podendo gerar cadastro de reserva.<br />
9.4 É obrigatória a leitura completa deste edital por todos(as) os(as) candidatos(as).<br />
9.5 Dúvidas devem ser encaminhadas ao e-mail: morganapizzolato@ufsm.br.</li>
</ol>
<p>Edital completo em: https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/07/Edital-bolsa-BAE-PRAE-LADIPP-202502.pdf</p>
<p>***</p>
<p>R</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O <strong>LADIPP</strong>, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), torna público o presente edital de seleção de bolsista(s) da Bolsa de Assistência ao Estudante – BAE/PRAE, em conformidade com a Resolução UFSM nº 176/2024 e demais normativas institucionais vigentes.</p>
<ol>
<li><strong>DAS VAGAS E DURAÇÃO</strong><br />
1.1. Serão ofertadas duas vagas de bolsa BAE/PRAE para atuação no LADIPP.<br />
1.2. A bolsa tem valor mensal de R$ 400,00 (quatrocentos reais), para jornada de 16 horas semanais.<br />
1.3. A vigência da bolsa será de 04/08/2025 até 11/12/2025, correspondente ao segundo semestre letivo de 2025.<br />
1.4. O edital tem validade até o final do semestre letivo 2025/2 e poderá gerar banco de suplentes para chamadas futuras.</li>
<li><strong>DAS ATIVIDADES</strong><br />
2.1 Os bolsistas desenvolverão atividades presenciais vinculadas ao LADIPP, tais como:<br />
2.1.1 Realizar ensaios com os seguintes equipamentos: projetor de perfil, máquina de medição tridimensional, metroscópio, microscópio ferramenteiro, microscópio universal, relógios comparadores, paquímetros, micrômetros, balanças, pesos padrão, blocos padrão, anel liso cilíndrico, termohigro-barômetro.<br />
2.1.2 Realizar manutenção nos equipamentos listados no item 2.1.1.<br />
2.1.3 Contatar empresas para identificação de necessidades de ensaios e calibrações nos equipamentos listados no item 2.2.1.<br />
2.1.4 Realizar contato com laboratórios para encaminhamento das calibrações dos equipamentos listados no item 2.1.1.<br />
2.1.5 Realizar atividades administrativas como gestão de e-mail, apoio na gestão da equipe e revisão de documentos do Sistema da Qualidade.<br />
2.1.6 Manutenção do Sistema de Gestão da Qualidade do LADIPP de acordo com os requisitos da ABNT NBR ISO/IEC 17025.<br />
2.2 As atividades ocorrerão de segunda a sexta-feira, nos turnos da manhã ou tarde, conforme escala acordada com a chefia da unidade.</li>
<li><strong>DOS REQUISITOS PARA INSCRIÇÃO</strong><br />
3.1 Matrícula ativa em curso de graduação em Engenharia Mecânica ou Engenharia de Produção da UFSM (não será aceito trancamento total);<br />
3.2 Aprovação em no mínimo 50% das disciplinas cursadas no semestre anterior;<br />
3.3 Não possuir vínculo com qualquer outra bolsa remunerada vigente na UFSM;<br />
3.4 Não ter ultrapassado em mais de dois semestres o tempo regular de integralização do curso, descontados trancamentos totais;<br />
3.5 Disponibilidade de 16 horas semanais para atuação presencial;<br />
3.6 Conta-corrente bancária ativa em nome e CPF próprios (não são aceitas contas conjuntas, poupança, conta fácil ou de terceiros);<br />
3.7 Ter dados atualizados no Portal Estudantil da UFSM.</li>
<li><strong>DAS INSCRIÇÕES</strong><br />
4.1 Período: de 25 a 29/07/2025.<br />
4.2 Local: exclusivamente por e-mail, com assunto “EDITAL01/2025 – SELEÇÃO DE BOLSISTA BAE/PRAE LADIPP” para morganapizzolato@ufsm.br.<br />
4.3 Documentos obrigatórios:<br />
4.3.1 Histórico escolar atualizado;<br />
4.3.2 Comprovante de matrícula;<br />
4.3.3 Comprovantes de participação em projetos relacionados as atividades da seção 2.1;<br />
4.3.4 Documentação do BSE (se houver).</li>
<li><strong>DO PROCESSO SELETIVO</strong><br />
5.1 A seleção será composta pelas seguintes etapas, organizadas pela comissão da unidade:<br />
[tabela no edital completo]<br />
5.2 Etapas previstas:<br />
5.2.1 Etapa 1 – Análise documental: eliminatória e classificatória.<br />
5.2.2 Etapa 2 – Entrevista: a ser realizada no dia 30/07/2025, de forma online pela plataforma Googlo Meet, em horário informado aos selecionados por e-mail.<br />
5.3 Critérios de avaliação e pontuação (máximo 10 pontos):<br />
[tabela no edital completo]<br />
5.4 Critérios de desempate:<br />
5.4.1 Ter BSE ativo;<br />
5.4.2 Participação na Brigada de Combate a Incêndio;<br />
5.4.3 Maior idade.</li>
<li><strong>DA DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS E DOS RECURSOS</strong><br />
6.1 Os resultados preliminares de cada etapa e o resultado final serão divulgados:<br />
6.1.1 No site da unidade: https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/editais;<br />
6.1.2 Por e-mail enviado aos candidatos.<br />
6.2 Cronograma:<br />
6.2.1 Resultado da Etapa 1 (documental): 29/07/2025.<br />
6.2.2 Entrevistas: 01/08/2025<br />
6.2.3 Resultado da Etapa 2 (entrevista/prática): 03/08/2025<br />
6.2.4 Resultado final: 03/08/2025<br />
6.3 Recursos:<br />
6.3.1 Os(as) candidatos(as) terão até 24 horas após a publicação dos resultados para interpor recurso, via e-mail: morganapizzolato@ufsm.br.<br />
6.3.2 Os recursos serão analisados em até 24 horas, e o resultado será divulgado pelos mesmos canais.</li>
<li><strong>MONITORAMENTO E ACOMPANHAMENTO</strong><br />
7.1 O(A) bolsista deverá entregar relatório final de atividades no término da vigência, com validação da chefia.<br />
7.2 A renovação dependerá da entrega do relatório e avaliação positiva.<br />
7.3 O não cumprimento das atividades implicará desligamento imediato.</li>
<li><strong>DO DESLIGAMENTO</strong><br />
8.1 O(A) bolsista será desligado(a) nas seguintes situações:<br />
8.1.1 Solicitação formal do(a) bolsista;<br />
8.1.2 Justificativa formal da chefia por desempenho ou conduta;<br />
8.1.3 Descumprimento da carga horária e/ou regras deste edital;<br />
8.1.4 Não entrega do relatório final;<br />
8.1.5 Vinculação a outra bolsa incompatível.</li>
<li><strong>DISPOSIÇÕES FINAIS</strong><br />
9.1 Este edital não gera vínculo empregatício com a UFSM.<br />
9.2 Casos omissos serão resolvidos pela Comissão de Seleção ou pela chefia da unidade.<br />
9.3 Este edital tem validade até o final do semestre letivo vigente (2025/02), podendo gerar cadastro de reserva.<br />
9.4 É obrigatória a leitura completa deste edital por todos(as) os(as) candidatos(as).<br />
9.5 Dúvidas devem ser encaminhadas ao e-mail: morganapizzolato@ufsm.br.</li>
</ol>
<p>Edital completo em: https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/07/Edital-bolsa-BAE-PRAE-LADIPP-202502.pdf</p>
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<p>R</p>
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						<item>
				<title>Fórmula UFSM apresenta protótipo que celebra os 15 anos da equipe automobilística</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/07/18/formula-ufsm-apresenta-o-prototipo-que-celebra-os-15-anos-da-equipe-automobilistica</link>
				<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 21:58:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[desenho industrial]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Produção]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Fabricação Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Fórmula UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[química]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=69871</guid>
						<description><![CDATA[Ares é nome do carro que vai representar a UFSM neste ano na competição Fórmula SAE Brasil]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_69873" align="alignright" width="608"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/07/2025-07-17-formula-ufsm-Paulo-Barauna-22.jpg"><img class=" wp-image-69873" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/07/2025-07-17-formula-ufsm-Paulo-Barauna-22-300x200.jpg" alt="" width="608" height="406" /></a> Em 2025, a Fórmula UFSM retorna às suas cores originais: vermelho e preto[/caption]

Em comemoração ao legado de 15 anos da equipe Fórmula UFSM, foi realizada a apresentação do protótipo FU-2025 na noite da quinta-feira (18), no auditório Wilson Aita, anexo C do Centro de Tecnologia (CT). No evento, a estética do carro foi revelada, bem como o nome do protótipo: Ares. O projeto Fórmula UFSM é uma equipe de competição universitária dedicada ao desenvolvimento de veículos de corrida. Fundado em 2010, o programa incentiva os estudantes a projetar, construir, testar e competir com seus próprios carros.

O protótipo FU-25, o Ares, representará a UFSM na competição <a href="https://saebrasil.org.br/programas-estudantis/formula-sae-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Fórmula SAE Brasil</a>, que neste ano acontece de 30 de julho a 3 de agosto, no Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo (ECPA), em Piracicaba (SP). A competição tem como objetivo oferecer aos estudantes de engenharia a oportunidade de aplicar, na prática, os conhecimentos adquiridos em sala de aula, por meio do desenvolvimento completo de um projeto, exatamente como o Fórmula UFSM desempenha. Em 2024, a equipe de Santa Maria conquistou o <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2024/08/16/formula-ufsm-conquista-4o-lugar-geral-na-20a-fsaeb" target="_blank" rel="noopener">4° lugar geral na competição nacional</a>.

Atualmente, a Fórmula UFSM conta com cerca de 32 integrantes, dos cursos de Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção, Fabricação Mecânica, Jornalismo e Química. O fundador e coordenador do Fórmula UFSM é o professor Mario Martins, e os professores coorientadores são Fernando Bayer, Roberto Hausen e Ronaldo Glufke.

<b>Nome e identidade –</b> Todo ano é feito um processo de <i>naming</i> para decidir como será intitulado o novo protótipo, no qual participam todos os chefes dos subsistemas, junto da diretoria e dos professores. A partir do afunilamento de mais de cem nomes, chegaram a “Ares”, nome do deus grego da guerra.

Coorientador da equipe e professor de Desenho Industrial, Ronaldo Glufke explica como funciona a identidade visual do protótipo. “O carro tem uma cara nova todo ano. Então, tem um nome novo e, a partir de alguns conceitos atribuídos a este nome, se define toda a questão característica visual dentro dos limites formais que o carro assume. Toda essa parte de grafismos, da cor, é muito em função da atribuição simbólica que o nome define.”

[caption id="attachment_69874" align="alignleft" width="560"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/07/2025-07-17-formula-ufsm-Paulo-Barauna-17.jpg"><img class=" wp-image-69874" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/07/2025-07-17-formula-ufsm-Paulo-Barauna-17-300x200.jpg" alt="" width="560" height="374" /></a> O nome Ares (deus grego da guerra) e a identidade visual do carro remetem à ideia de agressividade[/caption]

Uma diferença notória do FU-2025 para os últimos carros foi o retorno da cor vermelha ao protótipo. “Esse ano a equipe voltou a usar as cores vermelho e preto, que são as cores originais do Fórmula UFSM. Os últimos dois carros eram preto e dourado, porque era uma homenagem ao Ayrton Senna. Como são 15 anos, voltamos à identidade original da equipe”, conta Gabriele Mendes. Estudante de Jornalismo e coordenadora de comunicação da equipe, ela foi a responsável pela apresentação do protótipo durante a cerimônia.

<b>Diferenciais –</b> Durante o evento, o diretor técnico e o capitão do Fórmula UFSM, Gabriel Mainardi e Luiz Coelho, respectivamente, explicaram as mudanças e melhorias do protótipo de 2025. De acordo com eles, o objetivo geral da temporada é que o FU-2025 seja o melhor em todas as provas dinâmicas. Ou seja, a ideia é que a cada ano o veículo se torne mais rápido, mais forte e mais leve.

Eles também destacam algumas das inovações do Ares em comparação com os protótipos anteriores: <i>hoops</i> com geometria inclinada; sistema de combustível com regulador interno e linha de alimentação rígida; mangas de eixo e cubos de roda usinados em alumínio; eletroventilador com motor <i>brushless</i>; geometria de suspensão redesenhada e módulo de distribuição de potência.

Entretanto, o grande diferencial do carro da Fórmula UFSM em 2025 foi na parte da validação, que é quando a manufatura do carro está pronta e se aplica o protótipo em testes efetivos. Foram mais de cem dias de validação, marca que há quatro anos não conseguiam replicar. Luiz Coelho comenta a relevância do feito. “É extremamente importante, porque realmente diz se o seu carro é confiável ou não. E quanto mais você consegue validar ele, atrelado a isso vem o refino, melhor <i>setup</i> de suspensão, melhor calibração de motor e melhor refinamento geral do carro”.

[caption id="attachment_69875" align="alignright" width="607"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/07/2025-07-17-formula-ufsm-Paulo-Barauna-16.jpg"><img class=" wp-image-69875" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/07/2025-07-17-formula-ufsm-Paulo-Barauna-16-300x200.jpg" alt="" width="607" height="404" /></a> Professores e alunos integrantes do projeto posam junto ao carro[/caption]

Para 2025, a Fórmula UFSM selou uma parceria com a Base Aérea de Santa Maria (Basm) para realizar as testagens de aceleração e <i>skid</i> <i>pad</i> (prova que avalia a aceleração lateral do protótipo). Lá foi possível definir o <i>setup</i> das provas e aprimorar pilotos. “As acelerações demandam um espaço muito amplo, limpo e seguro para fazer, devido realmente à didática da prova. A aceleração é uma prova em que o carro alcança a maior velocidade possível, e o <i>skid pad</i> é uma prova em que, por ser em uma curva de raio constante, a chance do carro escapar ou sair do percurso é muito grande”, explica Gabriel Mainardi quanto à importância da parceria com Basm.

