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Projeto Zelo: conheça sua história e suas ações em tempos de pandemia



Nas últimas semanas tivemos a felicidade de acompanhar nas mídias um projeto da Pró-Reitoria de Extensão ganhando visibilidade, o Projeto Zelo, sob coordenação da Profª. Fabiana Stecca, do Colégio Politécnico.  Após a publicação, nas redes sociais, de uma campanha inusitada que pretendia arrecadar fundos aos animais abrigados pelo projeto, o Projeto Zelo virou notícia no jornal Diário de Santa Maria. A reportagem, você pode ler aqui.

A campanha solidária, com o slogan #AlimenteUmFocinhoZelo, ilustra como os seguidores do projeto, atualmente sendo 4 mil, possuem a possibilidade de fazer doações ao Zelo com apenas um real, ou com outros valores. A doação pode ser feita pelo Pix – fabiana@ufsm.br – o novo meio de transferência bancária das instituições financeiras. A ideia surgiu a partir da bolsista do projeto, Silva Mendes, pela necessidade de arrecadação de fundos para compra de rações.

Arte da campanha solidária #AlimenteUmFocinhoZelo do Projeto
Arte da campanha solidária #AlimenteUmFocinhoZelo do Projeto

Dessa forma, com todos os números de seguidores, o projeto visa conseguir alimentar os animais durante esse período da pandemia, pois, a partir março de 2020, com o começo do avanço da Covid-19, houve uma série de reduções de voluntários do projeto, funcionários (principalmente os vigilantes) da UFSM e do Politécnico, fechamento temporário do Hospital Veterinário Universitário da UFSM (HVU) e outras situações que, de certa forma, prejudicaram os cuidados (alimentação, tratamentos, moradias) com animais abandonados. “Foram e estão sendo períodos difíceis para a manutenção do projeto, que necessita de recursos públicos, principalmente do HVU”, destaca Fabiana Stecca.

Com a suspensão das aulas práticas dos cursos, o Zelo precisou realizar a maioria das castrações de forma individual e sem recursos do HVU por não haver suporte dos discentes e docentes dos cursos de Medicina Veterinária. Outros tipos de recursos externos foram também usados para as compras de rações aos animais. Fabiana afirma que “a pandemia está difícil para todos, e principalmente para os animais”. 

A coordenadora do projeto comenta sobre a importância da adoção e do lar temporário, em qualquer período vigente. 

Ela também ressalta a valorização de animais com médios e grandes portes para possuírem um lar. Esses dois tipos de animais são os que mais possuem dificuldades para serem adotados devido aos seus respectivos tamanhos.

O projeto precisou redobrar e criar parcerias externas, que oferecem descontos, algumas vantagens em produtos para o Zelo, etc. Parcerias como as de clínicas veterinárias foram importantes para sua manutenção, pois os animais necessitavam de tratamentos médicos com urgência. “Houve um crescimento de animais abandonados no campus, com mais problemas de saúde”, relata Fabiana.

Três gatinhos se alimentando nos espaços do Colégio Politécnico
Três gatinhos se alimentando nos espaços do Colégio Politécnico

A História do Projeto

O Projeto Zelo foi criado em 2014, vinculado ao gabinete do vice-reitor da época, Paulo Bayard Dias Gonçalves, professor de Medicina Veterinária, o qual o idealizou. Em 2015, após pedidos de representantes de Unidades, chegou a vez de Fabiana Stecca, servidora com mais de 15 anos de atuação, Professora da área de Gestão Administrativa e coordenadora da Cooperativa-Escola do Colégio Politécnico, e juntamente com outros colegas definirem um novo rumo para o projeto. Pensando nisso, os servidores se inspiraram no Projeto do Campus do Vale, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e, a partir disso, reformularam algumas ações para a criação do projeto de extensão.

Cães recebem carinho no campus da UFSM
Cães recebem carinho no campus da UFSM

Fabiana, que sempre acompanhou de perto os animais presentes no Colégio Politécnico, atualmente, coordena também outro projeto chamado Cuidados com Animais, este já vinculado ao Politécnico, agora iria assumir, definitivamente, o Projeto Zelo da Pró-Reitoria de Extensão. Embora as expectativas fossem de muito trabalho, ela foi surpreendida pelo acolhimento dos alunos do ensino médio, dos cursos técnicos, de graduação e dos colegas de trabalho, por estarem acostumados com a presença dos animais diariamente. Conforme seu crescimento, o Projeto Zelo já ministrava palestras, realizava ações de adoção e falas de conscientização animal para a comunidade acadêmica.

Atualmente, o Zelo conta com o trabalho de duas bolsistas e alguns voluntários. Fabiana ressalta que a ajuda de voluntários é de extrema importância para o projeto, pois, sem eles não há muito o que fazer em ações de resgates, doações, cuidados, etc. Para se inscrever como voluntário(a), dar lar temporário ou estar com vontade de adotar algum animal, basta entrar em contato com as páginas do Facebook (Projeto Zelo UFSM) ou Instagram (@zeloufsm) do projeto.

Fabiana Stecca (coordenadora do Projeto Zelo) ao lado de um dos gatos do projeto
Fabiana Stecca (coordenadora do Projeto Zelo) ao lado do gato Alemão

Atividades Extensionistas durante a pandemia

Devido à presença do Projeto PoliFeira do Agricultor, na Avenida Roraima, como de praxe nas manhã das terças-feiras, o Projeto Zelo também divide o espaço, agora de forma esporádica, para a captação de recursos financeiros e aproximação da comunidade santa-mariense aos animais. O projeto possui um estande na avenida e conta com atividades de extensão, vendas de roupas no brechó, e outras ações durante as manhãs de terça-feira.

Equipe do Projeto Zelo durante a Polifeira do Agricultor, na Avenida Roraima, às terças
Equipe do Projeto Zelo durante a Polifeira do Agricultor, na Avenida Roraima, às terças-feiras

Texto elaborado por Bruna Lopes.

Assessoria de Comunicação do Colégio Politécnico da UFSM
assessoriadecomunicacao@politecnico.ufsm.br

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