<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>		<rss version="2.0"
			xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
			xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
			xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
			xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
			xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
			xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
					>

		<channel>
			<title>Observatório de Direitos Humanos - Feed Customizado RSS</title>
			<atom:link href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/busca?page=1&#038;rss=true" rel="self" type="application/rss+xml" />
			<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos</link>
			<description></description>
			<lastBuildDate>Fri, 24 Jul 2026 21:45:19 +0000</lastBuildDate>
			<language>pt-BR</language>
			<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
			<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>/app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico</url>
	<title>Observatório de Direitos Humanos</title>
	<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
						<item>
				<title>Casa Verônica abre processo seletivo para Psicologia e Direito</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/07/17/casa-veronica-abre-processo-seletivo-para-psicologia-e-direito</link>
				<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 15:20:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=4882</guid>
						<description><![CDATA[As inscrições devem ser realizadas conforme as orientações disponíveis na página oficial da Fundação de Apoio à Tecnologia e Ciência (FATEC). As vagas, sob regime CLT, via fundação de apoio, são para o cargo de Analista de Projetos e Ações em Gênero, Direitos Humanos e Enfrentamento às Violências, com atuação no Projeto Conecta Saúde Mental. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>As inscrições devem ser realizadas conforme as orientações disponíveis na página oficial da Fundação de Apoio à Tecnologia e Ciência (FATEC).</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>As vagas, sob regime CLT, via fundação de apoio, são para o cargo de Analista de Projetos e Ações em Gênero, Direitos Humanos e Enfrentamento às Violências, com atuação no Projeto Conecta Saúde Mental. Os selecionados irão atuar na Casa Verônica, vinculada ao à Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e ao Observatório de Direitos Humanos (ODH) da UFSM, além de contribuir com o Projeto de Implantação da Política de Igualdade de Gênero.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>O edital prevê contratação em regime CLT para os seguintes cargos:</strong><br>Analista de Projetos e Ações em Gênero, Direitos Humanos e Enfrentamento às Violências – <strong>Área: Psicologia</strong><br>Analista de Projetos e Ações em Gênero, Direitos Humanos e Enfrentamento às Violências – <strong>Área: Direito.</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Os contratados irão desenvolver atividades como:</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>- Acolhimento inicial e escuta qualificada<br>- Orientações e encaminhamento à rede de serviços<br>- Desenvolvimento de ações formativas e educativas<br>- Articulação com setores da Universidade e instituições parceiras<br>- Apoio à construção e qualificação dos fluxos institucionais de atendimento</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A iniciativa integra as ações de fortalecimento da Casa Verônica, espaço que atua como porta de entrada para demandas relacionadas às violências de gênero e saúde mental, promovendo igualdade de gênero e direitos humanos na UFSM.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Com a ampliação da equipe, será possível consolidar ações voltadas ao enfrentamento das violências de gênero, ao cuidado em saúde mental e ao fortalecimento das respostas institucionais.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Página oficial do edital: <a href="https://www.fatecsm.org.br/processos-seletivos/">aqui</a></strong></p>
<p>Acesso o edital: <a href="https://www.fatecsm.org.br/doc.licitacoes/edital_090726130859-fatec.pdf">aqui</a></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Não deixe para a última hora: </strong>as inscrições encerram em 24 de julho de 2026.</p>
<p></p>
<p>Texto: Fabiane Gomes Imagem: Gabrielli Rodrigues&nbsp;</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>		
													<img width="768" height="951" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-17-at-12.14.38-768x951.jpeg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM e Diversidade: Casa Verônica mapeia 24 disciplinas sobre gênero e relações étnico-raciais para o 2º semestre de 2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/07/10/ufsm-e-diversidade-casa-veronica-mapeia-22-disciplinas-sobre-genero-e-relacoes-etnico-raciais-para-o-2o-semestre-de-2026</link>
				<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 15:08:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=4874</guid>
						<description><![CDATA[21Nesta terça-feira, 7, a Casa Verônica concluiu o mapeamento antecipado das disciplinas voltadas às temáticas de gênero, diversidade, orientação sexual e relações étnico-raciais que integrarão a grade acadêmica da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) no segundo semestre de 2026. Além de facilitar o planejamento acadêmico dos estudantes, o mapeamento dá visibilidade a conteúdos que [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>21Nesta terça-feira, 7, a <strong><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/casa-veronica" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Casa Verônica</a></strong> concluiu o mapeamento antecipado das disciplinas voltadas às temáticas de gênero, diversidade, orientação sexual e relações étnico-raciais que integrarão a grade acadêmica da <a href="https://www.ufsm.br/calendario/2026-71069" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)</a> no segundo semestre de 2026.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Além de facilitar o planejamento acadêmico dos estudantes, o mapeamento dá visibilidade a conteúdos que consolidam uma formação cidadã e crítica, alinhada aos princípios dos Direitos Humanos. A iniciativa do mapeamento está fundamentada na Resolução nº 64/2021, que institui a Política de Igualdade de Gênero na UFSM, reforça o compromisso institucional com a promoção do pluralismo e da inclusão. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O levantamento foi construído a partir de 21 devolutivas do formulário divulgado no final do mês de junho e enviadas por diferentes centros de ensino, incluindo colégios técnicos e campi da universidade, resultando na identificação de 24 disciplinas. A análise técnica das ementas permitiu organizar os conteúdos em <strong>seis eixos temáticos prioritários</strong>, que expressam a transversalidade dos saberes e fortalecem a integração entre áreas como saúde, educação, tecnologia e artes.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Com essa ação, a UFSM reafirma seu papel como instituição pública comprometida com a construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e democrática, garantindo que seus estudantes tenham acesso a uma formação que ultrapassa os limites técnicos e promove uma visão crítica e transformadora. A presença desses eixos demonstra a transversalidade do tema na UFSM. O eixo de "Interseccionalidade", por exemplo, manifesta-se de forma estratégica em áreas da saúde, como na Terapia Ocupacional, conectando marcadores sociais à prática profissional, o que é fundamental para uma formação cidadã e crítica.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Seis eixos temáticos prioritários identificados: </strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:list --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none">
<ul><!-- wp:list-item --></ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none">
<ul>
<li><strong>Gênero e Sexualidade;</strong></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none">
<ul>
<li><strong>Direitos Humanos e Diversidade;</strong></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none">
<ul>
<li><strong>Relações Étnico-Raciais;</strong></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none">
<ul>
<li><strong>Educação Inclusiva;</strong></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none">
<ul>
<li><strong>Políticas Públicas;</strong></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none">
<ul>
<li><strong>Interseccionalidade.</strong></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- /wp:list --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A transversalidade dos eixos formativos na UFSM significa que eles não se limitam a uma disciplina ou curso específico, mas atravessam diferentes áreas do conhecimento, promovendo uma formação ampla e crítica. Essa abordagem garante que temas como diversidade, equidade e direitos humanos estejam presentes em múltiplos cursos, favorecendo a integração de saberes que conecta áreas como saúde, educação, tecnologia e artes. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>No âmbito da graduação, foram identificadas 15 disciplinas que compõem o núcleo central deste mapeamento. O cenário para o semestre 2026/2 revela dados importantes sobre a abrangência desses conteúdos:</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Modalidades:</strong> Predominância do ensino presencial (14 disciplinas), com uma oferta na modalidade à distância (EaD).</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Natureza do Vínculo:</strong> A maioria das ofertas (10 disciplinas) possui caráter obrigatório em seus respectivos cursos, enquanto as outras 5 são classificadas como eletivas ou optativas.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Regras de Matrícula:</strong> Embora 9 disciplinas permitam a matrícula de estudantes de outros cursos da UFSM, promovendo o intercâmbio de saberes, existe um ponto de atenção para o crescimento institucional: 8 dessas disciplinas ainda não aceitam a matrícula de alunos especiais, o que representa um desafio para a abertura plena desses conteúdos à comunidade externa.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A oferta abrange uma diversidade de centros, como o Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH), o Centro de Artes e Letras (CAL), além de departamentos de Química, Geociências e Saúde Coletiva. Já na pós-graduação na UFSM, apesar do número menor de disciplinas que abordam os eixos temáticos identificados, os programas demonstram maior flexibilidade quanto à regra das matrículas em comparação à graduação. Os Programas de Pós-graduação que responderam o formulário, apresentam disciplinas com abertura para mobilidade acadêmica interna e externa, permitindo a matrícula de alunos de outros programas e de alunos especiais.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A descentralização do conhecimento também é evidenciada pela participação de outras unidades: como no Campus de Frederico Westphalen queoferece uma disciplina presencial e obrigatória, destacando-se pela abertura tanto para alunos de outros cursos quanto para alunos especiais. E os colégios técnicos como o Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM), que contribui com uma disciplina eletiva/optativa que, embora aceite estudantes de outros cursos, mantém restrições para a matrícula de alunos especiais.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Os dados a seguir detalham a oferta acadêmica mapeada pela Casa Verônica, servindo como ferramenta de consulta para o corpo discente.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong> </strong><b>Tabela 1: Graduação</b></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>
<p><b>Disciplina</b></p>
</td>
<td>
<p><b>Docente Responsável</b></p>
</td>
<td>
<p><b>E-mail</b></p>
</td>
<td>
<p><b>Curso(s) / Departamento</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Tópicos Aprofundados em História</p>
</td>
<td>
<p>Nikelen Acosta Witter</p>
</td>
<td>
<p>nikelen.witter@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>História Licenciatura e Bacharelado</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Comunicação e Cultura</p>
</td>
<td>
<p>Fernanda Sagrilo Andres</p>
</td>
<td>
<p>fernanda.andres@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>Relações Públicas e Publicidade e Propaganda</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>*Diáspora Africana, Cultura e Espiritualidade</p>
</td>
<td>
<p>Adriana Moreira da Rocha Veiga</p>
</td>
<td>
<p>adrianaufsm@gmail.com</p>
</td>
<td>
<p>Fundamentos da Educação</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Direitos Humanos e Gênero</p>
</td>
<td>
<p>Márcia Eliane Leindcker da Paixão</p>
</td>
<td>
<p>marciapaixao12@gmail.com</p>
</td>
<td>
<p>Educação Especial e Pedagogia</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Projeto Tecnológico em Química I (QMC 1870)</p>
</td>
<td>
<p>Paola de Azevedo Mello</p>
</td>
<td>
<p>paola.mello@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>Processos Químicos</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Práticas em Arte/Educação 1 (ART1255)</p>
</td>
<td>
<p>Flávia Maria de Brito Pedrosa Vasconcelos</p>
</td>
<td>
<p>flavia.p.vasconcelos@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>Artes Visuais</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Práticas em Arte/Educação 2 (ART1256)</p>
</td>
<td>
<p>Flávia Maria de Brito Pedrosa Vasconcelos</p>
</td>
<td>
<p>flavia.p.vasconcelos@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>Artes Visuais</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Bases Epistemológicas Contemporâneas em Terapia Ocupacional</p>
</td>
<td>
<p>Andrea do Amparo Carotta de Angeli</p>
</td>
<td>
<p>andrea.angeli@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>Terapia Ocupacional</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Interculturalidade e Saúde Indígena (com participação de estudantes indígenas e convidados)</p>
</td>
<td>
<p>Marinel Mór Dall'Agnol</p>
</td>
<td>
<p>marinel@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>Saúde Coletiva (Aberta aos cursos da UFSM)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Sociologia (DEF1100)</p>
</td>
<td>
<p>Oscar Agustín Torres Figueredo</p>
</td>
<td>
<p>oscar.torres@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>Engenharia Florestal</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>História da Arte Contemporânea</p>
</td>
<td>
<p>Cristina T. Ribas</p>
</td>
<td>
<p>cristina.ribas@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>Artes Visuais – Licenciatura e Bacharelado</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Educação para Relações Étnico-Raciais</p>
</td>
<td>
<p>Jacilene Aguiar Silva</p>
</td>
<td>
<p>—</p>
</td>
<td>
<p>Licenciatura Intercultural Indígena Guarani Mbya (CAL)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Espaço e Relações Étnico-Raciais (GCC1119)</p>
</td>
<td>
<p>Anderson Luiz Machado dos Santos</p>
</td>
<td>
<p>anderson.santos@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>Cursos de Geografia / Departamento de Geociências</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Ética, Bioética e Deontologia Profissional em Terapia Ocupacional</p>
</td>
<td>
<p>Ana Luiza Ferrer</p>
</td>
<td>
<p>ana-luiza-ferrer@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>Terapia Ocupacional</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Tópicos Especiais em Direitos Humanos</p>
</td>
<td>
<p>Mariana Selister Gomes</p>
</td>
<td>
<p>mariana.gomes@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>Relações Internacionais</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>*  </b><em>Diáspora Africana, Cultura e Espiritualidade - <strong>Disciplina na modalidade EAD </strong></em></p>
<p><strong> </strong><b style="color: #000000;font-size: 1rem">Tabela 2: Pós-Graduação</b></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>
