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História

O LINCE foi criado em outubro de 1998 com a finalidade de atender a comunidade do Centro de Educação: Discentes, Servidores Docentes e Servidores TAEs, fornecendo apoio técnico contínuo na área da Informática (Tecnologia da Informação) auxiliando no desenvolvimento de aulas, grupos de pesquisas, cursos, softwares educacionais e todo tipo de trabalho acadêmico. Também auxilia a gestão (Direção) e setores no sentido de ajudar na parte técnica orientando sobre os melhores equipamentos a serem comprados, como utilizá-los e o momento certo para a troca (baixa e troca por um novo ou usado de outro setor), é assim até hoje, sempre ampliando sua área de atuação e atualmente também na área de segurança da informação.

O LINCE (Laboratório de Informática do Centro de Educação) foi criado no final do ano de 1998. Em outubro de 1998 vem para o CE a convite da Servidora TAE Beth (Elizabeth Braga), o servidor TAE Everton Weber Bocca, pois tinha uma vaga que precisava ser preenchida no Centro. Este Servidor estava afastado da UFSM e retornando de uma licença para tratamento de assuntos pessoais, o prof. Jorge Cunha, Diretor do CE na época, concordou e aceitou a transferência do servidor do RU para o CE. O Diretor do CE na época, lançou a título de desafio, que o Servidor TAE Everton reativasse o LEICE (Laboratório de Ensino e Informática do Centro de Educação) que estava abandonado ou que criasse um Laboratório de Informática totalmente novo e reestruturado.
 
Aceito o convite e o desafio. Devido a estrutura já parada a ideia era criar uma estrutura do zero, pois o LEICE tinha uma estrutura de Audiovisual e informática, incluía um laboratório de Informática com 7 Microcomputadores com monitores de tubo, mas apenas 2 com internet do tipo token ring e não do tipo ethernet que temos hoje, esse laboratório ficava em uma sala do GAP, a qual tinha como chefe a Servidora Liane Vizzoto, e se localizava no prédio 44. Todo o restante do material de audiovisual, gravador de rolo, retroprojetor, projetor de slides, vídeo cassete, episcópio (aparelho semelhante ao retroprojetor para materiais transparentes, mas projetava livros e outros materiais opacos), televisão estava armazenado numa pequena sala no fina do corredor e ainda tinha uma sala que seria o Auditório do LEICE.
 
Como esta estrutura precisava de técnico de áudio e vídeo e não tinha mais ninguém no LEICE, somente a TAE Liane, o melhor foi acabar com essa estrutura (setor) e criar outro setor totalmente novo. Após a análise a proposta foi feita para o Diretor que aceitou de imediato, então após a transferência do Servidor TAE Everton Bocca ser efetivada, a criação do novo Laboratório começou e foi criado o LINCE no lugar do LEICE, tendo como promessa do Diretor da época carta branca para comprar e criar o LINCE como fosse necessário, promessa essa que foi cumprida integralmente pela Direção.
 
A primeira coisa a fazer era arrumar a sala onde tinham os 7 computadores e só 2 com internet e que já tinha 1 bolsista que cuidava deste laboratório, mas quase não havia usuário. Lembrando que a internet veio para o Brasil em 1991, ter internet em 1998 era só para Empresas, Governos, Universidades, etc. Então foi solicitado a compra de 10 microcomputadores e neste meio tempo a UFSM trocou a rede de internet de Token ring para ethernet e conseguimos ter 10 microcomputadores IBM e todos com internet. Também foi pedido para comprar um Projetor Multimídia (Datashow), o que foi atendido.
 
Essa novidade tinha em pouquíssimos lugares, sabíamos que tinha no CPD e no CT porque o Servidor TAE responsável pelo desafio da criação do novo Laboratório estava fazendo Engenharia Elétrica no CT. Após conversa com integrantes do CPD, eles auxiliaram no processo de compra do Datashow, porque em 1998 só havia datashow importado e vinha de São Paulo. Foi comprado um equipamento para o auditório do LINCE e custou o preço de um GOL 1000 zero quilômetro da época. Colocado no Auditório, o primeiro uso foi uma apresentação para a direção do CE (Diretor Prof Jorge Cunha, Vice-diretora Profa Ana Luiza Ruschel Nunes, Secretária do centro Servidora TAE Mariangela) com slides do Power Point falando sobre a nova estrutura do LEICE e que passaria a se chamar LINCE.
 
