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				<title>Convite para participar de Pesquisa sobre Projeto de Lei das Fake News</title>
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				<pubDate>Mon, 19 Jun 2023 14:31:47 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Me chamo Júlia Petenon, sou aluna de jornalismo da UFSM, estou realizando um trabalho para a disciplina de Pesquisa de Opinião Pública sobre o Projeto de Lei nº 2630/2020, conhecido como PL das Fake News. Nosso objetivo é conhecer o grau de familiaridade e compreensão de estudantes do ensino superior da UFSM sobre a proposta. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Me chamo Júlia Petenon, sou aluna de jornalismo da UFSM, estou realizando um trabalho para a disciplina de Pesquisa de Opinião Pública sobre o Projeto de Lei nº 2630/2020, conhecido como PL das Fake News. Nosso objetivo é conhecer o grau de familiaridade e compreensão de estudantes do ensino superior da UFSM sobre a proposta. Sua resposta é de grande ajuda para nós e extremamente importante para esta pesquisa!</p>
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<p>Questionário:&nbsp;<a href="https://forms.gle/tNBcsqaodmmoNuhS9" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://forms.gle/tNBcsqaodmmoNuhS9</a></p>
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				<title>Convite para participar de pesquisa sobre Projeto de Lei das Fake News</title>
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				<pubDate>Mon, 19 Jun 2023 14:29:36 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Me chamo Júlia Petenon, sou aluna de jornalismo da UFSM, estou realizando um trabalho para a disciplina de Pesquisa de Opinião Pública sobre o Projeto de Lei nº 2630/2020, conhecido como PL das Fake News. Nosso objetivo é conhecer o grau de familiaridade e compreensão de estudantes do ensino superior da UFSM sobre a proposta. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div dir="auto">Me chamo Júlia Petenon, sou aluna de jornalismo da UFSM, estou realizando um trabalho para a disciplina de Pesquisa de Opinião Pública sobre o Projeto de Lei nº 2630/2020, conhecido como PL das Fake News. Nosso objetivo é conhecer o grau de familiaridade e compreensão de estudantes do ensino superior da UFSM sobre a proposta. Sua resposta é de grande ajuda para nós e extremamente importante para esta pesquisa!</div>
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<div dir="auto">Questionário: <a href="https://forms.gle/tNBcsqaodmmoNuhS9" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://forms.gle/tNBcsqaodmmoNuhS9&amp;source=gmail&amp;ust=1687259988157000&amp;usg=AOvVaw2pHYBCL8ZMTlWkzpP1ksFr">https://forms.gle/tNBcsqaodmmoNuhS9</a></div>
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				<title>Convite para participar de pesquisa sobre Projeto de Lei das Fake News</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/ciencias-economicas/2023/06/19/convite-para-participar-de-pesquisa-sobre-projeto-de-lei-das-fake-news</link>
				<pubDate>Mon, 19 Jun 2023 14:28:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>
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		<category><![CDATA[opinião pública]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

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						<description><![CDATA[Me chamo Júlia Petenon, sou aluna de jornalismo da UFSM, estou realizando um trabalho para a disciplina de Pesquisa de Opinião Pública sobre o Projeto de Lei nº 2630/2020, conhecido como PL das Fake News. Nosso objetivo é conhecer o grau de familiaridade e compreensão de estudantes do ensino superior da UFSM sobre a proposta. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div dir="auto">Me chamo Júlia Petenon, sou aluna de jornalismo da UFSM, estou realizando um trabalho para a disciplina de Pesquisa de Opinião Pública sobre o Projeto de Lei nº 2630/2020, conhecido como PL das Fake News. Nosso objetivo é conhecer o grau de familiaridade e compreensão de estudantes do ensino superior da UFSM sobre a proposta. Sua resposta é de grande ajuda para nós e extremamente importante para esta pesquisa!</div>
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<div dir="auto">Questionário: <a href="https://forms.gle/tNBcsqaodmmoNuhS9" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://forms.gle/tNBcsqaodmmoNuhS9&amp;source=gmail&amp;ust=1687259988157000&amp;usg=AOvVaw2pHYBCL8ZMTlWkzpP1ksFr">https://forms.gle/tNBcsqaodmmoNuhS9</a></div>
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				<title>Projeto de discente do POSCOM recebe apoio internacional para combater desinformação nas eleições de 2022</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom/2022/08/11/projeto-de-discente-do-poscom-recebe-apoio-internacional-para-combater-desinformacao-nas-eleicoes-de-2022</link>
				<pubDate>Thu, 11 Aug 2022 21:00:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ABRAJI]]></category>
		<category><![CDATA[desinformação]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2022]]></category>
		<category><![CDATA[fake news]]></category>
		<category><![CDATA[International Center for Journalists]]></category>
		<category><![CDATA[Meta Journalism Project]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Taura]]></category>