<p><b>Disciplina</b></p>
</td>
<td>
<p><b>Docentes Responsáveis</b></p>
</td>
<td>
<p><b>E-mail.</b></p>
</td>
<td>
<p><b>Programa/Curso</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>"Vidas Negras Importam!" Reflexões para uma educação antirracista</p>
</td>
<td>
<p>Adriana M. da Rocha Veiga, Valeska F. de Oliveira, Tânia M. Miorando</p>
</td>
<td>
<p>adrianaufsm@gmail.com</p>
</td>
<td>
<p>PPGE - Educação</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Promoção da Saúde</p>
</td>
<td>
<p>Juliana da Rosa Wendt</p>
</td>
<td>
<p>juliana.wendt@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>PPG Ciências da Saúde – Mestrado Profissional</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Processos Criativos, Experiência e Arte Contemporânea (PPGA835)</p>
</td>
<td>
<p>Flávia Maria de Brito Pedrosa Vasconcelos</p>
</td>
<td>
<p>flavia.p.vasconcelos@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>Pós-Graduação em Artes Visuais</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Seminário: Estudos Afro-Diaspóricos na Formação Docente</p>
</td>
<td>
<p>Adriana M. da Rocha Veiga, Valeska F. de Oliveira, Tânia M. Miorando</p>
</td>
<td>
<p>adrianaufsm@gmail.com</p>
</td>
<td>
<p>PPGE - Educação</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Direitos Humanos e Gênero / Diversidade e Direitos Humanos</p>
</td>
<td>
<p>Márcia Paixão</p>
</td>
<td>
<p>marcia.paixao@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>Pedagogia, Educação Especial e Mestrado Profissional</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Seminário Avançado de Pesquisa em Psicologia: Bases Epistemológicas e Éticas II</p>
</td>
<td>
<p>Ana Luiza Ferrer e colaboradores</p>
</td>
<td>
<p>ana-luiza-ferrer@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>Doutorado em Psicologia</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Gênero, Decolonialidade e Mobilidades</p>
</td>
<td>
<p>Mariana Selister Gomes</p>
</td>
<td>
<p>mariana.gomes@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong> Campi Externos</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:table --></p>
<figure>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Nome da Disciplina</strong>  </td>
<td><strong>Docente Responsável</strong>  </td>
<td><strong>E-mail para contato</strong>  </td>
<td><strong>Unidade / Curso</strong>  </td>
</tr>
<tr>
<td>Sociologia (DEF1100)  </td>
<td>Oscar Agustín Torres Figueredo  </td>
<td><a href="mailto:oscar.torres@ufsm.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">oscar.torres@ufsm.br</a>  </td>
<td>Campus Frederico Westphalen (Eng. Florestal)  </td>
</tr>
<tr>
<td>Relações Humanas e Diversidade  </td>
<td>Mariglei Severo Maraschin  </td>
<td>—  </td>
<td>CTISM (Redes de Computadores)  </td>
</tr>
</tbody>
</table>
</figure>
<p><!-- /wp:table --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Essa transversalidade se concretiza de forma significativa, ampliando as oportunidades de aprendizado e garantindo que os estudantes dominem além dos conteúdos técnicos, o aprendizado para desenvolver a habilidade de uma visão crítica e cidadã. Dessa maneira, cada aluno aprende a enxergar seu campo de atuação como parte de uma sociedade em que cada decisão profissional contribui aos poucos para a construção de uma sociedade mais inclusiva, democrática e justa.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Ao organizar e dar visibilidade a estas 24 disciplinas, a <strong>Casa Verônica</strong> deseja reafirmar seu papel estratégico como agente de transformação na UFSM, atuando na ponte entre as diretrizes políticas e a prática em sala de aula. Mais detalhes sobre as ementas, cargas horárias e os projetos pedagógicos estão disponíveis no <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/855/2022/01/Catalogo-de-Disciplinas-2022.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Catálogo de Disciplinas da UFSM</a>. </p>
<ul>
<li><strong><em>A planilha foi atualizada para contemplar duas devolutivas adicionais do formulário, registradas após o término do prazo.</em></strong></li>
</ul>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Texto e Arte - Fabiane Gomes e Arte (Bolsista Casa Verônica)5</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>		
													<img width="768" height="960" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/Disciplinas-para-o-Segundo-Semestre-2026-768x960.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Casa Verônica recebe pesquisadora da UFRGS para fortalecer parceria em pesquisa sobre saúde da população trans</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/07/09/casa-veronica-recebe-pesquisadora-da-ufrgs-para-fortalecer-parceria-em-pesquisa-sobre-saude-da-populacao-trans</link>
				<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 13:12:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Roda de Conversas]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=4860</guid>
						<description><![CDATA[Na manhã desta terça-feira, 7, a equipe da Casa Verônica recebeu a visita da Profa. Laura Cecília López, docente do Departamento de Saúde Coletiva da UFRGS para um encontro de diálogo e troca de experiências sobre o cuidado em saúde da população trans. O encontro, em formato de roda de conversa e compartilhamento de experiências, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Na manhã desta terça-feira, 7, a equipe da Casa Verônica recebeu a visita da Profa. Laura Cecília López, docente do Departamento de Saúde Coletiva da UFRGS para um encontro de diálogo e troca de experiências sobre o cuidado em saúde da população trans.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O encontro, em formato de roda de conversa e compartilhamento de experiências, contou com a presença de integrantes do Coletivo Trama, a administradora Bruna Loureiro Denkin e o assistente social Ricardo Pereira de Felippe e Monalisa Dias de Siqueira, professora adjunta e atual chefe do Departamento de Saúde Coletiva da UFSM.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Antropóloga e pesquisadora área da Saúde Coletiva, Laura López desenvolve pesquisas sobre interseccionalidade entre gênero, raça e sexualidade, com foco nas políticas públicas de saúde e nos direitos sexuais e reprodutivos. Durante o encontro, a pesquisadora apresentou seu projeto de pesquisa "Produção de cuidado gênero-sensível com a saúde e a vida de pessoas trans no Rio Grande do Sul", contemplado no edital Programa Pesquisa para o SUS (PPSUS), que irá desenvolver um importante pesquisa junto aos ambulatórios Trans do Estado.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<blockquote>
<p><em>O projeto será desenvolvido em parceria entre pesquisadoras da UFRGS e da UFSM e prevê o mapeamento da situação dos ambulatórios trans do Rio Grande do Sul, além de estudos de caso realizados nos serviços localizados em Porto Alegre, na Região Metropolitana e em Santa Maria.</em></p>
</blockquote>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O Trama UFSM<strong>,</strong> formado por estudantes trans da UFSM, também compartilho suas experiências e apresentou reflexões sobre o acesso aos serviços de saúde, os desafios vivenciados e as demandas relacionadas ao acolhimento e à garantia de direitos. Organizado em torno de pautas como acesso, permanência e visibilidade das pessoas trans na universidade, o coletivo desenvolve ações de formação, rodas de conversa e espaços de debate voltados à promoção da inclusão e do respeito à diversidade.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Ao reunir pesquisadoras, profissionais e integrantes do movimento estudantil, a atividade reforça a importância da participação social na construção coletiva do conhecimento, reconhecendo que as experiências e os saberes das pessoas diretamente envolvidas são essenciais para o desenvolvimento de pesquisas comprometidas com a realidade. A aproximação entre universidade, serviços de saúde e movimentos sociais fortalece a produção de conhecimento, a qualificação das políticas públicas e a promoção do direito à saúde da população trans.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p> </p>
<p>Texto e fotos: Fabiane Gomes - Bolsista Casa Verônica</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>		
													<img width="1024" height="883" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/Roda-de-ConversA_TODOS.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/Roda-de-Conversa.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/Roda-de-Conversa04-1024x768.jpeg" alt="" />													
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/Roda-de-Conversa-03-1024x768.jpeg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Tio Cida: tambores, memória e resistência negra</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/notorios-saberes/ultimas-noticias/tio-cida-tambores-memoria-e-resistencia-negra</link>
				<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 17:14:33 +0000</pubDate>
				
				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?page_id=4853</guid>
						<description><![CDATA[Mais do que construir instrumentos, Tio Cida transforma madeira, couro e memória em caminhos de transmissão ancestral e resistência cultural Fellipe H. Alves Medeiros Francisco Acidemar Nunes aprendeu cedo que a música nasce antes mesmo do instrumento existir. O apelido que virou marca de respeito em Caçapava do Sul não veio do &#8220;Francisco&#8221;. Nasceu de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1776" height="886" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/Legenda-da-foto_-Mais-do-que-construir-instrumentos-Tio-Cida-transforma-madeira-couro-e-memoria-em-caminhos-de-transmissao-ancestral-e-resistencia-cultural-3.jpg" alt="" />											<figcaption>Mais do que construir instrumentos, Tio Cida transforma madeira, couro e memória em caminhos de transmissão ancestral e resistência cultural</figcaption>
										</figure>
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.8;margin-left: 324pt;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;text-align: right">Fellipe H. Alves Medeiros</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Francisco Acidemar Nunes aprendeu cedo que a música nasce antes mesmo do instrumento existir. O apelido que virou marca de respeito em Caçapava do Sul não veio do "Francisco". Nasceu de uma brincadeira de escola: um amigo resolveu cruzar as letras do alfabeto com os números da sua data de nascimento. A conta deu "Cida". Ele gostou, adotou e, com o tempo, o nome ganhou o prefixo que sela o respeito comunitário: Tio Cida.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A caminhada começou em 4 de agosto de 1943. Filho de Antônio Ferreira e Julieta Nunes, Tio Cida cresceu em uma casa cheia, junto com 17 irmãos. O pai biológico, fã de carreiras de cavalo, morreu em uma confusão de cancha reta antes do filho nascer. Cida acabou criado pelo padrasto que, ao lado de Dona Julieta, vivia pelo Carnaval.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A família morava na Rua Barão, na última casa do trilho. Dali para baixo o que havia era campo aberto, potreiro e mato, onde o gado e as ovelhas pastavam. Foi nesse cenário que o menino começou a ver os desfiles que os parentes organizavam no pátio, aprendeu a dançar nos botequins da volta e fincou o pé no ritmo que daria sentido à sua vida.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Na infância em Caçapava, o som estava em qualquer canto. Como não havia dinheiro para comprar instrumentos profissionais, a gurizada da vizinhança se virava com o que dava: recolhiam latas vazias de azeite e de banha de vinte litros nas calçadas e faziam o batuque acontecer.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Aos poucos, a brincadeira virou técnica. Tio Cida passou a garimpar madeiras de móveis velhos jogados no lixo. Fundos de roupeiro eram os melhores; as tábuas finas, de três ou quatro milímetros, moldavam-se com facilidade. Para o couro, aproveitava os cabritos que a mãe criava. Ele lembra até hoje do trabalho pesado: esticar o couro, taquear, secar ao sol e raspar com paciência para tirar o pelo e a gordura antes de o bicho virar som. No início, não havia pretensão de venda. Era só o pretexto para movimentar uma rua onde quase nada acontecia.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Tudo mudou em 1953. Aos dez anos, Cida viajou a Porto Alegre para visitar os irmãos mais velhos e deu de cara com o carnaval da capital. No meio do desfile de uma escola de samba, um detalhe prendeu sua atenção: enquanto a maioria usava baquetas, um homem batia com as palmas das mãos em um tambor enorme, cônico e imponente. O menino não sabia o nome daquilo, mas guardou a imagem na cabeça. Voltou para Caçapava decidido a desenhar e montar aquela forma na sua oficina improvisada. Só no ano 2000, quase cinquenta anos depois, ao participar do Festival Cabobu (A Festa dos Tambores), em Pelotas e conversar com o músico Giba Giba, é que Tio Cida entendeu o que tinha feito na infância: sua intuição de guri o havia conectado diretamente ao Tambor de Sopapo, a grande marca da ancestralidade e da resistência negra no Sul.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A partir dos anos 1970, o conhecimento de Cida ganhou as escolas da região. Ele começou a montar bandas de percussão em colégios públicos como o Gnarte, Nossa Senhora da Assunção, Januária Leal  e Conego Ortiz . O trato era simples: as direções compravam o material e o Mestre ensinava os alunos da periferia, transformando a gurizada em ritmistas de primeira.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Em agosto de 1988, ano do centenário da abolição, ele deu um passo maior e criou o Grupo de Dança Afro-Brasileira Clara Nunes. Começaram em poucos,  cinco ou seis pessoas. Enfrentaram o racismo de quem torcia o nariz para um grupo formado majoritariamente por negros, mas fincaram pé. Sob a liderança de Cida, o grupo resistiu, virou referência na cidade e já formou mais de mil integrantes, incluindo as filhas e os netos do Mestre.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Cinco anos depois, em 5 de maio de 1993, ele abriu mais um espaço de quilombo urbano: fundou a Sociedade Recreativa Estrela do Mar. Como primeiro presidente, garantiu que a comunidade negra de Caçapava tivesse um teto para o samba, a capoeira e as festas religiosas, numa época em que o acesso aos clubes tradicionais da cidade ainda era veladamente negado aos negros. Mais tarde, sua liderança também o levou a presidir o conselho do Clube Recreativo Harmonia.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A disputa por esses territórios de alegria tinha suas tensões. O Mestre lembra bem de um carnaval em que a Estrela do Mar levou o título de campeã. Inconformado com a derrota, o presidente da escola rival, de patronato branco, pegou o troféu de segundo lugar e o arremessou no meio da multidão. Para Tio Cida, aquela imagem de desespero do preconceito só mostrava que o carnaval precisava continuar sendo uma trincheira de afirmação.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O reconhecimento como Mestre Artesão veio pelo fazer diário. Para ele, o título não serve para ficar na parede, mas para girar o conhecimento. Essa certeza virou o projeto "Som da Liberdade", em 2012, onde ensinou a fabricação e o toque de tambores para mais de 400 jovens da região. A iniciativa venceu prêmios do Ministério da Cultura e espalhou o sopapo pelo estado. O argumento do Mestre é curto e certeiro: "Tem que deixar nem que seja um para ensinar os outros também, depois".</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Sua relação com o tambor passa por uma compreensão profunda da história e da espiritualidade. Ele enxerga o instrumento como uma tecnologia antiga de comunicação: "É o nosso telegrama", explica, lembrando que na África o som cruzava quilômetros para avisar as tribos sobre nascimentos, festas ou perigos. Lembra também que, antes do parafuso e do ferro, os antigos usavam o fogo para escavar os troncos e a fibra da embira para amarrar o couro.