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Achados e perdidos da Produção Editorial



Por Lívia Oliveira

O curso de Produção Editorial da Universidade Federal de Santa Maria completa seus 10 anos, o que o torna o caçula da FACOS – Faculdade de Comunicação Social. Por ser um curso relativamente jovem ainda enfrenta dúvidas sobre o que um produtor editorial faz, mas isso nós já resolvemos no post anterior. 

No entanto, devemos confessar que até nós mesmos, estudantes de Produção Editorial, já mudamos de opinião quanto às nossas aptidões. Existem até pessoas que entram no curso sem saber nada sobre o mesmo e se apaixonam. Para vocês entenderem melhor do que estamos falando, fizemos a seguinte pergunta aos nossos colegas da equipe editorial da revista: o que era e o que se tornou PE para você?

Um colega nos contou que entrou no curso sem saber muito bem o que fazer, mas sabia que queria trabalhar com livros. Apesar disso, no decorrer do curso, seu ponto de vista mudou e passou a perceber as outras áreas presentes em Produção Editorial. Já outro colega nos disse que sabia que era um curso muito abrangente, mas não tinha a dimensão do quanto, o que passou compreender no 3º semestre.

Bem, resumindo, podemos dividir as respostas em três categorias: eu sei o que estou fazendo, eu sei mais ou menos o que estou fazendo e eu não sei o que tô fazendo aqui. Explicando melhor, 49,5% dos estudantes entram no curso sabendo do seu potencial máximo, 49,5% ingressam por determinado setor, por exemplo a editoração ou o audiovisual, e 1% entram sem saber o que estão fazendo ali. E essas porcentagens foram totalmente inventadas.

Caso queiram saber sobre o que é produção editorial, vá até a publicação anterior aqui no Blog.

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