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						<description><![CDATA[Recentemente, o Projeto Taura: não te mixa para os fatos, vivente!,desenvolvido pelo mestrando do POSCOM Wellington Hack, foi selecionado parareceber aporte financeiro e mentoria do programa Acelerando a TransformaçãoDigital. A ação visa combater a desinformação durante as Eleições Gerais de 2022,atuando com foco nos candidatos da região de Santa Maria que concorrerão aolegislativo gaúcho.O projeto [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Recentemente, o Projeto Taura: não te mixa para os fatos, vivente!,<br>desenvolvido pelo mestrando do POSCOM Wellington Hack, foi selecionado para<br>receber aporte financeiro e mentoria do programa Acelerando a Transformação<br>Digital. A ação visa combater a desinformação durante as Eleições Gerais de 2022,<br>atuando com foco nos candidatos da região de Santa Maria que concorrerão ao<br>legislativo gaúcho.<br>O projeto Taura, apoiado pelo International Center for Journalists (ICFJ),<br>Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (ABRAJI) e Meta Journalism<br>Project, foi construído a partir de um olhar local, aproximando o processo de<br>verificação de informações da cultural gaúcha.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/513/2022/08/Post_01-8-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-2207" width="619" height="619" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A ação atua com três gaúchetas para classificações de informações: “Bah,<br>essa informação é tri!”, para informações verdadeiras; “Campeia essa informações<br>direito aí”, para dados duvidosos; e “Mas, tchê, bem capaz!", para informações<br>falsas.<br>A ação vem sendo trabalhada desde 2019, quando um projeto inicial foi<br>finalista do FactCheck Lab, promovido pela Agência Lupa e pela Embaixada dos<br>EUA no Brasil. No início deste ano, o discente também participou da Residência do<br>projeto Comprova, um projeto colaborativo que reúne veículos de imprensa de todo<br>o Brasil na verificação de informações.<br>As verificações e mais informações podem ser acessadas na página do<br><a href="https://www.facebook.com/taura.verifica">Facebook</a>, <a href="https://www.instagram.com/taura.verifica/">Instagram </a>ou <a href="https://www.linkedin.com/company/projeto-taura/">LinkedIn </a>do projeto.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>A vacinação de gestantes contra a Covid-19 é segura?</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/vacinacao-gestantes-covid-e-segura</link>
				<pubDate>Wed, 02 Feb 2022 12:19:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Mitômetro]]></category>
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						<description><![CDATA[Boatos de que a vacinação pode causar a morte do feto e da mãe circulam nas redes sociais e não possuem respaldo científico
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">Circulam nas redes sociais alegações de que as vacinas contra a Covid-19 não são seguras, podem causar sérios problemas, inclusive a morte da mãe e/ou do feto. A professora Rossana Pulcineli, chefe do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Universidade de São Paulo (USP) e integrante do Observatório Obstétrico Brasileiro (OOBr), garante que essas narrativas são criadas sem nenhum respaldo científico.</p>		
												<img width="1024" height="668" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/02/capa_VacinacaoXgestacao-1024x668.jpg" alt="Descrição da imagem: Ilustração horizontal e colorida de uma mulher gestante sendo vacinada. Ela tem pele negra, cabelos azuis e cacheados. Está sentada e veste blusa rosa, calça verde e calçado rosa. Ao lado direito,. uma enfermeira com jaleco branco, máscara azul, cabelos castanho escuros e ondulados. Ela te uma seringa nas mãos e pressiona contra o braço da gestante. O fundo da imagem é texturizado, em bege, e tem desenhos de uma escrivaninha, janelas e cartazes na parede." loading="lazy" />														
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">O Programa Nacional de Imunizações (PNI) foi criado em 1973 e é reconhecido internacionalmente, além de integrar o plano da Organização Mundial de Saúde (OMS). Ainda na década de 1970, um calendário vacinal da gestante foi elaborado para contemplar vacinas essenciais que prevenissem problemas graves para a saúde da mãe e do bebê. Conhecida como imunidade passiva, as doses de proteção aplicadas na mãe durante a gravidez estarão presentes ao longo da amamentação e dos primeiros meses de vida do bebê. Isso garante a proteção da criança até que ela tenha idade para receber sua própria dose das vacinas recomendadas no <a href="https://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-prematuro.pdf">calendário vacinal do recém-nascido. </a></p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">A vacinação contra qualquer doença faz parte da medicina preventiva, que se tornou ainda mais importante com a pandemia de Covid-19. Em abril de 2021, o Ministério da Saúde autorizou a vacinação para o grupo de gestantes. Em maio do mesmo ano, o órgão suspendeu a aplicação de doses e, com isso, surgiram muitas dúvidas sobre a seguridade do imunizante mesmo após o <a href="https://www.saude.ms.gov.br/apos-discussao-levantada-por-secretarios-ministerio-da-saude-aprova-intercambialidade-de-vacina-em-gestantes-contra-a-covid-19/#:~:text=O%20Secret%C3%A1rio%20de%20Estado%20de,at%C3%A9%2045%20dias%20p%C3%B3s%2Dparto.">ministério autorizar </a>novamente a aplicação nos meses seguintes.</p>		
			<h3>Qual a importância da vacinação em gestantes?</h3>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">Segundo a OMS, nem toda vacina pode ser aplicada durante a gestação, mas todas aquelas recomendadas pelo órgão são comprovadamente seguras e, por isso, existe um calendário a ser seguido. As gestantes são consideradas integrantes do grupo prioritário em campanhas de vacinação, uma vez que o ato beneficia a mãe e o bebê, particularmente os menores de seis meses de idade. Segundo o mesmo órgão, fazem parte da carteira de vacinação das gestantes três tipos de vacinas:</p><ul style="margin-top: 0;margin-bottom: 0"><li style="list-style-type: disc;font-size: 12pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt" role="presentation">as que integram o calendário nacional de <a style="text-decoration: none" href="https://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-gestante.pdf">vacinação</a>: hepatite B, dupla adulto (dT), tríplice bacteriana (dTpa);</p></li><li style="list-style-type: disc;font-size: 12pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt" role="presentation">as indicadas em situações especiais; </p></li><li style="list-style-type: disc;font-size: 12pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt" role="presentation">as pertencentes às campanhas de imunização, como é o caso da influenza.</p></li></ul><p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">Essas vacinas integram o calendário de recomendações básicas, elaborado pela Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). Além dessas, campanhas especiais em casos de epidemias e pandemias – como a da Covid-19 - devem ser incluídas. </p><p><b id="docs-internal-guid-e91f72c1-7fff-275f-6967-f62b95f68855" style="font-weight: normal"> </b></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">Integrantes do grupo de risco para doenças respiratórias, as gestantes foram incluídas pelo Ministério da Saúde no PNI contra Covid-19 em abril de 2021. Porém, em maio, o mesmo órgão aconselhou a suspensão temporária da vacinação de gestantes sem comorbidades. O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, explicou, em nota, que a liberação ocorreu após análises técnicas, debates com pesquisadores e avaliação dos dados epidemiológicos. Estimativas apresentadas naquele mês mostravam que, no Brasil, a letalidade da Covid-19 em grávidas era de cerca de 10%, enquanto a da população em geral era em 2%. </p><p><b style="font-weight: normal"> </b></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">Em agosto de 2021, o American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG),  o Centers for Disease Control and Prevention e a Society for Maternal-Fetal Medicine – três institutos reconhecidos internacionalmente - recomendaram que todas as gestantes passassem pela vacinação contra Covid-19. A partir de então, novas descobertas que envolviam o funcionamento dos antígenos forneceram evidências tranquilizadoras sobre a segurança das vacinas contra a Covid-19, em especial aquelas fabricadas a partir  de <a style="text-decoration: none" href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/palmeira-das-missoes/2021/01/15/docente-da-ufsm-pm-fala-sobre-as-vacinas-de-rna-contra-covid-19-em-entrevista-a-revista-arco/">mRNA</a>.</p><p><b style="font-weight: normal"> </b></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">Rossana Pulcineli afirma que, no Brasil, não há registro de caso clínico de aborto, má formação do feto ou parto prematuro relacionado à vacinação contra o coronavírus. Pelo contrário, a vacina é capaz de trazer benefícios ao bebê ainda dentro da barriga da mãe, como a transmissão de anticorpos. </p><p><b style="font-weight: normal"> </b></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">Segundo dados do Observatório Obstétrico Brasileiro Covid-19 Vacinação (OOBr Vacinação), que realiza análises dos casos de vacinação contra Covid-19 em gestantes e puérperas, em 2021, cerca de <a style="text-decoration: none" href="https://observatorioobstetrico.shinyapps.io/vacinacao-covid19/">15% das gestantes que precisaram de internação e não eram vacinadas vieram a óbito. </a>O número de mortes cai para 5% entre as vacinadas com a primeira dose, e 3% entre aquelas com a vacinação completa. O OOBr não registrou nenhum caso de morte da mãe ou do feto relacionado à vacinação.</p>		
												<img width="896" height="896" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/02/vacinacaoXgestacao_Box_896X896.png" alt="Infográfico quadrado e com fundo branco e detalhes em bordô. No centro superior, o título, em caixa alta: &quot;Proporção de mortes por covid entre gestantes&quot;. Abaixo, em fonte menor, o texto &quot;Fonte: Observatório Obstétrico Brasileiro Covid-19 Vacinação (OOBr Vacinação). Abaixo, o gráfico, dividido em três linhas. Há uma texto seguido de números em formato de gráfico circular vazado. Na primeira linha, o texto &quot;Gestantes não vacinadas&quot;, e o número &quot;15%&quot;. Na segunda linha, o texto &quot;Gestantes com a primeira dose&quot; e o número &quot;5%&quot;. E na terceira linha, o texto &quot;Gestantes com o quadro vacinal completo&quot; e o número &quot;3%&quot;. Abaixo, na parte inferior, a frase &quot;O OOBr não regisytrou nenhum caso de morte da mãe ou do feto relacionado à vacinação&quot;. O gráfico tem moldura fina bordô e fundo branco." loading="lazy" />														
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">Conforme informa Rossana, não existe tempo gestacional correto para a imunização. “Se a mulher descobre que está grávida e ainda não se vacinou, deve tomar a vacina hoje mesmo, ou amanhã - se hoje não der tempo”. Caso a gestante não tenha se vacinado no início da gestação, ela poderá procurar a vacina mesmo que já esteja próximo à data do parto. A estatística de complicações no parto e a possível prematuridade do bebê aumentam caso a mãe contraia Covid-19 e evolua para um quadro grave, situação  que pode ser evitada a partir da vacinação.</p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">Quanto à marca da vacina, Letícia Bellusci, ginecologista obstetra, explica que há dois tipos de vacinas que são recomendadas para gestantes: a Coronavac e a Pfizer. Para ambas, devem ser respeitados os mesmos prazos de aplicação entre primeira e segunda dose recomendados para o restante da  população. Da mesma forma, após a aplicação é possível sentir alguns efeitos colaterais, como febre, indisposição e dor no corpo e no braço que recebeu a vacina, mas nenhum deles afeta a saúde da mãe ou do feto. Os efeitos não devem causar preocupação e geralmente desaparecem em dois ou três dias, segundo Letícia.  Para ela, “a única forma para reduzir a mortalidade materna, sem dúvidas, é vacinando o maior número de gestantes possíveis.”</p>		
			<h3>Como agem as vacinas autorizadas para gestantes</h3>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">A Pfizer e a Coronavac são, atualmente, as vacinas autorizadas para aplicação em gestantes no Brasil. A especialista Rossana Pulcineli ajuda a explicar como cada uma age no organismo humano.</p><p><b id="docs-internal-guid-effe3cb0-7fff-dab7-2938-e104c68f9517" style="font-weight: normal"> </b></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">O imunizante do Laboratório Pfizer/BioNTech teve sua segurança, qualidade e eficácia aferidas e atestadas pela equipe técnica de servidores da Anvisa ainda em 2020. Produzido a partir do <a style="text-decoration: none" href="https://www.ufsm.br/midias/arco/vacinas-rna-contra-covid-19/">RNA mensageiro (RNAm)</a>, ele age  nas seguintes etapas:</p><p> </p><ul style="margin-top: 0;margin-bottom: 0"><li style="list-style-type: disc;font-size: 12pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt" role="presentation">Utilizando uma fita de RNA mensageiro - molécula que leva instruções para a síntese de proteínas e para outras funções biológicas, a vacina codifica um antígeno específico da doença, neste caso, o coronavírus.</p></li><li style="list-style-type: disc;font-size: 12pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt" role="presentation">Quando o RNAm é inserido no organismo, as células usam a informação genética para produzir o antígeno, ou seja, o vírus é desativado.</p></li><li style="list-style-type: disc;font-size: 12pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt" role="presentation">O antígeno se espalha pela superfície das células e é reconhecido pelo sistema imunológico, que entende que a proteína não faz parte do organismo, e passa a produzir anticorpos para combater a doença. </p></li><li style="list-style-type: disc;font-size: 12pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt" role="presentation">A vacina de RNA mensageiro, portanto, educa o organismo a responder ao vírus, quando esse for infectado. Rossana Pulcineli  baseia suas falas em pesquisas do OOBr e declara que a vacinação com a Pfizer é segura e não oferece riscos à gestante, assim como a vacina da Coronavac.</p></li><li style="list-style-type: disc;font-size: 12pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt" role="presentation">A tecnologia empregada na Coronavac, vacina produzida pelo Instituto Butantan, é a do vírus inativado, que também é utilizada na vacina contra a poliomielite. Para produção do imunizante, o vírus é inativado - ou seja, morto - com o uso de substâncias químicas, irradiação ou calor, e torna-se incapaz de causar infecção ou efeitos patológicos nas pessoas.</p></li></ul>		
			<h3>Anticorpos de mãe para filho</h3>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">Rossana Pulcineli explica que, após tomar as duas doses da vacina, o sistema imunológico produz anticorpos do tipo IgG, ou imunoglobulina G, classificados como de memória, uma vez que protegem o organismo de invasões futuras. Esse tipo de defesa pode passar pela placenta e chegar até o bebê. Com isso, há grandes chances de o feto adquirir anticorpos. Rossana ressalta que ainda não se sabe por quanto tempo e qual o nível de eficácia desses anticorpos no sistema imunológico da criança. Além disso, anticorpos do tipo IgA, ou Imunoglobulina A, também são gerados e podem ser transportados até o  recém-nascido por meio do  leite materno. </p><p><b id="docs-internal-guid-e9b67fe5-7fff-06ca-685c-00c67d3d975b" style="font-weight: normal"> </b></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">Quase metade das crianças e adolescentes brasileiros mortos por Covid-19 em 2020 tinham até dois anos de idade; um terço dos óbitos até 18 anos ocorreram entre os menores de um ano, e 9% entre bebês com menos de 28 dias de vida. As informações são de um estudo da <a style="text-decoration: none" href="https://portal.fiocruz.br/noticia/fiocruz-analisa-dados-sobre-mortes-de-criancas-por-covid-19#:~:text=Compartilhar%3A,de%2028%20dias%20de%20vida.">Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que analisa dados do  Sistema de Informação sobre Mortalidade Infantil (SIM), do Ministério da Saúde. </a></p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">De acordo com a pesquisadora, ainda que tenha curta duração, tal proteção é fundamental no início da vida, enquanto o sistema imunológico do bebê ainda “aprende” a lidar com as ameaças externas.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">Veredito final: Comprovado </p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">A vacinação contra Covid-19 é segura e necessária. Não há comprovação científica de que as vacinas apresentam riscos à saúde da gestante ou do feto.</p>		
												<img width="658" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/02/comprovado-658x1024.png" alt="Ilustração vertical e colorida de uma escala em formato ondulado, com ilustrações circulares nas extremidades inferior e superior. Na ilustração superior, roxa, mulher com cabelos brancos, lisos e compridos usa capuz roxo escuro; ela tem pele parda e um olhar sério. Abaixo da ilustração, há uma nuvem de fumaça roxa. Na escala, os elos coloridos se intercalam com os elos transparentes. Há quatro elos coloridos, de cima para baixo: roxo, bordô, marrom forte e marrom fraco. Abaixo do último elo, ilustração circular de uma cientista de dele branca, cabelos curtos e ondulados, que usa óculos redondos e segura nas mãos um frasco transparente com fumaça verde saindo. Ao lado esquerdo inferior, há uma etiqueta com a frase &quot;Comprovado&quot;." loading="lazy" />														
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">Expediente:</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">Reportagem: Tayline Alves Manganeli, acadêmica de Jornalismo e voluntária.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">Ilustração:&nbsp;Cristielle Luise,&nbsp;acadêmica de Desenho Industrial e bolsista.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">Mídia Social: Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Alice Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e bolsista; e Martina Pozzebon, acadêmica de Jornalismo e estagiária</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">Edição de Produção: Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista</p>