A Fórmula UFSM inovou ainda ao realizar um fim de semana de validação no Venâncio Kart Club, em Venâncio Aires. Essa parceria possibilitou validações extremas e a testagem do máximo potencial do carro. Foram 127 km rodados em Venâncio Aires, onde também foi concluída a seleção de pilotos. Foram selecionados: Patrick Baelz e Guilherme Moraes (na aceleração); Gabriel Mainardi e João Reschke (no <i>skid pad</i>); Luiz Coelho e Guilherme Moraes (no <i>autocross</i>); Luiz Coelho e Patrick Baelz (no enduro).

<b>Fórmula SAE –</b> Docente do curso de Engenharia Mecânica e fundador da Fórmula UFSM, o professor Mario Martins esclarece que a competição não é apenas uma corrida automobilística. “É um misto de uma corrida, de um congresso, de uma feira de apresentação de produtos industriais. Os alunos têm que apresentar diversos aspectos dos carros e defender do ponto de vista do projeto para o juiz. Além de apresentar o comportamento dinâmico do veículo avaliado em diversas provas práticas, também têm que apresentar em provas que avaliam os aspectos conceituais do projeto e mercadológicos. Têm que conseguir vender o projeto e assim exercitam também habilidades de comunicação e de marketing[...] Os alunos estão lá se mostrando, e alguns saem efetivamente contratados. Porque a indústria está lá, assistindo, vendo, acompanhando os melhores trabalhos.”

<i>Texto: Marina Brignol, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Fotos: Paulo Baraúna, estudante de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Edição: Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM forma equipe para desenvolver carro movido a hidrogênio em projeto pioneiro do Centro de Tecnologia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/07/10/ufsm-forma-equipe-para-desenvolver-carro-movido-a-hidrogenio-em-projeto-pioneiro-do-centro-de-tecnologia</link>
				<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 12:07:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[bombaja]]></category>
		<category><![CDATA[ceesp]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência da Computação]]></category>
		<category><![CDATA[CTISM]]></category>
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		<category><![CDATA[engenharia de telecomunicações]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[GEPOC]]></category>
		<category><![CDATA[IEEE]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7064</guid>
						<description><![CDATA[Nova equipe Bombaja H2 adapta modelo off-road antigo da Bombaja e planeja levar projeto inédito da UFSM à competição nacional em São Paulo]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A UFSM formou uma equipe voltada ao desenvolvimento de um veículo elétrico movido a hidrogênio. Trata-se da equipe Bombaja H2, projeto derivado do <a href="https://www.ufsm.br/projetos/pesquisa/bombaja" target="_blank" rel="noopener"><b><i>Bombaja</i></b></a>, tradicional e premiada equipe de competição de veículos off-road da instituição, e que promove a integração entre ensino, pesquisa e extensão. A nova equipe, formada no CT, busca  adaptar um veículo já existente à propulsão por hidrogênio. O objetivo do projeto é participar da competição nacional da modalidade, a <em><strong><a href="https://saebrasil.org.br/programas-estudantis/h2_challenge/" target="_blank" rel="noopener">SAE H2</a>,</strong></em> prevista para ocorrer de 30 de julho a 3 de agosto, em São Paulo.</p><p>A ideia surgiu no início de 2024, a partir da percepção de que a UFSM ainda não possuía equipes voltadas para a mobilidade elétrica ou para tecnologias de hidrogênio, diferentemente de outras universidades brasileiras. “Decidimos começar pelo hidrogênio, porque as universidades com tradição em inovação já tinham algo nessa área. Pegamos essa ideia e abraçamos a causa de criar uma equipe com esse foco”, explicou Leonardo Felipe dos Santos, do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da UFSM (<em><strong><a href="https://www.ufsm.br/grupos/gedre" target="_blank" rel="noopener">PPGEE</a></strong></em>) e um dos integrantes do projeto.</p><p>O veículo utilizado na adaptação será o BJ-16, um carro antigo do Bombaja. A escolha se baseia em uma exigência da competição, que permite realizar adaptações mínimas em projetos já existentes. Enquanto o Bombaja foca no desempenho estrutural e dinâmico de seus veículos, a equipe Bombaja H2 prioriza o desenvolvimento da tecnologia de propulsão a hidrogênio.</p>		
										<figure>
										<img width="768" height="763" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/07/Image_20250710_094503_088-768x763.jpeg" alt="" />											<figcaption>Veículo BJ-16 do Bombaja será adaptado para propulsão a hidrogênio pelo Bombaja H2</figcaption>
										</figure>
			<h3>Competição recente e tecnologia emergente</h3>		
		<p> A competição SAE H2 teve sua primeira edição presencial em 2022, depois de dois anos de realização no formato online devido à pandemia. Voltada para a pesquisa e inovação, a disputa exige que as equipes desenvolvam sistemas de propulsão a hidrogênio, com critérios que avaliam não apenas o desempenho do veículo, mas também a eficiência energética e o aproveitamento dos recursos. No Brasil, o diferencial da prova é a obrigatoriedade de converter o hidrogênio em eletricidade para alimentar o motor, o que aproxima a competição do contexto industrial nacional.</p><p>“O Brasil é hoje o maior produtor de hidrogênio verde do mundo, com pureza de 99,9%. No entanto, exporta quase toda a produção, e a infraestrutura para uso interno ainda é escassa. Esse tipo de projeto ajuda a preparar profissionais para essa nova demanda do mercado energético”, destacou Leonardo Felipe. </p>		
			<h3>Equipe multidisciplinar e desafios</h3>		
		<p>Atualmente, a Bombaja H2 conta com 14 integrantes, número que deve chegar a 30 nos próximos meses, com a finalização do Processo Seletivo iniciado em junho. A equipe é composta por estudantes de graduação, pós-graduação e ensino técnico. Os cursos de graduação representados são: Ciência da Computação, Engenharia Aeroespacial, Engenharia Ambiental e Sanitária, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica e Engenharia de Telecomunicações. “Abrimos o processo seletivo para o CTISM (Colégio Técnico Industrial de Santa Maria) e houve bastante interesse, principalmente pela proposta de trabalhar com energia limpa e sustentável”, contou Pedro Henrique Santos, discente de Engenharia Mecânica e gerente de marketing da equipe.</p><p>Além das vagas para as áreas técnicas do projeto, como estrutura, suspensão, freios, elétrica, entre outras, também foram abertas oportunidades para a área de gestão, que abrange marketing e setor administrativo. Essas vagas foram destinadas a acadêmicos de todos os cursos da UFSM, com prioridade para os cursos de Comunicação Social e Administração.</p><p>Por enquanto, a Bombaja H2 não possui um espaço próprio. As atividades vêm sendo realizadas em parceria com o Bombaja, na oficina mecânica do CT, além do espaço cedido por laboratórios como o Centro de Excelência em Energia e Sistemas de Potência (<strong><em><a href="https://www.ufsm.br/grupos/ceesp" target="_blank" rel="noopener">CEESP</a></em></strong>), o Grupo de Eletrônica de Potência e Controle (<em><strong><a href="https://www.ufsm.br/grupos/gepoc" target="_blank" rel="noopener">GEPOC</a></strong></em>) e o  Grupo de Estudo e Desenvolvimento de Reatores Eletrônicos (<a href="https://www.ufsm.br/grupos/gedre" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>GEDRE</strong></em></a>). A equipe planeja conseguir um espaço fixo para realizar as pesquisas que possam ser utilizadas a longo prazo.</p>		
			<h3>Extensão e qualificação</h3>		
		<p>Além do desenvolvimento técnico do veículo, o projeto Bombaja H2 prevê a realização de ações de extensão e cursos de capacitação para estudantes e comunidade externa. Estão previstas oficinas sobre softwares de modelagem, como SolidWorks, sobre noções básicas de elétrica predial e minicursos de Matlab e HIL (Hardware-in-the-Loop), ferramentas que permitem simular o comportamento de inversores e sistemas de propulsão antes da montagem física.“Queremos levar o conhecimento de hidrogênio para as escolas, mostrar na prática o que é a engenharia e estimular os jovens a ingressarem na área. Sobram vagas no CT hoje, e isso é preocupante. Esse projeto também serve para divulgar a engenharia e a UFSM”, afirmou Leonardo Felipe.</p>		
			<h3>Expectativa para a competição</h3>		
		<p>Apesar do desejo de levar o carro para a competição ainda neste ano, a equipe enfrentou dificuldades de prazo para inscrição e envio de documentação. “Se tivéssemos começado dois meses antes, seria possível. O prazo para envio dos documentos terminou dia 10 e não conseguimos cumprir”, lamentou Pedro Henrique</p><p>Mesmo assim, os integrantes planejam ir a São Paulo para acompanhar o evento e estabelecer contatos com outras equipes e com a organização da SAE. A participação presencial é considerada estratégica para aprender sobre as exigências da competição e garantir melhores condições para a edição de 2026. “A ideia é pular etapas e chegar com um carro pronto. A SAE fornece a célula de hidrogênio e as baterias, mas o restante pretendemos produzir aqui na UFSM”, comentou Pedro Henrique.</p>		
			<h3>Mobilização e financiamento</h3>		
		<p>O projeto ainda busca financiamento para cobrir os custos de transporte, equipamentos e inscrição. Além do apoio da universidade, a equipe mantém negociações com empresas parceiras e elaborou propostas para entidades como o <em><strong><a href="https://www.ufsm.br/grupos/ieeesb" target="_blank" rel="noopener">IEEE</a></strong></em>, com o objetivo de captar recursos e expandir as atividades de extensão.</p><p>“Nossa preocupação é que os alunos não precisem tirar dinheiro do próprio bolso para participar. Queremos viabilizar tudo por meio de parcerias e recursos externos”, ressaltou Pedro Henrique.</p>		
			<h3>Formalização e perspectivas</h3>		
		<p>Atualmente, a Bombaja H2 está vinculada ao projeto Bombaja, como uma subdivisão. A oficialização como subequipe deve ocorrer em breve, junto ao professor Thompson Lanzanova, do Departamento de Engenharia Mecânica, coordenador do Bombaja e ao docente Jonas Roberto Tibola, do CTISM, orientador do Bombaja H2. A expectativa dos integrantes é consolidar a equipe, desenvolver tecnologia própria para o setor e se tornar referência nacional na área de veículos movidos a hidrogênio.</p>		
		<p><em>Texto por Marina dos Santos, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM. </em></p><p><em>Foto por Bombaja/Divulgação</em></p><p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CTnaReconstrução: na emergência, UFSM virou fábrica de móveis e ponto de arrecadação de utensílios domésticos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/05/15/ctnareconstrucao-na-emergencia-ufsm-virou-fabrica-de-moveis-e-ponto-de-arrecadacao-de-utensilios-domesticos</link>
				<pubDate>Thu, 15 May 2025 15:01:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[crise climática]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
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		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>

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						<description><![CDATA[Durante as enchentes de 2024, projetos do CT auxiliaram a comunidade atingida na reconstrução dos lares]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Você se lembra do que estava fazendo um ano atrás, quando o Rio Grande do Sul enfrentava a maior catástrofe climática desde 1941? As chuvas começaram no dia 27 de abril, ganharam força no dia 29 e assolaram o estado durante todo o mês de maio, em forma de enchentes e deslizamentos de terra. Segundo dados da Agência Gov, as inundações causaram danos em 484 dos 497 municípios gaúchos. O Rio Guaíba atingiu a marca de 5,37 metros acima do nível normal em Porto Alegre — 61 centímetros acima da marca da enchente histórica de 1941. Foram 184 vítimas fatais, além de 806 feridos e 25 pessoas até hoje desaparecidas.

<b>Construção de móveis</b>

[caption id="attachment_69140" align="alignright" width="461"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/9ADCB7E7-9AA6-4DB1-8946-5B65D0561C25.jpg"><img class=" wp-image-69140" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/9ADCB7E7-9AA6-4DB1-8946-5B65D0561C25-225x300.jpg" alt="" width="461" height="615" /></a> O projeto “Móveis Solidários” começou com a produção de rodos, para a limpeza das casas atingidas pelas inundações[/caption]

Foi durante a suspensão das atividades que uma ideia veio ao professor Rene Quispe Rodriguez, do Departamento de Engenharia Mecânica da UFSM. Percebendo a mobilização de pessoas em diferentes cidades e universidades diante dos estragos causados pelas enchentes, o docente viu o exemplo de uma instituição que fabricava rodos para auxiliar na limpeza das casas atingidas e pensou que poderia fazer algo semelhante em Santa Maria. Acreditava que, com os recursos disponíveis, seria possível projetar no computador um modelo de rodo em madeira e contribuir de forma prática com a recuperação das áreas afetadas. A partir dessa ideia, tomou forma o projeto “Móveis Solidários”.

No início, em meio ao caos, o professor relata que foi difícil encontrar apoio imediato. “Pensei: ‘não estou sozinho, vou conversar com meus alunos’”,  foi então que Marina Senhor Sattler, Felipe Augusto Alves e Luis Fernando Mealho, estudantes que haviam realizado a disciplina de Mecânica dos Sólidos com o docente, abraçaram a proposta e começaram a mobilizar outros colegas.

O espaço utilizado para as atividades foi o Laboratório de Tecnologia Mecânica e Aeroespacial (Numae), cedido pelos professores responsáveis pelo local, que dispunha da estrutura necessária para a produção dos rodos e virou ponto de encontro para os voluntários. Embora o laboratório seja voltado principalmente para o trabalho com aço, a equipe percebeu que o espaço poderia ter outra função temporária. “A gente quis aproveitar [<i>o espaço</i>] para fazer alguma coisa por todo mundo”, conta Marina Sattler.