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Essa sensibilidade sobra até no que sobra da rua. Quando vê galhos cortados nas podas das calçadas, Tio Cida junta os pedaços e, no canivete, vai limpando a madeira até que surja um passarinho, um santo ou um capoeirista. E ensina o respeito com o couro: “antes de tocar qualquer tambor, é preciso pedir licença e fazer um carinho na pele do instrumento, agradecendo o sacrifício do animal que garante a nossa festa. Para ele, os tambores são uma família: cada um tem um tamanho, uma voz e um jeito de falar, mas quando se juntam no terreiro, todos se entendem”.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O peso de carregar essa herança costuma emocionar o Mestre. Ele trabalha pelo que chama de "estalo", criando sem olhar para o relógio. Confessa que, quando terminou de montar seu primeiro Tambor de Sopapo legítimo e tirou o primeiro som dele, chorou sozinho na oficina. Ali mesmo, agradeceu aos que vieram antes pela missão recebida. Sabe que o ofício é um compromisso espiritual para não deixar a memória apagar.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Com os anos, as homenagens vieram em sequência. Ganhou o Prêmio Culturas Populares do Ministério da Cultura em 2018 e, no mesmo ano, virou enredo da Escola de Samba Unidos da São João. Sua persistência também foi o motor para que, em outubro de 2023, o Tambor de Sopapo recebesse o registro de Patrimônio Imaterial de Caçapava do Sul, colocando o município no mapa histórico do instrumento ao lado de Pelotas e Porto Alegre.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O trânsito de Cida pelas universidades mostra que o saber popular não deve pedir licença à academia. Convidado para debates e oficinas, o artesão inverte o jogo e mostra que quem está na sala de aula tem muito a aprender com quem está no chão de terra: a tradição serve para "levar esclarecimento a quem sabe que existe, mas não sabe por que e nem como". Como Patrono do Mês da Consciência Negra na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), ele deixou claro que a universidade precisa do conhecimento das raízes para ser, de fato, completa.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A entrega do título de Notório Saber pela universidade chancelou uma vida inteira dedicada à oralidade e ao afeto coletivo. Tio Cida repete que mestre de verdade se faz na prática e na comunidade; o diploma só assina embaixo daquilo que o povo já reconheceu na rua.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Hoje, aos 82 anos e longe das obrigações do trabalho formal, ele sorri ao dizer que "botou o relógio fora". Sem as amarras das horas do comércio, vive no tempo da criação e da memória. Seus tambores não são mercadoria; são a continuidade física dos que vieram antes, garantindo que o grave profundo do sopapo continue batendo forte no peito de Caçapava do Sul. <a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLAiR9ZaRusGg">CONFIRA A PLAYLIST</a></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Casa Verônica promove Roda de Conversa em parceria com o CCR</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/07/07/casa-veronica-promove-roda-de-conversa-em-parceria-com-ccr</link>
				<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 19:28:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>
		<category><![CDATA[rodas de conversa]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=4852</guid>
						<description><![CDATA[A Casa Verônica promoveu na última quinta-feira, 02 de julho, uma Roda de Conversa com o tema: “Gênero, poder e violência – O que você tem a ver com isso?” tendo como público de interesse os trabalhadores do serviço público do CCR/UFSM. O encontro aconteceu na Sala Cláudio Mussoi, no Centro de Ciências Rurais (CCR/UFSM) [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Casa Verônica promoveu na última quinta-feira, 02 de julho, uma Roda de Conversa com o tema: “Gênero, poder e violência – O que você tem a ver com isso?” tendo como público de interesse os trabalhadores do serviço público do CCR/UFSM. O encontro aconteceu na Sala Cláudio Mussoi, no Centro de Ciências Rurais (CCR/UFSM) e contou com a participação da advogada Elizandra Rodrigues Tatsch e do assistente social Ricardo Pereira de Felippe. A reflexão sobre as relações de gênero, os impactos do poder e as formas de violência presentes no cotidiano, reforça o papel da universidade como espaço de diálogo e transformação social.</p>
<!-- /wp:paragraph -->		
													<img width="768" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-03-at-10.45.29-768x768.jpeg" alt="" />													
													<img width="768" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/WhatsApp-Image-2026-06-25-at-09.38.34-768x768.jpeg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Um tempo de espera, um tempo de infância: extensão universitária que acolhe, brinca, humaniza e transforma</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/07/06/um-tempo-de-espera-um-tempo-de-infancia-extensao-universitaria-que-acolhe-brinca-humaniza-e-transforma</link>
				<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 19:20:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=4845</guid>
						<description><![CDATA[Na manhã gelada do quarto sábado de junho,  da Penitenciária Estadual de Santa Maria (PESM), sob um céu inicialmente nublado, o frio foi sendo suavizado pela presença curiosa das crianças, pelos olhares atentos e pelas descobertas compartilhadas. Realizada mensalmente durante o horário de visita de crianças a seus familiares privados de liberdade, essa ação é [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Na manhã gelada do quarto sábado de junho,  da <strong>Penitenciária Estadual de Santa Maria (PESM)</strong>, sob um céu inicialmente nublado, o frio foi sendo suavizado pela presença curiosa das crianças, pelos olhares atentos e pelas descobertas compartilhadas. Realizada mensalmente durante o horário de visita de crianças a seus familiares privados de liberdade, essa ação é idealizada pelo Observatório de Direitos Humanos (ODH/UFSM) e reafirma o compromisso da universidade com a defesa dos direitos das crianças.</p>		
													<img width="1024" height="634" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/image-e1783363699850-1024x634.jpeg" alt="" />													
		<p>É nesse contexto que, mensalmente, durante o horário de visita de crianças a seus familiares privados de liberdade na PESM, acontece uma ação idealizada pelo ODH da UFSM. Mais do que uma ação extensionista, trata-se de um compromisso ético da universidade com a promoção dos direitos das crianças, com a defesa da dignidade humana e com a construção de práticas que reconhecem as infâncias em sua potência, sensibilidade e capacidade de produzir cultura. Ao longo dos meses, aquele espaço de espera deixou de ser apenas um local de passagem, tornou-se um território de infância. Um lugar onde o tempo ganha outro significado, onde a ansiedade da espera é delicadamente atravessada pelo brincar, pela literatura, pela imaginação, pela arte e pelas relações que se constroem entre crianças.</p><p>Essa ação é fortalecida pelo envolvimento de projetos de extensão fomentados e incentivados pelo ODH, entre eles <strong>Experiências Literárias com Bebês e Crianças Bem Pequenas</strong>, desenvolvido pela Unidade de Educação Ipê Amarelo (UEIA) com apoio do FIEX, e <strong>Materiais que se Transformam em Brinquedos</strong>, também vinculado à Unidade e apoiado pelo Observatório. Juntos, os projetos constroem experiências que reconhecem o brincar como linguagem, a literatura como direito e a escuta das crianças como princípio educativo. Durante aproximadamente três horas, bebês, crianças e adolescentes encontram um ambiente cuidadosamente preparado para acolhê-los em sua integralidade.  Não se trata apenas de oferecer atividades para ocupar o tempo. Trata-se de reconhecer que aquele tempo também lhes pertence e que a infância não pode ser suspensa, mesmo quando atravessada por contextos de grande complexidade.</p><p style="text-align: left">As aprendizagens acontecem em gestos aparentemente simples, mas profundamente significativos. Surgem nas hipóteses construídas durante as brincadeiras, no olhar curioso que investiga cada material, nas mãos pequenas que exploram o brilho e o som do celofane, nos rostos que ganham novos personagens por meio da pintura facial e nas inúmeras possibilidades criadas com blocos de madeira, canos de PVC, cilindros e outros materiais naturais e de largo alcance. </p>
<p>Cada material disponibilizado carrega um convite silencioso para explorar o mundo. As mãos pequenas deslizam pelo brilho e pela textura do celofane, observam a transparência das cores, experimentam sons e movimentos. Os canos de PVC deixam de ser apenas tubos e transformam-se em  pontes, túneis ou instrumentos musicais. Os blocos de madeira tornam-se casas,  estradas e mundos imaginários. As materialidade ganham novas funções a cada olhar infantil, despertam hipóteses, perguntas e narrativas que somente as crianças são capazes de inventar. </p>		
													<img width="1024" height="958" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/image-1-e1783364030163-1024x958.jpeg" alt="" />													
													<img width="613" height="840" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/image-2-e1783364527868.jpeg" alt="" />													
		<p>Também há espaço para as histórias compartilhadas, para a pintura facial que transforma rostos em personagens, para os livros que circulam de colo em colo e para os diálogos que nascem espontaneamente entre uma brincadeira e outra. São pequenos acontecimentos que revelam a potência da infância e a extraordinária capacidade das crianças de reinventarem os espaços que habitam.</p><p>Ali, a espera deixa de ser apenas espera, ela se converte em experiência, em possibilidade, em encontro. Mais do que oferecer materialidades, esse espaço reafirma a dignidade das infâncias. Reconhece bebês e crianças como sujeitos de direitos, produtores de cultura, capazes de interpretar o mundo, construir conhecimentos, estabelecer vínculos, criar hipóteses, elaborar sentimentos e atribuir novos significados às experiências que vivem.</p><p>A cada encontro, também os adultos são transformados. Quem participa da ação extensionista aprende que acolher uma infância é muito mais do que organizar materiais ou propor brincadeiras. É disponibilizar presença. É oferecer tempo. É olhar nos olhos, escutar com sensibilidade e compreender que cada sorriso, cada gesto, cada silêncio e cada descoberta carregam histórias que merecem respeito.</p><p>É impossível permanecer o mesmo depois de testemunhar o brilho nos olhos de uma criança ao encontrar um livro que desperta sua curiosidade, ao observar a delicadeza com que mãos pequenas transformam objetos simples em brinquedos ou ao perceber que, por algumas horas, aquele espaço deixa de ser marcado pela espera e passa a ser ocupado pela alegria de ser criança. O sorriso espontâneo diante de uma história compartilhada ou a delicadeza de mãos pequenas que, ao tocar um objeto, parecem reinventar não apenas aquele material, mas também o próprio mundo.</p>		
													<img width="628" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/image-4-e1783365026740-628x1024.jpeg" alt="" />													
													<img width="829" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/image-5-e1783365171627-829x1024.jpeg" alt="" />													
													<img width="409" height="652" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/image-e1783619826291.jpg" alt="" />													
		<p>Talvez seja essa uma das maiores contribuições da extensão universitária: construir pontes entre a universidade e a comunidade, aproximando o conhecimento acadêmico das realidades sociais e produzindo experiências que transformam a todos os envolvidos. Não apenas porque ensinam, mas porque sensibilizam; aprendem com as histórias, os afetos e as formas de existir de cada criança. Estar com as infâncias na PESM é reafirmar, a cada encontro, que o direito de brincar, imaginar, criar, ler, explorar e ser acolhido não conhece muros. É reconhecer que toda criança merece viver experiências de cuidado, pertencimento e dignidade, independentemente do contexto em que se encontre. Porque a infância continua existindo mesmo nos lugares de espera. E quando encontra adultos dispostos a acolhê-la com respeito, sensibilidade e compromisso, transforma não apenas o tempo, mas também as pessoas e os espaços que habita.</p><p><strong>Texto:</strong> Jane Schumacher, Chefe ODH/UFSM.</p><p><strong>Revisão:</strong> Kelly Duarte, Bolsista de Comunicação ODH/UFSM.</p><p><b>Imagens:</b> Acervo dos projetos de extensão Experiências Literárias com Bebês e Crianças bem pequenas (FIEX/UFSM) e Materiais que se Transformam em Brinquedos (ODH/UFSM).</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM instala placas inclusivas em banheiros para pessoas cis, trans e não-binárias</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/06/30/ufsm-instala-placas-inclusivas-em-banheiros-para-pessoas-cis-trans-e-nao-binarias</link>
				<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 14:08:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade de Gênero]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=4809</guid>
						<description><![CDATA[Neste mês de junho, iniciou a instalação de placas inclusivas nos banheiros dos centros do campus sede, contemplando pessoas cis, trans e não-binárias. A iniciativa busca promover ambientes mais acolhedores e respeitosos, em consonância com a Política de Igualdade de Gênero da instituição. Algumas unidades foram confeccionadas em parceria com o Gabinete da Reitoria e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Neste mês de junho, iniciou a<strong> instalação de placas inclusivas</strong> nos banheiros dos centros do campus sede, <strong>contemplando pessoas cis, trans e não-binárias.</strong> A iniciativa busca <strong>promover ambientes mais acolhedores e respeitosos</strong>, em consonância com a <strong>Política de Igualdade de Gênero da instituição</strong>. Algumas unidades foram confeccionadas em parceria com o Gabinete da Reitoria e estão sendo distribuídas entre Centros Acadêmicos, prédios vinculados às Pró-Reitorias e campi fora de sede.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Tal iniciativa está em consonância com o disposto na Política de Igualdade de Gênero que prevê a identificação das placas dos banheiros obedecendo a <strong>Resolução CND/LGBT nº 12 de 2015, artigo 6º, da Constituição Federal</strong>, que estabelece parâmetros para <em>"a garantia das condições de acesso e permanência de pessoas travestis e transexuais - e todas aquelas que tenham sua identidade de gênero não reconhecida em diferentes espaços sociais - nos sistemas e instituições de ensino, formulando orientações quanto ao reconhecimento institucional da identidade de gênero e sua operacionalização".</em></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>As placas foram <strong>desenvolvidas pela Casa Verônica</strong>, após aprovação pelo <strong>Comitê de Igualdade de Gênero da UFSM (CIG), </strong>tomando como <strong>referência a experiência da FURG</strong>, compartilhada pela <strong>professora Ali Machado, </strong>egressa da UFSM. Além disso, as artes gráficas das placas estão disponíveis para toda a comunidade acadêmica que desejar confeccionar novas unidades com recursos próprios, ampliando a sinalização de espaços mais inclusivos e respeitosos à diversidade.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Link para as placas <a href="https://drive.google.com/drive/folders/10C-wNucgMj7q8CwpYjV67KTldIlTbmSz?usp=drive_link" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FolderGoogle Drive File</a></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Link da noticia da FURG: <a href="https://www.furg.br/noticias/noticias-institucional/furg-da-inicio-a-colocacao-de-placas-de-banheiros-para-pessoas-cis-trans-e-nao-binarias" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FurgFURG dá início à colocação de placas de banheiros para pessoas cis, trans e não-binárias</a></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>#Inclusão #IgualdadeGêneros #Diversidade #UFSM</p>
