<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>		<rss version="2.0"
			xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
			xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
			xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
			xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
			xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
			xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
					>

		<channel>
			<title>UFSM - Feed Customizado RSS</title>
			<atom:link href="https://www.ufsm.br/busca?rss=true&#038;tags=uma-ufsm" rel="self" type="application/rss+xml" />
			<link>https://www.ufsm.br</link>
			<description>Universidade Federal de Santa Maria</description>
			<lastBuildDate>Thu, 23 Jul 2026 11:28:49 +0000</lastBuildDate>
			<language>pt-BR</language>
			<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
			<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>/app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico</url>
	<title>UFSM</title>
	<link>https://www.ufsm.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
						<item>
				<title>UFSM é a 4ª universidade mais sustentável do Brasil de acordo com QS Ranking</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/10/26/ufsm-e-a-4a-universidade-mais-sustentavel-do-brasil-de-acordo-com-qs-ranking</link>
				<pubDate>Wed, 26 Oct 2022 17:09:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agenda 2030]]></category>
		<category><![CDATA[QS Rankings]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[UMA UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=60177</guid>
						<description><![CDATA[700 Instituições de Ensino Superior do mundo todo foram avaliadas e a UFSM se destacou por seu compromisso com a sustentabilidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400"><img class="wp-image-60182  alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/10/Card-4-universidade-mais-sustentavel-do-Brasil.jpg" alt="Pessoas sorrindo abanando. Escrito: UFSM é a quarta universidade mais sustentável do Brasil " width="525" height="525">Foi divulgado nesta quarta-feira (26) os resultados do QS Ranking Mundial - edição 2023, com recorte para Sustentabilidade. O destaque que a Universidade Federal de Santa Maria obteve foi na categoria “Instituição Sustentável”, estando classificada como a 4ª melhor do Brasil e a 1ª do Rio Grande do Sul.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Neste critério é considerada a atuação e o compromisso de uma instituição com a sustentabilidade. São levados em conta aspectos como: impacto ambiental; governança com foco em sustentabilidade; participação em organizações e grupos dedicados ao desenvolvimento sustentável; compromisso da instituição com o tema; adoção de políticas e investimentos com foco em sustentabilidade; comunidade estudantil comprometida com o desenvolvimento sustentável; controle sobre uso de energia, água e emissões de gases poluentes da instituição.&nbsp;</span></p>
<p><b>A avaliação</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Esta é a primeira vez que o QS ranking faz uma avaliação com este recorte e 700 instituições de ensino superior foram classificadas. A metodologia utilizada é composta por indicadores que medem a capacidade de uma instituição para enfrentar os desafios ambientais, sociais e de governança do mundo.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Informações completas sobre o ranking, classificação e metodologia utilizada podem ser encontradas no site do </span><a href="https://www.topuniversities.com/university-rankings/sustainability-rankings/2023"><span style="font-weight: 400">QS World University Rankings: Sustainability 2023.</span></a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Comitê pelo o Meio Ambiente promove bate-papo sobre reciclagem e coleta seletiva</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/08/24/comite-pelo-o-meio-ambiente-promove-bate-papo-sobre-reciclagem-e-coleta-seletiva</link>
				<pubDate>Wed, 24 Aug 2022 11:39:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[câmara de vereadores]]></category>
		<category><![CDATA[comitê pelo meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[DSM]]></category>
		<category><![CDATA[IFFar]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura de Santa Maria]]></category>
		<category><![CDATA[Prograd]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[UFN]]></category>
		<category><![CDATA[UMA UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[uma-ufsm]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=59467</guid>
						<description><![CDATA[A UFSM é uma das instituições integrantes do Comitê e apoiadora do evento]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400"><img class="alignleft wp-image-59469 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/08/WhatsApp-Image-2022-08-23-at-17.09.01.jpeg" alt="" width="440" height="440" />Nesta sexta-feira (26), às 9h e 30min,  o Comitê pelo Meio Ambiente promove o seu segundo bate-papo. Nesta edição o tema é Reciclagem e Coleta Seletiva e os </span><span style="font-weight: 400">convidados serão </span><span style="font-weight: 400">o catador e integrante do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR), Alexandro Cardoso, e a professora do </span><span style="font-weight: 400">Instituto Federal Farroupilha e coordenadora de projeto de catadores do Vale do Jaguari, </span><span style="font-weight: 400">Simoni Bochi Dorneles.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O evento será realizado na sede do Grupo Diário. Para participar presencialmente, é preciso enviar </span><span style="font-weight: 400">e-mail para </span>carolinecechin@ufn.edu.br, informando o nome completo. O bate-papo também terá transmissão pela TV Diário, nos canais 26 e 526 da NET Santa Maria, Rádio CDN, no YouTube do Diário e na TV Câmara.</p>
<p><b>Comitê pelo o Meio Ambiente</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Comitê pelo o Meio Ambiente foi lançado em julho e congrega, atualmente, representantes de seis instituições de Santa Maria: </span><span style="font-weight: 400">Universidade Federal de Santa Maria</span><span style="font-weight: 400">, Universidade Franciscana, Instituto Federal Farroupilha, Prefeitura Municipal, Câmara de Vereadores, e o Grupo Diário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O objetivo do Comitê é discutir ações e iniciativas práticas, com foco no cuidado com o meio ambiente e sustentabilidade, que promovam mudanças comportamentais da sociedade de Santa Maria.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Campus da UFSM sobe 7 posições em ranking mundial de sustentabilidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/12/17/campus-da-ufsm-sobe-7-posicoes-em-ranking-mundial-de-sustentabilidade</link>
				<pubDate>Fri, 17 Dec 2021 16:57:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[GreenMetric]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[UMA UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=57538</guid>
						<description><![CDATA[GreenMetric Ranking analisou 956 universidades em todo o mundo. UFSM também subiu entre as IFES do Brasil]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Universidade Federal de Santa Marria melhorou suas posições na edição de 2021 do <a href="https://greenmetric.ui.ac.id/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">GreenMetric Ranking</a>. Criado em 2010 pela Universitas Indonesia, o ranking busca mensurar os esforços de universidades de todo o mundo em ações de sustentabilidade, analisando as condições e políticas implementadas para a construção de um campus sustentável. Atualmente, 956 universidades em 84 países são analisadas através de indicadores de infraestrutura, energia e alterações climáticas, resíduos, água, transporte e pesquisa.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em 2021, a UFSM subiu sete posições no ranking mundial, saltando de 524º de 911 instituições ranqueadas em 2020 para 517º de 956 instituições em 2021. Já entre as universidades brasileiras, subiu duas posições, de de 25º de 38 em 2020 para 23º de 40 em 2021. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"align":"center","id":57542,"width":991,"height":544,"sizeSlug":"large","linkDestination":"media"} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-14-at-15.22.17-1.jpeg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-14-at-15.22.17-1-1024x562.jpeg" alt="" class="wp-image-57542" width="991" height="544" /></a></figure></div>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Ainda entre as universidades brasileiras, a UFSM obteve avanços significativos em dois eixos de avaliação do ranking. No eixo água, cujo objetivo é a diminuição do uso de água, aumentar o programa de conservação e proteger o meio ambiente, a UFSM subiu de 33º para 11º. Já no eixo Ambiente e Infraestrutura, cujo objetivo é estimular o oferecimento de mais espaço para a vegetação e a preservação do meio ambiente, além de desenvolver energia sustentável, a universidade foi de 33º para 17º.  Para o ano de 2022, além de melhorar o desempenho nos eixos de avaliação, a principal meta é chegar ao top 20 das universidades mais sustentáveis do Brasil. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"align":"center","id":57543,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-14-at-15.37.40-1-1024x574.jpeg" alt="" class="wp-image-57543" /></figure></div>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto UMA destaca ações sustentáveis dos grupos PET</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/12/10/projeto-uma-destaca-acoes-sustentaveis-dos-grupos-pet</link>
				<pubDate>Fri, 10 Dec 2021 18:28:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[UMA UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=57459</guid>
						<description><![CDATA[O projeto institucional Universidade Meio Ambiente (UMA) lançou no início de novembro a série “Fala aí, PET”, que visa divulgar as ações sustentáveis promovidas pelos Programas de Educação Tutorial (PETs) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Até agora, já foram divulgados três episódios, mas espera-se que os 19 grupos de Educação Tutorial da UFSM [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O projeto institucional Universidade Meio Ambiente (UMA) lançou no início de novembro a série “Fala aí, PET”, que visa divulgar as ações sustentáveis promovidas pelos Programas de Educação Tutorial (PETs) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Até agora, já foram divulgados três episódios, mas espera-se que os 19 grupos de Educação Tutorial da UFSM participem da ação.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A Universidade possui três pilares essenciais para a formação de seus estudantes: o ensino, a pesquisa e a extensão. Essa tríade indissociável permite que a experiência acadêmica seja formadora de indivíduos capazes de unir os ensinamentos adquiridos em sala de aula aos estudos aprofundados na pesquisa e à aplicabilidade desses dois conceitos na comunidade, a extensão de fato.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dentro desse sistema, surgem os Programas de Educação Tutorial (PETs), desenvolvidos por grupos de estudantes do Brasil, com tutoria de um docente. Dentro de um PET, são realizadas ações que visam impactar tanto a comunidade acadêmica quanto a externa de maneira positiva, alinhadas com a área de estudo de cada grupo.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os PETs da UFSM, além de desenvolverem ações de imenso impacto acadêmico e social, ainda trabalham a importância da sustentabilidade. Desde grupos da área da saúde até a comunicação, atividades em prol do meio ambiente e de um futuro mais sustentável são estimuladas e protagonizadas pelos PETs.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A partir disso surge o “Fala aí, PET”, que está no seu quarto episódio e já trouxe resultados do trabalho que esses grupos têm desenvolvido. Dentre eles, está o <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/11/19/fala-ai-pet-pet-odontologia-ufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PET Odontologia</a> (Instagram: @petodontoufsm), que atualmente conta com 15 alunos do curso de Odontologia da UFSM e um professor tutor. Juntos, eles dão continuidade aos diversos trabalhos promovidos pelo PET desde a sua formação, em 2006. O PET Odontologia desempenha muitas ações de cunho socioambiental, entre elas está a campanha anual de estímulo a doações de sangue.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Já o <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/11/12/fala-ai-pet-pet-engenharia-civil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PET Engenharia Civil</a> (Instagram: @petcivilufsm), formado em 2012, mas com início das atividades em abril de 2013, traz a sustentabilidade em todas as iniciativas. Se destacam as palestras técnicas realizadas no ano passado, trazendo temáticas como “Tratamento de efluentes com microalgas e processos de separação visando a produção de biocombustíveis” e “Telhados verdes: Estratégia Sustentável para Ambientes Urbanos” ocorridas no último ano. Uma vez que o&nbsp; setor da Construção Civil realiza atividades que muitas vezes trazem impactos negativos ao meio ambiente, é essencial que os profissionais da área queiram mudar essa realidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Enquanto isso, o <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/11/05/fala-ai-pet-pet-agronomia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PET Agronomia</a> (Instagram: @petagronomiaufsm) do campus sede, fundado em 1992, une 12 estudantes e um professor tutor que desempenham juntos atividades que impactam as comunidades locais. Em 2019, por exemplo, o grupo elaborou um minicurso de hortas internas com o uso de garrafas PET, além de cartilhas informativas. “É muito gratificante fazer parte do PET, pois, além de formarmos uma amizade, ele ajuda no nosso desenvolvimento pessoal e profissional, trazendo conhecimento às nossas vidas”, dizem os membros do grupo.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/12/03/fala-ai-pet-pet-zootecnia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PET Zootecnia</a> (Instagram: @petzootecnia_ufsm) também mostrou como exemplificou a relação de compromisso socioambiental que os futuros zootecnistas desempenham. Desenvolvendo ações como o Zoot Kids, Zoot Teens e o Dia do Desafio, o PET Zootecnia da UFSM colabora com a sustentabilidade e com a educação ambiental da comunidade acadêmica e também impactando&nbsp; a população santa-mariense.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para conhecer mais sobre os grupos PET da UFSM, acompanhe a série “Fala aí, PET!” promovida pelo projeto institucional Universidade Meio Ambiente (UMA) e divulgada em seu <a href="https://www.instagram.com/umaufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">perfil do Instagram</a> e <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site</a>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Reportagem: Caroline Siqueira, bolsista de jornalismo do projeto UMA Universidade Sustentável</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Iniciativas permitem à UFSM reduzir o consumo de energia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/10/25/iniciativas-permitem-a-ufsm-reduzir-o-consumo-de-energia</link>