A ideia era produzir os rodos em madeira, por ser mais fácil de manipular do que o aço. A dificuldade inicial, no entanto, foi a escassez de materiais. As primeiras tentativas de conseguir doações foram insuficientes. O professor Rene relata que chegou a negociar com uma madeireira, que ofereceu preços reduzidos, mas a burocracia para formalizar doações ou tramitar a compra tornaria inviável o atendimento à necessidade da população no tempo necessário. “A enchente estava acontecendo, as casas estavam sujas, era uma coisa imediata”, explica. Diante da urgência, Rene decidiu comprar, com recursos próprios, a madeira necessária para dar início ao trabalho. Assim que o material chegou ao Numae, os alunos se mobilizaram para começar a produção. As ferramentas, também precisaram ser improvisadas. Furadeiras, parafusadeiras e lixadeiras vieram das casas dos próprios estudantes e professores.

No decorrer da produção, surgiram novas necessidades. Além das ferramentas de corte e montagem, a equipe percebeu que seria inviável lixar manualmente todos os rodos. A preocupação com a segurança também foi prioridade. “A gente se preocupou para não mandar um rodo todo áspero para a pessoa utilizar e acabar se machucando. Então, lixávamos, passávamos verniz — ficava bonito, mas, principalmente, seguro e mais durável”, conta Felipe Augusto.

[caption id="attachment_69141" align="alignleft" width="541"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/IMG-20240611-WA0001.jpg"><img class=" wp-image-69141" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/IMG-20240611-WA0001-300x225.jpg" alt="" width="541" height="406" /></a> Carros oficiais da UFSM foram utilizados no transporte dos rodos fabricados até comunidades afetadas pelas enchentes[/caption]

Aos poucos, a experiência adquirida na confecção dos rodos permitiu que o grupo aprimorasse o processo. Os primeiros protótipos eram pesados e difíceis de manusear. “No começo ele era muito fraco e muito pesado. A pessoa não conseguiria utilizar com facilidade”, recorda Rene. Aplicando conceitos das aulas, os estudantes e professores ajustaram o modelo, e otimizaram a sua estrutura.

As melhorias incluíram a troca de pregos por parafusos, a redução de peças desnecessárias e o reforço em pontos estratégicos. Três protótipos diferentes foram produzidos até que a equipe chegasse a um modelo resistente, seguro e rápido de fabricar. No total, o grupo produziu 25 rodos, que foram distribuídos para moradores de áreas atingidas. A mobilização, que começou de forma improvisada, mostrou a importância da união e da iniciativa diante de situações de emergência.

<b>Da oficina às mãos de quem precisa</b>

Com os rodos prontos, o grupo precisou definir para onde encaminhar as doações. A prioridade foi atender as localidades mais afetadas, e Nova Palma foi o principal destino. Moradores da cidade entraram em contato diretamente com o professor Rene relatando a situação. “Falaram da necessidade que tinham lá –a cidade tinha sofrido muito. Muita casa suja. Os bombeiros tinham acabado de se mudar de local e estavam com muita demanda”, explica Rene.

Para fazer os rodos chegarem às regiões atingidas, a equipe também enfrentou dificuldades logísticas. Foi quando a mobilização chamou a atenção da direção do Centro de Tecnologia (CT) e da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), que passaram a apoiar formalmente a ação. Com o apoio institucional, o grupo conseguiu acesso a veículos da UFSM para o transporte das doações. Em uma das remessas, dois estudantes, Felipe Augusto e Marcos, organizaram a carga e seguiram com uma caminhonete até Nova Palma.

A situação encontrada na cidade foi de emergência e improviso. Os bombeiros, que haviam perdido o prédio recém-construído e equipamentos novos adquiridos, atuavam provisoriamente em outro espaço. “A gente chegou lá no Corpo de Bombeiros. Haviam recém terminado o prédio, comprado equipamentos novos – barcos, cintos, tudo novo – e perderam tudo”, relata Felipe Augusto. Os rodos foram entregues aos bombeiros, que se encarregaram de distribuir o material às famílias mais afetadas, já que conheciam melhor as áreas que mais precisavam.

<b>Dos rodos às camas</b>

[caption id="attachment_69142" align="alignright" width="560"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/2B52B9D3-940F-4C15-B994-600033C95268.jpg"><img class=" wp-image-69142" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/2B52B9D3-940F-4C15-B994-600033C95268-300x225.jpg" alt="" width="560" height="420" /></a> Após o sucesso com os rodos, o projeto evoluiu para a fabricação de camas[/caption]

Com mais apoio institucional, foi possível o fornecimento de madeira sem burocracia por parte do CT e da PRE. Depois de produzir os rodos, o grupo coordenado pelo professor Rene Quispe Rodriguez decidiu seguir com o trabalho e ampliar a iniciativa.

A ideia de produzir camas surgiu de forma natural, como uma continuidade ao trabalho dos rodos. “Pensamos em outras possibilidades, como estantes ou armários, mas a cama era a prioridade. É a primeira coisa que a pessoa precisa quando perde tudo: um lugar para dormir”, conta Rene. Assim como no projeto anterior, os alunos analisaram diferentes ideias e testaram protótipos até chegar a um modelo viável, seguro e resistente.

A experiência adquirida na produção dos rodos ajudou na adaptação dos materiais disponíveis. O grupo passou a utilizar caibros – peças de madeira no formato retangular – para estruturar os pés das camas, substituindo soluções anteriores menos estáveis. O objetivo foi garantir durabilidade e segurança, considerando que muitas famílias, incluindo crianças, precisariam utilizar os móveis por tempo indefinido.

A iniciativa cresceu rapidamente, com a captação de mais materiais disponíveis para fabricação dos móveis. Os estudantes se organizaram em equipes para otimizar a produção: enquanto alguns acompanhavam os projetos no computador, outros atuavam na montagem, no lixamento e no acabamento das peças. Com o tempo, o espaço do Numae, tradicionalmente voltado para projetos em aço, ganhou uma linha de produção improvisada, incluindo uma serra construída pelos próprios alunos e mesas de corte adaptadas para agilizar o trabalho.

Além da contribuição prática para as comunidades afetadas, a atividade também serviu como oportunidade de integração entre estudantes e professores. “Já éramos amigos, e isso acabou nos aproximando ainda mais. Foi muito gratificante aplicar o que aprendemos em sala de aula em algo que realmente pudesse ajudar a comunidade”, destaca Luis Fernando.

[caption id="attachment_69143" align="alignleft" width="564"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/64D7A5B4-035E-4DCA-9089-9EA1EABB906A.jpg"><img class=" wp-image-69143" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/64D7A5B4-035E-4DCA-9089-9EA1EABB906A-300x169.jpg" alt="" width="564" height="318" /></a> Camas fabricadas foram distribuídas para pessoas que não tinham onde dormir[/caption]

Os estudantes também perceberam na atividade uma oportunidade de colocar em prática os conteúdos vistos em sala de aula. “A gente pode retribuir, fazer o bem e ainda colocar a teoria que a gente vê em aula em prática para ajudar”, comenta Luis Fernando, natural de Rio Pardo, onde também houve estragos pelas inundações. Para Marina, a motivação foi além da sala de aula. “A gente viu de perto todos os efeitos e achou uma ótima maneira de contribuir, de pelo menos tentar ajudar um pouco as pessoas que perderam praticamente tudo”, conta.

<b>Projeto em suspenso</b>

A logística para a entrega ágil das camas, maiores e mais pesadas que os rodos, também exigiu soluções criativas. Apesar do apoio da universidade e da visibilidade na mídia local, o ritmo do processo burocrático ainda dificultava a agilidade nas ações do projeto. Para contornar o problema, o estudante Felipe conseguiu organizar parte das entregas por conta própria. Por meio de contato com o pai de Felipe, a Cooperativa Agrícola Mista Nova Palma (Camnpal) disponibilizou um caminhão para levar as camas até a cidade. O material foi descarregado no quartel dos bombeiros, que novamente ficaram responsáveis pela distribuição às famílias afetadas. “Eles mandaram foto para a gente mostrando que tinha chegado tudo certinho”, lembra Rene.

Mesmo com os desafios superados, a equipe de estudantes e professores da UFSM precisou interromper temporariamente a produção de camas de madeira destinadas às vítimas da enchente na região. “Conseguimos ficar ali por um tempo, falei com os professores e nos autorizaram. Mas depois de alguns dias, com o retorno total das aulas, tivemos que desocupar”, explicou Rene. Segundo o professor, o principal obstáculo para a continuidade do trabalho foi a falta de um espaço adequado. Como o Numae não é um ambiente próprio para trabalho com madeira, o uso do laboratório foi provisório.

A equipe então se transferiu para uma área próxima à Fábrica do CT, mas a estrutura também não estava disponível por muito tempo. “Quando conseguíamos um lugar, a gente seguia o trabalho. Mas foram duas mudanças e, na última, o novo espaço logo entrou em reforma, e tivemos que parar”, relata.

[caption id="attachment_69144" align="alignright" width="542"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/1bdb9ead-31c2-4fc8-848c-be01240b430c.jpg"><img class=" wp-image-69144" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/1bdb9ead-31c2-4fc8-848c-be01240b430c-300x300.jpg" alt="" width="542" height="542" /></a> O projeto “Nossa CAUsa” faz um trocadilho com a palavra “casa” e a sigla do curso de Arquitetura e Urbanismo[/caption]

O professor conta que, apesar das dificuldades logísticas e do caráter emergencial da ação, o projeto poderia ter ido ainda mais longe. “Temos material suficiente para fabricar mais umas 15 camas. Parafusos, madeira, mão de obra – está tudo pronto”. O grupo segue disposto a reativar o projeto e a retomar a produção caso surja uma nova necessidade. “Deus queira que não, mas se acontecer outra emergência, agora a gente está preparado para atender”, afirma Rene.

<b>Arrecadação de utensílios domésticos</b>

Em meio à urgência e à vontade de ajudar, estudantes e professores do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFSM também procuraram soluções criativas. Eles criaram o “Nossa CAUsa”, um projeto que se tornou referência pela mobilização em torno da arrecadação de utensílios domésticos de cozinha para famílias e estudantes afetados pelas enchentes na região de Santa Maria.

O nome, um trocadilho carinhoso com a sigla do curso de Arquitetura e Urbanismo e a palavra causa, surgiu nas primeiras reuniões. “Queríamos um nome que representasse o nosso envolvimento, e que se conectasse com quem acompanha o nosso perfil. ‘Nossa CAUsa’ traduz esse sentimento de pertencimento e cuidado”, conta Anthonio Saraiva, acadêmico e participante ativo da iniciativa. A escolha também dialoga com o histórico do curso, que tradicionalmente se engaja em ações comunitárias e projetos de extensão voltados para o desenvolvimento social e urbano.

<b>Organização rápida e rede de apoio</b>

A primeira reunião do projeto aconteceu no dia 8 de maio, quando os voluntários definiram o funcionamento e a logística de arrecadação, os critérios de composição dos kits, a escolha dos pontos de coleta e a mobilização de parceiros externos. A preocupação, desde o início, foi oferecer não apenas utensílios básicos de cozinha, mas também pequenos gestos de afeto que pudessem transmitir acolhimento, igualmente necessários.

No dia 13 de maio, as doações começaram a ser recebidas no átrio do prédio 9F do campus sede da UFSM, onde fica o curso de Arquitetura e Urbanismo, e em pontos organizados por apoiadores espalhados pela cidade. Segundo a professora Leonora Romano, o átrio se tornou um verdadeiro centro de encontro e solidariedade. “Era bonito ver pessoas chegando com caixas, sacolas, às vezes só com um prato ou uma caneca, mas sempre com a vontade de ajudar. Não importava a quantidade, tudo somava para fazer a diferença”, relembra.

[caption id="attachment_69145" align="alignleft" width="449"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/f61eb756-6551-4907-8e97-0112223e367b.jpg"><img class=" wp-image-69145" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/f61eb756-6551-4907-8e97-0112223e367b-225x300.jpg" alt="" width="449" height="599" /></a> O átrio do prédio da Arquitetura foi transformado em uma central de doações de utensílios domésticos[/caption]

<b>Solidariedade com cultura e identidade</b>

Além dos itens básicos, muitas doações incluíram pequenos detalhes que tornavam os kits mais acolhedores, como jogos de xícaras ou conjuntos de talheres bem conservados. A montagem dos kits seguiu uma linha de produção organizada, com mesas separadas para pratos, copos e talheres, o que garantiu agilidade no processo. “Chegou um momento em que a quantidade era tão grande que precisávamos organizar tudo como se fosse uma fábrica solidária”, brinca Leonora.

Entre os kits montados, alguns continham conjuntos de chimarrão, com cuia, bomba e erva-mate. Os itens típicos da cultura gaúcha se tornaram símbolos da campanha, não apenas pelo valor cultural, mas pela mensagem que carregavam. “O chimarrão tem um valor simbólico muito forte para a gente. Incluir isso nos kits era também uma forma de dizer: você ainda pertence, você ainda faz parte daqui”, destaca Anthonio.

<b>Prioridade às cidades mais atingidas</b>

Os kits foram destinados prioritariamente para famílias e estudantes de municípios da Quarta Colônia, como Silveira Martins, Agudo, Faxinal do Soturno, entre outros da região próxima a Santa Maria. A definição dos destinos foi feita com base em contatos locais e informações de voluntários da UFSM e prefeituras, que apontaram onde havia maior número de famílias carentes de utensílios domésticos.

A distribuição das doações contou com o apoio logístico do Sesc Mesa Brasil, que auxiliou no transporte e na entrega dos kits em comunidades mais distantes e áreas de difícil acesso. Além disso, o Rotary de Santa Maria foi parceiro essencial na triagem de famílias beneficiadas e na organização da entrega em algumas cidades da região. “Era fundamental que nossa ajuda chegasse até lá, porque a logística era difícil e nem sempre as grandes campanhas conseguiam alcançar essas localidades. Sabíamos que nosso papel era justamente chegar onde outros não conseguiam”, explica Leonora.

