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Mulheres Sustentáveis e Transformadoras: Tanice Andreatta e o ODS 1



Por Caroline Siqueira | Bolsista de Jornalismo 

Primeira Edição de “Mulheres Sustentáveis e Transformadoras” com Tanice Andreatta, professora do curso de Economia da UFSM campus Palmeira das Missões.

Tanice Andreatta, professora do curso de Economia na UFSM campus Palmeira das Missões, estreia o quadro “Mulheres no Desenvolvimento Sustentável”. Andreatta conta sua contribuição para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, propostos pela Agenda 2030 da ONU (Organização das Nações Unidas). Com foco no ODS número 1, que busca a erradicação da pobreza, a professora inicia seu relato: 

“O ODS 1 tem uma relação direta com a segurança alimentar e do alimento. E essa temática é fundamental para o bem estar das populações. Para o desenvolvimento econômico,  social, e sobretudo, para atenuar impactos de mudanças climáticas”.

Andreatta ressalta que a alteração climática nos afeta, mas afeta sobremaneira as pessoas financeiramente mais vulneráveis. A professora também é coordenadora do projeto de extensão “Saberes e práticas de produção e comercialização de produtos orgânicos”, com enfoque na Segurança Alimentar. Ela afirma que: “Sem dúvidas, nós precisamos avançar em formas de produção e consumo mais sustentáveis e em estratégias para diminuir as desigualdades sociais. E por consequência, a pobreza rural e urbana”, pontua a coordenadora.

Tanice Andreatta – Professora da UFSM campus Palmeira das Missões

O projeto de extensão coordenado por Tanice Andreatta tem como objetivo a integração da Universidade com a comunidade da região noroeste do Rio Grande do Sul, em especial os produtores orgânicos rurais. Estes produtores participantes são certificados pela Rede de Agroecologia Ecovida, os quais possuem dificuldade em comercializar diretamente seus produtos.

Alguns dos objetivos do projeto são: Estimular a organização de uma feira orgânica com a comercialização de produtos produzidos pelos agricultores orgânicos feirantes, realizar a divulgação das práticas de cultivo adotadas no sistema orgânico pelos agricultores, divulgar novas técnicas e práticas de produção existentes na região para a comunidade local, agricultores e extensionistas. Todos eles procuram estimular a abertura de novos canais de comercialização, impactando positivamente a vida dos produtores rurais envolvidos.

De acordo com Andreatta, para amenizar os níveis de pobreza, é necessário “pesquisa, ensino, extensão e o comprometimento da sociedade em geral são fundamentais para esse processo.”

O primeiro ODS é permeado por sete metas, todas elas voltadas à erradicação da pobreza no mundo. Em 2019, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 51,7 milhões de brasileiros viviam abaixo da linha da pobreza (com menos de US$ 1,90 por dia) e o Banco Mundial apontou que esse número pode crescer devido à pandemia do coronavírus.

Várias metas permeiam esse Objetivo Sustentável, entre elas a criação de marcos políticos sólidos, em níveis nacional, regional e internacional, com base em estratégias de desenvolvimento a favor dos pobres e sensíveis a gênero, para apoiar investimentos acelerados nas ações de erradicação da pobreza. 

ODS 1 dentro da Universidade: Ações essenciais para o cumprimento das metas 

  • Doações e trabalhos voluntários que auxiliem pessoas financeiramente vulneráveis;
  • Participação em projetos de extensão;
  • Incentivo ao apoio dos alunos nas causas sociais de comunidades carentes.

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