				<pubDate>Mon, 25 Oct 2021 12:04:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[energia elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[energias alternativas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[UMA UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[usina fotovoltaica]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=57016</guid>
						<description><![CDATA[Só em julho de 2021, Instituição diminuiu em 35,9% o consumo mensal médio em comparação com o mesmo mês em 2018 e 2019
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>É difícil imaginar o nosso cotidiano sem energia elétrica. Muito utilizada em nossos eletrodomésticos e eletroeletrônicos, ela se tornou recurso indispensável para a maioria dos brasileiros, principalmente durante a pandemia, período em que parcela da população migrou para o home office. No entanto, o Brasil está passando por uma crise energética com risco de apagão.</p>
<p>Esta enorme crise decorre de outra maior ainda: a hídrica. Os recursos hídricos nacionais estão passando pelo maior período de escassez das últimas nove décadas, com chuvas insuficientes para preencher os reservatórios de água e alimentar as hidrelétricas brasileiras, principais fontes de energia no país. </p>
<p>As esferas federais, estaduais e municipais iniciaram ações para solucionar essa crise, como o acionamento das termelétricas para complementar o fornecimento de energia e suprir a demanda e o racionamento voluntário com bônus a ser aplicado em 2022. Também foi estabelecido que as instituições federais, inclusive as Universidades, deverão buscar reduzir o consumo de energia elétrica nos meses de setembro de 2021 até abril de 2022 em percentual de 10% a 20% em relação à média do consumo do mesmo mês nos anos de 2018 e 2019”.</p>
<p>Nessa corrida para preservar os nossos recursos energéticos e diminuir o consumo, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) se destaca. Só no mês de julho de 2021, já diminuímos 35,9% do nosso consumo mensal médio do mesmo mês em 2018 e 2019. Confira a seguir algumas das nossas iniciativas frente à crise energética:</p>
<ul>
<li><strong>Sistema de Gestão de Energia (SGE) da UFSM </strong></li>
</ul>
<p>Implantado no segundo semestre de 2020 no Centro de Tecnologia (CT) da UFSM, o SGE tem como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica nos campi, disseminar a conscientização do uso racional de energia, gerenciamento sistêmico e eficientização dos processos. O SGE se baseia na ABNT NBR ISO 50001-2018.</p>
<ul>
<li><strong>Troca de lâmpadas tradicionais por LED </strong></li>
</ul>
<p>Na terceira semana de setembro de 2021, a UFSM realizou a troca de 60 luminárias públicas convencionais por lâmpadas de LED na Avenida Roraima, entre o arco da Universidade e a faixa velha de Camobi. As lâmpadas LED apresentam maior eficiência energética e as instalações estão sendo feitas gradualmente nas áreas de maior circulação de pessoas e nas avenidas principais.</p>
<ul>
<li><strong>Usinas fotovoltaicas</strong></li>
</ul>
<p>O Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM) adquiriu dois sistemas fotovoltaicos para geração de energia. Cada sistema é composto por 98 módulos fotovoltaicos de 450W, atingindo uma potência máxima de 44,1kWp para uma produção anual estimada em 59,8 MWh. Isto resulta em uma economia para a instituição superior a R$100 mil por ano com as duas usinas instaladas.</p>
<p>Somando ações na busca de fontes de energia renováveis, a UFSM conseguiu subsídios para a implementação de duas usinas fotovoltaicas: uma no campus de Santa Maria e outra no campus de Cachoeira do Sul. Cada uma delas terá 400 kW de potência.</p>
<p>Além disso, a Pró-Reitoria de Infraestrutura (Proinfra) publicou <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/dec-10779">gráficos comparativos do consumo de energia elétrica</a>, por meio dos quais o público poderá fiscalizar a economia alcançada mês a mês.</p>
<ul>
<li><strong>Redução de 30% da  potência do transmissor da Rádio Universidade AM </strong></li>
</ul>
<p>A Rádio Universidade AM reduziu a potência de seu transmissor de 10KW para 7KW. A medida atende à <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-mcom-n-2.447-de-22-de-abril-de-2021-315668978">portaria nº 3767/2021</a> do Ministério das Comunicações, que autoriza a diminuição da potência estabelecida na licença das emissoras de rádio e de televisão pelo período de seis meses para minimizar os efeitos da crise elétrica e hídrica.</p>
<p><strong>Ensino, pesquisa e extensão</strong></p>
<p>Mas não foi apenas durante a crise que a UFSM realizou atividades em prol do consumo consciente de energia. Considerada a 25º Universidade mais sustentável do Brasil pelo Green Metrics de 2020, a instituição já realizava outras ações sustentáveis voltadas à eficiência energética. </p>
<p>São dezenas de projetos de ensino, pesquisa e extensão com eixo central o estudo de fontes de energia renováveis, entre eles o “Desafios, Novas Ideias e Discussões sobre as Energias Renováveis e a Sustentabilidade na Atualidade  e para o Futuro”. A ação é coordenada pela professora do Departamento de Engenharia Elétrica da UFSM Luciane Neves Canha, que recentemente foi incluída entre as 21 Mulheres Mais Influentes da Mobilidade no Mundo pela Vulog (Vulog's Top 21 Influential Women in Mobility). Dentre as atividades do projeto, estão apresentar discussões, palestras, videoaulas e transmissões ao vivo sobre o tema das energias renováveis e sustentabilidade a partir de palestras de professores, alunos da pós-graduação em engenharia elétrica, pesquisadores renomados nacional e internacionalmente.</p>
<p>Há também o projeto <a href="https://portal.ufsm.br/projetos/publico/projetos/view.html?idProjeto=53561" target="_blank" rel="noopener">“Energias alternativas: estudo e aplicação em empresas e escolas da região norte e noroeste do estado do Rio Grande do Sul”</a>, coordenado pela professora do Departamento de Engenharia e Tecnologia Ambiental da Universidade Federal de Santa Maria campus Frederico Westphalen Aline Passini. O projeto surgiu em 2016 e visa levar o conceito de eficiência energética por meio da educação ambiental para 19 escolas (estaduais, municipais e particulares) da região de Frederico Westphalen. Com palestras lecionadas por discentes da UFSM-FW, a comunidade escolar recebe suporte para entender de onde vem a energia que eles consomem e quais os impactos ambientais que ela produz. </p>
<p><em>Texto: Caroline Siqueira, bolsista de Jornalismo do UMA</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM apoia Dia do Lixo Zero em Santa Maria neste sábado (14)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/08/13/ufsm-apoia-dia-do-lixo-zero-em-santa-maria-em-14-de-agosto</link>
				<pubDate>Fri, 13 Aug 2021 13:46:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[coleta seletiva solidária]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[lixo zero]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[UMA UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=56455</guid>
						<description><![CDATA[Será possível descartar materiais recicláveis em diferentes pontos de coleta]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr">Neste sábado (14), a cidade de Santa Maria poderá colaborar com o meio ambiente no evento promovido pelo Lixo Zero Santa Maria. Entre as 8h e as 20h, será possível descartar materiais recicláveis, como papelão, papel, plástico, metal e vidro, eletroeletrônicos e óleo de cozinha usado nos seguintes pontos de coleta: Feira da Avenida Roraima (8h-13h), Supermercado Royal (8h-20h), Shopping Praça Nova (10h-20h) e Royal Plaza Shopping (10h-20h).</p>
<p dir="ltr">No mesmo dia, acontecerá a apresentação do projeto socioambiental destinado à reutilização, reciclagem e valorização de resíduos têxteis pós-consumo, Caixa Solidária, e ainda o Gran Bazar da Tay, uma feira com brechós e diversos produtos produzidos localmente, sem o uso de sacolas plásticas e com o mínimo possível de descarte. O evento conta com o apoio da Universidade Federal de Santa Maria, Prefeitura de Santa Maria, Secretaria de Município do Meio Ambiente, Royal Plaza Shopping, Shopping Praça Nova, Químea Soluções Ambientais, Maringá Metais, Faros, Lions Clube Santa Maria Camobi, Caixa Solidária, e patrocínio da Fundação Casas Eny, Dezorzi Imóveis, IriArt Uniformes, Supermercado Royal e Connect Sust.</p>
<p dir="ltr">É possível saber mais sobre esse evento no perfil do Instagram <a href="https://www.instagram.com/lixozerosantamaria/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noopener">@lixozerosantamaria</a> e no perfil do projeto UMA UFSM Sustentável <a href="https://www.instagram.com/umaufsm/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noopener">@umaufsm</a>.</p>
<p dir="ltr" role="presentation"><strong>Coleta Seletiva Solidária da UFSM</strong></p>
<p dir="ltr">A Coleta Seletiva Solidária consiste no recolhimento dos resíduos recicláveis gerados na UFSM, por meio de associações de selecionadores de resíduos, habilitadas conforme o Decreto 5940/2006 e escolhidas pela Instituição através da publicação de edital. Esse sistema foi implementado na UFSM em junho de 2016, através de um acordo firmado entre a Universidade e três associações: Asmar, Noêmia Lazzarini e Arsele. </p>
<p dir="ltr">A UFSM, além de disponibilizar veículos às associações que não possuem caminhão para realizarem a coleta, também concede, no Restaurante Universitário ao valor de visitante, o almoço aos selecionadores. Ao término da coleta, os resíduos são entregues na Associação que faz a triagem para a comercialização. </p>
<p dir="ltr">Atualmente, cerca de 40 famílias se beneficiam dos resíduos da UFSM. Os ganhos financeiros são divididos entre os associados. A UFSM não fatura dinheiro com a coleta.</p>
<p dir="ltr">O objetivo é realizar mais do que uma ação ambiental, mas também demonstrar a responsabilidade socioambiental da UFSM com sua comunidade.</p>
<p dir="ltr"><em>Texto: Assessoria de Comunicação UMA - UFSM Sustentável</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto Universidade Meio Ambiente da UFSM divulga série “Mulheres Sustentáveis e Transformadoras”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/07/27/projeto-universidade-meio-ambiente-da-ufsm-divulga-serie-mulheres-sustentaveis-e-transformadoras</link>
				<pubDate>Tue, 27 Jul 2021 18:30:30 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agenda 2030]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres sustentaveis e transformadoras]]></category>
		<category><![CDATA[ods]]></category>
		<category><![CDATA[UMA UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=56387</guid>
						<description><![CDATA[Objetivo é divulgar as atividades de profissionais da UFSM que se interligam às metas da Agenda 2030]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr">Entender que o mundo está passando por modificações ambientais gravíssimas não é novidade, mas compreender que estas são resultados de problemas sociais muito mais complexos do que imaginamos é uma mudança de paradigma. </p>
<p dir="ltr">Não podemos desconectar a problemática do plástico e de outros resíduos em grande escala na natureza do consumo desenfreado da população e da exploração do trabalho em países emergentes. Muito menos separar que a desigualdade social foi e ainda é um fator de risco na questão sanitária, visto que na presente pandemia de Covid-19 a população mais afetada no Brasil foi a mais pobre e periférica, composta principalmente por pessoas negras. Isso ocorre justamente pelos locais em que essas pessoas vivem, que na maioria das vezes são moradias muito próximas uma da outra, possuem acesso inadequado à água e ao saneamento, dificultando o cumprimento das recomendações básicas de higiene, como lavar as mãos com sabão e distanciamento social.</p>
<p dir="ltr">Esses e muitos outros exemplos comprovam que a questão ambiental é transversal e só pode ser amenizada com uma ação em conjunto. Mas para que haja uma mudança efetiva, é necessário que a sociedade esteja, no mínimo, com maiores graus de equidade entre todas as pessoas, o que ainda não é uma realidade, especialmente na questão de gênero. </p>
<p dir="ltr">Ao longo da história, as mulheres conquistaram uma série de vitórias em prol da igualdade de gênero. Desde o direito de ir à escola, em 1827, até a sanção da Lei 13.718/2018, que tornou o assédio crime, o gênero feminino tem se organizado e lutado para realizar essas conquistas no Brasil. No entanto, a disparidade entre homens e mulheres permanece na sociedade. </p>
<p dir="ltr">Em um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado em março deste ano, é indicado que 54,4% das mulheres com 15 anos ou mais fazem parte da força de trabalho (pessoas empregadas ou que estão procurando emprego) no Brasil em 2019. Enquanto que entre os homens, nessa mesma época, o percentual foi de 73,7%. </p>
<p dir="ltr">Outro ponto relevante a ser levantado é que durante a pandemia, os números de denúncias contra violência doméstica cresceram exponencialmente em todo o mundo. De acordo com dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, entre março e abril de 2020, meses críticos da crise sanitária, os casos de feminicídio aumentaram 41,4%. </p>
<p dir="ltr">Não há como ter um mundo mais sustentável sem que haja justiça. Pensando nisso, a Organização das Nações Unidas lançou em 2015 a Agenda 2030, documento que traz consigo 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) que somam juntos 169 metas que almejam amenizar os problemas sociais para que, assim, o meio ambiente também se recupere de parte dos danos causados até o ano de 2030.</p>
<p dir="ltr">Trazendo títulos que remetem às metas que devem ser cumpridas, como “Fome Zero e Agricultura Sustentável” (ODS 2) e “Igualdade de Gênero” (ODS 5), os Objetivos da Agenda 2030 são assuntos recorrentes nos debates ambientais e norteiam uma série de ações. A pandemia, no entanto, piorou ainda mais o cenário socioambiental mundial e dificultou o cumprimento das metas, mas isso não alterou a força de vontade de milhares de pesquisadoras das Instituições de Ensino Superior (IES), que a partir dos seus três pilares (ensino, pesquisa e extensão), adquirem papel fundamental nesse caminho de transformação.</p>
