Ir para o conteúdo CCS Ir para o menu CCS Ir para a busca no site CCS Ir para o rodapé CCS
  • Acessibilidade
  • Sítios da UFSM
  • Área restrita

Aviso de Conectividade Saber Mais

Início do conteúdo

Dúvidas Frequentes



Sobre Registro de Projetos

Servidores docentes ou TAE com vínculo ativo na UFSM, voluntários ou substitutos (dentro do período de vigência do contrato) e alunos de pós-doc.

É facultado ao Professor Substituto ou Visitante a participação em projetos da UFSM na função de participante/colaborador, desde que o referido projeto tenha correlação com a área da disciplina ministrada pelo professor substituto.
* O Professor Substituto ou Visitante não poderá exercer a função de coordenador/responsável/supervisor financeiro do/pelo projeto, tampouco receber bolsa de qualquer natureza.

O servidor aposentado poderá exercer a função de participante/colaborador do projeto desde que esteja vinculado ao Programa de Prestação de Serviços Voluntários, de acordo com regulamentação própria da Instituição.
* O servidor aposentado somente poderá exercer a função de coordenador/responsável/supervisor financeiro do/pelo projeto se o período de adesão ao serviço voluntário for compatível com o período de execução do projeto.

(ver Resolução 016/2010)

Técnicos Administrativos em Educação (TAEs) podem registrar projetos de ensino e concorrer a editais desde que não receba bolsas, porém é obrigatória a participação de um ou mais docentes.

Sim. Contudo, conforme despacho XX da PROJUR o servidor TAE não pode orientar alunos, por isso, caso inclua algum aluno no projeto, deverá cadastrar um docente como coorientador.  Além disso, caso concorra a Editais de fomento, não poderá solicitar cota de bolsa, apenas recursos financeiros, se não houver previsão em edital.

Sim, contudo, é necessário cadastrar um docente, na função de coorientador da ação, para que este faça a orientação dos alunos (Resolução nº 06/2019, art. 19, parágrafo 1º).

Quanto a classificação principal dos projetos, o portal da UFSM prevê apenas 4 tipos:

 I – ensino;

 II –  pesquisa;

III –  extensão; ou 

IV – desenvolvimento institucional, científico e tecnológico.

Entende-se por projeto de ensino aquele que propõe inovação, diversificação e aprofundamento de metodologias, atividades teóricas e práticas e processos educativos relacionados à construção do conhecimento. Nestes projetos podem ser registradas, em caráter temporário, atividades de formação complementar não continuada, extracurricular, que visam a diversificar e melhorar os processos de ensino-aprendizagem. Podem ainda ser classificadas como projetos de ensino ações que visem a elaboração de materiais para utilização do professor na sua prática pedagógica

Entende-se por projeto de pesquisa o procedimento racional e sistemático que tem como objetivo proporcionar respostas aos problemas que são propostos.

Elas podem ser classificadas como:

  • 1º Pesquisa básica: objetivo marcante é investigar para gerar novos conhecimentos. 
  • 2º Pesquisa aplicada: também investigativa, busca novos conhecimentos para aplicações práticas, seja para solução de problemas específicos envolvendo interesses locais, territoriais e regionais, com vistas ao desenvolvimento ou inovação tecnológica de produtos, processos, serviços e sistemas sustentáveis

I – Projetos de pesquisas envolvendo seres humanos, animais e técnicas de engenharia genética ou organismos geneticamente modificados deverão ser submetidas, respectivamente, à apreciação do Comitê de  Ética em Pesquisas com Seres Humanos (CEP-UFSM), Comitê de Ética no Uso de Animais (CEUA-UFSM) e Comitê de Patrimônio Genético da UFSM, de acordo  com o estabelecido na legislação federal. 

