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Quem Faz o CTISM: Professora promove a inclusão feminina na área das Exatas



O CTISM é formado por pessoas que trabalham diariamente para proporcionar aos estudantes a capacidade de modificar suas realidades e da sociedade em que vivem. Dentre esses indivíduos está a professora Márcia Henke, que, desde 02 de fevereiro de 2016, há exatos 10 anos, vem desenvolvendo projetos significativos, em especial no que se refere à inserção de meninas e mulheres na área de Exatas.

Anos de trajetória

Antes de adentrar a Instituição por meio de um concurso público realizado em 2015, Márcia trabalhou em outras instituições, como a Universidade Federal do Amazonas (UFAM) no cargo de professora substituta no Instituto de Computação, ministrando disciplinas nos cursos de Sistemas de informação e Ciência da Computação. Trabalhou também em Manaus, no Centro Educacional LaSalle, no Curso de Sistemas de Informação ministrando disciplinas de Programação Web, e no curso de Administração lecionando a disciplina de Gestão Empregando TI. Ministrou ainda disciplinas de Estrutura de Dados e Programação II para cursos de Engenharia e Ciência da Computação na Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica (FUCAPI). Atualmente no CTISM, Márcia trabalha seguindo os 3 pilares da educação pública: ensino, pesquisa e extensão. Ela já ministrou as disciplinas de Sistemas Operacionais, Governança de TI e uma DCG em Tópicos Avançados em Aprendizagem de Máquina.

Além disso, é responsável por coordenar dois projetos: um projeto de pesquisa em Aprendizagem de Máquina com foco em Cibersegurança, que teve início em fevereiro de 2025 e o projeto Gurias em Redes,  desenvolvido em parceria com a Escola Estadual Margarida Lopes desde junho de 2024.

Extensão como ferramenta de mudança social

Devido a estereótipos de gênero que fomentam a ideia de que a área das Ciências Exatas seja um espaço voltado ao público masculino, as mulheres ainda enfrentam empecilhos para se inserirem nos setores de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM). Buscando modificar esse cenário e proporcionar um aumento na participação de meninas nessa área, Márcia desenvolveu o projeto Gurias em Redes, no qual oferta workshops, palestras e oficinas para alunas do Ensino Médio da Escola Estadual de Educação Básica Professora Margarida Lopes. Para a professora, o apoio do Colégio na execução do projeto tem sido fundamental. “As mulheres têm pouco acesso às áreas tecnológicas e estamos tentando mudar isso. O maior desafio já está em andamento, apresentar à comunidade o que o CTISM tem a oferecer e permitir que esse público feminino venha participar de cursos oferecidos no ambiente do CTISM para que se sintam incluídas”, comenta.

Além dos projetos citados anteriormente, Henke já participou de outras iniciativas, como: 

  • PRONATEC Programa Mulheres Mil;
  • Análise, Estudo e Adaptação a Lei 12.965 Marco Civil da Internet na UFSM;
  • Segurança física e lógica no ambiente organizacional, uma abordagem teórico e prática;

Entre outros projetos;

Para a professora, ao participar de atividades de pesquisa e extensão, os alunos despertam para atuar junto à comunidade, retornando o conhecimento que adquirem para auxiliar aqueles que não têm acesso às mesmas oportunidades. “Quando trabalhamos na pesquisa os alunos despertam a curiosidade quanto ao que acontece de mais atual nas descobertas tecnológicas. Por outro lado, quando se atua na extensão, leva-se para fora dos muros da universidade a possibilidade do estudante conviver com as necessidades de um determinado público alvo. Essa atuação permite o aluno se sentir parte integrante e sentir o trabalho em sala de aula sendo empregado fora da sala de aula. Diria que essa é a maior importância dos projetos”, afirma.

Memórias que acalentam

Em 10 anos trabalhando no CTISM, Márcia Henke coleciona histórias que marcaram sua trajetória como professora. A boa relação com alunos e colegas é primordial para o bom funcionamento de seu trabalho. Ela destaca duas pessoas em específico que foram especiais na sua chegada ao Colégio, o professor Luciano Caldeira e a professora Maristela Bazzan. “São pessoas que foram meu primeiro contato e que marcaram minha chegada de forma muito positiva”, relembra.

Márcia reitera, ainda, que cada experiência ministrando as aulas é diferente da outra e que compreender que cada ser humano é único auxilia no processo de ensino-aprendizagem. De acordo com a professora, o mais gratificante é conseguir ajudar os estudantes a se encontrarem. “O que mais me realiza é quando consigo extrair de um estudante o potencial que ele não acreditava que tinha, mas permite que o ajude a desenvolver.  Para isso, posso atuar tanto no ensino, quanto na pesquisa ou na extensão”.

Pensando no futuro, Márcia pretende dar continuidade aos projetos que já impactam a vida de tantos jovens.


Texto: Myreya Antunes, bolsista de Jornalismo da Assessoria de Comunicação do CTISM (NCI/CTISM).

Imagens: Myreya Antunes.

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