<p dir="ltr">Entre máscaras de proteção facial, álcool em gel, distanciamento social e medo constante, as mulheres da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) não pararam seus trabalhos. Na verdade, algumas estão na linha de frente do combate ao vírus, estudando estratégias para entender e sanar essa crise sanitária que nos assola, e outras permanecem atuando em seus projetos e pesquisas que colaboram diretamente com o cumprimento dos ODS. </p>
<p dir="ltr">A partir deste contexto surgiu o quadro <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/mulheressustentaveis/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/mulheressustentaveis/&amp;source=gmail&amp;ust=1627493297193000&amp;usg=AFQjCNEoEu9GO03zdvrBfg22hjOLUgtNGQ">“Mulheres Sustentáveis e Transformadoras”</a>, que visa divulgar as atividades de profissionais da UFSM que se interligam às metas da Agenda 2030 e tem como objetivo alcançar o desenvolvimento sustentável. Entre professoras e técnicas da Universidade, as mulheres presentes nessa série, desenvolvida pelo projeto institucional Universidade Meio Ambiente (UMA), coordenam ações em diferentes áreas, mas com o mesmo propósito: transformar realidades.</p>
<p dir="ltr">Foram elaborados 17 episódios, cada um representando um Objetivo de Desenvolvimento Sustentável e trazendo uma mulher protagonista para o seu cumprimento. Professoras e técnicas de diversas áreas contribuíram para a organização deste conteúdo, como por exemplo a professora adjunta da UFSM no Departamento de Alimentos e Nutrição na área de Nutrição Clínica Ângela Giovana Batista, que coordena a equipe de Diagnóstico Molecular de SARS-CoV-2 por RT-qPCR (UFSM-Detecta) e foi protagonista do <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/03/31/mulheres-sustentaveis-e-transformadoras-especial-pandemia-da-covid-19/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/03/31/mulheres-sustentaveis-e-transformadoras-especial-pandemia-da-covid-19/&amp;source=gmail&amp;ust=1627493297193000&amp;usg=AFQjCNHIgAEz0cBZ2yNFpaiAZXHcZ6iV0w">episódio 3</a> da série.</p>
<p dir="ltr">O UFSM Detecta é uma das principais ações da Universidade no combate à pandemia e atua realizando o diagnóstico dos testes de Covid-19 realizados pela comunidade externa nos laboratórios da UFSM Campus Palmeira das Missões. A equipe de Batista é composta majoritariamente por mulheres, contando com outras profissionais da Universidade e também com estudantes. </p>
<p dir="ltr">Apesar das particularidades de cada participante e de cada Objetivo, é essencial que lembremos, como pontuou a técnica em Assuntos Educacionais na Pró-Reitoria de Extensão da UFSM Jaciele Carine Sell, que se destaca no <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/06/02/mulheres-sustentaveis-e-transformadoras-jaciele-sell-e-o-ods-12/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/06/02/mulheres-sustentaveis-e-transformadoras-jaciele-sell-e-o-ods-12/&amp;source=gmail&amp;ust=1627493297193000&amp;usg=AFQjCNE5TjFQriCJJp_EcXjHDzQZZ5tuCQ">episódio número 12</a>, em entrevista, que todos os Objetivos estão interligados e é possível que uma ação se enquadre não apenas em um ODS, mas também em vários outros. </p>
<div>Todos os episódios da série estão disponíveis na <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/&amp;source=gmail&amp;ust=1627493297193000&amp;usg=AFQjCNE1rDHhRSG--5E855UYIrvAFb-_SA">página do UMA</a> do site da UFSM e no perfil do Instagram <a href="https://www.instagram.com/umaufsm/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/umaufsm/&amp;source=gmail&amp;ust=1627493297193000&amp;usg=AFQjCNFqEoToIb2KCTDoJDoPXbZ9qEsFRw">@umaufsm</a> também é possível acompanhar todo o conteúdo produzido da série “Mulheres Sustentáveis e Transformadoras”.  </div>
<div> </div>
<div><em><span style="font-family: Menlo, Consolas, monaco, monospace;font-size: xx-small">Texto: Caroline Siqueira, acadêmica de Jornalismo, b</span><span style="font-family: Menlo, Consolas, monaco, monospace;font-size: xx-small">olsista do projeto UMA - UFSM Sustentável pela Unicom</span></em></div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Contribua com a divulgação de ações sustentáveis na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/04/12/contribua-com-a-divulgacao-de-acoes-sustentaveis-na-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 12 Apr 2021 19:57:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Egressos]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[UMA UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=55508</guid>
						<description><![CDATA[O UMA – Universidade Meio Ambiente, projeto de Desenvolvimento Institucional da Universidade Federal de Santa Maria, abre chamada para egressos dos cursos da instituição, participantes de projetos de pesquisa, ensino e extensão, e para a comunidade acadêmica em geral divulgar ações e dicas sustentáveis.  A ação tem por objetivo criar um banco de fontes para [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O UMA – Universidade Meio Ambiente, projeto de Desenvolvimento Institucional da Universidade Federal de Santa Maria, abre chamada para egressos dos cursos da instituição, participantes de projetos de pesquisa, ensino e extensão, e para a comunidade acadêmica em geral divulgar ações e dicas sustentáveis. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A ação tem por objetivo criar um banco de fontes para divulgação e produção de conteúdo sobre sustentabilidade no site e Instagram do UMA. Veja se você se encaixa em uma das opções da chamada e&nbsp;<a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdaWIXCfX2H2gQwHcQZJuOSuKG0FlDV9_4XPZiIabaIJaceFg/viewform?usp=sf_link" target="_blank" rel="noreferrer noopener">preencha nosso questionário</a>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong><em>Você é coordenador ou participante de projetos que trabalham com temas socioambientais na UFSM?</em></strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Projetos de ensino, pesquisa e extensão são fundamentais para o desenvolvimento institucional, da comunidade local, regional, nacional e internacional. O projeto em que participa desenvolve a sustentabilidade nos campi da UFSM e/ou na comunidade local? Se sim, que tal alinharmos os esforços em comunicação para divulgar e popularizar as atividades sustentáveis?&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong><em>Você é UFSMer e tem alguma dica sustentável de consumo, produtos caseiros, do que quiser para nos recomendar?&nbsp;</em></strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Uma das séries do projeto é o #UMADicaSustentável. Nele, estudantes, servidores e professores dos cursos da UFSM são chamados para darem dicas sustentáveis de suas rotinas diárias. Se você tem alguma prática sustentável no seu dia-a-dia, que tal compartilhar com a gente?&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong><em>Você é um profissional egresso da UFSM, de qualquer área, que empenha esforços para a sustentabilidade?</em></strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O projeto começará a série de conteúdos de popularização dos empregos verdes. Com isso, egressos dos cursos da UFSM serão chamados para relatar suas experiências em sua atuação profissional. Para participar, basta ter experiência profissional em áreas que desenvolvem a sustentabilidade, preencher o formulário e aguardar o retorno da equipe de assessoria de comunicação do UMA.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) define os&nbsp;<strong>empregos verdes</strong>&nbsp;como “os trabalhos de agricultura, atividades de fabricação, pesquisa e desenvolvimento, administração e serviço que contribuem de forma considerável para preservar ou restaurar a qualidade do meio ambiente”.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Aula Virtual pelo Clima: #ChegadePromessasVazias</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/2021/03/22/aula-virtual-pelo-clima-chegadepromessasvazias</link>
				<pubDate>Mon, 22 Mar 2021 19:31:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[MovimentAção]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Release]]></category>
		<category><![CDATA[Agência]]></category>
		<category><![CDATA[maonamidia]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>
		<category><![CDATA[UMA UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/?p=3850</guid>
						<description><![CDATA[O Programa de Extensão Mão na Mídia: educomunicação e cidadania, em parceria com o projeto de Desenvolvimento Institucional UMA - UFSM Sustentável desenvolvem   atividades coordenadas para debater a importância de ações imediatas para a proteção de nosso Planeta Terra. As atividades têm apoio da  Agência Experimental de Comunicação Íntegra. O objetivo é sensibilizar, conscientizar e mobilizar os públicos acerca das questões que envolvem o enfrentamento da emergência climática em favor do ambiente, dos mais pobres e das futuras gerações. As ações começam no dia 19 de março de 2021, dia da Greve Global pelo Clima.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O <em>Programa de Extensão</em> <strong>Mão na Mídia: </strong><strong><em>educomunicação e cidadania</em></strong>, em parceria com o projeto de <em>Desenvolvimento Institucional</em> <strong>UMA </strong><strong><em>- UFSM Sustentável</em></strong> desenvolvem &nbsp; atividades coordenadas para debater a importância de ações imediatas para a proteção de nosso Planeta Terra. As atividades têm apoio da&nbsp; <strong><em>Agência Experimental de Comunicação</em></strong><strong> Íntegra</strong>. O objetivo é sensibilizar, conscientizar e mobilizar os públicos acerca das questões que envolvem o enfrentamento da emergência climática em favor do ambiente, dos mais pobres e das futuras gerações. As ações começam no dia 19 de março de 2021, dia da Greve Global pelo Clima.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Entre os dias 19 e 26 de março, haverá publicação de conteúdos no <strong>Instagram da <a href="http://instagram.com/integraufsm">@integraufsm</a></strong>. Uma página com informações e projetos relacionados à mudança climática é publicada em 19 de março no&nbsp; <strong><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/movimento-climatico/">Sítio do UMA </a>(Universidade Meio Ambiente)</strong>. Além disso, a programação inclui ainda uma aula virtual aberta no <strong>Youtube do <a href="http://instagram.com/mao.namidia">Mão na Mídia</a></strong>, dia 25 de março das 18h às 20h30.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Aula Virtual pelo Clima</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Transmitida pelo Youtube no<a href="https://www.youtube.com/channel/UCmbF6QuzFUnKVnxeNU3K4UQ"> canal do Mão Na Mídia UFSM</a> no dia 25 de março, das 18h às 20h30 no horário de Brasília, a Aula Virtual pelo Clima debate<strong> </strong>a importância de ações da juventude voltadas à proteção de nosso planeta Terra e em apoio ao movimento climático brasileiro. Será aberta para que toda a comunidade assista, tendo como públicos estratégico estudantes e professores dos níveis fundamental II, médio e superior.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:html -->
<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/VKaRiewJF_M" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
<!-- /wp:html -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>São duas convidadas: <strong>Amanda Costa, refletindo o papel da juventude na mobilização das mudanças climáticas e Renata, refletindo sobre o ativismo ambiental individual e coletivo.</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os convites foram enviados para professores e estudantes dos níveis fundamental II, Médio e Superior. Os participantes receberão certificado pela Universidade Federal de Santa Maria como atividade de Extensão Universitária, disponível em até 45 dias após o evento para aqueles que preencherem a lista de presença disponibilizada no dia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Aula virtual pelo clima será realizada na quinta (25)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/03/22/aula-virtual-pelo-clima-sera-realizada-na-quinta-25</link>
				<pubDate>Mon, 22 Mar 2021 11:19:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Educomunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Mão na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[UMA UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=55370</guid>
						<description><![CDATA[O programa de extensão Mão na Mídia: Educomunicação e Cidadania e o projeto de desenvolvimento institucional UMA &#8211; UFSM Sustentável desenvolvem atividades coordenadas para debater a importância de ações imediatas para a proteção do Planeta Terra. As atividades têm apoio da Agência Experimental de Comunicação Íntegra. O objetivo é sensibilizar, conscientizar e mobilizar os públicos [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O p</span><span style="font-weight: 400">rograma de extensão</span> Mão na Mídia: Educomunicação e Cidadania <span style="font-weight: 400">e o projeto de </span><span style="font-weight: 400">desenvolvimento institucional</span> UMA <i>- </i>UFSM Sustentável<span style="font-weight: 400"> desenvolvem atividades coordenadas para debater a importância de ações imediatas para a proteção do Planeta Terra. As atividades têm apoio da </span>Agência Experimental de Comunicação Íntegra<span style="font-weight: 400">. O objetivo é sensibilizar, conscientizar e mobilizar os públicos acerca das questões que envolvem o enfrentamento da emergência climática em favor do ambiente, dos mais pobres e das futuras gerações. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As ações começaram na última sexta-feira (19), dia da Greve Global pelo Clima. </span><span style="font-weight: 400">Até a próxima sexta (26), haverá publicação de conteúdos no </span>Instagram <a href="https://www.instagram.com/integraufsm/">@integraufsm</a><span style="font-weight: 400">. Uma página com informações e projetos relacionados à mudança climática foi publicada no <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/" target="_blank" rel="noopener">site </a></span>do UMA<span style="font-weight: 400">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A programação inclui ainda uma aula virtual aberta pelo clima no canal no </span><a href="https://www.youtube.com/channel/UCmbF6QuzFUnKVnxeNU3K4UQ" target="_blank" rel="noopener">Youtube</a> do Mão na Mídia na quinta (<span style="font-weight: 400">25), das 18h às 20h30. A a</span><span style="font-weight: 400">ula virtual pelo clima vai debater</span> <span style="font-weight: 400">a importância de ações da juventude voltadas à proteção do planeta Terra e em apoio ao movimento climático brasileiro. Será aberta para que toda a comunidade assista, tendo como públicos estratégicos estudantes e professores dos níveis fundamental II, médio e superior. Os participantes receberão certificado como atividade de extensão universitária, disponível em até 45 dias após o evento para aqueles que preencherem a lista de presença disponibilizada no dia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As convidadas vão</span> refletir sobre o papel da juventude na mobilização das mudanças climáticas e sobre o ativismo ambiental individual e coletivo.</p>
