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67º CineMental apresenta sessão especial com o filme Estou Me Guardando Para Quando o Carnaval Chegar

Ao lançar um olhar sobre a informalidade e os impactos do trabalho exaustivo, o filme Estou Me Guardando Para Quando o Carnaval Chegar será o destaque da sessão especial do 67º CineMental.



O 67º CineMental realiza nesta sexta-feira, 27 de fevereiro, uma sessão especial com a exibição do filme “Estou Me Guardando Para Quando o Carnaval Chegar” (2019), dirigido por Marcelo Gomes. A atividade ocorre às 15h30, na sala 308 da Antiga Reitoria, em Santa Maria.

O filme retrata a rotina dos moradores de Toritama, município do Agreste pernambucano conhecido pela intensa produção de jeans. Ao longo do documentário, Marcelo Gomes acompanha trabalhadores que dedicam praticamente todo o ano à fabricação de roupas, em jornadas extensas e, em muitos casos, sem garantias trabalhistas formais.

A narrativa evidencia a dinâmica econômica da cidade, onde o ritmo acelerado de produção sustenta a principal atividade local. Ao mesmo tempo, o longa mostra como o período do Carnaval se torna o momento aguardado de pausa e lazer para grande parte da população.

Com abordagem observacional, o filme propõe uma reflexão sobre as transformações do mundo do trabalho, os impactos da informalidade e as relações entre tempo, consumo e qualidade de vida. A obra também lança luz sobre aspectos sociais e culturais do interior nordestino, conectando questões locais a debates mais amplos sobre desenvolvimento e desigualdade.

O CineMental reafirma sua proposta de ir além da exibição cinematográfica e promover um espaço qualificado de diálogo. Após a sessão, será realizada uma roda de conversa aberta ao público, com o objetivo de estimular a troca de percepções e análises sobre os temas abordados no filme.

A iniciativa parte da compreensão de que o cinema pode funcionar como ferramenta de reflexão e sensibilização, contribuindo para o debate de questões sociais, subjetivas e coletivas. Ao transformar a experiência estética em ponto de partida para o diálogo, o projeto amplia o alcance da obra exibida e fortalece o vínculo entre arte e sociedade.

Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).

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