Simondon’s thought in the Global South
The conference “Simondon’s Thought in the Global South” will be held at the University of the Witwatersrand, South Africa, in partnership with the Federal University of Santa Maria, Brazil, on the 7th and 8th of October 2024. This hybrid event, accessible both in person and online, will feature a diverse program, including a keynote lecture, panel discussions, workshops, and the “Quantum Echoes of Humanity” exhibition presented by WITS and LabInter/UFSM. The conference aims to explore Gilbert Simondon’s philosophy, with a particular focus on the specificities of individuation processes in the Global South and their relationships with emerging technologies. This represents a deterritorializing reterritorialization of Simondon’s philosophy, where different historical, cultural, and technological conditions exist.
Examining the concept of individuation from a Global South perspective necessitates a historical review of philosophical thought. To conceptualise individuation distinctly from substantialism, hylomorphism, and Hegelian idealism, Simondon introduces in his landmark work, Individuation in Light of Notions of Form and Information (1958), a novel concept that serves as the foundation and origin of all individuation. For him, unity and identity, essential for the existence of an individuated being, arise as dynamic consequences of the process of ontogenesis. His critique of traditional metaphysical concepts lays the groundwork for a processual approach to understanding the emergence of beings as individuation.
Gilbert Simondon constructs a sophisticated theory aimed at overturning traditional ontological notions. Interested in developing a philosophy that transcends disciplinary boundaries, Simondon’s interdisciplinary approach is unified by a unique theory of individuation. He re-conceptualizes individuation as an ongoing, never-ending process in which the individual mediates between two disparate orders of magnitude. Simondon’s worldview is dynamic rather than static, understanding the world in terms of processes rather than fixed principles. Individual beings are viewed as singular phases within the ongoing process of individuation, perpetually open to becoming.
In celebration of the centenary of Gilbert Simondon’s birth, we pose the question: Why is Simondon’s thought relevant in the current context of the Global South? We recognize that Simondon opened new avenues of philosophical inquiry directly applicable to the modern technological world. He plays a crucial role in developing philosophical ideas about technology as the co-constitution of society in a techno-social individuation with the artefacts it develops within its environment. His second doctoral thesis, The Mode of Existence of Technical Objects (1958), addresses many concerns about technological alienation and the construction of technical objects in balance with production processes.
Simondon’s work provides a new approach that integrates culture, technology, and nature, countering alienated, universal, and hegemonic modern thought. He provides a rich theoretical framework to rethink the relation of the individual and the social as technological mediation. This conference seeks to deepen the understanding of Simondon’s relevance, examining how his ideas can inform contemporary technological and social challenges in the Global South.
More information at: https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/cal/eventos/simondonsthoughtintheglobalsouth
Outubro Urbano & Circuito Urbano 2023
MetaGeoparques – Poética colaborativa integrada ao Planejamento Urbano – Compreendendo o Geoparque Quarta Colônia e o Geoparque Caçapava como territórios férteis para o um desenvolvimento criativo e sustentável, visa-se conectar estes Geoparques com proposições poéticas, conjugando e associando pesquisa e extensão. O projeto MetaGeoparques fortalece práticas colaborativas integradas ao planejamento urbano, fortalecendo a premissa do reconhecimento dos Geoparques pela UNESCO, com a preservação da “memória da terra”, dos sentidos e vivências locais. Assim, apresentamos ações voltadas à uma cartografia virtual e audiovisuais expandidos para ambientes imersivos fulldome, realizados por membros do LabInter (UFSM) em processos participativos em rede, com a parceria de artistas pesquisadores da University of the Witwatersrand (Joanesburgo, África do Sul).
O EntreConversas é um tradicional evento realizado pelo LabInter, que passou a acontecer online após a pandemia de COVID-19. E, este ano, novamente contará com o apoio institucional do Circuito Urbano 2022, que é uma iniciativa do Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat), uma das agências do Sistema das Nações Unidas.
O Circuito Urbano 2022 tem como tema “Localizando os ODS: Não deixar ninguém e nenhum lugar para trás”, ao buscar ativar a vida nas cidades a partir de ações que envolvem a inclusão de comunidades vulneráveis; que propiciam a apropriação do espaço urbano e rural pela conscientização sonora; que integram a realidade virtual e a física através de propostas coletivas e colaborativas em realidade virtual e aumentada; que auxilia na capacitação de populações para a redução de desigualdades, entre outros fatores. O EntreConversas se inclui no eixo temático Participar & inovar.