<p><em>Fonte: Assessoria de Comunicação do UMA - UFSM Sustentável</em></p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Ações da UFSM alinhadas à Agenda 2030 são apresentadas em evento da Rede ODS Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/03/18/acoes-da-ufsm-alinhadas-a-agenda-2030-sao-apresentadas-em-evento-da-rede-ods-brasil</link>
				<pubDate>Thu, 18 Mar 2021 10:51:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agenda 2030]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[objetivos do desenvolvimento sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[ods]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[UMA UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[uma-ufsm]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=55331</guid>
						<description><![CDATA[Foi realizado, na manhã desta quarta (17), o Seminário Institucionalização da Agenda 2030 no Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, promovido pela Rede ODS Brasil. O evento, que aconteceu de forma online através do YouTube, reuniu coletivos, universidades e membros do governo federal que atuam na implementação do protocolo de desenvolvimento sustentável nas instituições [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_55332" align="alignright" width="475"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/03/WhatsApp-Image-2021-03-17-at-15.00.02.jpeg"><img class="wp-image-55332" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/03/WhatsApp-Image-2021-03-17-at-15.00.02.jpeg" alt="" width="475" height="267" /></a> Desde 2019, a UFSM vem desenvolvendo ações para a promoção da Agenda 2030 nas cidades atendidas pela Instituição[/caption]
<p style="text-align: left" align="justify">Foi realizado, na manhã desta quarta (17), o Seminário Institucionalização da Agenda 2030 no Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, promovido pela Rede ODS Brasil. O evento, que aconteceu de forma online através do YouTube, reuniu coletivos, universidades e membros do governo federal que atuam na implementação do protocolo de desenvolvimento sustentável nas instituições de ensino e de pesquisa. A ação faz parte da iniciativa<span lang="pt-BR">,</span> liderada pela Rede ODS Brasil<span lang="pt-BR">,</span> para facilitar e promover a Agenda 2030 no país, tendo como foco a interação de diferentes atores sociais.</p>
<p style="text-align: left" align="justify">Para Sávio Raeder, da Secretaria de Pesquisa e Formação Científica do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, a Agenda 2030 é um importante instrumento para unir e orientar os diferentes atores sociais em prol do desenvolvimento sustentável. O representante do MCTI destacou que a integração do protocolo junto às instituições é fundamental diante da expressiva produção científica nacional e do seu impacto mundial. Raeder finalizou enfatizando que, embora coordenad<span lang="pt-BR">as</span> pelo MCTI, são as universidades os principais agentes de entrega de tecnologias e de inovação à sociedade, e que as agências financiadoras de pesquisa no país terão<span lang="pt-BR">,</span> como prioridade na destinação de recursos<span lang="pt-BR">,</span> as ações das IES que priorizem os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.</p>
<p style="text-align: left" align="justify">O representante da UFSM no evento, o <span lang="pt-BR">p</span>ró-<span lang="pt-BR">r</span>eitor <span lang="pt-BR">a</span>djunto de <span lang="pt-BR">E</span>xtensão e membro da <span lang="pt-BR">C</span>omissão Agenda 2030 UFSM<span lang="pt-BR">,</span> Rudiney Soares Pereira, apresentou os esforços da <span lang="pt-BR">I</span>nstituição para a promoção do protocolo no interior do Rio Grande do Sul. Rudiney destacou que as ações efetivas da UFSM tiveram início após uma reunião<span lang="pt-BR">,</span> em Brasília<span lang="pt-BR">,</span> com a Rede ODS Brasil, em 2018, <span lang="pt-BR">a </span>qu<span lang="pt-BR">al</span> motivou a criação da Comissão Agenda 2030 na <span lang="pt-BR">I</span>nstituição. De acordo<span lang="pt-BR"> com</span> o <span lang="pt-BR">p</span>ró-<span lang="pt-BR">r</span>eitor <span lang="pt-BR">a</span>djunto, as ações desenvolvidas pela UFSM são orientadas por três eixos: um institucional, visando <span lang="pt-BR">à</span> implementação do protocolo na <span lang="pt-BR">I</span>nstituição; um eixo interno, divulgando a Agenda 2030 entre a comunidade acadêmica e promovendo editais específicos de fomento às ações alinhadas; e um eixo externo, reunindo parcerias entre a UFSM e os territórios abrangidos pelas ações da universidade. </p>
<p style="text-align: left" align="justify">Também participaram do evento representantes da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF); da Universidade Federal do Tocantins (UFT); do Centro Universitário Augusto Motta (UNISUAM); da Universidade Federal de Roraima (UFRR)<span lang="pt-BR">;</span> e da Universidade Federal do Pará (UFPA).</p>
<p style="text-align: left" align="justify">A gravação do evento está disponível no <a href="https://www.youtube.com/watch?v=6unF_cpaTJ0" target="_blank" rel="noopener"><u>canal da Rede ODS Brasil</u></a> no YouTube.</p>
<p style="text-align: left" align="justify">Em breve, a UFSM trará novidades sobre a implementação da Agenda 2030 na <span lang="pt-BR">I</span>nstituição.</p>
<p style="text-align: left" align="justify"><b>Ações da UFSM alinhadas à Agenda 2030 apresentadas durante o evento:</b></p>
<p style="text-align: left" align="justify"><span lang="pt-BR">– </span>Criação da Comissão Agenda 2030 UFSM<span lang="pt-BR">,</span> com servidores dos centros e dos campi<span lang="pt-BR">,</span> para acelerar e articular a implementação do protocolo na universidade<span lang="pt-BR">;</span></p>
<p style="text-align: left" align="justify"><span lang="pt-BR">– </span>Mapeamento das <span lang="pt-BR">A</span>ções de Ensino, Pesquisa e Extensão desenvolvidas desde 2015 e classificação com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)<span lang="pt-BR">;</span></p>
<p style="text-align: left" align="justify"><span lang="pt-BR">– </span>Grupo de trabalho para o alinhamento do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) com os objetivos e <span lang="pt-BR">as </span>metas do protocolo<span lang="pt-BR">;</span></p>
<p style="text-align: left" align="justify"><span lang="pt-BR">– </span>Criação de editais específicos de fomento às <span lang="pt-BR">A</span>ções de <span lang="pt-BR">E</span>xtensão alinhadas aos ODS, como o Edital Corede e o Edital Fiex<span lang="pt-BR">;</span></p>
<p style="text-align: left" align="justify"><span lang="pt-BR">– </span>Realização de oficinas e de eventos<span lang="pt-BR">,</span> com a comunidade acadêmica<span lang="pt-BR">,</span> apresentando a Agenda 2030<span lang="pt-BR">;</span></p>
<p style="text-align: left" align="justify"><span lang="pt-BR">– </span>Criação de uma plataforma de coleta de dados com base nos 17 ODS, permitindo à comunidade apresentar demandas de acordo com as prioridades da Agenda 2030 e permitindo <span lang="pt-BR">à</span> UFSM conhecer as dificuldades dos locais n<span lang="pt-BR">os</span> qua<span lang="pt-BR">is</span> se insere<span lang="pt-BR">;</span></p>
<p style="text-align: left" align="justify"><span lang="pt-BR">– </span>Realização do Fórum Regional Permanente de Extensão nas cidades-sedes e, durante a pandemia, na modalidade virtual<span lang="pt-BR">,</span> para dialogar com a sociedade<span lang="pt-BR">;</span></p>
<p style="text-align: left" align="justify"><span lang="pt-BR">– </span>Parcerias com o Projeto Geoparques para a promoção de eventos com professores da rede pública da Quarta Colônia – um dos territórios atendidos pela UFSM e que busca, junto à UNESCO, o título de Geoparque Mundial<span lang="pt-BR">;</span></p>
<p style="text-align: left" align="justify"><span lang="pt-BR">– </span>Realização de oficinas<span lang="pt-BR">,</span> em parceria com a Secretaria Municipal de Educação de Santa Maria<span lang="pt-BR">,</span> para apresentação da Agenda 2030 e como pode ser implementada na cidade<span lang="pt-BR">;</span></p>
<p style="text-align: left" align="justify"><span lang="pt-BR">– </span>Criação de materiais de divulgação – como cubos, banners, peças digitais – e de jogos com a temática do desenvolvimento sustentável<span lang="pt-BR">,</span> para popularizar o protocolo<span lang="pt-BR">;</span></p>
<p style="text-align: left" align="justify"><span lang="pt-BR">– </span>Criação de espaços temáticos em áreas estratégicas, como shoppings de Santa Maria<span lang="pt-BR">,</span> e em locais da UFSM.</p>
<p style="text-align: left" align="justify">– Produção de um Mapa da Extensão vinculado à Agenda 2030 (com o lançamento previsto para abril de 2021).</p>
<p align="justify"><em>Texto: Núcleo de Divulgação Institucional da PRE</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM participa de Seminário de Institucionalização da Agenda 2030 na quarta (17)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/03/15/ufsm-participa-de-seminario-de-institucionalizacao-da-agenda-2030-na-quarta-17</link>
				<pubDate>Mon, 15 Mar 2021 12:27:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agenda 2030]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[UMA UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=55304</guid>
						<description><![CDATA[A UFSM participa na próxima quarta (17), às 9h, do Seminário de Institucionalização da Agenda 2030 no Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. O evento, promovido pela Rede ODS Brasil, reunirá representantes de universidades brasileiras e do governo federal que estão trabalhando para a implementação da Agenda 2030 nas instituições de ensino superior brasileiras. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/03/Agenda-2030_17_Card.jpg"><img class="alignright  wp-image-55305" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/03/Agenda-2030_17_Card.jpg" alt="" width="399" height="399"></a>A UFSM participa na próxima quarta (17), às 9h, do Seminário de Institucionalização da Agenda 2030 no Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. O evento, promovido pela Rede ODS Brasil, reunirá representantes de universidades brasileiras e do governo federal que estão trabalhando para a implementação da Agenda 2030 nas instituições de ensino superior brasileiras.</p>
<p>Para apresentar as ações da UFSM que visam à promoção do protocolo de desenvolvimento sustentável, o convidado será o pró-reitor adjunto de Extensão e membro da Comissão Agenda 2030 UFSM, Rudiney Soares Pereira.</p>
<p>Para acompanhar o evento, basta acessar o&nbsp;canal da Rede ODS Brasil&nbsp;no <a href="https://www.youtube.com/watch?v=6unF_cpaTJ0" target="_blank" rel="noopener">YouTube</a>.</p>
<p>Mais informações sobre a Agenda 2030 na UFSM podem ser acessadas&nbsp;no <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/agenda-2030/" target="_blank" rel="noopener">site da PRE</a>.</p>
<p><em>Fonte: Núcleo de Divulgação Institucional da PRE</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Ovos coloniais de projeto do Colégio Politécnico chegam a supermercados locais nesta sexta (12)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/03/11/ovos-coloniais-de-projeto-do-colegio-politecnico-chegam-a-supermercados-locais-nesta-sexta-12</link>
				<pubDate>Thu, 11 Mar 2021 12:36:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Ovos Coloniais]]></category>
		<category><![CDATA[polifeira]]></category>
		<category><![CDATA[UMA UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=55282</guid>
						<description><![CDATA[Com intuito de fomentar o desenvolvimento regional, uma alimentação mais saudável e o bem-estar animal, o projeto de extensão “Ovos Coloniais da Região Central – Galinhas Livres de Gaiolas”, organizado pelo Colégio Politécnico da UFSM e pela Cooperativa de Produção e Desenvolvimento Rural dos Agricultores Familiares de Santa Maria (Coopercedro), irá a partir desta sexta-feira [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_55283" align="alignright" width="401"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/03/ovos-coloniais-1.jpeg"><img class="wp-image-55283" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/03/ovos-coloniais-1.jpeg" alt="" width="401" height="535"></a> Ovos coloniais produzidos na região estarão disponíveis em supermercados[/caption]
<p>Com intuito de fomentar o desenvolvimento regional, uma alimentação mais saudável e o bem-estar animal, o projeto de extensão “Ovos Coloniais da Região Central – Galinhas Livres de Gaiolas”, organizado pelo Colégio Politécnico da UFSM e pela Cooperativa de Produção e Desenvolvimento Rural dos Agricultores Familiares de Santa Maria (Coopercedro), irá a partir desta sexta-feira (12) expandir a venda de seu produto para dois supermercados da cidade: o Royal, em Camobi, e o Bella Vista, no Km 3.</p>
<p>A iniciativa, que teve o lançamento de sua marca própria no último mês, durante edição da já consolidada PoliFeira do Agricultor da UFSM, repercutiu bem, com uma venda de cerca de 140 dúzias em três horas, e agora busca alcançar e tornar-se acessível a mais consumidores, seja aqueles que desejam consumir com mais foco na saúde, já que ovos de galinhas livres apresentam maior concentração de vitamina E e Ômega 3, seja aqueles que querem agir com mais responsabilidade em relação aos animais, com criação em ambientes naturais, onde as aves podem expressar livremente suas características. Também é uma oportunidade para os consumidores ajudarem a fortalecer a economia local neste momento.</p>
<p>O projeto já envolve produtores de diversos municípios da Região Central do Rio Grande do Sul e é uma inovação no mercado de ovos coloniais na região. Também é possível encontrar o produto na PoliFeira do Agricultor da UFSM, que ocorre todas as terças-feiras, na Avenida Roraima, das 7h às 12h.</p>
<p><em>Fonte: Assessoria de Comunicação da PoliFeira do Agricultor</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Doutoranda Jéssica Croda avalia Sistemas Agroflorestais (SAF) nos Assentamentos da Reforma Agrária no bioma Pampa</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/03/10/doutoranda-jessica-croda-avalia-sistemas-agroflorestais-saf-nos-assentamentos-da-reforma-agraria-no-bioma-pampa</link>
				<pubDate>Wed, 10 Mar 2021 11:53:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[dia internacional da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[UMA UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=55269</guid>
