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Talco cancerígeno? Crise da Johnson & Johnson ganha novo capítulo.



Talvez o mais icônico produto da Johnson & Johnson, o talco Johnson’s Baby Powder, conhecido também por “talco do câncer”, está no centro de uma das maiores crises relacionadas à responsabilidade sobre produtos nos Estados Unidos.

Isso porque a empresa enfrenta ações judiciais movidas por dezenas de milhares de consumidoras que desenvolveram câncer de ovário após o uso regular do talco. A alegação é de que há amianto na composição do produto. Após condenações entre 2016 e 2020, a J&J ofereceu na última semana US$ 8,9 bilhões (R$45 bilhões) para encerrar os processos atuais e futuros enfrentados em virtude da fabricação e da venda de produto apontado como cancerígeno.

Neste ano, a empresa decidiu suspender as vendas do produto no Brasil e planeja, em breve, descontinuar a produção e a distribuição no mundo todo. O talco já não é mais vendido nos Estados Unidos e no Canadá desde 2020. Após quase uma década desta situação crítica, a J&J também afirma que irá substituir o talco do produto (extraído de camada próxima a do amianto na terra) por amido de milho na composição do pó.

Para a J&J, “Resolver esse assunto por meio do plano de reorganização proposto é mais equitativo e mais eficiente, permite que os reclamantes sejam compensados em tempo hábil e que a empresa permaneça focada em nosso compromisso de impactar profunda e positivamente a saúde da humanidade”.

Embora a Johnson & Johnson venha retirando o talco do mercado global desde 2020, continua alegando inocência e afirmando que o produto é seguro. Além disso, diz que o acordo não é uma admissão de culpa, que as alegações das vítimas são enganosas e carecem de base científica.

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