EntreConversas: Projetos colaborativos com comunidades indígenas – Foram reunidos projetos interdisciplinares que vêm sendo desenvolvidos com comunidades indígenas no Brasil. Tais projetos implicam em ações colaborativas, em formato de oficinas que envolvem tecnologias digitais, que buscam o protagonismo das comunidades indígenas e transmissão de outras epistemologias culturais.
EntreConversas: Sonoridades ao redor – Questionamos: Como os sons, os ruídos e as sonoridades se manifestam e se apresentam no panorama de Arte, Ciência e Tecnologia? Este é o assunto central da mesa, com diferentes pesquisas, vivências e abordagens teórico-metodológicas a respeito do som, desde a radiodifusão até o audiovisual, a música visual e a engenharia eletrônica.
EntreConversas: MetaAmbientes – Territórios em Rede, RV e RA – Visamos estar atento aos MetaAmbientes, territórios em Rede, Realidade Virtual e Aumentada que emergem constantemente através de conexões cíbridas entre meio físico e digital online, bem como debater as possibilidades e contribuições de produções em RV e RA para aplicação de inovações tecnológicas nos ambientes urbanos.
EntreConversas: arte, ciência e tecnologia para um mundo sustentável – Apresentamos pesquisas atuais realizadas no Labinter (https://www.ufsm.br/laboratorios/labinter) que objetivam promover outras maneiras de se lidar com a informação e comunicação, novos deslocamentos perceptivos e outros modos colaborativos de produção em rede.
DigiFest 2021
O Laboratório Interdisciplinar Interativo estará presente na oitava edição da DUT’s Faculty of Arts and Design Digital Festival (DigiFest08), cujo tema é Unmasked!
Além de falas de artistas e pesquisadores do LabInter, também vai haver a apresentação, na exposição virtual do evento, de mais um trabalho do projeto transnacional ContraMonumentos/CounterMonuments, uma parceria entre Brasil e África do Sul.
Mais informações, nos cartões de divulgação e através do site do festival: http://digifest.dut.ac.za/
EntreConversa 2020
ARTE, TRANSMISSÃO E ATIVISMO – AS ONDAS RADIOFÔNICAS COMO MEIO – Em debate sobre as pesquisas e os processos criativos de diferentes artistas que trabalham com ondas, transmissões e dispositivos radiofônicos, mediados por olhares e práticas artísticas ativistas e problematizadoras de temas como gênero, sexualidade, etnia, status quo e subjetivações.
TRANSMISSÃO, TRANSFERÊNCIA E CONEXÃO: ARQUIVOS E DOCUMENTOS COMO POÉTICA ARTÍSTICA – A arte de arquivo, na atualidade, está menos preocupada com uma originalidade fiel e absoluta dos arquivos e se encontra mais focada nos desvios possíveis e desconhecidos que possam ser trilhados. Há um interesse dos artistas por projetos incompletos e começos incertos, proporcionando outros pontos de partida e outras narrativas a partir do uso de arquivos e documentos como elemento estético e conceitual. A produção artística contemporânea atrelada à linguagem da fotografia, do vídeo, das mídias digitais e da rede online veio a contribuir na poética dos artistas que se engajam em trabalhos de cunho arquivístico. Diante dessas especificidades, os fins parecem não justificar mais os meios: esses meios se tornam protagonistas, sob qualquer resultado fechado ou necessidade de buscar uma origem e/ou originalidade. Há, dessa maneira, um processo de transmissão, de transferência e de conexão.
CONTÁGIO – CONTORNOS ESPAÇO-TEMPORAIS DE IMAGENS E SONS – Enquanto transmissão de informações que contamina todos os agentes envolvidos, onde indivíduo/mídia/meio se autorregulam e/ou desestabilizam-se mutuamente, pulsando entre o equilíbrio sistêmico das associações natural/artificial e físico/digital, infectando os contornos espaço-temporais de imagens e sons, em interações que transgridam seus formatos.
CULTURA INDÍGENA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO: ESTRATÉGIAS DE RESISTÊNCIA – Como resistir aos processos hegemônicos da contemporaneidade e potencializar os modos culturais específicos dos povos originários em meio à globalidade? A mesa em questão pretende refletir em torno da necessidade da democratização do conhecimento tecnológico e cientifico a favor da ativação das culturas minoritárias. Além disso, entende-se que os aspectos culturais dos povos originários contribuem efetivamente com seus valores ancestrais, em suas formas coletivas do saber, na perspectiva da urgência de uma comunidade global mais humanitária e inclusiva.