Entende-se por projeto de extensão aquele que desenvolve um processo interdisciplinar, educativo, cultural, científico, político e/ou tecnológico que promove a interação transformadora entre a Universidade e os outros setores da sociedade, ou seja, tem como foco principal a comunidade externa à Universidade. Para tanto, necessita estar comprometido com demandas da sociedade e de acordo com a Política de extensão da UFSM. As ações de extensão podem ser classificadas nas seguintes modalidades:

I -a) Programa: conjunto articulado de duas ou mais ações de extensão (projetos, cursos, eventos ou prestação de serviços), integrado a atividades de pesquisa e de ensino, com caráter multidisciplinar e orgânico-institucional, com integração no território e/ou grupos populacionais e com clareza de diretrizes e orientação para um objetivo comum, sendo executado a médio e longo prazo, preferencialmente pelo prazo de até 10 anos, tendo estudantes orientados, preferencialmente por pelo menos um servidor docente da instituição;

II -b) Projeto: o conjunto de ações processuais, de caráter educativo, artístico, social, cultural, assistencial, tecnológico, político ou de suporte institucional externo, com objetivo específico e prazo determinado de até cinco anos, renovável;

III -c) Curso de extensão: ação de caráter pedagógico teórico e/ou prático, presencial ou a distância, planejado e organizado de modo sistemático, com carga horária mínima de oito horas e critérios de avaliação e certificação cujo público seja a comunidade externa à UFSM;

IV -d) Evento de extensão: ação que contempla a apresentação e/ou exibição pública do conhecimento ou produto cultural, artístico, esportivo, científico/acadêmico ou tecnológico desenvolvido ou reconhecido pela Comissão de Extensão ou equivalente, cujo público seja a comunidade externa à UFSM;

V -e) Prestação de Serviço: corresponde ao serviço técnico especializado, oferecido pela universidade à comunidade externa caracterizado por sua finalidade pública e social, observada no perfil da demandante e na finalidade dos serviços, em conformidade com a função social da universidade pública, com a missão da UFSM, em atendimento à lei e devidamente registrada como ação de extensão.

Entende-se por projeto de desenvolvimento institucional aquele que possui programas, ações e atividades que fomentam a melhoria mensurável das condições da Instituição, de acordo com o estabelecido no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) aprovado pelo órgão superior da Instituição, para que a mesma possa cumprir a sua missão. Vedada, em qualquer caso, a contratação de objetos genéricos, desvinculados de projetos específicos. 

Não.

1º A classificação principal não poderá ser alterada após o registro do projeto.

As subclassificações poderão ser ajustadas, mediante o envio de uma justificativa plausível, do Coordenador do projeto à PROPLAN, que comprove a necessidade deste ajuste, e com ciência do setor responsável pelos projetos da unidade vinculada e/ou da Comissão de Pesquisa, Ensino ou Extensão..

3º Todos os projetos deverão ser classificados de acordo com o seu relacionamento com um ou mais desafios estratégicos e objetivos que constam no PDI.

4º Os projetos poderão, também, ser classificados de acordo com o seu relacionamento com um ou mais desafios estratégicos e objetivos que constam no PDI da Unidade.

Cada projeto deverá conter no mínimo, as seguintes especificações estabelecidas no Manual de Registros de Projetos elaborado pela PROPLAN e disponibilizado em sua webpage

I – Identificação:

a) classificação (ensino, pesquisa, extensão, ou desenvolvimento institucional);

b) data inicial e data final;

c) título;

d) resumo;

e) objetivos;

f) justificativa;

g) resultados esperados;

h) projeto em âmbito confidencial (sim ou não);

i) palavras-chave;

j) participantes;

l) especificação do (s) órgão (s) envolvido (s);

m) local de execução; (para projetos de Extensão)

n) linha (s) de pesquisa à (s) qual (is) o projeto está ligado;

o) público alvo e região de atuação (para projetos de extensão); e

p) metas, indicadores e fases;

q) plano de trabalho;

  • 1º O registro do plano de trabalho é obrigatório para projetos que utilizam recursos orçamentários e extra orçamentários, e o mesmo deverá conter:

I – fontes de recursos (internas/externas); 

II – aplicação dos recursos de forma detalhada.

