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			<title>Observatório de Direitos Humanos - Feed Customizado RSS</title>
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	<title>Observatório de Direitos Humanos</title>
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				<title>Mestre Adel: A Tradição da Guascaria Viva em Caçapava do Sul</title>
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				<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 20:04:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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						<description><![CDATA[Entre memória e prática, Adel mantém vivo um ofício que aprendeu com o pai e com a vida no campo. por Fellipe H. Alves Medeiros &nbsp; Dias de chuva em Caçapava do Sul mudam o ritmo no galpão de Adélio Simão Mendes Ferreira, conhecido como Mestre Adel Guasqueiro. Longe de ser um problema, a umidade [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="513" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/09/Banner-1024x513.jpg" alt="" />											<figcaption>Entre memória e prática, Adel mantém vivo um ofício que aprendeu com o pai e com a vida no campo.</figcaption>
										</figure>
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: right;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">por Fellipe H. Alves Medeiros</p>
<p><b id="docs-internal-guid-e21d03bb-7fff-bd7f-4621-c23848a73297" style="font-weight: normal">&nbsp;</b></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Dias de chuva em Caçapava do Sul mudam o ritmo no galpão de Adélio Simão Mendes Ferreira, conhecido como Mestre Adel Guasqueiro. Longe de ser um problema, a umidade amacia o couro cru e deixa o material no ponto ideal para o trabalho, ao contrário do que acontece no tempo seco do verão. O artesão aproveita o clima para abrir sobre a mesa uma peça com mais de meio século de história, ainda firme e servível. Orgulhoso, ele aponta para a relíquia: “Você vê um couro velho, esse aqui mesmo, nunca mostrei para vocês, tem mais de 50 anos de uso”. Com o material em mãos, o mestre trança os tentos com a destreza de quem aprendeu o ofício na infância e recorda como o tempo moldava a sua rotina desde guri: “Dia de chuva era mais prático para lidar com o couro. Ele ficava mais branco, mais fácil de trabalhar. Com tempo úmido, o couro se adapta melhor”.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A trajetória de Adélio começou no Irapuá, distrito rural de Caçapava do Sul marcado por uma paisagem de cerros antigos, forte tradição de campo e herança indígena. Ele resume a infância moldada pelos costumes desse interior de chão batido, terra que carrega a ancestralidade dos povos originários: “Eu nasci na campanha, lá no Irapuá, e trabalhei desde pequeno na lida da chácara, na plantação, na campeirada e em tudo assim”.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Filho de José Bernardino Ferreira e Isabela Mendes Ferreira, o artesã cresceu acompanhando o trabalho do pai, um domador de cavalos bravos e xucros que conhecia a fundo os segredos da lida e o manejo do couro cru. Seu José foi o grande professor, ensinando o filho a ler o tempo e a respeitar o ritmo da natureza: em dia de sol, cuidava-se da terra; quando o tempo virava e a chuva barrava o serviço na lavoura ou com o gado, o refúgio era o galpão.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O mestre ri ao lembrar de como a oficina virava o seu paradeiro nesses dias de inverno ou temporal: “Em chuva não podia ir para o campo. Então ficava em casa, ficava no galpão, e tinha que ter serviço para não fazer muita arte”. Para aproveitar a claridade que teimava em entrar pelo cinza dos dias chuvosos, o pai trazia o guri para perto da porta. “Ali é mais claro para trabalhar. No dia de chuva tem que ficar dentro do galpão, mas quando não está chovendo, a gente fica na porta para trabalhar o couro”, descreve Adélio.&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Foi nessa observação miúda, entre o cheiro da umidade e o som das ferramentas, que ele aprendeu a amaciar a matéria-prima batendo com o macete de madeira e a dar forma às primeiras cordas.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Dessa época de aprendizado no pampa, a lembrança mais viva é o primeiro laço, feito pelo pai sob medida para as mãos da criança. Adélio resgata o episódio com a nitidez de quem guarda o passado no bolso: “Ele me deu o primeiro laço quando eu tinha uns oito anos. Saiu um terneiro por uma fresta da cerca. O terneiro veio para o meu lado e eu lasseei ele. O dono da lida me deu uma terneira por causa daquele laço. Tenho até hoje lembrança disso”. Essa memória da primeira terneira e os ensinamentos da infância foram a base que o sustentou dali por diante.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O pai de Adélio, o domador José Bernardino, faleceu quando o menino tinha apenas 11 anos. A perda precoce jogou o guri direto na lida, fazendo com que ele assumisse as rédeas do ofício que havia aprendido apenas olhando o pai trabalhar no galpão. Dali em diante, coube ao garoto dominar o compasso de amaciar o couro na força do macete e o jeito certo de trançar as tiras para erguer as próprias ferramentas de trabalho.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Ainda menino, Adélio já lidava com cavalos e preparava os xergões para a montaria. A necessidade de fabricar os utensílios para o dia a dia na campanha fez com que ele seguisse praticando as técnicas do pai, salvando da memória um saber tradicional que corria o risco de desaparecer com o tempo. Até hoje, o mestre preserva relíquias daquela infância na campanha de Caçapava, mostrando com orgulho o chicote antigo que guarda como tesouro: “Este rebenque foi feito pelo meu pai, né? Isso aqui se chama rabo de tatu. No tempo em que ele domava, usava isso aqui para tocar os baguais”.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Aos 29 anos, Adélio mudou-se para a zona urbana de Caçapava do Sul para casar e trabalhar. Mesmo mudando de rumo e enfrentando o serviço pesado da lavoura, ele nunca largou o artesanato em couro. A fama de suas peças resistentes logo correu pelos corredores de campo e o interior do município, trazendo vizinhos e campeiros que buscavam o conserto de láticos, sobreláticos, barrigueiras e buçais. Ele conta, rindo, que o buçal novo é meio bagual e brabo na cabeça do cavalo, mas que amansa logo com o tempo de uso e um pouco de graxinha.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Para Mestre Adel, o trabalho manual carrega uma durabilidade que as peças de fábrica não conseguem alcançar. O couro de gado é o sustento de toda a montaria, dando corpo aos laços, às rédeas e às soiteiras dos relhos. É um serviço que exige força bruta, pois o couro precisa ser estapiado, esticado, amaciado e limpo na faca para ganhar aquela brancura correta que o gaúcho valoriza.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O couro industrializado, curtido com química para acelerar o processo nas fábricas, não serve para quem conhece o rigor do dia a dia no campo. O artesão sabe bem onde esse material racha na hora do puxão: “Tem comércio que vende esse material, mas muitos vendem só para revenda. Parece umas cascas secas”. Como o galpão de Adel não tem luz elétrica, o feitio da goasqueria tradicional continua todo na paciência do braço. Ele se orgulha de manter o mesmo ritmo de antigamente: “Eu ainda estou na moda antiga, de garrotear o couro no macete. O bruto ainda existe, e são poucos que fazem assim, só na força e no macete”.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Adélio explica que o couro de curtume é trabalhado com costura de linha, um método que acaba fragilizando a peça com o tempo. O guasqueiro aponta a diferença do seu fazer: “Já esse aqui é trabalhado com couro, com tento de lonca de cavalo, por isso dura mais”. Nessa arte, a pele fina e resistente do cavalo é o que amarra toda a estrutura, dispensando totalmente os fios de algodão ou nylon das fábricas. Muitos clientes chegam ao galpão com láticos comprados em lojas, reclamando que as tiras quebram por falta de tratamento adequado na indústria.&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Embora já tenha visto em cursos universitários o funcionamento de máquinas modernas para amaciar a matéria-prima, Adel nota que o maquinário rouba a textura e a flexibilidade do material. A preferência do mestre continua sendo o processo manual no tempo úmido da chuva, sabendo que o cavalo oferece o tento fino e firme para os acabamentos, enquanto o gado entrega a força bruta para o arreio.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Essa busca por resistência também resgata técnicas antigas da herança indígena que ele traz guardada na memória e na ponta dos dedos. Um exemplo vivo desse passado é a bota de garrão de potro, um calçado rústico feito sem moldes ou costuras, retirado inteiro da perna do animal. O mestre ensina o ofício demonstrando o movimento com as mãos: “A bota garrão de potro era feita do garrão do animal. Tinha que secar e tirar inteira, sem riscar. Virava do avesso e colocava uma madeira por dentro para secar sem fechar, para não craquelar o couro, e assim caber na canela”. Ele lembra que o calçado tradicionalmente deixava os dedos dos pés descobertos, um detalhe fundamental para dar mais firmeza ao peão na hora de firmar o pé no estribo.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Da mesma forma, para montar as boleadeiras, Adélio busca na fauna local os materiais capazes de aguentar o impacto do uso no campo. Ele resgata a origem da peça que hoje adorna o galpão: “Esta aqui era a arma dos índios para pegar os bichos baguais”. Para encapar as pedras que ele mesmo esculpe, o artesão utiliza a pele da barriga do tatu-peludo ou o couro de lagarto, matérias-primas conhecidas pela longevidade. Adélio descreve o processo desse feitio: “Cobria-se a pedra com o couro da barriga do tatu-peludo. Também se usava couro de lagarto, que é muito forte”. Por dentro das cordas de couro que ligam as três pedras da boleadeira, o mestre utiliza couro de gato torcido, o segredo antigo que garante a flexibilidade e a força necessárias para suportar o movimento do arremesso no meio do campo.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Nos últimos anos, a rotina pacata do guasqueiro ganhou visibilidade fora do galpão. Em abril de 2024, ele ministrou uma oficina prática no I Seminário de Notórios Saberes da Universidade Federal de Santa Maria, a UFSM. Entre fevereiro e março de 2025, participou como expositor na Recepção Estudantil e na Semana Descobrindo os Notórios Saberes, levando a cultura e o cheiro do campo para dentro do ambiente universitário.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O encontro com as novas gerações de estudantes rendeu boas histórias. Adélio conta, com bom humor e um sorriso no rosto, sobre um médico traumatologista de Caçapava do Sul que frequentava suas oficinas na universidade. O doutor dizia brincando que ia até lá mais pela merenda, mas acabou fisgado pela arte do trançado e saiu de lá sabendo erguer um porta-cuia de couro.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Apesar do reconhecimento acadêmico, Adélio mantém a modéstia típica dos homens da campanha. Ele quase recusou os primeiros convites da UFSM por achar que não tinha o estudo ou a técnica refinada que as salas de aula exigiam. O mestre desabafa, deixando de lado qualquer vaidade: “O meu serviço é mais grosseiro, não é muito aperfeiçoado não. É forte, mas não é muito bonito, não”. Ele prioriza a utilidade prática no dia a dia do pampa e faz questão de elogiar seu colega de ofício, o guasqueiro Batista, a quem considera o verdadeiro especialista no acabamento e nas bainhas de faca detalhadas.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Para Adel, o companheiro domina a parte estética da guascaria e tem o perfil ideal para o ensino formal. Ele afirma, sem nenhuma ponta de inveja, reconhecendo o valor do outro: “O Batista trabalha muito bem. Ele tem condições de fazer cursos, participa de seminários fora do estado, no Uruguai também”. Ainda assim, ciente de que muitos jovens hoje evitam o trabalho pesado de limpar e preparar a matéria-prima, Adel entende a importância de passar o conhecimento adiante e alerta sobre o risco do esquecimento: “É muito importante ensinar, porque se a gente não der continuação, vai terminar os que lidam com couro”.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Aos 82 anos e aposentado da lavoura, Adélio hoje divide o tempo entre o galpão e os cuidados com uma horta de verduras no fundo de casa. Ele confessa, com a serenidade de quem já cumpriu sua jornada na terra: “A guasqueria hoje é mais um entretenimento, algo que eu gosto de fazer”. A atividade tornou-se um passatempo e a melhor forma de preservar suas próprias memórias. Quando uma ideia surge na entrada do galpão, ele apenas pega a faca e puxa o tento. Enquanto trabalha o couro cru na ponta dos dedos, mantém viva a tradição herdada de Seu José Bernardino e a identidade forte do Irapuá. E sempre que o céu nubla no pampa caçapavano, ele já sabe que é hora de se achegar para a porta e preparar o couro para mais uma trança.</p>
&nbsp;]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM apresenta candidatura ao Conselho Estadual de Direitos Humanos por meio do ODH</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/08/24/ufsm-apresenta-candidatura-ao-conselho-estadual-de-direitos-humanos-por-meio-do-odh</link>
				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 18:21:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cocid]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>

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						<description><![CDATA[A Universidade Federal de Santa Maria, por meio do Observatório de Direitos Humanos (ODH), da Coordenadoria de Cidadania (COCID/PRE), apresentou candidatura a um vaga no Conselho Estadual de Direitos Humanos do Rio Grande do Sul (CEDH-RS). A iniciativa busca ampliar a participação da universidade nos espaços de diálogo e construção de políticas voltadas à promoção [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A Universidade Federal de Santa Maria, por meio do Observatório de Direitos Humanos (ODH), da Coordenadoria de Cidadania (COCID/PRE), apresentou candidatura a um vaga no <strong>Conselho Estadual de Direitos Humanos do Rio Grande do Sul (CEDH-RS)</strong>. A iniciativa busca ampliar a participação da universidade nos espaços de diálogo e construção de políticas voltadas à promoção e à proteção dos direitos humanos no estado. A candidatura foi formalizada em agosto, com a apresentação da <strong>Carta de Intenção e Manifestação de Interesse</strong> à comissão responsável pelo processo de composição do Conselho. No documento, a UFSM destaca a atuação do ODH como espaço de articulação entre ensino, pesquisa, extensão e sociedade, aproximando a universidade das demandas relacionadas à efetivação dos direitos humanos.</p><p>Como parte da candidatura, a universidade também estruturou um <strong>Plano de Ação</strong> para um possível mandato de dois anos. A proposta está organizada em cinco eixos: produção de conhecimento e monitoramento dos direitos humanos; educação e formação; articulação institucional e participação social; novos desafios sociais; e apoio técnico e institucional ao CEDH-RS. Entre as ações previstas estão a realização de estudos e atividades de formação, a mobilização de pesquisadores e estudantes, a construção de redes de cooperação e a participação em comissões e grupos de trabalho do Conselho. A proposta também prevê <strong>aproximar a produção acadêmica das demandas da sociedade</strong> e contribuir, quando solicitado, com estudos, pesquisas, notas técnicas e outros subsídios para as atividades do CEDH-RS.</p><p>A estrutura proposta dialoga com a atuação já desenvolvida pelo ODH, reúne projetos e iniciativas voltados a diferentes áreas dos direitos humanos, incluindo educação, gênero, população indígena, acessibilidade, sistema prisional, migração, infância, juventude e enfrentamento das desigualdades. Para apresentar a UFSM no processo de candidatura e, em caso de eleição ou designação, junto ao Conselho, foram indicadas a professora<strong> Jânia Maria Lopes Saldanha,</strong> do Programa de Pós-Graduação em Direito (PPGD/UFSM), como representante titular, e a professora <strong>Jane Schumacher</strong>, chefe do Observatório de Direitos Humanos, como suplente. A candidatura reforça o compromisso do Observatório em articular universidade e sociedade, fortalecer redes e ampliar os espaços de participação social, contribuindo para a construção coletiva de <strong>estratégia de promoção e proteção dos direitos humanos</strong>.</p><p><strong>Texto:</strong> Kelly Duarte, Bolsista de Comunicação ODH/UFSM.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Arte e Direitos Humanos transformam mural do Presídio Regional Feminino de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/08/19/arte-e-direitos-humanos-transformam-mural-do-presidio-regional-feminino-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 15:26:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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						<description><![CDATA[Mural do Presídio Regional Feminino de Santa Maria ganha novas cores e significados através de ação promovida pelo Observatório de Direitos Humanos (ODH) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em parceria com o Presídio Regional Feminino. A mobilização das estudantes Rayssa Barcellos da Silva e Maria Beatriz Queiroga de Oliveira ao explorarem a criatividade e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p data-start="688" data-end="1049">Mural do Presídio Regional Feminino de Santa Maria ganha novas cores e significados através de ação promovida pelo Observatório de Direitos Humanos (ODH) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em parceria com o Presídio Regional Feminino. A mobilização das estudantes Rayssa Barcellos da Silva e Maria Beatriz Queiroga de Oliveira ao explorarem a criatividade e a expressão artística por meio da pintura, trouxeram cor e aconchego para o ambiente.</p>		
													<img width="225" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-13-at-12.52.14-1-225x300.jpeg" alt="" />													
		<p data-start="688" data-end="1049">A obra, iniciada em 2025, retrata os anseios das mulheres privadas de liberdade por reinserção social, representando, por meio da arte, perspectivas, desejos e expectativas para um futuro melhor. O mural constitui, assim, um espaço de expressão construído a partir das vivências e dos sentimentos compartilhados pelas mulheres que integram o sistema prisional.</p>
<p data-start="1051" data-end="1293">A iniciativa reforça o papel da arte como instrumento de expressão, diálogo e transformação social, além de contribuir para a ressignificação dos espaços e para a valorização das experiências e perspectivas das mulheres privadas de liberdade para um espaço mais caloroso e acolhedor.</p>		
			<h2>Confira o processo criativo e o resultado final:</h2>		
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-13-at-12.51.09-1024x768.jpeg" alt="Mural PESM" />													
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-13-at-12.54.40-2-1024x768.jpeg" alt="Mura PESM" />													
													<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/WhatsApp-Image-2026-07-15-at-16.19.43-768x1024.jpeg" alt="Mural PESM" />													
													<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-13-at-12.52.15-1-768x1024.jpeg" alt="" />													
													<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-13-at-12.54.41-768x1024.jpeg" alt="" />													
		<p><strong>Texto:</strong> Alana de Azevedo, Bolsista COCID/UFSM</p>
<p><strong>Imagens:</strong> Acervo ODH/UFSM</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Tio Cida: tambores, memória e resistência negra</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/08/18/tio-cida-tambores-memoria-e-resistencia-negra</link>
				<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 18:03:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[neabi]]></category>
		<category><![CDATA[notórios saberes]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>

