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Projeto Retalhos da Memória de Santa Maria – artigo 193 Laboratório de Ressonância Magnética Nuclear em 1997



Audiodescrição da imagem: Fotografia, horizontal e colorida, de dois prédios, um deles com um tanque cilíndrico à sua frente, em um ambiente externo. Na diagonal direita da imagem, enquadrado a frente e parte da lateral direita de um prédio com um andar, com cerca de 30 metros de largura e 5 de altura. Junto a fachada, 7 pilares verticais com cerca de meio metro distribuídos igualmente, saindo do topo até menos da metade da parede.  Embaixo dos 4 primeiros pilares, tem um vão, onde tem uma porta de vidro um pouco mais atrás.  Em cada lateral desse vão, na altura da porta, um pilar até o chão, a direita do vão, continuando abaixo dos outros 3 pequenos pilares do topo, mais 3 pilares altos, como um segmento, com altura limite até a porta. A lateral do prédio também é composta por esses pilares verticais. O prédio é creme e os pilares em tom de cinza.  A direita da imagem e a frente da fachada do prédio, um tanque vertical e cilíndrico bege, com cerca de 3 metros de altura e 2 de espessura, tendo no topo, uma listra horizontal vermelha e vazado nela, a escrita “AGA”. Abaixo da escrita alguns canos finos na vertical e horizontal.  Em baixo do tanque mais canos, um deles sobe pela lateral direita, ultrapassando a altura do tanque e se direciona para o prédio, o cano está preso na parede.  O cilindro está sendo sustentado por 4 canos de metal, os canos estão fixos no chão de cimento, formando um quadrado e soldados no cilindro. A esquerda da imagem, ao lado do prédio, visível parte da lateral de outro prédio creme, de 3 andares, com cerca de 20 metros de altura. Em toda sua largura, janelas horizontais de vidro e pelo menos 5 pilares verticais laranjas. No fundo do primeiro prédio, visível apenas os galhos de duas árvores com folhas verdes. A frente da fachada do prédio, gramado verde. O céu é azul.

Os técnicos do Laboratório de Ressonância Magnética Nuclear da Universidade Federal de Santa Maria realizavam análises de substâncias químicas e tinham como objetivo a descoberta de novas disposições de estruturas moleculares. Para oferecer melhores condições no desenvolvimento de pesquisas na área de Física Quântica, foi inaugurado em maio de 1997 um prédio isolado como algumas características especiais para abrigar o equipamento DPX 200 e outros aparelhos de escopia vindos da Alemanha, que eram otimizados para analisar a estrutura dos compostos químicos e também podiam ser operados por alunos de graduação e pós-graduação sob a coordenação do professor Nilo Zanattab. O Laboratório também era um suporte para grupos de pesquisas que atuavam na área da Química, os estudos iam desde a extradição de produtos naturais à produção de novas moléculas e dependendo da técnica utilizada os experimentos podiam ter duração de segundos ou levar horas. Apesar de conter energia nuclear os aparelhos não ofereciam riscos à saúde dos pesquisadores, mas a restrição do acesso de pessoas com cartões magnéticos e uso de marca-passo eram algumas das medidas de segurança.  

Texto: Kátia Moreira, acadêmica do Curso de Jornalismo da UFSM.

 

Audiodescrição da imagem: Fotografia, horizontal e colorida, de dois prédios, um deles com um tanque cilíndrico à sua frente, em um ambiente externo. Na diagonal direita da imagem, enquadrado a frente e parte da lateral direita de um prédio com um andar, com cerca de 30 metros de largura e 5 de altura. Junto a fachada, 7 pilares verticais com cerca de meio metro distribuídos igualmente, saindo do topo até menos da metade da parede.  Embaixo dos 4 primeiros pilares, tem um vão, onde tem uma porta de vidro um pouco mais atrás.  Em cada lateral desse vão, na altura da porta, um pilar até o chão, a direita do vão, continuando abaixo dos outros 3 pequenos pilares do topo, mais 3 pilares altos, como um segmento, com altura limite até a porta. A lateral do prédio também é composta por esses pilares verticais. O prédio é creme e os pilares em tom de cinza.  A direita da imagem e a frente da fachada do prédio, um tanque vertical e cilíndrico bege, com cerca de 3 metros de altura e 2 de espessura, tendo no topo, uma listra horizontal vermelha e vazado nela, a escrita “AGA”. Abaixo da escrita alguns canos finos na vertical e horizontal.  Em baixo do tanque mais canos, um deles sobe pela lateral direita, ultrapassando a altura do tanque e se direciona para o prédio, o cano está preso na parede.  O cilindro está sendo sustentado por 4 canos de metal, os canos estão fixos no chão de cimento, formando um quadrado e soldados no cilindro. A esquerda da imagem, ao lado do prédio, visível parte da lateral de outro prédio creme, de 3 andares, com cerca de 20 metros de altura. Em toda sua largura, janelas horizontais de vidro e pelo menos 5 pilares verticais laranjas. No fundo do primeiro prédio, visível apenas os galhos de duas árvores com folhas verdes. A frente da fachada do prédio, gramado verde. O céu é azul.

 

Audiodescritora roteirista: Cíntia Pasa Lopes.

Audiodescritora consultora: Rúbia Steffens. 

Artigo em Libras


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