  • 2º As especificações e os elementos para a elaboração das metas, das fases, dos indicadores e do plano de trabalho serão orientados pelo Manual de Registros de Projetos.

 

r) anexos:

  • plano do projeto de trabalho: deve constar identificação, objetivos, justificativa, metodologia, organograma, orçamento, referencial teórico. 
  • carta de aceite ou aprovação assinada pelo órgão onde o projeto será realizado, caso envolva participação de órgão externo;
  • TCLE.

1º – Faça o login no portal de projetos: https://portal.ufsm.br/projetos/login.html informando seu usuário e senha.

2º – Clique no ícone projetos que participo

3º – Localize o projeto que quer consultar e clique na pasta “abrir”

4º – Localize o número do processo (link em azul, no lado direito da tela, iniciado em 23081.XXXXXX/Ano-XX

5º – Clique na aba “Tramitações”

Lá você irá identificar todo o fluxo por onde o registro do projeto passou e quais os despachos de cada instância.

Ligas Acadêmicas devem ser registradas como projetos de ensino. Devem se constituir como associação civil e científica livre,, apartidárias, sem fins lucrativos, que visem complementar a formação acadêmica em áreas específicas e vinculadas à UFSM. Podem desenvolver ações voltadas para a promoção da saúde, educação e pesquisa, contribuindo para o desenvolvimento científico e aprimoramento da área, por meio de atividades que atendam aos princípios do tripé universitário de ensino, pesquisa e extensão.. Cada Liga deverá ter um Estatuto próprio, onde deverá constar, entre outros aspectos, a definição da Liga e suas finalidades, os princípios que a regem e suas competências dentro da UFSM, os requisitos para admissão e exclusão dos membros, as atividades, direitos e deveres dos membros, a estrutura da diretoria, a forma de gestão administrativa e de aprovação das respectivas contas e os deveres da Liga frente aos órgãos supracitados dentro da Universidade. Este Estatuto deve ser avaliado e aprovado pelo Colegiado de Curso e/ou Departamento didático ao qual o coordenador está vinculado.

Não. Monitorias não são registradas como projetos de ensino, uma vez que devem seguir as resoluções 020/96 e 036/2019

Metas devem refletir os objetivos do projeto ou pelo menos seu cronograma. Cada ação representa uma meta

O registro no portal de projetos da UFSM e na Plataforma Brasil devem ocorrer concomitantemente.

 

A tramitação dos projetos depende da classificação principal e das respostas indicadas com “SIM” na aba “Gestão”.

Basicamente, o coordenador realiza o registro no portal e tramita a sua chefia imediata:

1. chefia imediata analisa carga horária e demais aspectos e tramita à Subdivisão de Projetos;

2. Subdivisão de Projetos faz a análise técnica do registro e tramita à Comissão competente na unidade (Comissão de Ensino e/ou Pesquisa e/ou Extensão);

3. Comissão faz a avaliação de mérito;

3.1. caso envolva execução no HUSM, após análise da Comissão, tramita-se ao HUSM para análise;

3.2 caso envolva pesquisa com seres humanos ou pesquisa com animais, tramita-se ao Núcleo de Comitês – CEP/CEUA 

3.3 caso envolva Fundação e/ou convênios tramita-se a AGITTEC ou COPROC

Veja os fluxos de processos: http://coral.ufsm.br/processos/ProcessosPROPLAN/#diagram/c59ae9e6-14fd-4125-8d10-3f00c0d2406f

Os prazos limites de tramitação para as instâncias de análise, contados a partir do recebimento da solicitação, deverão obedecer à seguinte diretriz:

I – até 5 (cinco) dias úteis para o setor responsável por projetos no âmbito da Unidades GAPs;

II – até 30 (trinta) dias corridos para as Comissões das Unidades Universitárias e Comitês de ética; e

III – até 10 (dez) dias  corridos para as demais Unidades.

 

O tempo varia de uma unidade para outra, pois algumas Comissões definem prazos dentro destas determinações, existem outros fatores que também influenciam, como quando o projeto retorna para ajustes, mas em média leva entorno de 30 dias.