<p></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">Edição geral: Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">Referências de dados utilizados: </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">Ministério da Saúde. Calendário de Nacional de Vacinação: adolescente [Internet]. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2020. Disponível em: <a style="text-decoration: none" href="https://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/vacinacao/calendario-vacinacao#adolescente">https://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/vacinacao/calendario-vacinacao#adolescente</a></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">[1] Francisco, Rossana Pulcineli Vieira, Lucas Lacerda, and Agatha S. Rodrigues. 'Obstetric Observatory BRAZIL-COVID-19: 1031 maternal deaths because of COVID-19 and the unequal access to health care services.' (2021). Disponível em: https://observatorioobstetrico.shinyapps.io/vacinacao-covid19/</p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">Instituto Butantan. Vacina Coronavac: tecnologia. São Paulo (SP): 2021. Disponível em: <a style="text-decoration: none" href="https://butantan.gov.br/covid/butantan-tira-duvida/tira-duvida-noticias/vacina-coronavac-tecnologia">https://butantan.gov.br/covid/butantan-tira-duvida/tira-duvida-noticias/vacina-coronavac-tecnologia</a></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Biblioteca Central da UFSM atua no combate à desinformação durante a pandemia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/08/11/biblioteca-central-da-ufsm-atua-no-combate-a-desinformacao-durante-a-pandemia</link>
				<pubDate>Wed, 11 Aug 2021 13:55:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca Central]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[desinformação]]></category>
		<category><![CDATA[fake news]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=56522</guid>
						<description><![CDATA[Desde o ano passado, trabalho de servidores da BC resulta em informação confiável para a sociedade; iniciativa é destacada em artigos científicos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/08/download.png"><img class="alignright  wp-image-56524" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/08/download.png" alt="" width="421" height="280" /></a>Os últimos meses foram marcados pela pandemia da Covid-19, que trouxe diversos novos desafios para a população. Um deles foi aprender a lidar com o excesso de informações falsas presentes na internet. Um estudo realizado pela Avaaz revelou que cerca de 110 milhões de pessoas acreditaram em pelo menos uma <em>fake news</em> sobre a pandemia no Brasil. O número corresponde a sete em cada dez brasileiros.</p>
<p dir="ltr">A Organização Panamericana de Saúde utiliza o termo infodemia, que significa um grande aumento no volume de informações associadas a um assunto específico, com um grande potencial de multiplicação. Com isso, surgem rumores e desinformação com esses fatos, com a possibilidade da manipulação dessas informações, com intenções negativas, o que acontece com facilidade com o uso das redes sociais. </p>
<p dir="ltr">Com o intuito de conscientizar os servidores das bibliotecas da Universidade, a <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/biblioteca/biblioteca-central/" target="_blank" rel="noopener">Biblioteca Central da UFSM</a> convidou, ainda em junho de 2020, a professora Laura Storch, do Departamento de Ciências da Comunicação, do Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH), para proferir uma palestra online com o objetivo de despertar um olhar mais cuidadoso às notícias, informações e fontes, e abordar a responsabilidade de disseminar informações não verdadeiras. Foram abordados temas como a desinformação e de que modo é possível percebê-la na história da comunicação de massa, quais as suas características e como podemos reconhecê-la no cotidiano. </p>
<p dir="ltr"><strong>Campanhas de conscientização foram baseadas em pesquisas</strong></p>
<p dir="ltr">A palestra com a professora de Comunicação Social foi o passo inicial de um trabalho de pesquisa e conscientização que estava iniciando. Através das redes sociais da Biblioteca Central, ocorreu o compartilhamento de campanhas de conscientização quanto à checagem de informações (canais, sites, serviços de checagem de <em>fake news</em>), de informação útil sobre o correto uso de equipamentos de proteção, da importância do cuidado na utilização de transporte público, nos ambientes, na higienização pessoal. Tudo baseado em muita pesquisa.</p>
<p dir="ltr">O servidor do Setor de Referência da Biblioteca Central José Pedro Etchepare Cassol realizou pesquisas envolvendo as diferentes vacinas (à época ainda em fase de testes), diferenças entre os tipos de máscaras, testes rápidos, cuidado com a automedicação, ansiedade, estresse e depressão em tempos de isolamento social.</p>
<p dir="ltr">Ele relata que, pelo fato de a Covid-19 ser uma doença muito recente, foi difícil a procura de fontes confiáveis, o que é essencial para uma pesquisa que vai servir de informação para um grande número de pessoas e ainda conta com o nome da Biblioteca Central. Ele estudou materiais disponibilizados pela Anvisa, Ministério da Saúde, Secretarias Estaduais da Saúde, entre outras fontes. Todo esse trabalho foi para evitar o compartilhamento de alguma informação equivocada.</p>
<p dir="ltr">O servidor analisa que, como consta na Constituição, o ensino, a pesquisa e a extensão são indissociáveis. Dessa forma, as universidades têm o papel de produzir e compartilhar o conhecimento com a comunidade. “Foi muito gratificante, pois demonstra que o trabalho realizado foi além do objetivo esperado, que era fornecer a informação correta a respeito de uma doença nova, de uma forma mais fácil para compreensão por diversos grupos de leitores”, comenta José.</p>
<p dir="ltr"><strong>"A Biblioteca Central decidiu ser protagonista"</strong></p>
<p dir="ltr">Segundo Fernando Leipnitz, atual gerente da Biblioteca Central, o trabalho foi desenvolvido em etapas simultâneas e complementares. Tudo isso para que a comunidade pudesse ter contato com a Biblioteca, mesmo que à distância. “Todos trabalharam de maneira conjunta para produzir material confiável e útil para as pessoas. A campanha provocou interação e diversos compartilhamentos das informações nas redes sociais, mostrando preocupação com a saúde da população, em alertar que o momento que estávamos passando era uma questão de saúde pública, mostrou nossa preocupação e integração social”, explica.</p>
<p dir="ltr">Fernando destaca que a intenção é que a Biblioteca Central seja um canal de interação e de indicação de fontes confiáveis. “A Biblioteca Central decidiu ser protagonista e trabalhar para ser autoridade na veiculação de informações de fontes fidedignas, um dos princípios da construção do conhecimento de qualidade. Por isso acreditamos que a campanha foi pensada em prol da sociedade, e esperamos ter contribuído na prevenção ao contágio, com informação útil para diminuir o sofrimento de famílias”, comenta.</p>
<p><strong>Trabalho realizado pela BC é destacado em artigos </strong></p>
<p dir="ltr">Em função deste trabalho desenvolvido pelas equipes de servidores da Biblioteca Central, recentemente dois artigos científicos foram publicados, citando a biblioteca da UFSM. O primeiro artigo, "<a href="http://reviu.febab.org.br/index.php/reviu/article/view/35/31" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://reviu.febab.org.br/index.php/reviu/article/view/35/31&amp;source=gmail&amp;ust=1628763580850000&amp;usg=AFQjCNFEsOjxp1K4KtjwAgQkIKRsGYEuNA">As bibliotecas universitárias no combate à infodemia</a>”, de autoria do bibliotecário Alex Serrano de Almeida (UFPel), apresenta uma prospecção de como as bibliotecas universitárias podem auxiliar no combate desta "pandemia informacional", especialmente ao se identificar barreiras que impedem ou limitam as ações promovidas pelas bibliotecas universitárias brasileiras. O artigo buscou ressaltar que as redes sociais podem servir para a divulgação de informações fidedignas, buscando aproximar as pessoas da biblioteca, como uma autoridade na disseminação de informação confiável, e despertar nas pessoas criticidade nas certezas que as bolhas informacionais veiculam. </p>
<p dir="ltr">O segundo artigo, "<a href="https://www.revistas.usp.br/berev/article/view/184172" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.revistas.usp.br/berev/article/view/184172&amp;source=gmail&amp;ust=1628763580850000&amp;usg=AFQjCNFmKH1a-8-0U7fYJ4tQSeYgrh1YLA">Bibliotecas universitárias: uso de estratégias comunicacionais de combate à desinformação no contexto da pandemia Covid-19</a>", de autoria da bibliotecária Shana Catiusca Dornelles Vidarte Velasco, e da assistente em administração Vanessa Cristiane Dornelles Vidarte, ambas da UFSM, realizou um mapeamento nos sites e mídias sociais de algumas bibliotecas universitárias, no período de paralisação das atividades presenciais, a fim de verificar quais estratégias comunicacionais foram utilizadas para reduzir a desinformação.</p>
<p dir="ltr">Dentre as bibliotecas universitárias estudadas, a Biblioteca Central da UFSM destacou suas redes sociais com a estratégia de publicar conteúdos informativos sobre temáticas relacionadas à pandemia e de divulgação de fontes de pesquisa confiáveis. Verificou-se que essas estratégias comunicacionais promovem a visibilidade midiática dos conteúdos e serviços da Biblioteca Central e auxiliam os usuários a avaliar criticamente as informações recebidas. </p>
<p dir="ltr">As autoras do artigo levaram cerca de três meses para terminar a pesquisa, e contam que encontraram dificuldades ao realizar a pesquisa nas redes sociais das bibliotecas universitárias, pois são poucas bibliotecas que utilizam as redes sociais para combater a desinformação. Elas explicam que essa pesquisa pode dar mais visibilidade à biblioteca como uma unidade com poder informacional, bem como incentivar os alunos a utilizar os conteúdos e serviços da biblioteca. “Os docentes e pesquisadores podem fortalecer a parceria com as bibliotecas e contribuir para o desenvolvimento de projetos e capacitações no uso de recursos e fontes de informação, além de colaborar na divulgação desses e, desse modo, minimizar a desinformação”, comentam. </p>
<p dir="ltr"><strong>"Precisamos reconhecer e desconfiar de informações"</strong></p>
<p dir="ltr">Quando o assunto é reconhecer uma <em>fake news</em>, a professora Laura Storch relata que não existe uma regra definitiva. Para evitá-la, é necessário prestar atenção em alguns aspectos do conteúdo, e as fontes indicadas são importantes. Com o avanço da tecnologia, atualmente é possível fazer edições de vídeos, inserindo informações falsas em um vídeo que realmente existe. São os chamados <em>deep fakes</em>, e pode ser muito difícil diferenciá-lo de um conteúdo verdadeiro. </p>
<p dir="ltr">Para ajudar na tarefa de analisar as notícias recebidas, ela indica as formas mais comuns da lista de <em>fake news</em>. Uma delas é chamada de "falsa conexão", quando você lê uma informação no título da matéria mas, ao acessar o conteúdo, percebe que as conclusões da matéria são diferentes daquilo que o título mostrava. Também existe o "falso contexto", que acontece quando quem distribui a informação está tentando confundir o leitor, e cria um contexto estranho para aquela situação que não é verdadeira. Por exemplo, dizer que uma determinada situação aconteceu agora, quando na verdade aconteceu no passado. Outra forma bastante popular é o "conteúdo impostor". Nesse exemplo, quem criou a <em>fake news</em> diz coisas que simplesmente não são verdadeiras sobre pessoas, marcas ou acontecimentos reais. </p>
<p dir="ltr">O processo para combater as <em>fake news</em> é lento e pode demorar um pouco até que a população compreenda como elas são produzidas, observa Laura. Ao longo dos últimos anos estamos acostumados a ouvir sobre <em>fake news</em>, robôs que publicam mensagens de forma massiva, entre tantos exemplos. É algo muito particular desse momento que estamos vivendo, e precisamos aprender cada vez mais. “Nosso principal desafio é a educação para a mídia. Precisamos falar sobre o tema e ensinar as pessoas a reconhecer e desconfiar de informações que recebemos. Isso sempre foi importante, e agora é ainda mais”, acrescenta.</p>
<p dir="ltr">Campanhas como a realizada pela BC da UFSM são extremamente importantes para despertar esse sentimento de dúvida e criar o hábito de checagem de informações em todos aqueles que usam das redes sociais, sites e qualquer outro tipo de ferramenta online para obter informação.</p>
<p dir="ltr">A Biblioteca Central da UFSM segue com campanhas, que abordam diversos outros assuntos, em suas redes sociais: <a href="https://www.instagram.com/bibliotecacentralufsm/?hl=en" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a> e <a href="https://www.facebook.com/bcufsm" target="_blank" rel="noopener">Facebook</a>. <br /><br /><em>Texto: Vitória Parise, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias da UFSM<br />Arte: Luis Ricardo Kaufmann, acadêmico de Produção Editorial, bolsista da Agência de Notícias<br />Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista da Agência de Notícias</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Vacinas podem oferecer riscos à saúde?</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/vacinas-oferecem-riscos-a-saude</link>
				<pubDate>Wed, 04 Aug 2021 11:00:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Mitômetro]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[fake news]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<category><![CDATA[vacina covid-19]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/arco/?p=8611</guid>
						<description><![CDATA[Postagens que afirmam que imunizantes são maléficos para a saúde humana não têm embasamento científico]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Desde a implementação do Plano Nacional de Imunização (PNI), em 1973, o Brasil é referência mundial em políticas públicas de vacinação. O programa que fornece para a população todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é considerado um <i>case </i>de sucesso. Ao longo dos anos, as ações realizadas pelo PNI foram responsáveis por quedas nos índices de incidência e prevalência de muitas doenças infecciosas preveníveis pela vacinação, como o sarampo.</p><p>Em um cenário de pandemia da Covid-19, é difícil imaginar <a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/e-se-as-vacinas-nunca-tivessem-sido-criadas/" target="_blank" rel="noopener">como seria uma sociedade sem os avanços da ciência e sem a existência de vacinas</a>, especialmente no Brasil, onde elas são disponibilizadas de maneira gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS) através do PNI.</p>		
												<img width="1024" height="668" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/08/Vacinas_fazem_mal_capa-1024x668.jpg" alt="" loading="lazy" />														
		<p>Se, durante décadas, a vacinação no Brasil praticamente não sofria com especulações, graças à cultura de vacinação que esteve muito presente no cotidiano do brasileiro e que, inclusive, possibilitou a erradicação de doenças como a poliomielite, atualmente há quem questione a proteção das vacinas. Circulam nas redes sociais alegações que dizem que as vacinas não são seguras e podem causar doenças e levar à morte. </p><p>Mesmo que algumas pessoas neguem a importância das vacinas, a maioria da população brasileira confia nos avanços da ciência. Uma pesquisa do <a href="https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2021/07/adesao-a-vacina-chega-a-94-e-atinge-recorde-no-brasil.shtml" target="_blank" rel="noopener">Instituto Datafolha</a>, divulgada em julho, apontou que 94% da população pretende se vacinar contra a Covid-19. Esse é o maior índice de pessoas dispostas a se vacinar contra o coronavírus desde o início da pandemia.</p><p>Professor do Departamento de Saúde Coletiva da UFSM,<b> Gilmor José Farenzena garante que essas narrativas são levantadas sem nenhum respaldo científico.</b> “Dentro do contexto técnico-científico atual, não se questiona o papel desempenhado pelas vacinas. Elas se constituem em uma das medidas mais importantes de prevenção em saúde pública”. </p><p>De uma maneira geral, a vacinação apresenta poucos riscos à saúde de uma pessoa. Evidentemente, existem casos em que pessoas têm reações adversas à determinada vacina. Um exemplo é a reação alérgica grave chamada de anafilaxia, que pode acontecer após a vacinação contra a Covid-19, mas que, de acordo com Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, não atinge mais do que cinco indivíduos a cada um milhão de vacinados no país. Logo, ao olhar para a literatura científica atual, percebe-se que esse número é muito pequeno em relação ao custo-benefício dos imunizantes. </p><p>As reações adversas variam de acordo com o imunizante e com o organismo do indivíduo, e vão desde reações leves que são comuns, até reações mais graves que acontecem em raríssimos casos.</p><p><b>Como descobrir quando não é aconselhável tomar alguma vacina</b></p><p>Existem pessoas que apresentam contraindicações na aplicação de determinados imunizantes. Nesses casos, é preciso estar atento para evitar reações adversas graves. Segundo o professor Farenzena, as contracontraindicações gerais para o uso de vacinas são: a presença de infecções agudas febris, reações alérgicas aos componentes dos imunizantes e a manifestação de adventos graves em uma dose anterior. Porém, Farenzena esclarece que, mesmo nessas situações, em alguns casos, profissionais da saúde avaliam que o custo-benefício da vacinação se sobressai. “Muitas vezes, se opta pela realização do procedimento em uma unidade de saúde capaz de prestar atendimento imediato se isso se fizer necessário”, complementa.</p><p>Se há o conhecimento prévio - ou suspeita - de algum fenômeno alérgico aos componentes de uma vacina, o indivíduo deve procurar um médico antes de se imunizar para evitar qualquer tipo de risco à sua saúde. </p>		
												<img width="629" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/08/Mitometro_Vacina_infografico_2-629x1024.png" alt="" loading="lazy" />														
