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UFSM assina novo contrato de licenciamento de tecnologia



No mês de outubro, a Universidade Federal de Santa Maria fechou o quarto contrato de licenciamento de sua história. O contrato foi firmado com a Agência de Desenvolvimento do Médio Alto Uruguai (ADMAU) para a utilização da plataforma “Alimento de Origem”, desenvolvida no campus de Frederico Westphalen em parceria com a própria ADMAU.

O contrato de licenciamento é um documento jurídico em que uma parte autoriza a utilização de tecnologias de sua titularidade mediante remuneração, usualmente royalties.

Em quatro anos de existência, esse foi o segundo contrato de licenciamento realizado através da Coordenadoria de Transferência de Tecnologia da AGITTEC da UFSM. O primeiro, firmado no início de 2018 com a empresa Tecnal Equipamentos Científicos, é referente a uma câmara de Fotoperíodos e Biorreator de bancada e também foi desenvolvido em parceria.

O Coordenador de Transferência de Tecnologia, Ândiel Ortiz, destaca que “A efetivação de um contrato de licenciamento por uma Universidade é um grande desafio e um marco relevante, pois compõe um dos pilares de maturidade das tecnologias desenvolvidas pela Instituição. A participação da ADMAU demonstra, também, a importância do envolvimento de agentes externos no desenvolvimento, pois estes agentes podem apresentar enfoques distintos daqueles usualmente vivenciados pelos pesquisadores, contribuindo para aproximar o conceito de nova tecnologia ao de inovação tecnológica”. 

 

Sobre a plataforma licenciada

 

A plataforma “Alimento de Origem” foi desenvolvida pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) em parceria com a Agência de Desenvolvimento do Médio Alto Uruguai (Admau), com o objetivo de auxiliar o produtor no controle e na rastreabilidade dos alimentos.

Liderado pelo professor Joel da Silva, da UFSM campus Frederico Westphalen, o projeto começou a ser desenvolvido para atender as instruções da Instrução Normativa Conjunta nº 02/2018, da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). 

Em sua publicação, no início de 2018, o documento definiu os procedimentos para aplicação da rastreabilidade ao longo da cadeia de produtos vegetais frescos voltados para a alimentação humana, com a finalidade de monitoramento e controle dos resíduos de agrotóxicos.

Pela plataforma é possível realizar o cadastro da propriedade, dos alimentos, desenvolver as etiquetas para o rastreamento, acesso a caderno de campo digital, online e impresso.  No site, também é possível entrar em contato com uma equipe técnica especializada para suprir dúvidas e auxiliar em todas as etapas.

A plataforma já está em funcionamento e pode ser acessada pelo site alimentodeorigem.com.br

 

 


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