<i>Texto: Marina dos Santos, estudante de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT</i>

<i>Fotos: Arquivo Subdivisão de Comunicação do CT</i>

<i>Edição: Agência de Notícias</i>]]></content:encoded>
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				<title>#CTnaReconstrução: na emergência, Centro de Tecnologia virou fábrica de móveis e ponto de arrecadação de utensílios domésticos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/05/13/ctnareconstrucao-na-emergencia-centro-de-tecnologia-virou-fabrica-de-moveis-e-ponto-de-arrecadacao-de-utensilios-domesticos</link>
				<pubDate>Tue, 13 May 2025 20:10:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[CAU]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>

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						<description><![CDATA[Na segunda reportagem da série sobre as ações do CT-UFSM nas enchentes do ano passado, relembre dois projetos emergenciais que fizeram a diferença para os atingidos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Você se lembra do que estava fazendo há um ano atrás, quando o Rio Grande do Sul enfrentava a maior catástrofe climática desde 1941? As chuvas começaram no dia 27 de abril, ganharam força no dia 29 e assolaram o estado durante todo o mês de maio, em forma de enchentes e deslizamentos de terra. Segundo dados da Agência Gov, as inundações causaram danos em 484 dos 497 municípios gaúchos. O Rio Guaíba atingiu a marca de 5,37 metros acima do nível normal em Porto Alegre — 61 centímetros acima da marca da enchente histórica de 1941. Foram 184 vítimas fatais, além de 806 feridos e 25 pessoas até hoje desaparecidas. </p><p>Antes do pico registrado na capital gaúcha, Santa Maria foi a cidade com o maior volume de chuva no mundo no dia 1º de maio, com cerca de 214 mm, de acordo com dados do site meteorológico Ogimet. Na UFSM, esse dado já era sentido na véspera: no início da tarde de 30 de abril, diversos locais do campus foram tomados pela água. No mesmo dia, as atividades acadêmicas foram suspensas e só retornaram em 20 de maio, focadas em ações de acolhimento e sem a aplicação de provas e trabalhos.</p><p>A Subdivisão de Comunicação preparou uma série de reportagens intitulada <b>#CTnaReconstrução</b>, na qual você vai relembrar ou conhecer os projetos, servidores e estudantes que atuaram na linha de frente, seja com iniciativas de apoio imediato à população, seja com projetos de recuperação e prevenção a médio e longo prazo de áreas atingidas pela tragédia climática no RS. Na segunda reportagem, destacamos dois projetos emergenciais que fizeram a diferença na reconstrução das casas dos atingidos. </p>		
			<h2>Construção de móveis</h2>		
		<p>Foi durante a suspensão das atividades que uma ideia veio ao professor Rene Quispe Rodriguez, do Departamento de Engenharia Mecânica da UFSM. Percebendo a mobilização de pessoas em diferentes cidades e universidades diante dos estragos causados pelas enchentes, o docente viu o exemplo de uma instituição que fabricava rodos para auxiliar na limpeza das casas atingidas e pensou que poderia fazer algo semelhante em Santa Maria. Acreditava que, com os recursos disponíveis, seria possível projetar no computador um modelo de rodo em madeira e contribuir de forma prática com a recuperação das áreas afetadas. A partir dessa ideia, tomou forma o projeto <b>Móveis Solidários</b>.</p><p>No início, em meio ao caos, o professor relata que foi difícil encontrar apoio imediato. “Pensei: ‘Não estou sozinho, vou conversar com meus alunos’”,  foi então que Marina Senhor Sattler, Felipe Augusto Alves e Luis Fernando Mealho, estudantes que haviam realizado a disciplina de Mecânica dos Sólidos com o docente, abraçaram a proposta e começaram a mobilizar outros colegas.</p><p>O espaço utilizado para as atividades foi o Laboratório de Tecnologia Mecânica e Aeroespacial (Numae), cedido pelos professores responsáveis pelo local, que dispunha da estrutura necessária para a produção dos rodos e virou ponto de encontro para os voluntários. Embora o laboratório seja voltado principalmente para o trabalho com aço, a equipe percebeu que o espaço poderia ter outra função temporária. “A gente quis aproveitar [o espaço] para fazer alguma coisa por todo mundo”, conta Marina Sattler.</p><p>A ideia era produzir os rodos em madeira, por ser mais fácil de manipular do que o aço. A dificuldade inicial, no entanto, foi a escassez de materiais. As primeiras tentativas de conseguir doações foram insuficientes. O professor Rene relata que chegou a negociar com uma madeireira, que ofereceu preços reduzidos, mas a burocracia para formalizar doações ou tramitar a compra tornaria inviável o atendimento à necessidade da população no tempo necessário. “A enchente estava acontecendo, as casas estavam sujas, era uma coisa imediata”, explica. Diante da urgência, Rene decidiu comprar, com recursos próprios, a madeira necessária para dar início ao trabalho. Assim que o material chegou ao Numae, os alunos se mobilizaram para começar a produção. As ferramentas, também precisaram ser improvisadas. Furadeiras, parafusadeiras e lixadeiras vieram das casas dos próprios estudantes e professores. </p><p>No decorrer da produção, surgiram novas necessidades. Além das ferramentas de corte e montagem, a equipe percebeu que seria inviável lixar manualmente todos os rodos. A preocupação com a segurança também foi prioridade. “A gente se preocupou para não mandar um rodo todo áspero para a pessoa utilizar e acabar se machucando. Então, lixávamos, passávamos verniz — ficava bonito, mas, principalmente, seguro e mais durável”, conta Felipe Augusto.</p><p>Aos poucos, a experiência adquirida na confecção dos rodos permitiu que o grupo aprimorasse o processo. Os primeiros protótipos eram pesados e difíceis de manusear. “No começo ele era muito fraco e muito pesado. A pessoa não conseguiria utilizar com facilidade”, recorda Rene. Aplicando conceitos das aulas, os estudantes e professores ajustaram o modelo, e otimizaram a sua estrutura.</p><p>As melhorias incluíram a troca de pregos por parafusos, a redução de peças desnecessárias e o reforço em pontos estratégicos. Três protótipos diferentes foram produzidos até que a equipe chegasse a um modelo resistente, seguro e rápido de fabricar. No total, o grupo produziu 25 rodos, que foram distribuídos para moradores de áreas atingidas. A mobilização, que começou de forma improvisada, mostrou a importância da união e da iniciativa diante de situações de emergência.</p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/04259A53-D044-4C1C-B495-239685C4BC60.jpg" alt="04259A53-D044-4C1C-B495-239685C4BC60" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/318FF2CB-2C39-4B96-83A0-C53CDEB5D357.jpg" alt="318FF2CB-2C39-4B96-83A0-C53CDEB5D357" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/20240719_143015-1024x768.jpg" alt="20240719_143015" /></figure>			
			<h3>Da oficina às mãos de quem precisa</h3>		
		<p>Com os rodos prontos, o grupo precisou definir para onde encaminhar as doações. A prioridade foi atender as localidades mais afetadas, e Nova Palma foi o principal destino. Moradores da cidade entraram em contato diretamente com o professor Rene relatando a situação. “Falaram da necessidade que tinham lá — a cidade tinha sofrido muito. Muita casa suja. Os bombeiros tinham acabado de se mudar de local e estavam com muita demanda”, explica Rene.</p><p>Para fazer os rodos chegarem às regiões atingidas, a equipe também enfrentou dificuldades logísticas. Foi quando a mobilização chamou a atenção da direção do CT e da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), que passaram a apoiar formalmente a ação. Com o apoio institucional, o grupo conseguiu acesso a veículos da UFSM para o transporte das doações. Em uma das remessas, dois estudantes, Felipe Augusto e Marcos, organizaram a carga e seguiram com uma caminhonete até Nova Palma. </p><p>A situação encontrada na cidade foi de emergência e improviso. Os bombeiros, que haviam perdido o prédio recém-construído e equipamentos novos adquiridos, atuavam provisoriamente em outro espaço. “A gente chegou lá no Corpo de Bombeiros. Haviam recém terminado o prédio, comprado equipamentos novos — barcos, cintos, tudo novo — e perderam tudo”, relata Felipe Augusto. Os rodos foram entregues aos bombeiros, que se encarregaram de distribuir o material às famílias mais afetadas, já que conheciam melhor as áreas que mais precisavam.</p>		
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/IMG-20240611-WA0001-2-1024x768.jpg" alt="" />													
			<h3>Dos rodos às camas</h3>		
		<p>Com mais apoio institucional, foi possível o fornecimento de madeira sem burocracia por parte do CT e da PRE. Depois de produzir os rodos, o grupo, coordenado pelo professor Rene Quispe Rodriguez, decidiu seguir com o trabalho e ampliar a iniciativa.  </p><p>A ideia de produzir camas surgiu de forma natural, como uma continuidade ao trabalho dos rodos. “Pensamos em outras possibilidades, como estantes ou armários, mas a cama era a prioridade. É a primeira coisa que a pessoa precisa quando perde tudo: um lugar para dormir”, conta Rene. Assim como no projeto anterior, os alunos analisaram diferentes ideias e testaram protótipos até chegar a um modelo viável, seguro e resistente.</p><p>A experiência adquirida na produção dos rodos ajudou na adaptação dos materiais disponíveis. O grupo passou a utilizar caibros — peças de madeira no formato retangular — para estruturar os pés das camas, substituindo soluções anteriores menos estáveis. O objetivo foi garantir durabilidade e segurança, considerando que muitas famílias, incluindo crianças, precisariam utilizar os móveis por tempo indefinido.</p><p>A iniciativa cresceu rapidamente, com a captação de mais materiais disponíveis para fabricação dos móveis. Os estudantes se organizaram em equipes para otimizar a produção: enquanto alguns acompanhavam os projetos no computador, outros atuavam na montagem, no lixamento e no acabamento das peças. Com o tempo, o espaço do Numae, tradicionalmente voltado para projetos em aço, ganhou uma linha de produção improvisada, incluindo uma serra construída pelos próprios alunos e mesas de corte adaptadas para agilizar o trabalho.</p><p>Além da contribuição prática para as comunidades afetadas, a atividade também serviu como oportunidade de integração entre estudantes e professores. “Já éramos amigos, e isso acabou nos aproximando ainda mais. Foi muito gratificante aplicar o que aprendemos em sala de aula em algo que realmente pudesse ajudar a comunidade”, destaca Luis Fernando.</p><p>Os estudantes também perceberam na atividade uma oportunidade de colocar em prática os conteúdos vistos em sala de aula. “A gente pode retribuir, fazer o bem e ainda colocar a teoria que a gente vê em aula em prática para ajudar”, comenta Luis Fernando, natural de Rio Pardo, onde também houve estragos pelas inundações. Para Marina, a motivação foi além da sala de aula. “A gente viu de perto todos os efeitos e achou uma ótima maneira de contribuir, de pelo menos tentar ajudar um pouco as pessoas que perderam praticamente tudo”, conta.</p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/2B52B9D3-940F-4C15-B994-600033C95268-768x576.jpg" alt="2B52B9D3-940F-4C15-B994-600033C95268" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/6664424B-DDB6-48D6-B5D6-CEB45A28B55A-1-768x576.jpg" alt="6664424B-DDB6-48D6-B5D6-CEB45A28B55A" /></figure>			
			<h3>Projeto em suspenso</h3>		
													<img width="600" height="688" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/C42D5595-7BFA-4D95-8407-E06CA3869EAD-e1747165812173.jpg" alt="" />													
		<p>A logística para a entrega ágil das camas, maiores e mais pesadas que os rodos, também exigiu soluções criativas. Apesar do apoio da universidade e da visibilidade na mídia local, o ritmo do processo burocrático ainda dificultava a agilidade nas ações do projeto. Para contornar o problema, o estudante Felipe conseguiu organizar parte das entregas por conta própria. Por meio de contato com o pai de Felipe, a Campal — cooperativa de Nova Palma — disponibilizou um caminhão para levar as camas até a cidade. O material foi descarregado no quartel dos Bombeiros, que novamente ficaram responsáveis pela distribuição às famílias afetadas. “Eles mandaram foto para a gente mostrando que tinha chegado tudo certinho”, lembra Rene.</p><p>Mesmo com os desafios superados, a equipe de estudantes e professores da UFSM precisou interromper temporariamente a produção de camas de madeira destinadas às vítimas da enchente na região. “Conseguimos ficar ali por um tempo, falei com os professores e nos autorizaram. Mas depois de alguns dias, com o retorno total das aulas, tivemos que desocupar”, explicou Rene. Segundo o professor, o principal obstáculo para a continuidade do trabalho foi a falta de um espaço adequado. Como o Numae não é um ambiente próprio para trabalho com madeira, o uso do laboratório foi provisório.</p><p>A equipe então se transferiu para uma área próxima à Fábrica do CT, mas a estrutura também não estava disponível por muito tempo. “Quando conseguíamos um lugar, a gente seguia o trabalho. Mas foram duas mudanças e, na última, o novo espaço logo entrou em reforma, e tivemos que parar”, relata.</p><p>O professor conta que, apesar das dificuldades logísticas e do caráter emergencial da ação, o projeto poderia ter ido ainda mais longe. “Temos material suficiente para fabricar mais umas 15 camas. Parafusos, madeira, mão de obra — está tudo pronto”. O grupo segue disposto a reativar o projeto e a retomar a produção caso surja uma nova necessidade. “Deus queira que não, mas se acontecer outra emergência, agora a gente está preparado para atender”, afirma Rene.</p>		
			<h2>Arrecadação de utensílios domésticos</h2>		
		<p>Em meio à urgência e à vontade de ajudar, estudantes e professores do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFSM também procuraram soluções criativas. Eles criaram o <b><i>Nossa CAUsa</i></b>, um projeto que se tornou referência pela mobilização em torno da arrecadação de utensílios domésticos de cozinha para famílias e estudantes afetados pelas enchentes na região de Santa Maria.</p><p>O nome, um trocadilho carinhoso com a sigla do curso de Arquitetura e Urbanismo e a palavra causa, surgiu nas primeiras reuniões. “Queríamos um nome que representasse o nosso envolvimento, e que se conectasse com quem acompanha o nosso perfil. <i>Nossa CAUsa</i> traduz esse sentimento de pertencimento e cuidado”, conta Anthonio Saraiva, acadêmico e participante ativo da iniciativa. A escolha também dialoga com o histórico do curso, que tradicionalmente se engaja em ações comunitárias e projetos de extensão voltados para o desenvolvimento social e urbano.</p>		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/1bdb9ead-31c2-4fc8-848c-be01240b430c-1-1024x1024.jpg" alt="" />													
			<h3>Organização rápida e rede de apoio</h3>		
		<p>A primeira reunião do projeto aconteceu no dia 8 de maio, quando os voluntários definiram o funcionamento e a logística de arrecadação, os critérios de composição dos kits, a escolha dos pontos de coleta e a mobilização de parceiros externos. A preocupação, desde o início, foi oferecer não apenas utensílios básicos de cozinha, mas também pequenos gestos de afeto que pudessem transmitir acolhimento, igualmente necessários.</p><p>No dia 13 de maio, as doações começaram a ser recebidas no átrio do prédio 9F do campus sede da UFSM, onde fica o curso de Arquitetura e Urbanismo, e em pontos organizados por apoiadores espalhados pela cidade. Segundo a professora Leonora Romano, o átrio se tornou um verdadeiro centro de encontro e solidariedade. “Era bonito ver pessoas chegando com caixas, sacolas, às vezes só com um prato ou uma caneca, mas sempre com a vontade de ajudar. Não importava a quantidade, tudo somava para fazer a diferença”, relembra.</p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/2401952e-870e-4806-a9b5-9f6802511a6c-1-768x1024.jpg" alt="2401952e-870e-4806-a9b5-9f6802511a6c" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/479ff388-553b-4d27-8ea1-d454244b88d9-1-e1747166636596.jpg" alt="479ff388-553b-4d27-8ea1-d454244b88d9" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/86d55f58-d130-4c71-b591-bc7574a6c4ca-1-768x1026.jpg" alt="86d55f58-d130-4c71-b591-bc7574a6c4ca" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/f61eb756-6551-4907-8e97-0112223e367b-1-768x1024.jpg" alt="f61eb756-6551-4907-8e97-0112223e367b" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/6d9ba826-73a2-4589-96c0-c27dc272b0ff-1-e1747166610354.jpg" alt="6d9ba826-73a2-4589-96c0-c27dc272b0ff" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/09c8ddab-76ea-4090-8f59-c1ad16815045-1-768x1024.jpg" alt="09c8ddab-76ea-4090-8f59-c1ad16815045" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/72b11e72-c2f1-4565-9293-3df701712feb-1-e1747166543271-768x1022.jpg" alt="72b11e72-c2f1-4565-9293-3df701712feb" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/d0c94294-d43e-4940-a0ed-d32cf79a6bf2-1-e1747166568619-768x1027.jpg" alt="d0c94294-d43e-4940-a0ed-d32cf79a6bf2" /></figure>			
			<h3>Solidariedade com cultura e identidade</h3>		
		<p>Além dos itens básicos, muitas doações incluíram pequenos detalhes que tornavam os kits mais acolhedores, como jogos de xícaras ou conjuntos de talheres bem conservados. A montagem dos kits seguiu uma linha de produção organizada, com mesas separadas para pratos, copos e talheres, o que garantiu agilidade no processo. “Chegou um momento em que a quantidade era tão grande que precisávamos organizar tudo como se fosse uma fábrica solidária”, brinca Leonora.</p><p>Entre os kits montados, alguns continham conjuntos de chimarrão, com cuia, bomba e erva-mate. Os itens típicos da cultura gaúcha se tornaram símbolos da campanha, não apenas pelo valor cultural, mas pela mensagem que carregavam. “O chimarrão tem um valor simbólico muito forte para a gente. Incluir isso nos kits era também uma forma de dizer: <i>você ainda pertence, você ainda faz parte daqui</i>”, destaca Anthonio.</p>		
			<h3>Prioridade às cidades mais atingidas</h3>		
		<p>Os kits foram destinados prioritariamente para famílias e estudantes de municípios da Quarta Colônia, como Silveira Martins, Agudo, Faxinal do Soturno, entre outros da região próxima a Santa Maria. A definição dos destinos foi feita com base em contatos locais e informações de voluntários da UFSM e prefeituras, que apontaram onde havia maior número de famílias carentes de utensílios domésticos.</p><p>A distribuição das doações contou com o apoio logístico do Sesc Mesa Brasil, que auxiliou no transporte e na entrega dos kits em comunidades mais distantes e áreas de difícil acesso. Além disso, o Rotary de Santa Maria foi parceiro essencial na triagem de famílias beneficiadas e na organização da entrega em algumas cidades da região. “Era fundamental que nossa ajuda chegasse até lá, porque a logística era difícil e nem sempre as grandes campanhas conseguiam alcançar essas localidades. Sabíamos que nosso papel era justamente chegar onde outros não conseguiam”, explica Leonora.</p>		
													<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/664e591e-10a7-4881-a64e-a5eaf7c5b4dc-1024x576.jpg" alt="" />													
		<p>As ações relatadas acima são exemplos que reforçam o papel social da Universidade pública enquanto espaço de formação técnica e científica mas, acima de tudo, humana. Em momentos de crise, projetos como esses mostram que o conhecimento produzido dentro da academia pode e deve ser colocado a serviço da sociedade.</p><p><i>Esta é a segunda reportagem da série #CTnaReconstrução. A </i><a href="https://ufsm.br/r-375-6604" target="_blank" rel="noopener"><b><i>primeira</i></b></a><i> abordou as principais ações dos grupos e projetos do CT que ampararam Santa Maria e região no auge das inundações. Acompanhe as próximas reportagens ao longo do mês de maio no site do CT!</i></p>		
		<p><em>Texto por Marina dos Santos, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM.</em></p><p><em>Fotos por Móveis Sólidarios e Nossa CAUsa.</em></p><p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>! Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Workshop nesta quarta-feira vai abordar bioinsumos e sistemas agroalimentares sustentáveis</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/04/01/workshop-nesta-quarta-feira-vai-abordar-bioinsumos-e-sistemas-agroalimentares-sustentaveis</link>
				<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 21:37:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Química]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[inovatec]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=68704</guid>
						<description><![CDATA[O evento no Colégio Politécnico contará com a participação de dois convidados internacionais]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-03-28-as-15.13.45_8a62d029.jpg"><img class=" wp-image-68705 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-03-28-as-15.13.45_8a62d029-240x300.jpg" alt="" width="578" height="723" /></a>O auditório do Colégio Politécnico recebe nesta quarta-feira (2) o workshop intitulado Bioinsumos e Desafios para os Sistemas Agroalimentares Sustentáveis no Século 21. Com início às 9h, o evento contará com quatro palestrantes, que vão abordar os seguintes temas:

- “Transições alimentares sustentáveis”, pelo professor Sérgio Schneider, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs);

- “O papel dos bioinsumos na nova bioeconomia”, pelo professor Terry Marsden, da Cardiff University, do País de Gales;

- “Trajetória dos bioinsumos e a transição para sistemas agroalimentares sustentáveis”, pelo pesquisador Frédéric Goulet, do Centre de Coopération Internationale en Recherche Agronomique pour le Développement (Cirad), da França;

- “Produzindo flores e grãos com sustentabilidade de norte a sul do Brasil”, pelo professor Nereu Augusto Streck, do Departamento de Fitotecnia da UFSM.

A coordenação da mesa caberá ao professor Marcio Mazutti, do Departamento de Engenharia Química da UFSM. O workshop é promovido pelo Colégio Politécnico, curso de Agronomia, InovaTec UFSM Parque Tecnológico e pelos programas de pós-graduação em Extensão Rural, Engenharia Química e Engenharia Agrícola, em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM lidera desenvolvimento de motor flex-fuel em parceria com Volkswagen e G2W Sistemas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/02/04/ufsm-lidera-desenvolvimento-de-motor-flex-fuel-em-parceria-com-volkswagen-e-g2w-sistemas</link>
				<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 20:30:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[proinova]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=68216</guid>
						<description><![CDATA[Projeto tem investimento de mais de R$ 2,5 milhões e conta com parceria da Embrapii e de residente no InovaTec UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A UFSM está liderando o projeto “Desenvolvimento de mecanismo de variação de razão de compressão para motores flex-fuel”, uma iniciativa que conta com o apoio financeiro da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) e que tem como objetivo desenvolver o primeiro motor flex-fuel com razão de compressão variável do mundo, capaz de operar de forma otimizada tanto com gasolina quanto com etanol, ou uma mistura de ambos.

O projeto é uma parceria entre a UFSM (através de sua Unidade Embrapii em Energia e Mobilidade), a Volkswagen e a G2W Sistemas, empresa residente no InovaTec UFSM Parque Tecnológico. A universidade será responsável pelo desenvolvimento e projeto dos componentes, com o suporte da Universidade de Heilbronn, na Alemanha. A Volkswagen contribuirá com sua rede de fornecedores e apoio financeiro, enquanto que a G2W Sistemas atuará no desenvolvimento da tecnologia. A participação da Embrapii, por sua vez, ocorrerá no âmbito de seu programa Rota/Mover, com aporte de recursos financeiros não-reembolsáveis que representará, aproximadamente, 50% do valor total do projeto.

Segundo o coordenador do projeto, professor Mario Eduardo Santos Martins, o motor será destinado exclusivamente a automóveis. Ele explica que a proposta busca solucionar uma limitação presente nos motores flex atuais. “Hoje, os motores flex não possuem uma razão de compressão ideal, nem para gasolina, nem para etanol. Nosso objetivo é criar um motor que opere de forma otimizada com qualquer um desses combustíveis ou com uma mistura deles. Trata-se de um projeto pioneiro no mundo, desenvolvido aqui no Brasil.”

Além da inovação tecnológica, a parceria trará benefícios significativos para a UFSM. “Projetos como esse viabilizam o investimento em recursos humanos, permitem a manutenção e o aprimoramento dos laboratórios e formam alunos com alto nível técnico, prontos para atender às demandas do mercado de trabalho”, destaca o professor Mario. Ele também ressalta que, ao longo do projeto, a infraestrutura da UFSM será aprimorada com a aquisição e melhoria de equipamentos.

O próximo passo do projeto consiste em desenvolver os componentes e fabricar protótipos, com o objetivo de apresentar um demonstrador tecnológico ao final do cronograma. “Essa tecnologia tem um potencial enorme de impacto econômico e sustentável. Ela permitirá maior eficiência e economia para o consumidor, além de maximizar a utilização de biocombustíveis, contribuindo para um futuro mais sustentável”, afirma Martins.

<i>Texto: Assessoria de Comunicação da Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM firma parceria para desenvolver motores a etanol para transporte pesado</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/01/24/ufsm-firma-parceria-para-desenvolver-motores-a-etanol-para-transporte-pesado</link>
				<pubDate>Fri, 24 Jan 2025 20:25:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[proinova]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=68175</guid>
						<description><![CDATA[O objetivo é possibilitar que motores a diesel (como os de caminhões) sejam adaptados para o uso do etanol]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A UFSM é uma das instituições parceiras no projeto “Utilização eficiente de etanol em motores médios e pesados: aplicação do método do ponto quente visando substituição completa de óleo diesel”. Coordenado pelo professor Mario Eduardo Santos Martins, do Departamento de Engenharia Mecânica da UFSM, o projeto conta com apoio da Fundação Delfim Mendes Silveira (FDMS) e possui um investimento de mais de R$ 550 mil, através da parceria com as empresas Raízen, Bosch, MWM e Vale, além do Instituto Mauá de Tecnologia.

O principal objetivo do projeto é desenvolver motores para veículos pesados que atualmente utilizam diesel, adaptando-os para operar de maneira eficiente com etanol. “Estamos focados em criar uma solução que utilize o método do ponto quente, permitindo a ignição do etanol em motores originalmente projetados para diesel”, explicou o coordenador da pesquisa.

Segundo Martins, a iniciativa traz benefícios significativos, como a descarbonização do transporte pesado, a redução da dependência de importação de derivados de petróleo e a valorização do etanol, um biocombustível renovável amplamente disponível no Brasil. “O transporte pesado é um dos grandes emissores de carbono. Substituir o diesel pelo etanol é um passo importante para reduzir as emissões e melhorar a qualidade de vida”, destacou o professor.

A UFSM será responsável pelo desenvolvimento de componentes e testes no projeto, enquanto as empresas parceiras contribuirão de acordo com suas áreas de especialidade. Além disso, o projeto representa uma oportunidade para a universidade aprimorar sua infraestrutura e capacitar alunos em projetos de alta tecnologia.

O resultado esperado ao final da pesquisa, de acordo com o coordenador, é o desenvolvimento de um motor demonstrador, capaz de funcionar eficientemente com etanol, eliminando a necessidade do diesel. “Essa tecnologia tem o potencial de transformar o transporte pesado no Brasil, promovendo uma mudança ambiental e econômica significativa”, concluiu Martins.

