<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>		<rss version="2.0"
			xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
			xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
			xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
			xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
			xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
			xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
					>

		<channel>
			<title>Observatório de Direitos Humanos - Feed Customizado RSS</title>
			<atom:link href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/busca?page=1&#038;rss=true" rel="self" type="application/rss+xml" />
			<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos</link>
			<description></description>
			<lastBuildDate>Tue, 22 Sep 2026 23:52:21 +0000</lastBuildDate>
			<language>pt-BR</language>
			<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
			<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>/app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico</url>
	<title>Observatório de Direitos Humanos</title>
	<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
						<item>
				<title>103/2026 - EDITAL - Processo Seletivo de alunos cursistas para ingresso no Curso de extensão TÊM PRETOS NO SUL: EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA  E LETRAMENTO RACIAL: Saberes, Gestão e uma Perspeciva Afro-indígena e Quilombola</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/editais/103-2026</link>
				<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 20:25:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[neabi]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?post_type=editais&#038;p=5248</guid>
						<description><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), através da Pró-reitoria de Extensão, por meio do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (NEABI), torna público o Processo Seletivo para ingresso de cursistas destinado a formação para Educação para as relações étnico-raciais</span><span style="font-weight: 400">.</span></p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><span style="font-weight: 400">A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), através da Pró-reitoria de Extensão, por meio do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (NEABI), torna público o Processo Seletivo para ingresso de cursistas destinado a formação para Educação para as relações étnico-raciais</span><span style="font-weight: 400">.</span></p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Seu Roque e Dona Maria: Os Doutores do Mato e a Sabedoria Viva</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/09/21/seu-roque-e-dona-maria-os-doutores-do-mato-e-a-sabedoria-viva</link>
				<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 19:01:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[neabi]]></category>
		<category><![CDATA[notórios saberes]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=5245</guid>
						<description><![CDATA[Na filosofia de vida de Seu Roque e Dona Maria, a terra só faz sentido se trouxer dignidade, autonomia e saúde para o povo. por Fellipe H. Alves Medeiros Francisco Roque Franco de Almeida e Maria Olíria Almeida aprenderam cedo que a cura não nasce apenas nos remédios, mas na escuta, na observação atenta da [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="583" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/09/Seu-roque-Dona-Maria-mestres-1024x583.jpeg" alt="" />											<figcaption>Na filosofia de vida de Seu Roque e Dona Maria, a terra só faz sentido se trouxer dignidade, autonomia e saúde para o povo.</figcaption>
										</figure>
		<p style="text-align: right"><em>por Fellipe H. Alves Medeiros</em></p><p>Francisco Roque Franco de Almeida e Maria Olíria Almeida aprenderam cedo que a cura não nasce apenas nos remédios, mas na escuta, na observação atenta da natureza e na convivência comunitária. Conhecidos no Noroeste gaúcho, mais precisamente no Assentamento Rondinha, em Jóia, como Seu Roque e Dona Maria, eles transformaram o cuidado com a terra em um espaço de acolhimento, resistência e ensino coletivo. </p><p>A trajetória deles desenha uma parceria estratégica e política profunda que une a luta pela terra à cura ancestral. Há décadas dedicados integralmente à fitoterapia e à agroecologia, a vida do casal carrega marcas da oralidade, da ancestralidade e da militância construída na busca pela reforma agrária, transformando a rotina do assentamento por meio de uma revolução silenciosa onde a saúde não é uma mercadoria, mas um direito que nasce da comunhão entre o ser humano e a natureza preservada.</p><p>Esse caminho começou muito antes de se tornarem referências na região, no tempo em que os dois eram vizinhos de cerca com cerca em uma fazenda. Eles se conheceram ainda na infância, quando Roque tinha dez anos e Maria tinha onze. Como relembra Seu Roque, a proximidade vinha desde cedo, mas o tempo do afeto teve que esperar: <i>"Nós éramos bem vizinhos de cerca na fazenda por lá. Conheci ela quando ela tinha 11 anos e eu tinha uns 10, nos criamos perto. Mas a mãe dela era muito brava, tio! Não dava nem para chegar perto da casa".</i> O namoro só começou por volta dos 21 anos e, desde o início, os dois passaram a funcionar como uma engrenagem complementar. Ele resume a dinâmica com bom humor e precisão: <i>"A mulher é a bruxa velha. Eu sou o bugre, que eu sei onde está a planta, conheço a planta, sei o dia, hora... Ela processa".</i></p><p>As origens dessa sabedoria recuam às infâncias vividas em Nonoai e Novo Tiradentes, em meio a dificuldades financeiras e ao trabalho duro como agregados. Desde muito jovens, aprenderam que a natureza era a principal aliada. Seu Roque traz consigo uma forte herança de matriz indígena e um profundo conhecimento prático, sendo capaz de reconhecer variedades apenas pelo sabor ou pelo cheiro da casca. Já Dona Maria herdou a vocação de sua linhagem familiar, muito ligada à trajetória de seu avô, João dos Matos, e de sua mãe, uma respeitada parteira tradicional que atendia a comunidade a cavalo em noites de geada, levando chás e óleos preparados em casa.</p><p>Essa formação popular enfrentou também as marcas da exclusão social. Na infância, ambos puderam estudar apenas até a segunda série devido às dificuldades da época e ao machismo estrutural. Dona Maria recorda o peso desse período: <i>"Naquela época, tinha o machismo de que as meninas não podiam mais estudar depois dos 11 anos; as meninas saíam e só os guris podiam continuar. Então eu aprendi mais foi lendo a Bíblia, lendo os livros de plantas medicinais".</i></p><p>Essa busca pelo conhecimento, no entanto, gerou imagens poéticas na família. Anos mais tarde, a própria mãe de Dona Maria, a parteira ancestral, decidiu frequentar a escola através da Educação de Jovens e Adultos quando já era avó. Ela sentava nos mesmos bancos escolares que a sua bisneta, que na época estava no jardim de infância. Enquanto a menina aprendia as primeiras letras, a bisavó aprendia a assinar o próprio nome, mostrando que o saber tradicional e o formal se cruzam no tempo. Dona Maria, por sua vez, alfabetizou-se de verdade na maturidade. Como ela costuma afirmar com orgulho: <i>"Não estudei lá na classe da escola, mas no Livro da Vida".</i></p><p>Essa experiência foi testada como uma verdadeira estratégia combativa durante os anos de militância junto ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Na década de noventa, o casal adotou uma tática rigorosa de sobrevivência para manter a família e o movimento de pé. Seu Roque foi instigado a ir para a linha de frente da luta pela reforma agrária por um chamado direto que recebeu na época: <i>"Não, Roque, agora tu não vai mais só falar. Tu fica dizendo para os outros que é bom ir acampar, ganhar terra, e tu fica aí na cidade? Tu tem que ir também para provar!".</i> E ele foi. Passou cerca de cinco anos acampado sob a lona preta. <i>"Se me chamarem na rua de Francisco eu não atendo, eu não conheço. [...] Eu sou um jovenzinho mais criado, mas temos tempo da luta sindical forte", </i>conta.</p><p>Ele não era apenas um acampado, mas um articulador de saúde itinerante, ajudando a organizar farmácias fitoterápicas em acampamentos de trinta e cinco municípios diferentes, ensinando as comunidades a buscar a cura no que havia disponível na mata local. Roque recorda com detalhes o sacrifício físico dos rigorosos invernos de 1991 em Palmeira das Missões, enfrentando geadas que duravam até às onze horas da manhã e banhos em córregos gelados, o que lhe causou uma pneumonia grave. Enquanto ele resistia na articulação e na saúde itinerante, Dona Maria liderava a retaguarda na cidade, garantindo a presença no cuidado da casa e a educação dos filhos.</p><p>Foi justamente no cotidiano severo das lonas pretas que o saber ancestral se transformou em uma ferramenta vital de sobrevivência coletiva. Diante de um inverno rigoroso, um grupo de pessoas que havia sido expulso de uma fazenda estava acampado em condições extremamente precárias, enfrentando uma grave epidemia de gripe e febre alta, agravada pelo frio intenso e pelo sereno constante da noite. Ao testemunhar o sofrimento daquelas famílias desassistidas, Dona Maria, acompanhada por outras três companheiras de luta, que eram carinhosamente chamadas no acampamento de bruxinhas, decidiu agir com os poucos recursos que tinham à disposição.</p><p>Os detalhes daquela preparação se transformaram em uma memória viva. Elas reuniram um saco de ervas medicinais, marcela, maçanilha, laranjas e açúcar mascavo, colocando uma panela gigante diretamente no fogo ao ar livre. Dona Maria revive aquele momento com emoção na voz:<i> "Quando começou a ferver, o cheiro subiu e o povo já começou a rodear a panela querendo. [...] Foi uma coisa que me marcou muito, nunca mais vou me esquecer daquela panelada".</i> Diante da emergência e na falta de uma logística adequada, elas utilizaram os materiais disponíveis como garrafas plásticas descartáveis para armazenar e distribuir o remédio aos enfermos.</p><p>O resultado foi imediato, ajudando a baixar a febre e permitindo que os acampados finalmente descansassem e se recuperassem. Esse episódio marcou profundamente Dona Maria, servindo como o alicerce de uma promessa firme que ela fez a si mesma e ao seu povo:<i> "Digo, o dia que nós chegar na terra a gente vai fazer um grande horto e vamos trabalhar com fitoterápicos porque a gente já tinha uma boa sabedoria".</i></p><p>A conquista do lote no Assentamento Rondinha aconteceu em 1995, mas a grande transição agroecológica ocorreu em 2002. Foi nesse ano que o casal decidiu cumprir a promessa e abandonar de vez o modelo convencional de produção baseado na soja e no leite para se dedicar inteiramente à fitoterapia, impulsionados por um curso de capacitação sobre plantas bioativas. O horto medicinal deles se materializou como uma farmácia viva com uma extensão de um quilômetro de comprimento, que vai desde a casa até as proximidades da margem do rio Ijuizinho. Para proteger essa área, eles utilizam barreiras vivas de capim-cameroon e árvores nativas.</p><p>Nesse espaço protegido, a divisão do trabalho segue o ritmo da natureza e adota um protocolo ético e espiritual rigoroso. Seu Roque caminha pela extensão do horto colhendo as plantas e sempre pedindo licença a cada uma antes de retirar qualquer folha ou casca da terra. Ele explica a ciência por trás desse gesto de respeito:<i> "Tu tem que pedir licença pra planta, que tu vai precisar daquela planta, não é chegar e... estipular ela. [...] A planta, o corpo reconhece a planta".</i> Para ele, a conexão é direta e dispensa intermediários industriais: <i>"Com a natureza se oferece tudo. Não precisamos buscar na farmácia química. O criador criou nós e criou tudo, o alimento e o remédio junto também".</i> </p><p>Dona Maria, na cozinha de casa, manipula e processa as ervas para organizá-las em xaropes, compostos, óleos e tinturas concentradas em cachaça de alambique. Toda essa produção obedece ao relógio humano, uma filosofia do casal que defende que a eficácia do tratamento depende de tomar os preparados na margem de horários em que os órgãos do corpo estão mais receptivos aos princípios ativos.</p><p>A variedade da farmácia viva atende a quase todas as necessidades do corpo. O que começou como um atendimento caseiro ganhou escala nacional. Hoje, com o auxílio logístico, os remédios são enviados por correio para todo o Brasil e a produção abastece inclusive a Escola Nacional do MST. Essa soberania também dita a relação de Seu Roque e Dona Maria com o meio acadêmico. </p><p>Eles mantêm intercâmbios com universidades, recebendo pesquisadores no lote. Hoje, o trabalho de Seu Roque e Dona Maria transborda os limites do lote e funciona como uma pedagogia viva. O Assentamento Rondinha recebe mensalmente visitas de escolas e universidades para oficinas de reconhecimento de plantas nativas e educação ambiental. As crianças caminham pelo horto de um quilômetro de extensão e aprendem a importância de proteger as sementes crioulas. No lote, existe ainda o potreiro das abelhas, um espaço de campo nativo onde Seu Roque não planta nada nem retira ervas, mantendo-o isolado apenas para que as abelhas possam buscar a floração.</p><p>Para o casal, a defesa da biodiversidade e da soberania alimentar precisa incluir até os insetos contra o avanço agressivo da monocultura. Essa dedicação funciona como a salvaguarda de uma memória coletiva que se multiplica. Olhando para trás e assumindo a própria identidade de "bruxinha do bem", Dona Maria reflete sobre a importância histórica de manter o trabalho vivo:<i> "A gente sabe que a pessoa tomou e melhorou por isso. [...] Antigamente eles mandavam matar as bruxas, porque não queriam que as bruxas fizessem milagre nenhum. ..".</i></p><p>O maior símbolo de vitória e continuidade desse legado já frutifica na própria família: Roque e Maria celebram com orgulho o fato de um de seus netos estar cursando a faculdade de medicina em Viamão. O jovem já atua como um aprendiz de Mestre, na escola onde estuda, usando sua caixinha de remédios fitoterápicos preparados pelos avós para atender os colegas. Seu Roque orgulha-se de ver o jovem carregar adiante esse bastão: <i>"Nós temos o nosso neto que está estudando, ele quer fazer medicina mais para trabalhar com os fitoterápicos também. [...] Lá onde ele está na escola, ele tem a caixinha dele de remédio, quando um colega fica mal de noite, ele levanta e dá o remédio". </i>É o saber popular atuando como processo complementar e preventivo nos cuidados em saúde, aproximando-se, finalmente, do conhecimento tradicional da terra.</p><p>Toda a caminhada de Seu Roque e Dona Maria se apoia no orgulho de suas origens e na recusa absoluta ao esquecimento. Seu Roque resume o que move a rotina e o compromisso dos dois no assentamento:<i> "Negar o que a gente é seria a coisa mais feia que tem. Eu não nego a minha criação, conto a história da nossa vida, e do que a gente faz eu não tenho vergonha nem um pouco"</i>. Dona Maria resume o sentimento que fica:<i> "Saber que as pessoas tomam aquelas gotinhas e [vêem que] é uma gotinha milagrosa... Então, aqui dentro é só gratidão, isso é muito bom"</i>. A vida deles é a prova de que a reforma agrária vai muito além de demarcar lotes de terra; significa cultivar soberania, saúde e esperança. Cuidar das pessoas e proteger a biodiversidade é, acima de tudo, defender o direito ancestral a um pedaço de chão vivo, o cuidado com a terra integra nossas raízes, nosso corpo.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM é a primeira universidade pública a conquistar vaga no Conselho Estadual de Direitos Humanos do RS por meio do ODH</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/09/18/ufsm-e-a-primeira-universidade-publica-a-conquistar-vaga-no-conselho-estadual-de-direitos-humanos-do-rs-por-meio-do-odh</link>
				<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 15:53:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=5238</guid>
						<description><![CDATA[A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) conquistou, por meio do Observatório de Direitos Humanos (ODH), vinculado à Coordenadoria de Cidadania (COCID) da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), uma vaga no Conselho Estadual de Direitos Humanos do Rio Grande do Sul (CEDH-RS) para o mandato 2026–2029. A conquista tem significado importante para a instituição, pois a [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="422" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-18-at-10.16.43-1-e1789746449735-1024x422.jpeg" alt="" />													
		<!-- wp:paragraph -->
<p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) conquistou, por meio do Observatório de Direitos Humanos (ODH), vinculado à Coordenadoria de Cidadania (COCID) da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), uma vaga no Conselho Estadual de Direitos Humanos do Rio Grande do Sul (CEDH-RS) para o mandato 2026–2029.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A conquista tem significado importante para a instituição, pois a UFSM se torna a primeira universidade pública a ocupar uma vaga no Conselho, ampliando a presença da universidade pública nos espaços de participação social e de construção de políticas voltadas à promoção, proteção e defesa dos direitos humanos no Rio Grande do Sul.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A escolha ocorreu no dia 17 de setembro, em Porto Alegre, durante o processo de composição do Conselho, que reuniu dezenas de entidades representativas de diferentes regiões e áreas de atuação do Estado. A participação da UFSM nesse espaço reforça o compromisso institucional de aproximar a Universidade das demandas da sociedade e de contribuir, por meio do conhecimento, da formação, da pesquisa, da extensão e da articulação institucional, para a efetivação dos direitos humanos.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A candidatura havia sido formalizada em agosto, com a apresentação de Carta de Intenção e Manifestação de Interesse, acompanhada de um Plano de Ação para a atuação da UFSM no Conselho. Na proposta, o Observatório de Direitos Humanos é apresentado como um espaço de articulação entre ensino, pesquisa, extensão e sociedade, mobilizando diferentes áreas do conhecimento para responder às demandas relacionadas à garantia de direitos.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>O Plano de Ação está estruturado em cinco eixos: produção de conhecimento e monitoramento dos direitos humanos; educação e formação; articulação institucional e participação social; novos desafios sociais; e apoio técnico e institucional ao CEDH-RS. Entre as ações previstas estão a realização de atividades formativas e estudos, a mobilização de pesquisadores e estudantes, o fortalecimento de redes de cooperação e a participação em comissões e grupos de trabalho do Conselho.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A proposta dialoga com a trajetória do ODH/UFSM e com as diferentes iniciativas desenvolvidas pela Universidade nas áreas de educação em direitos humanos, gênero, relações étnico-raciais, população indígena, acessibilidade, sistema prisional, migração, infância, juventude, segurança alimentar e enfrentamento às desigualdades.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Para representar a Universidade no CEDH-RS, foram indicadas a professora Jânia Maria Lopes Saldanha, do Programa de Pós-Graduação em Direito (PPGD/UFSM), como representante titular, e a professora Jane Schumacher, chefe do Observatório de Direitos Humanos, como representante suplente. Também participaram da atividade de composição do Conselho a coordenadora da Coordenadoria de Cidadania, Cassiana Marques da Silva, e a pedagoga Jovaneli Lara da Rosa.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A entrada da UFSM no Conselho representa, ainda, uma oportunidade de colocar à disposição da sociedade a diversidade de conhecimentos produzidos por uma universidade pública, reunindo pesquisadores, professores, técnicos e estudantes de diferentes áreas para contribuir com estudos, debates, formações e ações voltadas à promoção dos direitos humanos.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p> </p>
<!-- /wp:paragraph -->		
													<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-18-at-10.16.44-768x1024.jpeg" alt="" />													
													<img width="1024" height="425" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-18-at-10.16.42-e1789745969278-1024x425.jpeg" alt="" />													
													<img width="1024" height="725" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-18-at-10.16.42-1-e1789745854629-1024x725.jpeg" alt="" />													
													<img width="562" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-18-at-10.16.43-e1789745930154-562x1024.jpeg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Mestre Adel: A Tradição da Guasqueria Viva em Caçapava do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/09/04/mestre-adel-a-tradicao-da-guascaria-viva-em-cacapava-do-sul</link>
				<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 20:04:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[neabi]]></category>
		<category><![CDATA[notórios saberes]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=5231</guid>
						<description><![CDATA[Entre memória e prática, Adel mantém vivo um ofício que aprendeu com o pai e com a vida no campo. por Fellipe H. Alves Medeiros e Fernanda de Figueiredo Ferreira   Dias de chuva em Caçapava do Sul mudam o ritmo no galpão de Adel Simão Mendes Ferreira, conhecido como Mestre Adel Guasqueiro. Longe de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="513" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/09/Banner-1024x513.jpg" alt="" />											<figcaption>Entre memória e prática, Adel mantém vivo um ofício que aprendeu com o pai e com a vida no campo.</figcaption>
										</figure>
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: right;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">por <i>Fellipe H. Alves Medeiros e Fernanda de Figueiredo Ferreira</i></p><p dir="ltr"> </p><p>Dias de chuva em Caçapava do Sul mudam o ritmo no galpão de Adel Simão Mendes Ferreira, conhecido como Mestre Adel Guasqueiro. Longe de ser um problema, a umidade amacia o couro cru e deixa o material no ponto ideal para o trabalho, ao contrário do que acontece no tempo seco do verão. O artesão aproveita o clima para abrir sobre a mesa uma peça com mais de meio século de história, ainda firme e servível. Orgulhoso, ele aponta para a relíquia:<i> “Você vê um couro velho, esse aqui mesmo, nunca mostrei para vocês, tem mais de 50 anos de uso”</i>. Com o material em mãos, o mestre trança os tentos com a destreza de quem aprendeu o ofício na infância e recorda como o tempo moldava a sua rotina desde guri:<i> “Dia de chuva era mais prático para lidar com o couro. Ele ficava mais brando, mais fácil de trabalhar. Com tempo úmido, o couro se adapta melhor”.</i></p><p>A trajetória de Adel começou no Irapuá, distrito rural de Caçapava do Sul marcado por uma paisagem de cerros antigos, forte tradição de campo e da herança das terras de benfeitores e senhores de escravos. Ele resume a infância moldada pelos costumes desse interior de chão batido, terra que carrega a ancestralidade de matriz africana: <i>“Eu nasci na campanha, lá no Irapuã, e trabalhei desde pequeno na lida da chácara, trabalho com o gado, ovelhas, na plantação, na campereada e em tudo assim”.</i></p><p>Filho de José Bernardino Ferreira e Isabel Mendes Ferreira, o artesão cresceu acompanhando o trabalho do avô, do pai, um domador de cavalos bravos e xucros que conhecia a fundo os segredos do ofício, da lida e o manejo do couro cru. Seu José foi o grande professor, ensinando o filho a ler o tempo e a respeitar o ritmo da natureza: em dia de sol, cuidava-se da terra; quando o tempo virava e a chuva barrava o serviço na lavoura ou com o gado, o refúgio era o galpão.</p><p>O mestre ri ao lembrar de como o galpão virava o seu paradeiro nesses dias de inverno ou temporal: <i>“Em chuva não podia ir para o campo. Então ficava em casa, ficava no galpão, e tinha que ter serviço para não fazer muita arte”.</i> Para aproveitar a claridade que teimava em entrar pelo cinza dos dias chuvosos, o pai trazia o guri para perto da porta. <i>“Ali é mais claro para trabalhar. No dia de chuva tem que ficar dentro do galpão, mas quando não está chovendo, a gente fica na porta para trabalhar o couro”</i>, descreve Adel. </p><p>Foi nessa observação miúda, entre o cheiro da umidade e o som das ferramentas, que ele aprendeu a amaciar a matéria-prima batendo com o macete de madeira e a dar forma às primeiras cordas.</p><p>Dessa época de aprendizado no pampa, a lembrança mais viva é o primeiro laço, feito pelo pai sob medida para as mãos da criança. Adel resgata o episódio com a nitidez de quem guarda o passado no bolso:<i> “Ele me deu o primeiro laço quando eu tinha uns oito anos. Saiu um terneiro por uma fresta da cerca. O terneiro veio para o meu lado e eu lacei ele. O dono da lida me deu uma terneira por causa daquele laço. Tenho até hoje lembrança disso”. </i>Essa memória da primeira terneira e os ensinamentos da infância foram a base que o sustentou dali por diante.</p><p>Ainda menino, Adel já lidava com cavalos e preparava os xergões para a montaria. A necessidade de fabricar os utensílios para o dia a dia na campanha fez com que ele seguisse praticando as técnicas do pai, salvando da memória um saber tradicional que corria o risco de desaparecer com o tempo. Até hoje, o mestre preserva relíquias daquela infância na campanha de Caçapava, mostrando com orgulho o rebenque antigo que guarda como tesouro: <i>“Este rebenque foi feito pelo meu pai, né? Isso aqui se chama rabo de tatu. No tempo em que ele domava, usava isso aqui para tocar os baguais”.</i></p><p>Aos 29 anos, Adel mudou-se para a zona urbana de Caçapava do Sul para casar e trabalhar. Mesmo mudando de rumo e enfrentando o serviço pesado da lavoura, ele nunca largou o ofício do trançado em couro. O repasse do trabalho no reparo, conserto e feitio de peças resistentes possibilitou a troca, a manutenção, a valorização e o reconhecimento desse saber por diferentes idades e gerações que buscam ferramentas, tecnologias sociais capazes de auxiliar a lida de campo, com os animais, onde o cavalo conduz as tropas, as marcações,  mas também as atividades festivas conectadas a essas práticas como os rodeios, os desfiles, exposições, feiras que representam os valores atribuídos às atividades regionais dessas lidas de campo, onde o cavalo é o principal agente. A busca pelo conserto de láticos, sobreláticos, barrigueiras e buçais. Ele conta, rindo, que o buçal novo é meio bagual e brabo na cabeça do cavalo, mas que amansa logo com o tempo de uso e um pouco de graxinha, ou seja, o buçal torna-se um dos componentes que facilitam a doma, o manejo e a condução do animal de maneira segura, para ambos.</p><p>Para Mestre Adel, o trabalho manual carrega uma durabilidade que as peças de fábrica não conseguem alcançar. O couro de gado é o sustento de toda a montaria, dando corpo aos laços, às rédeas e às soiteiras dos relhos. É um serviço que exige força bruta, pois o couro precisa ser estaquiado, esticado, amaciado e limpo na faca para ganhar aquela característica correta que o gaúcho valoriza.</p><p>O couro industrializado, curtido com química para acelerar o processo nas fábricas, apresenta uma estrutura mais fina e de menor durabilidade para o manejo e não serve para quem conhece o rigor do dia a dia no campo. O artesão sabe bem onde esse material racha na hora do puxão: <i>“Tem comércio que vende esse material, mas muitos vendem só para revenda. Parece umas cascas secas”. </i>Mestre Adel realiza o feitio de seu ofício tradicional na região, no galpão que fica nos fundos de sua residência na cidade, onde os amigos e conhecidos chegam para buscar uma peça, levar outra para o reparo e alguns jovens vêm aprender a tirar o tento e trançar. Ele continua o trabalho e o repasse do ofício na força do braço e na paciência de trançar o que as estórias vividas e as memórias dessa identidade campeira não registram nos livros, mas na oralidade deste saber. Ele se orgulha de manter o mesmo ritmo de antigamente:<i> “Eu ainda estou na moda antiga, de garrotear o couro no macete. O bruto ainda existe, e são poucos que fazem assim, só na força e no macete”.</i></p><p>Adel explica que o couro de curtume é trabalhado com costura de linha, um método que acaba fragilizando a peça com o tempo. O guasqueiro aponta a diferença do seu fazer: <i>“Já esse aqui é trabalhado com couro, com tento de lonca de cavalo, por isso dura mais”. </i>Neste ofício, o artesão sinaliza que a pele fina e resistente do cavalo é o que amarra toda a estrutura, dispensando totalmente os fios de algodão ou nylon das fábricas. Muitos clientes chegam ao galpão com láticos comprados em lojas, reclamando que as tiras quebram por falta de tratamento adequado na indústria. </p><p>Embora já tenha visto em cursos universitários o funcionamento de máquinas modernas para amaciar a matéria-prima, Adel nota que o maquinário rouba a textura e a flexibilidade do material. A preferência do mestre continua sendo o processo manual no tempo úmido da chuva, sabendo que o cavalo oferece o tento fino e firme para os acabamentos, enquanto o couro do gado garante a estrutura mais forte para o arreio.</p><p>Essa busca por resistência também resgata técnicas antigas da herança indígena que ele traz guardada na memória e na ponta dos dedos. Um exemplo vivo desse passado é a bota de garrão de potro, um calçado rústico feito sem moldes ou costuras, retirado inteiro da perna do animal. O mestre ensina o ofício demonstrando o movimento com as mãos:<i> “A bota garrão de potro era feita do garrão do animal. Tinha que secar e tirar inteira, sem riscar. Virava do avesso e colocava uma madeira por dentro para secar sem fechar, para não craquelar o couro, e assim caber na canela”. </i>Ele lembra que o calçado tradicionalmente deixava os dedos dos pés descobertos, um detalhe fundamental para dar mais firmeza ao peão na hora de firmar o pé no estribo.</p><p>Da mesma forma, para montar as boleadeiras, Adel busca na fauna local os materiais capazes de aguentar o impacto do uso no campo. Ele resgata a origem da peça que hoje adorna o galpão: <i>“Esta aqui era a arma dos índios para pegar os bichos baguais”</i>. Para encapar as pedras que ele mesmo esculpe, o artesão utiliza a pele da barriga do tatu-peludo ou o couro de lagarto, matérias-primas conhecidas pela longevidade. Adel descreve o processo desse feitio: <i>“Cobria-se a pedra com o couro da barriga do tatu-peludo. Também se usava couro de lagarto, que é muito forte”. </i>Por dentro das cordas de couro que ligam as três pedras da boleadeira, o mestre utiliza o couro do gado torcido, o segredo antigo que garante a flexibilidade e a força necessárias para suportar o movimento do arremesso no meio do campo.</p><p>Nos últimos anos, a rotina do guasqueiro assumiu novos modos de transmissão dos saberes que vão além do público que utiliza as ferramentas e tecnologias sociais elaboradas por ele, seja nas atividades voltadas à lida de campo direta quanto às de festividades. Neste sentido, o galpão, lugar de referência na elaboração dos instrumentos artesanais, passa a ser ressignificado na perspectiva do trabalho e no ofício de trançar e fortalecer ensinamentos que legitimam e valorizam o nosso patrimônio cultural e regional do conhecimento campeiro e de todo o ambiente que o envolve. </p><p>Em abril de 2024, ele ministrou uma oficina prática no I Seminário de Notórios Saberes da Universidade Federal de Santa Maria, a UFSM. Entre fevereiro e março de 2025, participou como expositor na Recepção Estudantil e na Semana Descobrindo os Notórios Saberes, levando esse patrimônio da cultura regional e o sentido das tradições campeiras para dentro do ambiente universitário.</p><p>O encontro com as novas gerações de estudantes rendeu boas histórias. Adel conta, com bom humor e um sorriso no rosto, sobre os trabalhos e a procura pelo aprendizado. Em oficinas e cursos realizados em Caçapava com outros guasqueiros responsáveis, a troca e o auxílio na elaboração e destreza de cortar o tento, marcam os primeiros contatos na arte de trançar o couro e quando se observa os primeiros feitios, ambos ficam realizados, mestre e aprendiz. </p><p>Apesar do reconhecimento acadêmico, Adel mantém a modéstia típica dos homens da campanha. Ele quase recusou os primeiros convites da UFSM por achar que não tinha o estudo ou a técnica refinada que as salas de aula exigiam. O mestre desabafa, deixando de lado qualquer vaidade:<i> “O meu serviço é mais grosseiro, não é muito aperfeiçoado não. É forte, mas não é muito bonito, não”.</i> Ele prioriza a utilidade prática no dia a dia do pampa e faz questão de elogiar seu colega de ofício, o guasqueiro Batista, a quem considera o trabalho mais fino e especializado no acabamento e nas bainhas de faca detalhadas.</p><p>Para Adel, o companheiro domina a parte estética da guasquearia e tem o perfil ideal para o ensino formal. Ele afirma, reconhecendo o valor do outro:<i> “O Batista trabalha muito bem. Ele tem condições de fazer cursos, participa de seminários fora do estado, no Uruguai também”</i>. Ainda assim, ciente de que muitos jovens hoje evitam o trabalho pesado de preparar a matéria-prima, Adel entende a importância de transmitir e repassar o conhecimento, pois são ofícios que podem ser esquecidos, ao mesmo tempo que podem ser aprimorados, com técnicas que mantenham a força e a qualidade dos materiais, a expressividade do patrimônio cultural e condições de trabalho mais dignas e sustentáveis na manutenção do corpo físico, em especial das mãos que no inverno gaúcho racham pelo frio e a firmeza do material. O Mestre alerta sobre o risco do esquecimento:<i> “É muito importante ensinar, porque se a gente não der continuação, vai terminar os que lidam com couro”.</i></p><p>Aos 80 anos e aposentado, Adel hoje divide o tempo entre o galpão, os cuidados com a horta que tem com os amigos, o gado e o cavalo na propriedade que já foi do seu pai. Com a serenidade que a experiência vivida transmite, ele sinaliza que o ofício já tão incorporado em sua prática diária que o trabalho com o couro, <i>“a guasqueria hoje é mais um entretenimento, algo que eu gosto de fazer”.</i> A atividade fortalece seus vínculos com o campo, com a égua grande companheira nas lidas de camperiada, com a manutenção do trabalho e os vínculos sociais no Centro de Tradições Gaúchas e no Piquete.</p><p>Essas memórias preservam a própria identidade do ser campeiro conectado às suas raízes, ao seu pampa e ao seu ser social. Nesse lugar, o ofício e o trabalho com o couro cru, âncora-se no palanque da vida, onde a corda se estica, se torne, se reduz e sobretudo se fortalece, mas não se arrebenta ao sustentar uma tradição que passa de geração a geração a destreza de tirar o tento e firmar o laço de doze braças como quem cuida do coração deste pampa, pois o campo tem raiz, história, memória e identidade na cultura regional pampeana. Enquanto trança o couro cru nas mãos firmes marcadas pela presença e a força em aproximar os tentos, aprimora-os dando novas formas e sentidos, assim como se conjugam saberes, entre a técnica e o ofício capazes de manterem vivos a tradição herdada de avô e seu pai José Bernardino, além da forte identidade do Irapuã. Na sustentabilidade desse ofício que a chuva corra mansa para amaciar o couro, que o sopro do minuano semeie essas raízes culturais pampeanas para outros cerros, para além do Cerro da Angélica, mas sobretudo nos permita de lá ver no horizonte essa identidade e memória espraiadas por outros campos do saber, onde as rachaduras nas mãos sinalizam caminhos e rupturas mais equânimes.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Notórios Saberes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/notorios-saberes</link>
				<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 20:09:11 +0000</pubDate>
				