						<description><![CDATA[O Dia Internacional da Mulher é um dia de luta pelos direitos das mulheres e pela visibilização do seu papel na sociedade. A UFSM, atualmente, conta com 1055 alunas no doutorado, o equivalente a 61%. Nesta semana, trazemos três doutorandas da UFSM que contam um pouco da sua trajetória na ciência e da pesquisa que [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O Dia Internacional da Mulher é um dia de luta pelos direitos das mulheres e pela visibilização do seu papel na sociedade. A UFSM, atualmente, conta com 1055 alunas no doutorado, o equivalente a 61%. Nesta semana, trazemos três doutorandas da UFSM que contam um pouco da sua trajetória na ciência e da pesquisa que desenvolvem na Universidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img class="alignleft size-medium wp-image-55270" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/03/Foto-minha-240x300.jpeg" alt="Foto de mulher em pé segurando a fruta de uma árvore em uma mão e prancheta na outra " width="240" height="300">Hoje, entrevistamos a pesquisadora Jéssica Croda, engenheira florestal e agrofloresteira, formada pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), campus de Frederico Westphalen, mestra em Engenharia Agrícola pelo </span><a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgea/"><span style="font-weight: 400">Programa de Pós-graduação em Engenharia Agrícola (PPGEA)</span></a><span style="font-weight: 400"> e doutoranda em </span><a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgef/"><span style="font-weight: 400">Engenharia Florestal pelo Programa de Pós-graduação em Engenharia Florestal (PPGEF)</span></a><span style="font-weight: 400">, ambos na UFSM.</span></p>
<p><b>O que lhe despertou a vontade de ser pesquisadora?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com certeza, </span><b><i>a vontade de transformar a realidade social e ambiental que vivemos, a ânsia de realizar pesquisas que proporcionem de fato uma melhoria na vida das pessoas e no meio ambiente</i></b><span style="font-weight: 400">. Pesquisas que possam ser aplicadas e replicadas e, para além disso, pesquisas que possam ser realizadas junto com a comunidade, voltadas para a sociedade e a sua realidade local. Pesquisas que te proporcionem a troca de saberes, onde o pesquisador e a pesquisadora não são apenas um coletor e coletora de dados e informações, mas acima de tudo, são agentes de transformação, que ensinam, mas que aprendem muito também, que respeitam e trabalham em conjunto com a comunidade, que a sua maior recompensa é chegar de um dia de trabalho a campo, cansada, mas feliz porque ao sair da propriedade de cada agricultor e agricultora, um sorriso no rosto foi deixado e o sentimento de dever cumprido prevalece.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Sou apaixonada pela floresta e seus povos, por isso dediquei e dedico a minha trajetória de estudos em trabalhos voltados para a Agroecologia e a Extensão Rural, com destaque para os Sistemas Agroflorestais - caracterizados como um sistema de produção que respeita a biodiversidade local e valoriza a agricultura familiar e seus saberes tradicionais - temática que trabalhei desde a graduação até a atual pesquisa de doutoramento.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Sempre busquei expandir meus conhecimentos e conhecer novas realidades e experiências. Durante a graduação, fiz Mobilidade Acadêmica Nacional para a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e o estágio obrigatório de conclusão de curso na Embrapa Agrobiologia em Seropédica-RJ, onde tive a oportunidade de trabalhar no projeto de Sistematização participativa de experiências e intercâmbio de conhecimentos em sistemas agroflorestais voltados à agricultura familiar em regiões da Mata Atlântica no sul e sudeste do Brasil (SEISAF). Fui bolsista do Programa de Educação Tutorial - PET Engenharia Florestal na UFSM - envolvendo atividades de ensino, pesquisa e extensão. Boa parte da minha formação profissional e pessoal, eu dedico à minha inserção no movimento estudantil, principalmente como representante estudantil no Diretório Acadêmico (DA) da Engenharia Florestal e como membra da Associação Brasileira de Estudantes de Engenharia Florestal (ABEEF), que me proporcionou o entendimento do nosso papel perante a sociedade e o envolvimento em pesquisas voltadas para melhoria da realidade local.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Fiz Residência Agroflorestal na Universidade Federal de Rondônia (UNIR), campus Rolim de Moura-RO, trabalhando com a agricultura familiar e os sistemas agroflorestais da Amazônia brasileira, onde concomitante realizei a minha pesquisa de mestrado na Instituição denominada de Projeto Reflorestamento Econômico Consorciado e Adensado (RECA). Atualmente, trabalho com os quintais agroflorestais nos Assentamentos da Reforma Agrária no bioma Pampa.&nbsp;</span></p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-55271" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/03/Foto-realizando-a-pesquisa-1-1024x682.jpeg" alt="Foto de duas mulheres conversando na floresta, uma segura um caderno, a outra mede o diâmetro do caule de uma árvore" width="1024" height="682"></p>
<p><b>Faz parte de algum grupo de pesquisa ou recebe bolsa? Se sim, qual(quais)?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Sim, faço parte do </span><a href="https://www.ufsm.br/grupos/neprade/"><span style="font-weight: 400">Núcleo de Estudos e Pesquisas em Recuperação de Áreas Degradadas (Neprade/UFSM)</span></a><span style="font-weight: 400">, criado em 2011, vinculado ao Departamento de Ciências Florestais da Universidade Federal de Santa Maria e integra o Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq. O grupo tem por objetivo promover a pesquisa em restauração ecológica e recuperação de áreas degradadas em suas diversas dimensões, com foco nos diferentes ecossistemas do Rio Grande do Sul. Congrega profissionais e acadêmicos de diversas áreas ligadas à pesquisa em restauração/recuperação ambiental, tais como restauração ecológica de ecossistemas naturais, bioindicadores de qualidade ambiental, efeitos da fragmentação florestal, invasão biológica, usos múltiplos de espécies nativas e sistemas agroflorestais, sob a coordenação da Profa. Dra. </span><a href="https://ufsmpublica.ufsm.br/docente/15477"><span style="font-weight: 400">Ana Paula Moreira Rovedder</span></a><span style="font-weight: 400">.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Sou bolsista Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), em nível de doutorado.&nbsp;</span></p>
<p><b>Poderia contar sobre sua pesquisa? Por que é relevante realizar este estudo?&nbsp;</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Minha pesquisa de doutorado está sendo realizada nos Sistemas Agroflorestais (SAF) nos Assentamentos da Reforma Agrária no bioma Pampa.</span></p>
<p><b>A qual pergunta busca responder? Com qual objetivo?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A pesquisa tem como hipóteses:&nbsp;</span></p>
<ol>
<li><span style="font-weight: 400">a) Os SAFs melhoram a qualidade dos serviços ambientais (qualidade do solo, recarga hídrica, conservação da biodiversidade, serviços de provisão);&nbsp;&nbsp;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400">b) Os SAFs diversificam a produção na pequena propriedade familiar, gerando excedente para comercialização e fortalecimento da segurança alimentar.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400">O objetivo é </span><b><i>avaliar o desempenho dos Sistemas Agroflorestais em promover e fortalecer os serviços ambientais no contexto socioeconômico e ambiental, na pequena produção familiar no Rio Grande do Sul</i></b><span style="font-weight: 400">. Como objetivos específicos, a pesquisa busca: Analisar a estrutura e composição de espécies dos diferentes arranjos agroflorestais; Avaliar a eficiência de indicadores ambientais e socioeconômicos em sistemas agroflorestais; </span><b><i>Fornecer embasamento técnico científico para o fortalecimento de políticas públicas voltadas à pequena produção familiar</i></b><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com a pesquisa busca-se obter um conjunto de indicadores socioeconômicos e ambientais essenciais para monitorar, a curto e médio prazos, o desempenho de SAFs na melhoria da qualidade dos serviços ambientais.&nbsp; Além disso, elaborar um protocolo de recomendações de arranjos agroflorestais e indicadores de avaliação, que servirão como suporte técnico científico para políticas públicas de fortalecimento da agricultura familiar.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A pesquisa faz parte do </span><a href="https://www.ufsm.br/projetos/pesquisa/conexus-biomapampa/"><span style="font-weight: 400">Programa Conexus</span></a><span style="font-weight: 400"> - Sistemas Biodiversos para Inclusão Social e Qualidade Ambiental no bioma Pampa: Conexões entre a Abordagem Nexus e o Programa Quintais Sustentáveis, desenvolvido pelo </span><a href="https://www.ufsm.br/grupos/neprade/"><span style="font-weight: 400">Núcleo de Estudos e Pesquisas em Recuperação de Áreas Degradadas (Neprade)</span></a><span style="font-weight: 400"> e pelo </span><a href="https://www.ufsm.br/grupos/nesaf/"><span style="font-weight: 400">Núcleo de Estudos em Agricultura Familiar (Nesaf)</span></a><span style="font-weight: 400">, com apoio financeiro do CNPq.&nbsp;</span></p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-55272" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/03/Foto-realizando-a-pesquisa-3-1024x681.jpg" alt="Grupo de pessoas posando pra foto no campos, algumas seguram cartazes" width="1024" height="681"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><b>Já apresenta resultados?</b><b><br></b><span style="font-weight: 400">A pesquisa está na fase de coleta e análise de dados.</span></p>
<p><b>Há mais mulheres na sua área de atuação? A presença de mulheres na sua área de pesquisa é expressiva?&nbsp;</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A presença de mulheres na área florestal vem aumentando nos últimos anos. A predominância histórica masculina, principalmente nas Ciências Agrárias, vem sendo superada, apesar de ainda existir muito machismo que precisa ser enfrentado diariamente. As mulheres estão conquistando cada vez mais o seu espaço na pesquisa e na extensão. No Grupo de Pesquisa que faço parte, por exemplo, as mulheres já são a maioria e </span><b><i>no trabalho com a agricultura familiar, muitas agricultoras são as gestoras e tomadoras de decisão da propriedade</i></b><span style="font-weight: 400">. Frente a isso, também é nosso papel fortalecer e incentivar essas mulheres cada vez mais!&nbsp;&nbsp;</span></p>
<p><b>Você teve professoras ou outras pesquisadoras/extensionistas que te apoiaram e te inspiraram nessa trajetória?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Sim, com certeza, muitas mulheres são meus exemplos e minha motivação diária. Minha orientadora, </span><a href="https://ufsmpublica.ufsm.br/docente/15477"><span style="font-weight: 400">Profa. Dra. Ana Paula Moreira Rovedder</span></a><span style="font-weight: 400">, é uma grande inspiração profissional, trabalhando com a restauração ecológica e os aspectos sociais e o mais importante, sempre apoiou e incentivou a realização da pesquisa de uma forma horizontal, dialógica e construída coletivamente. A Dra. Fabiana Peneireiro, uma grande referência na área da minha pesquisa, possui uma ampla experiência com sistemas agroflorestais, uma das fundadoras da </span><a href="http://mutiraoagroflorestal.org.br/"><span style="font-weight: 400">ONG Mutirão Agroflorestal</span></a><span style="font-weight: 400">, junto com a Patrícia Vaz e a Denise Amador, que mostraram e continuam mostrando o papel da mulher na Agrofloresta, desde o plantio até o manejo agroflorestal. Essas mulheres comprovaram que a mulher pode e consegue manejar uma roçadeira, um facão, um trator, uma motosserra, um trado, enfim, todas as práticas historicamente masculinizadas, e que nós mulheres possuímos as mesmas habilidades, o que faltava eram referências mulheres e incentivo. Além disso, a Fabiana Peneireiro publicou, em 1999, uma das pesquisas com sistemas agroflorestais mais importantes da época e continua sendo referência até hoje. Com certeza, elas possuíram um papel essencial para que mais mulheres se tornassem pesquisadoras e aplicassem seus conhecimentos na e para a comunidade, encorajando muitas jovens, assim como eu, a seguir com a trajetória de estudos.&nbsp;</span></p>
<p><b><i>Além dessas professoras e pesquisadoras, uma grande fonte de inspiração e motivação, é, com certeza, cada agricultora que tive a oportunidade de conhecer e trabalhar em conjunto.&nbsp;</i></b></p>
<p><b>Quais são os maiores desafios enfrentados por mulheres na busca pela igualdade de gênero na ciência?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Acredito que um dos maiores desafios é ser respeitada e ouvida como pesquisadora! Muitas vezes nossas ideias não são ouvidas ou mesmo são levadas a dúvida, simplesmente pelo fato de sermos mulheres. Quantas vezes nossa opinião foi ignorada, mas ouvida quando falada por um homem? Várias vezes, com certeza. Ser mulher na ciência significa ter que se auto afirmar sempre, é ter inúmeras vezes a sua capacidade, seja intelectual ou física, criticada.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, um aspecto muito importante que precisa ser destacado, é a sobrecarga de trabalho da mulher, que não se resume apenas ao ambiente de pesquisa, mas à rotina cotidiana. </span><b><i>Nenhuma mulher é somente pesquisadora, cientista. Ela também é: filha, mãe, esposa, dona de casa, agricultora, agrofloresteira, extensionista, estudante, professora e ainda PESQUISADORA!</i></b><span style="font-weight: 400"> O ambiente de trabalho de uma mulher não se resume ao tempo que ela permanece nele, seja na universidade, no laboratório ou mesmo nas atividades a campo. Essa sobrecarga de trabalho, na grande maioria das vezes, ainda recai como responsabilidade da mulher, principalmente as questões relacionadas aos filhos/as e aos cuidados de casa. Mudar esse paradigma é, sem sombra de dúvidas, um grande desafio para que exista, de fato, igualdade de gênero na ciência.&nbsp;</span></p>