<i>Texto</i><i>: </i><i>Assessoria de Comunicação da</i><i> </i><i>Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Engenharia Mecânica tem melhor índice de participação em Avaliação Ensino-Aprendizagem</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2024/12/16/engenharia-mecanica-tem-melhor-indice-de-participacao-em-avaliacao-ensino-aprendizagem</link>
				<pubDate>Mon, 16 Dec 2024 15:48:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Avaliação]]></category>
		<category><![CDATA[CSA]]></category>
		<category><![CDATA[CSA-CT]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=6088</guid>
						<description><![CDATA[Participação dos estudantes na avaliação é fundamental para melhoria da Universidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p data-pm-slice="1 1 []">A cada final de semestre, não são apenas os professores que avaliam seus alunos nas disciplinas: os estudantes também têm a oportunidade de avaliar os docentes da universidade, de forma anônima e institucional. Trata-se da <em><strong><a href="https://portal.ufsm.br/estudantil/avaliacaoensinoaprendizagem/index.html" target="_blank" rel="noopener">Avaliação Ensino-Aprendizagem</a></strong></em>, principal instrumento de feedback discente. Neste ano, o curso de Engenharia Mecânica do CT se destacou e foi reconhecido pela Direção da Unidade e pela <a href="https://www.ufsm.br/reitoria/avaliacao/csact" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>Comissão Setorial de Avaliação</strong></em></a> em virtude do excelente índice de participação dos estudantes.</p>
<p data-pm-slice="1 1 []">Na pesquisa de Avaliação Ensino Aprendizagem referente ao primeiro semestre de 2024, enquanto a média de participação do CT foi de 48,70%, o curso de Engenharia Mecânica atingiu a marca de 67,20%. A Direção do CT e a CSA-CT reconhecem o esforço do professor Cesar Gabriel dos Santos, coordenador do curso, em divulgar a avaliação junto aos alunos do curso.</p>
<p data-pm-slice="1 1 []">A coleta de avaliações ocorreu no início do segundo semestre de 2024, referente às disciplinas do primeiro semestre deste ano, por meio do Portal Estudantil da UFSM e do aplicativo UFSM Digital. A Direção do Centro de Tecnologia também entregou certificados para os <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2024/12/11/comissao-setorial-de-avaliacao-e-direcao-do-centro-de-tecnologia-reconhecem-docentes-mais-bem-avaliados" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>docentes mais bem avaliados (confira a matéria clicando aqui)</strong></em></a>.</p>


[caption id="attachment_6089" align="aligncenter" width="768"]<img class="size-large wp-image-6089" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/12/CESAR_GABRIEL_DOS_SANTOS-768x1024.jpg" alt="" width="768" height="1024" /> Professor Cesar recebe certificado de reconhecimento da Direção do CT e da CSA-CT[/caption]
<p data-pm-slice="1 1 []"><strong>Avaliação Ensino-Aprendizagem</strong></p>
<p data-pm-slice="1 1 []">A pesquisa de Avaliação do Processo de Ensino-Aprendizagem é disponibilizada semestralmente aos alunos de todos os níveis de ensino ao final do período letivo correspondente. Esse processo avaliativo teve início em 2016, com o nome Avaliação do Docente pelo Discente, uma vez que, àquela época, os docentes eram os sujeitos da avaliação. Esse modelo seguiu até o segundo semestre de 2019, sendo substituído em 2020 e 2021 pela avaliação do REDE, formulada com o objetivo de apurar a percepção dos docentes e discentes sobre o processo de ensino e aprendizagem durante o período da pandemia.</p>
<p data-pm-slice="1 1 []">Instituído no primeiro semestre de 2022, o instrumento adotado atualmente foi construído por um grupo de trabalho formado por pesquisadores, analistas da Instituição e membros da CPA, tomando por base estudos estatísticos de pesquisadores do Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH). O modelo atual avalia apenas três itens: a atuação docente, as estratégias de ensino e o conteúdo das disciplinas. Além disso, os respondentes também contam com um espaço para comentários.</p>
A pesquisa referente ao segundo semestre de 2024 já está disponível no <em><strong><a href="https://portal.ufsm.br/estudantil/index.html" target="_blank" rel="noopener">Portal Estudantil</a></strong></em>. Participe!

<hr />

<i>Com informações da Comissão Setorial de Avaliação do CT-UFSM e edição da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</i>

<em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em>

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													</item>
						<item>
				<title>UFSM assina acordo com a chinesa GAC Motors para desenvolver motores híbridos flex</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/12/11/ufsm-assina-acordo-com-a-chinesa-gac-motors-para-desenvolver-motores-hibridos-flex</link>
				<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 12:46:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[GAC Motors]]></category>
		<category><![CDATA[GPMOT]]></category>
		<category><![CDATA[motores híbridos flex]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=67916</guid>
						<description><![CDATA[Protocolo de intenções com três universidades públicas brasileiras foi assinado na semana passada]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div id="m_-9104700172347023520gmail-chunk-efh08">
<div>
[caption id="attachment_67918" align="alignright" width="548"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-11-at-07.27.37.jpeg"><img class="wp-image-67918" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-11-at-07.27.37-e1733919470483.jpeg" alt="foto colorida horizontal de dois homens de terno escuro, um deles, oriental, entrega para outro um objeto predominantemente vermelho, ao fundo um grande telão com logos da GAC e da UFSM" width="548" height="386" /></a> Representante da GAC Motors e Eduardo Rizzatti, da UFSM[/caption]
<p>A fabricante chinesa GAC Motors anunciou na semana passada um contrato de cooperação técnica com três universidades públicas brasileiras, sendo uma delas a UFSM, para pesquisa e desenvolvimento dos motores flex e híbridos flex de seus carros. O contrato de colaboração foi assinado entre Wei Haigang, presidente da GAC Internacional, divisão da montadora para mercados fora da China, o representante do Gabinete do Reitor da UFSM, professor Eduardo Rizzatti, e representantes da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p>
</div>
</div>
<div>
<div id="m_-9104700172347023520gmail-chunk-526sa">
<div id="m_-9104700172347023520gmail-chunk-75cq2">
<p>A parceria envolve investimento de R$ 120 milhões para as universidades, com foco em engenharia elétrica e mecânica. Pesquisadores da UFSM, UFSC e Unicamp atuarão no desenvolvimento de veículos, motores, autopeças e componentes para a futura produção nacional de motores flex e híbridos flex pela chinesa no Brasil. </p>
<div id="m_-9104700172347023520gmail-chunk-230g8">
<div>
<p>As universidades também vão coordenar projetos de ensino, pesquisa e extensão com incentivos técnicos e financeiros da GAC Motors. As parcerias incluem a promoção de estágios para estudantes e profissionais entre China e Brasil, além de programas de capacitação conjunta. A cooperação entre GAC Motors e as universidades acontecerá ao longo de cinco anos, prazo que pode ser renovado. </p>
<h3>Participação do GPMOT/CT</h3>
</div>
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<div id="m_-9104700172347023520gmail-chunk-6tq19">
<div id="m_-9104700172347023520gmail-chunk-akmld">
<div>
<p>A aproximação com a GAC Motors para a assinatura do acordo foi intermediada pelo professor Amir Oliveira Jr., da UFSC, que estendeu o convite à equipe do Grupo de Pesquisa em Motores, Combustíveis e Emissões (GPMOT), do Centro de Tecnologia (CT), devido à experiência e relevância do grupo no trabalho com motores.</p>
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<div id="m_-9104700172347023520gmail-chunk-92i0m">
<p>Segundo o professor Mario Martins, do Departamento de Engenharia Mecânica, por enquanto, há apenas o protocolo de intenções assinado. Está em discussão outro contrato, pois há o interesse que a equipe do CT-UFSM atue nos ensaios laboratoriais dos motores a combustão da GAC, dando suporte no desenvolvimento e na calibração dos motores, além de fornecer treinamentos especializados. Juntamente com a UFSC, a UFSM prestaria apoio às ações de homologação e demais necessidades de conformidade para a entrada dos produtos da GAC no mercado brasileiro.</p>
[caption id="attachment_67920" align="alignleft" width="546"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-11-at-07.27.36-e1733919656943.jpeg"><img class="wp-image-67920" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-11-at-07.27.36-e1733919656943.jpeg" alt="foto colorida horizontal de um grupo de homens e uma mulher, todos de terno escuro, lado a lado em um ambiente bem iluminado" width="546" height="368" /></a> Rizzatti e Mario (ao centro) representaram a UFSM na assinatura do protocolo de intenções[/caption]
<p>O cronograma de trabalho já está em discussão e deverá ser confirmado assim que for assinado o novo contrato, nas próximas semanas. Como as necessidades da empresa chinesa são urgentes, conforme Mario, o início deverá ser já nos primeiros meses de 2025.</p>
<p>"A parceria firmada com a GAC Motor é de grande relevância estratégica para a UFSM e para a cidade, tanto do ponto de vista acadêmico quanto industrial. Este acordo fortalece a posição da Universidade como centro de excelência em pesquisa e desenvolvimento, especialmente em áreas como motores flex e híbridos. Além disso, representa uma oportunidade única para integrar o conhecimento técnico e científico brasileiro com o de uma das maiores montadoras chinesas, promovendo transferência de tecnologia, capacitação de profissionais e ampliação do impacto global da pesquisa nacional. A parceria é de suma importância e poderá vir a ser o início de um relacionamento de longo prazo", destaca Mario.</p>
<h3>GAC Motors no Brasil</h3>
<p>A fabricação pela GAC Motors no Brasil deverá ter início em 2026, atendendo também o mercado de outros países latino-americanos. No total, a empresa anunciou um pacote de investimento de R$ 6 bilhões para o país, incluindo os valores a serem destinados para as três universidades.</p>
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<p>Nova no mercado nacional, a GAC Motors (Guangzhou Automobile Group Motor) é a quinta maior fabricante de carros da China, onde a companhia atua desde 1955. <span style="font-size: revert;color: initial">Naquele país, o grupo comercializou 2,52 milhões de carros apenas em 2023, e conta com 110 mil funcionários. Os planos da montadora envolvem alcançar 4,75 milhões de veículos comercializados e somar lucro de cerca de US$ 137 bilhões até 2030.</span></p>
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<p><em>Com informações do portal G1</em></p>
<p><em>Fotos: Arquivo pessoal<br /></em></p>
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				<title>UFSM firma parceria com a GAC Motors para pesquisa e desenvolvimento com motores híbridos flex</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/12/06/ufsm-firma-parceria-com-a-gac-motors-para-pesquisa-e-desenvolvimento-com-motores-hibridos-flex</link>
				<pubDate>Fri, 06 Dec 2024 18:20:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=67875</guid>
						<description><![CDATA[Cooperação técnica de R$ 120 milhões com montadora chinesa prevê a transferência de conhecimento técnico e científico e capacitação de profissionais brasileiros]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A UFSM, junto com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), firmou na quinta-feira (5) um protocolo de intenções para acordo de cooperação técnica com a fabricante chinesa GAC Motors, para realizar pesquisa e desenvolvimento dos motores flex e híbridos flex de seus carros. O acordo prevê a transferência de conhecimento técnico e científico e capacitação de profissionais brasileiros.</p>
<p>Fundada em 1955 e incorporada em 1997, a GAC Motors – sigla para Guangzhou Automobile Group – é a quinta maior fabricante de carros chinesa, atuando no mercado com veículos próprios e também como produtora para as japonesas Mitsubishi, Honda e Toyota. A GAC Motors já atua em 39 países e deve entrar no mercado brasileiro no primeiro trimestre de 2025 com quatro a seis modelos de veículos, dentre eles os modelos elétricos Aion. A empresa anunciou pacote de investimentos de R$ 6 bilhões para fabricar carros no Brasil e desenvolver pesquisas com biocombustíveis, combustíveis de baixa emissão de carbono e formas alternativas de propulsão.</p>
[caption id="attachment_67876" align="alignright" width="630"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/12/GAC-Aion-Y-Plus-1024x686-divulgacao-GAC.jpg"><img class=" wp-image-67876" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/12/GAC-Aion-Y-Plus-1024x686-divulgacao-GAC-300x201.jpg" alt="" width="630" height="422" /></a> Veículo elétrico GAC do modelo Aion Y (foto: divulgação)[/caption]
<p>A partir de 2026, a montadora chinesa deve contar com uma fábrica de motores funcionando no Brasil, para atender à demanda nacional e de outros países da região – a empresa busca por uma estrutura fabril já existente que possa ser adaptada. Com esse aporte e a unidade fabril em solo brasileiro, a montadora estará próxima da capacidade de desenvolvimento de motores e carros que tem na China. Seu objetivo, a longo prazo, é ser a primeira montadora chinesa com uma linha completa de carros elétricos, híbridos e à combustão no Brasil, além de um centro de pesquisa e desenvolvimento.</p>
<p>O acordo de cooperação técnica para pesquisa e desenvolvimento dos motores terá duração de cinco anos e envolve investimento total de R$ 120 milhões para as três universidades. O protocolo de intenções foi assinado nesta quinta-feira, em São Paulo, com a presença do professor Eduardo Rizzatti, representante da UFSM; Alex Zhou, CEO da GAC Brasil; e Wei Haigang, presidente da GAC Internacional, divisão da montadora para mercados fora da China.</p>
<p>Os pesquisadores do Centro de Tecnologia (CT) da UFSM diretamente envolvidos no projeto são os docentes Mario Martins (coordenador) e Thompson Lanzanova, do Departamento de Engenharia Mecânica, e o professor Roberto Hausen, do Departamento de Expressão Gráfica. Eles trabalharão, em conjunto com os estudantes, no assessoramento e desenvolvimento de autopeças e componentes para a produção nacional de veículos com motores flex e híbridos flex. Além disso, os docentes vão coordenar projetos de ensino, pesquisa e extensão com incentivos técnicos e financeiros da GAC Motors. As parcerias incluem a promoção de estágios para estudantes e profissionais entre China e Brasil, além de programas de capacitação conjunta.</p>
<p>Na prática, a equipe do CT da UFSM vai atuar nos ensaios laboratoriais dos motores a combustão da GAC, dando suporte no desenvolvimento e na calibração dos motores, além de fornecer treinamentos especializados. Juntamente com a UFSC, a UFSM vai prestar apoio às ações de homologação e demais necessidades de conformidade para a entrada dos produtos da GAC no mercado brasileiro.</p>
<p>A aproximação com a empresa para a assinatura do acordo foi intermediada pelo professor Amir Oliveira Jr., do Laboratório de Combustão e Ciências Térmicas da UFSC. Ele estendeu o convite à equipe do Grupo de Pesquisa em Motores, Combustíveis e Emissões (GPMot) da UFSM, em função da experiência e relevância do grupo no trabalho com motores. Com mais essa parceria, o CT reforça sua posição de referência regional em assuntos de mobilidade elétrica.</p>
<p><i>Texto: Subdivisão de Comunicação do CT, com informações do G1 e Veja</i></p>

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				<title>UFSM firma parceria com GAC Motors para pesquisa e desenvolvimento com motores híbridos flex</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2024/12/06/ufsm-firma-parceria-com-gac-motors-para-testes-com-motores-hibridos-flex</link>
				<pubDate>Fri, 06 Dec 2024 16:35:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[#acordo]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Expressão Gráfica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[GAC Motors]]></category>
		<category><![CDATA[GPMOT]]></category>