				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?page_id=5208</guid>
						<description><![CDATA[O Encontro com a Interculturalidade Histórico Acervo Disciplina &#8211; Artes e Ofícios Destaques Últimas Notícias Fale Conosco E-mail: projetonotoriossaberes@ufsm.br]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/04/banner-site-notorios-1162x280px-1024x247.jpg" alt="banner site notórios (1162x280px)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/Banner-site-UFSM.jpg" alt="Banner site UFSM" /></figure>			
		<h5 style="text-align: center"><em><strong>O Encontro com a Interculturalidade</strong></em></h5>		
									<h3>
							Histórico						
					</h3>
				<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/notorios-saberes/acervo">
								</a>
									<h3>
						<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/notorios-saberes/acervo">
							Acervo						</a>
					</h3>
				<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/notorios-saberes/artes-e-oficios-dos-saberes-tradicionais-populares-e-culturais">
								</a>
									<h3>
						<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/notorios-saberes/artes-e-oficios-dos-saberes-tradicionais-populares-e-culturais">
							Disciplina - Artes e Ofícios						</a>
					</h3>
		<h5>Destaques</h5><h5>Últimas Notícias</h5><h5>Fale Conosco</h5>		
		<p><strong>E-mail:</strong> <em>projetonotoriossaberes@ufsm.br</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM apresenta candidatura ao Conselho Estadual de Direitos Humanos por meio do ODH</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/08/24/ufsm-apresenta-candidatura-ao-conselho-estadual-de-direitos-humanos-por-meio-do-odh</link>
				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 18:21:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cocid]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=5219</guid>
						<description><![CDATA[A Universidade Federal de Santa Maria, por meio do Observatório de Direitos Humanos (ODH), da Coordenadoria de Cidadania (COCID/PRE), apresentou candidatura a um vaga no Conselho Estadual de Direitos Humanos do Rio Grande do Sul (CEDH-RS). A iniciativa busca ampliar a participação da universidade nos espaços de diálogo e construção de políticas voltadas à promoção [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A Universidade Federal de Santa Maria, por meio do Observatório de Direitos Humanos (ODH), da Coordenadoria de Cidadania (COCID/PRE), apresentou candidatura a um vaga no <strong>Conselho Estadual de Direitos Humanos do Rio Grande do Sul (CEDH-RS)</strong>. A iniciativa busca ampliar a participação da universidade nos espaços de diálogo e construção de políticas voltadas à promoção e à proteção dos direitos humanos no estado. A candidatura foi formalizada em agosto, com a apresentação da <strong>Carta de Intenção e Manifestação de Interesse</strong> à comissão responsável pelo processo de composição do Conselho. No documento, a UFSM destaca a atuação do ODH como espaço de articulação entre ensino, pesquisa, extensão e sociedade, aproximando a universidade das demandas relacionadas à efetivação dos direitos humanos.</p><p>Como parte da candidatura, a universidade também estruturou um <strong>Plano de Ação</strong> para um possível mandato de dois anos. A proposta está organizada em cinco eixos: produção de conhecimento e monitoramento dos direitos humanos; educação e formação; articulação institucional e participação social; novos desafios sociais; e apoio técnico e institucional ao CEDH-RS. Entre as ações previstas estão a realização de estudos e atividades de formação, a mobilização de pesquisadores e estudantes, a construção de redes de cooperação e a participação em comissões e grupos de trabalho do Conselho. A proposta também prevê <strong>aproximar a produção acadêmica das demandas da sociedade</strong> e contribuir, quando solicitado, com estudos, pesquisas, notas técnicas e outros subsídios para as atividades do CEDH-RS.</p><p>A estrutura proposta dialoga com a atuação já desenvolvida pelo ODH, reúne projetos e iniciativas voltados a diferentes áreas dos direitos humanos, incluindo educação, gênero, população indígena, acessibilidade, sistema prisional, migração, infância, juventude e enfrentamento das desigualdades. Para apresentar a UFSM no processo de candidatura e, em caso de eleição ou designação, junto ao Conselho, foram indicadas a professora<strong> Jânia Maria Lopes Saldanha,</strong> do Programa de Pós-Graduação em Direito (PPGD/UFSM), como representante titular, e a professora <strong>Jane Schumacher</strong>, chefe do Observatório de Direitos Humanos, como suplente. A candidatura reforça o compromisso do Observatório em articular universidade e sociedade, fortalecer redes e ampliar os espaços de participação social, contribuindo para a construção coletiva de <strong>estratégia de promoção e proteção dos direitos humanos</strong>.</p><p><strong>Texto:</strong> Kelly Duarte, Bolsista de Comunicação ODH/UFSM.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Arte e Direitos Humanos transformam mural do Presídio Regional Feminino de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/08/19/arte-e-direitos-humanos-transformam-mural-do-presidio-regional-feminino-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 15:26:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=5182</guid>
						<description><![CDATA[Mural do Presídio Regional Feminino de Santa Maria ganha novas cores e significados através de ação promovida pelo Observatório de Direitos Humanos (ODH) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em parceria com o Presídio Regional Feminino. A mobilização das estudantes Rayssa Barcellos da Silva e Maria Beatriz Queiroga de Oliveira ao explorarem a criatividade e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p data-start="688" data-end="1049">Mural do Presídio Regional Feminino de Santa Maria ganha novas cores e significados através de ação promovida pelo Observatório de Direitos Humanos (ODH) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em parceria com o Presídio Regional Feminino. A mobilização das estudantes Rayssa Barcellos da Silva e Maria Beatriz Queiroga de Oliveira ao explorarem a criatividade e a expressão artística por meio da pintura, trouxeram cor e aconchego para o ambiente.</p>		
													<img width="225" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-13-at-12.52.14-1-225x300.jpeg" alt="" />													
		<p data-start="688" data-end="1049">A obra, iniciada em 2025, retrata os anseios das mulheres privadas de liberdade por reinserção social, representando, por meio da arte, perspectivas, desejos e expectativas para um futuro melhor. O mural constitui, assim, um espaço de expressão construído a partir das vivências e dos sentimentos compartilhados pelas mulheres que integram o sistema prisional.</p>
<p data-start="1051" data-end="1293">A iniciativa reforça o papel da arte como instrumento de expressão, diálogo e transformação social, além de contribuir para a ressignificação dos espaços e para a valorização das experiências e perspectivas das mulheres privadas de liberdade para um espaço mais caloroso e acolhedor.</p>		
			<h2>Confira o processo criativo e o resultado final:</h2>		
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-13-at-12.51.09-1024x768.jpeg" alt="Mural PESM" />													
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-13-at-12.54.40-2-1024x768.jpeg" alt="Mura PESM" />													
													<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/WhatsApp-Image-2026-07-15-at-16.19.43-768x1024.jpeg" alt="Mural PESM" />													
													<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-13-at-12.52.15-1-768x1024.jpeg" alt="" />													
													<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-13-at-12.54.41-768x1024.jpeg" alt="" />													
		<p><strong>Texto:</strong> Alana de Azevedo, Bolsista COCID/UFSM</p>
<p><strong>Imagens:</strong> Acervo ODH/UFSM</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Artes e Ofícios dos Saberes Tradicionais, Populares e Culturais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/notorios-saberes/artes-e-oficios-dos-saberes-tradicionais-populares-e-culturais</link>
				<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 19:26:17 +0000</pubDate>
				