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						<description><![CDATA[Mais do que construir instrumentos, Tio Cida transforma madeira, couro e memória em caminhos de transmissão ancestral e resistência cultural por Fellipe H. Alves Medeiros Francisco Acidemar Nunes aprendeu cedo que a música nasce antes mesmo do instrumento existir. O apelido que virou marca de respeito em Caçapava do Sul não veio do “Francisco”. Nasceu [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="511" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/Tio-Cida-transforma-madeira-couro-e-memoria-1024x511.jpg" alt="" />											<figcaption>Mais do que construir instrumentos, Tio Cida transforma madeira, couro e memória em caminhos de transmissão ancestral e resistência cultural</figcaption>
										</figure>
		<!-- wp:paragraph -->
<p>por <em>Fellipe H. Alves Medeiros</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Francisco Acidemar Nunes aprendeu cedo que a música nasce antes mesmo do instrumento existir. O apelido que virou marca de respeito em Caçapava do Sul não veio do “Francisco”. Nasceu de uma brincadeira de escola: um amigo resolveu cruzar as letras do alfabeto com os números da sua data de nascimento. A conta deu “Cida”. Ele gostou, adotou e, com o tempo, o nome ganhou o prefixo que sela o respeito comunitário: Tio Cida.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A caminhada começou em 4 de agosto de 1943. Filho de Antônio Ferreira e Julieta Nunes, Tio Cida cresceu em uma casa cheia, junto com 17 irmãos. O pai biológico, fã de carreiras de cavalo, morreu em uma confusão de cancha reta antes do filho nascer. Cida acabou criado pelo padrasto que, ao lado de Dona Julieta, vivia pelo Carnaval.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A família morava na Rua Barão, na última casa do trilho. Dali para baixo o que havia era campo aberto, potreiro e mato, onde o gado e as ovelhas pastavam. Foi nesse cenário que o menino começou a ver os desfiles que os parentes organizavam no pátio, aprendeu a dançar nos botequins da volta e fincou o pé no ritmo que daria sentido à sua vida.</p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p>Na infância em Caçapava, o som estava em qualquer canto. Como não havia dinheiro para comprar instrumentos profissionais, a gurizada da vizinhança se virava com o que dava: recolhiam latas vazias de azeite e de banha de vinte litros nas calçadas e faziam o batuque acontecer.</p>
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<p>Aos poucos, a brincadeira virou técnica. Tio Cida passou a garimpar madeiras de móveis velhos jogados no lixo. Fundos de roupeiro eram os melhores; as tábuas finas, de três ou quatro milímetros, moldavam-se com facilidade. Para o couro, aproveitava os cabritos que a mãe criava. Ele lembra até hoje do trabalho pesado: esticar o couro, taquear, secar ao sol e raspar com paciência para tirar o pelo e a gordura antes de o bicho virar som. No início, não havia pretensão de venda. Era só o pretexto para movimentar uma rua onde quase nada acontecia.</p>
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<p>Tudo mudou em 1953. Aos dez anos, Cida viajou a Porto Alegre para visitar os irmãos mais velhos e deu de cara com o carnaval da capital. No meio do desfile de uma escola de samba, um detalhe prendeu sua atenção: enquanto a maioria usava baquetas, um homem batia com as palmas das mãos em um tambor enorme, cônico e imponente. O menino não sabia o nome daquilo, mas guardou a imagem na cabeça. Voltou para Caçapava decidido a desenhar e montar aquela forma na sua oficina improvisada. Só no ano 2000, quase cinquenta anos depois, ao participar do Festival Cabobu (A Festa dos Tambores), em Pelotas e conversar com o músico Giba Giba, é que Tio Cida entendeu o que tinha feito na infância: sua intuição de guri o havia conectado diretamente ao Tambor de Sopapo, a grande marca da ancestralidade e da resistência negra no Sul.</p>
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<p>A partir dos anos 1970, o conhecimento de Cida ganhou as escolas da região. Ele começou a montar bandas de percussão em colégios públicos como o Gnarte, Nossa Senhora da Assunção, Januária Leal&nbsp; e Conego Ortiz . O trato era simples: as direções compravam o material e o Mestre ensinava os alunos da periferia, transformando a gurizada em ritmistas de primeira.</p>
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<p>Em agosto de 1988, ano do centenário da abolição, ele deu um passo maior e criou o Grupo de Dança Afro-Brasileira Clara Nunes. Começaram em poucos,&nbsp; cinco ou seis pessoas. Enfrentaram o racismo de quem torcia o nariz para um grupo formado majoritariamente por negros, mas fincaram pé. Sob a liderança de Cida, o grupo resistiu, virou referência na cidade e já formou mais de mil integrantes, incluindo as filhas e os netos do Mestre.</p>
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<p>Cinco anos depois, em 5 de maio de 1993, ele abriu mais um espaço de quilombo urbano: fundou a Sociedade Recreativa Estrela do Mar. Como primeiro presidente, garantiu que a comunidade negra de Caçapava tivesse um teto para o samba, a capoeira e as festas religiosas, numa época em que o acesso aos clubes tradicionais da cidade ainda era veladamente negado aos negros. Mais tarde, sua liderança também o levou a presidir o conselho do Clube Recreativo Harmonia.</p>
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<p>A disputa por esses territórios de alegria tinha suas tensões. O Mestre lembra bem de um carnaval em que a Estrela do Mar levou o título de campeã. Inconformado com a derrota, o presidente da escola rival, de patronato branco, pegou o troféu de segundo lugar e o arremessou no meio da multidão. Para Tio Cida, aquela imagem de desespero do preconceito só mostrava que o carnaval precisava continuar sendo uma trincheira de afirmação.</p>
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<p>O reconhecimento como Mestre Artesão veio pelo fazer diário. Para ele, o título não serve para ficar na parede, mas para girar o conhecimento. Essa certeza virou o projeto “Som da Liberdade”, em 2012, onde ensinou a fabricação e o toque de tambores para mais de 400 jovens da região. A iniciativa venceu prêmios do Ministério da Cultura e espalhou o sopapo pelo estado. O argumento do Mestre é curto e certeiro:<em> “Tem que deixar nem que seja um para ensinar os outros também, depois”.</em></p>
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<p>Sua relação com o tambor passa por uma compreensão profunda da história e da espiritualidade. Ele enxerga o instrumento como uma tecnologia antiga de comunicação:<em> “É o nosso telegrama”</em>, explica, lembrando que na África o som cruzava quilômetros para avisar as tribos sobre nascimentos, festas ou perigos. Lembra também que, antes do parafuso e do ferro, os antigos usavam o fogo para escavar os troncos e a fibra da embira para amarrar o couro.</p>
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<p>Essa sensibilidade sobra até no que sobra da rua. Quando vê galhos cortados nas podas das calçadas, Tio Cida junta os pedaços e, no canivete, vai limpando a madeira até que surja um passarinho, um santo ou um capoeirista. E ensina o respeito com o couro:<em> “antes de tocar qualquer tambor, é preciso pedir licença e fazer um carinho na pele do instrumento, agradecendo o sacrifício do animal que garante a nossa festa. Para ele, os tambores são uma família: cada um tem um tamanho, uma voz e um jeito de falar, mas quando se juntam no terreiro, todos se entendem”.</em></p>
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<p>O peso de carregar essa herança costuma emocionar o Mestre. Ele trabalha pelo que chama de “estalo”, criando sem olhar para o relógio. Confessa que, quando terminou de montar seu primeiro Tambor de Sopapo legítimo e tirou o primeiro som dele, chorou sozinho na oficina. Ali mesmo, agradeceu aos que vieram antes pela missão recebida. Sabe que o ofício é um compromisso espiritual para não deixar a memória apagar.</p>
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<p>Com os anos, as homenagens vieram em sequência. Ganhou o Prêmio Culturas Populares do Ministério da Cultura em 2018 e, no mesmo ano, virou enredo da Escola de Samba Unidos da São João. Sua persistência também foi o motor para que, em outubro de 2023, o Tambor de Sopapo recebesse o registro de Patrimônio Imaterial de Caçapava do Sul, colocando o município no mapa histórico do instrumento ao lado de Pelotas e Porto Alegre.</p>
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<p>O trânsito de Cida pelas universidades mostra que o saber popular não deve pedir licença à academia. Convidado para debates e oficinas, o artesão inverte o jogo e mostra que quem está na sala de aula tem muito a aprender com quem está no chão de terra: a tradição serve para <em>“levar esclarecimento a quem sabe que existe, mas não sabe por que e nem como”</em>. Como Patrono do Mês da Consciência Negra na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), ele deixou claro que a universidade precisa do conhecimento das raízes para ser, de fato, completa.</p>
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<p>A entrega do título de Notório Saber pela universidade chancelou uma vida inteira dedicada à oralidade e ao afeto coletivo. Tio Cida repete que mestre de verdade se faz na prática e na comunidade; o diploma só assina embaixo daquilo que o povo já reconheceu na rua.</p>
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<p>Hoje, aos 82 anos e longe das obrigações do trabalho formal, ele sorri ao dizer que <em>“botou o relógio fora”</em>. Sem as amarras das horas do comércio, vive no tempo da criação e da memória. Seus tambores não são mercadoria; são a continuidade física dos que vieram antes, garantindo que o grave profundo do sopapo continue batendo forte no peito de Caçapava do Sul.</p>
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						<item>
				<title>Mestre Militar: ancestralidade, capoeira e transformação social</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/08/18/mestre-militar-ancestralidade-capoeira-e-transformacao-social</link>
				<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 18:01:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[neabi]]></category>
		<category><![CDATA[notórios saberes]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>

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						<description><![CDATA[Mais do que luta, a capoeira de Mestre Militar é ancestralidade, solidariedade, identidade e transformação coletiva. por Fellipe H. Alves Medeiros Luiz Antônio Loreto aprendeu cedo que a capoeira não nasce apenas no corpo, mas também na escuta, na memória e na convivência. Conhecido em Santa Maria e na região central do Rio Grande do [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/Ilustracao-–-Opcao-2-1024x576.jpg" alt="" />											<figcaption>Mais do que luta, a capoeira de Mestre Militar é ancestralidade, solidariedade, identidade e transformação coletiva.</figcaption>
										</figure>
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<p>por <em>Fellipe H. Alves Medeiros</em></p>
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<p>Luiz Antônio Loreto aprendeu cedo que a capoeira não nasce apenas no corpo, mas também na escuta, na memória e na convivência. Conhecido em Santa Maria e na região central do Rio Grande do Sul como Mestre Militar, ele transformou a roda em espaço de acolhimento, resistência e ensino coletivo. Há 35 anos vem dedicados integralmente à capoeira, sua trajetória carrega marcas da oralidade, da cultura afro-brasileira e da vida comunitária construída na Vila Urlândia, bairro onde nasceu e cresceu entre rodas de samba, brincadeiras de rua e os primeiros contatos com a arte que definiria sua história.</p>
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<p>Antes mesmo de pleitear o reconhecimento acadêmico por meio do projeto Notórios Saberes, Luiz Antônio Loreto já era mestre nas ruas, nas comunidades e nas rodas de capoeira. Em Santa Maria, seu nome atravessa bairros, escolas e praças públicas ao som do berimbau e na formação de gerações inteiras de capoeiristas. Conhecido como Mestre Militar, construiu, ao longo de 35 anos ininterruptos dedicados à capoeira, uma trajetória marcada pela resistência negra, pela educação popular e pela transformação social.</p>
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<p>Na Vila Urlândia, onde nasceu e cresceu em uma família de 14 irmãos, a capoeira apareceu ainda na infância, entre brincadeiras de rua, rodas de samba e os treinos conduzidos pelo Mestre Biriba no pátio da igreja do bairro. Sem condições financeiras para frequentar academias, começou aprendendo da forma mais antiga: observando. O olhar atento para os movimentos, para a musicalidade e para os mais velhos transformou-se, aos poucos, em uma compreensão profunda da capoeira como herança ancestral e prática coletiva.</p>
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<p>Hoje, aos 52 anos, Mestre Militar é reconhecido como uma das principais referências da capoeira de rua e da cultura afro-brasileira na região central do Rio Grande do Sul. Sua trajetória integra o projeto “Notórios Saberes”, da Universidade Federal de Santa Maria, iniciativa é reconhecido como um dos mestres e mestras cujos conhecimentos foram construídos pela prática, pela tradição oral e pelo compromisso com a comunidade.</p>
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<p>Segundo registros do Portal da Capoeira/IPHAN, iniciou sua trajetória em 1989, passou a ministrar aulas em 1995 e recebeu oficialmente o título de mestre em 2016. Formado por Mestre Biriba, ligado ao Grupo Oxóssi, carrega uma linhagem que conecta Santa Maria às raízes históricas da capoeira baiana, passando por nomes como Mestre Índio da Bahia, Mestre Valdemar da Paixão, Mestre Pelé da Bomba e Mestre Besouro. Para ele, a capoeira é uma árvore viva de memória, em que cada geração mantém acesa a experiência daqueles que vieram antes.</p>
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<p>Para Mestre Militar, a capoeira nunca foi apenas luta ou esporte. “Capoeira é família”, costuma dizer. A frase resume uma filosofia construída dentro e fora da roda: ninguém cresce sozinho. Em seus relatos, lembra que, após perder uma irmã em um período de dificuldades financeiras, foi acolhido pelo próprio mestre, que permitiu que continuasse treinando sem pagar mensalidade. O gesto marcou profundamente sua formação e moldou a maneira como passou a enxergar o grupo de capoeira: como um espaço de cuidado coletivo, solidariedade e pertencimento.</p>
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<p>Em 2002, após anos de formação no Grupo Oxóssi, fundou a Associação de Capoeira de Rua Berimbau, em Santa Maria. A iniciativa nasceu do desejo de aproximar novamente a capoeira da comunidade e dos espaços públicos. Naquele período, o mestre percebia que muitas rodas haviam migrado para academias e clubes fechados, afastando-se da periferia e das ruas onde historicamente se desenvolveram. Ao ocupar praças e espaços públicos da cidade, como o Calçadão, Mestre Militar reafirmou a capoeira como prática popular, acessível e coletiva.</p>
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<p>A associação expandiu suas atividades para outras cidades do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e também para a Argentina, onde mantém grupos em Buenos Aires e Santa Fe. Parte dessa internacionalização aconteceu através da relação construída com a Universidade Federal de Santa Maria. Segundo o mestre, muitos intercambistas conheceram a capoeira na cidade e levaram para outros países uma prática menos comercial e mais ligada à identidade social e comunitária.</p>
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<p>Essa conexão com a universidade tornou-se uma das marcas de sua trajetória. Participando de projetos de extensão, palestras e atividades acadêmicas, Mestre Militar construiu parcerias com cursos como Medicina, Letras, Matemática, Publicidade e Odontologia. Todos os semestres, estudantes visitam a comunidade para compreender, através da convivência, as realidades sociais da periferia, da população negra e das práticas coletivas de cuidado. Para o mestre, essa troca rompe hierarquias tradicionais do conhecimento: dentro da roda, a universidade também aprende.</p>
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<p>A Associação Berimbau tornou-se também um espaço de inclusão social e formação cidadã. Sem barreiras financeiras, religiosas ou de gênero, o trabalho desenvolvido pelo mestre busca fortalecer vínculos comunitários e combater preconceitos historicamente reproduzidos dentro e fora das rodas. Ele destaca a importância de transformar tradições que naturalizavam machismo e homofobia, defendendo uma capoeira baseada no respeito, na escuta e na valorização da presença feminina.</p>
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<p>Sua atuação comunitária ultrapassa a capoeira. Na Vila Urlândia, ajudou a estruturar projetos ligados à saúde coletiva, à distribuição de alimentos, a oficinas culturais, a atividades com idosos e à formação de jovens. Um dos exemplos mais simbólicos é a criação da horta comunitária, surgida a partir de estudos sobre ervas medicinais e conhecimentos ancestrais compartilhados pelos moradores mais velhos da comunidade. O espaço tornou-se ponto de encontro, segurança alimentar e integração social.</p>
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<p>Durante a pandemia, a associação funcionou como centro de apoio para famílias da região. Mesmo com os treinos suspensos presencialmente, o grupo manteve o acompanhamento das crianças, a distribuição de materiais e o suporte comunitário. Para Mestre Militar, o desafio sempre foi impedir que a juventude fosse “aliciada” pela violência e fortalecer caminhos de pertencimento através da cultura.</p>
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<p>Sua pedagogia nasce da experiência cotidiana. Uma das histórias que mais o marcou aconteceu durante aulas em uma escola pública, quando descobriu que um aluno chegava atrasado porque precisava permanecer em casa protegendo a irmã de agressões domésticas. O episódio transformou sua visão sobre educação e desigualdade social. “Não existe educação igual para todos quando as construções sociais são diferentes”, afirma.</p>
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<p>Essa dimensão humana atravessa também a musicalidade da capoeira. Mestre Militar incentiva seus alunos a comporem cantigas próprias como forma de preservar memória, identidade negra e consciência histórica. Em uma de suas composições, canta:</p>
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<p><em>“Eu sou negro descendente de Zumbi</em><em><br></em><em>O rei negro de Palmares</em><em><br></em><em>Pelo negro ele lutou</em><em><br></em><em>Eu sou negro hoje livre sim senhor.”</em></p>
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<p>A música continua denunciando o preconceito sofrido por praticantes da capoeira, frequentemente associados à marginalidade, mas reafirma a roda como espaço de amizade, paz e dignidade.</p>
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<p>Essa visão acompanha o reconhecimento da capoeira como Patrimônio Cultural Imaterial pelo IPHAN, em 2008, e pela UNESCO, em 2014. Para Mestre Militar, a capoeira ultrapassa o movimento corporal: ela é também instrumento de educação, alfabetização cultural e fortalecimento da identidade negra. Por meio da musicalidade, das cantigas e da literatura de cordel, ensina seus alunos a compreenderem a própria história e a preservarem a memória afro-brasileira.</p>
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<p>O reconhecimento de Mestre Militar pelo projeto “Notórios Saberes” representa mais do que um título acadêmico. É o reconhecimento de uma trajetória construída pela oralidade, pela ancestralidade e pela experiência coletiva. Sua história reafirma a capoeira como patrimônio cultural, instrumento educativo e forma de resistência negra que continua viva nas ruas, nas comunidades e nas novas gerações formadas dentro da roda.</p>
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<p>Mais do que ensinar movimentos, Mestre Militar construiu uma roda em que a capoeira se torna espaço de pertencimento, aprendizado e transformação coletiva. Sua presença no projeto “Notórios Saberes” reconhece uma trajetória que mantém viva, em Santa Maria, a força da oralidade, da cultura popular e da ancestralidade negra.</p>
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													</item>
						<item>
				<title>Casa Verônica em destaque: Bruna Denkin participa do episódio “Mulheres em espaços de gestão e liderança”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/08/17/casa-veronica-em-destaque-bruna-denkin-participa-do-episodio-mulheres-em-espacos-de-gestao-e-lideranca</link>
				<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 13:59:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade de Gênero]]></category>