<p> </p>
<p>Texto: <em>Fabiane Gomes</em><strong> - </strong>Imagens: <em>Fabiane Gomes e Gabrielli Rodrigues (Bolsistas Casa Verônica)</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->		
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/UFSM-instala-placas-inclusivas-em-banheiros-para-pessoas-cis-trans-e-nao-binarias-1-819x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/Casa-Veronica-819x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>74/2026 - SELEÇÃO DE APOIO A PARTICIPAÇÃO NO XIV CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISADORES/AS NEGROS/AS - XIV COPENE 2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/editais/074-2026</link>
				<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 14:13:47 +0000</pubDate>
				
				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?post_type=editais&#038;p=4804</guid>
						<description><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A Coordenação do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas  torna pública a seleção de Estudante, Docente e Técnica/o Administrativa/o em Educação para participação no </span><span style="font-weight: 400">XIV Congresso Brasileiros de Pesquisadores/as Negros/as &#8211; XIV COPENE.</span></p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><span style="font-weight: 400">A Coordenação do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas  torna pública a seleção de Estudante, Docente e Técnica/o Administrativa/o em Educação para participação no </span><span style="font-weight: 400">XIV Congresso Brasileiros de Pesquisadores/as Negros/as &#8211; XIV COPENE.</span></p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Viva o Campus do Orgulho 2026 celebra diversidade com música e feira LGBTQIAPN+</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/06/23/viva-o-campus-do-orgulho-2026-celebra-diversidade-com-musica-e-feira-lgbtqiapn</link>
				<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:10:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade de Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Viva o Campus do Orgulho]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=4737</guid>
						<description><![CDATA[No último domingo, 14 de junho, o Largo do Planetário da UFSM recebeu o Viva o Campus Especial do Orgulho LGBTQIAPN+, reunindo cerca de 6.500 pessoas em uma tarde marcada por diversidade, cultura e acolhimento. O evento contou com apresentações artísticas de Clariana e da Banda O Jeito Delas, que emocionaram o público com música [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>No último domingo, 14 de junho, o Largo do Planetário da UFSM recebeu o Viva o Campus Especial do Orgulho LGBTQIAPN+, reunindo cerca de 6.500 pessoas em uma tarde marcada por diversidade, cultura e acolhimento.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>O evento contou com apresentações artísticas de Clariana e da Banda O Jeito Delas, que emocionaram o público com música e representatividade. Além disso, a Feira LGBTQIAPN+ trouxe 17 expositores com produtos variados, incluindo brechó de roupas sustentáveis, crochê, tricô, macramê, amigurumis, acessórios de miçangas, artesanato em biscuit, ilustrações digitais e tradicionais, brinquedos e pelúcias.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Mais uma vez, o Viva o Campus do Orgulho consolidou-se como um espaço de celebração e reflexão, reafirmando o compromisso da UFSM com a promoção da igualdade de gênero, dos direitos humanos e da cultura inclusiva.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p> </p>
<p> </p>
<p>Texto: <em>Fabiane Gomes</em></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Fotos: <em>Fabiane Gomes e Gabrielli Rodrigues dos Santos</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7259-1-150x150.jpg" alt="IMG_7259" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7258-150x150.jpg" alt="IMG_7258" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7262-1-150x150.jpg" alt="IMG_7262" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7287-1-150x150.jpg" alt="IMG_7287" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7290-1-150x150.jpg" alt="IMG_7290" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7288-1-150x150.jpg" alt="IMG_7288" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7283-1-150x150.jpg" alt="IMG_7283" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7276-1-150x150.jpg" alt="IMG_7276" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7291-1-150x150.jpg" alt="IMG_7291" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7277-1-150x150.jpg" alt="IMG_7277" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7310-1-150x150.jpg" alt="IMG_7310" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7309-1-2-150x150.jpg" alt="IMG_7309 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7299-1-150x150.jpg" alt="IMG_7299" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7250-1-150x150.jpg" alt="IMG_7250" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7272-1-1-150x150.jpg" alt="IMG_7272 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7276-1-1-150x150.jpg" alt="IMG_7276 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7298-1-1-150x150.jpg" alt="IMG_7298 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7236-1-150x150.jpg" alt="IMG_7236" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7301-1-150x150.jpg" alt="IMG_7301" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7285-1-150x150.jpg" alt="IMG_7285" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7247-1-150x150.jpg" alt="IMG_7247" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7248-150x150.jpg" alt="IMG_7248" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7263-150x150.jpg" alt="IMG_7263" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7272-1-150x150.jpg" alt="IMG_7272" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7307-150x150.jpg" alt="IMG_7307" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7269-150x150.jpg" alt="IMG_7269" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7281-150x150.jpg" alt="IMG_7281" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7255-150x150.jpg" alt="IMG_7255" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7277-150x150.jpg" alt="IMG_7277" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/IMG_7287-150x150.jpg" alt="IMG_7287" /></figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projetos contemplados no Edital nº 005/2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/06/23/projetos-contemplados-no-edital-no-005-2026</link>
				<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:40:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade de Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=4735</guid>
						<description><![CDATA[A Casa Verônica, por meio da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, anunciou os resultados do Edital nº 005/2026, que tem como objetivo fomentar ações de extensão e desenvolvimento institucional voltadas à promoção da igualdade de gênero e ao enfrentamento das violências. Neste ano, seis projetos receberam apoio financeiro, com a concessão de 6 bolsas (2 [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Casa Verônica, por meio da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, anunciou os resultados do Edital nº 005/2026, que tem como objetivo fomentar ações de extensão e desenvolvimento institucional voltadas à promoção da igualdade de gênero e ao enfrentamento das violências.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Neste ano, <strong>seis projetos</strong> receberam apoio financeiro, com <strong>a concessão de 6 bolsas </strong>(2 de pós-graduação e 4 de graduação), totalizando <strong>R$ 28.000,00 </strong>em recursos internos da UFSM. Além disso, <strong>duas ações </strong>foram deferidas sem apoio financeiro.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Conheça os Projetos Contemplados</strong></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>TRANSVER – Ações performáticas junto à comun</strong>idade trans de Santa Maria <em>(coord. Daniel Reis Plá)</em></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Práticas Educativas em Gênero e Saúde</strong> <em>(coord. Fernanda Beheregaray Cabral)</em></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Conexões Maternas</strong> <em>(coord. Fernanda Sagrilo Andres)</em></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Fórum de enfrentamento à violência contra mulheres</strong> <em>(coord. Laura Ferreira Cortes)</em></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>GIDH – Programa de Extensão em Gênero e Direitos Humanos</strong> <em>(coord. Mariana Selister Gomes)</em></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Discutindo gênero</strong> <em>(coord. Phillip Vilanova Ilha)</em></p>
<p>Confira o<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/editais/005-2026"> Edital de Apoio às Ações da Casa Verônica na íntegrada</a>: </p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><em>Além das ações de extensão, a Casa Verônica também desenvolve um projeto institucional voltado à comunidade acadêmica interna, com foco em mães universitárias e servidoras.</em></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>As iniciativas contempladas reforçam o compromisso da UFSM com a promoção da igualdade de gênero, a defesa dos direitos humanos e o enfrentamento às violências, atuando diretamente junto à comunidade externa em escolas e serviços de saúde.</p>
<p> </p>
<p>Texto e Imagem: Fabiane Gomes</p>
<!-- /wp:paragraph -->		
													<img width="768" height="960" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/edital-de-fomento-CASA-VERONICA-Inscricoes-03022026-a-16032026-Inscricoes-03022026-a-16032026-Inscricoes-03022026-a-16032026-0052026-1-768x960.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Casa Verônica lança Edital de Chamada Pública nº 062/2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/06/23/casa-veronica-lanca-edital-de-chamada-publica-no-062-2026</link>
				<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:09:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[e-book]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=4731</guid>
						<description><![CDATA[A Casa Verônica (CV), vinculada à Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, o Observatório de Direitos Humanos (ODH) e a Coordenadoria de Cidadania (COCID), publicou no início do mês de junho, o Edital nº 062/2026, que convoca a comunidade acadêmica e externa para a submissão de textos inéditos destinados ao e-book “Memórias e Práticas de Gênero: [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A Casa Verônica (CV), vinculada à Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, o Observatório de Direitos Humanos (ODH) e a Coordenadoria de Cidadania (COCID), publicou no início do mês de junho, o Edital nº 062/2026, que convoca a comunidade acadêmica e externa para a submissão de textos inéditos destinados ao e-book “Memórias e Práticas de Gênero: Experiências da Casa Verônica e do Grupo Temático de Gênero na promoção da igualdade (2024-2025)”.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O objetivo é registrar e divulgar experiências, práticas e ações desenvolvidas nos projetos fomentados pela Casa Verônica nos anos de 2024 e 2025, fortalecendo a memória institucional e ampliando a circulação de conhecimentos sobre igualdade de gênero, direitos humanos e enfrentamento às violências.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Os textos poderão ser submetidos em cinco categorias:</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Categoria 1 - Relatos de experiência</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Categoria 2 - Ensaios e reflexões</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Categoria 3 - Guias práticos e metodológicos</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Categoria 4 - Infográficos e sínteses visuais</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Categoria 5 - Cartas e narrativas reflexivas</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Poderão participar deste edital, as Coordenadoras(es) de projetos; Estudantes bolsistas e voluntários(as); Servidoras(es) técnico-administrativos(as) e Integrantes da comunidade externa vinculados às ações</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A submissão dos materiais podem ser feitas a partir do dia <strong>9 de junho à 6 de julho.</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A publicação busca consolidar práticas e reflexões desenvolvidas no âmbito do Grupo Temático de Gênero da UFSM, promovendo a igualdade e fortalecendo o papel da extensão universitária na defesa dos direitos humanos.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Mais informações e acesso ao edital completo estão disponíveis no site da UFSM - <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/editais/062-2026" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ufsm062/2026 - EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA Nº 062/2026 – CASA VERÔNICA/PRE/ODH-UFSM</a>.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Participe e ajude a construir a memória coletiva das ações de promoção da igualdade de gênero na UFSM!</p>
<p> </p>
<p>Texto: Fabiane Gomes</p>
<p>Imagens: Gabrielli Rodrigues dos Santos</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>		
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-23-at-10.03.29-819x1024.jpeg" alt="" />													
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-23-at-10.03.30-819x1024.jpeg" alt="" />													
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-23-at-10.03.30-1-819x1024.jpeg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>006/2026 - edital seleção de bolsista Forum de enfrentamento à violência contra mulher</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/editais/006-2026-2</link>
				<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 19:33:42 +0000</pubDate>
				
				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?post_type=editais&#038;p=4712</guid>
						<description><![CDATA[<p>Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria, por meio do Observatório de Direitos Humanos, torna pública a abertura de inscrições para seleção de acadêmicos(as) dos níveis técnico, graduação e pós-graduação da UFSM para Bolsa de Extensão Universitária, conforme Resolução Resolução N. 176/2024.</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria, por meio do Observatório de Direitos Humanos, torna pública a abertura de inscrições para seleção de acadêmicos(as) dos níveis técnico, graduação e pós-graduação da UFSM para Bolsa de Extensão Universitária, conforme Resolução Resolução N. 176/2024.</p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>062/2026 - EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA Nº 062/2026 – CASA  VERÔNICA/PRE/ODH-UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/editais/062-2026</link>
				<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 17:36:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[e-book]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[manuscritos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?post_type=editais&#038;p=4698</guid>