				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?page_id=5216</guid>
						<description><![CDATA[A disciplina “Artes e Ofícios dos Saberes Tradicionais, Populares e Culturais”, baseada nas diretrizes do Projeto “Encontro de Saberes”, tem caráter interdisciplinar e está organizada em cinco módulos, totalizando 45 horas-aula. As atividades são ministradas por professores da UFSM e por mestres e mestras da cultura tradicional convidados. A proposta valoriza diferentes formas de transmissão [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/Banner-site-UFSM.jpg" alt="Banner site UFSM" /></figure>

<!-- wp:paragraph -->
<p>A disciplina “Artes e Ofícios dos Saberes Tradicionais, Populares e Culturais”, baseada nas diretrizes do Projeto “Encontro de Saberes”, tem caráter interdisciplinar e está organizada em cinco módulos, totalizando 45 horas-aula. As atividades são ministradas por professores da UFSM e por mestres e mestras da cultura tradicional convidados.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A proposta valoriza diferentes formas de transmissão do conhecimento, com atividades presenciais, transmissão oral e performance. A avaliação considera a presença, a participação nos diálogos e o desenvolvimento de um projeto final.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O objetivo é promover o intercâmbio entre estudantes universitários e mestres e mestras dos saberes populares, tradicionais e culturais, ampliando a compreensão sobre diferentes formas de conhecer, produzir e transmitir conhecimentos para além do ambiente acadêmico.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Tio Cida: tambores, memória e resistência negra</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/08/18/tio-cida-tambores-memoria-e-resistencia-negra</link>
				<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 18:03:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[neabi]]></category>
		<category><![CDATA[notórios saberes]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=5213</guid>
						<description><![CDATA[Mais do que construir instrumentos, Tio Cida transforma madeira, couro e memória em caminhos de transmissão ancestral e resistência cultural por Fellipe H. Alves Medeiros Francisco Acidemar Nunes aprendeu cedo que a música nasce antes mesmo do instrumento existir. O apelido que virou marca de respeito em Caçapava do Sul não veio do &#8220;Francisco&#8221;. Nasceu [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="511" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/Tio-Cida-transforma-madeira-couro-e-memoria-1024x511.jpg" alt="" />											<figcaption>Mais do que construir instrumentos, Tio Cida transforma madeira, couro e memória em caminhos de transmissão ancestral e resistência cultural</figcaption>
										</figure>
		<!-- wp:paragraph -->
<p style="text-align: right">por <em>Fellipe H. Alves Medeiros</em></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Francisco Acidemar Nunes aprendeu cedo que a música nasce antes mesmo do instrumento existir. O apelido que virou marca de respeito em Caçapava do Sul não veio do "Francisco". Nasceu de uma brincadeira de escola: um amigo resolveu cruzar as letras do alfabeto com os números da sua data de nascimento. A conta deu "Cida". Ele gostou, adotou e, com o tempo, o nome ganhou o prefixo que sela o respeito comunitário: Tio Cida.</p>
<p>A caminhada começou em 4 de agosto de 1943. Filho de Antônio Ferreira e Julieta Nunes, Tio Cida cresceu em uma casa cheia, junto com 17 irmãos. O pai biológico, fã de carreiras de cavalo, morreu em uma confusão de cancha reta antes do filho nascer. Tio Cida foi criado pelo padrasto que, ao lado de Dona Julieta, era apaixonado pelo Carnaval.</p>
<p>A família morava na Rua Barão, na última casa do trilho. Dali para baixo o que havia era campo aberto, potreiro e mato, onde o gado e as ovelhas pastavam. Foi nesse cenário que o menino começou a ver os desfiles que os parentes organizavam no pátio, aprendeu a dançar nos botecos da volta e fincou o pé no ritmo que daria sentido à sua vida.</p>
<p>Na infância em Caçapava, o som estava em qualquer canto. Como não havia dinheiro para comprar instrumentos profissionais, a gurizada da vizinhança se virava com o que dava: recolhiam latas vazias de azeite e de banha de vinte litros nas calçadas e faziam o batuque acontecer.</p>
<p>Aos poucos, a brincadeira virou técnica. Tio Cida passou a garimpar madeiras de móveis velhos jogados no lixo. Fundos de roupeiro eram os melhores; as tábuas finas, de três ou quatro milímetros, moldavam-se com facilidade. Para o couro, aproveitava os cabritos que a mãe criava. Ele lembra até hoje do trabalho pesado: esticar o couro, taquear, secar ao sol e raspar com paciência para tirar o pelo e a gordura antes de o bicho virar som. No início, não havia pretensão de venda. Era só o pretexto para movimentar uma rua onde quase nada acontecia, contudo, as crianças e adolescentes brincavam e precisavam elaborar seus instrumentos musicais </p>
<p>Tudo mudou em 1953. Aos dez anos, Cida viajou a Porto Alegre para visitar os irmãos mais velhos e deu de cara com o carnaval da capital. No meio do desfile de uma escola de samba, um detalhe prendeu sua atenção: enquanto a maioria usava baquetas, um homem batia com as palmas das mãos em um tambor enorme, cônico e imponente. O menino não sabia o nome daquilo, mas guardou a imagem na cabeça. Voltou para Caçapava decidido a desenhar e montar aquela forma na sua oficina improvisada. </p>
<p>A partir dos anos 1970, o conhecimento de Cida ganhou as escolas da região. Ele começou a montar bandas de percussão em colégios públicos como a Escolas Estaduais Dinarte Ribeiro, Nossa Senhora da Assunção, Januária Leal e Cônego Ortiz. As trocas eram simples: as direções compravam o material e o Mestre ensinava os alunos da periferia, transformando a gurizada em ritmistas de primeira.</p>
<p>Em agosto de 1988, ano do centenário da abolição, ele deu um passo maior e criou o Grupo de Dança Afro-Brasileira Clara Nunes. Começaram em poucos,  cinco ou seis pessoas. Enfrentaram o racismo de quem torcia o nariz para um grupo formado majoritariamente por negros, mas fincaram pé. Sob a liderança de Tio Cida, o grupo resistiu, virou referência na cidade e já formou mais de mil integrantes, incluindo as filhas e os netos do Mestre. A função social dos grupos, comunidades, o rito da música que expressa na corporeidade o encontro com o ser e com o outro.</p>
<p>Cinco anos depois, em 5 de maio de 1993, ele abriu mais um espaço de quilombo urbano: fundou a Sociedade Recreativa Estrela do Mar. Como primeiro presidente, garantiu que a comunidade negra de Caçapava tivesse um teto para o samba, a capoeira e as festas religiosas, numa época em que o acesso aos clubes tradicionais da cidade ainda era negado aos negros. Mais tarde, sua liderança também o levou a presidir o conselho do Clube Recreativo Harmonia.</p>
<p>A disputa por esses territórios de alegria tinha suas tensões. O Mestre lembra bem de um carnaval em que a Estrela do Mar levou o título de campeã. Inconformado com a derrota, o presidente da escola rival, de patronato branco, pegou o troféu de segundo lugar e o arremessou no meio da multidão. Para Tio Cida, aquela imagem de desespero do preconceito só mostrava que o carnaval precisava continuar sendo uma trincheira de afirmação.</p>
<p>Em 1999, quase cinquenta anos depois, em Pelotas, ao participar do Festival Cabobu (A Festa dos Tambores), que tem como objetivo mostrar a riqueza e pluralidade da cultura negra no Estado, com destaque ao tambor de sopapo e ao conversar com o músico Giba Giba foi que o Tio Cida entendeu o que tinha feito na infância: sua intuição de guri o havia conectado diretamente ao Tambor de Sopapo, a grande marca da ancestralidade e da resistência negra no Sul.</p>
<p>Assim, o reconhecimento deste ofício de Mestre Artesão veio pelo fazer diário. Para ele, o título não serve para ficar na parede, mas para girar o conhecimento. Essa certeza virou o projeto "Som da Liberdade", em 2012, onde ensinou a fabricação e o toque de tambores para mais de 400 jovens da região. A iniciativa venceu prêmios do Ministério da Cultura e espalhou o sopapo pelo estado. O argumento do Mestre é curto e certeiro:<i> "Tem que deixar nem que seja um para ensinar os outros também, depois".</i></p>
<p>Sua relação com o tambor passa por uma compreensão profunda da história e da espiritualidade. Ele enxerga o instrumento como uma tecnologia antiga de comunicação:<i> "É o nosso telegrama"</i>, explica, lembrando que na África o som cruzava quilômetros para avisar as tribos sobre nascimentos, festas ou perigos. Lembra também que, antes do parafuso e do ferro, os antigos usavam o fogo para escavar os troncos e a fibra da embira para amarrar o couro.</p>
<p>Essa sensibilidade sobra até no que sobra da rua. Quando vê galhos cortados nas podas das calçadas, Tio Cida junta os pedaços e, com o canivete, vai limpando a madeira até que surja um passarinho, um santo ou um capoeirista. E ensina o respeito com o couro:<i> “antes de tocar qualquer tambor, é preciso pedir licença e fazer um carinho na pele do instrumento, agradecendo o sacrifício do animal que garante a nossa festa. Para ele, os tambores são uma família: cada um tem um tamanho, uma voz e um jeito de falar, mas quando se juntam no terreiro, todos se entendem”.</i></p>
<p>O peso de carregar essa herança costuma emocionar o Mestre. Ele trabalha pelo que chama de "estalo", criando sem olhar para o relógio. Confessa que, quando terminou de montar seu primeiro Tambor de Sopapo legítimo e tirou o primeiro som dele, chorou sozinho na oficina. Ali mesmo, agradeceu aos que vieram antes pela missão recebida. Sabe que o ofício é um compromisso espiritual para não deixar a memória apagar.</p>
<p>Com os anos, as homenagens vieram em sequência. Ganhou o Prêmio Culturas Populares do Ministério da Cultura em 2018 e, no mesmo ano, virou enredo da Escola de Samba Unidos da São João, em Caçapava do Sul. Sua persistência também foi o motor para que, em outubro de 2023, o Tambor de Sopapo recebesse o registro de Patrimônio Imaterial de Caçapava do Sul, colocando o município no mapa histórico do instrumento ao lado de Pelotas e Porto Alegre.</p>
<p>O trânsito de Mestre Cida pelas universidades mostra o quanto o saber popular  pode integrar as bases do saber científico, fortalecendo a cultura, a identidade, a memória, a educação das relações étnico-raciais ao ressignificar e transpor ausências epistêmicas. Convidado para debates e oficinas, o Mestre quando ensina traz uma realidade distinta daquela que o estudante está acostumado pelas concepções teóricas, no entanto, o mestre aproxima a teoria pela experiência do ofício, o que permite aproximar os saberes tradicionais com os saberes científicos, pois a tradição serve para <i>"levar esclarecimento a quem sabe que existe, mas não sabe por que e nem como"</i>. Como Patrono do Mês da Consciência Negra na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), ele deixou claro que a universidade precisa do conhecimento das raízes para ser, de fato, completa.</p>
<p>Hoje, aos 82 anos e longe das obrigações do trabalho formal, ele sorri ao dizer que <i>"botou o relógio fora"</i>. Sem as amarras das horas do comércio, vive no tempo da criação e da memória. Seus tambores não são mercadoria; são a continuidade física dos que vieram antes, garantindo que o grave profundo do sopapo continue batendo forte no peito de Caçapava do Sul.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Mestre Militar: ancestralidade, capoeira e transformação social</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/08/18/mestre-militar-ancestralidade-capoeira-e-transformacao-social</link>
				<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 18:01:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[neabi]]></category>
		<category><![CDATA[notórios saberes]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=5212</guid>
						<description><![CDATA[Mais do que luta, a capoeira de Mestre Militar é ancestralidade, solidariedade, identidade e transformação coletiva. por Fellipe H. Alves Medeiros Luiz Antônio Loreto aprendeu cedo que a capoeira não nasce apenas no corpo, mas também na escuta, na memória e na convivência. Conhecido em Santa Maria e na região central do Rio Grande do [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/Ilustracao-–-Opcao-2-1024x576.jpg" alt="" />											<figcaption>Mais do que luta, a capoeira de Mestre Militar é ancestralidade, solidariedade, identidade e transformação coletiva.</figcaption>
										</figure>
		<!-- wp:paragraph -->
<p>por <em>Fellipe H. Alves Medeiros</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Luiz Antônio Loreto aprendeu cedo que a capoeira não nasce apenas no corpo, mas também na escuta, na memória e na convivência. Conhecido em Santa Maria e na região central do Rio Grande do Sul como Mestre Militar, ele transformou a roda em espaço de acolhimento, resistência e ensino coletivo. Há 35 anos vem dedicados integralmente à capoeira, sua trajetória carrega marcas da oralidade, da cultura afro-brasileira e da vida comunitária construída na Vila Urlândia, bairro onde nasceu e cresceu entre rodas de samba, brincadeiras de rua e os primeiros contatos com a arte que definiria sua história.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Antes mesmo de pleitear o reconhecimento acadêmico por meio do projeto Notórios Saberes, Luiz Antônio Loreto já era mestre nas ruas, nas comunidades e nas rodas de capoeira. Em Santa Maria, seu nome atravessa bairros, escolas e praças públicas ao som do berimbau e na formação de gerações inteiras de capoeiristas. Conhecido como Mestre Militar, construiu, ao longo de 35 anos ininterruptos dedicados à capoeira, uma trajetória marcada pela resistência negra, pela educação popular e pela transformação social.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Na Vila Urlândia, onde nasceu e cresceu em uma família de 14 irmãos, a capoeira apareceu ainda na infância, entre brincadeiras de rua, rodas de samba e os treinos conduzidos pelo Mestre Biriba no pátio da igreja do bairro. Sem condições financeiras para frequentar academias, começou aprendendo da forma mais antiga: observando. O olhar atento para os movimentos, para a musicalidade e para os mais velhos transformou-se, aos poucos, em uma compreensão profunda da capoeira como herança ancestral e prática coletiva.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Hoje, aos 52 anos, Mestre Militar é reconhecido como uma das principais referências da capoeira de rua e da cultura afro-brasileira na região central do Rio Grande do Sul. Sua trajetória integra o projeto “Notórios Saberes”, da Universidade Federal de Santa Maria, iniciativa é reconhecido como um dos mestres e mestras cujos conhecimentos foram construídos pela prática, pela tradição oral e pelo compromisso com a comunidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo registros do Portal da Capoeira/IPHAN, iniciou sua trajetória em 1989, passou a ministrar aulas em 1995 e recebeu oficialmente o título de mestre em 2016. Formado por Mestre Biriba, ligado ao Grupo Oxóssi, carrega uma linhagem que conecta Santa Maria às raízes históricas da capoeira baiana, passando por nomes como Mestre Índio da Bahia, Mestre Valdemar da Paixão, Mestre Pelé da Bomba e Mestre Besouro. Para ele, a capoeira é uma árvore viva de memória, em que cada geração mantém acesa a experiência daqueles que vieram antes.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Para Mestre Militar, a capoeira nunca foi apenas luta ou esporte. “Capoeira é família”, costuma dizer. A frase resume uma filosofia construída dentro e fora da roda: ninguém cresce sozinho. Em seus relatos, lembra que, após perder uma irmã em um período de dificuldades financeiras, foi acolhido pelo próprio mestre, que permitiu que continuasse treinando sem pagar mensalidade. O gesto marcou profundamente sua formação e moldou a maneira como passou a enxergar o grupo de capoeira: como um espaço de cuidado coletivo, solidariedade e pertencimento.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Em 2002, após anos de formação no Grupo Oxóssi, fundou a Associação de Capoeira de Rua Berimbau, em Santa Maria. A iniciativa nasceu do desejo de aproximar novamente a capoeira da comunidade e dos espaços públicos. Naquele período, o mestre percebia que muitas rodas haviam migrado para academias e clubes fechados, afastando-se da periferia e das ruas onde historicamente se desenvolveram. Ao ocupar praças e espaços públicos da cidade, como o Calçadão, Mestre Militar reafirmou a capoeira como prática popular, acessível e coletiva.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A associação expandiu suas atividades para outras cidades do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e também para a Argentina, onde mantém grupos em Buenos Aires e Santa Fe. Parte dessa internacionalização aconteceu através da relação construída com a Universidade Federal de Santa Maria. Segundo o mestre, muitos intercambistas conheceram a capoeira na cidade e levaram para outros países uma prática menos comercial e mais ligada à identidade social e comunitária.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Essa conexão com a universidade tornou-se uma das marcas de sua trajetória. Participando de projetos de extensão, palestras e atividades acadêmicas, Mestre Militar construiu parcerias com cursos como Medicina, Letras, Matemática, Publicidade e Odontologia. Todos os semestres, estudantes visitam a comunidade para compreender, através da convivência, as realidades sociais da periferia, da população negra e das práticas coletivas de cuidado. Para o mestre, essa troca rompe hierarquias tradicionais do conhecimento: dentro da roda, a universidade também aprende.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A Associação Berimbau tornou-se também um espaço de inclusão social e formação cidadã. Sem barreiras financeiras, religiosas ou de gênero, o trabalho desenvolvido pelo mestre busca fortalecer vínculos comunitários e combater preconceitos historicamente reproduzidos dentro e fora das rodas. Ele destaca a importância de transformar tradições que naturalizavam machismo e homofobia, defendendo uma capoeira baseada no respeito, na escuta e na valorização da presença feminina.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Sua atuação comunitária ultrapassa a capoeira. Na Vila Urlândia, ajudou a estruturar projetos ligados à saúde coletiva, à distribuição de alimentos, a oficinas culturais, a atividades com idosos e à formação de jovens. Um dos exemplos mais simbólicos é a criação da horta comunitária, surgida a partir de estudos sobre ervas medicinais e conhecimentos ancestrais compartilhados pelos moradores mais velhos da comunidade. O espaço tornou-se ponto de encontro, segurança alimentar e integração social.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Durante a pandemia, a associação funcionou como centro de apoio para famílias da região. Mesmo com os treinos suspensos presencialmente, o grupo manteve o acompanhamento das crianças, a distribuição de materiais e o suporte comunitário. Para Mestre Militar, o desafio sempre foi impedir que a juventude fosse “aliciada” pela violência e fortalecer caminhos de pertencimento através da cultura.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Sua pedagogia nasce da experiência cotidiana. Uma das histórias que mais o marcou aconteceu durante aulas em uma escola pública, quando descobriu que um aluno chegava atrasado porque precisava permanecer em casa protegendo a irmã de agressões domésticas. O episódio transformou sua visão sobre educação e desigualdade social. “Não existe educação igual para todos quando as construções sociais são diferentes”, afirma.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Essa dimensão humana atravessa também a musicalidade da capoeira. Mestre Militar incentiva seus alunos a comporem cantigas próprias como forma de preservar memória, identidade negra e consciência histórica. Em uma de suas composições, canta:</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><em>“Eu sou negro descendente de Zumbi</em><em><br></em><em>O rei negro de Palmares</em><em><br></em><em>Pelo negro ele lutou</em><em><br></em><em>Eu sou negro hoje livre sim senhor.”</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A música continua denunciando o preconceito sofrido por praticantes da capoeira, frequentemente associados à marginalidade, mas reafirma a roda como espaço de amizade, paz e dignidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Essa visão acompanha o reconhecimento da capoeira como Patrimônio Cultural Imaterial pelo IPHAN, em 2008, e pela UNESCO, em 2014. Para Mestre Militar, a capoeira ultrapassa o movimento corporal: ela é também instrumento de educação, alfabetização cultural e fortalecimento da identidade negra. Por meio da musicalidade, das cantigas e da literatura de cordel, ensina seus alunos a compreenderem a própria história e a preservarem a memória afro-brasileira.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O reconhecimento de Mestre Militar pelo projeto “Notórios Saberes” representa mais do que um título acadêmico. É o reconhecimento de uma trajetória construída pela oralidade, pela ancestralidade e pela experiência coletiva. Sua história reafirma a capoeira como patrimônio cultural, instrumento educativo e forma de resistência negra que continua viva nas ruas, nas comunidades e nas novas gerações formadas dentro da roda.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Mais do que ensinar movimentos, Mestre Militar construiu uma roda em que a capoeira se torna espaço de pertencimento, aprendizado e transformação coletiva. Sua presença no projeto “Notórios Saberes” reconhece uma trajetória que mantém viva, em Santa Maria, a força da oralidade, da cultura popular e da ancestralidade negra.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Casa Verônica em destaque: Bruna Denkin participa do episódio “Mulheres em espaços de gestão e liderança”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/08/17/casa-veronica-em-destaque-bruna-denkin-participa-do-episodio-mulheres-em-espacos-de-gestao-e-lideranca</link>
				<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 13:59:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade de Gênero]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=5205</guid>
						<description><![CDATA[A Casa Verônica tem orgulho de anunciar que sua administradora, Bruna Denkin, será a convidada especial da entrevista nº 146 do programa Te Move UFSM, 5ª temporada. O episódio abordará o tema “Mulheres em espaços de gestão e liderança”, trazendo reflexões sobre os desafios e conquistas femininas em cargos de direção. Bruna Denkin é reconhecida [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Casa Verônica tem orgulho de anunciar que sua administradora, Bruna Denkin, será a convidada especial da entrevista nº 146 do programa Te Move UFSM, 5ª temporada. O episódio abordará o tema “Mulheres em espaços de gestão e liderança”, trazendo reflexões sobre os desafios e conquistas femininas em cargos de direção.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Bruna Denkin é reconhecida por sua dedicação e competência na gestão da Casa Verônica, espaço que se tornou referência em acolhimento e fortalecimento comunitário. Sua participação em duas transmissões reforça o compromisso da instituição com a valorização da mulher em posições de liderança e com a promoção de debates que inspiram transformação social.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>📅 Datas e horários de transmissão</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>18/08, às 17h – Rádio Universidade 800 AM</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>19/08, às 8h – UniFM 107.9</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>🎙️ Equipe envolvida</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Apresentação: Dra. Maria Aparecida Azzolin, Pedagoga CTE</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Entrevistadora: Profa. Jane Schumacher</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Trabalhos técnicos: Jonathan Ferreira e José Luiz Mota Pinto</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Direção de Rádio: Jonathan Ferreira</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Produção: Ana Carolina Cipriani</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>🔗 Acompanhe pelos canais oficiais</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Rádio: ufsm.br/radio</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>YouTube: CTE UFSM</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Spotify: Te Move UFSM</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>👉 Assista, curta, compartilhe e inscreva-se no canal CTE UFSM para prestigiar esta conversa inspiradora com Bruna Denkin.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>📌 #ParaTodosVerem<br>Card da entrevista nº 146 do Te Move, 5ª temporada. Tema: “Mulheres em espaços de gestão e liderança”. À direita, fotografia de uma mulher de cabelos castanhos, na altura dos ombros, sorrindo e olhando para nós com expressão acolhedora e confiante. Ela usa colar delicado, brincos discretos, blusa branca e blazer claro, sentada diante de uma mesa em ambiente interno desfocado.</p>
<!-- /wp:paragraph -->		
													<img width="768" height="1021" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-09.35.12-768x1021.jpeg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>81/2026 - Edital de Seleção de Bolsista - NEABI/ODH/PRE</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/editais/081-2026</link>
				<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 18:37:26 +0000</pubDate>
				