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						<description><![CDATA[A Casa Verônica tem orgulho de anunciar que sua administradora, Bruna Denkin, será a convidada especial da entrevista nº 146 do programa Te Move UFSM, 5ª temporada. O episódio abordará o tema “Mulheres em espaços de gestão e liderança”, trazendo reflexões sobre os desafios e conquistas femininas em cargos de direção. Bruna Denkin é reconhecida [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Casa Verônica tem orgulho de anunciar que sua administradora, Bruna Denkin, será a convidada especial da entrevista nº 146 do programa Te Move UFSM, 5ª temporada. O episódio abordará o tema “Mulheres em espaços de gestão e liderança”, trazendo reflexões sobre os desafios e conquistas femininas em cargos de direção.</p>
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<p>Bruna Denkin é reconhecida por sua dedicação e competência na gestão da Casa Verônica, espaço que se tornou referência em acolhimento e fortalecimento comunitário. Sua participação em duas transmissões reforça o compromisso da instituição com a valorização da mulher em posições de liderança e com a promoção de debates que inspiram transformação social.</p>
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<p>📅 Datas e horários de transmissão</p>
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<p>18/08, às 17h – Rádio Universidade 800 AM</p>
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<p>19/08, às 8h – UniFM 107.9</p>
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<p>🎙️ Equipe envolvida</p>
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<p>Apresentação: Dra. Maria Aparecida Azzolin, Pedagoga CTE</p>
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<p>Entrevistadora: Profa. Jane Schumacher</p>
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<p>Trabalhos técnicos: Jonathan Ferreira e José Luiz Mota Pinto</p>
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<p>Direção de Rádio: Jonathan Ferreira</p>
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<p>Produção: Ana Carolina Cipriani</p>
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<p>🔗 Acompanhe pelos canais oficiais</p>
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<p>Rádio: ufsm.br/radio</p>
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<p>YouTube: CTE UFSM</p>
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<p>Spotify: Te Move UFSM</p>
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<p>👉 Assista, curta, compartilhe e inscreva-se no canal CTE UFSM para prestigiar esta conversa inspiradora com Bruna Denkin.</p>
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<p>📌 #ParaTodosVerem<br>Card da entrevista nº 146 do Te Move, 5ª temporada. Tema: “Mulheres em espaços de gestão e liderança”. À direita, fotografia de uma mulher de cabelos castanhos, na altura dos ombros, sorrindo e olhando para nós com expressão acolhedora e confiante. Ela usa colar delicado, brincos discretos, blusa branca e blazer claro, sentada diante de uma mesa em ambiente interno desfocado.</p>
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													<img width="768" height="1021" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-09.35.12-768x1021.jpeg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Casa Verônica participa da Recepção Institucional 2026/2</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/08/10/casa-veronica-participa-da-recepcao-institucional-2026-2</link>
				<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 15:51:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[Durante os dias 3 e 4 de agosto, a equipe da Casa Verônica, em parceria com a PRAE e o Coletivo TRAMA, esteve presente na recepção institucional da UFSM, contribuindo também para a divulgação dos serviços oferecidos neste semestre. A atividade&nbsp;ocorreu&nbsp;em frente ao Restaurante Universitário I (RU I), durante o horário do almoço, fortalecendo o [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Durante os dias 3 e 4 de agosto, a equipe da Casa Verônica, em parceria com a PRAE e o Coletivo TRAMA, esteve presente na recepção institucional da UFSM, contribuindo também para a divulgação dos serviços oferecidos neste semestre. A atividade&nbsp;ocorreu&nbsp;em frente ao Restaurante Universitário I (RU I), durante o horário do almoço, fortalecendo o vínculo com a comunidade acadêmica e promovendo o acesso às informações e serviços de apoio estudantil. Entre as atrações, atividades educativas e interativas com o público com sorteio de brindes e pintura de rosto de acordo com sua bandeira.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Você visitou o estande da CV, nos conte o que achou? Confira o que rolou na galeria de fotos.</p><p><br></p><p><br></p>
<p></p>
<p>Texto e fotos: Fabiane Gomes</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>		
			<figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="DSC_0426" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE2OCwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC9EU0NfMDQyNi1zY2FsZWQuanBnIiwic2xpZGVzaG93IjoiODAxZWI4MCJ9" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0426-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0426-150x150.jpg" alt="" /></a>
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				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="20260804_120551" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTEzOSwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC8yMDI2MDgwNF8xMjA1NTEtc2NhbGVkLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjgwMWViODAifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_120551-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_120551-150x150.jpg" alt="" /></a>
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				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="20260804_115731" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTEzNywidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC8yMDI2MDgwNF8xMTU3MzEuanBnIiwic2xpZGVzaG93IjoiODAxZWI4MCJ9" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_115731.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_115731-150x150.jpg" alt="" /></a>
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			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="20260804_114657" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTEzNSwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC8yMDI2MDgwNF8xMTQ2NTctc2NhbGVkLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjgwMWViODAifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_114657-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_114657-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="20260804_114644" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTEzNCwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC8yMDI2MDgwNF8xMTQ2NDQtc2NhbGVkLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjgwMWViODAifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_114644-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_114644-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="20260804_114059" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTEzMywidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC8yMDI2MDgwNF8xMTQwNTktc2NhbGVkLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjgwMWViODAifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_114059-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_114059-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Casa Verônica participa da Roda de Conversa: Vulnerabilidades e o acesso à saúde</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/08/07/casa-veronica-participa-da-roda-de-conversa-vulnerabilidades-e-o-acesso-a-saude</link>
				<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 14:02:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[Na última quarta-feira do mês de Julho, 29, a Casa Verônica, representada pela adm. Bruna Loureiro Denkin, participou do VER-SUS Santa Maria na roda de conversa “Vulnerabilidades e o acesso à saúde”, no espaço da UFSM em Silveira Martins. O encontro fez parte da programação da 5ª edição do VER-SUS Santa Maria, uma experiência única [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Na última quarta-feira do mês de Julho, 29, a Casa Verônica, representada pela adm. Bruna Loureiro Denkin, participou do VER-SUS Santa Maria na roda de conversa “Vulnerabilidades e o acesso à saúde”, no espaço da UFSM em Silveira Martins.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>O encontro fez parte da programação da 5ª edição do VER-SUS Santa Maria, uma experiência única de vivência no SUS para conectar estudantes, territórios, trocas e novos olhares sobre a saúde coletiva.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong><em>"Minha participação representando a Casa Verônica foi importante porque foi possível compartilhar reflexões e contribuir com a formação das(os) viventes sobre como a perspectiva de gênero e as interseccionalidades atravessa os processos de saúde doença e interferem no acesso aos serviços e no cuidado que é ofertado" </em></strong>ressaltou Bruna Denkin.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>O VER-SUS SM é feito de encontros, territórios e histórias compartilhadas para construir uma formação em saúde comprometida com o SUS, com a vida e com a transformação social.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p> </p>
<!-- /wp:paragraph -->		
													<img width="1024" height="577" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/IMG-20260729-WA0018-1024x577.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>O projeto Esperançando da Universidade Federal de Santa Maria é finalista do Prêmio da Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/08/06/o-projeto-esperancando-da-universidade-federal-de-santa-maria-e-finalista-do-premio-da-associacao-dos-magistrados-do-estado-do-rio-de-janeiro</link>
				<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 18:52:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Esperançando]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[O compromisso com a promoção da cidadania e da educação em direitos humanos conquistou um importante reconhecimento nacional. O projeto Esperançando, fomentando pelo Observatório de Direitos Humanos, subdivisão da Coordenadoria de Cidadania da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, está entre os cinco finalista da categoria Práticas Humanísticas da 15° edição do Prêmio AMAERJ de Direitos [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O compromisso com a promoção da cidadania e da educação em direitos humanos conquistou um importante reconhecimento nacional. O projeto <b>Esperançando</b>, fomentando pelo Observatório de Direitos Humanos, subdivisão da Coordenadoria de Cidadania da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, está entre os cinco finalista da categoria <b>Práticas Humanísticas</b> da 15° edição do <b>Prêmio AMAERJ de Direitos Humanos - Patrícia Acioli</b>.</p><p>Coordenado pela TAE, <b>Alice Lameira Farias</b>, e pela professora, <strong>Luciana Davi Traverso</strong>, o projeto desenvolve ações que aproximam a universidade da comunidade por meio da educação em direitos humanos. Criado em 2019, é uma ação de extensão da Universidade Federal de Santa Maria voltada ao acompanhamento de adolescentes e jovens em acolhimento institucional durante a transição para a vida adulta. Atendendo participantes entre 14 e 21 anos, a iniciativa desenvolve ações articuladas nas áreas de <b>educação, cidadania, moradia, inserção no mercado de trabalho e autonomia financeira</b>, buscando fortalecer projetos de vida e contribuir para a superação de situações de vulnerabilidade social.</p><p>Por meio de uma metodologia centrada no acolhimento, na escuta qualificada e na construção de vínculos, o projeto oferece acompanhamento individualizado e oficinas realizadas semanalmente, criando um espaço de pertencimento que amplia as oportunidades de desenvolvimento dos jovens para além do ambiente institucional. Entre os diferenciais da iniciativa está a articulação entre <b>universidade,</b> <b>Poder Judiciário, Ministério Público do Trabalho, rede de proteção social e empresas parceiras</b>, possibilitando o encaminhamento dos participantes para programas de aprendizagem e oportunidades de emprego, aliado à formação de uma reserva financeira para o período de desligamento do acolhimento institucional. O acompanhamento é mantido até os 21 anos, fortalecendo a transição para uma vida adulta mais segura e autônoma.</p><p>Criado para valorizar iniciativas que promovem e defendem os direitos humanos em diferentes áreas da sociedade, o Prêmio AMAERJ de Direitos Humanos - Patrícia Acioli reconhece projetos que transformam realidades por meio da educação, da cultura, da justiça e da atuação social. A confirmação da classificação do Esperançando foi comunicada oficialmente pela <b>Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro (AMAERJ)</b> à coordenação do projeto. A cerimônia de premiação acontecerá no dia 1º de outubro, às 17h30, no <b>Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro</b>, quando serão conhecidos os vencedores da 15ª edição da premiação.</p><p>A classificação entre os finalistas representa o reconhecimento de um trabalho construído coletivamente ao longo dos últimos anos. Em um cenário nacional, no qual centenas de iniciativas foram inscritas, estar entre os projetos selecionados reafirma a relevância da extensão universitária como instrumento de transformação social e evidencia o impacto das ações desenvolvidas pelo <b>Grupo Temático de Educação em Direitos Humanos</b> do ODH, no qual o projeto Esperançando faz parte. Independentemente do resultado final, a presença entre os finalistas representa um marco para o projeto Esperançando e para o Observatório de Direitos Humanos, reforçando o alcance das ações desenvolvidas em prol da educação e da construção de uma sociedade mais justa, democrática e comprometida com a dignidade humana. </p><p><strong>Texto:</strong> Kelly Duarte, Bolsista de Comunicação ODH/UFSM.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Primeiro sarau do projeto "Novos Capítulos" celebra a leitura e a escrita na Antiga Reitoria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/08/04/primeiro-sarau-do-projeto-novos-capitulos-celebra-a-leitura-e-a-escrita-na-antiga-reitoria</link>
				<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 20:28:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>
		<category><![CDATA[sarau literário]]></category>

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						<description><![CDATA[O prédio da Antiga Reitoria foi palco, no dia 30 de julho, da primeira edição do SARAU Literário do projeto Novos Capítulos para Remição pela Leitura. O encontro reuniu 12 participantes em um momento de expressão cultural, escuta atenta, troca de vivências e fortalecimento da cidadania por meio da literatura. Durante a atividade, cada participante [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O prédio da Antiga Reitoria foi palco, no dia 30 de julho, da primeira edição do SARAU Literário do projeto <b>Novos Capítulos </b>para<b> Remição pela Leitura</b>. O encontro reuniu <strong>12 participantes</strong> em um momento de expressão cultural, escuta atenta, troca de vivências e fortalecimento da cidadania por meio da literatura. Durante a atividade, cada participante teve a oportunidade de compartilhar produções autorais, além de impressões e reflexões desenvolvidas ao longo do percurso de leitura. O sarau proporcionou um espaço de diálogo, valorizando a escrita e a leitura como instrumentos de expressão, acolhimento e construção coletiva do conhecimento.</p><p>A condução do evento esteve a cargo do acadêmico do curso de História, João Batista de Matos Neto, sob a coordenação da professora Jane Schumacher, chefe do Observatório de Direitos Humanos, subdivisão da Coordenadoria de Cidadania da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM. A iniciativa contou ainda com a participação e o acompanhamento de servidores do <strong>Instituto Penal de Monitoramento Eletrônico da 2ª Região (IPME-2)</strong>.</p>		
													<img width="1024" height="468" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/2ba94d98-62fd-4d2b-bfa7-01d798d4ef93-1024x468.jpg" alt="" />													
		<p>A integração entre universidade, estudantes e profissionais da execução penal reforça o compromisso institucional com a ressocialização e a garantia dos Direitos Humanos. Mais do que uma etapa do processo de remição de pena, o sarau consolidou a leitura e a escrita como práticas de <strong>transformação pessoal, reflexão crítica e inclusão cultural</strong>.</p><p><strong>Texto</strong>: Jane Schumacher, Chefe do ODH/UFSM.</p><p><strong>Revisão:</strong> Kelly Duarte, Bolsista de Comunicação ODH/UFSM.</p><p><strong>Imagem:</strong> Acervo do ODH/UFSM.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Casa Verônica agradece inscrições para o Edital nº 062/2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/08/04/casa-veronica-agradece-inscricoes-para-o-edital-no-062-2026</link>
				<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 12:52:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[e-book]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[A equipe da Casa Verônica (CV) manifesta seu agradecimento a todas e todos que participaram do Edital de Chamada Pública nº 062/2026, publicado em junho, destinado à submissão de textos inéditos para o e-book “Memórias e Práticas de Gênero: Experiências da Casa Verônica e do Grupo Temático de Gênero na promoção da igualdade (2024-2025)”.   [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A equipe da Casa Verônica (CV) manifesta seu agradecimento a todas e todos que participaram do Edital de Chamada Pública nº 062/2026, publicado em junho, destinado à submissão de textos inéditos para o e-book “Memórias e Práticas de Gênero: Experiências da Casa Verônica e do Grupo Temático de Gênero na promoção da igualdade (2024-2025)”.</p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
Entre as cinco categorias propostas: Relatos de experiência, Ensaios e reflexões, Guias práticos e metodológicos, Infográficos e sínteses visuais e Cartas e narrativas reflexivas — duas se destacaram entre os inscritos.
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
A <strong>categoria I </strong>– Relatos de Experiência concentrou<strong> 90% das submissões</strong>.
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
A <strong>categoria II </strong>– Ensaios e Reflexões recebeu <strong>10% das contribuições</strong>.
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
A maioria dos textos foi enviada por coordenadoras(es) de projetos, bolsistas, voluntários, servidoras(es) técnico-administrativos(as) e integrantes da comunidade externa vinculados às ações da Casa Verônica e do Grupo Temático de Gênero da UFSM.
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<table><colgroup> <col width="189" data-id="column-r17xzu" /> <col width="242" data-id="column-1vddqo" /> <col width="385" data-id="column-3x3vg6" /> <col width="404" data-id="column-hvgyw9" /> <col width="362" data-id="column-gcnd9n" /> <col width="226" data-id="column-ljp3e4" /></colgroup>
<tbody>
<tr data-id="row-l2frst">
<td style="overflow: hidden;width: 73.4722px" colspan="1" rowspan="1" data-id="1:1">
Abel Silva Rodrigues
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 189.201px" colspan="1" rowspan="1" data-id="1:2">
<a href="mailto:abel.rodrigues@acad.ufsm.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-test="link-preview-plain">abel.rodrigues@acad.ufsm.br</a>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 188.194px" colspan="1" rowspan="1" data-id="1:3">
Projeto Institucional de Implementação da Política de Igualdade de Gênero da Ufsm: Espaço Multiprofissional Casa Verônica - Fase 02 
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 135.521px" colspan="1" rowspan="1" data-id="1:4">
Laura Regina da Silva Câmara Maurício da Fonseca, Ricardo Pereira de Felippe, Giovana Moura Domingos, Ícaro Silva Gonçalves
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 121.788px" colspan="1" rowspan="1" data-id="1:5">
Mapeamento Trans UFSM: Visibilizar para Reivindicar
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 83.8542px" colspan="1" rowspan="1" data-id="1:6">
I - Relato de Experiência
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
</tr>
<tr data-id="row-foy2el">
<td style="overflow: hidden;width: 73.4722px" colspan="1" rowspan="1" data-id="2:1">
Cristina T. Ribas
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 189.201px" colspan="1" rowspan="1" data-id="2:2">
<a href="mailto:cristina.ribas@ufsm.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-test="link-preview-plain">cristina.ribas@ufsm.br</a>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 188.194px" colspan="1" rowspan="1" data-id="2:3">
Cartografias coletivas: articulações entre pesquisa, criação, cosmopolítica e ciência
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 135.521px" colspan="1" rowspan="1" data-id="2:4">
Profa. Dra. Cristina T. Ribas (Docente do Curso de Artes Visuais – UFSM) <a href="mailto:cristina.ribas@ufsm.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-test="link-preview-plain">cristina.ribas@ufsm.br</a>
Ana Luiza Moreira Maciel (Discente do Curso de Artes Visuais – UFSM)
Flávia Samira Baltezan de León (Discente do Curso de Artes Visuais – UFSM)
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 121.788px" colspan="1" rowspan="1" data-id="2:5">
Cartografias de opressão de gênero em Santa Maria: aprender com e analisar manifestações quanto à opressão de gênero
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 83.8542px" colspan="1" rowspan="1" data-id="2:6">
I - Relato de Experiência
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
</tr>
<tr data-id="row-8zlcce">
<td style="overflow: hidden;width: 73.4722px" colspan="1" rowspan="1" data-id="3:1">
Laura Ferreira Cortes
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 189.201px" colspan="1" rowspan="1" data-id="3:2">
<a href="mailto:laurafc@politecnico.ufsm.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-test="link-preview-plain">laurafc@politecnico.ufsm.br</a>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 188.194px" colspan="1" rowspan="1" data-id="3:3">
Fórum de enfrentamento à violência por parceiro íntimo contra as mulheres do Município de Santa Maria: promoção da cultura de paz e superação da violência
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 135.521px" colspan="1" rowspan="1" data-id="3:4">
Elizandra Tatsch Rodrigues, Juliana Novo Coutinho, Débora da Silva Machado, Bruna Loureiro Denkin
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 121.788px" colspan="1" rowspan="1" data-id="3:5">
Fórum de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres: articulação em rede e formação intersetorial em Santa Maria-RS
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 83.8542px" colspan="1" rowspan="1" data-id="3:6">
I - Relato de Experiência
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
</tr>
<tr data-id="row-rxq7x6">
<td style="overflow: hidden;width: 73.4722px" colspan="1" rowspan="1" data-id="4:1">
Melissa Medeiros Braz
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 189.201px" colspan="1" rowspan="1" data-id="4:2">
<a href="mailto:melissa.braz@ufsm.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-test="link-preview-plain">melissa.braz@ufsm.br</a>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 188.194px" colspan="1" rowspan="1" data-id="4:3">
<p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Liga Acadêmica de Saúde da Mulher da Universidade Federal de Santa Maria (Liasm) </p>
 
<p> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 135.521px" colspan="1" rowspan="1" data-id="4:4">
Vitória Anibele Marchesin, Brenda Anieli de Quadros, Alessandra Bueno da Rosa
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 121.788px" colspan="1" rowspan="1" data-id="4:5">
Educação em Saúde Sexual para Mulheres que Fazem Sexo com Mulheres: Relato de uma Ação Extensionista no Viva O Campus do Orgulho  LGBTQIAPN+
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 83.8542px" colspan="1" rowspan="1" data-id="4:6">
I - Relato de Experiência
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
</tr>
<tr data-id="row-9a8ahg">
<td style="overflow: hidden;width: 73.4722px" colspan="1" rowspan="1" data-id="5:1">
Melissa Medeiros Braz
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 189.201px" colspan="1" rowspan="1" data-id="5:2">
<a href="mailto:melissa.braz@ufsm.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-test="link-preview-plain">melissa.braz@ufsm.br</a>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 188.194px" colspan="1" rowspan="1" data-id="5:3">
TPM: Tranquilidade para menstruar - Projeto de combate à pobreza menstrual
 
