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Aluna do PPGEC está na Alemanha pelo Doutorado-Sanduíche – PDSE/CAPES



A doutoranda do PPGEC, Ma. Elaise Gabriel, que foi aprovada no processo seletivo para o Programa Institucional de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE) da @capes_oficial no ano de 2020 em seleção interna no PPGEC e está desenvolvendo as atividades de pesquisa na Alemanha, na cidade de Neubrandenburg, desde o dia 13 de janeiro de 2022. 

A doutoranda foi selecionada conforme os critérios do edital nº 19/2020/PDSE/CAPES e devido à situação de pandemia pelo Covid-19, a viagem só foi possível neste ano. 

A doutoranda está desenvolvendo a pesquisa na University of Applied Sciences Neubrandenburg na cidade de Neubrandenburg na Alemanha.O estágio tem duração de 6 meses e tem a supervisão do Prof. Dr. Manfred Köhler que trabalha há bastante tempo com pesquisas sobre telhados verdes e paredes vivas. O professor Manfred tem aproximadamente 150 publicações científicas, principalmente com foco em telhados verdes, paredes vivas e vegetação interna. 

Na UFSM a doutoranda está sob a orientação do professor Daniel Gustavo Allasia Piccilli na linha de pesquisa de Monitoramento e Modelagem dos Recursos Hídricos.

A pesquisa intitulada “Abordagem experimental e simulação da influência do efeito da parede verde na temperatura interna e consumo de energia elétrica” está sendo desenvolvida nos edifícios universitários na cidade de Neubrandenburg e em Berlin Ufa-Fabrik, Tempelhof, que é um projeto de cultura e vida autogerenciado no distrito de Tempelhof, em Berlim que foca na aplicação de conceitos de sustentabilidade e Ecotecnologias desde a década de 1980.

A Elaise nos contou que está muito satisfeita com a experiência e diz: “Apesar do alemão ainda estar sendo um desafio, acredito que essa experiência tem me proporcionado conhecer diferentes culturas já que a Alemanha abriga inúmeros imigrantes, além da história presente em todos os lados. Além disso, acredito que o doutorado sanduíche irá agregar muitos contatos com pesquisadores e temas já bem desenvolvidos aqui na Europa, e que, a partir dele, poderemos expandir ainda mais os conhecimentos nas nossas práticas de Ecotecnologias e o seu uso no Brasil e, tornar mais frequente a parceria entre as duas universidades.”

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