				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?post_type=editais&#038;p=5195</guid>
						<description><![CDATA[<p>A Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria, por meio do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI/UFSM), vinculado a Coordenadoria de Cidadania e ao Observatório de Direitos Humanos, torna pública a abertura de inscrições para seleção de estudantes dos cursos graduação e pós-graduação da UFSM para atuarem como bolsista no Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas da UFSM. Vagas para &#8220;Construção e realização de oficinas Pedagógicas de Teatro&#8221;, &#8220;Desenvolvimento de Jogos e Recursos Educativos Digitais&#8221; e &#8220;Comunicação Institucional e Produção de Conteúdo&#8221;.</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria, por meio do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI/UFSM), vinculado a Coordenadoria de Cidadania e ao Observatório de Direitos Humanos, torna pública a abertura de inscrições para seleção de estudantes dos cursos graduação e pós-graduação da UFSM para atuarem como bolsista no Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas da UFSM. Vagas para &#8220;Construção e realização de oficinas Pedagógicas de Teatro&#8221;, &#8220;Desenvolvimento de Jogos e Recursos Educativos Digitais&#8221; e &#8220;Comunicação Institucional e Produção de Conteúdo&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>9° Fórum de Direitos Humanos da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/9-forum-de-direitos-humanos-da-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 18:30:05 +0000</pubDate>
				
				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?page_id=5117</guid>
						<description><![CDATA[Um diálogo entre universidade, comunidades e projetos de extensão A Universidade Federal de Santa Maria realizou, no dia 16 de junho de 2026, o 9º Fórum de Direitos Humanos: Direitos Humanos para Todas as Pessoas, promovido pelo Observatório de Direitos Humanos. O evento reuniu estudantes, servidores, lideranças sociais, representantes de movimentos e projetos de extensão [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <h2>Um diálogo entre  universidade, comunidades e projetos de extensão</h2>		
		<p>A Universidade Federal de Santa Maria realizou, no dia 16 de junho de 2026, o <strong>9º Fórum de Direitos Humanos: </strong><strong><i>Direitos Humanos para Todas as Pessoa</i></strong><strong>s</strong>, promovido pelo Observatório de Direitos Humanos. O evento reuniu estudantes, servidores, lideranças sociais, representantes de movimentos e projetos de extensão para um dia de reflexões sobre diversidade, participação social e promoção dos direitos humanos.</p><p>Realizado no prédio do Curso de Arquitetura e Urbanismo (CAU), contando com a organização do grupo da disciplina de gestão de eventos, do curso de Relações Públicas, o fórum contou com atividades durante os turnos da manhã e da tarde, como um importante espaço de encontro entre universidade e comunidade.</p>		
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/Copia-de-_MG_5717-1024x683.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/Copia-de-_MG_5691-1024x683.jpg" alt="" />													
		<p>A programação incluiu palestra, debate com lideranças sociais, apresentações culturais e rodas de conversa temáticas envolvendo projetos coordenados pelo ODH. A abertura institucional destacou a importância de fortalecer espaços de diálogo e construção coletiva em torno dos direitos humanos, especialmente diante dos desafios sociais contemporâneos.</p><p> </p><p>Ao longo do dia, diferentes vozes compartilharam experiências, trajetórias e reflexões que evidenciaram a necessidade de ampliar o acesso a direitos, combater desigualdades e fortalecer a participação popular nos processos de transformação social.</p>		
			<h2>Direitos Humanos, democracia e interseccionalidade</h2>		
		<p>Dainara Taís Juchniewski, estudante de Relações Públicas e formada em Licenciatura em Letras pela UFSM, conduziu a abertura do fórum com um discurso de boas vindas aos presentes, logo em seguida, convocou ao palco do auditório Milena Freire de Oliveira-Cruz, reitora da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), e em seguida, a chefe da Coordenadoria de Cidadania (COCID), Cassiane Marques da Silva, ambas trouxeram palavras que reforçaram a importância e trabalho da UFSM e dos projetos de extensão reunidos no evento.</p>		
													<img width="1536" height="864" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/Copia-de-_MG_4899-1536x864.jpg" alt="" />													
		<p>A palestra principal do evento foi ministrada pela pesquisadora e jurista Winnie Bueno, que abordou a relação entre direitos humanos, democracia e interseccionalidade. Em sua fala, destacou a importância de reconhecer as diferentes formas pelas quais as violações de direitos atingem grupos historicamente marginalizados e ressaltou que as desigualdades não podem ser compreendidas como fenômenos naturais.</p><p> </p><p>Segundo Winnie, a defesa dos direitos humanos exige a escuta ativa das pessoas que vivenciam essas violações e a transformação dessa escuta em ações concretas. “Precisamos ouvir as pessoas que vivem as violações. Não como objetos de pesquisa ou números de relatórios, mas como sujeitos políticos”, afirmou. A palestrante também enfatizou que a garantia de direitos depende do fortalecimento das instituições democráticas e da participação social.</p>		
													<img width="1024" height="819" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/Copia-de-_MG_4949-1024x819.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/Copia-de-_MG_4888-1024x576.jpg" alt="" />													
		<p>Para ela, a democracia ultrapassa os processos eleitorais e envolve o acesso à informação, a liberdade de organização coletiva e a proteção dos movimentos sociais. Ao encerrar sua fala, Winnie reforçou a necessidade de recuperar o sentido mais profundo da dignidade humana. “Não existe uma humanidade abstrata.</p><p> </p><p>“Defender os direitos humanos é defender o direito de cada pessoa existir plenamente. É garantir não apenas sobrevivência, mas liberdade.” As reflexões apresentadas pela palestrante serviram como ponto de partida para os debates que se estenderam ao longo de toda a programação.</p>		
			<h2>O desafio de transformar direitos em realidade</h2>		
		<p>Na sequência, o fórum promoveu um debate mediado com lideranças e representantes de diferentes movimentos sociais, coletivos e iniciativas comunitárias. O debate foi conduzido por Jane Schumacher, chefe do Observatório de Direitos Humanos, com a participação de Mariana Selister, professora de PPGRI e PPGCS da UFSM, Margarete Vidal, como representante da Associação de Materiais Recicláveis de Santa Maria (ASMAR), Rutiela Campos e Márcio Katánh representando o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI), e participação do professor e doutor Jesse da Cruz, adjunto da universidade.</p>		
													<img width="1536" height="864" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/Copia-de-_MG_5091-1536x864.jpg" alt="" />													
		<p>As discussões trouxeram para o centro do debate experiências concretas relacionadas ao racismo, capacitismo, exclusão social, participação comunitária, direitos indígenas, migração e acesso às políticas públicas. Um dos pontos recorrentes das falas foi a necessidade de aproximar a universidade das comunidades e reconhecer os conhecimentos produzidos para além dos espaços acadêmicos.</p><p> </p><p>Durante o debate, foi destacada a importância de compreender que os direitos humanos precisam ser pensados a partir das realidades vividas pelas pessoas e dos obstáculos enfrentados cotidianamente para acessar direitos básicos. Também foram debatidos os impactos do racismo e do capacitismo na vida das pessoas. </p>		
													<img width="1024" height="819" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/Copia-de-_MG_5016-1024x819.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/Copia-de-_MG_5130-1024x683.jpg" alt="" />													
		<p>A pedagoga e pesquisadora Rutiele Campos compartilhou reflexões sobre sua trajetória enquanto mulher negra e pessoa com deficiência visual, ressaltando que as experiências de discriminação se multiplicam quando diferentes marcadores sociais se cruzam. Segundo ela, os direitos humanos só podem ser efetivamente garantidos quando contemplam todas as formas de diversidade e reconhecem as barreiras que ainda limitam o acesso de diferentes grupos aos espaços educacionais, acadêmicos e profissionais. </p><p> </p><p>A discussão também trouxe questionamentos sobre acessibilidade, permanência estudantil e inclusão de pessoas com deficiência nos espaços universitários, reforçando a necessidade de que os debates sobre direitos humanos sejam acompanhados por ações concretas de transformação institucional.</p>		
			<h2>União entre universidade e comunidade que precisa ser fortalecida</h2>		
		<p>Outro eixo importante das discussões foi a relação entre universidade e comunidade. Diversas falas apontaram a necessidade de ampliar os espaços de diálogo e construir formas mais efetivas de participação social. Representantes de movimentos sociais e lideranças comunitárias destacaram que muitas vezes as populações em situação de vulnerabilidade precisam enfrentar inúmeros obstáculos para acessar direitos que deveriam estar garantidos.</p><p>Nesse contexto, chamou atenção a fala da coordenadora da Associação de Selecionadores de Materiais Recicláveis de Santa Maria (ASMAR), Margarete, que compartilhou experiências relacionadas à luta por acesso à educação, cidadania e reconhecimento social. Ao relatar situações vivenciadas junto a trabalhadores da associação, ela ressaltou a importância de aproximar a universidade das realidades enfrentadas pelas comunidades. “A universidade está aqui. A comunidade está aqui embaixo. E há muito preconceito entre a universidade e a comunidade. As pessoas precisam se conhecer”, disse.</p><p> </p><p>Sua fala provocou reflexões sobre o papel social da universidade e sobre a necessidade de construir projetos que ultrapassem ações pontuais, estabelecendo relações contínuas com os territórios e com as populações atendidas. A discussão foi retomada por diferentes participantes, que defenderam uma atuação extensionista cada vez mais comprometida com a escuta, o diálogo e o reconhecimento dos saberes comunitários.</p>		
													<img width="1024" height="819" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/Copia-de-_MG_5071-1024x819.jpg" alt="" />													
			<h2>Cultura, diversidade e compartilhamento de experiências</h2>		
		<p>No turno da tarde, a programação foi retomada com uma apresentação cultural do grupo Dança Mais, coordenado pelo professor Gustavo Duarte. A atividade marcou o início das ações voltadas à troca de experiências entre os projetos de extensão participantes do fórum.</p>		
													<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/Copia-de-_MG_5322-768x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/Copia-de-_MG_5355-1024x683.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/Copia-de-_MG_5528-1024x683.jpg" alt="" />													
													<img width="683" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/Copia-de-_MG_5484-683x1024.jpg" alt="" />													
		<p>Na sequência, os participantes foram distribuídos em quatro rodas de conversa simultâneas: Educação, Infâncias e Formação Cidadã; Saúde, Bem-Estar e Cuidado; Gênero, Diversidade e Direitos Humanos; e Inclusão Social, Cultura, Territórios e Participação Social. As rodas reuniram representantes de dezenas de projetos vinculados à UFSM, que apresentaram suas ações, compartilharam experiências e discutiram desafios encontrados em suas atuações junto às comunidades.</p>		
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/Copia-de-_MG_5582-1024x683.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/Copia-de-_MG_5605-1024x683.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/Copia-de-_MG_5620-1024x683.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/Copia-de-_MG_5643-1024x683.jpg" alt="" />													
		<p>Mais do que apresentar resultados, os espaços de diálogo permitiram a construção de conexões entre iniciativas que atuam em diferentes áreas, mas que compartilham o compromisso com a promoção dos direitos humanos e a transformação social. Ao longo das discussões, foram abordados temas como educação popular, saúde comunitária, inclusão, diversidade, migração, relações étnico-raciais, sustentabilidade, cultura, participação social e fortalecimento dos territórios</p>		
			<h2>Construindo direitos humanos para todas as pessoas</h2>		
		<p>O encerramento do fórum foi marcado por um momento de integração entre os projetos com um coffee break e síntese coletiva das discussões realizadas ao longo do dia. O momento permitiu compartilhar os principais pontos debatidos nas rodas de conversa e reforçar compromissos assumidos pelos participantes em relação à promoção dos direitos humanos.</p>		
													<img width="1536" height="864" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/Copia-de-_MG_5709-1536x864.jpg" alt="" />													
		<p>As reflexões construídas durante o evento evidenciaram que a defesa dos direitos humanos passa pelo fortalecimento da democracia, pela valorização da diversidade, pela ampliação da participação social e pelo reconhecimento das diferentes experiências que compõem a sociedade. Ao reunir universidade, movimentos sociais, lideranças comunitárias e projetos de extensão em um mesmo espaço de diálogo, o 9º Fórum de Direitos Humanos reafirmou a importância da construção coletiva de caminhos que contribuam para uma sociedade mais justa, inclusiva e comprometida com a dignidade de todas as pessoas.</p>		
													<img width="1536" height="864" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/Copia-de-_MG_5746-1536x864.jpg" alt="" />													
		<p>O 9º Fórum de Direitos Humanos se consolidou como um espaço de escuta, encontro e articulação. Entre diferentes trajetórias, experiências e perspectivas, ficou evidente que a promoção dos direitos humanos exige uma universidade aberta ao diálogo, capaz de reconhecer os saberes construídos nas comunidades e de caminhar para além de seus muros, construindo, junto à sociedade, respostas para os desafios do presente.</p><p><strong>Texto:</strong> Kelly Duarte, Bolsista de Comunicação ODH/UFSM.</p><p><strong>Fotografias:</strong> Laura Gassen, Comunicação Social-Relações Públicas/UFSM.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Casa Verônica participa da Recepção Institucional 2026/2</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/08/10/casa-veronica-participa-da-recepcao-institucional-2026-2</link>
				<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 15:51:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=5132</guid>
						<description><![CDATA[Durante os dias 3 e 4 de agosto, a equipe da Casa Verônica, em parceria com a PRAE e o Coletivo TRAMA, esteve presente na recepção institucional da UFSM, contribuindo também para a divulgação dos serviços oferecidos neste semestre. A atividade&nbsp;ocorreu&nbsp;em frente ao Restaurante Universitário I (RU I), durante o horário do almoço, fortalecendo o [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Durante os dias 3 e 4 de agosto, a equipe da Casa Verônica, em parceria com a PRAE e o Coletivo TRAMA, esteve presente na recepção institucional da UFSM, contribuindo também para a divulgação dos serviços oferecidos neste semestre. A atividade&nbsp;ocorreu&nbsp;em frente ao Restaurante Universitário I (RU I), durante o horário do almoço, fortalecendo o vínculo com a comunidade acadêmica e promovendo o acesso às informações e serviços de apoio estudantil. Entre as atrações, atividades educativas e interativas com o público com sorteio de brindes e pintura de rosto de acordo com sua bandeira.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Você visitou o estande da CV, nos conte o que achou? Confira o que rolou na galeria de fotos.</p><p><br></p><p><br></p>
<p></p>
<p>Texto e fotos: Fabiane Gomes</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>		
			<figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="DSC_0426" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE2OCwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC9EU0NfMDQyNi1zY2FsZWQuanBnIiwic2xpZGVzaG93IjoiODAxZWI4MCJ9" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0426-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0426-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="DSC_0422" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE2NywidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC9EU0NfMDQyMi5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI4MDFlYjgwIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0422.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0422-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="DSC_0363" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE2NiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC9EU0NfMDM2My1zY2FsZWQuanBnIiwic2xpZGVzaG93IjoiODAxZWI4MCJ9" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0363-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0363-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="DSC_0360" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE2NSwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC9EU0NfMDM2MC1zY2FsZWQuanBnIiwic2xpZGVzaG93IjoiODAxZWI4MCJ9" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0360-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0360-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="DSC_0354" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE2NCwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC9EU0NfMDM1NC5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI4MDFlYjgwIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0354.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0354-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="DSC_0353" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE2MywidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC9EU0NfMDM1My5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI4MDFlYjgwIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0353.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0353-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="DSC_0352" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE2MiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC9EU0NfMDM1Mi5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI4MDFlYjgwIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0352.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0352-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="DSC_0349" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE2MSwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC9EU0NfMDM0OS1zY2FsZWQuanBnIiwic2xpZGVzaG93IjoiODAxZWI4MCJ9" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0349-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0349-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="DSC_0343" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE2MCwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC9EU0NfMDM0My5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI4MDFlYjgwIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0343.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0343-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="DSC_0342" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE1OSwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC9EU0NfMDM0Mi5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI4MDFlYjgwIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0342.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0342-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="DSC_0339" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE1OCwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC9EU0NfMDMzOS5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI4MDFlYjgwIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0339.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0339-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="DSC_0335" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE1NywidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC9EU0NfMDMzNS5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI4MDFlYjgwIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0335.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0335-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="DSC_0319" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE1NiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC9EU0NfMDMxOS5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI4MDFlYjgwIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0319.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0319-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="20260804_124610" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE1NSwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC8yMDI2MDgwNF8xMjQ2MTAtc2NhbGVkLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjgwMWViODAifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_124610-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_124610-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="20260804_124556" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE1NCwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC8yMDI2MDgwNF8xMjQ1NTYtc2NhbGVkLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjgwMWViODAifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_124556-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_124556-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="20260804_123954" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE1MywidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC8yMDI2MDgwNF8xMjM5NTQtc2NhbGVkLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjgwMWViODAifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_123954-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_123954-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="20260804_122626" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE1MiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC8yMDI2MDgwNF8xMjI2MjYtc2NhbGVkLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjgwMWViODAifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_122626-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_122626-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="20260804_122519" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE1MSwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC8yMDI2MDgwNF8xMjI1MTktc2NhbGVkLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjgwMWViODAifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_122519-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_122519-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="20260804_122326" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE1MCwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC8yMDI2MDgwNF8xMjIzMjYtc2NhbGVkLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjgwMWViODAifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_122326-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_122326-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="20260804_122122" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE0OSwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC8yMDI2MDgwNF8xMjIxMjItc2NhbGVkLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjgwMWViODAifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_122122-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_122122-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="20260804_121748" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE0OCwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC8yMDI2MDgwNF8xMjE3NDguanBnIiwic2xpZGVzaG93IjoiODAxZWI4MCJ9" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_121748.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_121748-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="20260804_121454" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE0NywidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC8yMDI2MDgwNF8xMjE0NTQtc2NhbGVkLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjgwMWViODAifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_121454-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_121454-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="20260804_121411" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE0NiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC8yMDI2MDgwNF8xMjE0MTEtc2NhbGVkLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjgwMWViODAifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_121411-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_121411-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="20260804_121311" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE0NSwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC8yMDI2MDgwNF8xMjEzMTEtc2NhbGVkLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjgwMWViODAifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_121311-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_121311-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="20260804_121140" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE0NCwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC8yMDI2MDgwNF8xMjExNDAtc2NhbGVkLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjgwMWViODAifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_121140-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_121140-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="20260804_121137" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE0MywidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC8yMDI2MDgwNF8xMjExMzctc2NhbGVkLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjgwMWViODAifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_121137-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_121137-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="20260804_120816" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE0MiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC8yMDI2MDgwNF8xMjA4MTYtc2NhbGVkLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjgwMWViODAifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_120816-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_120816-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="20260804_120751" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE0MSwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC8yMDI2MDgwNF8xMjA3NTEtc2NhbGVkLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjgwMWViODAifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_120751-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_120751-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="20260804_120743" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE0MCwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC8yMDI2MDgwNF8xMjA3NDMtc2NhbGVkLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjgwMWViODAifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_120743-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_120743-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="20260804_120551" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTEzOSwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC8yMDI2MDgwNF8xMjA1NTEtc2NhbGVkLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjgwMWViODAifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_120551-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_120551-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="20260804_120521" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTEzOCwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC8yMDI2MDgwNF8xMjA1MjEtc2NhbGVkLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjgwMWViODAifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_120521-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_120521-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="20260804_115731" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTEzNywidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC8yMDI2MDgwNF8xMTU3MzEuanBnIiwic2xpZGVzaG93IjoiODAxZWI4MCJ9" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_115731.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_115731-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="20260804_115722" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTEzNiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC8yMDI2MDgwNF8xMTU3MjItc2NhbGVkLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjgwMWViODAifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_115722-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_115722-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="20260804_114657" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTEzNSwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC8yMDI2MDgwNF8xMTQ2NTctc2NhbGVkLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjgwMWViODAifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_114657-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_114657-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="20260804_114644" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTEzNCwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC8yMDI2MDgwNF8xMTQ2NDQtc2NhbGVkLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjgwMWViODAifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_114644-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_114644-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="20260804_114059" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTEzMywidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC8yMDI2MDgwNF8xMTQwNTktc2NhbGVkLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjgwMWViODAifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_114059-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/20260804_114059-150x150.jpg" alt="" /></a>
			</figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>5° Fórum de Direitos Humanos da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/5-forum-de-direitos-humanos-da-ufsm</link>
				<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 02:55:11 +0000</pubDate>
				
