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Migraidh promoveu cine-debate no Dia do Refugiado

O dia 20 de junho é conhecido internacionalmente como o Dia Mundial do Refugiado, momento no qual se reflete sobre a situação do refúgio no mundo atual, em que pessoas são obrigadas a deixar seus países de origem por motivo de guerras, conflitos e perseguições. Mais do que comemorações, o Dia Mundial do Refugiado é o espaço no qual diversas ONGs e projetos promovem eventos para debater a situação social do refúgio, além de discutir sobre as políticas públicas de acolhida e integração.

Diante da importância mundial do dia 20 de junho, o Migraidh/CSVM promoveu um cine-debate intitulado “Faces do Refúgio”, com a ideia de oferecer um espaço de reflexão sobre os refugiados como uma questão global. Segundo a professora Giuliana Redin, coordenadora do Migraidh, “é importante reafirmar que o tema dos refugiados traz um dos maiores desafios dos direitos humanos, sobretudo pelo fato de que os próprios países, ao imporem barreiras em relação ao ingresso, acolhida e integração local, institucionalizam uma permanente violação de direitos humanos e potencializam o sofrimento decorrente do deslocamento forçado”.

Na UFSM, o Migraidh é referenciado pelas ações voltadas à proteção e promoção de direitos humanos da população migrante e refugiada A partir dessas ações, em 2015, a universidade firmou o Termo de Referência com a Agência ONU para os refugiados (ACNUR), que institui a Cátedra Sérgio Vieira de Mello, sob responsabilidade técnica do Migraidh, para a promoção e difusão do Direito Internacional dos Refugiados. O Migraidh iniciou as atividades em 2013 junto ao curso de Direito da UFSM, e hoje além deste, integra graduandos, docentes e pesquisadores dos cursos de Letras, Psicologia, Relações Internacionais, Ciências Sociais, Comunicação Social, entre outros. Em 2018, passou a atuar em parceria com o Observatório de Direitos Humanos. O grupo promove pesquisa, ensino e extensão de direitos humanos e mobilidade humana internacional, e reúne uma equipe interdisciplinar de estudos do assunto.

Para o cine-debate, apresentaremos os documentários “Vidas deslocadas” (João Marcelo Gomes, 2009) e “Recomeços: sobre mulheres, refúgio e trabalho” (Fellipe Abreu e Thays Prado, 2017). Após as exibições, será proposto debate sobre a problemática em torno do tratamento do tema dos refugiados.