		<p><b>A importância coletiva da vacinação</b></p><p>O principal objetivo do processo de imunização é a proteção coletiva da população. Quanto maior for o número de indivíduos imunizados contra um vírus ou bactéria, por exemplo, menor será a circulação desse agente e, consequentemente, menor será o número de pessoas passíveis a adoecer nessa determinada população. Nesse caso, ao se vacinar, além de se auto proteger contra doenças imunopreveníveis, você protegerá outras pessoas. </p><p>Em países como Israel, onde os índices de vacinação contra a Covid-19 estão bem avançados em relação ao Brasil, os gráficos mostram que a estratégia de imunização tem sido efetiva principalmente na diminuição dos casos de internação hospitalar.</p>		
												<img width="658" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/08/improvavel-658x1024.png" alt="" loading="lazy" />														
		<p><strong>Veredito final: Improvável!</strong></p><p>Não há comprovação científica de que as vacinas apresentam riscos à saúde das pessoas, exceto em casos raros quando há contraindicações.</p><p><em><strong>Expediente:</strong></em></p><p><i><strong>Repórter:</strong> Luís Gustavo Santos, acadêmico de Jornalismo e voluntário</i></p><p><i><strong>Ilustrador:</strong> Noam Wurzel, acadêmico de Desenho Industrial e bolsista</i></p><p><i><strong>Mídia Social:</strong> Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Eloíze Moraes e Martina Pozzebon, estagiárias de Jornalismo<br /></i></p><p><i><strong>Edição de Produção:</strong> Esther Klein, acadêmica de Jornalismo e bolsista</i></p><p><i><strong>Edição Geral: </strong>Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas<br /></i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Revista Arco é distribuída ao público na Polifeira do Agricultor</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/05/18/revista-arco-polifeira</link>
				<pubDate>Tue, 18 May 2021 21:40:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[distribuição revista arco]]></category>
		<category><![CDATA[fake news]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
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						<description><![CDATA[Desde a última terça-feira (18), a 11ª Edição da Revista Arco passou a ser entregue semanalmente na Polifeira do Agricultor para clientes e público em geral. A distribuição ocorre sempre durante o horário da feira, das 7h às 12h30, na Avenida Roraima, próximo à Universidade Federal de Santa Maria. Segundo Cristiano Dotto, assessor técnico da [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Desde a última terça-feira (18), a 11ª Edição da Revista Arco passou a ser entregue semanalmente na Polifeira do Agricultor para clientes e público em geral. A distribuição ocorre sempre durante o horário da feira, das 7h às 12h30, na Avenida Roraima, próximo à Universidade Federal de Santa Maria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo Cristiano Dotto, assessor técnico da equipe de coordenação da Polifeira, a entrega ocorre nas bancas dos agricultores do local. “Quando o consumidor adquire o alimento em uma banca, ele é convidado a levar uma revista para casa”, comenta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Desde a suspensão das atividades presenciais acadêmicas e administrativas não essenciais na Universidade, a Revista Arco estava sendo entregue apenas em pontos fixos da Universidade, como no prédio da Reitoria, em que a circulação de pessoas segue baixa devido à pandemia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O editor-chefe da 11ª Edição da Revista Arco, Maurício Dias, expõe os prejuízos desse momento na circulação do material: “com a pandemia não estávamos conseguindo distribuí-la em nenhum local, deixamos guardada durante todo esse tempo”. Ele também explica a importância da circulação para um maior alcance de público, proporcionado pela contribuição dos agricultores, servidores e bolsistas da Polifeira do Agricultor. “É uma maneira de fazer com que as pessoas possam ter acesso a um conteúdo de uma maneira gratuita, além de acompanhar o que a Universidade faz”, aponta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Revista Arco é uma publicação de jornalismo científico e cultural produzida pela Coordenadoria de Comunicação Social da universidade. A equipe é composta por alunos dos cursos de Comunicação Social e Desenho Industrial da UFSM e coordenada pelos jornalistas Maurício Dias e Luciane Treulieb. A 11ª Edição da Revista traz o dossiê sobre mídias sociais, que aborda os problemas das </span><i><span style="font-weight: 400">fake news</span></i><span style="font-weight: 400"> e do discurso de ódio; diário de campo sobre autocuidado dos recicladores de lixo; ensaio fotográfico sobre visibilidade trans; matéria em quadrinhos acerca da Língua Brasileira de Sinais; infográfico que resgata a descoberta e a evolução da cerveja.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Live debate fake news e o combate às campanhas de desinformação em redes sociais na quinta (5)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/11/04/live-debate-fake-news-e-o-combate-as-campanhas-de-desinformacao-em-redes-sociais-na-quinta-5</link>
				<pubDate>Wed, 04 Nov 2020 11:25:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[fake news]]></category>
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							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-03-at-13.03.33.jpeg"><img class="alignright  wp-image-54324" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-03-at-13.03.33.jpeg" alt="" width="404" height="386" /></a>Nesta quinta-feira (5), às 15h, o projeto #poscomjuntesemcasa promove o debate “<em>Fake news</em> e o combate às campanhas de desinformação em redes sociais online”, no canal do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (Poscom) no <a href="https://youtu.be/rrMfxzBxIik" target="_blank" rel="noopener noreferrer">YouTube</a>. A mesa será composta por João Guilherme Bastos, do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Democracia Digital (INCT-DD), e Marco Bonito, professor da Unipampa, com a mediação da professora do Poscom e líder do Grupo de Estudos e Pesquisas em Comunicação e Política Rejane de Oliveira Pozobon.<br /><br />O pesquisador João Guilherme Bastos aborda o combate a campanhas de desinformação em redes sociais online, tanto do ponto de vista da produção acadêmica quanto na esfera da decisão política. Já o professor Marco Bonito fala sobre a iniciativa "Fato sem Fake", fruto de um projeto de pesquisa e extensão do Grupo de Pesquisa t3xto da Unipampa, que visa criar um curso online para formar agentes sociais com habilidades, competências e atitudes para impedir a propagação de desinformações e notícias falsas.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Aula magna do Poscom discutiu a importância do jornalismo em países com democracias fragilizadas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/10/26/aula-magna-do-poscom-discutiu-a-importancia-do-jornalismo-em-paises-com-democracias-fragilizadas</link>
				<pubDate>Mon, 26 Oct 2020 11:11:05 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Apesar da distância geográfica entre Brasil e Moçambique, país africano de língua portuguesa, os dois Estados apresentam semelhanças quando se fala em processo eleitoral, gestão da Covid-19, produção, circulação e consumo de notícias jornalísticas. Os pontos em comum foram destacados e debatidos pelo professor moçambicano Ernesto Nhanale, da Escola Superior de Jornalismo e da Universidade [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_54249" align="alignright" width="452"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/10/WhatsApp-Image-2020-10-23-at-16.22.53.jpeg"><img class="wp-image-54249" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/10/WhatsApp-Image-2020-10-23-at-16.22.53.jpeg" alt="" width="452" height="254" /></a> Atividade foi transmitida pelo YouTube na quinta-feira (22)[/caption]
<p>Apesar da distância geográfica entre Brasil e Moçambique, país africano de língua portuguesa, os dois Estados apresentam semelhanças quando se fala em processo eleitoral, gestão da Covid-19, produção, circulação e consumo de notícias jornalísticas. Os pontos em comum foram destacados e debatidos pelo professor moçambicano Ernesto Nhanale, da Escola Superior de Jornalismo e da Universidade Pedagógica de Maputo, convidado para proferir a aula magna do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (Poscom) da UFSM na última quinta-feira (22), em uma <em>live</em> transmitida no YouTube.</p>
<p>Durante a palestra, intitulada “Liberdade de Imprensa em Democracias Fragilizadas”, o professor enfatizou que liberdade de imprensa é considerada elemento básico para as sociedades democráticas, mas que embora os dois países tenham a vontade popular e o respeito às liberdades individuais como princípios constitucionais, nem sempre esses são respeitados na prática dos poderes instituídos.</p>
<p>O problema se agrava ainda mais, segundo o professor, quando os mesmos grupos que detém os poderes econômicos e políticos controlam os principais veículos de mídia no país, uma vez que essa não pode ser compreendida fora do contexto político, econômico, tecnológico, profissional e legal em que ela opera. Uma outra ameaça à democracia se apresenta quando os governantes apresentam uma inclinação autoritária, com atitudes de cerceamento da liberdade de imprensa e manipulação dos grupos de mídia.</p>
<p>Uma das questões que têm ganhado bastante espaço no Brasil também foi debatida na aula magna: as <em>fake news</em>. O professor Ernesto Nhanale chamou a atenção para como redes sociais - o Facebook, por exemplo - aparentam ser um espaço democrático quando, na realidade, não o são. “As redes sociais são um espaço de ódio e polarização”, destacou ele, refletindo sobre a existência de uma forte oposição entre discursos, sem que haja um ambiente de debate equilibrado e sem a criação de alternativas ou espaços políticos para novos programas. Assim, as redes acabam promovendo ainda mais ódio e violência.</p>
<p>O professor destacou, além disso, a importância da profissionalização do jornalismo. Em um contexto de desordem informativa “o jornalismo surge como uma salvação”, afirmou Nhanale, uma vez que quanto mais baixos os níveis de profissionalização do jornalismo, mais elevado é o nível de desinformação de uma sociedade, o que é um risco alto para a democracia. Os meios de comunicação têm obrigações para com a sociedade e não devem atender a fins privados, mas sim atuar como defensores dos interesses públicos.</p>
<p>A participação do professor moçambicano na aula magna do Poscom-UFSM foi fruto das atividades do Acordo de Cooperação Internacional Brasil-Moçambique, firmado entre a UFSM e a Universidade Pedagógica de Maputo (UP), cujas atividades no Brasil são coordenadas pela professora Rosane Rosa, através do projeto Educomunicação Intercultural.</p>
<p>A <em>live</em> foi mediada pela professora Vera Martins (UFSM/FW), egressa do Poscom, que fez estágio de doutorado-sanduíche em Moçambique, na Universidade Pedagógica de Maputo. No chat do evento, estudantes, professores e demais interessados no tema, do Brasil e de Moçambique, fizeram perguntas e reflexões sobre a relevante temática aos cidadãos dos dois países.</p>
<p>O estudante do último ano do curso de Jornalismo da UFSM Rubens Guilherme Santos afirma que “a aula magna ministrada pelo professor Ernesto Nhanale foi uma grande oportunidade de compreendermos como os ataques à liberdade de imprensa e a censura, características de governos autoritários, tornam-se ainda mais constantes em tempos de pandemia, quando a condução da crise sanitária por parte dos governantes se evidencia. Outro ponto que me chamou a atenção, especialmente sobre Moçambique, foi a diversidade linguística, ponto destacado pelo professor, como uma necessidade para a garantia da participação de toda a população moçambicana no processo comunicativo, tendo em vista as dezenas de línguas faladas no país".</p>
<p>Para Calisto Comé, estudante moçambicano que cursa o doutorado no Poscom-UFSM, a interação entre os dois países é necessária não só para que haja um fortalecimento mútuo das democracias, mas também para que alguns jornalistas brasileiros possam inspirar os profissionais de Moçambique a terem comportamentos mais ousados e inquisitivos junto aos governantes.</p>
<p>A organização da aula magna ficou a cargo da coordenação do Programa de Pós-Graduação em Comunicação juntamente da equipe do #PoscomJuntesEmCasa, projeto que busca promover a interação entre docentes, estudantes e pesquisadores durante o período de aulas remotas.</p>
<p>A <em>live</em> está disponível no canal do Poscom no <a href="https://www.youtube.com/watch?v=vbsAPCCsAL8" target="_blank" rel="noopener noreferrer">YouTube</a>.</p>
<p><em>Texto e edição: Alice Bianchini Pavanello, Camila Rodrigues Pereira, Camila Hartmann e Marilice Daronco, da Comissão de Publicização do Poscom<br />Foto: Reprodução</em></p>
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						<item>
				<title>Fake news institucionalizada é tema de debate online nesta terça (29)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/09/28/fake-news-institucionalizada-e-tema-de-debate-online-nesta-terca-29</link>
				<pubDate>Mon, 28 Sep 2020 11:05:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[atlas da educação]]></category>
		<category><![CDATA[centro de educação]]></category>
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						<description><![CDATA[O programa “Atlas da Educação”, do professor do Centro de Educação (CE) Amarildo Trevisan, entrevista nessa terça-feira (29), às 19h, Maurício Cristiano Azevedo, professor de Filosofia do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Faroupilha (IFFar) campus Santo Augusto (RS). Ele debaterá o tema “Biopolítica em tempos de fake news institucionalizada: desafios à potência da [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="font-weight: 400">O programa “Atlas da Educação”, do professor do Centro de Educação (CE) Amarildo Trevisan, entrevista nessa terça-feira (29), às 19h, Maurício Cristiano Azevedo, professor de Filosofia do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Faroupilha (IFFar) campus Santo Augusto (RS). Ele debaterá o tema “Biopolítica em tempos de <em>fake news</em> institucionalizada: desafios à potência da <span style="background-color: #ffffff">Educação”.</span> Participará também do debate o professor Geraldo Antônio da Rosa, da Universidade de Caxias do Sul (UCS). </p>
<p style="font-weight: 400">O professor Maurício fez sua trajetória acadêmica na UFSM, tendo realizado graduação em Filosofia, mestrado e doutorado em Educação no Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE). Em 2019, lançou um livro que discute as implicações da biopolítica na formação de professores, intitulado “Biopolítica na Educação: Vida, Potência e Profanação na Educação”, fruto de sua tese de doutorado, que servirá de ponto de partida para o debate.</p>
<p style="font-weight: 400">O programa vai ao ar todas as terças-feiras, das 19 às 20h, no canal do YouTube “Paidéia”, do professor Dejalma Cremonese, entrevistando convidados para discutir assuntos importantes à área da Educação e que salientem a urgência da formação cultural no campo educativo.</p>
<p style="font-weight: 400">Os participantes podem colaborar de forma interativa com perguntas e comentários, acessando o <a href="https://www.youtube.com/watch?v=iyC41QnPFMs" target="_blank" rel="noopener noreferrer">canal</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Livro de professor da UFSM sobre Educação e Filosofia ganha nova edição online</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/08/28/livro-de-professor-da-ufsm-sobre-educacao-e-filosofia-ganha-nova-edicao-online</link>
				<pubDate>Fri, 28 Aug 2020 11:01:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CE]]></category>
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		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
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							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Acaba de ser publicada a nova edição do livro “Terapias de Atlas: Filosofia da Educação no Contemporâneo", do professor Amarildo Luiz Trevisan, do Departamento de Fundamentos da Educação do Centro de Educação (CE) da UFSM e professor colaborador do PPG Educação da Universidade de Caxias do Sul (UCS).</p>
<p>A obra apresenta algumas reflexões sobre o tratamento das imagens nas redes sociais e seus desafios para a educação em tempos de <em>fake news</em>. Esses mecanismos, segundo o autor, são utilizados como poderosos instrumentos de manipulação da opinião pública, o que põe em dúvida o saber advindo da prática das escolas, da academia e do discurso da ciência, colocando em risco a cidadania e a vida democráticas.</p>
<p>O professor Amarildo considera que nesta versão procura dialogar de maneira mais contundente, do ponto de vista das teorias da educação, com a agenda atual, não apenas marcada pela avalanche das <em>fake news</em>, mas também pelo problema da pandemia da Covid-19. Ele acredita que cabe à educação uma reflexão mais acurada sobre esses problemas do ponto de vista ético e estético, em busca da terapia dos seus excessos, para livrar possíveis obstáculos à conquista de uma sociedade mais livre, crítica e inclusiva. Traz ainda reflexões sobre o compromisso do ensino de Filosofia com a agenda da cultura das imagens, de acordo com a experiência dos projetos de pesquisa e extensão desenvolvidos na UFSM e em escolas de Santa Maria.</p>
<p>O e-book foi publicado pela Editora da UCS e está com acesso livre e gratuito no <a href="https://www.ucs.br/educs/livro/terapia-de-atlas-filosofia-da-educacao-no-contemporaneo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">link</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Chá de boldo pode melhorar os sintomas ou curar a covid-19?</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/boldo-sintomas-coronavirus</link>
				<pubDate>Fri, 31 Jul 2020 16:07:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Mitômetro]]></category>
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				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/arco/?p=6247</guid>
						<description><![CDATA[Publicação nas mídias sociais atribui à planta poder de solucionar a pandemia ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <i>Publicação nas mídias sociais atribui à planta poder de solucionar a pandemia </i>

