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DNA afetivo Kamê e Kanhru ( DNA A.K.K) (2016 – atual)

Integrantes: Kalinka Mallmann, Joceli Sales, Andréia Oliveira, Bruno Gottlieb, Vicent Solar, Hermes Renato  Hildebrand

O projeto DNA Afetivo Kamê e Kanhru (2016-2020) é uma prática transdisciplinar inicialmente entre a artista Kalinka Mallmann e o professor de história Joceli Sirai Sales, que acontece de modo colaborativo com a comunidade kaingáng Terra do Guarita, localizada no noroeste do estado do Rio Grande do Sul e a comunidade kaingáng de Santa Maria. O projeto também conta com a parceria do LabInter UFSM, da pró reitoria de graduação da UFSM e do Observatório dos direitos Humanos. As práticas propostas em comunidade do projeto DNA A.K.K visam ativar as marcas exôgamicas (kamê e kanhru) que dividem a sociedade kaingáng, por meio de ações em arte que utilizam-se das tecnologias emergentes. As ações do projeto DNA A.K.K partem da concepção de laboratórios experimentais de criação audiovisual no território da aldeia, que ativem as questões locais e permitam uma colaboração efetiva da comunidade no projeto em geral. Por meio desses encontros, diversas foram as ações. Foi desenvolvido um mapeamento afetivo que localiza as famílias kamê e as famílias kanhru, residentes na aldeia Terra do Guarita, além de um jogo para Android baseado no mito kaingáng das metades, que encontra-se em processo de finalização e estará disponível no Google Play.

créditos vicent solar – integrantes do projeto na escola kaingang em Santa Maria RS , 2020

créditos vicent solar – integrantes do projeto na escola kaingang em Santa Maria RS , 2020

crianças participantes do projeto, Terra do Guarita, 2017.