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Asfalto reciclado é alternativa estudada para obra de acesso secundário ao campus



Reunião aconteceu no Gabinete do Reitor. Crédito foto: Germano Molardi

Foi com clima de cautela que aconteceu, na tarde de
quarta-feira (9), uma reunião para discutir o possível asfaltamento da estrada
do distrito de Pains, a qual é um acesso alternativo ao campus sede da UFSM. Para
tratar do assunto, o reitor Paulo Afonso Burmann recebeu em seu gabinete
autoridades municipais e estaduais.

O projeto inclui o asfaltamento de aproximadamente dois
quilômetros. Segundo o reitor, isso “vai impactar positivamente no fluxo
de veículos no entorno do campus, já que aliviará o fluxo nas principais
rodovias de acesso e facilitará a entrada e saída de veículos do transporte
coletivo e dos usuários de veículos próprios”. Burmann ressaltou que, apesar de
ser uma pauta antiga, está sendo retomada de forma séria e que esse projeto é
de interesse de todas as partes envolvidas. “Não temos dúvidas que vai ser
um grande avanço em termos de mobilidade na região do entorno do campus da
UFSM”, reforça.

O município de Santa Maria já tem um projeto para o
asfaltamento do trecho, que será provavelmente feito com asfalto fresado
disponibilizado ou pelo Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) ou
pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Esse tipo
de material, que há pouco tempo atrás era descartado, é resultado da retirada
da parte mais superficial do asfalto, com o objetivo de deixar mais plana a rua
ou rodovia.

A matéria-prima para esse tipo de asfalto “reciclado” poderia
vir de obras de revitalização de rodovias da região. “Isso é muito bom do
ponto de vista ambiental e também do ponto de vista econômico, já que estaremos
utilizando um material que não dispomos de recursos para comprar”,
ressaltou o professor Carlos José Félix, docente do Departamento de Transportes
da UFSM.

Um grupo de estudos do Centro de Tecnologia que realiza
estudos com esse material vai colaborar na efetivação do projeto. “Nada
mais apropriado do que esse experimento, que já tem comprovação técnica e científica,
ser executado numa via de acesso ao campus da universidade”, afirma o reitor.

A reunião de quarta-feira foi somente a primeira de uma
série de encontros visando a discutir a melhor maneira para adequar a estrada
de Pains ao recebimento diário do intenso tráfego de veículos que se dirigem ao
campus.

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