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Pesquisadora da UFSM-PM recebe prêmio da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) por trabalhar com aplicativo que registra ocorrências de animais silvestres



Professora Vanessa Barbisan Fortes foi destaque por trabalhar com o aplicativo Sistema de Informação em Saúde Silvestre – SISS-Geo, uma plataforma que auxilia, principalmente, na vigilância passiva de zoonoses – doenças infecciosas transmitidas entre animais e pessoas.

Na última quinta-feira (27), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vinculada ao Ministério da Saúde, realizou uma cerimônia on-line de premiação dos 10 mais importantes colaboradores da Plataforma de Ciência Cidadã Sistema de Informação em Saúde Silvestre-SISS-Geo, um aplicativo para celular no qual se registram ocorrências de animais silvestres vivos, doentes ou mortos.

Na ocasião, a docente do Departamento de Zootecnia e Ciências Biológicas da UFSM-PM, professora Vanessa Barbisan Fortes, recebeu a premiação na categoria Mulheres. De acordo com a pesquisadora, o Sistema de Informação em Saúde Silvestre – SISS-Geo é uma plataforma que auxilia, principalmente, na vigilância passiva de zoonoses (doenças infecciosas transmitidas entre animais e pessoas). “Com base nos registros feitos em todo o país, a Fiocruz pode elaborar modelos e previsões sobre locais com maior risco de emergências em saúde relativas a zoonoses, monitorando a saúde silvestre em tempo real e contribuindo para proteger a saúde humana”, explica. 

Por trabalhar muito em campo, assim que encontra animais mortos e/ou com suspeita de doença, a pesquisadora informa diretamente à Fiocruz através do aplicativo. “Meu foco principal é auxiliar na vigilância de epizootias (enfermidade contagiosa que ataca um número inusitado de animais ao mesmo tempo e na mesma região e que se propaga com rapidez) de febre amarela, tendo os bugios como espécie-sentinela (espécies usadas para determinar de forma mensurável riscos ou perigos ambientais à saúde ou bem-estar humanos), dentro do Projeto Sentinela, que é um programa permanente de extensão a qual coordeno. Assim, efetuo o registro de bugios ou também de outros mamíferos silvestres encontrados mortos e que possam ser de interesse para a vigilância em saúde pública. Esses animais são, posteriormente, encaminhados para necropsia”, salienta Fortes. 

A premiação foi para os colaboradores com os maiores números de registros no aplicativo. Para a pesquisadora, o prêmio foi o reconhecimento de um esforço que tem feito no sentido de colaborar com os órgãos de saúde nesta vigilância. “Além disso, também fui convidada a compor o grupo de especialistas que fazem a validação dos registros feitos pelo público, pois, por se tratar de uma plataforma de ciência cidadã, cada registro precisa ser confirmado por especialista. Participar do evento e ouvir os depoimentos de outras pessoas premiadas, com experiências diversas (projetos de equipes de saúde e multidisciplinares) despertou-me o interesse por propor novas ações para a nossa região, tais como a capacitação direcionada a profissionais de saúde dos municípios para o uso do aplicativo, por exemplo. Quem ganha sempre é a saúde: dos animais, dos humanos e do meio ambiente. 

A cerimônia foi transmitida pelo youtube no canal Vídeo Saúde Fiocruz. Interessados em conhecer melhor a plataforma e suas aplicações, divulgá-la ou também se tornarem futuros colaboradores, podem acessar o aplicativo SISS-Geo – Sistema de Informação em Saúde Silvestre (lncc.br).

Assessoria de Comunicação UFSM-PM

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