<p><b>De que forma você acredita que mais meninas poderiam ser incentivadas a se interessar pela ciência e ambicionar se tornar cientistas?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com mais mulheres ocupando os espaços de liderança, com mais mulheres conquistando a sua vez e fazendo-se ouvir a sua voz! Com mais mulheres sendo protagonistas de pesquisas e empoderando mais mulheres a fazer o mesmo! Com mais mulheres sendo fortalecidas e valorizadas, ouvidas e respeitadas, sem ter suas falas interrompidas e opiniões ignoradas. Mas, para isso, </span><b><i>é necessário e urgente que tenhamos igualdade de gênero em todos os espaços, seja nas coordenações, nas direções, na contratação de professores e professoras, nas diferentes áreas da pesquisa.</i></b><span style="font-weight: 400"> Diante disso, para além de ter mais referências mulheres, é imprescindível dar visibilidade para as referências que estão escondidas, esquecidas e isoladas. Precisamos trabalhar juntas, mostrando o trabalho que realizamos e ressaltando sempre a importância das mulheres na Ciência.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As outras doutorandas entrevistadas são <a href="https://www.ufsm.br/2021/03/08/doutoranda-rosane-heck-busca-tornar-alimentos-mais-saudaveis-por-meio-da-incorporacao-do-omega-3/">Rosane Heck do Programa de Pós-Graduação em Tecnologia de Alimentos</a> e <a href="https://www.ufsm.br/2021/03/09/doutoranda-franciele-oliveira-investiga-familias-negras-no-pos-abolicao-em-santa-maria/">Franciele Oliveira do Programa de Pós-Graduação em História</a>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Confira também o programa </span><b>Elas na Ciência</b><span style="font-weight: 400"> no canal do </span><a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLBB5c0vb8B4H1C7tqECyDqfAwIuj_bZMu"><span style="font-weight: 400">YouTube da TV Campus</span></a><span style="font-weight: 400"> que entrevista professoras da UFSM.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM terá duas novas usinas fotovoltaicas em Santa Maria e Cachoeira do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/03/09/ufsm-tera-duas-novas-usinas-fotovoltaicas-em-santa-maria-e-cachoeira-do-sul</link>
				<pubDate>Tue, 09 Mar 2021 19:36:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[proinfra]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[UMA UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=55267</guid>
						<description><![CDATA[Considerada a 25ª universidade mais sustentável do Brasil pelo GreenMetric no ano passado, a UFSM tem investido cada vez mais em fontes de energia renováveis. Em 2021, a universidade conseguiu investimento para a implementação de mais duas usinas fotovoltaicas: uma no campus sede e outra em Cachoeira do Sul. O recurso veio em parte do [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p class="p1">Considerada a <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2020/12/10/ufsm-conquista-25o-lugar-nacional-em-ranking-de-sustentabilidade/#:~:text=A%20Universidade%20Federal%20de%20Santa,institui%C3%A7%C3%A3o%20ficou%20na%20posi%C3%A7%C3%A3o%20524." target="_blank" rel="noopener">25ª universidade mais sustentável do Brasil</a> pelo GreenMetric no ano passado, a UFSM tem investido cada vez mais em fontes de energia renováveis. Em 2021, a universidade conseguiu investimento para a implementação de mais duas usinas fotovoltaicas: uma no campus sede e outra em Cachoeira do Sul. O recurso veio em parte do Ministério da Educação (MEC), no valor de R$ 1,5 milhão. A segunda parte, no mesmo valor, é proveniente de recursos próprios.</p>
<p class="p1">“O MEC sinaliza para as universidades através de ofício, quando tem interesse em investir valores excepcionais em diversos tipos de ação, e cada universidade submete sua proposta. A UFSM foi contemplada”, conta a pró-reitora adjunta de Infraestrutura, Ísis Portolan dos Santos.</p>
<p class="p1">Os principais envolvidos no projeto são a Pró-Reitoria de Infraestrutura (Proinfra), professores do curso de Engenharia Elétrica (campus Santa Maria) e a empresa mineira Ownergy Soluções e Instalações Ecoeficientes, que já entregou usinas em outras universidades federais, como a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), no campus de Erechim. A empresa é responsável pela construção das duas usinas.</p>
<p class="p1">“A usina contará com uma estação de medição de temperatura e irradiância, e os dados da usina serão integrados ao supervisório energético da UFSM. Já foram instalados medidores em todos os prédios. Todos estão sendo monitorados no sistema supervisório energético da universidade”, comenta o professor Lucas Bellinaso, coordenador do projeto do campus sede, que está sendo realizado através da Fundação de Apoio à Tecnologia e Ciência (Fatec).</p>
<p class="p1">Em Santa Maria, a usina será implantada no Centro de Eventos, ao lado do Pavilhão Polivalente, com 5.852 m² de área. O campus de Cachoeira do Sul terá sua primeira usina fotovoltaica, com área de 10.307 m². Cada uma delas tem 400 kW de potência instalada.</p>
<p class="p1">O campus sede já possui uma usina em funcionamento, com potência de 100 kW. Esse projeto anterior foi submetido por professores da Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da UFSM por meio de edital da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que destina parte de seus recursos para o investimento em pesquisa. O projeto também visava um sistema de eficiência energética, incluindo troca de lâmpadas em salas de aula e iluminação pública.</p>
<p class="p1"><b>Impactos –</b> A estimativa é que a nova usina do campus sede vai gerar uma economia de até R$ 40 mil por mês, tendo de três a quatro anos para recuperação do investimento. A energia gerada será injetada na rede elétrica gerando créditos, que serão utilizados posteriormente para abater no valor total de energia consumida pela universidade.&nbsp;“A usina do campus vai ser uma usina de solo e vai reduzir o consumo geral da UFSM. A conta é única, não é por prédio”, complementa Bellinaso.</p>
<p class="p1">As licitações para as novas usinas foram feitas no ano passado. O projeto executivo está sendo elaborado pela Ownergy, empresa vencedora das concorrências. Após a aprovação pela UFSM, o projeto será encaminhado para a concessionária de energia. As vistorias já foram realizadas e a previsão para a conclusão das instalações é para outubro de 2021, com início do funcionamento imediato.</p>
<p class="p1"><i>Texto: Tina Cambuy, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i></p>
<p class="p1"><i>Edição: Lucas Casali</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Equipe FieldCrops da UFSM participa de evento virtual da UFLA nesta segunda (1º)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/03/01/equipe-fieldcrops-da-ufsm-participa-de-evento-virtual-da-ufla-nesta-segunda-1o</link>
				<pubDate>Mon, 01 Mar 2021 11:43:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[ecofisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[equipe fieldcrops]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
		<category><![CDATA[UMA UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=55198</guid>
						<description><![CDATA[&#8220;Ecofisiologia da soja visando ao manejo de proteção de plantas&#8221; é o tema da palestra que o professor Alencar Junior Zanon, coordenador da Equipe FieldCrops da UFSM, ministra nesta segunda (1º), numa promoção do Grupo de Estudos em Proteção de Plantas da Universidade Federal de Lavras (UFLA).&nbsp; A palestra tem início às 18h e pode [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/03/Convite_UFLA.jpeg"><img class="alignright  wp-image-55199" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/03/Convite_UFLA.jpeg" alt="" width="400" height="400"></a>"Ecofisiologia da soja visando ao manejo de proteção de plantas" é o tema da palestra que o professor Alencar Junior Zanon, coordenador da Equipe FieldCrops da UFSM, ministra nesta segunda (1º), numa promoção do Grupo de Estudos em Proteção de Plantas da Universidade Federal de Lavras (UFLA).&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: inherit">A palestra tem início às 18h e pode ser acompanhada pelo GoogleMeet. I</span>nscrições pelo <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfV9qzsZIQ1Ajfh11TiC0QlAbm0LE_RByD-BwLJp5n75g8PAQ/viewform?usp=send_form" target="_blank" rel="noopener">link</a>. As vagas são limitadas.&nbsp;</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Testes de resíduos comprovam alimentos livres de agrotóxicos na Polifeira do Agricultor</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/02/25/testes-de-residuos-comprovam-alimentos-livres-de-agrotoxicos-na-polifeira-do-agricultor</link>
				<pubDate>Thu, 25 Feb 2021 20:04:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[larp]]></category>
		<category><![CDATA[polifeira]]></category>
		<category><![CDATA[UMA UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=55172</guid>
						<description><![CDATA[Desde 2017, a Polifeira do Agricultor realiza coletas de amostras de alimentos comercializados pelos feirantes participantes do projeto e os envia para análise no Laboratório de Análise de Resíduos de Pesticidas (Larp) da UFSM. Esse processo consiste no monitoramento contínuo dos alimentos da feira como forma de preservar a missão  do projeto de produzir e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p class="p3">Desde 2017, a Polifeira do Agricultor realiza coletas de amostras de alimentos comercializados pelos feirantes participantes do projeto e os envia para análise no Laboratório de Análise de Resíduos de Pesticidas (Larp) da UFSM. Esse processo consiste no monitoramento contínuo dos alimentos da feira como forma de preservar a missão<span class="Apple-converted-space">  </span>do projeto de produzir e comercializar alimentos saudáveis, e minimizar a ansiedade pública de consumidores que não têm certeza sobre a isenção de contaminação química dos alimentos que consomem.</p>
<p class="p3">Até o momento, somam-se mais de 7 mil resultados com compostos zerados, comprovando que se trata de alimentos 100% livres de agrotóxicos. Cada amostra avalia a possibilidade de existência de 63 compostos diferentes, e cada resultado positivo corrobora a defesa do projeto de que é possível produzir alimentos saudáveis com menor impacto para o meio ambiente e a sociedade. Esses resultados são fortalecidos com um processo contínuo de fomento a práticas de manejo de produção com o não uso de produtos químicos, priorizando manejos que respeitem o ciclo natural da vida, das plantas e das pragas e doenças.</p>
<p class="p1">De acordo com a organização, “e<span class="s1">sses resultados nos fazem afirmar que a Polifeira do Agricultor tem sido pioneira no Brasil na questão do monitoramento de resíduos nos alimentos comercializados. Logo, o consumidor, pode esquecer aquela velha história de que alimento vistoso e bonito demais é ‘cheio de veneno’”.</span></p>
<p class="p3">A Polifeira está acontecendo nas terças-feiras, das 7h às 12h, na Avenida Roraima, entre a Faixa Velha (RS-509) e a Faixa Nova de Camobi (RSC-287). Outras informações constam em sua página no <a href="https://www.facebook.com/PoliFeiradoagricultor/" target="_blank" rel="noopener">Facebook</a>.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>1ª Agrofeira UFSM acontecerá entre os dias 1º e 03 de março</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/02/24/1a-agrofeira-ufsm-acontecera-entre-os-dias-1o-e-03-de-marco</link>
				<pubDate>Wed, 24 Feb 2021 19:30:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Agrofeira UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[UMA UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=55161</guid>
						<description><![CDATA[Em virtude do cenário ocasionado pela pandemia de Covid-19 — que levou ao cancelamento das principais feiras do setor do agronegócio no Rio Grande do Sul —, entre os dias 1º e 3 de março de 2021, será realizada a 1ª Agrofeira UFSM: uma iniciativa da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), com apoio das ações voltadas [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"align":"left","id":55171,"width":458,"height":458,"sizeSlug":"large","linkDestination":"media"} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large is-resized"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/02/card1-mesa-de-abertura.jpeg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/02/card1-mesa-de-abertura.jpeg" alt="" class="wp-image-55171" width="458" height="458" /></a></figure></div>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em virtude do cenário ocasionado pela pandemia de Covid-19 — que levou ao cancelamento das principais feiras do setor do agronegócio no Rio Grande do Sul —, entre os dias 1º e 3 de março de 2021, será realizada a 1ª Agrofeira UFSM: uma iniciativa da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), com apoio das ações voltadas à agricultura desenvolvidas pela instituição. O evento, que será transmitido via <a href="https://farol.ufsm.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Farol UFSM </a>nos turnos da manhã e da tarde, trará ao público ações que contribuem para o avanço do mercado no país, além de contar com lançamentos de aplicativos e livros sobre a temática.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A Mesa de Abertura do evento, dia 1º, às 10h, contará com a presença do representante da Expoagro Afubra, Marcos Antonio Dornelles; do presidente da Cotrijal, Nei César Manica, e do representante da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo – SAF/MAPA, Fernando Schwanke. No mesmo dia, às 14h, acontecerá a mesa temática sobre Agricultura de Precisão/digital, com o Curso de Mestrado Profissional em Agricultura de Precisão da UFSM; o Projeto Advanced Farm 360; e a apresentação de Inovações Geotecnológicas Aplicadas às Ciências Florestais – Floresta de Precisão.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><br>No dia 02, às 14h, a temática será sobre Agricultura Familiar, com o lançamento do Software de Rastreabilidade de Produtos Vegetais para a Agricultura Familiar do RS e do Aplicativo de Assistência Técnica e Extensão Rural Digital para Profissionais de Assistência Técnica. A mesa também trará o Projeto Flores para Todos, assim como a Equipe Simanihot e Emater/RS-Ascar, trazendo, ao público, a Extensão Rural, com a cultura do alimento do século 21. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Finalizando o evento, no dia 03, às 14h, a mesa será sobre Economia do Agronegócio e Produção Vegetal, com a apresentação da análise da evolução do mercado global de alimentos e com o lançamento da linha de livros “Ecofisiologia visando altas produtividades”.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><br>Mais informações sobre o evento podem ser obtidas com a Coordenadoria de Articulação e Fomento à Extensão (CAFE), através do e-mail&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="mailto:cafe.pre@ufsm.br" target="_blank">cafe.pre@ufsm.br</a>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Núcleo de Divulgação Institucional da PRE</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto de extensão “Bicharada Gaúcha” divulga espécies animais de forma científica e acessível nas redes sociais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/02/04/projeto-de-extensao-bicharada-gaucha-divulga-especies-animais-de-forma-cientifica-e-acessivel-nas-redes-sociais</link>
