Processos artísticos coletivos indisciplinares. Práticas Dissidentes. Indicionários políticos para fazeres e teses-manifesto. Cartografias para uma co-existência.
Linha de processos artísticos do Grupo de Pesquisa CNPQ: <dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/9819090573897995>
Sites vinculados: <instagram> e <link>
2024 – 2025
[…]
2025 – 2026
Aline Dal Pont (UFSM), Bruna Granucci, Clara Rovaris (UDESC), Clara Silveira, Estela Camillo (UFSC), Georgia Bergamin (UDESC), Isadora Nicoladeli (UDESC), Karine Abatti (UDESC), Laura Folletto (UDESC), Leticia Ichnaz, Luísa Evangelista, Marcele Marin (UFSM), Maria Paula Vieira, Mariana Vogt (UFSC), Monique Burigo (UDESC), Nadyne Júlia, Thaís Dutra, Thays Tonin (UFSC) e Victoria Beatriz (UDESC).
Publicações:
ARSENALIA DE BOLSO, Vol I. Publicação impressa. Arte Postal. Publicação coletiva. TONIN, T. (org.). 2024.
Disponível em: <https://www.ufsm.br/projetos/pesquisa/leeda/publicacoes>
BERGAMIN, G. TONIN, T. BEATRIZ, V. Modos de fazer arsenais: Residência Artística Arsenalia II. Catálogo de exposição – Brochura. Ares Visuais. Santa Maria: LEEDA, UFSM, 2025.
Disponível em: <link>
Sobre o Coletivo (participações, propostas e registros):
<IMAGEM 1>
Ativo desde 2024, o coletivo ARSENALIA inicia suas atividades como um grupo de estudos sobre mulheres artistas e teóricas, com o propósito de criar exposições, residências e eventos artísticos públicos. Ainda em 2024, o coletivo participou da primeira ANPAP Sul com o convite para fazer a exposição do evento, e do 2o. CWB Latina (Colóquio Internacional de Artes desde a América Latina), em Curitiba, PR. Na segunda metade de 2024, o coletivo foi convidado a participar do projeto RESISTINTA, o qual instaurou o primeiro museu a céu aberto E em braille no Rio Grande do Sul. O coletivo produziu, junto a convidados(as), um mural de 20 metros na Villa Resistência, em Santa Maria, (RS). O evento contou com artistas do uruguai, argentina e brasil, e com financiamento da UFSM, ProCultura da Lei Paulo Gustavo.
Em 2025, após um ano de encontros virtuais, as atividades do coletivo resultaram em duas residências artísticas presenciais em Florianópolis (SC), com participação de artistas de SC e RS. A primeira residência arsenalia resultou em uma exposição no Jardim Botânico de Florianópolis (SC). A segunda residência foi financiada pela Lei Aldir Blanc (SC), e resultou em uma exposição coletiva no Centro Cultural Veras, com publicação de catálogo (disponível em “publicações”).
Em 2026, o coletivo propõe encontros virtuais de estudos e pesquisa sobre artistas feministas, abrindo chamada pública pelas redes sociais, para artistas do eixo sul (SC, RS e PR) interessadas em participar.
<link>
<CARROSSEL DE IMAGENS DOS EVENTOS>