Há mais de 200 milhões de anos, no período Triássico, o Rio Grande do Sul era habitado por intrigantes criaturas: desde pequenos cinodontes, parecidos com pequenos cachorros, até enormes animais quadrúpedes semelhantes aos famosos dinossauros – porém, mais “antigos” que estes. Os esqueletos destes animais foram preservados logo após sua morte, tornando-se fósseis. Infelizmente, agora os fósseis estão correndo o risco de uma nova extinção, e por isso a preservação tanto dos locais de coleta quanto do material fóssil em si é de suma importância. Mas, afinal, qual a importância desses fósseis? Por que preservá-los?
Para responder essas e outras questões, e em comemoração ao Dia do Paleontólogo (7 de março), a UFSM promoverá um evento aberto ao público, a mesa-redonda “Fósseis de Santa Maria: por que são importantes? Por que preservar?”.
A discussão, organizada em conjunto pela equipe do Laboratório de Estratigrafia e Paleobiologia (Dep. Geociências/CCNE) e do grupo PET-Biologia, acontecerá na segunda-feira (7), às 10h, no auditório Audimax, prédio 16 (Centro de Educação).
Mais informações pelo e-mail atila@smail.ufsm.br ou pelo telefone 3220-9486.