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Coordenadores dos cursos do CTISM contribuem com proposta de reforma estrutural



A proposta de reforma do Regimento do CTISM deve dar um passo importante nos próximos dias. Uma reunião está marcada para a próxima sexta-feira (7) para que os professores coordenadores dos cursos do colégio façam suas contribuições e críticas ao projeto de reestruturação desenvolvido por um grupo de servidores ao longo de vários meses. O encontro estava marcado para quinta (6), mas foi adiado para o dia seguinte.

A proposta foi apresentada aos coordenadores em uma reunião há um mês. Na ocasião, os professores levantaram questionamentos e, após a reunião, receberam o material do projeto de reestruturação. A proposta foi bem recebida pelos coordenadores, segundo o servidor Jonas Carniel de Macedo, que integrou o Departamento Administrativo do CTISM até maio, quando assumiu função na Proplan (Pró-Reitoria de Planejamento), e está à frente do projeto de reforma do Regimento.

O encontro da próxima semana será a oportunidade para os coordenadores participarem da elaboração de uma nova estrutura para o CTISM com suas ideias e contribuições, diz Jonas. Após as opiniões dos coordenadores serem apreciadas, a proposta estará pronta para ser submetida ao restante da comunidade escolar, para receber críticas e sugestões dos demais professores e dos alunos.

TRAJETÓRIA

O Regimento é o documento que determina a estrutura e o funcionamento do CTISM e que delineia processos, competências dos setores e atribuições dos gestores da instituição. O atual Regimento é anterior à década de 1990, e está desatualizado em relação aos setores que o CTISM apresenta atualmente. O Regimento também não abrange mudanças que o CTISM sofreu nas últimas décadas, como a oferta de cursos superiores.

Em conversas há cerca de um ano, os TAEs (servidores técnico-administrativos) perceberam que havia ambiguidades nos processos realizados no colégio e confusão entre as competências de cada setor, entre outros entraves que prejudicavam a eficiência do CTISM. Os TAEs passaram então a fazer reuniões para discutir uma reforma no Regimento que alterasse a estrutura do colégio e minimizasse os problemas que foram observados.

A Direção convocou os TAEs e os diretores de departamento para uma reunião oficial em setembro com a intenção de consolidar as ideias de reestruturação. Ao final do encontro, tinha-se a proposta de uma nova organização para o colégio, em que o colégio estaria dividido em dois departamentos. Os detalhes da estrutura prevista na proposta estarão em reportagem que será publicada na próxima semana no site do CTISM.

Ao longo dos meses, o projeto foi levado à frente pela Direção, por Jonas e pela coordenadora de Registros Escolares do CTISM, Franciele de Lima Machado. A proposta foi apresentada publicamente pela primeira vez no Seminário de Planejamento Educacional, que reuniu os servidores na abertura do ano letivo, em março. Na ocasião, o projeto foi apresentado pelo diretor Luciano Caldeira Vilanova e debatido entre os participantes do evento. Por fim, em junho, foi exposto aos coordenadores de curso.

PRÓXIMOS PASSOS

As seções do Regimento que não dizem respeito à estrutura organizacional serão reformadas em comissões temáticas. Cada comissão ficaria responsável por uma parte do Regimento, como as funções das coordenações de curso e as eleições para a Direção. As comissões precisam ser formadas por “pessoas que tenham boa vontade e disposição para trabalhar nessa proposta”, diz Jonas. De acordo com o servidor, os grupos devem incluir professores, alunos e membros das secretarias, a depender de cada tema.

Após as comissões finalizarem os trabalhos, a proposta de reforma do Regimento como um todo será submetida ao restante da comunidade escolar e à comunidade externa. Ainda não está definida a metodologia que será usada para colher as opiniões dos servidores, dos alunos e da sociedade.

Depois de ser apreciada pela comunidade, a reforma precisa ser aprovada no Colegiado do CTISM e no Conselho Universitário para entrar em vigor. A perspectiva “otimista” de Jonas é de que seja aprovada no Conselho dentro de um ano e meio.

 

por Rossano Villagrán Dias



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