				<pubDate>Thu, 04 Feb 2021 14:47:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[bicharada gaúcha]]></category>
		<category><![CDATA[ciências biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Palmeira das Missões]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-pm]]></category>
		<category><![CDATA[UMA UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=55000</guid>
						<description><![CDATA[Desde outubro do ano passado, o projeto de extensão e de divulgação científica “Bicharada Gaúcha”, da UFSM campus&nbsp;Palmeira das Missões, tem chamado a atenção nas redes sociais. De uma forma simples e criativa, a iniciativa transforma o conhecimento científico em informação acessível para a população em geral através de fatos e curiosidades da fauna gaúcha [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Desde outubro do ano passado, o projeto de extensão e de divulgação científica “Bicharada Gaúcha”, da UFSM campus&nbsp;Palmeira das Missões, tem chamado a atenção nas redes sociais. De uma forma simples e criativa, a iniciativa transforma o conhecimento científico em informação acessível para a população em geral através de fatos e curiosidades da fauna gaúcha que são postados no <a href="https://www.facebook.com/bicharadagaucha" target="_blank" rel="noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/bicharadagaucha/" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a>.</p>
<p>Segundo o coordenador do projeto, professor Marcelo Weber, a ação visa integrar a sociedade e a ciência através do uso das redes sociais. “O objetivo principal é levar conhecimento científico sobre as espécies de animais que ocorrem no Rio Grande do Sul para a população em geral, focando em mitos e curiosidades que cercam determinadas espécies, além do seu papel ecológico, importância econômica e status de conservação”, explica.</p>
<p>O docente ressalta a importância, atualmente, do uso das tecnologias como facilitador de acesso à informação científica. “Paradoxalmente, ao mesmo tempo em que o acesso à informação é praticamente ilimitado, diversas iniciativas anticientíficas têm se popularizado, como o movimento antivacina e o terraplanismo, os quais fazem uso em massa de redes sociais para divulgação das suas ideias. Neste sentido, é inegável que nós, cientistas, precisamos ocupar os espaços virtuais a fim de divulgar dados e informações corretas sobre diversos aspectos da relação humana com o mundo natural”, afirma.</p>
<p>As postagens iniciaram no começo de outubro de 2020, sendo semanais. A cada semana os integrantes apresentam uma espécie diferente. Weber explica que, além de apresentar as espécies de animais que ocorrem no Rio Grande do Sul, as postagens buscam incentivar a população a observar os organismos que a cercam no dia a dia para também atuarem como difusores de conhecimento científico sobre a fauna do Rio Grande do Sul. Atualmente, as postagens são focadas em espécies de mamíferos, aves e répteis, mas a expectativa é aumentar para outros grupos com o passar do tempo.</p>
<p>Seis estudantes de graduação em Ciências Biológicas da UFSM-PM, sendo uma aluna bolsista e cinco voluntários, participam do projeto. Além de produzir conteúdo para divulgação, os alunos também estudam e buscam as características mais relevantes de cada espécie. “Temos recebido diversos elogios da população em geral e os seguidores não se restringem apenas aos moradores do Rio Grande do Sul, temos também seguidores de diversos estados do país”, completa o docente.</p>
<p><em>Fonte: Assessoria de Comunicação da UFSM-PM</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Ano de 2020 entre os mais quentes registrados na história</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/2021/02/03/ano-de-2020-entre-os-mais-quentes-registrados-na-historia</link>
				<pubDate>Wed, 03 Feb 2021 20:03:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[agência íntegra]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[MovimentAção]]></category>
		<category><![CDATA[Produções em disciplinas]]></category>
		<category><![CDATA[ods13]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>
		<category><![CDATA[UMA UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/?p=3833</guid>
						<description><![CDATA[Segundo o relatório provisório do Estado do Clima Global para 2020, realizado pela ONU em parceria com dezenas de organizações internacionais, o planeta já esquentou 1,2°C acima da média verificada na era pré-industrial, aproximando-se do limite de 1,5°C estabelecido no Acordo de Paris para evitar os piores efeitos da crise do clima. O relatório, publicado [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:image {"align":"center"} --></p>
<figure style="text-align: justify"></figure>
<p><!-- /wp:image --><!-- wp:image {"align":"center"} --></p>
<figure style="text-align: justify"></figure>
<p><!-- /wp:image --><!-- wp:paragraph {"align":"center"} /--><!-- wp:paragraph --></p>
[caption id="attachment_4002" align="alignright" width="360"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2024/11/pasted-image-0-2.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2024/11/pasted-image-0-2-300x218.jpg" alt="" width="360" height="261" /></a> Fonte: State of the Global Climate 2020 PROVISIONAL REPORT[/caption]
<p style="text-align: justify">Segundo o relatório provisório do Estado do Clima Global para 2020, realizado pela ONU em parceria com dezenas de organizações internacionais, o planeta já esquentou 1,2°C acima da média verificada na era pré-industrial, aproximando-se do limite de 1,5°C estabelecido no Acordo de Paris para evitar os piores efeitos da crise do clima. O relatório, publicado no dia 02 de novembro de 2020, teve um grande foco no Brasil devido ao seu histórico de alterações climáticas para o ano. Relembrando casos como as grandes chuvas em Belo Horizonte, tendo a maior precipitação da história na região, ou como a onda de calor que começou no Mato Grosso em agosto e caminhando em direção ao Sul, causando a maior estiagem do Rio Grande do Sul dos últimos anos.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify">Também durante o ano de 2020 podemos lembrar dos tornados que devastaram Santa Catarina afetando mais de 4.000 residências, das queimadas no Pantanal, as quais superaram em 10 vezes a área de vegetação natural perdida em 18 anos, e os desmatamentos na Amazônia que seguem em ritmo acelerado.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify">Tudo isso acontecendo em meio a La Ninã, que em tese deveria resfriar o mundo, principalmente na região equatorial onde os ventos ficam mais fortes, e em meio a uma crise sanitária mundial pela pandemia da Covid-19, que obrigou muitas indústrias a pararem suas máquinas, deixando seus funcionários em casa.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify">O relatório final ainda está para sair, mas o calor ainda pode se prolongar. Estimativas apontam uma segunda estiagem, muito pior que a primeira, para o início do ano de 2021 no Rio Grande do Sul.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Texto</strong>:  Edyson Waghetti Sebastiany</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Supervisão</strong>: Professora Cláudia Herte de Moraes, disciplina Comunicação, Cidadania e Ambiente</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify"><em>Especial para Íntegra</em></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>A mesma tempestade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/2021/02/03/a-mesma-tempestade</link>
				<pubDate>Wed, 03 Feb 2021 19:55:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[agência íntegra]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[MovimentAção]]></category>
		<category><![CDATA[Produções em disciplinas]]></category>
		<category><![CDATA[ods10]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>
		<category><![CDATA[UMA UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/?p=3828</guid>
						<description><![CDATA[Um dos maiores clichês disseminados em contextos de crise mundial é de que “estamos todos no mesmo barco”. Com a decorrência da pandemia do novo Coronavírus, uma das maiores da história, é claro, não seria diferente. Mas até que ponto a afirmação é verdadeira? Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), enquanto o surto de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:paragraph {"align":"center"} /--><!-- wp:paragraph {"align":"center"} /--><!-- wp:paragraph {"align":"center"} --></p>
<p style="text-align: justify">Um dos maiores clichês disseminados em contextos de crise mundial é de que “estamos todos no mesmo barco”. Com a decorrência da pandemia do novo Coronavírus, uma das maiores da história, é claro, não seria diferente. Mas até que ponto a afirmação é verdadeira? Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), enquanto o surto de Covid-19 causará em 2021 a maior crise humanitária vista desde a 2ª Guerra, uma pequena e privilegiada parcela da sociedade se mantém em ascensão: os bilionários. A crise mundial parece não ter afetado os que estão no topo, já que neste período recente os 42 bilionários brasileiros tiveram um crescimento de 34 bilhões de dólares em suas fortunas nos meses da pandemia, de acordo com a ONG Oxfam e divulgados no portal UOL em julho de 2020.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
[caption id="attachment_4004" align="alignright" width="360"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2024/11/pasted-image-0-3.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2024/11/pasted-image-0-3-300x195.jpg" alt="" width="360" height="234" /></a> Foto: Themba Hadebe/ AP Photo[/caption]
<p style="text-align: justify">Em contraste, as estimativas do Banco Mundial demonstram que a pobreza extrema deve avançar no mundo pela primeira vez em mais de duas décadas. Tais fatores expõem a problemática de uma sociedade estruturada de forma intensamente desigual, cenário que fica ainda mais evidente em meio a condições adversas.  É fato que todas as nuances da desigualdade como o desequilíbrio racial, de gênero e, com destaque, o econômico, prevalecem na contemporaneidade, prejudicando e limitando o status social da população, além de seu acesso a direitos básicos como o acesso à educação e saúde de qualidade, trabalho, moradia, entre outros.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify">A questão então é: como realizar o combate à desigualdade? A resposta não é simples ou imediata, tendo em vista que a problemática exige um trabalho estrutural e constante. Pode-se apontar que, em primeiro plano, seria necessária a reformulação das políticas fiscais e a instituição da tributação de grandes fortunas, por exemplo.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify">Além disso, outra ferramenta valiosa na luta para reduzir a desigualdade, segundo o jornal Valor Econômico, seria a adoção de uma perspectiva de gênero na preparação de orçamentos, governamentais ou privados, ampliando a participação das mulheres na força de trabalho e, dessa forma, impulsionando o crescimento e a estabilidade. Tal necessidade de igualdade e empoderamento também poderia ser considerada à população negra, a fim de reduzir a desigualdade racial. Também segundo o veículo especializado em economia, áreas como finanças e negócios, as políticas de gastos sociais, a educação e a saúde são de fundamental importância para combater a desigualdade e, quando bem administradas, conseguem cumprir um papel fundamental na mitigação da disparidade de renda e de seus efeitos nocivos sobre a igualdade de oportunidades e a coesão social.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify">Por fim, resta a certeza de que não estamos no mesmo barco mas, definitivamente, sob a mesma tempestade. Enquanto alguns se refugiam em embarcações sofisticadas, muitos se agarram à troncos em busca da sobrevivência. Nesse sentido, a sociedade só funcionará de forma harmônica quando existir a redução das desigualdades dentro dos países e entre eles.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Texto</strong>: Kelvin Verdum e Teresa Juvencio</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Supervisão</strong>: Professora Cláudia Herte de Moraes, pela disciplina Comunicação, Cidadania e Ambiente</p>
<p style="text-align: justify"><em>Especial para Íntegra</em></p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Como será o futuro da energia acessível e limpa depois da Covid-19?</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/2021/01/24/como-sera-o-futuro-da-energia-acessivel-e-limpa-depois-da-covid-19</link>
				<pubDate>Sun, 24 Jan 2021 18:03:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[agência íntegra]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[MovimentAção]]></category>
		<category><![CDATA[Produções em disciplinas]]></category>
		<category><![CDATA[ods7]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>
		<category><![CDATA[UMA UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/?p=3817</guid>
						<description><![CDATA[A pandemia provocada pela COVID-19 está repercutindo em todas as esferas da sociedade. Impactos sociais, políticos, econômicos, culturais, nunca antes vistos na história mundial, vêm à tona neste momento. No Brasil, o setor elétrico também está sentindo essas mudanças refletidas principalmente no consumo de energia. Como será o investimento em energia limpa e acessível depois [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:paragraph {"align":"center"} /--><!-- wp:paragraph {"align":"center"} /--><!-- wp:paragraph {"align":"center"} /--><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify">A pandemia provocada pela COVID-19 está repercutindo em todas as esferas da sociedade. Impactos sociais, políticos, econômicos, culturais, nunca antes vistos na história mundial, vêm à tona neste momento. No Brasil, o setor elétrico também está sentindo essas mudanças refletidas principalmente no consumo de energia. Como será o investimento em energia limpa e acessível depois da pandemia?</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
[caption id="attachment_4000" align="alignright" width="360"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2024/11/jpegbase648fe238c43bb1f5df.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2024/11/jpegbase648fe238c43bb1f5df-300x200.jpg" alt="" width="360" height="240" /></a> Imagem: Getty Images[/caption]
