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Empreendimentos Desincubados 2021

No ano de 2021 ocorreu a desincubação dos grupos que estavam incubados desde 2016 na Incubadora Social da UFSM.
Confira abaixo um pouco da história de capa grupo.

As discussões sobre a formação do grupo iniciaram em 2014, mas sua constituição enquanto coletivo, formado em sua maioria por negros e negras, deu-se em 21 de março de 2015, data significativa para o grupo por ser o Dia internacional contra a discriminação racial. O coletivo estrutura-se em torno de uma proposta de trabalho com arte e cultura negra na cidade de Santa Maria e Região, a partir das produções artísticas e culturais já existentes e outras construídas coletivamente, com o intuito de formar uma rede de auxílio mútuo.

Junto à Incubadora Social da UFSM, o grupo propõe a execução de ações relacionadas à divulgação, agenciamento e venda de trabalhos artísticos e culturais realizados por artistas negros (Estética e Moda Afro; Agenda de espetáculos anuais, com foco nas artes cênicas com temas vinculados à negritude; Oficinas, Seminários, Capacitações, Formações para Escolas Públicas e Privadas com temas ligados a gênero, promoção de igualdade, xenofobia e intolerâncias; Festival Municipal de Artes Negras).

Email: coletivoaradudu@gmail.com

A comunidade quilombola, situada no município de Salto do Jacuí, RS, constitui-se em uma agrovila formada pelos domicílios de 48 famílias. Atualmente, vivem em uma área total de 210 hectares, onde são cultivados principalmente mandioca, amendoim, milho, batata e feijão, mantendo a produção de alimentos tradicionais das comunidades quilombolas.

A proposta do grupo junto à IS-UFSM busca promover a qualificação e a diversificação das atividades produtivas dedicadas aos cultivos tradicionais, levando em conta os princípios da agroecologia, o planejamento de atividades voltadas à produção de panificados e o fomento do artesanato, com vistas à participação da comunidade quilombola em redes de economia solidária e mercados institucionais. Busca-se, neste sentido, dar ênfase aos sistemas de produção tradicionais para constituir uma cooperativa de comercialização dos produtos quilombolas.

A Associação foi constituída em 2012, por indivíduos que têm como atividade principal a coleta de materiais recicláveis em Palmeira das Missões. A partir de debates com esses indivíduos, entendeu-se que um dos caminhos para a superação da vulnerabilidade das famílias seria a organização de uma gestão solidária e cooperativa que viesse a proporcionar mais rendimentos e qualidade de vida aos trabalhadores.

Juntamente com a comunidade, a Associação busca realizar um trabalho sobre a importância e a valorização do papel do catador(a) como sujeito que busca espaço na sociedade e contribui para a saúde e qualidade de vida da população.

A proposta do grupo junto à IS-UFSM visa à conquista da autonomia para gestão e organização social da Associação, pautada pelos princípios da economia solidária, a fim de promover mudanças nos hábitos e atitudes das pessoas com relação à reutilização ou reciclagem de materiais, gerando renda e promovendo a sustentabilidade socioambiental.

A comunidade está localizada a 30 km do centro de Arroio do Tigre, em um terreno bastante íngreme e de solo pedregoso, próximo ao Rio Caixão, que faz divisa com o município de Salto de Jacuí. Neste local residem 15 famílias, que compartilham uma área de aproximadamente 11 hectares. As atividades produtivas da comunidade baseiam-se na agricultura de subsistência (mandioca, feijão, verduras e legumes) e no plantio de fumo, bem como na produção de artesanato. A maioria das pessoas, com exceção dos mais novos e idosos, costuma trabalhar como peões, diaristas ou agregados nas propriedades que cultivam fumo na região, além de prestar serviços diversos fora do período de colheita do fumo.

A comunidade busca junto à IS-UFSM auxílio para diversificar as atividades produtivas e assim incrementar a renda das famílias e promover o seu desenvolvimento. A proposta da Associação está baseada na instalação de estufas para cultivo protegido de olerícolas, capacitações técnicas em agroecologia, formação em economia solidária e inserção da produção em mercados consumidores regionais e institucionais.

A caminhada do grupo teve início quando, em novembro de 2014, agricultores(as) orgânicos(as) de assentamentos do MST dos municípios de Júlio de Castilhos e Pinhal Grande e outros de Dona Francisca e Itaara, juntamente com técnicos da EMATER, procuraram a universidade para estabelecer parcerias tanto para a produção quanto para a comercialização de produtos orgânicos. Na continuidade, ocorreram visitas às propriedades das famílias para efetivá-las enquanto grupo que compartilha saberes sobre produção orgânica, agroecológica e biodinâmica de alimentos.

O objetivo do grupo junto à IS-UFSM é promover atividades formativas em agricultura orgânica para agricultores da região Central do RS, viabilizar a produção de alimentos orgânicos e a comercialização destes durante o ano todo, contribuir para a permanência das famílias agricultoras no campo, gerando trabalho e renda especialmente para os jovens, fortalecer o trabalho conjunto das famílias agricultoras produtoras de orgânicos da região Central do Rio Grande do Sul e desenvolver junto com a UFSM equipamentos de tração animal adaptados para agricultura orgânica.

 

A atual comunidade Kaingang de Santa Maria começa sua trajetória no município em 2001, quando famílias passaram a ocupar um terreno próximo à rodoviária como local de passagem para as vendas de artesanatos, firmando-se como aldeia reconhecida pela FUNAI no ano de 2010.

Já a comunidade Guarani Mbya começa a se estabelecer no município em 1976, com as primeiras famílias desta etnia que acampavam sob a ponte do Rio Arenal, na saída para São Sepé. Após anos convivendo em situação de vulnerabilidade, são reconhecidos como aldeia pela FUNAI no ano de 2012, compreendendo o atual aldeamento. As duas aldeias constituem um grupo, cuja proposta junto à IS-UFSM consiste no desenvolvimento de ações relacionadas ao plantio, manejo, recuperação e manutenção das técnicas indígenas tradicionais, além de técnicas agroecológicas e sintrópicas de cultivo de plantas utilizadas tanto nas produções culturais e artísticas (artesanatos, pinturas etc.) quanto na alimentação, na perspectiva da sustentabilidade socioambiental, visando principalmente à autonomia financeira.