É necessário lembrar que para projetos que envolvem pesquisa com seres humanos o início da execução do projeto não pode iniciar antes de estar em aprovado e em andamento.

NÃO.

A senha para acesso ao Portal de Projetos – SIE Web é de uso pessoal e intransferível, sendo que o uso indevido estará sujeito às penalidades previstas no Código Penal, Art. 325, § 1º, inciso I.

O modelo varia conforme o tipo de projeto, veja os modelos em: https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proplan/gap/2022/08/26/modelos/

 

O registro do projeto não deve ser avaliado pelo próprio coordenador em nenhuma outra instância, mesmo que ele seja chefia ou membro de Comissão.

 

Sim, porém o projeto somente poderá ser registrado no ano vigente, podendo ter registro com data retroativa dentro de um ano.

A resolução 089/2022 – Regulamenta a relação entre a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e fundações de apoio para a execução de projetos de pesquisa, ensino, extensão, desenvolvimento institucional, científico e tecnológico, estímulo à inovação e prestação de serviço.

Verifique resumo da resolução

Da avaliação de projetos

Há um vídeo explicativo com as etapas da avaliação, verifique em: https://ntetube.nte.ufsm.br/v/1558618685

Todos os anos o seu projeto deve ser avaliado, assim como nas prorrogações ou encerramento do mesmo.

Projetos não avaliados ficam impedidos de concorrer em editais e aparecem em vermelho na sua lista de projetos que participa, pois estão com pendências.

Participantes

As funções de participação em projetos, são definidas como:

I – Acompanhante: membro da equipe do projeto responsável por acompanhar deficiente físico conforme Lei. Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015;

II – Apresentador: pessoa envolvida em ação específica no projeto, no caso a apresentação de conteúdo, palestra, curso, etc;

III – Autor: é o autor principal, que realiza propõe, realiza, desenvolve a pesquisa. No caso de projetos de TCC, dissertação ou tese, autor é o discente que propõe a pesquisa;

IV – Bolsista: Alunos e servidores bolsistas que receberá bolsa de ensino, pesquisa ou extensão. O participante só se torna bolsista, quando o coordenador/ação recebe recursos de bolsa em edital, mediante seleção pública;

V – Coordenador: membro da equipe responsável pelo registro, avaliação e coordenação da execução do projeto;

VI – Co-autor: colabora com o autor, contribuindo com o trabalho final. Deve ser utilizado quando a pesquisa é criada em comum, por dois ou mais autores;

VII – Co-orientador: responsável pela co-orientação acadêmica do projeto, para os casos de projetos acadêmicos como TCCs, Projetos de Dissertação e Tese;

VIII – Colaborador: responsável por colaboração esporádica no projeto ou por participação eventual;

IX – Consultor: atua auxiliando em determinado assunto, tendo participação eventual, não dispondo de carga horária específica e não podendo orientar alunos;

X – Estagiário: aluno da instituição ou pessoa física externa à UFSM que possui o vínculo de estagiário, não sendo o mesmo bolsista;

XI – Executor: membro da equipe que executa atividades específicas em um projeto;

XII – Instrutor (curso): atua ministrando aulas, segue planejamento didático e recursos metodológicos previamente estabelecidos, ministra e acompanha atividades do projeto;

XIII – Monitor: membro da equipe responsável pela monitoria de disciplina, ou conteúdo, para os projetos relacionados à cursos;

XIV – Orientador: no caso de projetos de TCC, dissertação ou tese o coordenador é denominado orientador;

XV – Participante: membro da equipe do projeto que não possui vínculo como bolsista, ou outras das funções disponíveis para registro;

XVI – Palestrante: pessoa envolvida em ação específica no projeto, no caso a apresentação de conteúdo, palestra, curso, etc;

XVII – Pesquisador: membro da equipe responsável exclusivamente pela execução da pesquisa;

XVIII – Professor (curso): vínculos de participantes em projetos relacionados a cursos ead, presenciais, de extensão, etc;

XIV – Tutor (curso);

XV – Voluntário.

