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12 curiosidades sobre a numeração dos prédios da UFSM



Confira os critérios utilizados para identificar as edificações na Universidade

Você já se perguntou: por que o prédio 44 está perto do 74? Ou qual o sentido do 67 estar atrás do 21? A Revista Arco conversou com o antigo desenhista técnico-especialidade, José Vicente Correa, e com o atual técnico em edificações, Luís Leandro Scheid, do Setor de Cadastro do Espaço Físico da UFSM para entender os critérios de numeração dos prédios da Universidade.

 

1. Os primeiros prédios a serem construídos no campus foram os básicos – 17, 18, 19, 20 e 21 – e o Centro de Tecnologia – 7.

 

2. No começo não houve uma lógica na escolha da numeração. Por muitos anos, os prédios e as salas de aula eram numerados de forma aleatória ou sem seguir padrões. Conforme as construções eram feitas, o número seguinte era colocado mesmo que fossem em locais bastante afastados.

 

3. A numeração dos prédios antigos, que ficam localizados no centro da cidade, começa em 300.

 

4. Aqui no campus o prédio de número 1 é a guarita de segurança, localizada em frente ao arco.

 

5. O planetário, assim como os outros prédios, possui seu número, que é 45.

 

6. As moradias da Casa do Estudante foram numeradas de acordo com outro critério: cada prédio é representado por um milhar. Por exemplo, o primeiro deles, ao lado do RU I é o prédio 1000; cada bloco é distinguido por uma centena e cada apartamento por uma dezena.  

 

7. Algumas construções têm números iguais e são diferenciadas por letras. Isso ocorre porque pertencem à mesma unidade de ensino. Assim como os laboratórios, que, inicialmente, deveriam ficar dentro do prédio, mas, com o tempo, foram construídos ao lado e numerados de forma igual ao principal, apenas com letra diferente. 

 

8. Quando um projeto para construção de novo prédio é feito, precisa conter a numeração. Às vezes o projeto não é aprovado, ou demora muito tempo para ser construído. Por isso alguns prédios passam, por exemplo, da letra B para a F.

 

9. Se desconsiderarmos a CEU, que possui outro padrão de numeração, o último número usado nas construções do campus atualmente é 99, para a central de resíduos.

 

10. Havia a intenção de renovar toda a numeração dos prédios existentes na UFSM, para que geograficamente estivessem organizados. Entretanto, isso não é possível, uma vez que muitos laboratórios de pesquisa estão registrados com seu número em plataformas como Capes e CNPq, o que poderia acarretar em problemas como perda de bolsas e de projetos.

 

11. Neste ano começou-se a padronizar a numeração dos prédios e salas de aula. Com isso, a Pró-Reitoria de Infraestrutura (Proinfra) busca facilitar a localização para as pessoas, além de desenvolver mapas explicativos que serão espalhados pelo campus.

 

12. Além dos prédios, as ruas da Universidade também não foram muito planejadas. Atualmente a nomenclatura delas é feita por meio de letras. Outro projeto da Proinfra para 2020 é nomear e colocar placas para indicar as ruas do campus.

 

Repórter: Melissa Konzen, acadêmica de Jornalismo

Ilustradora: Renata Costa, acadêmica de Produção Editorial

Mídia Social: Nathalia Pitol, acadêmica de Relações Públicas

Editor Chefe: Maurício Dias, jornalista


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