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Projetos de Pesquisa: Arte e Transversalidade

Arte e cultura: a transversalidade dos-nos-pelos corpos performativos

Assim, a presente investigação pretende ser um projeto guarda-chuva que esteja imerso no trânsito, no diálogo, no amalgamar de saberes oriundo dos campos das Artes, dos saberes do-no-pelo e sobre o corpo em estado de arte, bem como articular proposições transdisciplinares, próprias dos encaminhamentos fronteiriços. Portanto, a proposta foi elaborada devido à intensão de produzir/difundir conhecimentos instaurados e instauradores de experiências performativas dos-nos-pelos-sobre os corpos-arte investigativos. As experiências promovidas, aqui, são buscadas em processos culturais diversos que transitam desde movimentos sociais, intervenções e ativismo político até manifestações oriundas de manifestações religiosas, festivas, entre tantos. Estes estudos prático-teóricos em poéticas visuais estão concentrados nos pressupostos da arte contemporânea.

Coordenadora: Gisela Reis Biancalana

Imagem Multiplicada– Arte e Ecosofia

A Proposta de contribuição como professor na linha de pesquisa Arte e Visualidade do PPGART / Mestrado em Artes Visuais iniciou em 2014 com o projeto Imagem Multiplicada que em 2018 foi ampliada para Imagem Multiplicada: Arte e Ecosofia. O projeto tenciona contribuir na instauração de um pensamento crítico e de discussão em torno às formas de produção artísticas atuais que tenham como referente processos de obtenção e impressão de imagens e que discutam questões ambientais. A ênfase está em investigações operadas (ou que mantenham resquícios) de processos de impressão da imagem tradicionais, mecânicos e foto mecânicos. Essa característica “low-tech” é entendida como procedimento e proposição, como potencializadora de modos de fazer arte que instiguem a consciência artística na produção contemporânea. Seja em circunstancias de atuação híbrida ou por permeação simples, pretende-se possibilitar um amplo espaço no qual as investigações possam reconhecer elementos significativos no campo da arte e ecologia, inter-relacionando aspectos econômicos, sociais, culturais, tecnológicos, profissionais e pessoais que associados a processos de subjetivação, repercutem na constituição de diferentes poéticas visuais.

Coordenadora: Helga Corrêa

Desenho e pintura: Procedimentos tecnicos e fundamentos e iconograficos da arte figurativa

Este projeto aborda investiga procedimentos técnicos e fundamentos iconográficos envolvidos na elaboração de desenhos e pinturas figurativas. Tem o objetivo de desenvolver estudos práticos com técnicas gráficas e pictóricas; e estudos teóricos em iconografia a partir de temáticas relacionadas à paisagem, imaginário cultural relacionado à região central do Rio Grande dos Sul. A ênfase em desenho utiliza fundamentos da área de psicologia da arte na linha de Ernst Gombrich, e a abordagem iconográfica direcionamentos baseados na obra de Erwin Panofsky. Entre os resultados esperados almeja-se a identificação das implicações culturais mais amplas a partir temáticas regionais, e a qualificação técnica das temáticas figurativas e universos imaginários dos pesquisadores envolvidos.

Coordenador: Altamir Moreira

Arte nas margens: estrangeiridades e (des)localizações

A proposta do projeto é pesquisar as distintas espacialidades, estrangeiriades e (des)localizações que são produzidas na arte contemporânea, tendo como resultado tensões entre o local e o global e o individual e o social. Sugere-se que o imaginário e as subjetividades interferem na projeção artística, tanto em artistas como em curadores(as). Nesse contexto, a arte (re)produz fronteiras e (in)definições tanto territoriais quanto topográficas, assim como incertezas conceituais. A estrangeiridade acontece tanto na perspectiva de quem observa a partir das margens, quanto naqueles indivíduos que não se reconhecem no espaço, tendo que buscar ou inventar códigos para determinar as suas ações (AMMANN, 1996-97). A percepção ou o questionamento em torno de si surge especificamente em uma situação fronteiriça, onde o(a) sujeito não se identifica ou conscientiza a sua estrangeiridade (ANZALDÚA, 1989). Esse estranhamento que permite olhar a partir das margens, criando um enquadramento privilegiado, pode ser categorizado também como uma condição queer (BLANCA, 2011). Essa forma de (des)localização artística interfere nas formas de produção da arte contemporânea (BLANCA, 1999). Os projetos curatoriais contribuem para a expansão das estrangeiridades em contextos de mundialização. Entendem-se as exposições como dispositivos de produção de conhecimento. As mostras de arte que surgem a partir dos margens, ou seja, que possuem como escopo a inter e transnacionalização, confrontam o nacional, levantando problemas de ordem identitária e de coexistência. O espaço museográfico, como um margem, permite que artistas ampliem as formas estéticas regionais com a intenção de dialogar com os(as) Outros(as). O projeto de pesquisa contempla como objeto de estudo tanto projetos curatoriais, como práticas artísticas que possuem como preocupação o território, a estrangeirdade, a identidade e a intersubjetividade.

Coordenadora: Rosa Maia Blanca Cedillo