				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?page_id=5113</guid>
						<description><![CDATA[Confira alguns registros das atividades realizadas no V Fórum de Direitos Humanos da UFSM em 2022. Curso de Direitos Humanos para Vigilantes &#8211; 07/11 Mesa sobre convênio da UFSM com a SUSEPE: Experiências Extensionistas &#8211; 08/11 Mesa de Apresentação dos serviços de saúde para pessoas LGBTQIA+ Transcender e Ambulatório Trans do Hospital Casa de Saúde [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Confira alguns registros das atividades realizadas no V Fórum de Direitos Humanos da UFSM em 2022.</p>		
			<h2>Curso de Direitos Humanos para Vigilantes - 07/11</h2>		
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2022/11/DSC_0164-1024x683.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2022/11/DSC_0147-1024x683.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2022/11/DSC_0167-1024x683.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2022/11/DSC_0154-1024x683.jpg" alt="" />													
			<h2>Mesa sobre convênio da UFSM com a SUSEPE: Experiências Extensionistas - 08/11</h2>		
													<img width="1024" height="775" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-17-at-10.52.00-1-1024x775.jpeg" alt="" />													
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-17-at-10.47.43-1-1024x768.jpeg" alt="" />													
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-17-at-10.50.02-1-1024x768.jpeg" alt="" />													
			<h2>Mesa de Apresentação dos serviços de saúde para pessoas LGBTQIA+ Transcender e Ambulatório Trans do Hospital Casa de Saúde - 08/11</h2>		
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2022/11/DSC_0228-1024x683.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2022/11/DSC_0189-1024x683.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2022/11/DSC_0199-1024x683.jpg" alt="" />													
			<h2>Trajetórias Trans Acadêmicas - 08/11</h2>		
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2022/11/DSC_0241-1024x683.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2022/11/DSC_0244-1024x683.jpg" alt="" />													
													<img width="768" height="590" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2022/11/imagem-2-forum-768x590-1.jpeg" alt="" />													
													<img width="768" height="524" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2022/11/imagem-1-forum-768x524-1.jpeg" alt="" />													
			<h2>Curtas em Direitos Humanos - 09/11</h2>		
													<img width="768" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-17-at-10.53.34-768x576.jpeg" alt="" />													
													<img width="768" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-17-at-10.53.37-768x576.jpeg" alt="" />													
													<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-17-at-10.53.35-1-768x1024.jpeg" alt="" />													
			<h2>"Saberes Negros e Indígenas" com o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) - 09/11</h2>		
													<img width="768" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-10-at-10.56.51-768x576.jpeg" alt="" />													
													<img width="750" height="590" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-28-at-10.56.24.jpeg" alt="" />													
													<img width="750" height="562" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2022/11/6c50d657-9e13-4349-9464-cfdde5970ed0.jpg" alt="" />													
			<h2>Roda de Conversa Questões de Gênero - 10/11</h2>		
													<img width="300" height="200" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2022/11/DSC_0281-300x200.jpg" alt="" />													
													<img width="300" height="200" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2022/11/DSC_0291-300x200.jpg" alt="" />													
													<img width="300" height="200" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2022/11/DSC_0274-300x200.jpg" alt="" />													
													<img width="300" height="200" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2022/11/DSC_0252-300x200.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>4° Fórum de Direitos Humanos da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/4-forum-de-direitos-humanos-da-ufsm</link>
				<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 01:59:59 +0000</pubDate>
				
				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?page_id=5110</guid>
						<description><![CDATA[Confira a Apresentação da Política de Igualdade de Gênero da UFSM de 2021 do IV Fórum de Direitos Humanos da UFSM.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Confira a <strong>Apresentação da Política de Igualdade de Gênero da UFSM</strong> de 2021 do <a href="https://www.youtube.com/watch?v=L4CGF07p_cA">IV Fórum de Direitos Humanos da UFSM</a>.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>3° Fórum de Direitos Humanos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/3-forum-de-direitos-humanos</link>
				<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 01:18:04 +0000</pubDate>
				
				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?page_id=5107</guid>
						<description><![CDATA[Confira a Mostra de Projetos de Extensão de 2020 do Observatório de Direitos Humanos (ODH), lançada durante a abertura do III Fórum de Direitos Humanos da UFSM.  https://youtu.be/yp4FyHAbf1M Projeto: Apoio Pedagógico e Aulas Extracurriculares: Ciências Exatas para Discentes do Ensino Fundamental e MédioCoordenadora: Profª Drª Ana Soubhia https://youtu.be/tYoCIo72f04 Projeto: Fórum de Enfrentamento à Violência contras as [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Confira a <strong>Mostra de Projetos de Extensão de 2020</strong> do Observatório de Direitos Humanos (ODH), lançada durante a abertura do III Fórum de Direitos Humanos da UFSM. </p>https://youtu.be/yp4FyHAbf1M<p style="text-align: center"><strong>Projeto: </strong>Apoio Pedagógico e Aulas Extracurriculares: Ciências Exatas para Discentes do Ensino Fundamental e Médio<strong><br />Coordenadora: </strong>Profª Drª Ana Soubhia</p>https://youtu.be/tYoCIo72f04<p style="text-align: center"><strong>Projeto</strong>: Fórum de Enfrentamento à Violência contras as Mulheres no Município de Santa Maria:<br /><strong>Coordenadora:</strong> Profª Drª Laura Cortes</p>		
		https://youtu.be/UcbvY74XG58<p style="text-align: center"><strong>Projeto</strong>: UFSM nas Ruas: Mais Portas, menos Muros para catadores de materiais recicláveis e pessoas em situação de rua<br /><strong>Coordenadora:</strong> Profª Drª Amara Holanda</p>https://youtu.be/ur9wwtjw1Aw<p style="text-align: center"><strong>Projeto: </strong>Oficinas de Teatro para Pessoas Com e Sem Deficiência<br /><strong>Coordenadora:</strong> Profª Drª Márcia Berselli</p>		
		https://youtu.be/Er6T7uOt_2U<p style="text-align: center"><strong>Projeto:</strong> Cinegrafando a Educação em Contextos Emergentes<br /><strong>Coordenadora: </strong>Profª Drª Valeska Fortes</p>https://youtu.be/4ZzQ9xE0uh0<p style="text-align: center"><strong>Projeto: </strong>Assessoria a Imigrantes e Refugiados (MIGRAIDH/CSVM)<br /><strong>Coordenadora:</strong> Profª Drª Giuliana Redin</p>		
		https://youtu.be/SyXtIKKT-v0<p style="text-align: center"><strong>Projeto:</strong> Esperançando<br /><strong>Coordenadora:</strong> Alice Lameira Farias</p>https://youtu.be/7-DwpLZfPMY<p style="text-align: center"><strong>Projeto:</strong> Práticas Integrativas e Complementares no Cuidado à Saúde<br /><strong>Coordenador:</strong> Prof. Dr. Márcio Badke</p>		
		https://youtu.be/4_1Oy8JuoOU<p style="text-align: center"><strong>Projeto: </strong>Leitura, Ação e Dramatização<br /><strong>Coordenadora:</strong> Profª Drª Jane Schumacher</p>https://youtu.be/VlBx2oqgiNw<p style="text-align: center"><strong>Projeto:</strong> Inspira<br /><strong>Coordenadora:</strong> Profª Drª Graziela Escandiel</p>		
		https://youtu.be/6WpvdiU88tY<p style="text-align: center"><strong>Projeto: </strong>Ativação da Cultura Indígena por meio de Práticas Colaborativas em Arte<br /><strong>Coordenadora:</strong> Profª Drª Andreia Oliveira</p>https://youtu.be/h8d_Z38KL7o<p style="text-align: center"><strong>Projeto:</strong> Oficinas de Intervenção Psicossocial com Adolescentes em Cumprimento de Medida Socioeducativa<br /><strong>Coordenadora:</strong> Profª Drª Jana Zappe</p>		
		https://youtu.be/JxgNS6QCino<p style="text-align: center"><strong>Projeto</strong>: Resgate do Carnaval através do tripé: Educação, Cultura e Direitos Humanos<br /><strong>Coordenadora:</strong> Cassiana Marques da Silva</p>https://youtu.be/atbA0gnK9uU<p style="text-align: center"><strong>Projeto:</strong> Corredores Culturais<br /><strong>Coordenador:</strong> Prof. Dr. José Luiz de Moura</p>		
		https://youtu.be/alKbvJjhOt4<p style="text-align: center"><strong>Projeto:</strong> Indígenas do RS: A Valorização da Natureza pelo olhar do Povo da Floresta<br /><strong>Coordenadora:</strong> Profª Drª Suzane Marcuzzo</p>https://youtu.be/fGx61JllFFs<p style="text-align: center"><strong>Projeto:</strong> Quilombos Urbanos<br /><strong>Coordenador:</strong> Prof. Dr. José Luiz de Moura</p>		
		https://youtu.be/XqC4BHZgmVo<p style="text-align: center"><strong>Projeto:</strong> Vozes Negras e Africanidades<br /><strong>Coordenadora:</strong> Profª Drª Leonice Mourad</p>https://youtu.be/b63ALDfDEVc<p style="text-align: center"><strong>Projeto: </strong>Arte, Cultura e Pedagogia: Por uma Educação Antirracista na Educação Básica<strong><br />Coordenador: </strong>Prof. Dr. Lutiere Dalla Valle</p>		
		https://youtu.be/FEaLxWWHh7c<p style="text-align: center"><strong>Projeto:</strong> Programa de Extensão Gênero, Interseccionalidade e Direitos Humanos<br /><strong>Coordenadora:</strong> Profª Drª Mariana Selister Gomes</p>https://youtu.be/oAt0wlFxqoE<p style="text-align: center"><strong>Projeto:</strong> Atendimento psic. clínico especializado voltado para as demandas de acolhimento institucional para crianças e adolescentes<br /><strong>Coordenadora: </strong>Prof. Dra. Aline Siqueira</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>2° Fórum de Direitos Humanos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2-forum-de-direitos-humanos</link>
				<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 22:09:19 +0000</pubDate>
				