<a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2020/07/CAPA_boldo.jpg" data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-title="arco-boldo" data-elementor-lightbox-description="Ilustração de chá de boldo servido ">
<img src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2020/07/CAPA_boldo-1024x668.jpg" alt="" width="1024" height="668" /> </a>

Circula nas redes sociais digitais uma postagem que afirma que chá de boldo combate os sintomas do novo coronavírus.  A fake news, compartilhada mais de 20 mil vezes por contas pessoais no Facebook, alega que “enquanto o governo gasta bilhões no combate contra a doença”, um homem teria descoberto que o chá – geralmente usado para problemas gastrointestinais – combate os sintomas em três horas.

Segundo o <a href="https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019/question-and-answers-hub/q-a-detail/q-a-coronaviruses">site oficial da Organização Mundial da Saúde (OMS)</a>, ainda não há nenhuma substância que tenha apresentado resultados na prevenção ou cura do novo coronavírus. Estão em produção testes clínicos com diversos medicamentos – tradicionais e naturais – e a entidade irá informar a população em caso de novidade. Além disso, não há qualquer outro estudo científico que comprove a eficácia do chá de boldo para o combate ao vírus.

A verdade é que chás caseiros podem aliviar sintomas leves da doença, mas nenhum tem efeito terapêutico. Devido à maioria das pessoas contaminadas pela covid-19 apresentar casos leves do vírus, especialistas explicam que o uso de chás pode oferecer maior conforto, mas que não possuem nenhuma relação com a eventual cura, e que os sintomas já iriam se dissipar naturalmente.

Segundo o supervisor da residência em infectologia no HUSM e doutor em epidemiologia, Fabio Lopes Pedro, na utilização de algum composto são envolvidos os conceitos da beneficência e da não-maleficência. O primeiro se refere ao uso da substância porque ela irá trazer alguma vantagem ou melhora; e o segundo é relacionado com o fato de ela não fazer mal ou trazer prejuízos.

No caso dos chás, ele afirma que não há contraindicação, pois, a princípio, esses compostos naturais não têm nenhum fator de maleficência. Apesar de também não trazerem nenhuma vantagem diretamente relacionada ao novo coronavírus, eles podem auxiliar de outras formas. “É importante ressaltar que qualquer ingestão de chás ou outros compostos naturais conhecidos - como é o caso do boldo - pode levar a algumas melhoras, especialmente do grau de hidratação. E têm sido visto nos pacientes que internam que a hidratação é um componente bastante importante”, declara o especialista.

<img src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2020/02/mito-658x1024.png" alt="" width="658" height="1024" />
<h2>Uma alternativa à medicina tradicional</h2>
Vale lembrar que a medicina alternativa funciona – e isso é comprovado cientificamente. Além disso, ela é <a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/medicina-alternativa-alternativa-de-renda/">fonte de renda para diversos agricultores familiares</a>. O uso dessas técnicas se desenvolve constantemente e inclusive compõe campo de pesquisa na UFSM – confira a <a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/cha-para-a-autoestima/">reportagem</a> que fizemos em 2019. Os problemas são os diversos boatos espalhados que relacionam o uso de plantas medicinais com a cura da Covid-19.

Assim como qualquer medicamento tradicional, os excessos são prejudiciais à saúde. O boldo é um exemplo disso, já que é muito usado para tratar problemas digestivos, de fígado, dores de cabeça e até pedras na vesícula. A planta tem outras propriedades como antioxidantes e anti-inflamatórias, mas o seu uso prolongado apresenta riscos de toxicidade (pode provocar vômito, diarreia e até aborto, em casos extremos).
<h2>A piada que virou boato</h2>
A relação entre o chá de boldo e a covid-19 existe desde fevereiro, quando postagens em forma de meme representavam o uso do chá como cura da doença. O motivo do humor era em relação aos chás serem utilizados por muitas das avós dos internautas como forma de medicar qualquer doença. A perspectiva mudou quando, alguns meses depois, o vídeo de um homem que anunciava ter curado a si mesmo e a sua esposa viralizou na internet. A mesma <a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/isso-e-fake-news/"><i>fake news</i></a>, mais tarde, se espalhou em forma de texto, mas também contou com outros conteúdos que referenciavam a substância como uma “cura milagrosa”.

Apesar de o burburinho nas redes sociais em relação à propagação de notícias falsas, comunidades científicas seguem com a busca por uma vacina contra o novo coronavírus. No momento, cerca de 136 vacinas estão em desenvolvimento em todo o mundo. A mais avançada é a da Universidade de Oxford, na Inglaterra. Os pesquisadores <a href="https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(20)31604-4/fulltext">anunciaram recentemente</a> que a vacina é “segura e induziu resposta imune”. Ela já está na fase 3 - que é a última antes da aprovação e distribuição - e compete a liderança com pelo menos outras quatro vacinas, desenvolvidas na China e na Rússia, segundo dados da OMS.

No Brasil, a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) lidera os testes da vacina inglesa em voluntários desde o final de junho. Além disso, a Fundação Oswaldo Cruz <a href="https://portal.fiocruz.br/noticia/covid-19-fiocruz-firmara-acordo-para-produzir-vacina-da-universidade-de-oxford">afirma</a> que já possui um acordo informal com a AstraZeneca - a organização farmacêutica que adquiriu a vacina de Oxford - e está no aguardo da possível aprovação para iniciar sua produção em território brasileiro. Até lá, devemos seguir com as medidas de segurança e de higiene recomendadas pela OMS.

<i><strong>Mitômetro Coronavírus </strong>é um projeto de checagem de fatos da revista Arco voltado para a temática da pandemia com o objetivo de combater a desinformação.</i>

<i>O projeto é desenvolvido pela equipe da revista e tem a colaboração de egressos do curso de Jornalismo da UFSM.</i>

<em>Compreenda os selos:</em>

<i><strong>Comprovado</strong> – fato com evidências científicas e que pode ser explicado a partir de relatórios, documentos e pesquisas confiáveis e com metodologias factíveis. </i>

<i><strong>É possível</strong> – selo para uma checagem com elementos reais. Não há comprovação 100% em função de determinados indícios, detalhes ou situações.</i>

<strong><em>Depende</em></strong> – <i>é o meio termo entre o que é mito e a verdade. Não existe um consenso entre as fontes e os especialistas. Também usado para quando faltam evidências ou para destacar que o fato pode ocorrer em uma determinada situação. </i>

<i><strong>Improvável</strong> – refere-se a uma situação com pouquíssima possibilidade de ser real. </i>

<strong><em>Mito</em></strong> – <i>não existe possibilidade alguma de ser verdade. Existem evidências que provam o contrário. Enquadram-se aqui as teorias da conspiração, as lendas da internet e as noticias falsas.</i>