* Pessoas que não pertencem ao quadro de servidores ou discentes ativos da Universidade poderão compor a equipe do projeto, desde que se configure a sua participação efetiva, em parte ou no todo, nas atividades do mesmo. Neste caso, o coordenador fará o cadastro de membro externo e, posteriormente, cadastrá-lo nos participantes.

Não. Deve ser feita a inclusão de todos os membros da equipe do projeto.

Para o registro de projetos de ensino, pesquisa e extensão é obrigatória a participação de alunos.

Principalmente se for projeto de orientação deve constar o aluno como autor.

Da renovação de projetos

Expirado o prazo de 60 (sessenta) meses do projeto e havendo necessidade ou interesse em dar continuidade ao projeto, o coordenador deverá fazer um novo registro, podendo manter o título acrescido da expressão fase ou edição.

Não é permitido o registro de projetos com a mesma descrição e classificações diferentes.

Para prorrogação dos prazos superiores à 60 (sessenta) meses, o Coordenador do projeto deverá encaminhar à PROPLAN uma solicitação, via Memorando ou via endereço eletrônico para coproc@ufsm.br (com cópia para a Subdivisão de Projetos de sua unidade), contendo uma justificativa plausível, contendo anuência do setor responsável por projetos no âmbito da unidade, que será analisada e poderá ser deferida ou indeferida pela PROPLAN, onde será agendado horário para abertura do sistema, uma vez que, ele ficará aberto a toda a Universidade neste período.

  1. a justificativa deverá ser anexada aos arquivos do projeto no Portal;

  2. projetos que estiverem prorrogados ou registrados por período acima de 60 meses e que não contenham justificativa e aprovação, poderão ser suspensos até regularização.

A prorrogação de projetos só pode ser realizada quando o projeto está com status em andamento.

Aos projetos propostos com prazos predefinidos inferiores a 60 (sessenta) meses poderá ser concedida prorrogação de prazo até que se complete o prazo de 60 (sessenta) meses, via Portal mediante solicitação do coordenador.

Do encerramento de projetos

Sim, caso o coordenador tenha dificuldade na execução de alguma das etapas previstas e, necessita concluir o projeto, poderá encerrar no sistema e anexar um relatório com resultados parciais.

Não, o sistema bloqueia a alteração de data superior, só é possível concluir um projeto com a data registrada para encerramento ou com data anterior ao encerramento.

Carga-horária

Cada usuário poderá alterar sua carga horária de acordo com suas atividades e atribuições em cada projeto, atendendo ao limite de carga horária determinado nas normativas internas e legislações correlatas.

Somente podem ser alteradas as cargas horárias de projetos “Em andamento”, “Renovado” e “Suspenso”.

Verifique a tabela da regra do somatório das cargas horárias:

https://portal.ufsm.br/projetos/ajuda/cargaHoraria.html

Não, o Portal de Projetos não permite aumento de carga horária do coordenador, para realizar este procedimento, é necessário abrir um chamado no CPD, informando o número do projeto e a nova carga horária.

Sim, neste caso, é necessário inativar a participação do aluno, servidor ou externo com a carga horária atual e cadastrá-lo novamente com uma carga horária maior.

Certificados

O certificado de participante externo somente a Subdivisão de Projetos consegue emitir, neste caso, encaminhe um e-mail a Subdivisão de Projetos de sua Unidade informando o número do projeto e o nome do participante.

Bolsas de editais

Sim. São aceitas contas em bancos digitais como Nu bank, Banco Inter, porém indica-se que se utilizem contas em bancos como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, etc. por darem menos problemas.

Lembre que a conta deve ser corrente com o bolsista como titular.

Não pode ser conta conjunta, nem conta poupança e nem conta fácil.

* Pic pay não é aceito.

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Ut elit tellus, luctus nec ullamcorper mattis, pulvinar dapibus leo.
Divulgue este conteúdo:
https://ufsm.br/r-371-5544

Publicações Relacionadas

Publicações Recentes