				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?page_id=5098</guid>
						<description><![CDATA[No dia 11 de novembro de 2019, segunda-feira, começou o II Fórum de Direitos Humanos da UFSM, promovido pelo Observatório de Direitos Humanos (ODH), projeto vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (PRE). O Evento reuniu atividades temáticas que foram distribuídas durante os dois dias que se seguiram, sendo o segundo Fórum realizado pelo ODH, o primeiro foi no ano de 2018. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>No dia 11 de novembro de 2019, segunda-feira, começou o <strong>II Fórum de Direitos Humanos da UFSM</strong>, promovido pelo <strong>Observatório de Direitos Humanos</strong> (ODH), projeto vinculado à <strong>Pró-Reitoria de Extensão </strong>(PRE). O Evento reuniu atividades temáticas que foram distribuídas durante os dois dias que se seguiram, sendo o segundo Fórum realizado pelo ODH, o primeiro foi no ano de 2018.</p><p>No primeiro dia, a apresentação artística “Terra sem males”, coordenada pelo professor Odailso Berté, foi a abertura do evento. Logo após, deu-se início à cerimônia referente a assinatura do termo de cooperação técnica da UFSM com o Ministério Público e com a Fundação de Atendimento Socieducativo (FASE) por mais 5 anos. Em fala, o Reitor, Paulo Burmann, disse: “a renovação desse convênio, através da PRE, é muito importante para que possamos continuar atuando, efetivamente, na socioeducação e oferecendo tanto estímulo quanto apoio a todos que estiverem envolvidos com o projeto, que é desenvolvido em uma área que necessita de muita atenção”.</p><p>O Promotor de Justiça da Promotoria de Justiça Especializada de Santa Maria, Antônio Augusto Ramos de Morais, afirmou perceber a mudança de perspectiva efetiva de Direitos Humanos desde que os acadêmicos passaram a trabalhar: “A maioria dos jovens necessita de um olhar diferenciado e oxigenação, que são trazidos, diariamente, pelos educadores da instituição. Para mim, é um momento muito especial estar aqui e renovar essas atividades por mais cinco anos”, disse ele. A próxima atividade foi a roda de conversa “Atuação dos Órgãos Públicos nos Direitos Humanos”, com a participação do Pró-Reitor de Extensão, Flavi Ferreira Lisboa Filho, a Diretora Geral do Centro de Atendimento Socioeducativo (CASE), Magali Marques da Rocha, e a Coordenadora Municipal de Igualdade Racial de Caçapava do Sul, Cátia Cilene morais Dutra. Por fim, a apresentação cultural MCs os Guris, participantes do projeto Leitura através do Funk, finalizaram a manhã.</p>		
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/13218C84-1CC3-4EB7-A706-2FCBAE10DF5B.jpeg" alt="" />													
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/5242319E-A53C-493D-83C0-888F6A96DDBC.jpeg" alt="" />													
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0592-1024x683-1.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0613-1024x683-1.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0582-1024x683-1.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Fórum de Direitos Humanos da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/forum-de-direitos-humanos-da-ufsm-2</link>
				<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 21:50:17 +0000</pubDate>
				
				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?page_id=5094</guid>
						<description><![CDATA[Edição 1 Edição 2 Edição 3 Edição 4 Edição 5 Edição 6 Edição 7 Edição 9]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <h2><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/1-forum-de-direitos-humanos" target="_blank">Edição 1</a></h2>		
			<h2><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2-forum-de-direitos-humanos" target="_blank">Edição 2</a></h2>		
			<h2><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/3-forum-de-direitos-humanos" target="_blank">Edição 3</a></h2>		
			<h2><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/4-forum-de-direitos-humanos-da-ufsm" target="_blank">Edição 4</a></h2>		
			<h2><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/5-forum-de-direitos-humanos-da-ufsm" target="_blank">Edição 5</a></h2>		
			<h2><a href="https://www.instagram.com/s/aGlnaGxpZ2h0OjE4MjE2NTAxNTQxMjQ4NTMz?story_media_id=3221364048242904727_48393335360&amp;igsh=ZHJqY3dhaGd1bGlo">Edição 6</a></h2>		
			<h2><a href="https://www.instagram.com/s/aGlnaGxpZ2h0OjE4MjYzMTA2MTIxMjUxMTUz?story_media_id=3510583685202414804_48393335360&amp;igsh=em02dHp2Ym9jbnJi">Edição 7</a></h2>		
			<h2><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/9-forum-de-direitos-humanos-da-ufsm" target="_blank">Edição 9</a></h2>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>1° Fórum de Direitos Humanos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/1-forum-de-direitos-humanos</link>
				<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 21:46:04 +0000</pubDate>
				
				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?page_id=5095</guid>
						<description><![CDATA[Relatório da Plenária do 1° Fórum]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <h2><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2019/06/Relat%C3%B3rio-da-Plen%C3%A1ria-I-F%C3%B3rum.pdf" target="_blank">Relatório da Plenária do 1° Fórum</a></h2>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Casa Verônica participa da Roda de Conversa: Vulnerabilidades e o acesso à saúde</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/08/07/casa-veronica-participa-da-roda-de-conversa-vulnerabilidades-e-o-acesso-a-saude</link>
				<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 14:02:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=5090</guid>
						<description><![CDATA[Na última quarta-feira do mês de Julho, 29, a Casa Verônica, representada pela adm. Bruna Loureiro Denkin, participou do VER-SUS Santa Maria na roda de conversa “Vulnerabilidades e o acesso à saúde”, no espaço da UFSM em Silveira Martins. O encontro fez parte da programação da 5ª edição do VER-SUS Santa Maria, uma experiência única [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Na última quarta-feira do mês de Julho, 29, a Casa Verônica, representada pela adm. Bruna Loureiro Denkin, participou do VER-SUS Santa Maria na roda de conversa “Vulnerabilidades e o acesso à saúde”, no espaço da UFSM em Silveira Martins.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>O encontro fez parte da programação da 5ª edição do VER-SUS Santa Maria, uma experiência única de vivência no SUS para conectar estudantes, territórios, trocas e novos olhares sobre a saúde coletiva.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong><em>"Minha participação representando a Casa Verônica foi importante porque foi possível compartilhar reflexões e contribuir com a formação das(os) viventes sobre como a perspectiva de gênero e as interseccionalidades atravessa os processos de saúde doença e interferem no acesso aos serviços e no cuidado que é ofertado" </em></strong>ressaltou Bruna Denkin.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>O VER-SUS SM é feito de encontros, territórios e histórias compartilhadas para construir uma formação em saúde comprometida com o SUS, com a vida e com a transformação social.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p> </p>
<!-- /wp:paragraph -->		
													<img width="1024" height="577" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/IMG-20260729-WA0018-1024x577.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>O projeto Esperançando da Universidade Federal de Santa Maria é finalista do Prêmio da Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/08/06/o-projeto-esperancando-da-universidade-federal-de-santa-maria-e-finalista-do-premio-da-associacao-dos-magistrados-do-estado-do-rio-de-janeiro</link>
				<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 18:52:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Esperançando]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=5082</guid>
						<description><![CDATA[O compromisso com a promoção da cidadania e da educação em direitos humanos conquistou um importante reconhecimento nacional. O projeto Esperançando, fomentando pelo Observatório de Direitos Humanos, subdivisão da Coordenadoria de Cidadania da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, está entre os cinco finalista da categoria Práticas Humanísticas da 15° edição do Prêmio AMAERJ de Direitos [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O compromisso com a promoção da cidadania e da educação em direitos humanos conquistou um importante reconhecimento nacional. O projeto <b>Esperançando</b>, fomentando pelo Observatório de Direitos Humanos, subdivisão da Coordenadoria de Cidadania da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, está entre os cinco finalista da categoria <b>Práticas Humanísticas</b> da 15° edição do <b>Prêmio AMAERJ de Direitos Humanos - Patrícia Acioli</b>.</p><p>Coordenado pela TAE, <b>Alice Lameira Farias</b>, e pela professora, <strong>Luciana Davi Traverso</strong>, o projeto desenvolve ações que aproximam a universidade da comunidade por meio da educação em direitos humanos. Criado em 2019, é uma ação de extensão da Universidade Federal de Santa Maria voltada ao acompanhamento de adolescentes e jovens em acolhimento institucional durante a transição para a vida adulta. Atendendo participantes entre 14 e 21 anos, a iniciativa desenvolve ações articuladas nas áreas de <b>educação, cidadania, moradia, inserção no mercado de trabalho e autonomia financeira</b>, buscando fortalecer projetos de vida e contribuir para a superação de situações de vulnerabilidade social.</p><p>Por meio de uma metodologia centrada no acolhimento, na escuta qualificada e na construção de vínculos, o projeto oferece acompanhamento individualizado e oficinas realizadas semanalmente, criando um espaço de pertencimento que amplia as oportunidades de desenvolvimento dos jovens para além do ambiente institucional. Entre os diferenciais da iniciativa está a articulação entre <b>universidade,</b> <b>Poder Judiciário, Ministério Público do Trabalho, rede de proteção social e empresas parceiras</b>, possibilitando o encaminhamento dos participantes para programas de aprendizagem e oportunidades de emprego, aliado à formação de uma reserva financeira para o período de desligamento do acolhimento institucional. O acompanhamento é mantido até os 21 anos, fortalecendo a transição para uma vida adulta mais segura e autônoma.</p><p>Criado para valorizar iniciativas que promovem e defendem os direitos humanos em diferentes áreas da sociedade, o Prêmio AMAERJ de Direitos Humanos - Patrícia Acioli reconhece projetos que transformam realidades por meio da educação, da cultura, da justiça e da atuação social. A confirmação da classificação do Esperançando foi comunicada oficialmente pela <b>Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro (AMAERJ)</b> à coordenação do projeto. A cerimônia de premiação acontecerá no dia 1º de outubro, às 17h30, no <b>Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro</b>, quando serão conhecidos os vencedores da 15ª edição da premiação.</p><p>A classificação entre os finalistas representa o reconhecimento de um trabalho construído coletivamente ao longo dos últimos anos. Em um cenário nacional, no qual centenas de iniciativas foram inscritas, estar entre os projetos selecionados reafirma a relevância da extensão universitária como instrumento de transformação social e evidencia o impacto das ações desenvolvidas pelo <b>Grupo Temático de Educação em Direitos Humanos</b> do ODH, no qual o projeto Esperançando faz parte. Independentemente do resultado final, a presença entre os finalistas representa um marco para o projeto Esperançando e para o Observatório de Direitos Humanos, reforçando o alcance das ações desenvolvidas em prol da educação e da construção de uma sociedade mais justa, democrática e comprometida com a dignidade humana. </p><p><strong>Texto:</strong> Kelly Duarte, Bolsista de Comunicação ODH/UFSM.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Primeiro sarau do projeto "Novos Capítulos" celebra a leitura e a escrita na Antiga Reitoria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/08/04/primeiro-sarau-do-projeto-novos-capitulos-celebra-a-leitura-e-a-escrita-na-antiga-reitoria</link>
				<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 20:28:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>
		<category><![CDATA[sarau literário]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=5076</guid>
						<description><![CDATA[O prédio da Antiga Reitoria foi palco, no dia 30 de julho, da primeira edição do SARAU Literário do projeto Novos Capítulos para Remição pela Leitura. O encontro reuniu 12 participantes em um momento de expressão cultural, escuta atenta, troca de vivências e fortalecimento da cidadania por meio da literatura. Durante a atividade, cada participante [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O prédio da Antiga Reitoria foi palco, no dia 30 de julho, da primeira edição do SARAU Literário do projeto <b>Novos Capítulos </b>para<b> Remição pela Leitura</b>. O encontro reuniu <strong>12 participantes</strong> em um momento de expressão cultural, escuta atenta, troca de vivências e fortalecimento da cidadania por meio da literatura. Durante a atividade, cada participante teve a oportunidade de compartilhar produções autorais, além de impressões e reflexões desenvolvidas ao longo do percurso de leitura. O sarau proporcionou um espaço de diálogo, valorizando a escrita e a leitura como instrumentos de expressão, acolhimento e construção coletiva do conhecimento.</p><p>A condução do evento esteve a cargo do acadêmico do curso de História, João Batista de Matos Neto, sob a coordenação da professora Jane Schumacher, chefe do Observatório de Direitos Humanos, subdivisão da Coordenadoria de Cidadania da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM. A iniciativa contou ainda com a participação e o acompanhamento de servidores do <strong>Instituto Penal de Monitoramento Eletrônico da 2ª Região (IPME-2)</strong>.</p>		
													<img width="1024" height="468" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/2ba94d98-62fd-4d2b-bfa7-01d798d4ef93-1024x468.jpg" alt="" />													
		<p>A integração entre universidade, estudantes e profissionais da execução penal reforça o compromisso institucional com a ressocialização e a garantia dos Direitos Humanos. Mais do que uma etapa do processo de remição de pena, o sarau consolidou a leitura e a escrita como práticas de <strong>transformação pessoal, reflexão crítica e inclusão cultural</strong>.</p><p><strong>Texto</strong>: Jane Schumacher, Chefe do ODH/UFSM.</p><p><strong>Revisão:</strong> Kelly Duarte, Bolsista de Comunicação ODH/UFSM.</p><p><strong>Imagem:</strong> Acervo do ODH/UFSM.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Casa Verônica agradece inscrições para o Edital nº 062/2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/08/04/casa-veronica-agradece-inscricoes-para-o-edital-no-062-2026</link>
				<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 12:52:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[e-book]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=5072</guid>
						<description><![CDATA[A equipe da Casa Verônica (CV) manifesta seu agradecimento a todas e todos que participaram do Edital de Chamada Pública nº 062/2026, publicado em junho, destinado à submissão de textos inéditos para o e-book “Memórias e Práticas de Gênero: Experiências da Casa Verônica e do Grupo Temático de Gênero na promoção da igualdade (2024-2025)”.   [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A equipe da Casa Verônica (CV) manifesta seu agradecimento a todas e todos que participaram do Edital de Chamada Pública nº 062/2026, publicado em junho, destinado à submissão de textos inéditos para o e-book “Memórias e Práticas de Gênero: Experiências da Casa Verônica e do Grupo Temático de Gênero na promoção da igualdade (2024-2025)”.</p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
Entre as cinco categorias propostas: Relatos de experiência, Ensaios e reflexões, Guias práticos e metodológicos, Infográficos e sínteses visuais e Cartas e narrativas reflexivas — duas se destacaram entre os inscritos.
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
A <strong>categoria I </strong>– Relatos de Experiência concentrou<strong> 90% das submissões</strong>.
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
A <strong>categoria II </strong>– Ensaios e Reflexões recebeu <strong>10% das contribuições</strong>.
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
A maioria dos textos foi enviada por coordenadoras(es) de projetos, bolsistas, voluntários, servidoras(es) técnico-administrativos(as) e integrantes da comunidade externa vinculados às ações da Casa Verônica e do Grupo Temático de Gênero da UFSM.
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<table><colgroup> <col width="189" data-id="column-r17xzu" /> <col width="242" data-id="column-1vddqo" /> <col width="385" data-id="column-3x3vg6" /> <col width="404" data-id="column-hvgyw9" /> <col width="362" data-id="column-gcnd9n" /> <col width="226" data-id="column-ljp3e4" /></colgroup>
<tbody>
<tr data-id="row-l2frst">
<td style="overflow: hidden;width: 73.4722px" colspan="1" rowspan="1" data-id="1:1">
Abel Silva Rodrigues
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 189.201px" colspan="1" rowspan="1" data-id="1:2">
<a href="mailto:abel.rodrigues@acad.ufsm.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-test="link-preview-plain">abel.rodrigues@acad.ufsm.br</a>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 188.194px" colspan="1" rowspan="1" data-id="1:3">
Projeto Institucional de Implementação da Política de Igualdade de Gênero da Ufsm: Espaço Multiprofissional Casa Verônica - Fase 02 
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 135.521px" colspan="1" rowspan="1" data-id="1:4">
Laura Regina da Silva Câmara Maurício da Fonseca, Ricardo Pereira de Felippe, Giovana Moura Domingos, Ícaro Silva Gonçalves
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 121.788px" colspan="1" rowspan="1" data-id="1:5">
Mapeamento Trans UFSM: Visibilizar para Reivindicar
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 83.8542px" colspan="1" rowspan="1" data-id="1:6">
I - Relato de Experiência
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
</tr>
<tr data-id="row-foy2el">
<td style="overflow: hidden;width: 73.4722px" colspan="1" rowspan="1" data-id="2:1">
Cristina T. Ribas
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 189.201px" colspan="1" rowspan="1" data-id="2:2">
<a href="mailto:cristina.ribas@ufsm.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-test="link-preview-plain">cristina.ribas@ufsm.br</a>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 188.194px" colspan="1" rowspan="1" data-id="2:3">
Cartografias coletivas: articulações entre pesquisa, criação, cosmopolítica e ciência
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 135.521px" colspan="1" rowspan="1" data-id="2:4">
Profa. Dra. Cristina T. Ribas (Docente do Curso de Artes Visuais – UFSM) <a href="mailto:cristina.ribas@ufsm.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-test="link-preview-plain">cristina.ribas@ufsm.br</a>
Ana Luiza Moreira Maciel (Discente do Curso de Artes Visuais – UFSM)
Flávia Samira Baltezan de León (Discente do Curso de Artes Visuais – UFSM)
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 121.788px" colspan="1" rowspan="1" data-id="2:5">
Cartografias de opressão de gênero em Santa Maria: aprender com e analisar manifestações quanto à opressão de gênero
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 83.8542px" colspan="1" rowspan="1" data-id="2:6">
I - Relato de Experiência
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
</tr>
<tr data-id="row-8zlcce">
<td style="overflow: hidden;width: 73.4722px" colspan="1" rowspan="1" data-id="3:1">
Laura Ferreira Cortes
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 189.201px" colspan="1" rowspan="1" data-id="3:2">
<a href="mailto:laurafc@politecnico.ufsm.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-test="link-preview-plain">laurafc@politecnico.ufsm.br</a>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 188.194px" colspan="1" rowspan="1" data-id="3:3">
Fórum de enfrentamento à violência por parceiro íntimo contra as mulheres do Município de Santa Maria: promoção da cultura de paz e superação da violência
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 135.521px" colspan="1" rowspan="1" data-id="3:4">
Elizandra Tatsch Rodrigues, Juliana Novo Coutinho, Débora da Silva Machado, Bruna Loureiro Denkin
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 121.788px" colspan="1" rowspan="1" data-id="3:5">
Fórum de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres: articulação em rede e formação intersetorial em Santa Maria-RS
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 83.8542px" colspan="1" rowspan="1" data-id="3:6">
I - Relato de Experiência
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
</tr>
<tr data-id="row-rxq7x6">
<td style="overflow: hidden;width: 73.4722px" colspan="1" rowspan="1" data-id="4:1">
Melissa Medeiros Braz
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 189.201px" colspan="1" rowspan="1" data-id="4:2">
<a href="mailto:melissa.braz@ufsm.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-test="link-preview-plain">melissa.braz@ufsm.br</a>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 188.194px" colspan="1" rowspan="1" data-id="4:3">
<p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Liga Acadêmica de Saúde da Mulher da Universidade Federal de Santa Maria (Liasm) </p>
 
