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Um olhar de dentro da O QI

   Muitas são as contribuições da O QI desde a sua criação, tanto para o meio da pesquisa científica, quanto para o desenvolvimento dos acadêmicos que dispõem desse recurso pedagógico. Maiores ainda, são os desafios do processo de criação de um periódico e gestão de todas as suas etapas. Foi pensando nisso, em trazer um pouco mais de como funcionam as coisas por trás das edições atenciosamente planejadas, harmonicamente diagramadas e com concepções gráficas ímpares, que a nossa equipe preparou um material especial, entrevistando algumas pessoas que fizeram e ainda fazem parte desse projeto.

   A professora e coordenadora da O QI, Cláudia Bomfá, nos traz em números o reflexo da trajetória desde a criação da revista, até os dias de hoje: “ao longo dos 10 anos de aplicação deste projeto de ensino; cursaram a disciplina de Projeto Experimental em Revistas Científicas em torno de 350 acadêmicos, os quais participaram da gestão e editoração de 10 números lançados, com em média de 140 originais publicados e 2 premiações.” E ainda, ressalta: “o periódico possibilita capacitar e instrumentalizar os acadêmicos para o planejamento, a execução e a pós-execução de um produto editorial experimental, em formato revista. O enfoque está para a formação de competências assumidas pelo Editor. Portanto, a revista é um importante laboratório para o desenvolvimento das habilidades práticas voltadas à gestão e edição de periódicos científicos.”

Em conformidade a isso, a aluna Renata Abitante define sua experiência na produção da edição de 10 anos da revista como instigante e desafiadora, “desafiadora porque nós tivemos muitas demandas […], então a gente teve que se empenhar para planejar e organizar e fazer um trabalho legal. Instigante porque toda a turma se empenhou em desenvolver essa revista assim, fazer algo especial, e no final quando nós apresentamos o resultado, a revista, eu acho que todo mundo sentiu orgulho do nosso trabalho.”

Enquanto isso, Otávio Vieira, um dos responsáveis pela gestão editorial do projeto da 10° Edição, relatou entre os principais desafios encontrados pela equipe, o cenário atípico em relação a trabalhar em REDE (Regime de Exercícios Domiciliares Especiais), regime adotado pela UFSM em virtude da pandemia da COVID-19. Outro ponto destacado pelo graduando como desafiador, foi a questão do fluxo de produção da revista: “trabalhar com todas as equipes, trabalhar com outras pessoas né, trabalhar, assim, cuidando do fluxo da revista que envolve várias equipes. Isso é um grande desafio, tem que estar sempre atento às datas, tem que estar tomando decisões que sejam benéficas sempre pra revista”.

Em relação ao futuro da revista, a professora Sandra Depexe, também coordenadora do curso de Produção Editorial, apresenta uma visão otimista de expansão: “o futuro da revista O QI acredito que seja expandir os olhares, ter contribuições diversas e que ela continue sendo uma revista do curso, realizada em disciplina do curso e que ela possa alcançar outros patamares também de qualificação científica”.

Assim, do mesmo modo, aponta entusiasmadamente a Prof° Cláudia Bomfá, “para o futuro, vislumbro novas conquistas! Surpresas! […] Qual será a temática da próxima edição? Quais alunos participarão da gestão da OQI e quais ações irão executar? Como será a próxima edição? Afinal nós, PE, somos camaleônicos!”. 

Não resta dúvidas, de que todos os anos, por trás de cada edição há o maior esforço, organização e dedicação de diversas pessoas para a entrega de um periódico cada vez mais qualificado. Também, é notório o amadurecimento do que foi criado com o intuito de ser apenas um recurso pedagógico para aproximar os estudantes da experiência prática do meio editorial e, atualmente, é uma revista com reconhecimento científico na área, tendo recebido conceito Qualis C. 

Nossa trajetória e nossas produções, são reflexo de várias pequenas experiências em busca de fomentar a produção científica voltada para a produção editorial. O olhar de dentro da O QI, é um olhar em expansão. Somos uma revista feita por alunos e para alunos, somos PE, somos camaleônicos, audazes, imprevisíveis, adaptáveis, plurais. 

Para conferir um pouco mais desses relatos e outros conteúdos voltados à revista, acesse também o nosso Instagram!

 
Gabriel Karnopp