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Robô projetado no CT disputa a Robocup na Alemanha



dimitriA Taura Bots, equipe de robótica formada por acadêmicos do Centro de Tecnologia (CT) da Universidade Federal de Santa Maria, está participando da RoboCup 2016, a maior competição de robótica do mundo. O torneio este ano acontece em Leipzig, cidade ao leste da Alemanha, entre os dias 30 de junho e 4 de julho. Viajaram para a competição o professor Rodrigo Guerra e os acadêmicos Fabrício Bottega e Julio Jardim. Também fazem parte da equipe os acadêmicos Fabrício Montenegro e Vitor Dallasta que já estão lá desde o início do semestre.
 
RoboCup simula um torneio de futebol, fazendo com que os times tenha que projetar robôs capazes de reconhecer e chutar bolas e, é claro, marcar gols. Na categoria em que a Taura Bots irá concorrer, o torneio se divide em dois tempos de 15 minutos, com dois robôs para cada time. Além da disputa, o evento conta com diversos desafios técnicos que envolvem saltos, desvio de obstáculos e outras tarefas para testar a destreza dos robôs. Na RoboCup, a Taura Bots compõem o time WF Wolves, junto com os robôs projetados pelos acadêmicos da Universidade alemã de Ostfalia, situada na cidade de Wolfenbuttel, que possui uma parceria com a UFSM principalmente na área da robótica.

EquipeTaura Em pé da esq p dir Fabricio MontenegroJulio PintoFabricio Bottega agachados Vitor Dallastaprof Rodrigo Guerra

prof Rodrigo Guerrarobô Dimitri
A Taura já havia participado da RoboCup na China, em 2015, com o robô Juarez, que acabou conquistando o segundo lugar em um desafio técnico. O robô tinha cerca de 60 cm de altura e participava da categoria de humanóides kid size, para robôs com menos de 90 cm. O robô desta competição, o Dimitri, é maior, com 1,30cm e 14 kg, participando da categoria teen size.
 
Uma das grandes novidades do Dimitri é o fato de que o projeto foi inteiramente realizado dentro da UFSM. De acordo com o professor Rodrigo Guerra, como a equipe teve que levar o robô desmontado e remontá-lo no país da competição, havia um receio de que o Dimitri não estivesse pronto para competir. O final foi feliz: Dimitri está qualificado para competir e é provavelmente o maior robô humanóide já construído no Brasil.
 
Os alunos membros da equipe descrevem a sensação de estar na Robocup como algo sem precedentes em suas vidas: “É inexplicável. Tu conheces gente do mundo inteiro, tu tens experiência com pessoas que tem ideias diferentes e troca experiências. É uma correria infernal, você passa o dia inteiro em cima do robô programando, mas vale a pena, é muito recompensante ver os robôs caminhando e jogando”, afirmou o acadêmico de Engenharia de Controle e Automação Vitor Dallasta. Depois da Robocup, Dimitri já tem um desafio marcado: a Competição Latino Americana e Brasileira de Robótica, em Recife, entre os dias 10 e 12 de outubro.
 
 
Texto elaborado por Mateus de Albuquerque, acadêmico de Jornalismo – Núcleo de Divulgação Institucional do CT/UFSM.

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