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Marjorie, mulher



Jean M. Senhorinho – jeansenhorinho@hotmail.com
Guilherme da Silva Granêz – guilherme.granez@hotmail.com
Ronei Bueno da Cruz – roneidacruz@gmail.com

Com uma voz suave, porém marcante, a estudante do Curso de História da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e também fundadora do Movimento Feminista da UFSM – o Coletivo de Mulheres -, Marjorie Edianez dos Santos Göttert, 22 anos, levanta as bandeiras da igualdade e do eco-socialismo.

Ciente do histórico de opressão das mulheres, Marjorie ressalta a importância que as mulheres devem ter para buscar o seu espaço na sociedade para que as diversidades sejam respeitadas e um meio mais igualitário possa ser alcançado.

O movimento feminista

Conforme a estudante, a mídia também atua na criação de um estereótipo feminino, havendo, na sua avaliação, uma força opressora por parte dos meios de comunicação. “Porém, quando a mulher resolve libertar-se e quebrar essa opressão, ela se encontra com o Coletivo de Mulheres. Surge uma nova consciência e as mulheres se sentem mais autônomas, sabem do que estão falando, sentem-se mais firmes e conhecem mais sua própria história”, afirma.

Entretanto, o movimento nem sempre é bem visto pelas próprias mulheres, o que resulta em mais um obstáculo a ser contornado. Para evitar esse tipo de visão o movimento busca demonstrar o verdadeiro objetivo do grupo: lutar pela igualdade entre homens e mulheres.

A luta pela igualdade

A oportunidade de ingressar nessa luta surgiu ainda em Santa Cruz do Sul, sua cidade natal, em que Marjorie  chegou a cursar  psicologia na Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC). Foi lá que conheceu participantes do Diretório Central dos Estudantes (DCE) que integravam uma rádio comunitária. Conversando com o grupo, a acadêmica obteve acesso aos movimentos sociais e políticos.

Há três anos, veio para Santa Maria e, a partir da sua experiência com grupos feministas, articulou as bases do Coletivo de Mulheres. Como fundadora do Coletivo de Mulheres, Marjorie acredita não ser uma peça insubstituível, mas afirma sentir-se parte do grupo.  “Não é só um do grupo que constrói ou sabe das coisas e sim o todo do grupo que tem a capacidade de lutar por direitos, ou seja, todos são essenciais” afirma.

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