<b><i>Expediente</i></b>

<b><i>Repórter: </i></b><i>Mirella Joels, acadêmica de Jornalismo</i>

<b><i>Ilustradora:</i></b><i> Yasmin Faccin, acadêmica de Desenho Industrial</i>

<b><i>Editor:</i></b><i> Maurício Dias, jornalista</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Isso é fake news</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/isso-e-fake-news</link>
				<pubDate>Thu, 16 Jul 2020 13:07:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Dossiê Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[checagem de fatos]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[dossiê]]></category>
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		<category><![CDATA[Mitômetro]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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						<description><![CDATA[Em pesquisa realizada pelo Centro para a Inovação em Governança Internacional, 86% das pessoas consultadas admitiram ter acreditado em notícias falsas Elas estão por toda a parte: na publicação no Facebook, na mensagem encaminhada pelo grupo do Whatsapp, no boca-a-boca. Não há quem não tenha recebido ou compartilhado &#8211; mesmo sem intenção &#8211; alguma fake [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <h2>Em pesquisa realizada pelo Centro para a Inovação em Governança Internacional, 86% das pessoas consultadas admitiram ter acreditado em notícias falsas </h2>		
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		<p style="color: #000000;font-size: 16px">Elas estão por toda a parte: na publicação no Facebook, na mensagem encaminhada pelo grupo do Whatsapp, no boca-a-boca. Não há quem não tenha recebido ou compartilhado - mesmo sem intenção - alguma fake news. </p><p style="color: #000000;font-size: 16px">Uma pesquisa publicada pelo Centro para a Inovação em Governança Internacional, em junho de 2019, mostrou que as notícias falsas já foram ditas como verdadeiras por 86% dos usuários de internet entrevistados. Além disso, têm 70% mais chance de serem compartilhadas do que as verdadeiras. A comprovação veio nas eleições presidenciais brasileiras de 2018: boatos foram compartilhados pelo menos 3,84 milhões de vezes nos quatro meses que antecederam a votação, conforme a agência de checagem Aos Fatos. </p><p style="color: #000000;font-size: 16px">Apesar de ser corriqueiramente entendida como notícia falsa, a definição de <i>fake news</i> é incompleta e ambígua. “Se analisarmos a noção de fake news que a mídia e a sociedade em geral costumam utilizar, encontramos ali um caldeirão de diversos fenômenos sociais e comunicativos diferentes”, pontua o professor de Jornalismo na Universidade Franciscana (UFN), Iuri Lammel, mestre em Comunicação Midiática pela UFSM. Para ele, a explicação mais adequada é a do dicionário inglês Cambridge, que entende as <i>fake news</i> como "histórias falsas que parecem ser notícias e são difundidas na internet ou em outros meios, criadas para influenciar opiniões políticas ou como piada".</p><p style="color: #000000;font-size: 16px">As informações falsas existem desde que os humanos passaram a usar a linguagem formal para se comunicar. Já as notícias deliberadamente falsas, difundidas para fins de influência política e manipulação, são mais recentes - ainda que datem de séculos atrás. Entretanto, foi com a expansão da internet e, em especial, com redes sociais, que as fake news passaram a se disseminar com velocidade e tomaram proporções mundiais. </p><p style="color: #000000;font-size: 16px">Segundo o professor Iuri, aliado à ascensão das redes sociais, existe um fator que motiva a disseminação de fake news: o fenômeno global da polarização política, que “serve como combustível para fazer essa infraestrutura toda funcionar a todo o vapor, principalmente em período eleitoral, em que eleitores tentam vencer as disputas ideológicas travadas nas redes sociais e nos aplicativos de mensagem”.</p>		
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		<h3>Direita ou esquerda?</h3><p>A discussão sobre <i>fake news</i> também é política. Um estudo realizado pela Universidade de Oxford mostrou um aumento exponencial no número de nações cuja estratégia para governar passa pela divulgação de informações falsas. Foram 70 países que fizeram uso das informações falsas para obter vantagem frente à oposição. No Vietnã, por exemplo, cidadãos foram alistados para fazer postagens pró-governo em suas páginas pessoais de <i>Facebook</i>. Já o governo da Guatemala usou contas roubadas e hackeadas para silenciar opiniões dissidentes. E o partido no comando da Etiópia contratou pessoas para influenciar, a seu favor, conversas em redes sociais. Assim, é comum que as <i>fake news</i> sejam associadas como uma característica de algum dos espectros políticos: direita ou esquerda.</p><p>Para o professor Iuri Lammel, o fenômeno das informações falsas tem um lado político. “Na história, percebo que ambos os lados do espectro político utilizaram da estratégia de produção e divulgação de informações distorcidas e falsas com o intuito de atacar desafetos políticos e de manipular a opinião pública”, conta.</p><p>No Brasil, ele lembra da época dos governos Lula e Dilma, onde observou o surgimento de diversos <i>sites </i>e <i>blogs </i>especializados em reeditar matérias publicadas na imprensa, com o objetivo de reforçar um dos lados. Geralmente, não era realizado o trabalho de apuração jornalística esperado. “Atualmente, eu não tenho nenhuma dúvida de que a enorme maioria dos produtores e propagadores de notícias falsas são ligados a movimentos de direita, tanto no Brasil quanto no resto dos países. É um fenômeno global”, explica o professor.</p><p>Assim, Iuri apresenta uma das hipóteses que desenvolveu. Para ele, a recente eclosão das forças e movimentos de direita no mundo coincidiu com o aumento da estrutura de produção e propagação automatizada de informações, tais como os robôs e serviços de inteligência artificial que, ao se associarem a financiamentos privados de organizações da direita, que possuem interesses também privados e não compromissados com o público, tornaram a máquina de<i> fake news</i> mais eficiente e "profissional". Ou seja, cada vez mais parecidas com notícias verdadeiras. Porém, o professor reforça que a estratégia das informações falsas não é monopólio de nenhum dos dois lados. </p><h3>Culpa do jornalismo?</h3><p>Em 2016, a Eleição presidencial nos Estados Unidos foi pauta constante no jornalismo. Durante a campanha, o então candidato - e hoje presidente - Donald Trump acusou o <i>The New York Times</i> de produzir notícias falsas para prejudicá-lo. <i>“You´re fake news”</i>, foi a expressão utilizada. </p><p>De lá para cá, segundo a jornalista e mestranda do Programa de Pós-graduação em Comunicação da UFSM Kauane Müller, o termo foi extremamente popularizado e trouxe implicações para o jornalismo. “Essa declaração deu a entender que a imprensa é quem produz notícias falsas e, mais, não só produz mas ela em si é a mentira”, declara. Para ela, assim, se intensifica o problema da credibilidade já enfrentado pelo jornalismo, pois, desde 2008, a imprensa é afetada pela crise mundial do capitalismo financeiro. “Em um contexto mais amplo, as pessoas já vinham diminuindo a confiança no jornalismo ao longo do tempo, como apontam pesquisas do LatinoBarómetro, medidor de opinião da América Latina, e isso tem outras implicações”, postula.</p><p> Para Kauane, apesar do cenário da desinformação não ser responsabilidade somente do jornalismo, existem questões problemáticas, como a qualidade da informação que, devido à crise financeira vivida por diversos veículos, pode ser questionada. Um exemplo, são as famosas “barrigadas”, termo jornalístico de quando o veículo oferece uma informação com erros graves.</p><p>O professor Iuri Lammel diz não ser possível afirmar de maneira categórica que a alta disseminação de<i> fake news</i> acontece devido a falhas no jornalismo. Mas, acredita que, nas últimas duas décadas, com o surgimento desse ecossistema da informação digital, os profissionais que trabalham com a mediação das informações na sociedade perderam muita força, poder e influência.</p><p>“Entre as consequências está o enfraquecimento do próprio jornalismo. Quando os cidadãos diminuem drasticamente a rotina de consumo de informações elaboradas por profissionais guiados por uma deontologia, esses cidadãos ficam mais suscetíveis à desinformação”, postula Iuri. Logo, é arriscado atribuir a culpa apenas ao jornalismo, visto que o crescimento drástico de <i>fake news</i> é um fenômeno complexo, com várias causas, principalmente devido ao cenário de polarização política. </p><p>Também é a partir das <i>fake news</i> que uma série de ataques à imprensa tem acontecido. O intuito é de desacreditar no trabalho profissional da imprensa, assim, Iuri afirma a importância dos comunicadores deixarem explícito o processo de apuração. “Podemos indicar, por exemplo, as fontes entrevistadas, a origem dos documentos consultados, as condições do trabalho realizado, a fim de trazer mais clareza e minimizar ataques de descrédito”. Além disso, o jornalista defende que os comunicadores trabalhem ativamente na luta contra a desinformação ao apurarem <i>fake news</i> ostensivamente propagasse.</p><h3>Checagem de fatos</h3><p>O cenário de popularização das <i>fake news</i> e da crescente desinformação fez com que, dentro do jornalismo, alternativas fossem pensadas para transformar a situação. Assim, começaram a surgir agências e plataformas de checagem. No contexto brasileiro, são três as organizações signatárias do <a href="https://www.poynter.org/ifcn/" target="_blank" rel="noopener">Internacional Fact-checking Network (IFCN)</a>, rede internacional de checadores: Aos Fatos, Lupa e Estadão Verifica.  </p><p>Devido às notícias falsas estarem diretamente relacionada à política, algumas plataformas de checagem, como <a href="https://www.aosfatos.org/" target="_blank" rel="noopener">Aos Fatos</a>, destinam seus esforços à checagem de discursos de políticos. Com bases no Rio de Janeiro e em São Paulo, a agência existe desde 2015 e tem como missão a “busca da verdade, checamos o que há de mais controverso no mundo da política”. </p>		
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		<p>O repórter de Aos Fatos, Luiz Fernando Menezes, começou a atuar na organização a partir da checagem de falas de políticos, como Michel Temer, e, em 2018, intensificou a checagem devido à eleição presidencial. Para Luiz Fernando, o trabalho que desenvolve como checador é bastante importante: “com essa ferramenta conseguimos levar a checagem para as pessoas que compartilharam a notícia falsa, por exemplo, e oferecemos a possibilidade dela rever o que naquela informação não é verdadeiro”, conta. Além disso, reforça a importância de trabalhar no sentido de combater as&nbsp;<i style="font-size: 16px">fake news</i>. “A checagem se torna importante até para o debate público, que acaba muito prejudicado com as notícias falsas. Em um debate democrático não se pode e não se deve usar dados lidos em uma&nbsp;<i style="font-size: 16px">fake news</i>, por exemplo”.</p><p>A mestranda Kauane Müller pesquisa sobre as três plataformas brasileiras de checagem que são certificadas pela IFCN. Na dissertação, a jornalista trabalha a partir de dois eixos: primeiro, busca entender a prática dos jornalistas nessas plataformas de checagem, as relações de trabalho, as especificidades, o contrato de trabalho e a rotina produtiva; segundo, eixo central da pesquisa, estuda as estratégias que as organizações de checagem usam para manter o jornalismo como uma instituição relevante para a sociedade, a partir da ideia de crise do jornalismo, sem deixar de lado o contexto maior de crise do capitalismo. Assim, ela procura responder como, a partir das plataformas de checagem, o jornalismo busca resolver e se legitimar frente à desinformação.&nbsp;</p>
<p>No&nbsp;<a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/lex/" target="_blank" rel="noopener">Laboratório de Experimentação em Jornalismo (LEx)</a>, o combate às&nbsp;<i>fake news</i>&nbsp;também passou a ser discutido. O trabalho começou a ser testado em 2016, a partir de um método de checagem de informações. Para o jornalista e técnico-administrativo em educação do Laboratório, Lucas Durr Missau, o modelo proposto tem um objetivo pedagógico ao possibilitar a experiência da checagem aos alunos do curso de Jornalismo da UFSM e, ao mesmo tempo, suscitar reflexões teóricas sobre os métodos praticados pelas agências de checagem no Brasil e no mundo.</p>
<p>Antes de pôr em prática a metodologia de checagem, foi necessário discutir o que, afinal, seria o&nbsp;<i>fact checking</i>. Para Lucas,&nbsp;<i>a</i>&nbsp;checagem de informações é um desdobramento da apuração, que é a base da prática jornalística. Depois, elaboraram um modelo que consistia em um passo a passo da prática de&nbsp;<i>fact-checking</i>. Em seguida, analisaram os métodos utilizados pelas plataformas e agências brasileiras de checagem, como Lupa, Aos Fatos, Pública e&nbsp; a argentina Chequeado, e identificaram padrões entre elas. Assim, os padrões foram usados como parâmetros para a elaboração de um modelo que foi adotado como ferramenta de ensino nas atividades do laboratório.</p>
<p>Finalmente, o funcionamento do método de checagem se deu em cinco etapas: (1) a escolha do discurso a ser analisado; (2) a busca das fontes com informações referentes ao tema tratado; (3) a reconstrução do contexto do discurso contrastado ou corroborado pelas informações obtidas junto às fontes; (4) a classificação do discurso de acordo com as categorias elaboradas – por exemplo, verdadeiro, falso, impreciso, exagerado, entre outras – e (5) a representação gráfica da checagem. Vale lembrar que cada uma dessas etapas exige uma atividade específica a ser desempenhada e o manuseio de determinados materiais que servem de embasamento para essas atividades.</p>		
			<h2><u>Passo a passo da checagem</u></h2>		
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		<h4><b>Mitômetro</b></h4>		
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		<p>O trabalho metodológico realizado pelo LEx foi posto em prática em uma parceria junto à Revista Arco. Assim surgiu o Mitômetro: método de checagem voltado à divulgação científica. “Nesse caso, acreditamos que é um tipo de conteúdo com um apelo distinto, que sensibiliza o leitor pelo caráter inusitado dado à informação, muitas vezes brincando com o senso comum”, afirma Lucas. No caso da Arco, o tratamento gráfico dado ao material também contribui para isso.</p><p>No entanto, é preciso ressaltar que é inviável checar todo e qualquer tipo de informação. Isso porque o fact-checking se restringe a verificar partes de discursos públicos. Ou seja, que circulam em jornais, revistas, redes sociais e outros meios de comunicação, nos mais distintos formatos, como áudio, texto, foto, imagem e vídeo. E, para o jornalista, checar discurso é uma tarefa bastante complexa. “Por isso, é necessário a utilização de critérios para que uma informação possa ser checada”, lembra.</p><p>Por esse motivo, entre os principais materiais checados estão: frases de políticos, programas de partidos políticos e de governo, vídeos publicitários, vídeos e declarações com amplo alcance de público em redes sociais, além de entrevistas de personalidades nos meios de comunicação hegemônicos ou alternativos, frases de senso comum enunciadas em situações do cotidiano, entre tantas outras possibilidades. “O enfoque está na relevância e na viabilidade de checagem da declaração ou da informação citada pela fonte original”, explica Lucas.</p><h4><b>Janela aberta</b></h4><p>Informar jovens sobre as notícias falsas foi a proposta do Laboratório de Hipermídia do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (Poscom) da UFSM durante o Janela Aberta - iniciativa que aproxima a Universidade e as escolas de ensino médio de todo o estado. Em duas semanas de julho de 2018, mais de 600 alunos e professores assistiram às oficinas sobre a produção e a circulação de<i> fake news</i> no Brasil e no mundo. </p><p>Segundo a professora <a href="http://www.ufsmpublica.ufsm.br/docente/4760" target="_blank" rel="noopener">Ada Cristina Machado da Silveira</a>, líder do grupo de pesquisa Comunicação, Identidades e Fronteiras, parceiro no Laboratório na realização das oficinas, a resposta dos alunos foi praticamente unânime quando questionados se já tiveram contato com as<i> fake news</i>: grande parte afirmou que sim. “Porém, notou-se um grau de surpresa quando comentamos as características, as pretensões e, principalmente, a grande circulação e as consequências da viralização das notícias falsas”, relata Ada. </p><h4><b>Pega na Mentira</b></h4><p>Desde março de 2019, o jornalista Marcelo de Franceschi apresenta o programa Pega na Mentira, na <a href="https://farol.ufsm.br/transmissao/unifm">UniFM 107.9</a>. De segunda a sexta-feira, das 14h às 15h, o ouvinte fica a par de notícias checadas por agências, plataformas e jornais especializados, além de saber sobre educação para a mídia, cultura digital, educomunicação e informática. “Eu queria fazer um programa que contribuísse para a conscientização dos ouvintes sobre as desinformações que recebem e compartilham via redes sociais”, relata Marcelo, que afirma já ter recebido conteúdo falso de parentes através dessas plataformas.</p><p>O jornalista reconhece que muitas pessoas têm dificuldades de identificar uma notícia falsa. Por isso, faz questão de reforçar, durante os programas, que nem tudo o que aparece nos celulares e computadores é verdade, e que compartilhar uma mentira, mesmo sem querer, pode aumentar os efeitos dela. “Falar sobre esse tema na UniFM valida a checagem de informação e a torna mais acessível. Acho que a rádio pública pode cumprir um papel crucial de mediadora tentando alertar seu público mantenedor acerca dos perigos desse cenário caótico”, destaca. </p><h4><b>Educação para a mídia </b></h4><p>A partir do cenário de efervescência das <i>fake news</i> que foi criado, no campus de Frederico Westphalen, um projeto de extensão vinculado ao Departamento de Ciências da Comunicação. O “Compreender os letramentos locais para (in)formar novos leitores (Letramentos)” surge com uma proposta de colocar em diálogo as ciências da linguagem e da comunicação, com o objetivo de refletir sobre o papel e a importância da leitura como meio de formação, interação e ação social.</p><p>Para a coordenadora do projeto, professora <a href="http://www.ufsmpublica.ufsm.br/docente/18482" target="_blank" rel="noopener">Marluza da Rosa</a>, a preocupação está direcionada, principalmente, para a compreensão de como se tem lido as notícias e para a formação crítica do leitor.“Quando se fala de formação crítica e/ou de competência leitora, é inevitável tratar da relação dos leitores com as mídias, visto que são nossas principais formas de acesso às informações e ao conhecimento na atualidade”, explica.</p><p>Nesse sentido, o projeto trabalha com a noção da importância de perguntar a si mesmo como nos relacionamos com as informações que recebemos: se as questionamos ou não, se as assimilamos de forma passiva ou se adotamos um posicionamento ativo frente ao que lemos.</p><p><strong>Expediente desta reportagem nas múltiplas plataformas</strong></p><p><b><i>Reportagem</i></b><i>: Andressa Motter e Leandra Cruber.  </i></p><p><b><i>Ilustrações</i></b><i>: Marcele Reis e Giovana Marion</i></p><p><b><i>Diagramação da matéria impressa e animação</i></b><i>: Marcele Reis</i></p><p><b><i>Mídia Social</i></b><i>: Nathalia Pitol</i></p><p><b><i>Revisão: </i></b><i>Alcione Bidinoto</i></p><p><b><i>Edição de arte: </i></b><i>Lidiane Castanha</i></p><p><b><i>Edição de produção</i></b><i>: Melissa Konzen</i></p><p><b><i>Edição geral:</i></b><i> Maurício Dias</i></p><p><em>*Matéria publicada na <a href="https://issuu.com/revistaarco/docs/11__edi__o">11ª edição</a> impressa da revista Arco. </em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Um dossiê sobre as mídias sociais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/arco-11</link>
				<pubDate>Mon, 06 Jul 2020 19:14:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[dossiê]]></category>
		<category><![CDATA[Dossiê Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[arco]]></category>
		<category><![CDATA[checagem de fatos]]></category>
		<category><![CDATA[discurso de ódio]]></category>
		<category><![CDATA[dossiê mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[fake news]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Arco]]></category>