<p style="text-align: justify">Como uma crise econômica se instaurou mundialmente, de acordo com estudos, sabemos que a produção de energia renovável precisa de mais terrenos do que o exigido por combustíveis fósseis e esse espaço é limitado, se tornando cada vez mais escasso nos dias atuais. Outro fator necessário é o uso de super baterias para armazenar essa energia limpa. Com toda essa crise, como isso será possível? Fora isso, além de metais comuns, seriam fundamentais alguns específicos, como o neodímio e o telúrio, usados, respectivamente, em turbinas eólicas e em células de energia solar Com isso, minerais podem se tornar o motivo de novos conflitos no futuro, visto que a necessidade de produção de energia limpa se torna cada vez mais indispensável e os desafios que o ramo precisa ultrapassar também andam crescendo.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify">Segundo dados da IEA (Agência Internacional de Energia, na sigla em inglês), deram destaque a necessidade de países dobrarem os investimentos em fontes renováveis nessa década. Entretanto, devido à pandemia houve uma queda no investimento decorrente dessa área, o que é preocupante, pois o atual recurso de energia muitas vezes é falho, devido às secas que ocorrem regularmente. O desenvolvimento de Energia Solar e Eólica visam à sustentabilidade e conservação da natureza, por utilizarem uma fonte renovável, têm um impacto ambiental reduzido, por não recorrem aos combustíveis fósseis, causadores do "efeito estufa". Conforme dados apresentados pelo Portal Solar, o Brasil já ocupa o quarto lugar no ranking mundial de produção de energia renovável, tendo o aumento de 30% em uma década, é importante esse investimento no setor elétrico do país, sendo que este possui uma ampla diversidade que possibilita o uso fonte mais limpas e até 2050 a capacidade elétrica através de placas solares se tornará milhares de vezes maior, atingindo uma capacidade instalada entre 78 e 128GW, pois o custo de produção está se tornando cada vez mais competitivo e estima-se que em 5 anos a energia solar será a mais barata. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify">O crescente aumento na busca por energias renováveis está se espalhando cada vez mais, nas casas de pessoas e até mesmo em pequenas usinas. Ao investirmos em fontes limpas haverá benefício não apenas aos cidadãos mas também ao planeta, por não ser utilizado recursos prejudiciais ao mundo.</p>
<figure style="text-align: justify"></figure>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Texto</strong>: Carol de Lima Adriano e Gabriela Gabbi</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Supervisão</strong>: Professora Cláudia Herte de Moraes, pela disciplina Comunicação, Cidadania e Ambiente</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify"><em>Especial para Íntegra</em></p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto Mãos Livres lança o livro acessível “O Lobisomem da Campina”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/11/03/projeto-maos-livres-lanca-o-livro-acessivel-o-lobisomem-da-campina</link>
				<pubDate>Tue, 03 Nov 2020 16:48:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[UMA UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=54318</guid>
						<description><![CDATA[Foi realizado no mês de setembro o lançamento do livro intitulado “O Lobisomem da Campina”, uma produção que conta com acessibilidade para pessoas surdas e cegas. A autoria é de André Krusser Dalmazzo e Melânia de Melo Casarin, com ilustrações de Alexandre Martins Vidor.&nbsp; Produzido pelo Projeto Mãos Livres, o objetivo da obra é resgatar [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400"><img class="wp-image-54319  alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/11/72227649_2615129375203918_3936803891512868864_o.jpg" alt="" width="525" height="250">Foi realizado no mês de setembro o lançamento do livro intitulado “O Lobisomem da Campina”, uma produção que </span><span style="font-weight: 400">conta com acessibilidade para pessoas surdas e cegas</span><span style="font-weight: 400">. A autoria é de André Krusser Dalmazzo e Melânia de Melo Casarin, com ilustrações de Alexandre Martins Vidor.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Produzido pelo Projeto Mãos Livres, o objetivo da obra é resgatar os mitos do nosso folclore que são passados de geração em geração. O livro conta a história de Leopoldo, um menino que em noites de lua cheia se transforma em Lobisomem.&nbsp;&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A acessibilidade para pessoas surdas, usuárias da Língua Brasileira de Sinais (Libras), consiste em um QrCode com a dramatização da história.&nbsp; Já a acessibilidade para as pessoas cegas consiste em dois QrCodes: o primeiro possui a narrativa em PDF, possibilitando o leitor acessar o livro através do leitor de tela e o segundo, possui a narrativa em Áudio Descrição (AD).&nbsp;&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Projeto Mãos Livres foi criado em 2002 como uma parceria entre os cursos de Desenho Industrial e Educação Especial. Desde então, dedica-se à educação dos surdos, ao reconhecimento da Libras e à produção de artefatos culturais à comunidade surda brasileira, trabalhando com pesquisas sobre a produção cultural bilíngue, promovendo a construção do conhecimento da população surda brasileira.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Mãos Livres é movido com a ajuda de acadêmicos e servidores de diversos Cursos da UFSM. Para conferir mais sobre o projeto, </span><a href="http://projetomaoslivres.ufsm.br/"><span style="font-weight: 400">clique aqui.</span></a> Para mais informações sobre acesso ao livro, é possível contatar a equipe pelo e-mail projetomaoslivres@gmail.com</p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Laura Coelho de Almeida, bolsista da Assessoria de Comunicação do Gabinete do Reitor</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Biodiversidade é tema do Dia Mundial do Meio Ambiente</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/06/05/biodiversidade-e-tema-do-dia-mundial-do-meio-ambiente</link>
				<pubDate>Fri, 05 Jun 2020 18:36:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[dia mundial do meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[UMA UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=52470</guid>
						<description><![CDATA[Entenda a importância da temática no momento atual e saiba como a UFSM contribui para a proteção da biodiversidade Nesta sexta-feira, dia 5 de junho, é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente. A data foi instituída em 1972 pela Organização das Nações Unidas (ONU), durante uma assembleia em Estocolmo. Essa conferência representa um marco [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="text-align: center"><i>Entenda a importância da temática no momento atual e saiba como a UFSM contribui para a proteção da biodiversidade<br></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Nesta sexta-feira, dia 5 de junho, é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente. A data foi instituída em 1972 pela Organização das Nações Unidas (ONU), durante uma assembleia em Estocolmo. Essa conferência representa um marco em relação a conscientização sobre os problemas ambientais que ameaçam a vida no planeta e resultou na criação do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). O órgão tem como objetivo promover a conservação do meio ambiente e o uso eﬁciente de recursos naturais no contexto do desenvolvimento sustentável. A temática escolhida pela instituição para celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente em 2020 é biodiversidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>&nbsp;A professora do departamento de Biologia da UFSM, Liliana Essi, explica que um dos grandes problemas que o mundo vem enfrentando na atualidade é a perda de biodiversidade, com um grande número de espécies correndo risco de extinção.&nbsp; Liliana relata que, embora o processo de extinção tenha causas naturais, como por exemplo a competição entre espécies e a seleção natural, a comunidade científica observa que esse processo tem sido acelerado diretamente pela ação humana, ou indiretamente, pelas mudanças climáticas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A diretora do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE), professora Sonia Zanini Cechin, acrescenta que o crescimento explosivo da população mundial desencadeia alguns fatores responsáveis pela perda de biodiversidade, como a intervenção e consequente fragmentação de habitats naturais e a poluição ambiental. No caso do Brasil, ela destaca que a derrubada de florestas para dar espaço a atividades agrícolas e pecuárias tem levado a devastação de biomas ricos em espécies de animais e plantas, como a Amazônia, Mata Atlântica e o Cerrado.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Brasil é considerado um país megadiverso, abrigando entre 15% e 20% de toda a diversidade biológica global. Liliana explica que uma maior variedade de espécies garante sustentabilidade natural para todas as formas de vida. Sônia ressalta que além ser responsável pela estabilidade dos ecossistemas, a biodiversidade representa um grande potencial econômico e turístico para o país.&nbsp; A UFSM conta com diversos projetos de pesquisa e extensão que contribuem para a proteção da biodiversidade em variadas frentes: &nbsp;estudo de espécies ameaçadas, desenvolvimento de métodos de conservação ambiental e recuperação de áreas degradadas, catalogação de espécies, estudo dos impactos das mudanças climáticas, levantamento de espécies nativas, entre outros.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Jardim Botânico, além de ter iniciativas focadas em educação ambiental, também possui exemplares de espécies de plantas ameaçadas de extinção na sua coleção, contribuindo para conservação ex situ (processo de conservação de espécies ameaçadas de extinção fora do seu lugar de origem). O herbário do departamento de Biologia da universidade disponibiliza em seu site fotos de espécies ameaçadas de plantas disponíveis no acervo, para facilitar seu reconhecimento a campo. Outro exemplo é o do Núcleo de Estudos em Biodiversidade Aquática, que há alguns anos estuda a fauna associada aos rios e riachos do Rio Grande Sul. O grupo trabalha para coletar amostragens em inúmeras regiões do estado que, posteriormente, podem resultar em descrições de espécies novas, principalmente de crustáceos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O professor Cristian Dambros, integrante do Departamento de Ecologia e Evolução e docente do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Animal, conta ainda que a UFSM participa de projetos em parceria com outras instituições a nível nacional e internacional. Um desses projetos é o Programa de Pesquisa em Biodiversidade na Amazônia e no Pampa que tem como objetivo promover a investigação e a preservação da biodiversidade nesses biomas. De acordo com Cristian, a manutenção da biodiversidade é essencial não só pela preservação da natureza em si, mas também porque a humanidade se beneficia de diversos serviços ecossistêmicos, vitais para o bem-estar humano e para as atividades econômicas. Alguns desses serviços são: a proteção das reservas hídricas e dos solos, o fornecimento de cultivos alimentícios e recursos medicinais, a absorção da poluição e a contribuição para a estabilidade climática.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A professora Liliana aponta que o fato do PNUMA ter elegido 2020 como o ano estratégico para a biodiversidade contribui para destacar esse tema nas pautas nacionais e internacionais e ressalta “Muitas conferências internacionais estão ocorrendo neste ano, visando a avaliação do que foi realizado até agora pela conservação da biodiversidade e o planejamento de estratégias para o momento pós-2020”.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>UMA - Universidade Meio Ambiente</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A UFSM ainda mantém um projeto que promove a consciência ambiental e o uso racional de recursos na UFSM. O UMA representa a consciência ambiental da UFSM, agrupando um conjunto de ações em prol de uma responsabilidade coletiva.&nbsp;<br><br><em>Texto: Bruna Feil - estagiária de Jornalismo da Unidade de Comunicação Integrada</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Revisão: João Ricardo Gazzaneo</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM disponibiliza manual de orientações sobre resíduos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/03/17/ufsm-disponibiliza-manual-de-orientacoes-sobre-residuos</link>
				<pubDate>Tue, 17 Mar 2020 11:04:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Alunos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Servidores]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[proinfra]]></category>
		<category><![CDATA[Resíduos Sólidos]]></category>
		<category><![CDATA[UMA UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=51443</guid>
						<description><![CDATA[O Manual de Orientação para Armazenamento e Destinação de Resíduos na UFSM tem como objetivo auxiliar no armazenamento e destinação de cada classe de resíduo gerado no campus sede da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Com caráter informativo, possibilita a classificação dos resíduos, identifica locais de descarte, coleta, transporte e destinação final dos resíduos. O guia [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/manual-de-orientacao-para-armazenamento-e-destinacao-de-residuos-na-ufsm/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Manual de Orientação para Armazenamento e Destinação de Resíduos</a> na UFSM tem como objetivo auxiliar no armazenamento e destinação de cada classe de resíduo gerado no campus sede da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Com caráter informativo, possibilita a classificação dos resíduos, identifica locais de descarte, coleta, transporte e destinação final dos resíduos.</p>
<p>O guia trata de resíduos recicláveis (como papel, plástico, metal e vidro); resíduos orgânicos (restos de cozinha); rejeitos (não-orgânicos e não-recicláveis); resíduos químicos e infectantes (gerados pelos laboratórios); eletroeletrônicos (computadores, celulares); lâmpadas de uso institucional; pilhas e baterias de uso institucional; óleo de cozinha; resíduos de poda e jardinagem; sucata; materiais de construção civil e móveis.</p>
<p>O manual foi elaborado pelo corpo técnico do Setor de Planejamento Ambiental (SPA), vinculado à Pró-Reitoria de Infraestrutura (Poinfra). A revisão deve ocorrer de acordo com possíveis alterações nas ações do Gerenciamento de Resíduos Sólidos da Universidade, bem como possíveis adequações da logística interna da rota dos resíduos gerados. Em casos de contratações de empresas especializadas na coleta, transporte e destinação final, serviços de limpeza e convênios de coleta, também haverá a necessidade de revisão deste manual.</p>
<p>Em caso de dúvidas e solicitações, o setor pode ser contatado pelo ramal 8498 ou pelo e-mail spaproinfra@ufsm.br.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        