Neste mesmo ano o Servidor TAE responsável passou a ser chefe do LINCE na qual trabalhava sozinho.
O CE mudou de casa, saiu do prédio 44 e foi para o prédio atual, 16. Neste ano a mudança de prédio levou o LINCE ao lugar físico que ocupa até hoje, 2° andar do Bloco B do prédio 16 , salas 3238 ABC, 3235 e 3350. Neste ano o LINCE tinha apenas 2 salas: a Secretaria e o Laboratório. Ficava ao lado da CESED e sala de professores. Com a divulgação do novo laboratório e que todos os 10 microcomputadores tinham internet e que tinha bolsista e 1 servidor para ajudar nos trabalhos, o fluxo de usuários começou a aumentar e foi preciso solicitar a compra de mais 10 computadores.
 
Feito isso, havia a necessidade de mais pessoas trabalhando e maior controle no fluxo de usuários, aumentamos o número de bolsistas, no início tínhamos 1 , foi aumentando para 3, 5, 7 e 12. O trabalho aumentou muito, foi preciso pedir ao Diretor, Prof. Jorge Cunha, um outro Servidor para ajudar no trabalho, assim a Servidora TAE, Rosangela R. Bastos foi indicada para vir trabalhar no setor.
 
Também começou o atendimento ao usuário nos setores a pedido do Diretor Prof. Jorge Cunha, atendimento em todas as salas do CE, desde sala de professor, departamento até sala de aula. Neste ano começa os primeiros passos com Linux.
Neste ano, o Servidor TAE responsável pelo setor, TAE Everton Bocca, se ausentou do LINCE e da UFSM para fazer Mestrado em Ciência da Computação na UFRGS. Em Setembro, a Servidora TAE Rosangela Bastos assume a chefia.
 
Para facilitar a identificação do usuário do LINCE, criou-se uma carteirinha com foto, matrícula, curso, semestre, para permitir o acesso e uso dos computadores no Laboratório era necessário apresentá-la.
A servidora TAE Rosangela Bastos saiu do LINCE e foi para o PPGE, o Servidor TAE Everton Bocca continuava afastado no Mestrado, quem assumiu a chefia do LINCE foi o Servidor Henrique Schetinger Filho. Neste período, o LINCE teve vários problemas com o Linux nos computadores e o Servidor responsável decidiu retirou todos os Linux dos computadores do LINCE e manteve somente o Windows.
O Servidor TAE Everton Bocca, retorna ao LINCE e quem estava na chefia era o Servidor TAE Henrique, que saiu do LINCE neste mesmo ano retornando a chefia ao Servidor TAE Everton Bocca que, novamente, convidou a Servidora TAE Rosangela para retornar ao LINCE, o convite foi aceito e a Direção do CE fez a transferência da Servidora do PPGE para o LINCE. Neste período, o LINCE já tinha uma estrutura grande com um laboratório grande e foi necessário criar uma carteirinha para os usuários do LINCE. Tínhamos impressão gratuita mas as impressoras eram do tipo matricial de 132 colunas e muito barulhentas. Foi necessário isolá-las numa sala devido ao ruído alto demais para ficar no mesmo ambiente do laboratório. Com isso, ganhamos a sala da CESED e as impressoras foram para dentro de uma sala pequena pois foi mudado a estrutura para aumentar o número de computadores.
 
Foi recolocado o Linux nos computadores do LINCE, que ficaram com dual boot: Windows 98 e Debian. Os computadores começaram a ficar obsoletos e, neste período, é que começaram os projetos internos para utilizar software Livre nos equipamentos que já estavam antigos no intuito de dar uma sobrevida aos PCs. Com isso, vários projetos foram desenvolvidos e alguns com a parceria do Prof. Paulo Aukar do ADE. Em um destes projetos o Prof. Paulo Aukar ajudou a colocar o Software Livre NetBSD (que não era um Linux) nos PCs e assim os computadores antigos se tornaram terminais “burros” e acessavam um PC de melhor capacidade de hardware que tinha como Sistema Operacional o Debian GNU/Linux (começamos com a versão 2 – Potate) então os nossos usuários chegavam no Laboratório e tinham um usuário e senha individual e podiam acessar em qualquer computador pois eles eram terminais que acessavam o servidor e com isso consegui-se utilizar os computadores, já ultrapassados, parecendo que eram novos por muito mais tempo.
 