 
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 135.521px" colspan="1" rowspan="1" data-id="5:4">
Alessandra Bueno da Rosa, Vitória Anibele Marchesin, Helen Luiza Engelmann, Brenda Aniele de Quadros
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 121.788px" colspan="1" rowspan="1" data-id="5:5">
Dignidade Menstrual para Além dos Muros: Relato de Uma Ação de Educação em Saúde no Presídio Regional Feminino de Santa Maria
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 83.8542px" colspan="1" rowspan="1" data-id="5:6">
I - Relato de Experiência
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
</tr>
<tr data-id="row-u3735r">
<td style="overflow: hidden;width: 73.4722px" colspan="1" rowspan="1" data-id="6:1">
Daniel Roberto Bergmeier Teixeira
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 189.201px" colspan="1" rowspan="1" data-id="6:2">
<a href="mailto:daniel.bergmeier@acad.ufsm.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-test="link-preview-plain">daniel.bergmeier@acad.ufsm.br</a>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 188.194px" colspan="1" rowspan="1" data-id="6:3">
"Discutindo gênero: do ‘azul é de menino’ e ‘rosa é de menina’ até o ‘em briga de marido e mulher se mete a colher sim!’"
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 135.521px" colspan="1" rowspan="1" data-id="6:4">
Patricia Lunardi Martins - Phillip Vilanova Ilha - Ediane Machado Wollmann
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 121.788px" colspan="1" rowspan="1" data-id="6:5">
<p> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A Extensão Universitária no Enfrentamento das Desigualdades de Gênero por Meio de Metodologias Ativas </p>
 
<p> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 83.8542px" colspan="1" rowspan="1" data-id="6:6">
I - Relato de Experiência
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
</tr>
<tr data-id="row-8i8bdt">
<td style="overflow: hidden;width: 73.4722px" colspan="1" rowspan="1" data-id="7:1">
Duane Castro da Rosa
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 189.201px" colspan="1" rowspan="1" data-id="7:2">
<a href="mailto:duane.rosa@acad.ufsm.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-test="link-preview-plain">duane.rosa@acad.ufsm.br</a>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 188.194px" colspan="1" rowspan="1" data-id="7:3">
Transver: Ações Performáticas junto da comunidade Transgênero de Santa Maria
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 135.521px" colspan="1" rowspan="1" data-id="7:4">
Daniel Reis Plá
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 121.788px" colspan="1" rowspan="1" data-id="7:5">
Transvendo e Transvendando O Fazer Teatro no Interior do Rio Grande Do Su
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 83.8542px" colspan="1" rowspan="1" data-id="7:6">
II - Ensaio ou Reflexão Temática
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
</tr>
<tr data-id="row-ak1dkn">
<td style="overflow: hidden;width: 73.4722px" colspan="1" rowspan="1" data-id="8:1">
Alessandra Alfaro Bastos
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 189.201px" colspan="1" rowspan="1" data-id="8:2">
<a href="mailto:alessandra.alfaro@ufsm.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-test="link-preview-plain">alessandra.alfaro@ufsm.br</a>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 188.194px" colspan="1" rowspan="1" data-id="8:3">
Capacitação em Novas Práticas e Autorresponsabilização
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 135.521px" colspan="1" rowspan="1" data-id="8:4">
Gessiane Rehbein
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 121.788px" colspan="1" rowspan="1" data-id="8:5">
Vivência Teórico-Prática em um Grupo Reflexivo para Promoção da Cultura de Paz com Homens Autores de Violência Contra A Mulher 
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 83.8542px" colspan="1" rowspan="1" data-id="8:6">
I - Relato de Experiência
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
</tr>
<tr data-id="row-9pvutl">
<td style="overflow: hidden;width: 73.4722px" colspan="1" rowspan="1" data-id="9:1">
Fernanda Beheregaray Cabral
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 189.201px" colspan="1" rowspan="1" data-id="9:2">
<a href="mailto:cabralfernandab@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-test="link-preview-plain">cabralfernandab@gmail.com</a>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 188.194px" colspan="1" rowspan="1" data-id="9:3">
Práticas Educativas em Gênero, Vulnerabilidade e Cuidados em Saúde de Populações em Contextos de Vulnerabilidade em Territórios Urbano e Rural
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 135.521px" colspan="1" rowspan="1" data-id="9:4">
Fernanda Beheregaray Cabral; Andressa da Silveira; Leila Mariza Hildebrandt; Mariana Ferreira Santos Lago;
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 121.788px" colspan="1" rowspan="1" data-id="9:5">
GenVulC e suas ações de extensão universitária: promovendo afetAções e projetos sociais de felicidade coletiva
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 83.8542px" colspan="1" rowspan="1" data-id="9:6">
I - Relato de Experiência
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="margin-bottom: 1em"><strong>Fique atento ao cronograma: </strong></p>
<strong>Entrega da versão final com revisão (quando solicitada):</strong> até 17 de julho de 2026
 
<strong>Previsão de Lançamento da publicação digital: </strong>novembro de 2026
 
A iniciativa busca consolidar práticas e reflexões desenvolvidas no âmbito do Grupo Temático de Gênero da UFSM, fortalecendo o papel da extensão universitária na defesa dos direitos humanos e na promoção da igualdade.
 
Mais informações e acesso ao edital completo estão disponíveis no site da UFSM: <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/editais/062-2026" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-test="link-preview-plain">Ufsm062/2026 - EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA Nº 062/2026 – CASA VERÔNICA/PRE/ODH-UFSM</a>
 