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						<description><![CDATA[Cooperação técnica de R$ 120 milhões com montadora chinesa prevê a transferência de conhecimento técnico e científico e capacitação de profissionais brasileiros ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A UFSM, junto com a UFSC e a Unicamp, firmou nesta quinta-feira (05/12) um protocolo de intenções para acordo de cooperação técnica com a fabricante chinesa GAC Motors para realizar pesquisa e desenvolvimento dos motores flex e híbridos flex de seus carros. O acordo de prevê a transferência de conhecimento técnico e científico e capacitação de profissionais brasileiros.</p>
<p>Fundada em 1955 e incorporada em 1997, a GAC Motors - sigla para Guangzhou Automobile Group - é a quinta maior fabricante de carros chinesa, atuando no mercado com veículos próprios e também como produtora para as japonesas Mitsubishi, Honda e Toyota. A GAC Motors já atua em 39 países e deve entrar no mercado brasileiro no primeiro trimestre de 2025 com quatro a seis modelos de veículos, dentre eles os modelos elétricos Aion. A empresa anunciou pacote de investimentos de R$ 6 bilhões para fabricar carros no Brasil e desenvolver pesquisas com biocombustíveis, combustíveis de baixa emissão de carbono e formas alternativas de propulsão. A partir de 2026, a montadora chinesa deve contar com uma fábrica de motores funcionando no Brasil, para atender à demanda nacional e de outros países da região - a empresa busca por uma estrutura fabril já existente que possa ser adaptada. Com esse aporte e a unidade fabril em solo brasileiro, a montadora estará próxima da capacidade de desenvolvimento de motores e carros que tem na China. Seu objetivo, a longo prazo, é ser a primeira montadora chinesa com uma linha completa de carros elétricos, híbridos e à combustão no Brasil, além de um centro de pesquisa e desenvolvimento. </p>
[caption id="attachment_6030" align="aligncenter" width="1024"]<img class="size-full wp-image-6030" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/12/GAC-Aion-Y-Plus-1024x686-divulgacao-GAC.jpg" alt="" width="1024" height="686" /> Veículo elétrico GAC do modelo Aion Y (divulgação)[/caption]
<p> O acordo de cooperação técnica para pesquisa e desenvolvimento dos motores terá duração de cinco anos e envolve investimento total de R$ 120 milhões para as três universidades. O protocolo de intenções foi assinado nesta quinta-feira, em São Paulo, com a presença do professor Eduardo Rizzatti, representante da UFSM; Alex Zhou, CEO da GAC Brasil; e Wei Haigang, presidente da GAC Internacional, divisão da montadora para mercados fora da China.</p>
<p>Os pesquisadores do Centro de Tecnologia da UFSM diretamente envolvidos no projeto são os docentes Mario Martins (coordenador) e Thompson Lanzanova, do Departamento de Engenharia Mecânica, e o professor Roberto Hausen, do Departamento de Expressão Gráfica. Eles trabalharão, em conjunto com os estudantes, no assessoramento e desenvolvimento de autopeças e componentes para a produção nacional de veículos com motores flex e híbridos flex. Além disso, os docentes vão coordenar projetos de ensino, pesquisa e extensão com incentivos técnicos e financeiros da GAC Motors. As parcerias incluem a promoção de estágios para estudantes e profissionais entre China e Brasil, além de programas de capacitação conjunta.</p>
<p>Na prática, a equipe do CT-UFSM vai atuar nos ensaios laboratoriais dos motores a combustão da GAC, dando suporte no desenvolvimento e na calibração dos motores, além de fornecer treinamentos especializados. Juntamente com a UFSC, a UFSM vai prestar apoio às ações de homologação e demais necessidades de conformidade para a entrada dos produtos da GAC no mercado brasileiro. </p>
<p>A aproximação com a empresa para a assinatura do acordo foi intermediada pelo professor Amir Oliveira Jr. do Laboratório de Combustão e Ciências Térmicas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Ele estendeu o convite à equipe do <em><strong><a href="https://www.ufsm.br/grupos/gpmot" target="_blank" rel="noopener">Grupo de Pesquisa em Motores, Combustíveis e Emissões (GPMOT)</a></strong></em>, em função da experiência e relevância do grupo no trabalho com motores. </p>
<p>Com mais essa parceria, o Centro de Tecnologia reforça sua posição de referência regional em assuntos de mobilidade elétrica. As pesquisas e projetos práticos envolvendo veículos elétricos do CT ganham destaque na mídia. <em><strong><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/category/mobilidade-eletrica" target="_blank" rel="noopener">Confira aqui</a></strong></em> outras matérias sobre o tema!</p>
[caption id="attachment_6031" align="alignleft" width="1024"]<img class="wp-image-6031 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-06-at-09.50.41-1024x768.jpeg" alt="" width="1024" height="768" /> Representantes da UFSM, Unicamp, UFSC e GAC Motor durante a assinatura do protocolo de intenções[/caption]

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<hr />
<p><em>Texto por Subdivisão de Comunicação do CT-UFSM, com informações do professor Mario Martins, G1 e Veja.</em></p>
<p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM inicia projeto de quase R$ 1 milhão para avaliar e aprimorar órteses e próteses</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/11/19/ufsm-inicia-projeto-de-quase-r-1-milhao-para-avaliar-e-aprimorar-orteses-e-proteses</link>
				<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 19:07:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Fisioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[proinova]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=67663</guid>
						<description><![CDATA[O projeto de pesquisa multidisciplinar engloba as áreas de engenharia mecânica, engenharia elétrica, fisioterapia e ortopedia]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A UFSM deu início ao projeto de pesquisa “Avaliação da performance de órteses e próteses”, em parceria com a empresa Ortopedia Campones Ltda. e com apoio da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul. O projeto, com orçamento de quase R$ 1 milhão, tem como objetivo avaliar o desempenho desses dispositivos mecânicos utilizados por pessoas com limitações físicas, visando melhorar a qualidade de vida dos usuários.

“O primeiro ponto é a questão de auxiliar as pessoas”, explica o coordenador do projeto, Luís Fernando Nicolini, do Departamento de Engenharia Mecânica da UFSM. Ele destacou que muitas pessoas não recebem a reabilitação adequada, seja pela falta de dispositivos no mercado, falta de tecnologia ou pelo custo elevado. “Nossa proposta é ir além do desenvolvimento, testando se esses dispositivos atendem aos requisitos de usuário, tais como estabilidade, mobilidade, durabilidade, bem como a capacidade de se adaptar às suas características biomecânicas”, afirmou o pesquisador.

Nicolini ressaltou que a parceria entre a UFSM e a Ortopedia Campones Ltda. permite à universidade contar com <i>know-how</i> especializado, fundamental para o avanço da pesquisa. “Se trata de uma proposta multidisciplinar e que engloba as áreas de engenharia mecânica, engenharia elétrica, fisioterapia e ortopedia. Adicionalmente, precisamos de conhecimento de mercado e experiência com usuários de órteses e próteses, o que é fornecido pela empresa.”

Além do <i>k</i><i>now-</i><i>h</i><i>ow</i>, o coordenador também destacou outros benefícios da parceria com a empresa. De acordo com ele, a estrutura do laboratório utilizado para a pesquisa foi ampliada, incluindo a aquisição de uma máquina de ensaios mecânicos, importada da Alemanha, no valor de R$ 540 mil. Nicolini afirmou que, com a aquisição da máquina, será possível testar as órteses e as próteses e avaliar o seu desempenho mecânico, o que é um passo fundamental para o desenvolvimento destes dispositivos. “Foi possível adaptar e reduzir o custo de aquisição da máquina de ensaios mecânicos devido ao <i>know-how</i> da equipe e das parcerias internacionais com laboratórios na Alemanha”, revela o coordenador.

Ao final do projeto, a expectativa é de não apenas aprimorar as órteses e próteses disponíveis, mas também fortalecer a cooperação da UFSM com a indústria, abrindo o laboratório para novos testes de segurança e durabilidade de dispositivos. O coordenador concluiu explicando sua vontade de trazer esses dispositivos para um patamar com alto nível de evidência em relação a sua eficácia e eficiência em desempenhar suas funcionalidades e, consequentemente, melhorar a vida dos usuários de órteses e próteses.

<i>Texto: Assessoria de Comunicação da Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo</i>]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>UFSM terá estande em feira de mobilidade elétrica e energias renováveis em Caxias do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/10/30/ufsm-tera-estande-em-feira-de-mobilidade-eletrica-e-energias-renovaveis-em-caxias-do-sul</link>
				<pubDate>Wed, 30 Oct 2024 21:47:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[inovatec]]></category>
		<category><![CDATA[INRI]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[proinova]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=67463</guid>
						<description><![CDATA[A 2ª EletricMove é voltada para empresas com produtos e serviços destinados à mobilidade elétrica]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  De 7 a 10 de novembro, ocorre em Caxias do Sul a <a href="https://eletricmovebrasil.com.br/" target="_blank" rel="noopener">2ª EletricMove – Feira de Veículos, Mobilidade Elétrica e Energias Renováveis</a>. O evento acontece no Parque de Eventos da Festa da Uva, em uma promoção da Associação Serrana das Empresas de Reparação Veicular (Aserv) e da empresa FluxoSolar. Neste ano, a UFSM terá um estande próprio na feira, em uma organização que envolve as pró-reitorias de Inovação e Empreendedorismo (Proinova) e de Extensão (PRE), o Inovatec Parque Tecnológico, o Centro de Tecnologia (CT) e o Instituto de Redes Inteligentes (Inri). Além disso, a professora Luciane Neves, do Departamento de Eletromecânica e Sistemas de Potência da UFSM, vai participar do painel intitulado “O papel das universidades no desenvolvimento de tecnologias para mobilidade e descarbonização”. O painel está marcado para o dia 7, às 16h15min.

Com uma programação constituída por painéis, palestras e apresentação de <i>cases</i> de sucesso, a feira é voltada para empresas com produtos ou serviços destinados à mobilidade elétrica, como: componentes e sistema elétrico; tecnologias de baterias e armazenamento de energia; equipamentos de recarga e estações de carregamento; inovações em design e materiais para veículos elétricos; sistemas de comunicação e segurança para mobilidade inteligente; soluções de sustentabilidade. No estande da UFSM, será apresentado o potencial da universidade nas áreas temáticas do evento, e haverá ainda uma área dedicada a reuniões com o público.

<i>Com informações da Assessoria de Comunicação da Proinova</i>]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>Alunos de Cachoeira do Sul constroem catapultas medievais em projeto da Engenharia Mecânica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/10/25/alunos-de-cachoeira-do-sul-constroem-catapultas-medievais-em-projeto-da-engenharia-mecanica</link>
				<pubDate>Fri, 25 Oct 2024 18:18:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Cachoeira do Sul]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=67389</guid>
						<description><![CDATA[O projeto iniciou-se em 2015 e a competição tem ocorrido semestralmente no Campus de Cachoeira do Sul]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_67390" align="alignright" width="636"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/WhatsApp-Image-2024-10-16-at-08.51.49-1.jpeg"><img class=" wp-image-67390" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/WhatsApp-Image-2024-10-16-at-08.51.49-1-300x225.jpeg" alt="" width="636" height="477" /></a> Catapultas projetadas e produzidas por integrantes do projeto[/caption]

O Campus da UFSM em Cachoeira do Sul conta com um projeto diferente e inovador: a construção de catapultas medievais, e posteriormente uma competição entre equipes. O objetivo é desenvolver a capacidade de trabalho em equipe (característica essencial para futuros engenheiros), além de colocar em prática conhecimentos de teorias matemáticas, como cálculos que mostrem teorias de balística – ciência que estuda o movimento, comportamento e efeitos de projéteis lançados por armas – e resistência dos materiais. Os alunos constroem as catapultas utilizando martelo, serrote, pregos, parafusos, tocos de madeiras, aço e polímeros.

<b>Sobre o projeto</b>

Coordenado pelo professor Juan Galvarino Cerda Balcazar (que também é coordenador do curso de Engenharia Mecânica), o projeto foi idealizado na disciplina de Introdução à Engenharia Mecânica em 2015, e ocorre semestralmente e de acordo com a demanda de interesse. No começo, os participantes eram apenas os alunos de Engenharia Mecânica, mas atualmente qualquer estudante interessado pode se inscrever. Neste ano, a atividade ocorreu no Viva o Campus, no dia 21 de abril, e contou com três equipes competindo. Cada equipe pode ter no máximo cinco integrantes.

De acordo com Juan, o projeto foi baseado em ideias primárias da engenharia. “Diversos pesquisadores da área de engenharia tinham como meta realizar projetos de armas, como catapultas, aríete, espadas, arco e flecha, dentre outros equipamentos. Pensei em algo que fosse visualmente atrativo, chamasse a atenção e englobasse conceitos básicos de projeto”, explica o professor. Ele ainda conta que os resultados atingidos pelos projéteis lançados pelas catapultas são bem diversos, variando de 30 a 100 metros de distância. As catapultas em si possuem cerca de 1,5 metro de altura, largura e comprimento, e os projéteis utilizados são bolas de tênis, padrão para todos os participantes.

Enzo Reghelin é aluno de Engenharia Mecânica, e conta que começou a participar do projeto em 2023, quando estava no 2º semestre do curso. “Veio o anúncio do projeto de catapultas medievais, que por si só já é muito legal, mas alguns professores incentivaram com um pontinho em algumas disciplinas que tinham relação. Foi ali que começamos a pensar na estrutura mais otimizada e com quais materiais que conseguiríamos fazer a catapulta. Construímos do zero, com uma mínima noção de estruturas, resistência dos materiais, mas deu certo e vencemos a primeira edição que participamos.” Enzo comenta que, além de participar com frequência, ainda divulga a atividade para alunos de outros cursos.