						<description><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400">Convocação para submissão de textos inéditos para compor o E-book: </span><b>Memórias e Práticas de Gênero: </b><b><i>Experiências da Casa Verônica e do Grupo Temático de Gênero na promoção da igualdade (2024-2025)</i></b><b> </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">A Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Casa Verônica (CV), do Observatório de Direitos Humanos (ODH) e da Coordenadoria de Cidadania (COCID), torna pública a presente Chamada para seleção de textos que integrarão a publicação digital provisoriamente intitulada “</span><b>Memórias e Práticas de Gênero:</b> <i><span style="font-weight: 400">Experiências da Casa Verônica e do Grupo Temático de Gênero na promoção da igualdade (2024-2025)”</span></i><span style="font-weight: 400"> , voltada ao registro e à divulgação das experiências, práticas e ações desenvolvidas no âmbito dos projetos fomentados pelos editais da Casa Verônica nos anos de 2024 e 2025.</span></p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <h2><span style="font-weight: 400">Convocação para submissão de textos inéditos para compor o E-book: </span><b>Memórias e Práticas de Gênero: </b><b><i>Experiências da Casa Verônica e do Grupo Temático de Gênero na promoção da igualdade (2024-2025)</i></b><b> </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">A Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Casa Verônica (CV), do Observatório de Direitos Humanos (ODH) e da Coordenadoria de Cidadania (COCID), torna pública a presente Chamada para seleção de textos que integrarão a publicação digital provisoriamente intitulada “</span><b>Memórias e Práticas de Gênero:</b> <i><span style="font-weight: 400">Experiências da Casa Verônica e do Grupo Temático de Gênero na promoção da igualdade (2024-2025)”</span></i><span style="font-weight: 400"> , voltada ao registro e à divulgação das experiências, práticas e ações desenvolvidas no âmbito dos projetos fomentados pelos editais da Casa Verônica nos anos de 2024 e 2025.</span></p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Mestre Militar: ancestralidade, capoeira e transformação social</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/notorios-saberes/ultimas-noticias/mestre-militar-ancestralidade-capoeira-e-transformacao-social</link>
				<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 20:13:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[neabi]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notórios saberes]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?page_id=4691</guid>
						<description><![CDATA[Mais do que luta, a capoeira de Mestre Militar é ancestralidade, solidariedade, identidade e transformação coletiva. Fellipe H. Alves Medeiros Luiz Antônio Loreto aprendeu cedo que a capoeira não nasce apenas no corpo, mas também na escuta, na memória e na convivência. Conhecido em Santa Maria e na região central do Rio Grande do Sul [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1672" height="941" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/Ilustracao-–-Opcao-2.jpg" alt="" />											<figcaption>Mais do que luta, a capoeira de Mestre Militar é ancestralidade, solidariedade, identidade e transformação coletiva.</figcaption>
										</figure>
		<!-- wp:paragraph {"align":"right"} -->
<p><em>Fellipe H. Alves Medeiros</em></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p style="text-align: justify">Luiz Antônio Loreto aprendeu cedo que a capoeira não nasce apenas no corpo, mas também na escuta, na memória e na convivência. Conhecido em Santa Maria e na região central do Rio Grande do Sul como Mestre Militar, ele transformou a roda em espaço de acolhimento, resistência e ensino coletivo. Há 35 anos vem dedicados integralmente à capoeira, sua trajetória carrega marcas da oralidade, da cultura afro-brasileira e da vida comunitária construída na Vila Urlândia, bairro onde nasceu e cresceu entre rodas de samba, brincadeiras de rua e os primeiros contatos com a arte que definiria sua história.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p style="text-align: justify">Antes mesmo de pleitear o reconhecimento acadêmico por meio do projeto Notórios Saberes, Luiz Antônio Loreto já era mestre nas ruas, nas comunidades e nas rodas de capoeira. Em Santa Maria, seu nome atravessa bairros, escolas e praças públicas ao som do berimbau e na formação de gerações inteiras de capoeiristas. Conhecido como Mestre Militar, construiu, ao longo de 35 anos ininterruptos dedicados à capoeira, uma trajetória marcada pela resistência negra, pela educação popular e pela transformação social.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p style="text-align: justify">Na Vila Urlândia, onde nasceu e cresceu em uma família de 14 irmãos, a capoeira apareceu ainda na infância, entre brincadeiras de rua, rodas de samba e os treinos conduzidos pelo Mestre Biriba no pátio da igreja do bairro. Sem condições financeiras para frequentar academias, começou aprendendo da forma mais antiga: observando. O olhar atento para os movimentos, para a musicalidade e para os mais velhos transformou-se, aos poucos, em uma compreensão profunda da capoeira como herança ancestral e prática coletiva.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p style="text-align: justify">Hoje, aos 52 anos, Mestre Militar é reconhecido como uma das principais referências da capoeira de rua e da cultura afro-brasileira na região central do Rio Grande do Sul. Sua trajetória integra o projeto “Notórios Saberes”, da Universidade Federal de Santa Maria, iniciativa é reconhecido como um dos mestres e mestras cujos conhecimentos foram construídos pela prática, pela tradição oral e pelo compromisso com a comunidade.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p style="text-align: justify">Segundo registros do Portal da Capoeira/IPHAN, iniciou sua trajetória em 1989, passou a ministrar aulas em 1995 e recebeu oficialmente o título de mestre em 2016. Formado por Mestre Biriba, ligado ao Grupo Oxóssi, carrega uma linhagem que conecta Santa Maria às raízes históricas da capoeira baiana, passando por nomes como Mestre Índio da Bahia, Mestre Valdemar da Paixão, Mestre Pelé da Bomba e Mestre Besouro. Para ele, a capoeira é uma árvore viva de memória, em que cada geração mantém acesa a experiência daqueles que vieram antes.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p style="text-align: justify">Para Mestre Militar, a capoeira nunca foi apenas luta ou esporte. “Capoeira é família”, costuma dizer. A frase resume uma filosofia construída dentro e fora da roda: ninguém cresce sozinho. Em seus relatos, lembra que, após perder uma irmã em um período de dificuldades financeiras, foi acolhido pelo próprio mestre, que permitiu que continuasse treinando sem pagar mensalidade. O gesto marcou profundamente sua formação e moldou a maneira como passou a enxergar o grupo de capoeira: como um espaço de cuidado coletivo, solidariedade e pertencimento.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p style="text-align: justify">Em 2002, após anos de formação no Grupo Oxóssi, fundou a Associação de Capoeira de Rua Berimbau, em Santa Maria. A iniciativa nasceu do desejo de aproximar novamente a capoeira da comunidade e dos espaços públicos. Naquele período, o mestre percebia que muitas rodas haviam migrado para academias e clubes fechados, afastando-se da periferia e das ruas onde historicamente se desenvolveram. Ao ocupar praças e espaços públicos da cidade, como o Calçadão, Mestre Militar reafirmou a capoeira como prática popular, acessível e coletiva.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p style="text-align: justify">A associação expandiu suas atividades para outras cidades do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e também para a Argentina, onde mantém grupos em Buenos Aires e Santa Fe. Parte dessa internacionalização aconteceu através da relação construída com a Universidade Federal de Santa Maria. Segundo o mestre, muitos intercambistas conheceram a capoeira na cidade e levaram para outros países uma prática menos comercial e mais ligada à identidade social e comunitária.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p style="text-align: justify">Essa conexão com a universidade tornou-se uma das marcas de sua trajetória. Participando de projetos de extensão, palestras e atividades acadêmicas, Mestre Militar construiu parcerias com cursos como Medicina, Letras, Matemática, Publicidade e Odontologia. Todos os semestres, estudantes visitam a comunidade para compreender, através da convivência, as realidades sociais da periferia, da população negra e das práticas coletivas de cuidado. Para o mestre, essa troca rompe hierarquias tradicionais do conhecimento: dentro da roda, a universidade também aprende.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p style="text-align: justify">A Associação Berimbau tornou-se também um espaço de inclusão social e formação cidadã. Sem barreiras financeiras, religiosas ou de gênero, o trabalho desenvolvido pelo mestre busca fortalecer vínculos comunitários e combater preconceitos historicamente reproduzidos dentro e fora das rodas. Ele destaca a importância de transformar tradições que naturalizavam machismo e homofobia, defendendo uma capoeira baseada no respeito, na escuta e na valorização da presença feminina.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p style="text-align: justify">Sua atuação comunitária ultrapassa a capoeira. Na Vila Urlândia, ajudou a estruturar projetos ligados à saúde coletiva, à distribuição de alimentos, a oficinas culturais, a atividades com idosos e à formação de jovens. Um dos exemplos mais simbólicos é a criação da horta comunitária, surgida a partir de estudos sobre ervas medicinais e conhecimentos ancestrais compartilhados pelos moradores mais velhos da comunidade. O espaço tornou-se ponto de encontro, segurança alimentar e integração social.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p style="text-align: justify">Durante a pandemia, a associação funcionou como centro de apoio para famílias da região. Mesmo com os treinos suspensos presencialmente, o grupo manteve o acompanhamento das crianças, a distribuição de materiais e o suporte comunitário. Para Mestre Militar, o desafio sempre foi impedir que a juventude fosse “aliciada” pela violência e fortalecer caminhos de pertencimento através da cultura.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p style="text-align: justify">Sua pedagogia nasce da experiência cotidiana. Uma das histórias que mais o marcou aconteceu durante aulas em uma escola pública, quando descobriu que um aluno chegava atrasado porque precisava permanecer em casa protegendo a irmã de agressões domésticas. O episódio transformou sua visão sobre educação e desigualdade social. “Não existe educação igual para todos quando as construções sociais são diferentes”, afirma.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p style="text-align: justify">Essa dimensão humana atravessa também a musicalidade da capoeira. Mestre Militar incentiva seus alunos a comporem cantigas próprias como forma de preservar memória, identidade negra e consciência histórica. Em uma de suas composições, canta:</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><em>“Eu sou negro descendente de Zumbi</em><em><br /></em><em> O rei negro de Palmares</em><em><br /></em><em> Pelo negro ele lutou</em><em><br /></em><em> Eu sou negro hoje livre sim senhor.”</em></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p style="text-align: justify">A música continua denunciando o preconceito sofrido por praticantes da capoeira, frequentemente associados à marginalidade, mas reafirma a roda como espaço de amizade, paz e dignidade.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p style="text-align: justify">Essa visão acompanha o reconhecimento da capoeira como Patrimônio Cultural Imaterial pelo IPHAN, em 2008, e pela UNESCO, em 2014. Para Mestre Militar, a capoeira ultrapassa o movimento corporal: ela é também instrumento de educação, alfabetização cultural e fortalecimento da identidade negra. Por meio da musicalidade, das cantigas e da literatura de cordel, ensina seus alunos a compreenderem a própria história e a preservarem a memória afro-brasileira.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p style="text-align: justify">O reconhecimento de Mestre Militar pelo projeto “Notórios Saberes” representa mais do que um título acadêmico. É o reconhecimento de uma trajetória construída pela oralidade, pela ancestralidade e pela experiência coletiva. Sua história reafirma a capoeira como patrimônio cultural, instrumento educativo e forma de resistência negra que continua viva nas ruas, nas comunidades e nas novas gerações formadas dentro da roda.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p style="text-align: justify">Mais do que ensinar movimentos, Mestre Militar construiu uma roda em que a capoeira se torna espaço de pertencimento, aprendizado e transformação coletiva. Sua presença no projeto “Notórios Saberes” reconhece uma trajetória que mantém viva, em Santa Maria, a força da oralidade, da cultura popular e da ancestralidade negra.</p>
<p><strong><a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLqSe1CLHkJ24599r6_Vq6BAnfylZKRsrc">CONFIRA A PLAYLIST  NO YOUTUBE</a></strong></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Últimas Notícias</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/notorios-saberes/ultimas-noticias</link>
				<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 20:08:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[neabi]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notórios saberes]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?page_id=4690</guid>
						<description><![CDATA[Últimas Notícias Mestre Militar: ancestralidade, capoeira e transformação social por Fellipe H. Alves Medeiros Tio Cida: tambores, memória e resistência negra por Fellipe H. Alves Medeiros]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/notorios-saberes">
								</a>
		<h5>Últimas Notícias</h5>		
														<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/notorios-saberes/ultimas-noticias/mestre-militar-ancestralidade-capoeira-e-transformacao-social">
							<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/Ilustracao-–-Opcao-2-1024x576.jpg" alt="" />								</a>
		<h1><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/notorios-saberes/ultimas-noticias/mestre-militar-ancestralidade-capoeira-e-transformacao-social">Mestre Militar: ancestralidade, capoeira e transformação social</a></h1><p style="text-align: right"><em>por Fellipe H. Alves Medeiros</em></p><h1><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/notorios-saberes/ultimas-noticias/tio-cida-tambores-memoria-e-resistencia-negra" data-wplink-edit="true">Tio Cida: tambores, memória e resistência negra</a></h1><p style="text-align: right"><em>por Fellipe H. Alves Medeiros</em></p>		
														<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/notorios-saberes/ultimas-noticias/tio-cida-tambores-memoria-e-resistencia-negra">
							<img width="1024" height="511" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/Legenda-da-foto_-Mais-do-que-construir-instrumentos-Tio-Cida-transforma-madeira-couro-e-memoria-em-caminhos-de-transmissao-ancestral-e-resistencia-cultural-1024x511.jpg" alt="" />								</a>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Acervo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/notorios-saberes/acervo</link>
				<pubDate>Tue, 26 May 2026 20:36:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[neabi]]></category>
		<category><![CDATA[notórios saberes]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?page_id=4667</guid>
						<description><![CDATA[Acervo Mestre Militar é mestre de capoeira e compartilha sua trajetória e as raízes que sustentam seu aprendizado. Ao falar sobre sua linhagem, ele aponta os limites da memória e destaca a oralidade como base da capoeira. Mesmo sem documentação, esse conhecimento segue vivo, atravessando gerações. Mais do que prática, a capoeira se mantém como [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/notorios-saberes">