 
Texto: Fabiane Gomes
Ilustração: Gabrielli Rodrigues
<p><!-- /wp:paragraph --></p>		
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/Casa-Veronica-1-819x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/Casa-Veronica-1-1-819x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Do Congresso à Universidade: A trajetória das conquistas LGBTQIAPN+ </title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/07/30/do-congresso-a-universidade-a-trajetoria-das-conquistas-lgbtqiapn</link>
				<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 13:46:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[Conheça as leis e as conquistas de permanência e respeito O Mês do Orgulho, celebrado em junho, trouxe uma reflexão sobre as conquistas da comunidade LGBTQIAPN+ e os desafios que ainda persistem no Brasil, onde esse percurso é marcado por uma particularidade: muitos avanços sociais foram garantidos por decisões do Poder Judiciário antes de se [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p style="text-align: center"><em>Conheça as leis e as conquistas de permanência e respeito</em></p>
<p><!-- /wp:post-content --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O Mês do Orgulho, celebrado em junho, trouxe uma reflexão sobre as conquistas da comunidade LGBTQIAPN+ e os desafios que ainda persistem no Brasil, onde esse percurso é marcado por uma particularidade: muitos avanços sociais foram garantidos por decisões do Poder Judiciário antes de se tornarem leis votadas no Congresso Nacional.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Nesse cenário, o Supremo Tribunal Federal assumiu o protagonismo na efetivação de garantias constitucionais. Enquanto o Congresso Nacional se mantinha lento na criação de leis específicas, o Supremo Tribunal Federal (STF), assumiu o protagonismo na garantia de direitos fundamentais. A falta de legislação específica no Congresso fez com que o Supremo Tribunal Federal (STF) se tornasse protagonista na garantia de direitos fundamentais. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Entre 2011 e 2023, uma série de decisões históricas reconfigurou a cidadania LGBTQIAPN+, consolidando direitos fundamentais para esse público, mesmo diante da ausência de legislação específica.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), a trajetória se destaca pelo pioneirismo em algumas ações. O debate institucional sobre diversidade começou em novembro de 2014 e ganhou força sete anos depois com a criação da <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/casa-veronica">Casa Verônica</a>, oficializada pela <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proplan/resolucao-ufsm-n-064-2021">Resolução UFSM nº 064, de 3 de novembro de 2021</a>, que instituiu a Política de Igualdade de Gênero da UFSM. A iniciativa antecipou diretrizes nacionais e transformou discussões legislativas em práticas reais de acolhimento e respeito, exigindo uma coragem institucional para enfrentar as resistências que foram surgindo ao garantir os direitos que essa comunidade merecia ter.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Linha do Tempo - A Revolução Silenciosa do STF</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Casamento Homoafetivo Civil (2011/2013)</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><em>Reconhecimento da união estável e obrigatoriedade de celebração de casamentos em cartórios.</em></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Em 2011, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a união estável homoafetiva. Em 2013 a <a href="https://www.jusbrasil.com.br/noticias/resolucao-n-175-de-14-de-maio-de-2013/111681092?msockid=2d17868750966cf2250b918a51876d02"><strong>Resolução nº 175 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)</strong></a>, obrigou todos os cartórios do país a celebrar casamentos civis entre pessoas do mesmo sexo e a converter uniões estáveis em casamento. Também em 2013, aconteceu no Estado o primeiro SIM coletivo. Segundo os Registros do Núcleo de Casamentos Coletivos da Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS).</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Logo após a liberação pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no mesmo ano, o Rio Grande do Sul foi palco de um dos maiores casamentos civis coletivos igualitários do país. Na capital, Porto Alegre, 43 casais homoafetivos formalizaram sua união de uma só vez no Foro Central da capital. Esse gesto simbólico, eliminou a informalidade dos contratos de gaveta e trouxe de imediato, direitos à herança, à comunhão de bens e ao acesso a planos de saúde.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>STF: </strong>Acórdão conjunto da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4277) e Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 132), relatoria do Min. Ayres Britto (maio/2011).</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>CNJ:</strong> Resolução nº 175/2013 do Conselho Nacional de Justiça, que proíbe autoridades competentes de recusarem habilitação de casamento civil ou conversão de união estável.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Desde então, os cartórios do Rio Grande do Sul têm registrado um crescimento histórico nos atos de cidadania da população LGBTQIAPN+. Dados consolidados pelo Portal da Transparência do Registro Civil mostram um total de 451 matrimônios entre pessoas do mesmo sexo e outras 525 alterações de gênero realizados em 2024 no Estado. Ao todo, são mais de 15 mil casamentos homoafetivos realizados no Brasil. Antes disso, casais <em>gays</em> tinham apenas a opção de formalizar uma união estável. Em cinco anos, os casamentos LGBTQIAPN+ aumentaram 78% no Rio Grande do Sul. Atualmente, o número de casamentos homoafetivos é 112% superior aos realizados em 2014. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Adoção por Casais Homoafetivos (2015):</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) garantiu a igualdade plena para a formação de famílias, estabelecendo que casais homoafetivos tenham o direito de adotar crianças sem qualquer restrição de idade ou gênero, baseando-se estritamente no bem-estar do adotando.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>STF:</strong> Julgamento do Recurso Extraordinário (RE 846102), relatoria do Min. Dias Toffoli (março/2015).</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Direitos de Adoção (2015)</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><em>Garantia de igualdade plena para casais homoafetivos formarem famílias com base no afeto.</em></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Em 2015, o caso "Toni Reis" foi o marco da adoção no Supremo Tribunal Federal (STF) e teve como um dos grandes símbolos o ativista Toni Reis e seu marido, David Harrad. Após uma batalha judicial que durou quase uma década, o STF garantiu ao casal o direito de adotar. O caso concreto demonstrou juridicamente que o conceito de "família" na legislação brasileira deveria ser norteado pelo afeto e pela proteção da criança, e não pela configuração de gênero dos pais. Hoje, o casal tem três filhos adotados legalmente.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Política do Nome Social e Retificação de Registro (2018) </strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Desde 2018, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que pessoas trans e travestis podem alterar seu nome e gênero diretamente no registro civil (cartório), por via administrativa, sem a necessidade de cirurgia, laudos médicos ou autorização judicial. No Estado, instituiu-se também a Carteira de Nome Social para o funcionalismo e serviços estaduais.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>STF: </strong>Decisão plenária na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4275), que garantiu o direito de substituição de prenome e sexo sem cirurgia de redesignação sexual (março/2018).</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Nome Social na UFSM:</strong> <a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/eu-me-chamo-joe">A história de Joe (2015) </a></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><em>Direito de alterar nome e gênero no registro civil sem necessidade de laudos médicos ou autorização judicial.</em></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Pioneirismo:</strong> </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O assunto começou a ser debatido na UFSM em novembro de 2014, quando o então reitor, Paulo Burmann, recebeu em seu gabinete a coordenadora de Políticas Públicas para a Diversidade Sexual, Marina Reidel, que representava a Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos do Rio Grande do Sul. O encontro teve também a participação de representantes do Diretório Central dos Estudantes (DCE) e do Coletivo Voe, que congrega representantes do movimento LGBT de Santa Maria.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>No dia 27 de março de 2015, o Conselho Universitário aprovou por unanimidade a adoção do nome social na UFSM, decisão que só foi protocolada em definitivo na resolução publicada no dia 3 de junho do ano passado. A aprovação da Resolução nº 010/2015 na UFSM mudou as dinâmicas reais dentro das salas de aula e assegurou, entre outras providências, a adoção do nome social no âmbito da instituição. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Na época, um dos casos que ganhou destaque na própria mídia acadêmica da instituição foi o de Joe, estudante trans. Antes da resolução, o uso do “nome morto” (registro civil) em listas de presença e chamadas era motivo de constrangimento. Com a mudança tecnológica implementada pelo Centro de Processamento de Dados (CPD/UFSM), Joe passou a ter seu nome social reconhecido nos diários de classe, <em>e-mails</em> institucionais e nas interações com professores, garantindo o respeito à sua identidade</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A questão do nome social mexeu com boa parte da estrutura técnica em termos de gerenciamento de dados da Universidade. O CPD concentrou esforços em duas mudanças importantes: a adoção do Sisu como forma de ingresso e a inclusão do nome social nos registros acadêmicos. Em 1º de dezembro daquele ano, foram apresentadas as atualizações no sistema de informações educacionais, garantindo que todos os cadastros institucionais passassem a registrar também o nome social.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>C<strong>onselho Universitário (CONSU/UFSM): </strong>Resolução nº 010/2015, que assegura a inclusão, o direito de uso e o tratamento pelo Nome Social de servidores, estudantes e usuários dos serviços institucionais.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEP/UFSM): </strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A inclusão do nome social para servidores da UFSM é assegurada pela<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proplan/resolucao-n-010-2015"> Resolução N. 010/2015</a>. Ela garante o direito à identificação em ramais, e-mails institucionais, crachás e sistemas eletrônicos. O processo deve ser iniciado eletronicamente pelo próprio servidor, seguindo as diretrizes da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/progep">PROGEP</a>).</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>A solicitação é feita de forma totalmente digital: </strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:list {"ordered":true} --></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol><!-- wp:list-item --></ol>
</li>
</ol>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol>
<li><strong>Formulário:</strong> Baixe e preencha digitalmente o<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/341/2023/09/Formulario-de-Inclusao-de-Nome-Social.pdf"> Formulário de Inclusão de Nome Social</a>.</li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol>
<li><strong>Sistema:</strong> Acesse o<a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/dag/pen/tutorial-processo-de-inclusao-do-nome-social-2"> Processo Eletrônico Nacional (PEN-SIE)</a> e abra um novo processo do tipo <em>"010. Processo de inclusão de nome".</em></li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol>
<li><strong>Assinatura:</strong> Assine o formulário eletronicamente dentro do próprio sistema PEN-SIE.</li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol>
<li><strong>Envio:</strong> Anexe o formulário e a cópia de um documento de identidade com foto, e tramite o processo para o Núcleo de Cadastro (NUCAD).</li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- /wp:list --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Conforme as diretrizes da PROGEP, a inclusão se reflete nos seguintes meios internos da instituição: </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Sistemas de informática:</strong> Nome de usuário e cadastros.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>E-mail:</strong> Endereço de correio eletrônico institucional.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Ramais:</strong> Lista oficial de ramais da universidade.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Crachás:</strong> Identificação funcional utilizada internamente. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>A instituição também oferece Canais de Suporte</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Para dúvidas sobre a abertura do processo, preenchimento dos formulários ou emissão do crachá, entre em contato com o Núcleo de Cadastro:</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>E-mail:</strong> cadastro@ufsm.br</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Telefone:</strong> (55) 3220 8227</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Endereço:</strong> Sala 442, 4º andar do prédio da Reitoria, Campus Sede </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><em>Para dúvidas técnicas específicas sobre o sistema PEN-SIE, envie um e-mail para pen@ufsm.br.</em> </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:heading {"level":3} --></p>
<h3><strong>Criminalização da LGBTfobia: do STF às ruas - Homofobia é Racismo</strong></h3>
<p><!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A criminalização da LGBTfobia não é apenas uma vitória jurídica: é um marco simbólico. Ela reforça que ataques à coletividade LGBTQIAPN+ não podem ser relativizados. A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) transformou o modo como o país lida com a violência e o preconceito, colocando a homofobia e a transfobia no mesmo patamar de gravidade que o racismo.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Em junho de 2019, o STF deu um passo histórico: determinou que a homofobia e a transfobia fossem equiparadas ao crime de racismo, previsto na Lei nº 7.716/1989. A decisão, fruto do Mandado de Injunção (MI 4733) e da Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO 26), tornou essas práticas crimes inafiançáveis e imprescritíveis.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Poucos meses depois, o novo entendimento já ganhava corpo fora dos tribunais. No Rio Grande do Sul, um caso na Região Metropolitana de Porto Alegre marcou a aplicação prática da decisão: um homem que insultou homofobicamente um vizinho e seu companheiro foi indiciado sob a Lei de Racismo. A Justiça deixou claro que ofensas antes tratadas como “meras discussões” agora geram antecedentes criminais graves. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Em 2020, veio a primeira condenação por injúria homofóbica enquadrada como racismo. E, em agosto de 2023, o STF ampliou o alcance da decisão, estendendo o entendimento também para casos de injúria racial individual.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Apesar dos avanços, os números continuam alarmantes. O<a href="https://antrabrasil.org/wp-content/uploads/2026/01/dossie-antra-2026.pdf"> Dossiê de Assassinatos e Violências contra Travestis e Transexuais Brasileiras</a>, produzido pela ANTRA, mostra que a violência contra pessoas trans e travestis segue em níveis críticos diante da realidade cotidiana.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Fim da Restrição para Doação de Sangue (2020)</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O Supremo Tribunal Federal derrubou uma das normas mais controversas da saúde pública brasileira referente a proibição de homens bisessuais que fazem sexo com homens e suas parceiras de doar sangue. Até então, a Portaria nº 158/2016 do Ministério da Saúde e a RDC nº 34/2014 da Anvisa impunham um período de 12 meses de abstinência sexual como condição para a doação.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 5543) declarou nulas essas restrições, classificando-as como discriminatórias e sem respaldo científico. A decisão marcou um divisor de águas quanto à orientação sexual que deixou de ser critério de triagem e o foco passou a ser exclusivamente em fatores de risco epidemiológicos, como ocorre em outros países.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A medida foi celebrada como uma vitória histórica da comunidade LGBTQIAPN+, que há décadas denunciava o estigma associado à doação de sangue. Com o fim da restrição, o Brasil se alinhou às práticas internacionais mais modernas e inclusivas, reforçando que a solidariedade não pode ser limitada por preconceito.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Linha do Tempo da UFSM - Além do Papel:como a universidade garante os Direitos LGBTQIAPN+ </strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Vanguarda: O Nome Social Antes do Decreto Federal</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Como podemos ver, há mais de uma década a instituição tem se destacado por consolidar esses direitos no ambiente acadêmico, transformando a legislação nacional em ações práticas de permanência, respeito e inclusão regional no campus sede e seus campis. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A UFSM não esperou o cenário nacional para agir. Em 2015, a instituição implementou a Resolução nº 010/2015, que regulamentou o uso do nome social no ambiente acadêmico. Essa medida antecipou-se ao próprio decreto federal, que viria um ano depois. Este "pioneirismo tecnológico", viabilizado pelo Centro de Processamento de Dados (CPD), foi vital para a saúde mental tão difundida na atualidade. Percebe-se que desde esta época, ao garantir que o nome social constasse em diários de classe e sistemas, a universidade combateu ativamente a exposição e o constrangimento do chamado "nome morto".</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Com o fortalecimento de uma Legislação Interna regulamentada pela Resolução nº 010/2015, com o uso do nome social na UFSM a instituição antecede o próprio decreto federal de 2016. É garantido para estudantes (graduação e pós-graduação), servidores e membros da comunidade externa que utilizem os serviços da instituição e estende-se para diários de classe, e-mails institucionais, crachás, listas de ramais e sistemas de informática. Em caso de estudantes menores de 18 anos nos <em>campi</em> técnicos/médios, o pedido é feito via representantes legais.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Campanha Permanente:</strong> Em vigor desde 2023, a campanha <em>"Eu decidi me reconhecer"</em> (parceria entre a Casa Verônica e diversos setores) atua ativamente para combater a exposição do "nome morto" e agilizar os trâmites burocráticos.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A permanência e a segurança da comunidade LGBTQIAPN+ na universidade e nas cidades dos <em>campi</em> dependem do suporte de órgãos institucionais e coletivos independentes.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Regionalidade e Resistência: </strong><em>O impacto da UFSM se estende para além de Santa Maria </em></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Nos campis, iniciativas como o Coletivo Heleniras, um grupo político e cultural atuante na região de Palmeira das Missões e Santa Maria e que está vinculado ao movimento estudantil da UFSM. O coletivo homenageia a guerrilheira e militante Helenira Rezende e dedica-se à defesa dos direitos humanos, pautas feministas e combate à LGBTfobia. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE/UFSM):</strong><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proplan/resolucao-ufsm-n-125-2023"> Resolução UFSM nº 125/2023</a> (e atualizações pela <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proplan/resolucao-ufsm-n-068-2021">Resolução nº 068/2021 de Ações Afirmativas</a>), regulamentando o oferecimento de vagas suplementares exclusivas.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD/UFSM):</strong> Editais de processos seletivos de ingresso de pessoas transgêneras (ex: <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/2025/09/03/edital-da-ufsm-para-ingresso-de-pessoas-transgenero-na-graduacao-esta-com-inscricoes-abertas-ate-23-de-dezembro">Edital nº 077/2025 para ingresso em cursos de graduação</a>).</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP/UFSM):</strong> Editais de editais afirmativos e reserva de vagas para pós-graduação stricto sensu.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Agência de Notícias UFSM:</strong> Levantamento "<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2024/01/23/janeiro-lilas-a-presenca-da-comunidade-trans-no-ensino-superior-brasileiro-e-na-ufsm">Janeiro Lilás:</a> a presença da comunidade trans no ensino superior brasileiro e na UFSM" do Observatório de Direitos Humanos, utilizando dados da Coordenadoria de Oferta e Relacionamento (COFRE/UFSM).</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/casa-veronica"><strong>Casa Verônica </strong></a><strong>(UFSM Sede)</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Dezenas de estudantes e servidores da sede e dos campi (como Palmeira das Missões, Frederico Westphalen e Cachoeira do Sul) recebem suporte anualmente, desde a criação da Coordenadoria LGBT (Codsex) dentro da estrutura de diversidade da universidade.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A Casa Verônica e as frentes de acolhimento da UFSM realizam atendimentos diretos em situações sensíveis, como casos de violência, retificação de nome e apoio psicológico. Vinculada à Pró-Reitoria de Extensão e ao Observatório de Direitos Humanos (ODH), atua diretamente no acolhimento de demandas de gênero e diversidade. O nome homenageia Verônica de Oliveira (Mãe Loira), histórica ativista trans de Santa Maria, brutalmente assassinada em 2019.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Para preservar a privacidade de estudantes e servidores, a universidade não divulga um número público e centralizado de pessoas atendidas. Ainda assim, relatórios do Observatório de Direitos Humanos (ODH) e editais institucionais oferecem dados e estimativas que permitem avaliar o impacto dessas ações. Os atendimentos incluem: Mediação e acolhimento de denúncias de LGBTfobia no ambiente acadêmico; Suporte psicológico e encaminhamento para redes de assistência social; Auxílio burocrático na transição e aplicação do Nome Social nos sistemas internos da UFSM.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Coletivo VOE e ONG Igualdade (Santa Maria):</strong> Grupo com forte articulação universitária que atua no mapeamento, denúncia e publicação de relatórios sobre a LGBTfobia na região central do Rio Grande do Sul e trabalham com a divulgação da Cultura.</p>
<p><strong>Coletivo TRAMA</strong> é uma rede colaborativa e organização que promove a conexão entre pessoas, projetos culturais e movimentos sociais para gerar impacto social e territorial. Existem diferentes iniciativas e coletivos com nomes semelhantes no Brasil, como redes de impacto criativo no Rio de Janeiro, espaços de arte ou coletivos universitários.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Coletivo Heleniras (Campus Palmeira das Missões):</strong> Promotores de debates locais e exposições itinerantes (como a <em>Visitrans</em>), essenciais para descentralizar a discussão sobre diversidade e combater o preconceito em <em>campi</em> fora da sede.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Ações Coletivas Regionais:</strong> Registros públicos de eventos, projetos de extensão (como o Visitrans do Campus Palmeira das Missões) e manifestações mapeadas pela Seção Sindical dos Docentes da UFSM (SEDUFSM) e pelo Coletivo VOE e Coletivo Trama de Santa Maria.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Projetos de Extensão em Destaque (2023-2025)</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Nosso Amor tem História:</strong> Exposição que promove reflexões sobre afeto e relações LGBTQIAPN+</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Projeto TRANSVER,</strong><em> coordenado por Daniel Reis Plá, demonstrou um impacto significativo no fortalecimento das identidades e no senso de pertencimento, promovendo um espaço seguro para expressão artística." </em>Relatórios de Avaliação Institucional (2024). O Projeto Transcender, gerido pela prefeitura municipal de Santa Maria-RS, promove espaços seguros de escuta, partilha e expressão das diversidades quepermitam aos e às participantes reencenar e assumirem o protagonismo de suas histórias. Também realiza oficinas e experimentações cênicas junto ao público LGBTQIAPN+, usuários e usuárias do Ambulatório. Além disso, são objetivos desse projeto facilitar conexões criativas e saudáveis entre os participantes, que possam auxiliar em seus processos de afirmação de gênero, autoconhecimento e autocompaixão. </p>
<strong style="color: #000000;font-size: 1rem">O Poder dos Números: Mais de 100 Vagas para Transformar Vidas</strong>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Em abril de 2023, a UFSM instituiu sua política de Cotas Trans <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/ingresse-na-ufsm/processo-seletivo-para-ingresso-de-pessoas-transgeneros">(Resolução nº 011/2023)</a>, com isso, a instituição oferece anualmente vagas exclusivas na graduação e na pós-graduação destinadas a pessoas trans, travestis e não-binárias. Essa política atua na raiz da desigualdade ao tentar combater a evasão escolar histórica causada pela transfobia. Desde a criação do<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/ingresse-na-ufsm/processo-seletivo-para-ingresso-de-pessoas-transgeneros"> Processo Seletivo para Ingresso de Pessoas Transgêneros</a> pela Resolução UFSM Nº 125, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) ampliou a oferta. O ingresso nessas vagas suplementares de 5% exige apenas a realização do ENEM e a comprovação da identidade de gênero. Para acompanhar os editais, acesse a página de<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/ingresse-na-ufsm"> Ingresso da UFSM</a>. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A Resolução nº 011/2023 abriu as portas com uma oferta robusta: são mais de 100 vagas anuais reservadas exclusivamente para pessoas trans, travestis e não-binárias na graduação, além do reflexo gradual dessas vagas nos programas de pós-graduação (<em>lato e stricto sensu</em>).  </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Vagas Reservadas (pessoas trans, travestis e não-binárias)</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Em uma das políticas afirmativas mais robustas do país, instituída em abril de 2023, a UFSM oferece mais de 100 vagas anuais exclusivas na graduação e vagas na pós-graduação.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>2024:</strong> 71 vagas distribuídas em 54 cursos.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>2025:</strong> 120 vagas distribuídas em 77 cursos.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>2026:</strong> 103 vagas distribuídas em 69 cursos. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong><em>Esses números colocam a UFSM entre as universidades que mais oferecem vagas afirmativas para esse público no Sul do país.</em></strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Comparativo UFSM x Santa Maria</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:table --></p>
<figure>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Espaço/Evento</strong></td>
<td><strong>UFSM</strong></td>
<td><strong>Santa Maria</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Acolhimento multiprofissional</strong></td>
<td>Casa Verônica</td>
<td>Ambulatório Transcender</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Saúde mental</strong></td>
<td>Grupo “Transição na Universidade”</td>
<td>Grupos temáticos e arteterapia</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Cultura e arte</strong></td>
<td>Viva o Campus do Orgulho</td>
<td>Eventos como “Lutando com Glitter”</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Esporte</strong></td>
<td>Festival Internacional de Voleibol (apoio institucional)</td>
<td>Festival Internacional de Voleibol (sede local)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Políticas afirmativas</strong></td>
<td>Cotas trans em cursos de graduação</td>
<td>Formação de equipes escolares e de saúde</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</figure>
<p><!-- /wp:table --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Como vimos, ao longo dos últimos anos, a UFSM vem consolidando políticas afirmativas voltadas à comunidade LGBTQIAPN+, como a Casa Verônica, criada em 2021 e vinculada à Pró-Reitoria de Extensão e ao Observatório de Direitos Humanos. O espaço multiprofissional oferece acolhimento psicossocial, orientação jurídica e promove grupos terapêuticos como “Transição na Universidade”. Em 2024, consolidou-se como núcleo institucional de ações afirmativas, fomentando projetos culturais e feiras de empreendedores LGBTQIAPN+.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Outro marco está entre os anos 2024 e 2026, quando a universidade implementou o Processo Seletivo para Pessoas Transgênero, oferecendo mais de 100 vagas em dezenas de cursos. A ação busca combater a evasão e garantir a inclusão universitária. O processo seletivo utiliza as notas do ENEM e exige autodeclaração de identidade de gênero assinada.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Nos últimos anos, o campus sedia eventos de grande porte, como a 1ª Parada do Orgulho UFSM e o Viva o Campus do Orgulho, além de abrigar o Festival Internacional LGBTQIAPN+ de Voleibol, que tem <a href="https://www.instagram.com/tifannyabreu10/">Tiffany Abreu</a> como embaixadora. A universidade reforça que sua trajetória atual busca integrar o respeito à diversidade nos currículos acadêmicos e garantir permanência digna até a formatura.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Enquanto isso, o município de Santa Maria mantém o Ambulatório Transcender, criado em 2021 e responsável pelo atendimento de cerca de 140 usuários. O espaço oferece acompanhamento clínico, psicológico, psiquiátrico e odontológico, além de grupos temáticos voltados a adolescentes, afirmação de gênero e arteterapia. Localizado na Rua dos Andradas, o ambulatório também organiza eventos como “Lutando com Glitter”, com rodas de conversa, mostra artística e brechó.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O município, ainda é sede do Festival Internacional LGBTQIAPN+ de Voleibol, reunindo equipes locais e de outras cidades, fortalecendo a visibilidade e a integração esportiva da comunidade.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Fale com a Casa Verônica UFSM - </strong>Administrativo e Comunicação (casaveronica.pre@ufsm.br)</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>(55) 3220 - 9335 | (55) 99159 - 8978 - Acolhimento Psicossocial - Formulário para solicitações <a href="mailto:acolhimentocv@ufsm.br">acolhimentocv@ufsm.br</a> - Horário de atendimento público (Segunda a Sexta, das 08h às 12h; e de 13h30 às 17h)</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p> </p>
<p><strong>Texto/Pesquisa: </strong>Fabiane Gomes</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Revisão:</strong> Bruna Loureiro Denkin</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Imagens Cards - </strong>Gabrielli Rodrigues</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Fontes: </strong>Legislação e Jurisprudência Nacional (STF e CNJ) site UFSM, Casa Verônica, Viva o Campus do Orgulho, Revista Arco, Dossiê Antra 2026 e Sedufsm</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:list {"ordered":true} --></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol><!-- wp:list-item --></ol>
</li>
</ol>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol>
<li><a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/eu-me-chamo-joe">https://www.ufsm.br/midias/arco/eu-me-chamo-joe</a></li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol>
<li><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/category/cv-ufsm">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/category/cv-ufsm</a></li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol>
<li><a href="https://www.sedufsm.org.br/noticia/9101-ufsm-e-os-desafios-da-equidade-para-a-populacao-lgbt">https://www.sedufsm.org.br/noticia/9101-ufsm-e-os-desafios-da-equidade-para-a-populacao-lgbt</a></li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol>
<li><a href="https://recivil.com.br/quinze-mil-casamentos-homoafetivos-foram-realizados-desde-resolucao-no-brasil-band-news/?amp=1">https://recivil.com.br/quinze-mil-casamentos-homoafetivos-foram-realizados-desde-resolucao-no-brasil-band-news/?amp=1</a></li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol>
<li><a href="https://www.facebook.com/jornalistafelipevieira/posts/casamentos-lgbtqia-aumentam-78-em-cinco-anos-no-rio-grande-do-sulo-n%C3%BAmero-de-cas/1311888933628236/">https://www.facebook.com/jornalistafelipevieira/posts/casamentos-lgbtqia-aumentam-78-em-cinco-anos-no-rio-grande-do-sulo-n%C3%BAmero-de-cas/1311888933628236/</a></li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol>
<li><a href="https://www.ufsm.br/2025/02/11/processos-seletivos-confira-listas-definitivas-de-pessoas-classificadas-em-quatro-editais-de-ingresso">https://www.ufsm.br/2025/02/11/processos-seletivos-confira-listas-definitivas-de-pessoas-classificadas-em-quatro-editais-de-ingresso</a></li>
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<li><a href="https://www.ufsm.br/2025/07/08/viva-o-campus-do-orgulho-celebra-a-resistencia-da-comunidade-lgbtqiapn">https://www.ufsm.br/2025/07/08/viva-o-campus-do-orgulho-celebra-a-resistencia-da-comunidade-lgbtqiapn</a></li>
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<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- /wp:list --></p>		
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-29-at-10.59.21-819x1024.jpeg" alt="" />													
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													</item>
						<item>
				<title>Casa Verônica abre processo seletivo para Psicologia e Direito</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/07/17/casa-veronica-abre-processo-seletivo-para-psicologia-e-direito</link>
				<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 15:20:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=4882</guid>
						<description><![CDATA[As inscrições devem ser realizadas conforme as orientações disponíveis na página oficial da Fundação de Apoio à Tecnologia e Ciência (FATEC). As vagas, sob regime CLT, via fundação de apoio, são para o cargo de Analista de Projetos e Ações em Gênero, Direitos Humanos e Enfrentamento às Violências, com atuação no Projeto Conecta Saúde Mental. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>As inscrições devem ser realizadas conforme as orientações disponíveis na página oficial da Fundação de Apoio à Tecnologia e Ciência (FATEC).</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>As vagas, sob regime CLT, via fundação de apoio, são para o cargo de Analista de Projetos e Ações em Gênero, Direitos Humanos e Enfrentamento às Violências, com atuação no Projeto Conecta Saúde Mental. Os selecionados irão atuar na Casa Verônica, vinculada ao à Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e ao Observatório de Direitos Humanos (ODH) da UFSM, além de contribuir com o Projeto de Implantação da Política de Igualdade de Gênero.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>O edital prevê contratação em regime CLT para os seguintes cargos:</strong><br>Analista de Projetos e Ações em Gênero, Direitos Humanos e Enfrentamento às Violências – <strong>Área: Psicologia</strong><br>Analista de Projetos e Ações em Gênero, Direitos Humanos e Enfrentamento às Violências – <strong>Área: Direito.</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Os contratados irão desenvolver atividades como:</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>- Acolhimento inicial e escuta qualificada<br>- Orientações e encaminhamento à rede de serviços<br>- Desenvolvimento de ações formativas e educativas<br>- Articulação com setores da Universidade e instituições parceiras<br>- Apoio à construção e qualificação dos fluxos institucionais de atendimento</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A iniciativa integra as ações de fortalecimento da Casa Verônica, espaço que atua como porta de entrada para demandas relacionadas às violências de gênero e saúde mental, promovendo igualdade de gênero e direitos humanos na UFSM.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Com a ampliação da equipe, será possível consolidar ações voltadas ao enfrentamento das violências de gênero, ao cuidado em saúde mental e ao fortalecimento das respostas institucionais.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Página oficial do edital: <a href="https://www.fatecsm.org.br/processos-seletivos/">aqui</a></strong></p>
<p>Acesso o edital: <a href="https://www.fatecsm.org.br/doc.licitacoes/edital_090726130859-fatec.pdf">aqui</a></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Não deixe para a última hora: </strong>as inscrições encerram em 24 de julho de 2026.</p>
<p></p>
<p>Texto: Fabiane Gomes Imagem: Gabrielli Rodrigues&nbsp;</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>		
													<img width="768" height="951" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-17-at-12.14.38-768x951.jpeg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM e Diversidade: Casa Verônica mapeia 25 disciplinas sobre gênero e relações étnico-raciais para o 2º semestre de 2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/07/10/ufsm-e-diversidade-casa-veronica-mapeia-22-disciplinas-sobre-genero-e-relacoes-etnico-raciais-para-o-2o-semestre-de-2026</link>
				<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 15:08:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[Nesta terça-feira, 7, a Casa Verônica concluiu o mapeamento antecipado das disciplinas voltadas às temáticas de gênero, diversidade, orientação sexual e relações étnico-raciais que integrarão a grade acadêmica da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) no segundo semestre de 2026. Além de facilitar o planejamento acadêmico dos estudantes, o mapeamento dá visibilidade a conteúdos que [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Nesta terça-feira, 7, a <strong><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/casa-veronica" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Casa Verônica</a></strong> concluiu o mapeamento antecipado das disciplinas voltadas às temáticas de gênero, diversidade, orientação sexual e relações étnico-raciais que integrarão a grade acadêmica da <a href="https://www.ufsm.br/calendario/2026-71069" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)</a> no segundo semestre de 2026.