Com o passar do tempo foi comprado mais computadores e esses PCs, que eram terminais, foram todos substituídos e voltaram a usar o dual boot: Windows e Linux no mesmo computador, como é até hoje.
 
Nesta época, tínhamos muitos usuários pois não era comum as pessoas terem computadores e ou notebooks devido o auto custo e por esse motivo, muitos usuários dependiam do Laboratório para fazerem suas pesquisas, trabalho e até planejamento de aulas, com isso o horário do LINCE foi ampliado entrando na parte da noite.
Como a demanda aumentou muito, o responsável pelo setor, Servidor TAE Everton Bocca, solicitou a Direção mais um Servidor para o LINCE e assim o Servidor TAE Carlos A. Q. Machado chegou ao LINCE para ajudar nessa fase de ampliado e muitos usuários. Aumentaram as tarefas desenvolvidas no LINCE, bem como os projetos.
 
Continuaram fazendo projetos com Linux – Software Livre no Lince por exemplo. Fizeram parceria com o CAL – curso de Letras, que estava presente no prédio 16 e distante do CAL, onde os alunos estavam com dificuldades de acessar o seu próprio laboratório de informática, então a parceria era de que o CAL – Letras entraria com alguns computadores (8 para ser mais exato) e com 2 bolsistas e os alunos das Letras poderiam utilizar o laboratório do LINCE. Essa parceria durou um tempo até que o Diretor do CAL, Prof. Pedro não mais renovar a parceria pois precisava trocar todos os computadores das Letras que estavam obsoletos. O Diretor do CAL dessa época, então, optou por cancelar a parceria e também alegou que existia um plano de construção de um prédio para as Letras.
O LINCE recebe o Servidor TAE Aldrei, que veio para auxiliar na grande demanda de trabalho.
O LINCE consegue a flexibilização (30h) e o servidor TAE Aldrei passa num concurso e sai do LINCE, que volta a ter 3 servidores e um novo horário de atendimento: das 8h às 20h ininterrupto.
O LINCE passa por uma mudança grande em sua estrutura, de LINCE (Laboratório de Informática do Centro de Educação) para UNITI-LINCE (Unidade de Tecnologia de Informação do Centro de Educação– LINCE) transformando a sigla LINCE em nome LINCE, hoje Unidade de TI do CE se chama LINCE não sendo mais uma sigla.
 
A carteirinha de acesso ao LINCE foi abandonada e substituída pela carteira da Biblioteca da UFSM para permitir o acesso e uso dos computadores do Laboratório.
 
Consegue fazer parcerias com vários setores, entre eles o Colégio Politécnico na qual uma aluna cumpre seu estágio obrigatório de final de curso, nas dependências da Unidade de TI sob orientação do responsável pela UNITI-LINCE, Servidor TAE Everton e seu professor orientador.
 
Também desenvolve oficinas de capacitação ministradas pela própria equipe, ou seja, os bolsistas e Servidores do LINCE, cada um em sua área, cria e ministra oficina de capacitação para a própria equipe, mas embora ele seja uma capacitação interna também é aberta a qualquer pessoa da UFSM que queira participar, sempre divulgada no Mural da Unidade e no site do LINCE.
 
O site do LINCE sofre muitas modificação, mas agora dentro do modelo padrão da UFSM, com essa mudança, consegue estruturar uma parte dele para notícias sobre Informática e Educação, Tecnologia e Educação, Software Livre e Educação, e todos os assuntos de TI que envolvem Educação.
 
Também separa uma parte do site para o Tutoriais construídos pela própria equipe do LINCE, sobre os assuntos listados acima. Qualquer pessoa pode acessar os tutoriais e utilizá-los no dia a dia, como exemplo lá pode ser encontrado tutorial de como remover o vírus Manoel, como utilizar o wifi eduroam na UFSM, como utilizar o Google Classroom, Google drive e assim por diante. Em 2019 o LINCE quase foi extinto devido as várias mudanças que o Governo Federal, a Reitoria da UFSM e Direção do Centro começaram a aplicar. Mas foi conseguido a permanência do setor que tem tradição na área do Software Livre e Informática (TI) no CE e na UFSM e em outubro de 2020 completa 22 anos de existência.