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						<description><![CDATA[A&nbsp;11ª edição&nbsp;da revista Arco chega no mês em que a publicação completa sete anos. O tema do dossiê é o uso das mídias sociais, utilizadas para interação, divertimento, informação, educação e trabalho. Nosso olhar, aqui, é sobre os problemas mais latentes das plataformas sociais: a falta de filtros na publicação e circulação de conteúdos, as [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A&nbsp;<a href="https://issuu.com/revistaarco/docs/11__edi__o" target="_blank" rel="noopener noreferrer">11ª edição</a>&nbsp;da revista Arco chega no mês em que a publicação completa sete anos. O tema do dossiê é o uso das mídias sociais, utilizadas para interação, divertimento, informação, educação e trabalho. Nosso olhar, aqui, é sobre os problemas mais latentes das plataformas sociais: a falta de filtros na publicação e circulação de conteúdos, as notícias falsas e o discurso de ódio. Mais do que apenas refletir sobre as temáticas, buscamos soluções para essas questões, que ganharam ainda mais destaque durante a pandemia do novo coronavírus.

<a href="https://issuu.com/revistaarco/docs/11__edi__o">
<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2020/07/PEÇA_card1-1024x1024.jpg" alt="">								</a>
<p dir="ltr" style="margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;color: #000000;font-size: 16px;line-height: 1.38">O volume de&nbsp;fake news&nbsp;sobre a covid-19 é considerado pela agência de checagem de notícias&nbsp;<a style="color: #0d63e6 !important" href="https://www.aosfatos.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><i>Aos Fatos</i></a>&nbsp;como uma infodemia - uma pandemia de informações. Concordamos com o alerta e acreditamos que o&nbsp;fact checking&nbsp;é uma das formas de combate à disseminação das notícias falsas. Neste sentido, além da edição que você poderá ler agora em versão digital, recomendamos que acompanhe nosso trabalho com o Mitômetro.</p>
<p dir="ltr" style="margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;color: #000000;font-size: 16px;line-height: 1.38"></p>
<p dir="ltr" style="margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;color: #000000;font-size: 16px;line-height: 1.38">A pandemia mudou nossas rotinas, inclusive na distribuição da revista impressa, momento importante de diálogo com leitores. Por enquanto, ficamos na torcida para que as condições sanitárias logo permitam a entrega dos exemplares da Arco para quem já conhece ou está interessado em conhecer. Ao longo da semana anunciaremos novidades. Acompanhe e tenha uma ótima leitura.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto de combate à desinformação na pandemia alcança 47 rádios do interior e sete mil pessoas nas redes sociais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/07/01/projeto-de-combate-a-desinformacao-na-pandemia-alcanca-47-radios-do-interior-e-sete-mil-pessoas-nas-redes-sociais</link>
				<pubDate>Wed, 01 Jul 2020 17:11:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agência da hora]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[fake news]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Westphalen]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=52741</guid>
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							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O projeto de extensão “Agência da Hora no Combate à Desinformação”, desenvolvido no Departamento de Ciências da Comunicação (Decom) da UFSM Campus Frederico Westphalen, e que conta com apoio da Pró-Reitoria de Extensão da Universidade, completa um mês nesta quarta-feira (1º). No período, foram produzidos seis programetes com informações sobre a pandemia, veiculados em 47 rádios comerciais e comunitárias do interior do estado, e também as rádios da Universidade. Foram enviadas, também, cinco newsletters com conteúdo informativo sobre o novo coronavírus para 56 pessoas cadastradas, até então, no e-mail e no <em>Whatsapp</em> do projeto.</p>
<p>Desde o início do trabalho, lançado dia 1º de junho, as publicações sobre a Covid-19 alcançaram 5.400 pessoas na <a href="https://www.facebook.com/agenciadahoraufsm/">página da Agência Da Hora no Facebook</a>, e mais de duas mil contas no perfil do <em>Instagram</em>. Além dessas mídias, o projeto está presente, ainda, no <em>Twitter</em> e <em>Spotify</em>.</p>
<p>Já foram produzidas reportagens e boletins de áudio sobre temas como: forma de divulgação dos dados da Covid-19 em Frederico Westphalen, os benefícios da água para a saúde, e o sistema de distanciamento controlado do Rio Grande do Sul. Foram checados e desmentidos conteúdos falsos, como o boato de que a água eliminaria o vírus do organismo, que circulam pelas redes sociais.</p>
<p>O projeto é coordenado pela docente Luciana Carvalho, com a coorientação dos professores Luis Fernando Borges, Mirian Quadros e Alice Pavanello, e a colaboração dos técnicos em educação Julia Cervo (relações-públicas) e Mateus Scherer (sonoplasta), todos da UFSM-FW. O projeto conta com cinco estudantes bolsistas (quatro deles exclusivos do projeto) e 14 voluntários, e todos os integrantes trabalham de suas casas, em função do distanciamento social. As reuniões de pauta são realizadas todas as segundas-feiras à tarde, por meio do Google Meet.</p>
<p>Conforme a coordenadora geral, o projeto surgiu da vontade de trabalhar na linha de frente do combate à pandemia. “Entendemos que o jornalismo tem um papel muito importante, que neste momento se torna mais evidente. A pandemia trouxe também uma ampliação do problema em relação à desinformação”, destacou a professora Luciana.</p>
<p><strong>Acompanhe o projeto ‘Agência Da Hora no combate à desinformação’:</strong></p>
<p>Site: <a href="http://www.ufsm.br/checagemdahora" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.ufsm.br/checagemdahora&amp;source=gmail&amp;ust=1593709214654000&amp;usg=AFQjCNEl-R9PXCHQPyLvwTrEpR5s4bm26A">www.ufsm.br/checagemdahora</a></p>
<p>Facebook: <a href="http://www.facebook.com/agenciadahoraufsm" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.facebook.com/agenciadahoraufsm&amp;source=gmail&amp;ust=1593709214654000&amp;usg=AFQjCNG1daX-3IoVrY4GjQN35u7q8cPz4g">www.facebook.com/agenciadahoraufsm</a> (ou buscar Agência Da Hora UFSM)</p>
<p>Instagram: <a href="http://www.instagram.com/agenciadahora/?hl=pt-br" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.instagram.com/agenciadahora/?hl%3Dpt-br&amp;source=gmail&amp;ust=1593709214654000&amp;usg=AFQjCNHq23YK0rvGB5zvHYef4v81yoJ9TA">www.instagram.com/agenciadahora</a> (ou buscar @agenciadahora)</p>
<p>Twitter: <a href="https://twitter.com/agenciadahora" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://twitter.com/agenciadahora&amp;source=gmail&amp;ust=1593709214654000&amp;usg=AFQjCNFhHyH8mV8s30enrAQ4m6R8wQTVuA">twitter.com/agenciadahora</a> (ou buscar @agenciadahora)</p>
<p>Spotify: <a href="http://www.encurtador.com.br/aklzP" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.encurtador.com.br/aklzP&amp;source=gmail&amp;ust=1593709214654000&amp;usg=AFQjCNH2kJRaQTHW7HTOw3iE2YhF74WhuQ">www.encurtador.com.br/aklzP</a> (ou, no app, buscar ‘Checagem da Hora’)</p>
<p>Contato por e-mail: <a href="mailto:checagemdahora@gmail.com">checagemdahora@gmail.com</a></p>
<p>Cadastre-se para receber a newsletter: <a href="http://www.encurtador.com.br/ghmzV" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.encurtador.com.br/ghmzV&amp;source=gmail&amp;ust=1593709214654000&amp;usg=AFQjCNFZICegy6le0FMfW4WcnEWx0uPMIA">www.encurtador.com.br/ghmzV</a></p>
<p>Mande um “oi” para sugerir conteúdos sobre a covid-19 que precisam de checagem e receber a newsletter em seu Whatsapp: <a href="https://wa.me/555599850580" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://wa.me/555599850580&amp;source=gmail&amp;ust=1593709214655000&amp;usg=AFQjCNFZYbLm1v0kU44DhGrHqlUGYAoiNg">https://wa.me/555599850580</a> (no app do <em>Whatsapp</em> adicionar e entrar em contato com o número 5599850580)</p>
<p><em>Texto: Assessoria de Comunicação da UFSM-FW</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto de extensão da UFSM-FW vai combater notícias falsas sobre a Covid-19</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/06/01/projeto-de-extensao-da-ufsm-fw-vai-combater-noticias-falsas-sobre-a-covid-19</link>
				<pubDate>Mon, 01 Jun 2020 12:11:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agência da hora]]></category>
		<category><![CDATA[checagem de fatos]]></category>
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						<description><![CDATA[Beber água a cada 15 minutos elimina o novo coronavírus do organismo? Tomar vitaminas e chás pode curar a Covid-19? Essas são algumas dúvidas que surgem a partir da quantidade de informações que recebemos diariamente em nossas redes sociais. Muitas delas são boatos, fatos sem comprovação ou inverdades, que atrapalham o combate à pandemia. Para [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/06/Agência-da-Hora-3.jpg"><img class="alignright  wp-image-52373" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/06/Agência-da-Hora-3.jpg" alt="" width="431" height="429" /></a>Beber água a cada 15 minutos elimina o novo coronavírus do organismo? Tomar vitaminas e chás pode curar a Covid-19? Essas são algumas dúvidas que surgem a partir da quantidade de informações que recebemos diariamente em nossas redes sociais. Muitas delas são boatos, fatos sem comprovação ou inverdades, que atrapalham o combate à pandemia.</p>
<p>Para ajudar a comunidade da região a separar os fatos dos boatos, será lançado nesta segunda-feira (1º) o projeto de extensão "Agência Da Hora No Combate À Desinformação: jornalismo colaborativo, checagem de fatos e curadoria de informações durante a pandemia", uma iniciativa do Departamento de Ciências da Comunicação da UFSM Campus Frederico Westphalen com apoio da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM.</p>
<p>A partir desta semana, serão veiculados boletins informativos em rádios da região, criadas listas de e-mails e Whatsapp para envio de newsletters com informações a quem manifestar interesse, além da publicação de notícias e reportagens nas páginas da Agência Da Hora da UFSM-FW nas mídias sociais. Também foi criado um <a href="https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/checagem-da-hora/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">site</a> específico para o projeto.</p>
<p>O cadastro para receber por e-mail a newsletter do projeto pode ser feito no <a href="http://bit.ly/combateadesinformação" target="_blank" rel="noopener noreferrer">link</a>. O e-mail do projeto é checagemdahora@gmail.com. Para acompanhar os conteúdos, siga as páginas da Agência Da Hora nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/agenciadahoraufsm/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a>, <a href="https://www.instagram.com/agenciadahora" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instagram</a> e <a href="https://twitter.com/agenciadahora" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Twitter</a>.</p>
<p>Se preferir receber notícias pelo celular, adicione o Whatsapp nos seus contatos e envie mensagem para (55) 99985-0580.</p>
<p><em>Texto: Assessoria de Comunicação da UFSM-FW</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>A ingestão de álcool pode matar o coronavírus?</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/a-ingestao-de-alcool-pode-matar-o-coronavirus</link>
				<pubDate>Thu, 21 May 2020 18:49:37 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Mitômetro]]></category>
		<category><![CDATA[álcool e coronavírus]]></category>
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						<description><![CDATA[O uso de álcool é um assunto abordado desde o começo do surto do novo coronavírus. Dentre a certeza a respeito do benefício do álcool em gel 70% como prevenção do novo coronavírus ao higienizar as mãos, a hipótese da ingestão de bebidas alcoólicas surge como crença rarefeita ao público.&nbsp; A verdade é que, em [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O uso de álcool é um assunto abordado desde o começo do surto do novo coronavírus. Dentre a certeza a respeito do benefício do álcool em gel 70% como prevenção do novo coronavírus ao higienizar as mãos, a hipótese da ingestão de bebidas alcoólicas surge como crença rarefeita ao público.&nbsp;