								</a>
		<h5>Acervo</h5>		
														<a href="https://www.youtube.com/watch?v=jvJrappm9CM&#038;list=PLqSe1CLHkJ24599r6_Vq6BAnfylZKRsrc">
							<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/06/Ilustracao-–-Opcao-1-1024x576.jpg" alt="" />								</a>
		<p style="text-align: justify"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=jvJrappm9CM&amp;list=PLqSe1CLHkJ24599r6_Vq6BAnfylZKRsrc">Mestre Militar é mestre de capoeira e compartilha sua trajetória e as raízes que sustentam seu aprendizado. Ao falar sobre sua linhagem, ele aponta os limites da memória e destaca a oralidade como base da capoeira. Mesmo sem documentação, esse conhecimento segue vivo, atravessando gerações. Mais do que prática, a capoeira se mantém como resistência, preservando princípios, conectando culturas e formando identidades. CLIQUE AQUI E CONFIRA A PLAYLIST </a></p><p><a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLAiR9ZaRusGg">Tio Cida compartilha suas memórias sobre a cultura afro-gaúcha e os saberes construídos ao longo da vida através da música, da oralidade e da convivência comunitária. CLIQUE AQUI E CONFIRA A PLAYLIST</a></p>		
														<a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLAiR9ZaRusGg">
							<img width="1024" height="511" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/Legenda-da-foto_-Mais-do-que-construir-instrumentos-Tio-Cida-transforma-madeira-couro-e-memoria-em-caminhos-de-transmissao-ancestral-e-resistencia-cultural-4-1024x511.jpg" alt="" />								</a>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Muros de concreto, mãos de afeto: o dia que o pátio da prisão virou espaço de leitura e brincadeira em Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/05/25/muros-de-concreto-maos-de-afeto-o-dia-em-que-o-patio-da-prisao-virou-espaco-de-leitura-e-brincadeira-em-santa-maria</link>
				<pubDate>Mon, 25 May 2026 20:19:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=4657</guid>
						<description><![CDATA[A cena, se isolada em uma fotografia fechada, lembraria a rotina de qualquer praça ou parque de Santa Maria em uma tarde ensolarada. Um pai, com os olhos atentos enquanto desenha com a filha que observa. Mas o cenário ao redor dessa imagem de afeto não era feito de árvores ou gramados. O espaço era [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="900" height="505" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-07-22-at-14.29.28.jpeg" alt="" />													
		<p>A cena, se isolada em uma fotografia fechada, lembraria a rotina de qualquer praça ou parque de Santa Maria em uma tarde ensolarada. Um pai, com os olhos atentos enquanto desenha com a filha que observa. Mas o cenário ao redor dessa imagem de afeto não era feito de árvores ou gramados. O espaço era cercado por concreto cinza, grades e rígidas estruturas de segurança. No último dia 23 de maio, de forma inédita na região, o pátio de uma das galerias da <strong>Penitenciária Estadual de Santa Maria (PESM)</strong> deixou temporariamente a rigidez da rotina prisional para se transformar em um território de escuta, infância e reencontro familiar.</p><p>A iniciativa foi promovida pelo Observatório de Direitos Humanos da UFSM, vinculado à Coordenadoria de Cidadania da Pró-Reitoria de Extensão, em parceria com o projeto “<strong>Materiais que Transformam Brinquedos</strong>”, coordenado pela professora Jucemara Antunes. A ação busca romper o silêncio e a distância que frequentemente marcam o sistema prisional, apostando na humanização e no fortalecimento dos vínculos familiares como caminhos de transformação social.</p>		
			<h2>“Os materiais que viram brinquedos, o pátio que vira memória”</h2>		
													<img width="395" height="495" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-07-22-at-14.30.06.jpeg" alt="" />													
		<p>Desde setembro de 2025, a iniciativa já acolhia famílias na recepção da penitenciária, humanizando o período de espera antes das visitas. Em maio, porém, a ação atravessou uma barreira física e simbólica importante: cruzou os portões da instituição e chegou ao espaço de convivência das pessoas privadas de liberdade. Para colorir o chão cinza da galeria, a equipe levou brinquedos lúdicos e pedagógicos produzidos a partir de materiais reutilizáveis. Canos de PVC, carrinhos, papéis, lápis e livros infantis ganharam novos significados em uma missão simples e profunda: contribuir para a reconstrução de vínculos familiares fragilizados pelo cumprimento da pena. </p><p> </p><p>Entre desenhos a giz e brincadeiras compartilhadas, mães, bebês, crianças e pais privados de liberdade puderam dividir um tempo sem pressa. Naquele espaço organizado com carinho, o ato de brincar e o gesto de tocar as mãos transformaram-se em pontes de dignidade e acolhimento.“Em um ambiente muitas vezes atravessado pelo silêncio, pela saudade e pela distância, os sorrisos das crianças e os gestos de carinho ocuparam o espaço com novas possibilidades de convivência e fortalecimento dos vínculos familiares”, destaca Jane Schumacher, coordenadora do Observatório de Direitos Humanos da UFSM.</p>		
			<h2>Segurança e ressocialização caminham juntas</h2>		
		<p>A atividade, que envolveu mais de dez famílias, transcorreu em clima de tranquilidade, organização e respeito mútuo. O fortalecimento dos laços familiares representa um dos pilares mais importantes no processo de ressocialização, oferecendo às pessoas em cumprimento de pena perspectivas concretas de reconstrução de vida e reinserção social.</p><p>Para que esse momento de encontro acontecesse dentro das normas do sistema prisional, uma ampla rede de apoio foi mobilizada. A ação contou com a parceria da direção da PESM, do delegado adjunto e coordenador técnico da <strong>2ª Região Penitenciária</strong>, Gabriel Marcelo Moresco, do trabalho das analistas da <strong>Polícia Penal</strong>, Luciana Dimperio e Mareli Moraes, além de toda a equipe de segurança de plantão, que garantiu que acolhimento e disciplina institucional caminhassem lado a lado.</p>		
													<img width="900" height="507" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-07-22-at-14.30.40.jpeg" alt="" />													
		<p>Na bagagem de volta para a universidade, estudantes e coordenadores levaram a certeza de que a extensão universitária cumpre seu papel quando ultrapassa os muros acadêmicos e encontra a comunidade em seus contextos mais desafiadores. Já nas memórias das crianças, nos livros compartilhados e nos reencontros vividos naquele pátio, permaneceu a lembrança de que, mesmo onde a liberdade é privada, o afeto ainda encontra caminhos para resistir.</p><p><strong>Texto:</strong> Jane Schumacher, Chefe ODH/UFSM.</p><p><strong>Revisão:</strong> Kelly Duarte, Bolsista de Comunicação ODH/UFSM.</p><p><strong>Imagens:</strong> Acervo do ODH/UFSM.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Chá das mães ASMAR 2026 promove acolhimento, partilha e valorização das trabalhadoras</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/05/21/cha-das-maes-asmar-2026-promove-acolhimento-partilha-e-valorizacao-das-trabalhadoras</link>
				<pubDate>Thu, 21 May 2026 21:05:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Café com Letras]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=4622</guid>
						<description><![CDATA[  Na tarde do dia 13 de maio, foi realizado o “Chá das Mães ASMAR 2026”, um momento de acolhimento, integração e celebração dedicado às mulheres da Associação de Selecionadores de Materiais Recicláveis de Santa Maria. A atividade contou com o Café com Letras, do projeto do Observatório de Direitos Humanos da COCID/PRE, coordenado pela [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="978" height="734" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.36.34-2-1.jpeg" alt="" />													
		<p> </p><p>Na tarde do dia 13 de maio, foi realizado o “Chá das Mães ASMAR 2026”, um momento de acolhimento, integração e celebração dedicado às mulheres da <strong>Associação de Selecionadores de Materiais Recicláveis de Santa Maria</strong>. A atividade contou com o <strong>Café com Letras</strong>, do projeto do Observatório de Direitos Humanos da COCID/PRE, coordenado pela professora Jane Schumacher, sendo um momento marcado pela partilha, escuta, brincadeiras e entrega de presentes às participantes. A ação foi possível graças ao apoio de voluntários(as) que adotaram as cartas escritas pelas mães, atendendo com carinho aos desejos expressados por elas para o Dia das Mães.</p><p> </p><p>A acadêmica do curso de Educação Especial da UFSM, Luana Ferreira Nunes, que atua no projeto, auxiliou na organização do lanche coletivo e das atividades desenvolvidas durante o encontro. Também foram promovidos momentos de integração a partir dos mimos doados pela <strong>Primeira Delegacia de Polícia Civil de Santa Maria</strong>, parceira que colabora com as ações realizadas junto à associação. O encontro proporcionou uma tarde de afeto, risos e fortalecimento de vínculos, tornando o momento ainda mais especial para todas as mulheres participantes.</p>		
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.36.03-1-1024x768.jpeg" alt="" />													
		<p>Atualmente, a ASMAR conta com <strong>13 mães</strong> trabalhadoras, mulheres que diariamente contribuem com dedicação e compromisso em suas atividades. Além das ações realizadas na associação, as participantes também estiveram presentes no show, que ocorreu no dia 09 de maio, realizado no <strong>Centro de Convenções</strong> da UFSM, vivenciando um momento de cultura, integração e valorização das trabalhadoras.</p><p>Confira alguns registros do evento:</p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.36.23-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.36.23" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.36.40-2-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.36.40 (2)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.36.42-1-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.36.42" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.37.11-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.37.11" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.36.27-1-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.36.27 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.36.26-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.36.26" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.36.15-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.36.15" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.36.05-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.36.05" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.37.07-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.37.07" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.37.00-1-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.37.00 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.36.57-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.36.57" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.36.54-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.36.54" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.36.44-2-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.36.44 (2)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.36.43-1-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.36.43 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.36.23-1-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.36.23 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.36.34-1-768x1021.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.36.34 (1)" /></figure>			
		<p><strong>Texto:</strong> Kelly Duarte, Bolsista de Comunicação ODH/UFSM.</p><p><strong>Imagens:</strong> Acervo do ODH/UFSM.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto INSPIRA promove acolhimento e fortalecimento de vínculos familiares na sede da Polícia Federal de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/05/21/projeto-inspira-promove-acolhimento-e-fortalecimento-de-vinculos-familiares-na-sede-da-policia-federal-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Thu, 21 May 2026 20:02:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[projeto inspira]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=4614</guid>
						<description><![CDATA[No dia 15 de maio, o projeto INSPIRA realizou mais uma edição de suas atividades voltadas ao fortalecimento de vínculos familiares, acolhimento e cuidado com crianças e mães em situação de privação de liberdade. O encontro aconteceu na sede da Polícia Federal, durante os turnos da manhã e da tarde, reunindo diferentes instituições, cursos e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1536" height="864" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/IMG_8355-1536x864.jpg" alt="" />													
		<p>No dia 15 de maio, o projeto <strong>INSPIRA</strong> realizou mais uma edição de suas atividades voltadas ao fortalecimento de vínculos familiares, acolhimento e cuidado com crianças e mães em situação de privação de liberdade. O encontro aconteceu na sede da Polícia Federal, durante os turnos da manhã e da tarde, reunindo diferentes instituições, cursos e projetos da Universidade em uma ação coletiva de humanização e escuta. A atividade contou com a presença de <strong>26 crianças</strong> e suas mães, em cumprimento de pena no <strong>Presídio Regional de Santa Maria</strong>. Ao longo do dia, foram desenvolvidas ações educativas, culturais e de cuidado, proporcionando momentos de convivência, afeto e interação entre as famílias.</p>		
													<img width="1920" height="1920" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/IMG_8373-1.jpg" alt="" />													
													<img width="1920" height="1920" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/IMG_8315-1.jpg" alt="" />													
		<p>A UFSM participou por meio de diferentes cursos e grupos vinculados ao Observatório de Direitos Humanos. Estiveram envolvidos estudantes e pesquisadoras das áreas da Educação, Enfermagem e Odontologia, evidenciando o caráter interdisciplinar da iniciativa. O curso de Odontologia realizou ações de educação em saúde bucal, com escovação das crianças e distribuição de kits de higiene. Além das atividades educativas e lúdicas, o evento contou com apresentações culturais, almoço coletivo e participação de estudantes de artes cênicas do grupo de teatro <strong>Dramaturgiras</strong> e da <strong>Banda da Base Aérea</strong>, contribuindo para a construção de um ambiente de acolhimento e convivência.</p>		
													<img width="1920" height="1536" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/IMG_8323.jpg" alt="" />													
													<img width="1920" height="1536" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/IMG_8379.jpg" alt="" />													
		<p>A coordenadora do projeto de extensão <strong>Travessias das Infâncias</strong>, Graziela Escandiel, destacou o envolvimento coletivo necessário para a realização do projeto. Segundo ela, todas as atividades são planejadas previamente pelas equipes, desde os materiais utilizados até as abordagens adotadas junto às crianças e às famílias. O projeto Travessias realiza acompanhamento de crianças e famílias vinculadas ao sistema prisional. Inclusive, uma das iniciativas é o “Correio do Afeto” realizado no evento, proposta que promove trocas de cartas e desenhos entre mães e filhos, fortalecendo vínculos familiares mesmo durante o período de encarceramento.</p>		
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-16.42.53-1-1024x683.jpeg" alt="" />													
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/IMG_8333-1024x683.jpg" alt="" />													
