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Projeto Retalhos da Memória de Santa Maria – artigo 006 Letras Riograndenses



Fotografia em preto e branco. Várias pessoas reunidas ao redor de uma mesa com livros e uma pasta preta. À esquerda da imagem há pessoas em pé segurando livros. Ao centro há uma mulher e um homem sentados escrevendo. Os dois usam óculos e vestem-se formalmente. À direita aparece a mão direita de uma pessoa segurando um óculos e entre seus dedos há uma caneta. Ao fundo há pessoas sentadas e em pé.

A série Letras Riograndenses foi lançada em abril de 1990, uma parceria da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) com o Instituto Estadual do Livro (IEL) para a edição das obras completas do poeta santamariense, Felipe Daudt Oliveira. A série contém 10 livros dedicados à obra e a vida de poetas do Estado Rio Grande do Sul.

Dedicada a contar a história e a cultura do Rio Grande do Sul, a literatura riograndendese contém diversos escritores em seus respectivos períodos e movimentos, entre eles, os simbolistas Felipe d’Oliveira e Álvaro Moreyra; e os pré-modernistas João Simões Lopes Neto e Alcydes Maya.

O IEL foi criado em janeiro de 1954 com o intuito de divulgar essa literatura e os seus escritores, além de fazer realizar seminários, projetos, encontro de escritores com o público. Entre as realizações IEL podemos destacar a distribuição de livros às delegacias de Educação e bibliotecas escolares e projetos editoriais como a série Autores Gaúchos.

 Felipe D’Oliveira nasceu em 23 de agosto de 1890 em Santa Maria. Além de ter sido escritor, desenvolveu outros cargos como jornalista, farmacêutico, poeta, empresário e esportista. Suas primeiras obras foram os livros “Vida Extinta”, “Lanterna Verde” e também contribuiu escrevendo para a revista Ilustração Brasileira. Foi patrono da cadeira 37 da Academia Rio-Grandense de Letras.

Em 1969 a Escola de teatro Leopoldo Fróes de Santa Maria promoveu atos comemorativos em homenagem ao 79º aniversário de nascimento do poeta santa-mariense Felipe D’Oliveira. Integrava a comemoração a iluminação festiva da herma do poeta, inaugurada em 1935 na Praça Saldanha Marinho. Segundo os registros manuscritos encontrados na Casa de Memória Edmundo Cardoso 30 mil pessoas desfilaram perante o monumento durante as 15 noites em que permaneceu iluminado.

Texto: Danielle Godoy Espindola, acadêmica do 1º semestre do Curso de Arquivologia da UFSM.

Audiodescrição da imagem: Fotografia em preto e branco. Várias pessoas reunidas ao redor de uma mesa com livros e uma pasta preta. À esquerda da imagem há pessoas em pé segurando livros. Ao centro há uma mulher e um homem sentados escrevendo. Os dois usam óculos e vestem-se formalmente. À direita aparece a mão direita de uma pessoa segurando um óculos e entre seus dedos há uma caneta. Ao fundo há pessoas sentadas e em pé.

Comissão de Audiodescrição da UFSM.

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