<p> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 135.521px" colspan="1" rowspan="1" data-id="4:4">
Vitória Anibele Marchesin, Brenda Anieli de Quadros, Alessandra Bueno da Rosa
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 121.788px" colspan="1" rowspan="1" data-id="4:5">
Educação em Saúde Sexual para Mulheres que Fazem Sexo com Mulheres: Relato de uma Ação Extensionista no Viva O Campus do Orgulho  LGBTQIAPN+
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 83.8542px" colspan="1" rowspan="1" data-id="4:6">
I - Relato de Experiência
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
</tr>
<tr data-id="row-9a8ahg">
<td style="overflow: hidden;width: 73.4722px" colspan="1" rowspan="1" data-id="5:1">
Melissa Medeiros Braz
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 189.201px" colspan="1" rowspan="1" data-id="5:2">
<a href="mailto:melissa.braz@ufsm.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-test="link-preview-plain">melissa.braz@ufsm.br</a>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 188.194px" colspan="1" rowspan="1" data-id="5:3">
TPM: Tranquilidade para menstruar - Projeto de combate à pobreza menstrual
 
 
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 135.521px" colspan="1" rowspan="1" data-id="5:4">
Alessandra Bueno da Rosa, Vitória Anibele Marchesin, Helen Luiza Engelmann, Brenda Aniele de Quadros
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 121.788px" colspan="1" rowspan="1" data-id="5:5">
Dignidade Menstrual para Além dos Muros: Relato de Uma Ação de Educação em Saúde no Presídio Regional Feminino de Santa Maria
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 83.8542px" colspan="1" rowspan="1" data-id="5:6">
I - Relato de Experiência
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
</tr>
<tr data-id="row-u3735r">
<td style="overflow: hidden;width: 73.4722px" colspan="1" rowspan="1" data-id="6:1">
Daniel Roberto Bergmeier Teixeira
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 189.201px" colspan="1" rowspan="1" data-id="6:2">
<a href="mailto:daniel.bergmeier@acad.ufsm.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-test="link-preview-plain">daniel.bergmeier@acad.ufsm.br</a>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 188.194px" colspan="1" rowspan="1" data-id="6:3">
"Discutindo gênero: do ‘azul é de menino’ e ‘rosa é de menina’ até o ‘em briga de marido e mulher se mete a colher sim!’"
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 135.521px" colspan="1" rowspan="1" data-id="6:4">
Patricia Lunardi Martins - Phillip Vilanova Ilha - Ediane Machado Wollmann
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 121.788px" colspan="1" rowspan="1" data-id="6:5">
<p> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A Extensão Universitária no Enfrentamento das Desigualdades de Gênero por Meio de Metodologias Ativas </p>
 
<p> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 83.8542px" colspan="1" rowspan="1" data-id="6:6">
I - Relato de Experiência
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
</tr>
<tr data-id="row-8i8bdt">
<td style="overflow: hidden;width: 73.4722px" colspan="1" rowspan="1" data-id="7:1">
Duane Castro da Rosa
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 189.201px" colspan="1" rowspan="1" data-id="7:2">
<a href="mailto:duane.rosa@acad.ufsm.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-test="link-preview-plain">duane.rosa@acad.ufsm.br</a>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 188.194px" colspan="1" rowspan="1" data-id="7:3">
Transver: Ações Performáticas junto da comunidade Transgênero de Santa Maria
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 135.521px" colspan="1" rowspan="1" data-id="7:4">
Daniel Reis Plá
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 121.788px" colspan="1" rowspan="1" data-id="7:5">
Transvendo e Transvendando O Fazer Teatro no Interior do Rio Grande Do Su
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 83.8542px" colspan="1" rowspan="1" data-id="7:6">
II - Ensaio ou Reflexão Temática
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
</tr>
<tr data-id="row-ak1dkn">
<td style="overflow: hidden;width: 73.4722px" colspan="1" rowspan="1" data-id="8:1">
Alessandra Alfaro Bastos
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 189.201px" colspan="1" rowspan="1" data-id="8:2">
<a href="mailto:alessandra.alfaro@ufsm.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-test="link-preview-plain">alessandra.alfaro@ufsm.br</a>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 188.194px" colspan="1" rowspan="1" data-id="8:3">
Capacitação em Novas Práticas e Autorresponsabilização
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 135.521px" colspan="1" rowspan="1" data-id="8:4">
Gessiane Rehbein
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 121.788px" colspan="1" rowspan="1" data-id="8:5">
Vivência Teórico-Prática em um Grupo Reflexivo para Promoção da Cultura de Paz com Homens Autores de Violência Contra A Mulher 
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 83.8542px" colspan="1" rowspan="1" data-id="8:6">
I - Relato de Experiência
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
</tr>
<tr data-id="row-9pvutl">
<td style="overflow: hidden;width: 73.4722px" colspan="1" rowspan="1" data-id="9:1">
Fernanda Beheregaray Cabral
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 189.201px" colspan="1" rowspan="1" data-id="9:2">
<a href="mailto:cabralfernandab@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-test="link-preview-plain">cabralfernandab@gmail.com</a>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 188.194px" colspan="1" rowspan="1" data-id="9:3">
Práticas Educativas em Gênero, Vulnerabilidade e Cuidados em Saúde de Populações em Contextos de Vulnerabilidade em Territórios Urbano e Rural
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 135.521px" colspan="1" rowspan="1" data-id="9:4">
Fernanda Beheregaray Cabral; Andressa da Silveira; Leila Mariza Hildebrandt; Mariana Ferreira Santos Lago;
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 121.788px" colspan="1" rowspan="1" data-id="9:5">
GenVulC e suas ações de extensão universitária: promovendo afetAções e projetos sociais de felicidade coletiva
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
<td style="overflow: hidden;width: 83.8542px" colspan="1" rowspan="1" data-id="9:6">
I - Relato de Experiência
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
<p style="margin-bottom: 1em"> </p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="margin-bottom: 1em"><strong>Fique atento ao cronograma: </strong></p>
<strong>Entrega da versão final com revisão (quando solicitada):</strong> até 17 de julho de 2026
 
<strong>Previsão de Lançamento da publicação digital: </strong>novembro de 2026
 
A iniciativa busca consolidar práticas e reflexões desenvolvidas no âmbito do Grupo Temático de Gênero da UFSM, fortalecendo o papel da extensão universitária na defesa dos direitos humanos e na promoção da igualdade.
 
Mais informações e acesso ao edital completo estão disponíveis no site da UFSM: <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/editais/062-2026" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-test="link-preview-plain">Ufsm062/2026 - EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA Nº 062/2026 – CASA VERÔNICA/PRE/ODH-UFSM</a>
 
