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Construção de relógio biológico de plantas medicinais visa promover saúde e qualidade de vida à população



A ideia de construção de um relógio biológico de plantas medicinais surgiu a partir de um encontro no Centro Comunitário do Residencial Dom Ivo Lorscheiter, onde já existe uma horta comunitária. Posteriormente, compartilhou-se a ideia com a equipe de saúde da Estratégia de Saúde da Família (ESF) Maringá e São Francisco, residentes do Programa de Residência Uni e Multiprofissional da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), acadêmicos de enfermagem e diretor da associação dos moradores do Residencial Dom Ivo Lorscheiter, Mestre Militar.

O relógio é baseado na medicina tradicional chinesa, sendo composto por 26 tipos de plantas medicinais, subdivididas em 12 canteiros, além do espaço central que conta com duas plantas do tecido epitelial, de modo que cada canteiro conta com duas plantas medicinais. Cada divisão corresponde ao pico energético de um órgão do corpo humano, que segue um ciclo, exceto o espaço central, Destaca-se que a escolha das plantas se dará a partir de três critérios: plantas reconhecidas pela RDC no 10/2010, plantas que constem na Relação nacional de plantas medicinais de interesse ao SUS (RENISUS) e plantas de uso comum entre os usuários, que podem, ainda, ser adotadas, conforme a realização de pesquisas.

Para o desenvolvimento do relógio optou-se pelo uso de garrafas que se encontravam jogadas em terrenos baldios para construir os canteiros, bem como para a identificação dos órgão e plantas foi utilizado material reciclável, com o propósito de promover a educação e conscientização ambiental. A área onde está localizado o relógio situa-se no mesmo espaço da horta comunitária, a qual compõe o projeto “Horta Comunitária Agroecológica Neide Vaz”.

A responsabilidade de manutenção do horto será da comunidade, juntamente com os residentes e equipe de saúde das duas ESF, estando incluso nesse processo o replantio, irrigação, adubação, limpeza dos canteiros, entre outros cuidados. Portanto, além dos benefícios do uso das plantas medicinais, o horto servirá como um espaço terapêutico, de promoção de saúde, valorização da cultura popular, caracterizado como um meio de estreitar os vínculos entre profissionais e população e fortalecer a relação entre universidade e comunidade.

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