		<p>O projeto integra as ações apoiadas pelo Observatório de Direitos Humanos da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM e reforça a importância da atuação extensionista e institucional na promoção dos direitos humanos, da escuta sensível e do cuidado com as infâncias.</p><p><strong>Texto:</strong> Kelly Duarte, Bolsista de Comunicação ODH/UFSM.</p><p><strong>Imagens:</strong> Acervo do ODH/UFSM.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Unidades de Ensino e setores da UFSM instalam fraldários em banheiros de fácil acesso ao público</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/05/19/unidades-de-ensino-e-setores-da-ufsm-instalam-fraldarios-em-banheiros-de-facil-acesso-ao-publico</link>
				<pubDate>Tue, 19 May 2026 14:35:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[fraldários]]></category>
		<category><![CDATA[trocadores]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=2338</guid>
						<description><![CDATA[Distribuídos pela Casa Verônica, 12 trocadores foram instalados entre os campi da instituição]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Entre o final do ano passado e o início deste ano, a Casa Verônica adquiriu 33 fraldários e distribuiu 28 deles para as Unidades de Ensino da UFSM e para os demais campi da Universidade. A aquisição dos trocadores foi realizada com verba da emenda parlamentar, da deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS), destinada à Casa Verônica para a implementação da Política de Igualdade de Gênero. Essa compra de trocadores faz parte do Eixo 3 da Política de Igualdade de Gênero da UFSM, voltado para a Assistência, e que - em seu artigo n° 29, parágrafo terceiro - prevê a implantação de fraldários e trocadores em locais que possam ser facilmente acessados por homens e mulheres. </p><p>Cada Centro recebeu um (1) fraldário. Além deles, também receberam uma (1) unidade os seguintes setores: Casa Verônica/Acervo Artístico, Coordenadoria de Ações Educacionais (CAED), Colégio Politécnico, Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM), Divisão de Museus, Espaço Multiuso, Unidade de Educação Infantil Ipê Amarelo, Jardim Botânico, Planetário e Salão Imembuí - Reitoria. O Gabinete do Reitor recebeu duas (2) unidades e os demais campi da UFSM - Cachoeira do Sul, Frederico Westphalen e Palmeira das Missões - receberam um (1) fraldário cada, com exceção de Cachoeira do Sul, que recebeu dois (2). Dos 26 trocadores distribuídos, apenas 12 foram instalados até 15/05, data de fechamento da matéria.</p><p><strong>Saiba quais unidades já realizaram a instalação dos fraldários e onde encontrá-los:</strong></p><ul><li>Biblioteca Central (banheiro feminino do subsolo da Biblioteca Central)</li><li>Centro de Artes e Letras (CAL) - Prédio 40 C, banheiro PCD -  térreo;</li><li style="font-weight: 400">Centro de Ciências Rurais (CCR) - Prédio 42, sala de amamentação;</li><li style="font-weight: 400">Centro de Ciências da Saúde (CCS) - Prédio 26 E, térreo;</li><li style="font-weight: 400">Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH) - Prédio 74 C, banheiro PCD - térreo;</li><li style="font-weight: 400">Centro de Educação Física e Desportos (CEFD) - Prédio 51, banheiro PCD - térreo;</li><li style="font-weight: 400">Centro de Tecnologia (CT) - Prédio 7, banheiro PCD - térreo;</li><li style="font-weight: 400">Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) - Prédio 13, banheiro PCD - térreo;</li><li>Centro de Educação (CE) - Prédio 16b, térreo;</li><li style="font-weight: 400">Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM) - Prédio 5, banheiro 152;</li><li style="font-weight: 400">Colégio Politécnico - Bloco F, 2º andar, banheiro PCD;</li><li>CQVS - Coordenadoria de Saúde e Qualidade de Vida do Servidor (Prédio 48C, no banheiro acessível (PNE))</li><li style="font-weight: 400">Espaço Multiuso - Prédio 62 D, banheiro térreo;</li><li style="font-weight: 400">Planetário - banheiro feminino e banheiro masculino;</li><li style="font-weight: 400">UFSM Cachoeira do Sul - Q4SA1, sala 108 e Q5SA1, sala 108;</li><li style="font-weight: 400">UFSM Frederico Westphalen - banheiro 115;</li><li style="font-weight: 400">UFSM Palmeira das Missões;</li><li style="font-weight: 400">Unidade de Educação Infantil Ipê Amarelo - Recepção, banheiro de acesso público;</li><li>Coordenadoria de Ações educacionais (CAED) - Prédio 67, sala 1107;</li><li>Jardim botânico;</li><li>Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE)</li></ul>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2023/05/CCSH-1024x683.jpg" alt="CCSH - Prédio 74 C, banheiro PNE - térreo." /><figcaption>CCSH - Prédio 74 C, banheiro PNE - térreo.</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2023/05/CCR-1024x683.jpg" alt="CCR - Prédio 42, banheiro feminino - térreo." /><figcaption>CCR - Prédio 42, banheiro feminino - térreo.</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2023/05/DSC_0363-1024x683.jpg" alt="CCS - Prédio 26 E, térreo." /><figcaption>CCS - Prédio 26 E, térreo.</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2023/05/CCS-1024x683.jpg" alt="CCS - Prédio 26 E, térreo." /><figcaption>CCS - Prédio 26 E, térreo.</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2023/05/DSC_0377-1024x683.jpg" alt="CCSH - Prédio 74 C, banheiro PNE - térreo." /><figcaption>CCSH - Prédio 74 C, banheiro PNE - térreo.</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2023/05/DSC_0375-1024x683.jpg" alt="Planetário - banheiro feminino." /><figcaption>Planetário - banheiro feminino.</figcaption></figure>			
		<p><strong>Você tem alguma sugestão de locais da UFSM que necessitam de fraldários?<br /></strong> Entre em contato conosco pelo e-mail <a href="mailto:casaveronica.pre@ufsm.br">casaveronica.pre@ufsm.br</a> ou pelo Instagram @casaveronicaufsm</p><section data-id="00c5d5f" data-element_type="section"><p style="text-align: left"><em>Texto por Bianca Guimarães, estagiária de Jornalismo da Casa Verônica.</em></p><p style="text-align: left"><i>Texto Atualizado em 29.09.2025 por Bruna L. Denkin, administradora Casa Verônica.</i></p><p style="text-align: left"><i>Texto Atualizado em 19.05.2026 por Fabiane Gomes - Bolsista Casa Verônica</i></p><p style="text-align: left"><i>Fraldário na mídia: <a href="https://docs.google.com/document/d/1gtKh41fmuuCXzvOabGepZA2J_alkfr7yvQAuH36ryZ8/edit?usp=sharing" data-wplink-edit="true">https://docs.google.com/document/d/1gtKh41fmuuCXzvOabGepZA2J_alkfr7yvQAuH36ryZ8/edit?usp=sharing</a></i></p><p> </p><p style="text-align: right"> </p></section>		
			<h2>Adicione o texto do seu título aqui</h2>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Banco Vermelho na UFSM: onde o silêncio se transforma em compromisso</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/05/12/banco-vermelho-na-ufsm-onde-o-silencio-se-transforma-em-compromisso</link>
				<pubDate>Tue, 12 May 2026 14:38:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Banco Vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=4588</guid>
						<description><![CDATA[O Projeto Banco Vermelho é parte de uma campanha internacional iniciada na Itália em 2016 e oficializada no Brasil pela Lei nº 14.942/2024. Foi idealizado originalmente pela italiana Tina Magenta e já se espalhou por diversos países, incluindo Espanha, Estados Unidos, Áustria, Mongólia, Ucrânia, Emirados Árabes, Vietnã, Argentina, Austrália e Brasil. O lançamento oficial no [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O Projeto <strong>Banco Vermelho</strong> é parte de uma campanha internacional iniciada na Itália em 2016 e oficializada no Brasil pela<strong> Lei nº 14.942/2024</strong>. Foi idealizado originalmente pela italiana Tina Magenta e já se espalhou por diversos países, incluindo Espanha, Estados Unidos, Áustria, Mongólia, Ucrânia, Emirados Árabes, Vietnã, Argentina, Austrália e Brasil. O lançamento oficial no país ocorreu em abril de 2024, consolidando uma estratégia nacional de enfrentamento do feminicídio e ampliando a visibilidade das ações de prevenção à violência de gênero em todo o território nacional.</p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/Andifes_Banco-Vermelho-1-1024x466.jpg" alt="" width="1024" height="466" /></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Em Santa Maria,</strong> a campanha do Banco Vermelho é instituída pela<strong> Lei Municipal nº 6942/2024 (e reforçada pelo PL 9922/25)</strong>, de autoria do vereador Sidinei Cardoso, que integra a iniciativa do Agosto Lilás. O projeto instala bancos vermelhos em locais públicos para conscientizar sobre o fim da violência contra a mulher.</p>
<p>A mobilização começou em agosto de 2025, com o primeiro banco instalado no Calçadão Salvador Isaia. Desde então, pelo menos 13 unidades já foram inauguradas em diferentes espaços da cidade, incluindo o Fórum, a Ulbra, a Fapas, a Deam e o Centro Administrativo Municipal.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Na <strong>Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)</strong>, o Projeto Banco Vermelho transcende a pintura ao <strong>tornar espaços permanentes de reflexão sobre as vidas interrompidas pela violência de gênero</strong>. Onde antes havia um assento comum, agora existe um símbolo que convida a comunidade acadêmica a não naturalizar violações e a reafirmar, diariamente, o compromisso com a dignidade das mulheres. A escolha do vermelho não é casual: <strong>simboliza o sangue derramado e a ausência física de tantas vítimas.</strong> Cada banco instalado atua como <strong>um memorial vivo</strong>, trazendo frases que provocam a reflexão e indicam canais de denúncia, transformando o "lugar vazio" deixado pelo feminicídio, em uma presença constante na consciência coletiva do feminicídio e ampliando a visibilidade das ações de prevenção à violência de gênero em todo o território nacional.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>A Expansão pelos Campi</strong><br />A trajetória do projeto na UFSM, <strong>organizada pela Casa Verônica</strong> (Espaço Multiprofissional CV) e pelo Observatório de Direitos Humanos (ODH), começou a ganhar corpo em dezembro de 2025 no Restaurante Universitário. Desde então, a rede de conscientização não parou de crescer. Em março de 2026, novas unidades foram instaladas em centros estratégicos, incluindo o Centro de Educação, onde o banco presta uma homenagem sensível à memória da estudante Luanne Garcez da Silva. Neste mês de maio, a iniciativa ganha ainda mais força. No dia 08, o Centro de Artes e Letras (CAL) recebeu seu exemplar, seguido por instalações programadas para o CCNE (18/05), CEFD (19/05) e o Espaço Multidisciplinar de Silveira Martins (20/05). O objetivo é claro: garantir que todos os centros da UFSM possuam este ponto de apoio e denúncia.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Uma Rede de Cuidado e Proteção</strong></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Abaixo, detalhamos os locais que dão suporte à manutenção desse projeto nas diversas unidades:</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:table -->
<figure>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>
<p><b>Unidade / Campus</b></p>
</td>
<td>
<p><b>Localização</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Campi Cachoeira do Sul</b></p>
</td>
<td>
<p>Área da comunidade / Almoxarifado</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Campi Frederico Westphalen</b></p>
</td>
<td>
<p>Área dos quiosques</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Centro de Artes e Letras (CAL) </b></p>
</td>
<td>
<p>Hall do prédio</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Centro de Ciências da Saúde (CS) </b></p>
</td>
<td>
<p>Em frente ao prédio 26a</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH)</b></p>
</td>
<td>
<p>Em frente ao prédio 74C</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Centro de Ciências Rurais (CCR)</b></p>
</td>
<td>
<p>Hall do Prédio 44</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Centro de Educação Física e Desporto (CEFD)</b></p>
</td>
<td>
<p>Em frente ao Prédio</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Centro de Educação (CE)</b></p>
</td>
<td>
<p>Entrada Principal do Prédio 16B</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Centro de Tecnologia</b></p>
</td>
<td>
<p>Saguão do prédio 10</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Colégio Politécnico</b></p>
</td>
<td>
<p>Entre os blocos E e F</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Colégio Técnico Industrial (CTISM)</b></p>
</td>
<td>
<p>Estacionamento de bicicletas</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Espaço Multidisciplinar de Silveira Martins</b></p>
</td>
<td>
<p>Pátio </p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM)</b></p>
</td>
<td>
<p>Hall de entrada</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Reitoria</b></p>
</td>
<td>
<p>Hall de entrada</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Unidade de Educação Infantil Ipê Amarelo</b></p>
</td>
<td>
<p>Em frente a unidade ao lado esquerdo</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</figure>
<!-- /wp:table --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Santa Maria Unida contra a Violência</strong><br />O impacto do Banco Vermelho ultrapassa as fronteiras da universidade. Instituído pela <strong>Lei nº 6942/2024</strong>, o projeto já se espalha por Santa Maria, com bancos instalados do Calçadão ao Fórum local. Trata-se de uma política pública pedagógica que reforça: a denúncia é o passo fundamental para a proteção.</p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/unnamed-1-1024x572.jpg" alt="" width="1024" height="572" /></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Se você ou alguém que você conhece precisa de ajuda, utilize os canais oficiais:</strong></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Disque 180 – </strong>Canal nacional gratuito de atendimento</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Direitos Humanos: </strong>100</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Centro de Referência da Mulher </strong>(CRM): (55) 3174 - 1519 (opção 2) / (55) 99139-4971 (WhatsApp)</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM): </strong>(55) 3174-2252 </p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA): </strong>(55) 3174-2225 </p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Polícia Civil: </strong>197 </p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Brigada Militar: </strong>190 </p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Guarda Municipal (Ciosp): </strong>153 </p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher: </strong>(55) 3222-8888 </p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Ministério Público: </strong>(55) 3222 - 9049 </p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Defensoria Pública: </strong>(55) 3218 - 1032</p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/Banco-Vermelho-muito-mais-que-um-acento-1024x572.jpg" alt="" width="1024" height="572" /></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>O Banco Vermelho é um lembrete: a luta pelos direitos das mulheres deve ser um compromisso coletivo e inegociável.<br />Confira o Projeto na mídia pelo Link: <a href="https://docs.google.com/document/d/140fIgK6qZ_Rwxy9BH9m3c_9WzzqzOg0c/edit">https://docs.google.com/document/d/140fIgK6qZ_Rwxy9BH9m3c_9WzzqzOg0c/edit</a></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Texto: Fabiane Gomes - Bolsista Casa Verônica -   Inforgráficos: NotebookLM</p>
