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Os sindicatos das trabalhadoras domésticas em tempos de pandemia: memórias da resistência

Cleide Pereira Pinto, Louisa Acciari, Jurema Gorski Brites, Luiza Batista Pereira, Mary Garcia Castro e Thays Almeida Monticelli (organizadoras)
Os sindicatos das trabalhadoras domésticas em tempos de pandemia: memórias da resistência

“Desde os primeiros meses da pandemia em 2020, ficou óbvio que alguma coisa estava acontecendo a nível militante. Depois da fase inicial de choque, abriu-se uma nova página na história do movimento das trabalhadoras domésticas. Com poucos recursos e quase nenhuma experiência prévia no mundo on-line, as diretoras dos sindicatos estavam ocupando o espaço de uma forma inédita: lives, entrevistas, reuniões, cursos de formação… Cada semana se multiplicavam os cards nos grupos de WhastApp anunciando algum evento ou fala de uma das militantes. Abundavam fotos de ações, distribuições de cestas básicas, visitas às companheiras nos bairros periféricos. Aumentaram, também, editais e demandas de projetos. Alguém tinha que registrar esse processo, para que todos esses cards, essas lives, fotos, entrevistas e ações sindicais não desaparecessem depois da pandemia. E quem melhor do que as próprias sindicalistas para fazer esse registro?” Trecho retirado do prefácio da obra.

Os sindicatos das trabalhadoras domésticas em tempos de pandemia: memórias da resistência

“Desde os primeiros meses da pandemia em 2020, ficou óbvio que alguma coisa estava acontecendo a nível militante. Depois da fase inicial de choque, abriu-se uma nova página na história do movimento das trabalhadoras domésticas. Com poucos recursos e quase nenhuma experiência prévia no mundo on-line, as diretoras dos sindicatos estavam ocupando o espaço de uma forma inédita: lives, entrevistas, reuniões, cursos de formação… Cada semana se multiplicavam os cards nos grupos de WhastApp anunciando algum evento ou fala de uma das militantes. Abundavam fotos de ações, distribuições de cestas básicas, visitas às companheiras nos bairros periféricos. Aumentaram, também, editais e demandas de projetos. Alguém tinha que registrar esse processo, para que todos esses cards, essas lives, fotos, entrevistas e ações sindicais não desaparecessem depois da pandemia. E quem melhor do que as próprias sindicalistas para fazer esse registro?” Trecho retirado do prefácio da obra.

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