 
Texto: Fabiane Gomes
Ilustração: Gabrielli Rodrigues
<p><!-- /wp:paragraph --></p>		
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/Casa-Veronica-1-819x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/Casa-Veronica-1-1-819x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Do Congresso à Universidade: A trajetória das conquistas LGBTQIAPN+ </title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/07/30/do-congresso-a-universidade-a-trajetoria-das-conquistas-lgbtqiapn</link>
				<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 13:46:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=5057</guid>
						<description><![CDATA[Conheça as leis e as conquistas de permanência e respeito O Mês do Orgulho, celebrado em junho, trouxe uma reflexão sobre as conquistas da comunidade LGBTQIAPN+ e os desafios que ainda persistem no Brasil, onde esse percurso é marcado por uma particularidade: muitos avanços sociais foram garantidos por decisões do Poder Judiciário antes de se [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p style="text-align: center"><em>Conheça as leis e as conquistas de permanência e respeito</em></p>
<p><!-- /wp:post-content --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O Mês do Orgulho, celebrado em junho, trouxe uma reflexão sobre as conquistas da comunidade LGBTQIAPN+ e os desafios que ainda persistem no Brasil, onde esse percurso é marcado por uma particularidade: muitos avanços sociais foram garantidos por decisões do Poder Judiciário antes de se tornarem leis votadas no Congresso Nacional.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Nesse cenário, o Supremo Tribunal Federal assumiu o protagonismo na efetivação de garantias constitucionais. Enquanto o Congresso Nacional se mantinha lento na criação de leis específicas, o Supremo Tribunal Federal (STF), assumiu o protagonismo na garantia de direitos fundamentais. A falta de legislação específica no Congresso fez com que o Supremo Tribunal Federal (STF) se tornasse protagonista na garantia de direitos fundamentais. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Entre 2011 e 2023, uma série de decisões históricas reconfigurou a cidadania LGBTQIAPN+, consolidando direitos fundamentais para esse público, mesmo diante da ausência de legislação específica.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), a trajetória se destaca pelo pioneirismo em algumas ações. O debate institucional sobre diversidade começou em novembro de 2014 e ganhou força sete anos depois com a criação da <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/casa-veronica">Casa Verônica</a>, oficializada pela <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proplan/resolucao-ufsm-n-064-2021">Resolução UFSM nº 064, de 3 de novembro de 2021</a>, que instituiu a Política de Igualdade de Gênero da UFSM. A iniciativa antecipou diretrizes nacionais e transformou discussões legislativas em práticas reais de acolhimento e respeito, exigindo uma coragem institucional para enfrentar as resistências que foram surgindo ao garantir os direitos que essa comunidade merecia ter.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Linha do Tempo - A Revolução Silenciosa do STF</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Casamento Homoafetivo Civil (2011/2013)</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><em>Reconhecimento da união estável e obrigatoriedade de celebração de casamentos em cartórios.</em></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Em 2011, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a união estável homoafetiva. Em 2013 a <a href="https://www.jusbrasil.com.br/noticias/resolucao-n-175-de-14-de-maio-de-2013/111681092?msockid=2d17868750966cf2250b918a51876d02"><strong>Resolução nº 175 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)</strong></a>, obrigou todos os cartórios do país a celebrar casamentos civis entre pessoas do mesmo sexo e a converter uniões estáveis em casamento. Também em 2013, aconteceu no Estado o primeiro SIM coletivo. Segundo os Registros do Núcleo de Casamentos Coletivos da Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS).</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Logo após a liberação pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no mesmo ano, o Rio Grande do Sul foi palco de um dos maiores casamentos civis coletivos igualitários do país. Na capital, Porto Alegre, 43 casais homoafetivos formalizaram sua união de uma só vez no Foro Central da capital. Esse gesto simbólico, eliminou a informalidade dos contratos de gaveta e trouxe de imediato, direitos à herança, à comunhão de bens e ao acesso a planos de saúde.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>STF: </strong>Acórdão conjunto da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4277) e Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 132), relatoria do Min. Ayres Britto (maio/2011).</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>CNJ:</strong> Resolução nº 175/2013 do Conselho Nacional de Justiça, que proíbe autoridades competentes de recusarem habilitação de casamento civil ou conversão de união estável.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Desde então, os cartórios do Rio Grande do Sul têm registrado um crescimento histórico nos atos de cidadania da população LGBTQIAPN+. Dados consolidados pelo Portal da Transparência do Registro Civil mostram um total de 451 matrimônios entre pessoas do mesmo sexo e outras 525 alterações de gênero realizados em 2024 no Estado. Ao todo, são mais de 15 mil casamentos homoafetivos realizados no Brasil. Antes disso, casais <em>gays</em> tinham apenas a opção de formalizar uma união estável. Em cinco anos, os casamentos LGBTQIAPN+ aumentaram 78% no Rio Grande do Sul. Atualmente, o número de casamentos homoafetivos é 112% superior aos realizados em 2014. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Adoção por Casais Homoafetivos (2015):</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) garantiu a igualdade plena para a formação de famílias, estabelecendo que casais homoafetivos tenham o direito de adotar crianças sem qualquer restrição de idade ou gênero, baseando-se estritamente no bem-estar do adotando.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>STF:</strong> Julgamento do Recurso Extraordinário (RE 846102), relatoria do Min. Dias Toffoli (março/2015).</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Direitos de Adoção (2015)</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><em>Garantia de igualdade plena para casais homoafetivos formarem famílias com base no afeto.</em></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Em 2015, o caso "Toni Reis" foi o marco da adoção no Supremo Tribunal Federal (STF) e teve como um dos grandes símbolos o ativista Toni Reis e seu marido, David Harrad. Após uma batalha judicial que durou quase uma década, o STF garantiu ao casal o direito de adotar. O caso concreto demonstrou juridicamente que o conceito de "família" na legislação brasileira deveria ser norteado pelo afeto e pela proteção da criança, e não pela configuração de gênero dos pais. Hoje, o casal tem três filhos adotados legalmente.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Política do Nome Social e Retificação de Registro (2018) </strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Desde 2018, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que pessoas trans e travestis podem alterar seu nome e gênero diretamente no registro civil (cartório), por via administrativa, sem a necessidade de cirurgia, laudos médicos ou autorização judicial. No Estado, instituiu-se também a Carteira de Nome Social para o funcionalismo e serviços estaduais.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>STF: </strong>Decisão plenária na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4275), que garantiu o direito de substituição de prenome e sexo sem cirurgia de redesignação sexual (março/2018).</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Nome Social na UFSM:</strong> <a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/eu-me-chamo-joe">A história de Joe (2015) </a></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><em>Direito de alterar nome e gênero no registro civil sem necessidade de laudos médicos ou autorização judicial.</em></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Pioneirismo:</strong> </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O assunto começou a ser debatido na UFSM em novembro de 2014, quando o então reitor, Paulo Burmann, recebeu em seu gabinete a coordenadora de Políticas Públicas para a Diversidade Sexual, Marina Reidel, que representava a Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos do Rio Grande do Sul. O encontro teve também a participação de representantes do Diretório Central dos Estudantes (DCE) e do Coletivo Voe, que congrega representantes do movimento LGBT de Santa Maria.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>No dia 27 de março de 2015, o Conselho Universitário aprovou por unanimidade a adoção do nome social na UFSM, decisão que só foi protocolada em definitivo na resolução publicada no dia 3 de junho do ano passado. A aprovação da Resolução nº 010/2015 na UFSM mudou as dinâmicas reais dentro das salas de aula e assegurou, entre outras providências, a adoção do nome social no âmbito da instituição. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Na época, um dos casos que ganhou destaque na própria mídia acadêmica da instituição foi o de Joe, estudante trans. Antes da resolução, o uso do “nome morto” (registro civil) em listas de presença e chamadas era motivo de constrangimento. Com a mudança tecnológica implementada pelo Centro de Processamento de Dados (CPD/UFSM), Joe passou a ter seu nome social reconhecido nos diários de classe, <em>e-mails</em> institucionais e nas interações com professores, garantindo o respeito à sua identidade</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A questão do nome social mexeu com boa parte da estrutura técnica em termos de gerenciamento de dados da Universidade. O CPD concentrou esforços em duas mudanças importantes: a adoção do Sisu como forma de ingresso e a inclusão do nome social nos registros acadêmicos. Em 1º de dezembro daquele ano, foram apresentadas as atualizações no sistema de informações educacionais, garantindo que todos os cadastros institucionais passassem a registrar também o nome social.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>C<strong>onselho Universitário (CONSU/UFSM): </strong>Resolução nº 010/2015, que assegura a inclusão, o direito de uso e o tratamento pelo Nome Social de servidores, estudantes e usuários dos serviços institucionais.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEP/UFSM): </strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A inclusão do nome social para servidores da UFSM é assegurada pela<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proplan/resolucao-n-010-2015"> Resolução N. 010/2015</a>. Ela garante o direito à identificação em ramais, e-mails institucionais, crachás e sistemas eletrônicos. O processo deve ser iniciado eletronicamente pelo próprio servidor, seguindo as diretrizes da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/progep">PROGEP</a>).</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>A solicitação é feita de forma totalmente digital: </strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:list {"ordered":true} --></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol><!-- wp:list-item --></ol>
</li>
</ol>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol>
<li><strong>Formulário:</strong> Baixe e preencha digitalmente o<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/341/2023/09/Formulario-de-Inclusao-de-Nome-Social.pdf"> Formulário de Inclusão de Nome Social</a>.</li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol>
<li><strong>Sistema:</strong> Acesse o<a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/dag/pen/tutorial-processo-de-inclusao-do-nome-social-2"> Processo Eletrônico Nacional (PEN-SIE)</a> e abra um novo processo do tipo <em>"010. Processo de inclusão de nome".</em></li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol>
<li><strong>Assinatura:</strong> Assine o formulário eletronicamente dentro do próprio sistema PEN-SIE.</li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol>
<li><strong>Envio:</strong> Anexe o formulário e a cópia de um documento de identidade com foto, e tramite o processo para o Núcleo de Cadastro (NUCAD).</li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- /wp:list --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Conforme as diretrizes da PROGEP, a inclusão se reflete nos seguintes meios internos da instituição: </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Sistemas de informática:</strong> Nome de usuário e cadastros.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>E-mail:</strong> Endereço de correio eletrônico institucional.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Ramais:</strong> Lista oficial de ramais da universidade.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Crachás:</strong> Identificação funcional utilizada internamente. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>A instituição também oferece Canais de Suporte</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Para dúvidas sobre a abertura do processo, preenchimento dos formulários ou emissão do crachá, entre em contato com o Núcleo de Cadastro:</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>E-mail:</strong> cadastro@ufsm.br</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Telefone:</strong> (55) 3220 8227</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Endereço:</strong> Sala 442, 4º andar do prédio da Reitoria, Campus Sede </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><em>Para dúvidas técnicas específicas sobre o sistema PEN-SIE, envie um e-mail para pen@ufsm.br.</em> </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:heading {"level":3} --></p>
<h3><strong>Criminalização da LGBTfobia: do STF às ruas - Homofobia é Racismo</strong></h3>
<p><!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A criminalização da LGBTfobia não é apenas uma vitória jurídica: é um marco simbólico. Ela reforça que ataques à coletividade LGBTQIAPN+ não podem ser relativizados. A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) transformou o modo como o país lida com a violência e o preconceito, colocando a homofobia e a transfobia no mesmo patamar de gravidade que o racismo.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Em junho de 2019, o STF deu um passo histórico: determinou que a homofobia e a transfobia fossem equiparadas ao crime de racismo, previsto na Lei nº 7.716/1989. A decisão, fruto do Mandado de Injunção (MI 4733) e da Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO 26), tornou essas práticas crimes inafiançáveis e imprescritíveis.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Poucos meses depois, o novo entendimento já ganhava corpo fora dos tribunais. No Rio Grande do Sul, um caso na Região Metropolitana de Porto Alegre marcou a aplicação prática da decisão: um homem que insultou homofobicamente um vizinho e seu companheiro foi indiciado sob a Lei de Racismo. A Justiça deixou claro que ofensas antes tratadas como “meras discussões” agora geram antecedentes criminais graves. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Em 2020, veio a primeira condenação por injúria homofóbica enquadrada como racismo. E, em agosto de 2023, o STF ampliou o alcance da decisão, estendendo o entendimento também para casos de injúria racial individual.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Apesar dos avanços, os números continuam alarmantes. O<a href="https://antrabrasil.org/wp-content/uploads/2026/01/dossie-antra-2026.pdf"> Dossiê de Assassinatos e Violências contra Travestis e Transexuais Brasileiras</a>, produzido pela ANTRA, mostra que a violência contra pessoas trans e travestis segue em níveis críticos diante da realidade cotidiana.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Fim da Restrição para Doação de Sangue (2020)</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O Supremo Tribunal Federal derrubou uma das normas mais controversas da saúde pública brasileira referente a proibição de homens bisessuais que fazem sexo com homens e suas parceiras de doar sangue. Até então, a Portaria nº 158/2016 do Ministério da Saúde e a RDC nº 34/2014 da Anvisa impunham um período de 12 meses de abstinência sexual como condição para a doação.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 5543) declarou nulas essas restrições, classificando-as como discriminatórias e sem respaldo científico. A decisão marcou um divisor de águas quanto à orientação sexual que deixou de ser critério de triagem e o foco passou a ser exclusivamente em fatores de risco epidemiológicos, como ocorre em outros países.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A medida foi celebrada como uma vitória histórica da comunidade LGBTQIAPN+, que há décadas denunciava o estigma associado à doação de sangue. Com o fim da restrição, o Brasil se alinhou às práticas internacionais mais modernas e inclusivas, reforçando que a solidariedade não pode ser limitada por preconceito.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Linha do Tempo da UFSM - Além do Papel:como a universidade garante os Direitos LGBTQIAPN+ </strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Vanguarda: O Nome Social Antes do Decreto Federal</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Como podemos ver, há mais de uma década a instituição tem se destacado por consolidar esses direitos no ambiente acadêmico, transformando a legislação nacional em ações práticas de permanência, respeito e inclusão regional no campus sede e seus campis. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A UFSM não esperou o cenário nacional para agir. Em 2015, a instituição implementou a Resolução nº 010/2015, que regulamentou o uso do nome social no ambiente acadêmico. Essa medida antecipou-se ao próprio decreto federal, que viria um ano depois. Este "pioneirismo tecnológico", viabilizado pelo Centro de Processamento de Dados (CPD), foi vital para a saúde mental tão difundida na atualidade. Percebe-se que desde esta época, ao garantir que o nome social constasse em diários de classe e sistemas, a universidade combateu ativamente a exposição e o constrangimento do chamado "nome morto".</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Com o fortalecimento de uma Legislação Interna regulamentada pela Resolução nº 010/2015, com o uso do nome social na UFSM a instituição antecede o próprio decreto federal de 2016. É garantido para estudantes (graduação e pós-graduação), servidores e membros da comunidade externa que utilizem os serviços da instituição e estende-se para diários de classe, e-mails institucionais, crachás, listas de ramais e sistemas de informática. Em caso de estudantes menores de 18 anos nos <em>campi</em> técnicos/médios, o pedido é feito via representantes legais.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Campanha Permanente:</strong> Em vigor desde 2023, a campanha <em>"Eu decidi me reconhecer"</em> (parceria entre a Casa Verônica e diversos setores) atua ativamente para combater a exposição do "nome morto" e agilizar os trâmites burocráticos.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A permanência e a segurança da comunidade LGBTQIAPN+ na universidade e nas cidades dos <em>campi</em> dependem do suporte de órgãos institucionais e coletivos independentes.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Regionalidade e Resistência: </strong><em>O impacto da UFSM se estende para além de Santa Maria </em></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Nos campis, iniciativas como o Coletivo Heleniras, um grupo político e cultural atuante na região de Palmeira das Missões e Santa Maria e que está vinculado ao movimento estudantil da UFSM. O coletivo homenageia a guerrilheira e militante Helenira Rezende e dedica-se à defesa dos direitos humanos, pautas feministas e combate à LGBTfobia. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE/UFSM):</strong><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proplan/resolucao-ufsm-n-125-2023"> Resolução UFSM nº 125/2023</a> (e atualizações pela <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proplan/resolucao-ufsm-n-068-2021">Resolução nº 068/2021 de Ações Afirmativas</a>), regulamentando o oferecimento de vagas suplementares exclusivas.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD/UFSM):</strong> Editais de processos seletivos de ingresso de pessoas transgêneras (ex: <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/2025/09/03/edital-da-ufsm-para-ingresso-de-pessoas-transgenero-na-graduacao-esta-com-inscricoes-abertas-ate-23-de-dezembro">Edital nº 077/2025 para ingresso em cursos de graduação</a>).</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP/UFSM):</strong> Editais de editais afirmativos e reserva de vagas para pós-graduação stricto sensu.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Agência de Notícias UFSM:</strong> Levantamento "<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2024/01/23/janeiro-lilas-a-presenca-da-comunidade-trans-no-ensino-superior-brasileiro-e-na-ufsm">Janeiro Lilás:</a> a presença da comunidade trans no ensino superior brasileiro e na UFSM" do Observatório de Direitos Humanos, utilizando dados da Coordenadoria de Oferta e Relacionamento (COFRE/UFSM).</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/casa-veronica"><strong>Casa Verônica </strong></a><strong>(UFSM Sede)</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Dezenas de estudantes e servidores da sede e dos campi (como Palmeira das Missões, Frederico Westphalen e Cachoeira do Sul) recebem suporte anualmente, desde a criação da Coordenadoria LGBT (Codsex) dentro da estrutura de diversidade da universidade.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A Casa Verônica e as frentes de acolhimento da UFSM realizam atendimentos diretos em situações sensíveis, como casos de violência, retificação de nome e apoio psicológico. Vinculada à Pró-Reitoria de Extensão e ao Observatório de Direitos Humanos (ODH), atua diretamente no acolhimento de demandas de gênero e diversidade. O nome homenageia Verônica de Oliveira (Mãe Loira), histórica ativista trans de Santa Maria, brutalmente assassinada em 2019.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Para preservar a privacidade de estudantes e servidores, a universidade não divulga um número público e centralizado de pessoas atendidas. Ainda assim, relatórios do Observatório de Direitos Humanos (ODH) e editais institucionais oferecem dados e estimativas que permitem avaliar o impacto dessas ações. Os atendimentos incluem: Mediação e acolhimento de denúncias de LGBTfobia no ambiente acadêmico; Suporte psicológico e encaminhamento para redes de assistência social; Auxílio burocrático na transição e aplicação do Nome Social nos sistemas internos da UFSM.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Coletivo VOE e ONG Igualdade (Santa Maria):</strong> Grupo com forte articulação universitária que atua no mapeamento, denúncia e publicação de relatórios sobre a LGBTfobia na região central do Rio Grande do Sul e trabalham com a divulgação da Cultura.</p>
<p><strong>Coletivo TRAMA</strong> é uma rede colaborativa e organização que promove a conexão entre pessoas, projetos culturais e movimentos sociais para gerar impacto social e territorial. Existem diferentes iniciativas e coletivos com nomes semelhantes no Brasil, como redes de impacto criativo no Rio de Janeiro, espaços de arte ou coletivos universitários.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Coletivo Heleniras (Campus Palmeira das Missões):</strong> Promotores de debates locais e exposições itinerantes (como a <em>Visitrans</em>), essenciais para descentralizar a discussão sobre diversidade e combater o preconceito em <em>campi</em> fora da sede.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Ações Coletivas Regionais:</strong> Registros públicos de eventos, projetos de extensão (como o Visitrans do Campus Palmeira das Missões) e manifestações mapeadas pela Seção Sindical dos Docentes da UFSM (SEDUFSM) e pelo Coletivo VOE e Coletivo Trama de Santa Maria.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Projetos de Extensão em Destaque (2023-2025)</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Nosso Amor tem História:</strong> Exposição que promove reflexões sobre afeto e relações LGBTQIAPN+</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Projeto TRANSVER,</strong><em> coordenado por Daniel Reis Plá, demonstrou um impacto significativo no fortalecimento das identidades e no senso de pertencimento, promovendo um espaço seguro para expressão artística." </em>Relatórios de Avaliação Institucional (2024). O Projeto Transcender, gerido pela prefeitura municipal de Santa Maria-RS, promove espaços seguros de escuta, partilha e expressão das diversidades quepermitam aos e às participantes reencenar e assumirem o protagonismo de suas histórias. Também realiza oficinas e experimentações cênicas junto ao público LGBTQIAPN+, usuários e usuárias do Ambulatório. Além disso, são objetivos desse projeto facilitar conexões criativas e saudáveis entre os participantes, que possam auxiliar em seus processos de afirmação de gênero, autoconhecimento e autocompaixão. </p>
<strong style="color: #000000;font-size: 1rem">O Poder dos Números: Mais de 100 Vagas para Transformar Vidas</strong>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Em abril de 2023, a UFSM instituiu sua política de Cotas Trans <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/ingresse-na-ufsm/processo-seletivo-para-ingresso-de-pessoas-transgeneros">(Resolução nº 011/2023)</a>, com isso, a instituição oferece anualmente vagas exclusivas na graduação e na pós-graduação destinadas a pessoas trans, travestis e não-binárias. Essa política atua na raiz da desigualdade ao tentar combater a evasão escolar histórica causada pela transfobia. Desde a criação do<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/ingresse-na-ufsm/processo-seletivo-para-ingresso-de-pessoas-transgeneros"> Processo Seletivo para Ingresso de Pessoas Transgêneros</a> pela Resolução UFSM Nº 125, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) ampliou a oferta. O ingresso nessas vagas suplementares de 5% exige apenas a realização do ENEM e a comprovação da identidade de gênero. Para acompanhar os editais, acesse a página de<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/ingresse-na-ufsm"> Ingresso da UFSM</a>. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A Resolução nº 011/2023 abriu as portas com uma oferta robusta: são mais de 100 vagas anuais reservadas exclusivamente para pessoas trans, travestis e não-binárias na graduação, além do reflexo gradual dessas vagas nos programas de pós-graduação (<em>lato e stricto sensu</em>).  </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Vagas Reservadas (pessoas trans, travestis e não-binárias)</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Em uma das políticas afirmativas mais robustas do país, instituída em abril de 2023, a UFSM oferece mais de 100 vagas anuais exclusivas na graduação e vagas na pós-graduação.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>2024:</strong> 71 vagas distribuídas em 54 cursos.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>2025:</strong> 120 vagas distribuídas em 77 cursos.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>2026:</strong> 103 vagas distribuídas em 69 cursos. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong><em>Esses números colocam a UFSM entre as universidades que mais oferecem vagas afirmativas para esse público no Sul do país.</em></strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Comparativo UFSM x Santa Maria</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:table --></p>
<figure>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Espaço/Evento</strong></td>
<td><strong>UFSM</strong></td>
<td><strong>Santa Maria</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Acolhimento multiprofissional</strong></td>
<td>Casa Verônica</td>
<td>Ambulatório Transcender</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Saúde mental</strong></td>
<td>Grupo “Transição na Universidade”</td>
<td>Grupos temáticos e arteterapia</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Cultura e arte</strong></td>
<td>Viva o Campus do Orgulho</td>
<td>Eventos como “Lutando com Glitter”</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Esporte</strong></td>
<td>Festival Internacional de Voleibol (apoio institucional)</td>
<td>Festival Internacional de Voleibol (sede local)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Políticas afirmativas</strong></td>
<td>Cotas trans em cursos de graduação</td>
<td>Formação de equipes escolares e de saúde</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</figure>
<p><!-- /wp:table --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Como vimos, ao longo dos últimos anos, a UFSM vem consolidando políticas afirmativas voltadas à comunidade LGBTQIAPN+, como a Casa Verônica, criada em 2021 e vinculada à Pró-Reitoria de Extensão e ao Observatório de Direitos Humanos. O espaço multiprofissional oferece acolhimento psicossocial, orientação jurídica e promove grupos terapêuticos como “Transição na Universidade”. Em 2024, consolidou-se como núcleo institucional de ações afirmativas, fomentando projetos culturais e feiras de empreendedores LGBTQIAPN+.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Outro marco está entre os anos 2024 e 2026, quando a universidade implementou o Processo Seletivo para Pessoas Transgênero, oferecendo mais de 100 vagas em dezenas de cursos. A ação busca combater a evasão e garantir a inclusão universitária. O processo seletivo utiliza as notas do ENEM e exige autodeclaração de identidade de gênero assinada.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Nos últimos anos, o campus sedia eventos de grande porte, como a 1ª Parada do Orgulho UFSM e o Viva o Campus do Orgulho, além de abrigar o Festival Internacional LGBTQIAPN+ de Voleibol, que tem <a href="https://www.instagram.com/tifannyabreu10/">Tiffany Abreu</a> como embaixadora. A universidade reforça que sua trajetória atual busca integrar o respeito à diversidade nos currículos acadêmicos e garantir permanência digna até a formatura.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Enquanto isso, o município de Santa Maria mantém o Ambulatório Transcender, criado em 2021 e responsável pelo atendimento de cerca de 140 usuários. O espaço oferece acompanhamento clínico, psicológico, psiquiátrico e odontológico, além de grupos temáticos voltados a adolescentes, afirmação de gênero e arteterapia. Localizado na Rua dos Andradas, o ambulatório também organiza eventos como “Lutando com Glitter”, com rodas de conversa, mostra artística e brechó.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O município, ainda é sede do Festival Internacional LGBTQIAPN+ de Voleibol, reunindo equipes locais e de outras cidades, fortalecendo a visibilidade e a integração esportiva da comunidade.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Fale com a Casa Verônica UFSM - </strong>Administrativo e Comunicação (casaveronica.pre@ufsm.br)</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>(55) 3220 - 9335 | (55) 99159 - 8978 - Acolhimento Psicossocial - Formulário para solicitações <a href="mailto:acolhimentocv@ufsm.br">acolhimentocv@ufsm.br</a> - Horário de atendimento público (Segunda a Sexta, das 08h às 12h; e de 13h30 às 17h)</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p> </p>
<p><strong>Texto/Pesquisa: </strong>Fabiane Gomes</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Revisão:</strong> Bruna Loureiro Denkin</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Imagens Cards - </strong>Gabrielli Rodrigues</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Fontes: </strong>Legislação e Jurisprudência Nacional (STF e CNJ) site UFSM, Casa Verônica, Viva o Campus do Orgulho, Revista Arco, Dossiê Antra 2026 e Sedufsm</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:list {"ordered":true} --></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol><!-- wp:list-item --></ol>
</li>
</ol>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol>
<li><a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/eu-me-chamo-joe">https://www.ufsm.br/midias/arco/eu-me-chamo-joe</a></li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol>
<li><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/category/cv-ufsm">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/category/cv-ufsm</a></li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol>
<li><a href="https://www.sedufsm.org.br/noticia/9101-ufsm-e-os-desafios-da-equidade-para-a-populacao-lgbt">https://www.sedufsm.org.br/noticia/9101-ufsm-e-os-desafios-da-equidade-para-a-populacao-lgbt</a></li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol>
<li><a href="https://recivil.com.br/quinze-mil-casamentos-homoafetivos-foram-realizados-desde-resolucao-no-brasil-band-news/?amp=1">https://recivil.com.br/quinze-mil-casamentos-homoafetivos-foram-realizados-desde-resolucao-no-brasil-band-news/?amp=1</a></li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol>
<li><a href="https://www.facebook.com/jornalistafelipevieira/posts/casamentos-lgbtqia-aumentam-78-em-cinco-anos-no-rio-grande-do-sulo-n%C3%BAmero-de-cas/1311888933628236/">https://www.facebook.com/jornalistafelipevieira/posts/casamentos-lgbtqia-aumentam-78-em-cinco-anos-no-rio-grande-do-sulo-n%C3%BAmero-de-cas/1311888933628236/</a></li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol>
<li><a href="https://www.ufsm.br/2025/02/11/processos-seletivos-confira-listas-definitivas-de-pessoas-classificadas-em-quatro-editais-de-ingresso">https://www.ufsm.br/2025/02/11/processos-seletivos-confira-listas-definitivas-de-pessoas-classificadas-em-quatro-editais-de-ingresso</a></li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol>
<li><a href="https://www.ufsm.br/2025/07/08/viva-o-campus-do-orgulho-celebra-a-resistencia-da-comunidade-lgbtqiapn">https://www.ufsm.br/2025/07/08/viva-o-campus-do-orgulho-celebra-a-resistencia-da-comunidade-lgbtqiapn</a></li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol>
<li><a href="https://www.ufsm.br/2025/10/21/ufsm-lanca-edital-de-ingresso-para-pessoas-trans-na-graduacao-e-cotas-na-pos-graduacao">https://www.ufsm.br/2025/10/21/ufsm-lanca-edital-de-ingresso-para-pessoas-trans-na-graduacao-e-cotas-na-pos-graduacao</a></li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol>
<li><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2025/10/23/ufsm-reforca-politicas-de-inclusao-com-editais-de-ingresso-e-cotas-para-pessoas-trans-na-graduacao-e-pos-graduacao">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2025/10/23/ufsm-reforca-politicas-de-inclusao-com-editais-de-ingresso-e-cotas-para-pessoas-trans-na-graduacao-e-pos-graduacao</a></li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol>
<li><a href="https://almapreta.com.br/sessao/cotidiano/universidade-federal-de-santa-maria-abre-103-vagas-na-graduacao-para-pessoas-trans/">https://almapreta.com.br/sessao/cotidiano/universidade-federal-de-santa-maria-abre-103-vagas-na-graduacao-para-pessoas-trans/</a></li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol>
<li><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/ingresse-na-ufsm/ps-vagas-complementares">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/ingresse-na-ufsm/ps-vagas-complementares</a></li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol>
<li><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/ingresse-na-ufsm/edital-de-ingresso-reingresso">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/ingresse-na-ufsm/edital-de-ingresso-reingresso</a></li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol>
<li><a href="https://antrabrasil.org/wp-content/uploads/2026/01/dossie-antra-2026.pdf">https://antrabrasil.org/wp-content/uploads/2026/01/dossie-antra-2026.pdf</a></li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol>
<li><a href="https://www.ufsm.br/2026/06/09/viva-o-campus-do-orgulho-lgbtqiapn-acontece-neste-domingo-14">https://www.ufsm.br/2026/06/09/viva-o-campus-do-orgulho-lgbtqiapn-acontece-neste-domingo-14</a></li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none">
<ol>
<li><a href="https://www.ufsm.br/2026/06/17/festival-internacional-lgbtqiapn-de-voleibol-sera-neste-fim-de-semana-e-tem-o-apoio-da-ufsm">https://www.ufsm.br/2026/06/17/festival-internacional-lgbtqiapn-de-voleibol-sera-neste-fim-de-semana-e-tem-o-apoio-da-ufsm</a></li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- /wp:list --></p>		
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-29-at-10.59.21-819x1024.jpeg" alt="" />													
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-29-at-10.59.22-819x1024.jpeg" alt="" />													
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-29-at-10.59.22-1-819x1024.jpeg" alt="" />													
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-29-at-10.59.23-819x1024.jpeg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        