<!-- /wp:paragraph -->		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/CCSH-150x150.jpeg" alt="CCSH" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/Banco-Vermelho-150x150.jpg" alt="Banco Vermelho" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/Banco-Vermelho-Hall-RUI-150x150.jpg" alt="Banco Vermelho Hall RUI" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-07-090415-150x150.jpg" alt="Captura de tela 2026-05-07 090415" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/Banco-Vermelho_dentro-do-presidio-150x150.jpg" alt="Banco Vermelho_dentro do presídio" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/Banco-Vermelho-CAL-150x150.jpg" alt="Banco Vermelho CAL" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/CAL-150x150.jpeg" alt="CAL" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-10.23.21-4-150x150.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-05 at 10.23.21 (4)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-10.23.21-1-150x150.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-05 at 10.23.21 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-10.23.19-150x150.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-05 at 10.23.19" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-10.23.18-150x150.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-05 at 10.23.18" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-10.22.27-150x150.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-05 at 10.22.27" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-10.22.25-150x150.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-05 at 10.22.25" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-10.22.25-1-150x150.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-05 at 10.22.25 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-10.22.19-150x150.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-05 at 10.22.19" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/Reitoria-150x150.jpeg" alt="Reitoria" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/Ipe-Amarelo-150x150.jpeg" alt="Ipê Amarelo" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/CTISM-150x150.jpeg" alt="CTISM" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/CT-150x150.jpeg" alt="CT" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/CE-150x150.jpeg" alt="CE" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/CCR-150x150.jpeg" alt="CCR" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/Banco-Vermelho-e-inaugurado-no-Centro-de-Educacao-da-UFSM-em-memoria-da-estudante-Luanne-Garcez-da-Silva-150x150.jpg" alt="Banco Vermelho é inaugurado no Centro de Educação da UFSM em memória da estudante Luanne Garcez da Silva" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/Banco-Vermelho-CCSUFSM-150x150.jpg" alt="Banco Vermelho CCSUFSM" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/Banco-Vermelho-CCSH-150x150.jpg" alt="Banco Vermelho CCSH" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/Banco-Vermelho-CCS-150x150.jpg" alt="Banco Vermelho CCS" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/Banco-da-Prefeitura-de-Santa-Maria-150x150.jpeg" alt="Banco da Prefeitura de Santa Maria" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-10.23.23-150x150.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-05 at 10.23.23" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-10.23.23-1-150x150.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-05 at 10.23.23 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-10.23.22-150x150.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-05 at 10.23.22" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-10.23.22-3-150x150.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-05-05 at 10.23.22 (3)" /></figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>NEABI-UFSM disponibiliza WhatsApp para atendimento à comunidade acadêmica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/05/04/neabi-ufsm-disponibiliza-whatsapp-para-atendimento-a-comunidade-academica</link>
				<pubDate>Mon, 04 May 2026 19:36:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=4526</guid>
						<description><![CDATA[O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas da Universidade Federal de Santa Maria disponibiliza número de WhatsApp voltado para o atendimento da comunidade acadêmica. O aplicativo de mensagens&nbsp;WhatsApp&nbsp;visa ampliar e melhorar a comunicação, acessibilidade e a resolução dos questionamentos feitos pelos usuários. A ferramenta foi disponibilizada para agilizar a interação, proporcionar a eficiência no atendimento [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas da Universidade Federal de Santa Maria disponibiliza número de WhatsApp voltado para o atendimento da comunidade acadêmica.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O aplicativo de mensagens&nbsp;WhatsApp&nbsp;visa ampliar e melhorar a comunicação, acessibilidade e a resolução dos questionamentos feitos pelos usuários. A ferramenta foi disponibilizada para agilizar a interação, proporcionar a eficiência no atendimento e a otimização dos processos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":4527,"width":"331px","height":"auto","sizeSlug":"full","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/WHATSAPP.jpg" alt="" class="wp-image-4527" style="width:331px;height:auto" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Conforme <strong>Luiz Valério Peixoto Seles Filho</strong>, coordenador de comunicação do NEABI-UFSM, “estudantes poderão escolher o canal que melhor se adapta às suas preferências. O WhatsApp vai ampliar a capacidade de atendimento, de resposta às manifestações e de resolução dos problemas levantados”.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Abaixo, apresentamos as formas de contato com o NEABI-UFSM:</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>WhatsApp: </strong>(55) 3220 6175</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Telefone:</strong> (55) 3220 6175 (mesmo número do WhatsApp)</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>E-mail:</strong> neabi@ufsm.br</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>NEABI-UFSM realiza ação de Etnoeducação com Quilombo Vovó Isabel</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/05/04/neabi-ufsm-realiza-acao-de-etnoeducacao-com-quilombo-vovo-isabel</link>
				<pubDate>Mon, 04 May 2026 15:33:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=4521</guid>
						<description><![CDATA[No dia 16 de abril, o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas da Universidade Federal de Santa Maria (NEABI-UFSM) e a Escola&nbsp;Municipal&nbsp;de Ensino Fundamental Valentim&nbsp;Bastianello, de Dilermando de Aguiar/RS, participaram de atividades de Etnoeducação na Comunidade Remanescente de Quilombo Vovó Isabel, em Nova Palma/RS. Atividades na Escola e na Comunidade Quilombola Em 2025, a EMEF [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>No dia 16 de abril, o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas da Universidade Federal de Santa Maria (NEABI-UFSM) e a Escola&nbsp;Municipal&nbsp;de Ensino Fundamental Valentim&nbsp;Bastianello, de Dilermando de Aguiar/RS, participaram de atividades de Etnoeducação na Comunidade Remanescente de Quilombo Vovó Isabel, em Nova Palma/RS.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Atividades na Escola e na Comunidade Quilombola</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em 2025, a EMEF Valentim Bastianello solicitou apoio do NEABI em torno da educação para as relações raciais. Desde então, a equipe do Núcleo da UFSM passou a desenvolver ações com temáticas diversas, como literatura e histórias afro-indígenas, potencialidades e orgulho negro. Em alusão ao mês da mulher, o enfoque foi o tema “Mulheres Negras”, abordando as trajetórias de lideranças que marcaram a história brasileira, como Tereza de Benguela e Dandara de Palmares, heroínas que representam a força do universo feminino negro. Na escola, as atividades foram conduzidas por <strong>Jacilene Aguiar</strong>,&nbsp;que é pedagoga e mestra em História Social pelo Programa de Pós-graduação da UFRGS e integrante do NEABI-UFSM.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para o encerramento das atividades, a EMEF Valentim Bastianello foi recebida na Comunidade Remanescente de Quilombo Vovó Isabel para que estudantes e docentes pudessem ter a oportunidade de conhecer as mulheres negras que são lideranças e protagonistas na atualidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":4522,"width":"412px","height":"auto","aspectRatio":"1.8580077050082553","sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/VovoIsabel2-1024x551.jpg" alt="" class="wp-image-4522" style="aspect-ratio:1.8580077050082553;width:412px;height:auto" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O dia da visita contou com diversas atividades, entre elas, passeio guiado pela comunidade com o morador da Comunidade Quilombola <strong>Willian da Silva</strong>, aula de capoeira com <strong>Mestre Fly </strong>e <strong>Mestra Marionete</strong>, almoço típico produzido pela Associação Vovó Isabel, visita das professoras da EMEF Valentim Bastianello à Escola de Ensino Fundamental Santo Inácio, localizada na comunidade quilombola, visita ao local onde será construída a réplica da casa da Vovó Isabel, plantio de árvores nativas com Instituto Camboatá, contação de histórias por parte das lideranças, como a presidenta da Associação Remanescente do Quilombo Vovó Isabel, <strong>Joceli Pereira</strong>, e a neta mais velha da Vovó Isabel que ainda reside na Comunidade, <strong>Maria de Fátima Pinto</strong>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":4525,"width":"415px","height":"auto","sizeSlug":"full","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/vovo4.jpg" alt="" class="wp-image-4525" style="width:415px;height:auto" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Como relata <strong>Angela Souza, coordenadora do NEABI-UFSM</strong>, os momentos e atividades de ensino-aprendizagem reforçaram o cumprimento da Lei nº 10.639 sobre ensino de história e cultura afro-brasileira, combinando espaços e momentos formais e informais&nbsp;que ressaltaram a presença e a importância da ancestralidade e da cultura negra na formação da sociedade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>NEABI da UFSM e ações de Etnoeducação</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Atividades de Etnoeducação visam romper o silêncio que envolve a questão racial no ambiente escolar e fomentam, entre estudantes e profissionais da&nbsp;educação, um interesse maior em relação ao discurso da diversidade, da pluralidade e do respeito às diferenças em nossa sociedade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O NEABI é o Núcleo da UFSM que presta apoio a escolas interessadas em receber ações de etnoeducação em Santa Maria/RS e região. Para mais informações, as escolas interessadas podem entrar em contato pelo fone <strong>(55) 3220 6175</strong> ou pelo email <strong>neabi@ufsm.br</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Confira abaixo alguns registros das atividades:</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:gallery {"linkTo":"none"} -->
<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":4537,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/vovo1-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-4537" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:image {"id":4538,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/vovo2-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-4538" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:image {"id":4536,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/vovo4-1.jpg" alt="" class="wp-image-4536" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:image {"id":4541,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/vovo5-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-4541" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:image {"id":4544,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/vovo5-1.jpg" alt="" class="wp-image-4544" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:image {"id":4539,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/vovo6-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-4539" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:image {"id":4540,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/vovo7-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-4540" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:image {"id":4545,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/vovo8-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-4545" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:image {"id":4542,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/vovo9-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-4542" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:image {"id":4535,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/vovo10-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-4535" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:image {"id":4543,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/vovo11-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-4543" /></figure>
<!-- /wp:image --></figure>
<!-- /wp:gallery -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Notórios Saberes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/notorios-saberes</link>
				<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 17:59:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notórios saberes]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?page_id=4504</guid>
						<description><![CDATA[O Encontro com a Interculturalidade Histórico Acervo Últimas Notícias Notórios Saberes Registro e reconhecimento de mestres e mestras como produtores de conhecimento a partir de suas vivências e da transmissão de saberes fora dos registros formais. Fale Conosco]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/04/banner-site-notorios-1162x280px-1024x247.jpg" alt="banner site notórios (1162x280px)" /></figure>			
		<p style="text-align: center">O Encontro com a Interculturalidade</p>		
		<p style="text-align: center">Histórico</p><p style="text-align: center"><strong><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/notorios-saberes/acervo">Acervo</a></strong></p><p style="text-align: center"><strong><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/notorios-saberes/ultimas-noticias">Últimas Notícias</a></strong></p>		
		<p><strong>Notórios Saberes</strong></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt;text-align: justify">Registro e reconhecimento de mestres e mestras como produtores de conhecimento a partir de suas vivências e da transmissão de saberes fora dos registros formais.</p>		
													<img width="200" height="200" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/05/Imagem-Referencia-1.png" alt="" />													
		<p>Fale Conosco</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>052/2026 - EDITAL DE SELEÇÃO DE BOLSISTA NEABI UFSM - QUILOMBOLA</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/editais/052-2026</link>
				<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 23:07:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[neabi]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[quilombola]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?post_type=editais&#038;p=4487</guid>
						<description><![CDATA[<p>O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI), vinculado ao Observatório de Direitos Humanos, por meio da Coordenadoria de Cidadania e da Pró-Reitoria de Extensão, tornam pública a abertura de inscrições de bolsista, estudantes a partir do 3º semestre de Graduação, com matrícula regular na Universidade Federal de Santa Maria, para atuarem no período de 8 meses na articulação entre estudantes quilombolas da instituição, comunidades e territórios da região central, contribuindo para a organização e fortalecimento do coletivo.</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI), vinculado ao Observatório de Direitos Humanos, por meio da Coordenadoria de Cidadania e da Pró-Reitoria de Extensão, tornam pública a abertura de inscrições de bolsista, estudantes a partir do 3º semestre de Graduação, com matrícula regular na Universidade Federal de Santa Maria, para atuarem no período de 8 meses na articulação entre estudantes quilombolas da instituição, comunidades e territórios da região central, contribuindo para a organização e fortalecimento do coletivo.</p>
]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        