<!-- /wp:post-content --><!-- wp:paragraph -->

Além de facilitar o planejamento acadêmico dos estudantes, o mapeamento dá visibilidade a conteúdos que consolidam uma formação cidadã e crítica, alinhada aos princípios dos Direitos Humanos. A iniciativa do mapeamento está fundamentada na Resolução nº 64/2021, que institui a Política de Igualdade de Gênero na UFSM, reforça o compromisso institucional com a promoção do pluralismo e da inclusão.

<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->

O levantamento foi construído a partir de 21 devolutivas do formulário divulgado no final do mês de junho e enviadas por diferentes centros de ensino, incluindo colégios técnicos e campi da universidade, resultando na identificação de 24 disciplinas. A análise técnica das ementas permitiu organizar os conteúdos em <strong>seis eixos temáticos prioritários</strong>, que expressam a transversalidade dos saberes e fortalecem a integração entre áreas como saúde, educação, tecnologia e artes.

<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->

Com essa ação, a UFSM reafirma seu papel como instituição pública comprometida com a construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e democrática, garantindo que seus estudantes tenham acesso a uma formação que ultrapassa os limites técnicos e promove uma visão crítica e transformadora. A presença desses eixos demonstra a transversalidade do tema na UFSM. O eixo de "Interseccionalidade", por exemplo, manifesta-se de forma estratégica em áreas da saúde, como na Terapia Ocupacional, conectando marcadores sociais à prática profissional, o que é fundamental para uma formação cidadã e crítica.

<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->

<strong>Seis eixos temáticos prioritários identificados: </strong>

<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:list -->
<ul>
 	<li style="list-style-type: none">
<ul><!-- wp:list-item --></ul>
</li>
</ul>
<ul>
 	<li style="list-style-type: none">
<ul>
 	<li><strong>Gênero e Sexualidade;</strong></li>
</ul>
</li>
</ul>
<!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item -->
<ul>
 	<li style="list-style-type: none">
<ul>
 	<li><strong>Direitos Humanos e Diversidade;</strong></li>
</ul>
</li>
</ul>
<!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item -->
<ul>
 	<li style="list-style-type: none">
<ul>
 	<li><strong>Relações Étnico-Raciais;</strong></li>
</ul>
</li>
</ul>
<!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item -->
<ul>
 	<li style="list-style-type: none">
<ul>
 	<li><strong>Educação Inclusiva;</strong></li>
</ul>
</li>
</ul>
<!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item -->
<ul>
 	<li style="list-style-type: none">
<ul>
 	<li><strong>Políticas Públicas;</strong></li>
</ul>
</li>
</ul>
<!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item -->
<ul>
 	<li style="list-style-type: none">
<ul>
 	<li><strong>Interseccionalidade.</strong></li>
</ul>
</li>
</ul>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- /wp:list --><!-- wp:paragraph -->

A transversalidade dos eixos formativos na UFSM significa que eles não se limitam a uma disciplina ou curso específico, mas atravessam diferentes áreas do conhecimento, promovendo uma formação ampla e crítica. Essa abordagem garante que temas como diversidade, equidade e direitos humanos estejam presentes em múltiplos cursos, favorecendo a integração de saberes que conecta áreas como saúde, educação, tecnologia e artes.

<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->

No âmbito da graduação, foram identificadas 15 disciplinas que compõem o núcleo central deste mapeamento. O cenário para o semestre 2026/2 revela dados importantes sobre a abrangência desses conteúdos:

<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->

<strong>Modalidades:</strong> Predominância do ensino presencial (14 disciplinas), com uma oferta na modalidade à distância (EaD).

<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->

<strong>Natureza do Vínculo:</strong> A maioria das ofertas (10 disciplinas) possui caráter obrigatório em seus respectivos cursos, enquanto as outras 5 são classificadas como eletivas ou optativas.

<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->

<strong>Regras de Matrícula:</strong> Embora 9 disciplinas permitam a matrícula de estudantes de outros cursos da UFSM, promovendo o intercâmbio de saberes, existe um ponto de atenção para o crescimento institucional: 8 dessas disciplinas ainda não aceitam a matrícula de alunos especiais, o que representa um desafio para a abertura plena desses conteúdos à comunidade externa.

<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->

A oferta abrange uma diversidade de centros, como o Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH), o Centro de Artes e Letras (CAL), além de departamentos de Química, Geociências e Saúde Coletiva. Já na pós-graduação na UFSM, apesar do número menor de disciplinas que abordam os eixos temáticos identificados, os programas demonstram maior flexibilidade quanto à regra das matrículas em comparação à graduação. Os Programas de Pós-graduação que responderam o formulário, apresentam disciplinas com abertura para mobilidade acadêmica interna e externa, permitindo a matrícula de alunos de outros programas e de alunos especiais.

<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->

A descentralização do conhecimento também é evidenciada pela participação de outras unidades: como no Campus de Frederico Westphalen queoferece uma disciplina presencial e obrigatória, destacando-se pela abertura tanto para alunos de outros cursos quanto para alunos especiais. E os colégios técnicos como o Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM), que contribui com uma disciplina eletiva/optativa que, embora aceite estudantes de outros cursos, mantém restrições para a matrícula de alunos especiais.

<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->

Os dados a seguir detalham a oferta acadêmica mapeada pela Casa Verônica, servindo como ferramenta de consulta para o corpo discente.

<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->

<strong> </strong><b>Tabela 1: Graduação</b>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><b>Disciplina</b></td>
<td><b>Docente Responsável</b></td>
<td><b>E-mail</b></td>
<td><b>Curso(s) / Departamento</b></td>
</tr>
<tr>
<td>Tópicos Aprofundados em História</td>
<td>Nikelen Acosta Witter</td>
<td>nikelen.witter@ufsm.br</td>
<td>História Licenciatura e Bacharelado</td>
</tr>
<tr>
<td>Comunicação e Cultura</td>
<td>Fernanda Sagrilo Andres</td>
<td>fernanda.andres@ufsm.br</td>
<td>Relações Públicas e Publicidade e Propaganda</td>
</tr>
<tr>
<td>*Diáspora Africana, Cultura e Espiritualidade</td>
<td>Adriana Moreira da Rocha Veiga</td>
<td>adrianaufsm@gmail.com</td>
<td>Fundamentos da Educação</td>
</tr>
<tr>
<td>Direitos Humanos e Gênero</td>
<td>Márcia Eliane Leindcker da Paixão</td>
<td>marciapaixao12@gmail.com</td>
<td>Educação Especial e Pedagogia</td>
</tr>
<tr>
<td>Projeto Tecnológico em Química I (QMC 1870)</td>
<td>Paola de Azevedo Mello</td>
<td>paola.mello@ufsm.br</td>
<td>Processos Químicos</td>
</tr>
<tr>
<td>Práticas em Arte/Educação 1 (ART1255)</td>
<td>Flávia Maria de Brito Pedrosa Vasconcelos</td>
<td>flavia.p.vasconcelos@ufsm.br</td>
<td>Artes Visuais</td>
</tr>
<tr>
<td>Práticas em Arte/Educação 2 (ART1256)</td>
<td>Flávia Maria de Brito Pedrosa Vasconcelos</td>
<td>flavia.p.vasconcelos@ufsm.br</td>
<td>Artes Visuais</td>
</tr>
<tr>
<td>Bases Epistemológicas Contemporâneas em Terapia Ocupacional</td>
<td>Andrea do Amparo Carotta de Angeli</td>
<td>andrea.angeli@ufsm.br</td>
<td>Terapia Ocupacional</td>
</tr>
<tr>
<td>Interculturalidade e Saúde Indígena (com participação de estudantes indígenas e convidados)</td>
<td>Marinel Mór Dall'Agnol</td>
<td>marinel@ufsm.br</td>
<td>Saúde Coletiva (Aberta aos cursos da UFSM)</td>
</tr>
<tr>
<td>Sociologia (DEF1100)</td>
<td>Oscar Agustín Torres Figueredo</td>
<td>oscar.torres@ufsm.br</td>
<td>Engenharia Florestal</td>
</tr>
<tr>
<td>História da Arte Contemporânea</td>
<td>Cristina T. Ribas</td>
<td>cristina.ribas@ufsm.br</td>
<td>Artes Visuais – Licenciatura e Bacharelado</td>
</tr>
<tr>
<td>Educação para Relações Étnico-Raciais</td>
<td>Jacilene Aguiar Silva</td>
<td>—</td>
<td>Licenciatura Intercultural Indígena Guarani Mbya (CAL)</td>
</tr>
<tr>
<td>Espaço e Relações Étnico-Raciais (GCC1119)</td>
<td>Anderson Luiz Machado dos Santos</td>
<td>anderson.santos@ufsm.br</td>
<td>Cursos de Geografia / Departamento de Geociências</td>
</tr>
<tr>
<td>Ética, Bioética e Deontologia Profissional em Terapia Ocupacional</td>
<td>Ana Luiza Ferrer</td>
<td>ana-luiza-ferrer@ufsm.br</td>
<td>Terapia Ocupacional</td>
</tr>
<tr>
<td>Tópicos Especiais em Direitos Humanos</td>
<td>Mariana Selister Gomes</td>
<td>mariana.gomes@ufsm.br</td>
<td>Relações Internacionais</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<b>*  </b><em>Diáspora Africana, Cultura e Espiritualidade - <strong>Disciplina na modalidade EAD </strong></em>

<strong> </strong><b style="color: #000000;font-size: 1rem">Tabela 2: Pós-Graduação</b>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><b>Disciplina</b></td>
<td><b>Docentes Responsáveis</b></td>
<td><b>E-mail.</b></td>
<td><b>Programa/Curso</b></td>
</tr>
<tr>
<td>"Vidas Negras Importam!" Reflexões para uma educação antirracista</td>
<td>Adriana M. da Rocha Veiga, Valeska F. de Oliveira, Tânia M. Miorando</td>
<td>adrianaufsm@gmail.com</td>
<td>PPGE - Educação</td>
</tr>
<tr>
<td>Promoção da Saúde</td>
<td>Juliana da Rosa Wendt</td>
<td>juliana.wendt@ufsm.br</td>
<td>PPG Ciências da Saúde – Mestrado Profissional</td>
</tr>
<tr>
<td>Processos Criativos, Experiência e Arte Contemporânea (PPGA835)</td>
<td>Flávia Maria de Brito Pedrosa Vasconcelos</td>
<td>flavia.p.vasconcelos@ufsm.br</td>
<td>Pós-Graduação em Artes Visuais</td>
</tr>
<tr>
<td>Seminário: Estudos Afro-Diaspóricos na Formação Docente</td>
<td>Adriana M. da Rocha Veiga, Valeska F. de Oliveira, Tânia M. Miorando</td>
<td>adrianaufsm@gmail.com</td>
<td>PPGE - Educação</td>
</tr>
<tr>
<td>Direitos Humanos e Gênero / Diversidade e Direitos Humanos</td>
<td>Márcia Paixão</td>
<td>marcia.paixao@ufsm.br</td>
<td>Pedagogia, Educação Especial e Mestrado Profissional</td>
</tr>
<tr>
<td>Seminário Avançado de Pesquisa em Psicologia: Bases Epistemológicas e Éticas II</td>
<td>Ana Luiza Ferrer e colaboradores</td>
<td>ana-luiza-ferrer@ufsm.br</td>
<td>Doutorado em Psicologia</td>
</tr>
<tr>
<td>Gênero, Decolonialidade e Mobilidades</td>
<td>Mariana Selister Gomes</td>
<td>mariana.gomes@ufsm.br</td>
<td>Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<strong> Campi Externos</strong>

<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:table -->
<figure>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Nome da Disciplina</strong></td>
<td><strong>Docente Responsável</strong></td>
<td><strong>E-mail para contato</strong></td>
<td><strong>Unidade / Curso</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Sociologia (DEF1100)</td>
<td>Oscar Agustín Torres Figueredo</td>
<td><a href="mailto:oscar.torres@ufsm.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">oscar.torres@ufsm.br</a></td>
<td>Campus Frederico Westphalen (Eng. Florestal)</td>
</tr>
<tr>
<td>Relações Humanas e Diversidade</td>
<td>Mariglei Severo Maraschin</td>
<td>—</td>
<td>CTISM (Redes de Computadores)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</figure>
<!-- /wp:table --><!-- wp:paragraph -->

Essa transversalidade se concretiza de forma significativa, ampliando as oportunidades de aprendizado e garantindo que os estudantes dominem além dos conteúdos técnicos, o aprendizado para desenvolver a habilidade de uma visão crítica e cidadã. Dessa maneira, cada aluno aprende a enxergar seu campo de atuação como parte de uma sociedade em que cada decisão profissional contribui aos poucos para a construção de uma sociedade mais inclusiva, democrática e justa.

<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->

Ao organizar e dar visibilidade a estas 24 disciplinas, a <strong>Casa Verônica</strong> deseja reafirmar seu papel estratégico como agente de transformação na UFSM, atuando na ponte entre as diretrizes políticas e a prática em sala de aula. Mais detalhes sobre as ementas, cargas horárias e os projetos pedagógicos estão disponíveis no <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/855/2022/01/Catalogo-de-Disciplinas-2022.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Catálogo de Disciplinas da UFSM</a>.
<ul>
 	<li><strong><em>A planilha foi atualizada para contemplar duas devolutivas adicionais do formulário, registradas após o término do prazo.</em></strong></li>
</ul>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->

Texto e Arte - Fabiane Gomes e Arte (Bolsista Casa Verônica)

<!-- /wp:paragraph -->

<img width="768" height="960" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/Disciplinas-para-o-Segundo-Semestre-2026-768x960.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Casa Verônica recebe pesquisadora da UFRGS para fortalecer parceria em pesquisa sobre saúde da população trans</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/07/09/casa-veronica-recebe-pesquisadora-da-ufrgs-para-fortalecer-parceria-em-pesquisa-sobre-saude-da-populacao-trans</link>
				<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 13:12:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Roda de Conversas]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=4860</guid>
						<description><![CDATA[Na manhã desta terça-feira, 7, a equipe da Casa Verônica recebeu a visita da Profa. Laura Cecília López, docente do Departamento de Saúde Coletiva da UFRGS para um encontro de diálogo e troca de experiências sobre o cuidado em saúde da população trans. O encontro, em formato de roda de conversa e compartilhamento de experiências, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Na manhã desta terça-feira, 7, a equipe da Casa Verônica recebeu a visita da Profa. Laura Cecília López, docente do Departamento de Saúde Coletiva da UFRGS para um encontro de diálogo e troca de experiências sobre o cuidado em saúde da população trans.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O encontro, em formato de roda de conversa e compartilhamento de experiências, contou com a presença de integrantes do Coletivo Trama, a administradora Bruna Loureiro Denkin e o assistente social Ricardo Pereira de Felippe e Monalisa Dias de Siqueira, professora adjunta e atual chefe do Departamento de Saúde Coletiva da UFSM.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Antropóloga e pesquisadora área da Saúde Coletiva, Laura López desenvolve pesquisas sobre interseccionalidade entre gênero, raça e sexualidade, com foco nas políticas públicas de saúde e nos direitos sexuais e reprodutivos. Durante o encontro, a pesquisadora apresentou seu projeto de pesquisa "Produção de cuidado gênero-sensível com a saúde e a vida de pessoas trans no Rio Grande do Sul", contemplado no edital Programa Pesquisa para o SUS (PPSUS), que irá desenvolver um importante pesquisa junto aos ambulatórios Trans do Estado.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<blockquote>
<p><em>O projeto será desenvolvido em parceria entre pesquisadoras da UFRGS e da UFSM e prevê o mapeamento da situação dos ambulatórios trans do Rio Grande do Sul, além de estudos de caso realizados nos serviços localizados em Porto Alegre, na Região Metropolitana e em Santa Maria.</em></p>
</blockquote>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O Trama UFSM<strong>,</strong> formado por estudantes trans da UFSM, também compartilho suas experiências e apresentou reflexões sobre o acesso aos serviços de saúde, os desafios vivenciados e as demandas relacionadas ao acolhimento e à garantia de direitos. Organizado em torno de pautas como acesso, permanência e visibilidade das pessoas trans na universidade, o coletivo desenvolve ações de formação, rodas de conversa e espaços de debate voltados à promoção da inclusão e do respeito à diversidade.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Ao reunir pesquisadoras, profissionais e integrantes do movimento estudantil, a atividade reforça a importância da participação social na construção coletiva do conhecimento, reconhecendo que as experiências e os saberes das pessoas diretamente envolvidas são essenciais para o desenvolvimento de pesquisas comprometidas com a realidade. A aproximação entre universidade, serviços de saúde e movimentos sociais fortalece a produção de conhecimento, a qualificação das políticas públicas e a promoção do direito à saúde da população trans.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p> </p>
<p>Texto e fotos: Fabiane Gomes - Bolsista Casa Verônica</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>		
													<img width="1024" height="883" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/Roda-de-ConversA_TODOS.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/Roda-de-Conversa.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/Roda-de-Conversa04-1024x768.jpeg" alt="" />													
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/Roda-de-Conversa-03-1024x768.jpeg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Casa Verônica promove Roda de Conversa em parceria com o CCR</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/07/07/casa-veronica-promove-roda-de-conversa-em-parceria-com-ccr</link>
				<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 19:28:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>
		<category><![CDATA[rodas de conversa]]></category>

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						<description><![CDATA[A Casa Verônica promoveu na última quinta-feira, 02 de julho, uma Roda de Conversa com o tema: “Gênero, poder e violência – O que você tem a ver com isso?” tendo como público de interesse os trabalhadores do serviço público do CCR/UFSM. O encontro aconteceu na Sala Cláudio Mussoi, no Centro de Ciências Rurais (CCR/UFSM) [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Casa Verônica promoveu na última quinta-feira, 02 de julho, uma Roda de Conversa com o tema: “Gênero, poder e violência – O que você tem a ver com isso?” tendo como público de interesse os trabalhadores do serviço público do CCR/UFSM. O encontro aconteceu na Sala Cláudio Mussoi, no Centro de Ciências Rurais (CCR/UFSM) e contou com a participação da advogada Elizandra Rodrigues Tatsch e do assistente social Ricardo Pereira de Felippe. A reflexão sobre as relações de gênero, os impactos do poder e as formas de violência presentes no cotidiano, reforça o papel da universidade como espaço de diálogo e transformação social.</p>
<!-- /wp:paragraph -->		
													<img width="768" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-03-at-10.45.29-768x768.jpeg" alt="" />													
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													</item>
						<item>
				<title>Um tempo de espera, um tempo de infância: extensão universitária que acolhe, brinca, humaniza e transforma</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/07/06/um-tempo-de-espera-um-tempo-de-infancia-extensao-universitaria-que-acolhe-brinca-humaniza-e-transforma</link>
				<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 19:20:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cocid]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[extensão prisional]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>