<b><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/WhatsApp-Image-2024-10-22-at-13.33.53.jpeg"><img class=" wp-image-67391 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/WhatsApp-Image-2024-10-22-at-13.33.53-300x169.jpeg" alt="" width="595" height="335" /></a>Relevância da competição para os estudantes</b>

Luan Pastuchenko, aluno do mesmo curso, atua em todo o processo de organização do evento, incluindo a regulamentação, inscrições, divulgação nas redes sociais, auxílio no acesso a ferramentas, organização do espaço e também na banca da competição. Ele explica que nunca participou de fato da atividade, mas que auxiliar no planejamento também contribui para sua experiência como estudante. “Principalmente na integração com os demais alunos, mas também ajudou a ter um maior senso de organização e responsabilidade, afinal no dia da competição não tem como tentar corrigir algo que não foi previamente planejado.”

Sobre a importância do projeto, o coordenador Juan destaca que “a gestão de pessoas, de projetos, de tempos de produção, da inteligência emocional… Tudo isso é trabalhado quando tiramos os discentes da zona de conforto e colocamos os mesmos para realizar um projeto simples, mas com diversas peculiaridades”. Luan compartilha ainda que a atividade impacta alunos em diferentes momentos do curso. “Acho que é fundamental para motivar a permanência no curso. Alunos mais avançados participam para aproveitar o período da graduação ou ter a experiência que não conseguiram anteriormente, e alunos mais novos começam a pôr em prática alguns fundamentos básicos vistos em aula para conseguir melhorar a eficiência do protótipo criado, afinal é uma competição”, comenta.

Para Enzo, a possibilidade de aplicar conhecimentos de sala de aula na prática é uma grande oportunidade que a competição proporciona. “O projeto contribui bastante na minha concepção real de engenharia mecânica aplicada. A cada semestre que passa, você vai vendo cada vez mais a fundo como as coisas funcionam, e isso estimula a nossa criatividade e incentiva a pensar na resolução de problemas que iremos encontrar no futuro”, relata o aluno.

A competição ainda não tem previsão de ocorrer neste semestre, mas os alunos adiantam que a expectativa para a próxima edição é que o público externo também possa participar.

<i>Texto: Giulia Maffi, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Fotos: arquivo pessoal de Luan Pastuchenko</i>

<em>Arte gráfica: Daniel de Carli</em>]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>Equipe SpaceLab UFSM é tricampeã na competição de nanossatélites CubeDesign 2024</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2024/10/18/equipe-spacelab-ufsm-e-tricampea-na-competicao-de-nanossatelites-cubedesign-2024</link>
				<pubDate>Fri, 18 Oct 2024 14:37:38 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CubeDesign]]></category>
		<category><![CDATA[DEM]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[GPESC]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>
		<category><![CDATA[nanossatélite]]></category>
		<category><![CDATA[satélite]]></category>
		<category><![CDATA[Spacelab]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=5765</guid>
						<description><![CDATA[Nanossatélite da UFSM transmite dados em tempo real para a estação terrena, incluindo imagens]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A equipe SpaceLab UFSM conquistou o primeiro lugar na competição de nanossatélites <a href="https://www.gov.br/inpe/pt-br/eventos/cubedesign/2024" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><em>CubeDesign 2024</em></strong></a>, organizada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). A equipe venceu na categoria CanSat, desenvolvendo um nanossatélite capaz de transmitir telemetria (dados do satélite) em tempo real para uma estação terrena, incluindo imagens capturadas durante o voo em um balão de sondagem. O CanSat foi composto pelos subsistemas de energia, estrutura, comunicação, computação de bordo, recuperação e carga útil. Além disso, também foi desenvolvida uma estação terrena para recebimento dos dados do satélite. O evento ocorreu nos dias 29 e 30 de agosto de 2024, em São José dos Campos, SP.&nbsp;</p>
[caption id="attachment_5766" align="alignnone" width="1024"]<img style="color: #000000;font-size: 16px" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/10/alunos-integrando-o-nanossatelite-1024x461.jpeg" alt="" width="1024" height="461"> &nbsp;Estudantes integrando o nanossatélite[/caption]
<p>O CubeDesign é uma competição latino-americana promovida pelo INPE, por meio da Divisão de Pequenos Satélites (DIPST) e em parceria com a pós-graduação da instituição. A competição visa fomentar o desenvolvimento de sistemas espaciais miniaturizados, desafiando as equipes a conceberem, projetarem, fabricarem e operarem seus nanossatélites, atendendo a um conjunto de requisitos e restrições estabelecidas pela organização.</p>
<p>Esta foi a terceira vez que a equipe SpaceLab UFSM alcançou o primeiro lugar na competição, tendo vencido anteriormente em 2019 e 2022. Neste ano, a equipe se destacou pela rápida capacidade de resolução de problemas e pelo diferencial técnico de seu nanossatélite, que foi capaz de transmitir imagens em tempo real durante o voo, além de outros dados de telemetria. Além disso, o relatório técnico submetido como parte dos requisitos da competição recebeu elogios dos avaliadores pela metodologia de desenvolvimento e no gerenciamento do projeto. Esse feito reforça a excelência e organização da equipe, que tem utilizado a competição como uma plataforma para aplicar conceitos práticos de engenharia aeroespacial, além de colocar os alunos em contato direto com outros estudantes e profissionais do setor espacial, propiciando conexões profissionais e oportunidades de colaboração em futuros projetos.</p>
[caption id="attachment_5768" align="alignnone" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/10/Verificacao-de-requisitos-por-banca-avaliadora-1024x603.jpeg" alt="" width="1024" height="603"> Verificação de requisitos pela banca avaliadora[/caption]
<p>A equipe SpaceLab UFSM (<a href="https://www.instagram.com/spacelabufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/spacelabufsm/"><strong><em>@spacelabufsm</em></strong></a>) foi orientada pelo Prof. Eduardo Escobar Bürger, do Departamento de Engenharia Mecânica da UFSM. Os alunos Felipe Pinto Vogel, José Guilherme Aparecido Ferreira e Matheus Klement Sebben, do curso de Engenharia Aeroespacial, foram responsáveis pelo desenvolvimento do CanSat vencedor. O apoio do Núcleo de Gestão Orçamentária do CT foi essencial para garantir o uso ágil dos recursos necessários à participação da equipe. Além disso, a participação foi viabilizada pelo financiamento da Pró-Reitoria de Extensão (PRE/UFSM), por meio do Edital Nº 040/2024, que ofereceu auxílio à representação institucional em eventos.</p>
[caption id="attachment_5767" align="alignnone" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/10/apresentacao-do-projeto-para-banca-avaliadora-1024x461.jpeg" alt="" width="1024" height="461"> Equipe apresentando o projeto para banca avaliadora[/caption]
<p>A equipe SpaceLab UFSM faz parte do Projeto de Ensino nº 053818 - "SpaceLab UFSM - Desenvolvimento de Nanossatélites para competição", vinculada Centro de Tecnologia da UFSM, e é um braço de ensino do <a href="https://www.ufsm.br/grupos/gpesc" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><em>Grupo de Pesquisa em Engenharia de Sistemas e Complexidade - GPESC</em></strong></a>, sendo um projeto de destaque na formação de novos profissionais para o setor aeroespacial.</p>
<p>Há planos de expandir a equipe para competir em todas as categorias do CubeDesign no próximo ano (2025), dando continuidade ao legado de sucesso do projeto. O processo seletivo para novos membros está previsto para o final deste ano. Além disso, em parceria com um grupo de alunos da disciplina de CPIO II (Engenharia Aeroespacial) e com participação da COESU/INPE, o SpaceLab UFSM está desenvolvendo uma plataforma multimissão para sondagens estratosféricas, com lançamento previsto para 2025, a qual realizará duas missões científicas.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<hr>
<p><i>Texto por Eduardo Escobar Bürger, com edição da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</i></p>
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<p><!-- wp:tadv/classic-paragraph /--></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM inicia projeto de quase R$ 5 milhões para aprimorar matrizes de forjamento</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/10/02/ufsm-inicia-projeto-de-quase-r-5-milhoes-para-aprimorar-matrizes-de-forjamento</link>
				<pubDate>Wed, 02 Oct 2024 20:14:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=67042</guid>
						<description><![CDATA[Contemplado no Programa Rota 2030, o projeto vai usar nanotecnologia para a melhoria das matrizes na indústria automotiva]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A UFSM firmou, recentemente, um acordo para a realização do projeto “Desenvolvimento e avaliação de revestimentos à base de nanopartículas de óxidos metálicos para melhoria do desempenho de matrizes de forjamento”, coordenado pelo professor do Centro de Tecnologia da UFSM Cristiano José Scheuer. Contemplado no Programa Rota 2030 e com um orçamento global de quase R$ 5 milhões, o projeto conta com a parceria de diversas instituições, como a Fundep e a Faurgs, as universidades federais do Rio Grande (Furg) e do Paraná (UFPR), a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), bem como empresas como Toyota e Star S.A.

O principal objetivo do projeto é melhorar o desempenho e aumentar a vida útil das matrizes de forjamento, através de um novo procedimento de aplicação de revestimentos com nanotecnologia. Segundo Scheuer, “a proposta visa aprimorar a resistência das matrizes aos seus modos de falha, aumentando sua durabilidade, reduzindo os custos e o tempo de produção”. Este avanço representa uma alternativa mais econômica e sustentável em comparação com os métodos tradicionais de revestimento.

Com a parceria formalizada, as primeiras ações, segundo o professor, incluem a produção de amostras para caracterizações e testes iniciais, além de testes preliminares em campo em duas montadoras parceiras. Ele destaca: “com a formalização do acordo e a liberação dos recursos, as primeiras ações serão a contratação de pessoal para a execução da pesquisa, além da aquisição dos materiais e equipamentos necessários”.

Scheuer afirma que o projeto trará benefícios significativos para a UFSM, com R$ 3 milhões dos fundos sendo alocados para a instituição. Esses recursos serão utilizados para melhorar a infraestrutura dos laboratórios e contratar bolsistas em diversos níveis acadêmicos. Além disso, de acordo com o coordenador, “a cooperação com outras universidades e empresas promoverá inovação e transferência de tecnologia, aumentando a visibilidade e o prestígio da UFSM”.

Para a sociedade, o projeto promete aumentar a competitividade da cadeia automotiva, reduzir custos de produção e promover práticas industriais mais sustentáveis. O coordenador revela que sua expectativa é que, ao final do projeto, a tecnologia esteja em um estágio avançado (TRL 7), pronta para ser adotada pelo setor produtivo, facilitando sua introdução no mercado através da colaboração com empresas da cadeia automotiva.

<b>O que são matrizes de forjamento?</b>

Matriz de forjamento é um molde ou ferramenta que dá forma ao metal durante o processo de forjamento. O forjamento é um processo de deformação de metais que envolve a aplicação de calor e pressão para moldar o metal em uma forma desejada.

<i>Texto: Assessoria de Comunicação da Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo</i>]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>Reconstrução RS: iniciativa da UFSM produz camas para vítimas das enchentes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/08/08/reconstrucao-rs-iniciativa-da-ufsm-produz-camas-para-vitimas-das-enchentes</link>
				<pubDate>Thu, 08 Aug 2024 11:21:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Solidária e Cidadã]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=66501</guid>
						<description><![CDATA[Ações vinculadas ao  programa UFSM Solidária e Cidadã buscam auxiliar famílias atingidas por desastre climático]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_66502" align="alignleft" width="497"]<img class="wp-image-66502 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/08/montagem-cama.jpeg" alt="" width="497" height="298" /> Iniciativa teve início com produção de rodos e depois passou para produção de camas – Foto: Divulgação/PRE[/caption]
<p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) está produzindo camas para ajudar as comunidades atingidas pelo desastre climático no Rio Grande do Sul. A iniciativa teve início com a confecção de rodos para auxiliar na limpeza de residências atingidas pelas enchentes do mês de maio no estado. O projeto integra a lista do <a href="https://docs.google.com/spreadsheets/d/1xQJH6k49cHe2KUGnQLjSzkUOFFKBW_YpWMSali83zq8/edit?gid=276263845#gid=276263845">Mapa da Extensão da UFSM</a> e faz parte do programa UFSM Solidária e Cidadã.</p>
<p>A produção de camas conta com a participação de estudantes dos cursos de Engenharia Mecânica e Engenharia Aeroespacial, do Centro de Tecnologia da UFSM. O objetivo está em ajudar pessoas que tiveram suas casas e móveis afetados pelo desastre. A coordenação do projeto, batizado de “Móveis Solidários”, é do professor do Departamento de Engenharia Mecânica da UFSM, René Quispe Rodríguez.</p>
<p>De acordo com o docente, a iniciativa foi uma alternativa encontrada para auxiliar na recuperação das cidades. Segundo René, durante o período de emergência, diversos alunos se envolveram com a produção dos rodos e, depois, com a produção de camas, o que demonstra a resposta e disposição da Universidade em atender às necessidades da comunidade. </p>
<p>Os rodos foram produzidos com madeira maciça, reforçados e envernizados, com uma área de contato maior com o chão para otimizar o trabalho de limpeza. Ao todo foram 25 peças produzidas, sendo a maioria enviada para o município de Nova Palma, localizado na microrregião da Quarta Colônia do RS. As doações das camas estão sendo organizadas pela também professora do Departamento de Engenharia Mecânica, Fernanda Signor. A iniciativa conta com a parceria externa da Madeireira Camobi.</p>
<h3><b>Participação dos estudantes</b></h3>
<p>Atualmente no 4° semestre de Engenharia Mecânica, Marina Senhor Sattler é uma das estudantes envolvidas com o projeto. “Estamos utilizando nossos recursos disponíveis para ajudar quem precisa e dando o nosso melhor para que cada um dos itens fabricados seja de qualidade e de fato contribuam com a sociedade”, descreve a estudante da UFSM.</p>
<p>A intenção de colaborar com a sociedade e com as pessoas também foi o que motivou Felipe Augusto dos Santos Alves, aluno do 6° semestre de Engenharia Mecânica, a ajudar na produção solidária. “Mesmo já passando alguns meses das cheias, muita gente ainda não tem onde se deitar durante a noite”, lembra Felipe, ao citar o impacto e importância do trabalho desenvolvido pelo projeto.</p>
<p><em>Texto: Subdivisão de Divulgação e Eventos</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
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