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OBSERVATÓRIO DE INFORMAÇÕES EM SAÚDE

Este observatório tem o objetivo de fornecer dados e informações diárias sobre a COVID-19 e auxiliar no monitoramento e planejamento das ações em saúde pública para o combate à pandemia

NOTAS

  • A COVID-19 (termo em inglês que significa Corona Virus Disease 2019) é uma doença infecciosa respiratória causada pelo coronavírus SARS-CoV-2. O quadro clínico pode variar de infecções assintomáticas a infecções respiratórias graves.
  • É possível haver um número significativo de pessoas com coronavírus, mas sem apresentar sintomas ou com sintomas leves. Estas pessoas, ao continuarem circulando e tendo contatos sem cuidados mínimos, tanto com superfícies quanto com outras pessoas, podem transmitir o vírus.
  • O distanciamento e o isolamento social são as medidas mais indicadas para conter a disseminação da doença, uma vez que não há vacina ou medicamento para o combate efetivo até o momento.
  • Podem ocorrer eventuais divergências entre as plataformas de informação uma vez que os dados são originados de fontes diferentes e não são consolidados ao mesmo tempo. Além disso, há a possibilidade de panes nos sistemas de informação.
  • No Brasil existe subnotificação do número real de casos, uma vez que a testagem é muito pequena. Também existe atraso na confirmação de óbitos por COVID-19.

O Observatório de Informações em Saúde da Universidade Federal de Santa Maria está conduzindo uma pesquisa intitulada “IMPACTO DA COVID-19 EM PESSOAS”. O estudo está sob coordenação dos Professores Adriane Pasqualoto, Isabella Albuquerque e Luis Felipe Dias Lopes e tem como objetivo investigar os impactos da Covid-19 na saúde da pessoa após ter sido contaminada pelo vírus.

Convidamos todas e todos para preencher o QUESTIONÁRIO.

 OS CUIDADOS DEVEM CONTINUAR:

  1. Uso correto de máscara;
  2. Distanciamento físico interpessoal mínimo de 1,5m;
  3. Higienização frequente das mãos;
  4. Manter ambientes bem arejados.

17/06/2021

BOLETIM DE HOSPITALIZAÇÕES no RS

  • – A taxa de ocupação das UTIs do estado está em 86,8%.
  • – As Macrorregiões Norte, Serra e Vales encontram-se com ocupação crítica, acima de 100%. A Macrorregião Missioneira apresenta taxa de Ocupação superior a 90%.
  • – Ontem, o número de internados Suspeitos e Confirmados em Leito Clínico e UTI apresentou redução de 41 internados, sendo 21 em Leito Clínico e 20 em UTI.
  • – Ontem, o número de internados em leitos clínicos confirmados com Covid-19 reduziu, variando de 2576 para 2563. O número de suspeitos variou de 429 para 421. Na semana, acumula-se redução de 250 confirmados e 23 suspeitos.
  • – Nos leitos de UTI, o número de confirmados reduziu, passando de 1857 para 1847. O número de suspeitos variou de 111 para 101. Na semana, há redução de 55 confirmados e 20 suspeitos.
  • – O Estado conta atualmente com 457 leitos de UTI livres. Com isso, a razão de leitos livres para cada ocupado por Covid no RS se encontra em 0,25 e taxa de ocupação das UTI em 86,8%.
  • – Na UTI, as seguintes Macrorregiões acumulam aumento de pacientes confirmados na semana: Serra (+9) e Missioneira (+6).
  • – Nos Leitos Clínicos, as seguintes Macrorregiões acumulam aumento de pacientes confirmados na semana: Centro-Oeste (+7), Norte (+5) e Sul (+4).

Fonte: Boletim de Hospitalizações: http://https://bit.ly/boletim_hosp_RS

BOLETIM DE CASOS e ÓBITOS no RS – BRASIL – MUNDO

  • – A média móvel de casos confirmados no RS mantem-se em patamar ainda elevado. Em movimento conjunto com o restante do Brasil, houve expressiva elevação nos últimos dias, indicando algum efeito de instabilidade nos registros, seguida de queda. Em patamar ainda mais elevado, o Uruguai apresenta relativa estabilidade, com queda no acumulado dos últimos 7 dias.
  • – A média móvel de óbitos no RS e no Brasil também apresentou elevação relevante nos últimos dias, a partir de um patamar já elevado. O Uruguai, em patamar ainda superior, apresenta queda nos últimos dias.
  • – Dentre as regiões próximas ao RS, há elevação recente na média de óbitos como proporção na Argentina e no Paraguai. A Argentina e agora o Uruguai, passam a apresentar queda na confirmação de casos.
  • Há variações abruptas devido à instabilidade no sistema de registro federal, impactando os estados do RS, SC e PR, dificultando a interpretação da média móvel de casos. (Ressalta-se que estes dados são por data de inclusão, podendo variar ocasionalmente por oscilação nos registros e não corresponder diretamente a efeitos do comportamento da propagação.)
  • – A média móvel de óbitos no RS e PR que apresentava um comportamento de estabilidade, apresentou relevante elevação nos últimos dias. Outros estados, como SP, RJ, MG, PB, entre outros, também apresentaram este salto. SC mantém-se estável até o momento. A instabilidade nos registros também dificulta a análise.
  • – MS (13,2), PR (11,4) e SP (8,6) apresentam a maior média móvel de óbitos por 100 mil hab. do país. O RS, com 7,15, apresenta a 7ª maior média.
  • – O RS apresenta a 9ª maior taxa de mortalidade acumulada de óbitos (264 por 100 mil hab). Com 130 óbitos incluídos ontem, o estado chegou a 30.032 óbitos, com a média semanal de 116,6 óbitos incluídos por dia e uma elevação de 11,3 % na semana.

Fonte: Boletim de Casos: https://bit.ly/boletimcovid19-rs