Outubro Urbano & Circuito Urbano 2020
O ONU-Habitat (Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos ) realiza, todos os anos, o Outubro Urbano. O mês se inicia com o Dia Mundial do Habitat (na primeira segunda-feira do mês – em 2020, no dia 05 de outubro) e se encerra com o Dia Mundial das Cidades (31 de outubro). O Outubro Urbano conta sempre com dois temas selecionados para estimular o debate entre diversos setores sobre como tornar a vida nas cidades melhor para todas e todos. Em 2020, o Dia Mundial do Habitat abordou o tema da “Habitação para todas e todos: um futuro urbano melhor” e o Dia Mundial das Cidades focou no tema “Valorizando nossas comunidades e cidades”.
Para promover o debate sobre os temas do Outubro Urbano de cada ano em todo o Brasil, o escritório do ONU-Habitat no Brasil criou, em 2018, o Circuito Urbano: uma iniciativa para apoiar institucionalmente e dar visibilidade a eventos organizados por diversos atores.
Em 2020, a 3ª edição do Circuito Urbano foi realizada de forma totalmente virtual. Para aproveitar as vantagens da modalidade online e aprofundar o intercâmbio de experiências e conhecimentos, a edição foi realizada em parceria com os escritórios do ONU-Habitat em Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa. Dessa forma, o Circuito Urbano 2020 se centrou no tema “Cidades Pós-COVID-19: Diálogos entre o Brasil e a África lusófona” e os eventos puderam abordar como subtemas as questões trazidas pelo Dia Mundial do Habitat e o Dia Mundial das Cidades.
Mais informações, em: http://www.circuitourbano.org/arte-comunitaria.html
Mais informações, em: http://www.circuitourbano.org/arte-natureza.html
Mais informações, em: http://www.circuitourbano.org/monumentos-virtuais.html
Arte Comunitária – Ao interligar os temas Arte, Tecnologia, Ética e Comunidade, aborda práticas artísticas atuais que trazem em suas metodologias processos inclusivos e recíprocos entre os agentes participantes, no sentido de ativar o comum de cada comunidade. Práticas que, a partir de cartografias contemporâneas, buscam a criação de redes colaborativas em que a empatia e o senso de responsabilidade com o outro geram uma consciência coletiva nas cidades. Na perspectiva de conjugar arte e conhecimento, este webinário propõe ativar debates sobre uma consciência ética e integradora; problematizações sobre ações públicas urbanas e suas implicâncias políticas, sociais e econômicas; e busca abrir espaços para protagonismos outros que potencializam comunidades globais ao valorizarem saberes e fazeres locais.
Arte Natureza – Aborda como as áreas de Arte e Educomunicação têm contribuído nas discussões e proposições recentes sobre comunidades sustentáveis ao valorizar ações socioambientais. Com o cruzamento entre os temas cidade e meio ambiente, sustentabilidade, ecologia profunda, ética e ativismo, arte e ecologia, aponta-se para o papel cultural, social e político da arte engajada com questões de sustentabilidade nas cidades. Este webinário visa propiciar um espaço para compartilhar práticas artísticas e educomunicacionais que têm problematizado tais questões como exploração de recursos, impacto ambiental, consumo consciente, cidades sustentáveis e práticas urbanas.
Monumentos Virtuais: Memória, Arte e Tecnologia Colaborativa e Transnacional – Roda de conversa virtual sobre o projeto colaborativo e transnacional de arte e tecnologia “Monumentos Virtuais”, uma parceria entre Brasil e África do Sul. Realização que parte de registros em áudio e vídeo do habitat urbano das cidades Brasileiras de Santa Maria (RS) e Fortaleza (CE), e da cidade sul-africana de Durban. A proposta visa repensar as memórias dos povos envolvidos, experimentando mídias emergentes e formatos expositivos, como projeção em cúpulas de planetários, telas panorâmicas em 360º e vídeo mapping. Agora, “Monumentos Virtuais” reforça a parceria com a cidade de Salvador (BA), abre-se também ao público através das conexões em redes online, valorizando as memórias efêmeras do habitar cotidiano em tempo de pandemia de COVID19. Problematizando as narrativas oficiais e as noções de monumento, com práticas em arte e tecnologia, como um respiro de resistência e revitalização para as cidades dum futuro mundo pós-pandêmico, sob a mediação poética com um olhar contemporâneo.
EntreConversa 2019
EntreConversa 2017
EntreConversa 2015