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						<description><![CDATA[Na manhã gelada do quarto sábado de junho,  da Penitenciária Estadual de Santa Maria (PESM), sob um céu inicialmente nublado, o frio foi sendo suavizado pela presença curiosa das crianças, pelos olhares atentos e pelas descobertas compartilhadas. Realizada mensalmente durante o horário de visita de crianças a seus familiares privados de liberdade, essa ação é [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Na manhã gelada do quarto sábado de junho,  da <strong>Penitenciária Estadual de Santa Maria (PESM)</strong>, sob um céu inicialmente nublado, o frio foi sendo suavizado pela presença curiosa das crianças, pelos olhares atentos e pelas descobertas compartilhadas. Realizada mensalmente durante o horário de visita de crianças a seus familiares privados de liberdade, essa ação é idealizada pelo Observatório de Direitos Humanos (ODH/UFSM) e reafirma o compromisso da universidade com a defesa dos direitos das crianças.</p>		
													<img width="1024" height="634" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/image-e1783363699850-1024x634.jpeg" alt="" />													
		<p>É nesse contexto que, mensalmente, durante o horário de visita de crianças a seus familiares privados de liberdade na PESM, acontece uma ação idealizada pelo ODH da UFSM. Mais do que uma ação extensionista, trata-se de um compromisso ético da universidade com a promoção dos direitos das crianças, com a defesa da dignidade humana e com a construção de práticas que reconhecem as infâncias em sua potência, sensibilidade e capacidade de produzir cultura. Ao longo dos meses, aquele espaço de espera deixou de ser apenas um local de passagem, tornou-se um território de infância. Um lugar onde o tempo ganha outro significado, onde a ansiedade da espera é delicadamente atravessada pelo brincar, pela literatura, pela imaginação, pela arte e pelas relações que se constroem entre crianças.</p><p>Essa ação é fortalecida pelo envolvimento de projetos de extensão fomentados e incentivados pelo ODH, entre eles <strong>Experiências Literárias com Bebês e Crianças Bem Pequenas</strong>, desenvolvido pela Unidade de Educação Ipê Amarelo (UEIA) com apoio do FIEX, e <strong>Materiais que se Transformam em Brinquedos</strong>, também vinculado à Unidade e apoiado pelo Observatório. Juntos, os projetos constroem experiências que reconhecem o brincar como linguagem, a literatura como direito e a escuta das crianças como princípio educativo. Durante aproximadamente três horas, bebês, crianças e adolescentes encontram um ambiente cuidadosamente preparado para acolhê-los em sua integralidade.  Não se trata apenas de oferecer atividades para ocupar o tempo. Trata-se de reconhecer que aquele tempo também lhes pertence e que a infância não pode ser suspensa, mesmo quando atravessada por contextos de grande complexidade.</p><p style="text-align: left">As aprendizagens acontecem em gestos aparentemente simples, mas profundamente significativos. Surgem nas hipóteses construídas durante as brincadeiras, no olhar curioso que investiga cada material, nas mãos pequenas que exploram o brilho e o som do celofane, nos rostos que ganham novos personagens por meio da pintura facial e nas inúmeras possibilidades criadas com blocos de madeira, canos de PVC, cilindros e outros materiais naturais e de largo alcance. </p>
<p>Cada material disponibilizado carrega um convite silencioso para explorar o mundo. As mãos pequenas deslizam pelo brilho e pela textura do celofane, observam a transparência das cores, experimentam sons e movimentos. Os canos de PVC deixam de ser apenas tubos e transformam-se em  pontes, túneis ou instrumentos musicais. Os blocos de madeira tornam-se casas,  estradas e mundos imaginários. As materialidade ganham novas funções a cada olhar infantil, despertam hipóteses, perguntas e narrativas que somente as crianças são capazes de inventar. </p>		
													<img width="1024" height="958" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/image-1-e1783364030163-1024x958.jpeg" alt="" />													
													<img width="613" height="840" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/image-2-e1783364527868.jpeg" alt="" />													
		<p>Também há espaço para as histórias compartilhadas, para a pintura facial que transforma rostos em personagens, para os livros que circulam de colo em colo e para os diálogos que nascem espontaneamente entre uma brincadeira e outra. São pequenos acontecimentos que revelam a potência da infância e a extraordinária capacidade das crianças de reinventarem os espaços que habitam.</p><p>Ali, a espera deixa de ser apenas espera, ela se converte em experiência, em possibilidade, em encontro. Mais do que oferecer materialidades, esse espaço reafirma a dignidade das infâncias. Reconhece bebês e crianças como sujeitos de direitos, produtores de cultura, capazes de interpretar o mundo, construir conhecimentos, estabelecer vínculos, criar hipóteses, elaborar sentimentos e atribuir novos significados às experiências que vivem.</p><p>A cada encontro, também os adultos são transformados. Quem participa da ação extensionista aprende que acolher uma infância é muito mais do que organizar materiais ou propor brincadeiras. É disponibilizar presença. É oferecer tempo. É olhar nos olhos, escutar com sensibilidade e compreender que cada sorriso, cada gesto, cada silêncio e cada descoberta carregam histórias que merecem respeito.</p><p>É impossível permanecer o mesmo depois de testemunhar o brilho nos olhos de uma criança ao encontrar um livro que desperta sua curiosidade, ao observar a delicadeza com que mãos pequenas transformam objetos simples em brinquedos ou ao perceber que, por algumas horas, aquele espaço deixa de ser marcado pela espera e passa a ser ocupado pela alegria de ser criança. O sorriso espontâneo diante de uma história compartilhada ou a delicadeza de mãos pequenas que, ao tocar um objeto, parecem reinventar não apenas aquele material, mas também o próprio mundo.</p>		
													<img width="628" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/image-4-e1783365026740-628x1024.jpeg" alt="" />													
													<img width="829" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/image-5-e1783365171627-829x1024.jpeg" alt="" />													
													<img width="409" height="652" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/image-e1783619826291.jpg" alt="" />													
		<p>Talvez seja essa uma das maiores contribuições da extensão universitária: construir pontes entre a universidade e a comunidade, aproximando o conhecimento acadêmico das realidades sociais e produzindo experiências que transformam a todos os envolvidos. Não apenas porque ensinam, mas porque sensibilizam; aprendem com as histórias, os afetos e as formas de existir de cada criança. Estar com as infâncias na PESM é reafirmar, a cada encontro, que o direito de brincar, imaginar, criar, ler, explorar e ser acolhido não conhece muros. É reconhecer que toda criança merece viver experiências de cuidado, pertencimento e dignidade, independentemente do contexto em que se encontre. Porque a infância continua existindo mesmo nos lugares de espera. E quando encontra adultos dispostos a acolhê-la com respeito, sensibilidade e compromisso, transforma não apenas o tempo, mas também as pessoas e os espaços que habita.</p><p><strong>Texto:</strong> Jane Schumacher, Chefe ODH/UFSM.</p><p><strong>Revisão:</strong> Kelly Duarte, Bolsista de Comunicação ODH/UFSM.</p><p><b>Imagens:</b> Acervo dos projetos de extensão Experiências Literárias com Bebês e Crianças bem pequenas (FIEX/UFSM) e Materiais que se Transformam em Brinquedos (ODH/UFSM).</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM instala placas inclusivas em banheiros para pessoas cis, trans e não-binárias</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/06/30/ufsm-instala-placas-inclusivas-em-banheiros-para-pessoas-cis-trans-e-nao-binarias</link>
				<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 14:08:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade de Gênero]]></category>

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						<description><![CDATA[Neste mês de junho, iniciou a instalação de placas inclusivas nos banheiros dos centros do campus sede, contemplando pessoas cis, trans e não-binárias. A iniciativa busca promover ambientes mais acolhedores e respeitosos, em consonância com a Política de Igualdade de Gênero da instituição. Algumas unidades foram confeccionadas em parceria com o Gabinete da Reitoria e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Neste mês de junho, iniciou a<strong> instalação de placas inclusivas</strong> nos banheiros dos centros do campus sede, <strong>contemplando pessoas cis, trans e não-binárias.</strong> A iniciativa busca <strong>promover ambientes mais acolhedores e respeitosos</strong>, em consonância com a <strong>Política de Igualdade de Gênero da instituição</strong>. Algumas unidades foram confeccionadas em parceria com o Gabinete da Reitoria e estão sendo distribuídas entre Centros Acadêmicos, prédios vinculados às Pró-Reitorias e campi fora de sede.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Tal iniciativa está em consonância com o disposto na Política de Igualdade de Gênero que prevê a identificação das placas dos banheiros obedecendo a <strong>Resolução CND/LGBT nº 12 de 2015, artigo 6º, da Constituição Federal</strong>, que estabelece parâmetros para <em>"a garantia das condições de acesso e permanência de pessoas travestis e transexuais - e todas aquelas que tenham sua identidade de gênero não reconhecida em diferentes espaços sociais - nos sistemas e instituições de ensino, formulando orientações quanto ao reconhecimento institucional da identidade de gênero e sua operacionalização".</em></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>As placas foram <strong>desenvolvidas pela Casa Verônica</strong>, após aprovação pelo <strong>Comitê de Igualdade de Gênero da UFSM (CIG), </strong>tomando como <strong>referência a experiência da FURG</strong>, compartilhada pela <strong>professora Ali Machado, </strong>egressa da UFSM. Além disso, as artes gráficas das placas estão disponíveis para toda a comunidade acadêmica que desejar confeccionar novas unidades com recursos próprios, ampliando a sinalização de espaços mais inclusivos e respeitosos à diversidade.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Link para as placas <a href="https://drive.google.com/drive/folders/10C-wNucgMj7q8CwpYjV67KTldIlTbmSz?usp=drive_link" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FolderGoogle Drive File</a></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Link da noticia da FURG: <a href="https://www.furg.br/noticias/noticias-institucional/furg-da-inicio-a-colocacao-de-placas-de-banheiros-para-pessoas-cis-trans-e-nao-binarias" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FurgFURG dá início à colocação de placas de banheiros para pessoas cis, trans e não-binárias</a></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>#Inclusão #IgualdadeGêneros #Diversidade #UFSM</p>
<p> </p>
<p>Texto: <em>Fabiane Gomes</em><strong> - </strong>Imagens: <em>Fabiane Gomes e Gabrielli Rodrigues (Bolsistas Casa Verônica)</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->		
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/UFSM-instala-placas-inclusivas-em-banheiros-para-pessoas-cis-trans-e-nao-binarias-1-819x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/Casa-Veronica-819x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Viva o Campus do Orgulho 2026 celebra diversidade com música e feira LGBTQIAPN+</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/06/23/viva-o-campus-do-orgulho-2026-celebra-diversidade-com-musica-e-feira-lgbtqiapn</link>
				<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:10:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade de Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Viva o Campus do Orgulho]]></category>