A verdade é que, em primeiro lugar, o vírus é transmitido por vias aéreas. Portanto, não adianta beber álcool ou <a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/beber-agua-covid-19/">água</a>. Qualquer indicação de bebida, <a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/alimentos-alcalinos-ajudam-combater-coronavirus/">alimento</a> ou receita caseira para prevenir ou combater o vírus não faz sentido.&nbsp;

Para além disso, é preciso atentar para males que podem surgir com o consumo do álcool, inclusive de procedência duvidosa.&nbsp;
<h3><b>Alerta da OMS</b></h3>
A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou posicionamento, em seu <a href="https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019/advice-for-public/myth-busters">site</a>, no dia 16 de abril. A entidade manifestou preocupação diante da vulnerabilidade de crença do público em relação a qualquer informação que possa parecer verdadeira para si, sem apuração ou comprovações científicas.&nbsp;

De acordo com a OMS, o uso de qualquer tipo de bebida alcoólica representa um risco à saúde, mas, principalmente, caso tenha sido adulterado com metanol, tornando as consequências mais graves ao organismo, podendo levar à morte.&nbsp;

A entidade, ainda, foi contra a liberação total de bebidas com teor alcoólico em todos países, limitando o consumo para a população. Tal afirmação relacionadas à ampla ingestão da substância, está associada a uma gama de doenças crônicas e transtornos mentais, além do possível comprometimento do sistema imunológico.&nbsp;

<img width="658" height="1024" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2020/02/mito-658x1024.png" alt="">
<h3><b>Mais de 700 iranianos morrem de intoxicação por metanol</b></h3>
Apavorados com o avanço da doença no Oriente Médio, os iranianos ajudaram a espalhar a notícia falsa de que o álcool ajudaria a combater o novo coronavírus. Milhares de pessoas recorreram à ingestão da substância.&nbsp;

Conforme matéria publicada pela rede <a href="https://www.aljazeera.com/news/2020/04/iran-700-dead-drinking-alcohol-cure-coronavirus-200427163529629.html">Al-Jazeera</a>, em 27 de abril, com base em números oficiais do Irã, 728 pessoas morreram entre 20 de fevereiro e 7 de abril de intoxicação por metanol - tipo de álcool utilizado em solventes. Ainda conforme a reportagem, 90 iranianos tiveram perda da visão ou outro tipo de dano nos olhos após ingerirem álcool adulterado.

Até o dia 21 de maio, o Irã registrou 129.341 casos e 7.249 mortes, conforme a <a href="https://coronavirus.jhu.edu/map.html">Universidade de Hopkins</a>.
<h3><b>Presidente de Belarus recomenda vodka&nbsp;</b></h3>
O presidente de Belarus, Aleksandr Lukashenko, aconselhou a população que tomasse de vodka se proteger da doença. O presidente daquele país concedeu entrevista ao jornal inglês <a href="https://www.thetimes.co.uk/article/tractors-and-vodka-will-cure-belarus-of-the-coronavirus-says-leader-t6b9xvc55">The Times</a>, publicada no dia 29 de março, em que recomenda o consumo da bebida, o trabalho no campo e a visita à sauna, como métodos de combate ao novo coronavírus.&nbsp;

É importante salientar que Lukashenko mantém uma <a href="https://www.nytimes.com/2020/04/25/world/europe/belarus-lukashenko-coronavirus.html">postura negacionista</a> em relação à pandemia, e Belarus não adotou até o momento nenhum tipo de medidas preventivas.

Belarus registrou 33371 casos e 185 mortes até o dia 21 de maio, segundo a Universidade de Hopkins.

<i><strong>Mitômetro&nbsp;Coronavírus&nbsp;</strong>é um projeto de checagem de fatos da revista Arco voltado para a temática da pandemia com o objetivo de combater a desinformação.</i>

<i>O projeto é desenvolvido pela equipe da revista e tem a colaboração de egressos do curso de Jornalismo da UFSM e de estudantes da disciplina de Checagem de Dados e Eleições, do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana.</i>

<em>Compreenda os selos:</em>

<i><strong>Comprovado</strong>&nbsp;– fato com evidências científicas e que pode ser explicado a partir de relatórios, documentos e pesquisas confiáveis e com metodologias factíveis.&nbsp;</i>

<i><strong>É possível</strong>&nbsp;– selo para uma checagem com elementos reais. Não há comprovação 100% em função de determinados indícios, detalhes ou situações.</i>

<strong><em>Depende</em></strong> –&nbsp;<i>é o meio termo entre o que é mito e a verdade. Não existe um consenso entre as fontes e os especialistas. Também usado para quando faltam evidências ou para destacar que o fato pode ocorrer em uma determinada situação.&nbsp;</i>

<i><strong>Improvável</strong> –&nbsp;refere-se a uma situação com pouquíssima possibilidade de ser real.&nbsp;</i>

<strong><em>Mito</em></strong> –&nbsp;<i>não existe possibilidade alguma de ser verdade. Existem evidências que provam o contrário. Enquadram-se aqui as teorias da conspiração, as lendas da internet e as noticias falsas.</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>(In)formar leitores para combater fake news</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/informando-leitores-para-combater-as-fake-news</link>
				<pubDate>Tue, 12 Mar 2019 17:45:24 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[fake news]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Westphalen]]></category>
		<category><![CDATA[Lex]]></category>
		<category><![CDATA[notícias falsas]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

				<guid isPermaLink="false">http://coral.ufsm.br/arco/sitenovo/?p=5370</guid>
						<description><![CDATA[Como identificar uma notícia falsa? Projetos de alunos de Jornalismo do campus sede e de Frederico Westphalen dão a receita]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 400">As eleições presidenciais de 2016 nos Estados Unidos, e de 2018, no Brasil, levantaram a discussão - e também a preocupação - sobre a proliferação das f</span><i><span style="font-weight: 400">ake news. </span></i><span style="font-weight: 400">Segundo <a href="http://portalintercom.org.br/anais/sul2018/resumos/R60-1477-1.pdf">artigo</a> publicado pelo Grupo de Pesquisa Comunicação, Identidades e Fronteiras, do Departamento de Ciências da Comunicação do campus sede da UFSM, o fenômeno das notícias falsas ocorre a partir de dois fatores: a quebra da credibilidade da mídia de referência, junto com o avanço da produção e compartilhamento de conteúdos nas redes sociais. No Brasil, as notícias falsas tomaram as redes e atingiram grandes proporções em dois momentos no último ano: após o assassinato da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco, do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), em março, e durante as eleições presidenciais, ocorridas em outubro.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400">Ainda são poucas as pesquisas acadêmicas sobre o assunto, assim como as soluções para o problema. Foi nesse cenário que o projeto de extensão </span><i><span style="font-weight: 400">Compreender os Letramentos Locais para (in)formar novos leitores</span></i><b><i>,</i></b><span style="font-weight: 400"> do curso de Jornalismo da UFSM do campus de Frederico Westphalen, aplicou um estudo de percepção de <em>f</em></span><i><span style="font-weight: 400">ake news</span></i><span style="font-weight: 400"> na cidade</span><i><span style="font-weight: 400">, </span></i><span style="font-weight: 400">com alunos do segundo ano do ensino médio da Escola Estadual de Educação Básica Sepé Tiaraju.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400">O projeto de extensão, que iniciou em 2017, tem a intenção de proporcionar uma compreensão mais ampla da leitura, que vá além dos textos escritos e possibilite uma interpretação ou uma ressignificação da realidade social e local. Segundo a coordenadora do projeto, a professora Marluza da Rosa, a iniciativa não objetivava saber se o público lê ou não. A preocupação sempre foi compreender o que o público está lendo e como ele está lendo, motivando-o a interpretar os textos de forma crítica. Assim, as pessoas deixam de se apropriar das notícias apenas para se informar, mas as utilizam para sua formação como cidadãos e sujeitos sociais.</span>

&nbsp;

<b>Nota baixa na percepção de </b><b><i>fake news</i></b>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400">A pesquisa foi</span><span style="font-weight: 400"> ancorada na leitura, pelos participantes, de manchetes de notícias em redes sociais, na intenção de fazê-los identificar se os conteúdos eram falsos ou não. Ao final, o desempenho de cada um era avaliado pelos índices </span><i><span style="font-weight: 400">baixo, regular </span></i><span style="font-weight: 400">ou </span><i><span style="font-weight: 400">bom,</span></i><span style="font-weight: 400"> de acordo com os acertos.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400">Dos 20 alunos participantes - com idades entre 14 e 17 anos -, 11 apontaram que, além de estudar, também trabalham, e 14 têm renda familiar igual ou superior a dois salários mínimos vigentes (R$ 954,00/julho de 2018).</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400">Quanto à percepção de </span><i><span style="font-weight: 400">fake news</span></i><span style="font-weight: 400">, o índice da turma foi classificado como </span><i><span style="font-weight: 400">baixo</span></i><span style="font-weight: 400">. Houve uma média de sete acertos em relação às 17 manchetes apresentadas a cada aluno. Avaliando individualmente cada participante, apenas três tiveram índice </span><i><span style="font-weight: 400">bom</span></i><span style="font-weight: 400">, seis obtiveram </span><i><span style="font-weight: 400">regular</span></i><span style="font-weight: 400">, e onze, </span><i><span style="font-weight: 400">baixo</span></i><span style="font-weight: 400">. Para a professora Marluza, os resultados talvez estejam associados à falta de familiaridade dos alunos com um letramento crítico, assim como pelo hábito de pensar que “as coisas são como são” ou que “se está na internet é verdade”. Ela também ressalta que, conforme os resultados, os alunos que afirmavam gostar de ler estavam mais propensos a identificar de forma correta os textos que receberam.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400">Os dados foram obtidos no final do primeiro semestre de 2018. Após avaliação e sondagem dos resultados, foram realizados encontros com os alunos para mostrar a importância de consultar vários veículos de informação, de valorizar as mídias locais e de se inserir na mídia. Além disso, um dos principais pontos, segundo a coordenadora do projeto, é a necessidade de as pessoas interpretarem de forma menos ingênua a realidade midiatizada na qual estão inseridas. Segundo Wellington Felipe Hack, integrante do projeto, a educação midiática nas escolas serve para evitar a propagação de </span><i><span style="font-weight: 400">fake news</span></i><span style="font-weight: 400">.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400">Os </span><a href="https://docs.wixstatic.com/ugd/21b2ac_beb9967a74ee4b399faab57da4002b3d.pdf"><span style="font-weight: 400">resultados</span></a><span style="font-weight: 400"> já foram publicados em vários eventos acadêmicos. Para 2019, a meta do grupo é se dedicar a uma análise mais aprofundada dos dados e publicá-los para que o estudo alcance mais pessoas.</span>

&nbsp;

<b>Como identificar uma </b><b>notícia falsa</b><b>?</b>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400">A egressa Tainara Liesenfeld, do curso de Jornalismo do campus sede da UFSM, produziu uma série de conteúdos sobre </span><i><span style="font-weight: 400">fake news</span></i><span style="font-weight: 400"> e desinformação no formato de newsletter. O material fez parte de seu trabalho de conclusão, defendido em dezembro de 2018. Um dos conteúdos é um passo a passo a ser seguido antes de compartilhar qualquer informação. Você só vai precisar de alguns minutinhos para aprender. Confira:</span>

&nbsp;

[caption id="attachment_5371" align="aligncenter" width="700"]<img class="wp-image-5371 size-full" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/03/Oque-fazer-04-1.png" alt="" width="700" height="3323" /> Produção: Tainara Liesenfeld | Infografia: Taynane Senna | Projeto experimental desenvolvido no Laboratório de Experimentação em Jornalismo da UFSM - LEx || **Bots são aplicações que circulam na Internet desempenhando alguma tarefa pré-determinada. Ao mesmo tempo em que eles podem ser úteis e inofensivos, também podem ser usados de forma abusiva por criminosos.[/caption]

&nbsp;

Além das iniciativas acadêmicas, a UniFM estreou o programa <em>Pega na Mentira</em> no dia 11 de março de 2019. Apresentado pelo locutor Marcelo De Franceschi dos Santos, o programa busca divulgar, entre blocos musicais, notícias checadas que desmintam outras notícias falsas e apontem fatos calcados na realidade. Além disso, sana dúvidas e faz com que os ouvintes duvidem dos conteúdos recebidos através de aplicativos e sites de redes sociais. Pega na Mentira vai ao ar de segunda a sexta-feira entre 14h e 15h, na frequência 107.9 FM ou pela internet.

&nbsp;

<b>Reportagem: </b><span style="font-weight: 400">Cristina Haas, acadêmica de Jornalismo</span>

<b>Edição: </b><span style="font-weight: 400">Andressa Motter e Taísa Medeiros, acadêmicas de Jornalismo</span>

<b>Ilustração: </b><span style="font-weight: 400">Yasmin Faccin, acadêmica de Desenho Industrial</span>]]></content:encoded>
													</item>
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