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Coleta Seletiva Solidária completa três anos de funcionamento



Nessa quinta-feira (6), a Coleta Seletiva Solidária completou três anos desde seu início. Anteriormente, a UFSM possuía iniciativas voltadas a coleta e separação de resíduos, mas foi a partir de junho de 2016 que a Coleta Seletiva Solidária foi institucionalizada, ficando a cargo do Setor de Planejamento Ambiental (SPA) da PROINFRA em conjunto com a COMPLANA e apoiadores da gestão e organização da coleta no campus.

Idealizada pela professora Marta Tocchetto, a Coleta possui convênio com três associações (ASMAR, Arsele e Noêmia Lazzarini), que ficam com os lucros das vendas dos resíduos.

De acordo com Elzon Rippel, assistente administrativo da PROINFRA, no ano de 2018 a quantidade total estimada de resíduos entregues as associações foi de 100 toneladas, sendo inclusos apenas materiais com valor de mercado, metais, papéis e plásticos. Ele adiciona: “A coleta seletiva além de aliviar a coleta domiciliar convencional, que leva o resíduo direto para o aterro sanitário, ainda gera impacto nas famílias das associações com a geração de renda e consequente melhora na qualidade de vida.”

Margareth Vidal, da ASMAR, ressalta essa responsabilidade social da iniciativa: “A importância da Coleta é a sobrevivência dos associados e 100% uma questão ambiental. A coleta seletiva e a consciência das pessoas é que garante nosso sustento, nossa dignidade. Para mim, é a minha vida hoje.”

Para os servidores da UFSM, a Coleta também é importante. Para o professor do curso de Zootecnia Everton Behr, seria incoerência a Universidade não apoiar projetos sustentáveis: “No nosso quadro temos vários profissionais (professores e técnicos) com formação na área [ciências ambientais] em várias unidades universitárias e órgãos da administração central. Seria uma grande incoerência se não conseguíssemos dar destino correto aos nossos resíduos.”

De acordo com Terezinha Domingues, integrante da ARSELE, a Coleta Seletiva é de extrema importância, pois a da Prefeitura de Santa Maria é extremamente burocrática, impedindo a aderência das associações: “É a unica coleta que nos temos. Nós contamos com a coleta da universidade, doações da Receita, e pessoas que levam de carro lá [na associação].”

Para maiores informações, acesse o site da Coleta.

Matéria por Poliana Corrêa, bolsista de Jornalismo do projeto UMA – Universidade Meio Ambiente


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