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						<description><![CDATA[No último domingo, 14 de junho, o Largo do Planetário da UFSM recebeu o Viva o Campus Especial do Orgulho LGBTQIAPN+, reunindo cerca de 6.500 pessoas em uma tarde marcada por diversidade, cultura e acolhimento. O evento contou com apresentações artísticas de Clariana e da Banda O Jeito Delas, que emocionaram o público com música [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>No último domingo, 14 de junho, o Largo do Planetário da UFSM recebeu o Viva o Campus Especial do Orgulho LGBTQIAPN+, reunindo cerca de 6.500 pessoas em uma tarde marcada por diversidade, cultura e acolhimento.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>O evento contou com apresentações artísticas de Clariana e da Banda O Jeito Delas, que emocionaram o público com música e representatividade. Além disso, a Feira LGBTQIAPN+ trouxe 17 expositores com produtos variados, incluindo brechó de roupas sustentáveis, crochê, tricô, macramê, amigurumis, acessórios de miçangas, artesanato em biscuit, ilustrações digitais e tradicionais, brinquedos e pelúcias.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Mais uma vez, o Viva o Campus do Orgulho consolidou-se como um espaço de celebração e reflexão, reafirmando o compromisso da UFSM com a promoção da igualdade de gênero, dos direitos humanos e da cultura inclusiva.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p> </p>
<p> </p>
<p>Texto: <em>Fabiane Gomes</em></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Fotos: <em>Fabiane Gomes e Gabrielli Rodrigues dos Santos</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7259-1-150x150.jpg" alt="IMG_7259" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7258-150x150.jpg" alt="IMG_7258" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7262-1-150x150.jpg" alt="IMG_7262" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7287-1-150x150.jpg" alt="IMG_7287" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7290-1-150x150.jpg" alt="IMG_7290" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7288-1-150x150.jpg" alt="IMG_7288" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7283-1-150x150.jpg" alt="IMG_7283" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7276-1-150x150.jpg" alt="IMG_7276" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7291-1-150x150.jpg" alt="IMG_7291" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7277-1-150x150.jpg" alt="IMG_7277" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7310-1-150x150.jpg" alt="IMG_7310" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7309-1-2-150x150.jpg" alt="IMG_7309 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7299-1-150x150.jpg" alt="IMG_7299" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7250-1-150x150.jpg" alt="IMG_7250" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7272-1-1-150x150.jpg" alt="IMG_7272 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7276-1-1-150x150.jpg" alt="IMG_7276 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7298-1-1-150x150.jpg" alt="IMG_7298 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7236-1-150x150.jpg" alt="IMG_7236" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7301-1-150x150.jpg" alt="IMG_7301" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7285-1-150x150.jpg" alt="IMG_7285" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7247-1-150x150.jpg" alt="IMG_7247" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7248-150x150.jpg" alt="IMG_7248" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7263-150x150.jpg" alt="IMG_7263" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7272-1-150x150.jpg" alt="IMG_7272" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7307-150x150.jpg" alt="IMG_7307" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7269-150x150.jpg" alt="IMG_7269" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7281-150x150.jpg" alt="IMG_7281" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7255-150x150.jpg" alt="IMG_7255" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7277-150x150.jpg" alt="IMG_7277" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7287-150x150.jpg" alt="IMG_7287" /></figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projetos contemplados no Edital nº 005/2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/06/23/projetos-contemplados-no-edital-no-005-2026</link>
				<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:40:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade de Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[A Casa Verônica, por meio da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, anunciou os resultados do Edital nº 005/2026, que tem como objetivo fomentar ações de extensão e desenvolvimento institucional voltadas à promoção da igualdade de gênero e ao enfrentamento das violências. Neste ano, seis projetos receberam apoio financeiro, com a concessão de 6 bolsas (2 [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Casa Verônica, por meio da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, anunciou os resultados do Edital nº 005/2026, que tem como objetivo fomentar ações de extensão e desenvolvimento institucional voltadas à promoção da igualdade de gênero e ao enfrentamento das violências.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Neste ano, <strong>seis projetos</strong> receberam apoio financeiro, com <strong>a concessão de 6 bolsas </strong>(2 de pós-graduação e 4 de graduação), totalizando <strong>R$ 28.000,00 </strong>em recursos internos da UFSM. Além disso, <strong>duas ações </strong>foram deferidas sem apoio financeiro.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Conheça os Projetos Contemplados</strong></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>TRANSVER – Ações performáticas junto à comun</strong>idade trans de Santa Maria <em>(coord. Daniel Reis Plá)</em></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Práticas Educativas em Gênero e Saúde</strong> <em>(coord. Fernanda Beheregaray Cabral)</em></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Conexões Maternas</strong> <em>(coord. Fernanda Sagrilo Andres)</em></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Fórum de enfrentamento à violência contra mulheres</strong> <em>(coord. Laura Ferreira Cortes)</em></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>GIDH – Programa de Extensão em Gênero e Direitos Humanos</strong> <em>(coord. Mariana Selister Gomes)</em></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Discutindo gênero</strong> <em>(coord. Phillip Vilanova Ilha)</em></p>
<p>Confira o<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/editais/005-2026"> Edital de Apoio às Ações da Casa Verônica na íntegrada</a>: </p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><em>Além das ações de extensão, a Casa Verônica também desenvolve um projeto institucional voltado à comunidade acadêmica interna, com foco em mães universitárias e servidoras.</em></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>As iniciativas contempladas reforçam o compromisso da UFSM com a promoção da igualdade de gênero, a defesa dos direitos humanos e o enfrentamento às violências, atuando diretamente junto à comunidade externa em escolas e serviços de saúde.</p>
<p> </p>
<p>Texto e Imagem: Fabiane Gomes</p>
<!-- /wp:paragraph -->		
													<img width="768" height="960" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/edital-de-fomento-CASA-VERONICA-Inscricoes-03022026-a-16032026-Inscricoes-03022026-a-16032026-Inscricoes-03022026-a-16032026-0052026-1-768x960.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Casa Verônica lança Edital de Chamada Pública nº 062/2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/06/23/casa-veronica-lanca-edital-de-chamada-publica-no-062-2026</link>
				<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:09:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[e-book]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[A Casa Verônica (CV), vinculada à Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, o Observatório de Direitos Humanos (ODH) e a Coordenadoria de Cidadania (COCID), publicou no início do mês de junho, o Edital nº 062/2026, que convoca a comunidade acadêmica e externa para a submissão de textos inéditos destinados ao e-book “Memórias e Práticas de Gênero: [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A Casa Verônica (CV), vinculada à Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, o Observatório de Direitos Humanos (ODH) e a Coordenadoria de Cidadania (COCID), publicou no início do mês de junho, o Edital nº 062/2026, que convoca a comunidade acadêmica e externa para a submissão de textos inéditos destinados ao e-book “Memórias e Práticas de Gênero: Experiências da Casa Verônica e do Grupo Temático de Gênero na promoção da igualdade (2024-2025)”.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O objetivo é registrar e divulgar experiências, práticas e ações desenvolvidas nos projetos fomentados pela Casa Verônica nos anos de 2024 e 2025, fortalecendo a memória institucional e ampliando a circulação de conhecimentos sobre igualdade de gênero, direitos humanos e enfrentamento às violências.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Os textos poderão ser submetidos em cinco categorias:</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Categoria 1 - Relatos de experiência</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Categoria 2 - Ensaios e reflexões</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Categoria 3 - Guias práticos e metodológicos</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Categoria 4 - Infográficos e sínteses visuais</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Categoria 5 - Cartas e narrativas reflexivas</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Poderão participar deste edital, as Coordenadoras(es) de projetos; Estudantes bolsistas e voluntários(as); Servidoras(es) técnico-administrativos(as) e Integrantes da comunidade externa vinculados às ações</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A submissão dos materiais podem ser feitas a partir do dia <strong>9 de junho à 6 de julho.</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A publicação busca consolidar práticas e reflexões desenvolvidas no âmbito do Grupo Temático de Gênero da UFSM, promovendo a igualdade e fortalecendo o papel da extensão universitária na defesa dos direitos humanos.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Mais informações e acesso ao edital completo estão disponíveis no site da UFSM - <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/editais/062-2026" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ufsm062/2026 - EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA Nº 062/2026 – CASA VERÔNICA/PRE/ODH-UFSM</a>.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Participe e ajude a construir a memória coletiva das ações de promoção da igualdade de gênero na UFSM!</p>
<p> </p>
<p>Texto: Fabiane Gomes</p>
<p>Imagens: Gabrielli Rodrigues dos Santos</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>		
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-23-at-10.03.29-819x1024.jpeg" alt="" />													
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-23-at-10.03.30-819x1024.jpeg" alt="" />													
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-23-at-10.03.30-1-819x1024.jpeg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Muros de concreto, mãos de afeto: o dia que o pátio da prisão virou espaço de leitura e brincadeira em Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/05/25/muros-de-concreto-maos-de-afeto-o-dia-em-que-o-patio-da-prisao-virou-espaco-de-leitura-e-brincadeira-em-santa-maria</link>
				<pubDate>Mon, 25 May 2026 20:19:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[A cena, se isolada em uma fotografia fechada, lembraria a rotina de qualquer praça ou parque de Santa Maria em uma tarde ensolarada. Um pai, com os olhos atentos enquanto desenha com a filha que observa. Mas o cenário ao redor dessa imagem de afeto não era feito de árvores ou gramados. O espaço era [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="900" height="505" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-07-22-at-14.29.28.jpeg" alt="" />													
		<p>A cena, se isolada em uma fotografia fechada, lembraria a rotina de qualquer praça ou parque de Santa Maria em uma tarde ensolarada. Um pai, com os olhos atentos enquanto desenha com a filha que observa. Mas o cenário ao redor dessa imagem de afeto não era feito de árvores ou gramados. O espaço era cercado por concreto cinza, grades e rígidas estruturas de segurança. No último dia 23 de maio, de forma inédita na região, o pátio de uma das galerias da <strong>Penitenciária Estadual de Santa Maria (PESM)</strong> deixou temporariamente a rigidez da rotina prisional para se transformar em um território de escuta, infância e reencontro familiar.</p><p>A iniciativa foi promovida pelo Observatório de Direitos Humanos da UFSM, vinculado à Coordenadoria de Cidadania da Pró-Reitoria de Extensão, em parceria com o projeto “<strong>Materiais que Transformam Brinquedos</strong>”, coordenado pela professora Jucemara Antunes. A ação busca romper o silêncio e a distância que frequentemente marcam o sistema prisional, apostando na humanização e no fortalecimento dos vínculos familiares como caminhos de transformação social.</p>		
			<h2>“Os materiais que viram brinquedos, o pátio que vira memória”</h2>		
													<img width="395" height="495" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-07-22-at-14.30.06.jpeg" alt="" />													
		<p>Desde setembro de 2025, a iniciativa já acolhia famílias na recepção da penitenciária, humanizando o período de espera antes das visitas. Em maio, porém, a ação atravessou uma barreira física e simbólica importante: cruzou os portões da instituição e chegou ao espaço de convivência das pessoas privadas de liberdade. Para colorir o chão cinza da galeria, a equipe levou brinquedos lúdicos e pedagógicos produzidos a partir de materiais reutilizáveis. Canos de PVC, carrinhos, papéis, lápis e livros infantis ganharam novos significados em uma missão simples e profunda: contribuir para a reconstrução de vínculos familiares fragilizados pelo cumprimento da pena. </p><p> </p><p>Entre desenhos a giz e brincadeiras compartilhadas, mães, bebês, crianças e pais privados de liberdade puderam dividir um tempo sem pressa. Naquele espaço organizado com carinho, o ato de brincar e o gesto de tocar as mãos transformaram-se em pontes de dignidade e acolhimento.“Em um ambiente muitas vezes atravessado pelo silêncio, pela saudade e pela distância, os sorrisos das crianças e os gestos de carinho ocuparam o espaço com novas possibilidades de convivência e fortalecimento dos vínculos familiares”, destaca Jane Schumacher, coordenadora do Observatório de Direitos Humanos da UFSM.</p>		
			<h2>Segurança e ressocialização caminham juntas</h2>		
		<p>A atividade, que envolveu mais de dez famílias, transcorreu em clima de tranquilidade, organização e respeito mútuo. O fortalecimento dos laços familiares representa um dos pilares mais importantes no processo de ressocialização, oferecendo às pessoas em cumprimento de pena perspectivas concretas de reconstrução de vida e reinserção social.</p><p>Para que esse momento de encontro acontecesse dentro das normas do sistema prisional, uma ampla rede de apoio foi mobilizada. A ação contou com a parceria da direção da PESM, do delegado adjunto e coordenador técnico da <strong>2ª Região Penitenciária</strong>, Gabriel Marcelo Moresco, do trabalho das analistas da <strong>Polícia Penal</strong>, Luciana Dimperio e Mareli Moraes, além de toda a equipe de segurança de plantão, que garantiu que acolhimento e disciplina institucional caminhassem lado a lado.</p>		
													<img width="900" height="507" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-07-22-at-14.30.40.jpeg" alt="" />													
		<p>Na bagagem de volta para a universidade, estudantes e coordenadores levaram a certeza de que a extensão universitária cumpre seu papel quando ultrapassa os muros acadêmicos e encontra a comunidade em seus contextos mais desafiadores. Já nas memórias das crianças, nos livros compartilhados e nos reencontros vividos naquele pátio, permaneceu a lembrança de que, mesmo onde a liberdade é privada, o afeto ainda encontra caminhos para resistir.</p><p><strong>Texto:</strong> Jane Schumacher, Chefe ODH/UFSM.</p><p><strong>Revisão:</strong> Kelly Duarte, Bolsista de Comunicação ODH/UFSM.</p><p><strong>Imagens:</strong> Acervo do ODH/UFSM.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Chá das mães ASMAR 2026 promove acolhimento, partilha e valorização das trabalhadoras</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/05/21/cha-das-maes-asmar-2026-promove-acolhimento-partilha-e-valorizacao-das-trabalhadoras</link>
				<pubDate>Thu, 21 May 2026 21:05:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Café com Letras]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[  Na tarde do dia 13 de maio, foi realizado o “Chá das Mães ASMAR 2026”, um momento de acolhimento, integração e celebração dedicado às mulheres da Associação de Selecionadores de Materiais Recicláveis de Santa Maria. A atividade contou com o Café com Letras, do projeto do Observatório de Direitos Humanos da COCID/PRE, coordenado pela [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="978" height="734" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.36.34-2-1.jpeg" alt="" />													
		<p> </p><p>Na tarde do dia 13 de maio, foi realizado o “Chá das Mães ASMAR 2026”, um momento de acolhimento, integração e celebração dedicado às mulheres da <strong>Associação de Selecionadores de Materiais Recicláveis de Santa Maria</strong>. A atividade contou com o <strong>Café com Letras</strong>, do projeto do Observatório de Direitos Humanos da COCID/PRE, coordenado pela professora Jane Schumacher, sendo um momento marcado pela partilha, escuta, brincadeiras e entrega de presentes às participantes. A ação foi possível graças ao apoio de voluntários(as) que adotaram as cartas escritas pelas mães, atendendo com carinho aos desejos expressados por elas para o Dia das Mães.</p><p> </p><p>A acadêmica do curso de Educação Especial da UFSM, Luana Ferreira Nunes, que atua no projeto, auxiliou na organização do lanche coletivo e das atividades desenvolvidas durante o encontro. Também foram promovidos momentos de integração a partir dos mimos doados pela <strong>Primeira Delegacia de Polícia Civil de Santa Maria</strong>, parceira que colabora com as ações realizadas junto à associação. O encontro proporcionou uma tarde de afeto, risos e fortalecimento de vínculos, tornando o momento ainda mais especial para todas as mulheres participantes.</p>		
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.36.03-1-1024x768.jpeg" alt="" />													
		<p>Atualmente, a ASMAR conta com <strong>13 mães</strong> trabalhadoras, mulheres que diariamente contribuem com dedicação e compromisso em suas atividades. Além das ações realizadas na associação, as participantes também estiveram presentes no show, que ocorreu no dia 09 de maio, realizado no <strong>Centro de Convenções</strong> da UFSM, vivenciando um momento de cultura, integração e valorização das trabalhadoras.</p><p>Confira alguns registros do evento:</p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.36.23-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.36.23" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.36.40-2-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.36.40 (2)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.36.42-1-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.36.42" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.37.11-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.37.11" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.36.27-1-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.36.27 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.36.26-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.36.26" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.36.15-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.36.15" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.36.05-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.36.05" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.37.07-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.37.07" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.37.00-1-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.37.00 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.36.57-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.36.57" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.36.54-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.36.54" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.36.44-2-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.36.44 (2)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.36.43-1-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.36.43 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.36.23-1-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.36.23 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.36.34-1-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.36.34 (1)" /></figure>			
		<p><strong>Texto:</strong> Kelly Duarte, Bolsista de Comunicação ODH/UFSM.</p><p><strong>Imagens:</strong> Acervo do ODH/UFSM.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto INSPIRA promove acolhimento e fortalecimento de vínculos familiares na sede da Polícia Federal de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/05/21/projeto-inspira-promove-acolhimento-e-fortalecimento-de-vinculos-familiares-na-sede-da-policia-federal-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Thu, 21 May 2026 20:02:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[projeto inspira]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=4614</guid>
						<description><![CDATA[No dia 15 de maio, o projeto INSPIRA realizou mais uma edição de suas atividades voltadas ao fortalecimento de vínculos familiares, acolhimento e cuidado com crianças e mães em situação de privação de liberdade. O encontro aconteceu na sede da Polícia Federal, durante os turnos da manhã e da tarde, reunindo diferentes instituições, cursos e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1536" height="864" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/IMG_8355-1536x864.jpg" alt="" />													
		<p>No dia 15 de maio, o projeto <strong>INSPIRA</strong> realizou mais uma edição de suas atividades voltadas ao fortalecimento de vínculos familiares, acolhimento e cuidado com crianças e mães em situação de privação de liberdade. O encontro aconteceu na sede da Polícia Federal, durante os turnos da manhã e da tarde, reunindo diferentes instituições, cursos e projetos da Universidade em uma ação coletiva de humanização e escuta. A atividade contou com a presença de <strong>26 crianças</strong> e suas mães, em cumprimento de pena no <strong>Presídio Regional de Santa Maria</strong>. Ao longo do dia, foram desenvolvidas ações educativas, culturais e de cuidado, proporcionando momentos de convivência, afeto e interação entre as famílias.</p>		
													<img width="1920" height="1920" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/IMG_8373-1.jpg" alt="" />													
													<img width="1920" height="1920" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/IMG_8315-1.jpg" alt="" />													
		<p>A UFSM participou por meio de diferentes cursos e grupos vinculados ao Observatório de Direitos Humanos. Estiveram envolvidos estudantes e pesquisadoras das áreas da Educação, Enfermagem e Odontologia, evidenciando o caráter interdisciplinar da iniciativa. O curso de Odontologia realizou ações de educação em saúde bucal, com escovação das crianças e distribuição de kits de higiene. Além das atividades educativas e lúdicas, o evento contou com apresentações culturais, almoço coletivo e participação de estudantes de artes cênicas do grupo de teatro <strong>Dramaturgiras</strong> e da <strong>Banda da Base Aérea</strong>, contribuindo para a construção de um ambiente de acolhimento e convivência.</p>		
													<img width="1920" height="1536" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/IMG_8323.jpg" alt="" />													
													<img width="1920" height="1536" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/IMG_8379.jpg" alt="" />													
		<p>A coordenadora do projeto de extensão <strong>Travessias das Infâncias</strong>, Graziela Escandiel, destacou o envolvimento coletivo necessário para a realização do projeto. Segundo ela, todas as atividades são planejadas previamente pelas equipes, desde os materiais utilizados até as abordagens adotadas junto às crianças e às famílias. O projeto Travessias realiza acompanhamento de crianças e famílias vinculadas ao sistema prisional. Inclusive, uma das iniciativas é o “Correio do Afeto” realizado no evento, proposta que promove trocas de cartas e desenhos entre mães e filhos, fortalecendo vínculos familiares mesmo durante o período de encarceramento.</p>		
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-16.42.53-1-1024x683.jpeg" alt="" />													
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/IMG_8333-1024x683.jpg" alt="" />													
		<p>O projeto integra as ações apoiadas pelo Observatório de Direitos Humanos da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM e reforça a importância da atuação extensionista e institucional na promoção dos direitos humanos, da escuta sensível e do cuidado com as infâncias.</p><p><strong>Texto:</strong> Kelly Duarte, Bolsista de Comunicação ODH/UFSM.</p><p><strong>Imagens:</strong> Acervo do ODH/UFSM.</p>]]></content:encoded>
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				<title>Unidades de Ensino e setores da UFSM instalam fraldários em banheiros de fácil acesso ao público</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/05/19/unidades-de-ensino-e-setores-da-ufsm-instalam-fraldarios-em-banheiros-de-facil-acesso-ao-publico</link>
				<pubDate>Tue, 19 May 2026 14:35:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[fraldários]]></category>
		<category><![CDATA[trocadores]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[Distribuídos pela Casa Verônica, 12 trocadores foram instalados entre os campi da instituição]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Entre o final do ano passado e o início deste ano, a Casa Verônica adquiriu 33 fraldários e distribuiu 28 deles para as Unidades de Ensino da UFSM e para os demais campi da Universidade. A aquisição dos trocadores foi realizada com verba da emenda parlamentar, da deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS), destinada à Casa Verônica para a implementação da Política de Igualdade de Gênero. Essa compra de trocadores faz parte do Eixo 3 da Política de Igualdade de Gênero da UFSM, voltado para a Assistência, e que - em seu artigo n° 29, parágrafo terceiro - prevê a implantação de fraldários e trocadores em locais que possam ser facilmente acessados por homens e mulheres. </p><p>Cada Centro recebeu um (1) fraldário. Além deles, também receberam uma (1) unidade os seguintes setores: Casa Verônica/Acervo Artístico, Coordenadoria de Ações Educacionais (CAED), Colégio Politécnico, Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM), Divisão de Museus, Espaço Multiuso, Unidade de Educação Infantil Ipê Amarelo, Jardim Botânico, Planetário e Salão Imembuí - Reitoria. O Gabinete do Reitor recebeu duas (2) unidades e os demais campi da UFSM - Cachoeira do Sul, Frederico Westphalen e Palmeira das Missões - receberam um (1) fraldário cada, com exceção de Cachoeira do Sul, que recebeu dois (2). Dos 26 trocadores distribuídos, apenas 12 foram instalados até 15/05, data de fechamento da matéria.</p><p><strong>Saiba quais unidades já realizaram a instalação dos fraldários e onde encontrá-los:</strong></p><ul><li>Biblioteca Central (banheiro feminino do subsolo da Biblioteca Central)</li><li>Centro de Artes e Letras (CAL) - Prédio 40 C, banheiro PCD -  térreo;</li><li style="font-weight: 400">Centro de Ciências Rurais (CCR) - Prédio 42, sala de amamentação;</li><li style="font-weight: 400">Centro de Ciências da Saúde (CCS) - Prédio 26 E, térreo;</li><li style="font-weight: 400">Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH) - Prédio 74 C, banheiro PCD - térreo;</li><li style="font-weight: 400">Centro de Educação Física e Desportos (CEFD) - Prédio 51, banheiro PCD - térreo;</li><li style="font-weight: 400">Centro de Tecnologia (CT) - Prédio 7, banheiro PCD - térreo;</li><li style="font-weight: 400">Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) - Prédio 13, banheiro PCD - térreo;</li><li>Centro de Educação (CE) - Prédio 16b, térreo;</li><li style="font-weight: 400">Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM) - Prédio 5, banheiro 152;</li><li style="font-weight: 400">Colégio Politécnico - Bloco F, 2º andar, banheiro PCD;</li><li>CQVS - Coordenadoria de Saúde e Qualidade de Vida do Servidor (Prédio 48C, no banheiro acessível (PNE))</li><li style="font-weight: 400">Espaço Multiuso - Prédio 62 D, banheiro térreo;</li><li style="font-weight: 400">Planetário - banheiro feminino e banheiro masculino;</li><li style="font-weight: 400">UFSM Cachoeira do Sul - Q4SA1, sala 108 e Q5SA1, sala 108;</li><li style="font-weight: 400">UFSM Frederico Westphalen - banheiro 115;</li><li style="font-weight: 400">UFSM Palmeira das Missões;</li><li style="font-weight: 400">Unidade de Educação Infantil Ipê Amarelo - Recepção, banheiro de acesso público;</li><li>Coordenadoria de Ações educacionais (CAED) - Prédio 67, sala 1107;</li><li>Jardim botânico;</li><li>Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE)</li></ul>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2023/05/CCSH-1024x683.jpg" alt="CCSH - Prédio 74 C, banheiro PNE - térreo." /><figcaption>CCSH - Prédio 74 C, banheiro PNE - térreo.</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2023/05/CCR-1024x683.jpg" alt="CCR - Prédio 42, banheiro feminino - térreo." /><figcaption>CCR - Prédio 42, banheiro feminino - térreo.</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2023/05/DSC_0363-1024x683.jpg" alt="CCS - Prédio 26 E, térreo." /><figcaption>CCS - Prédio 26 E, térreo.</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2023/05/CCS-1024x683.jpg" alt="CCS - Prédio 26 E, térreo." /><figcaption>CCS - Prédio 26 E, térreo.</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2023/05/DSC_0377-1024x683.jpg" alt="CCSH - Prédio 74 C, banheiro PNE - térreo." /><figcaption>CCSH - Prédio 74 C, banheiro PNE - térreo.</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2023/05/DSC_0375-1024x683.jpg" alt="Planetário - banheiro feminino." /><figcaption>Planetário - banheiro feminino.</figcaption></figure>			
		<p><strong>Você tem alguma sugestão de locais da UFSM que necessitam de fraldários?<br /></strong> Entre em contato conosco pelo e-mail <a href="mailto:casaveronica.pre@ufsm.br">casaveronica.pre@ufsm.br</a> ou pelo Instagram @casaveronicaufsm</p><section data-id="00c5d5f" data-element_type="section"><p style="text-align: left"><em>Texto por Bianca Guimarães, estagiária de Jornalismo da Casa Verônica.</em></p><p style="text-align: left"><i>Texto Atualizado em 29.09.2025 por Bruna L. Denkin, administradora Casa Verônica.</i></p><p style="text-align: left"><i>Texto Atualizado em 19.05.2026 por Fabiane Gomes - Bolsista Casa Verônica</i></p><p style="text-align: left"><i>Fraldário na mídia: <a href="https://docs.google.com/document/d/1gtKh41fmuuCXzvOabGepZA2J_alkfr7yvQAuH36ryZ8/edit?usp=sharing" data-wplink-edit="true">https://docs.google.com/document/d/1gtKh41fmuuCXzvOabGepZA2J_alkfr7yvQAuH36ryZ8/edit?usp=sharing</a></i></p><p> </p><p style="text-align: right"> </p></section>		
			<h2>Adicione o texto do seu título aqui</h2>]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        