Ir para o conteúdo Ir para o menu Ir para a busca Ir para o rodapé
  • Acessibilidade
  • Sítios da UFSM
  • Área restrita
Início do conteúdo

Paleontólogo da UFSM participa de pesquisa sobre fóssil do Triássico encontrado em Candelária



Reconstrução artística do esfenodonte Clevosaurus hadroprodon, de autoria de Jorge Blanco

Um estudo publicado nesta quarta-feira (14) no periódico científico Scientific Reports, do grupo Nature, apresentou uma nova espécie de esfenodonte que viveu durante o período Triássico, entre 237 e 228 milhões de anos atrás. O fóssil foi encontrado no município de Candelária (RS). O estudo foi liderado pela paleontóloga Annie Hsiou, da Universidade de São Paulo (USP), e contou com a participação de diversos pesquisadores, incluindo o paleontólogo Flávio Pretto, do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (Cappa) da UFSM.

Além da USP e UFSM, o trabalho é fruto da colaboração de pesquisadores das seguintes instituições: Midwestern University, dos EUA; Alberta University, do Canadá; Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Museo Argentino de Ciencias Naturales Bernardino Rivadavia, da Argentina; Universidade Federal de Sergipe. A pesquisa teve ainda o apoio do Museu Municipal Aristides Carlos Rodrigues, de Candelária.

Os esfenodontes são um grupo de répteis atualmente restritos à Nova Zelândia, representados pelo tuatara Sphenodon (que inclui apenas duas espécies viventes). No passado, como atestam os fósseis, o grupo foi muito mais diverso e teve uma distribuição quase cosmopolita. O novo achado, batizado de Clevosaurus hadroprodon, representa a mais antiga espécie de esfenodonte registrada na porção sul da pangeia. Ainda sugere que a América do Sul foi palco importante no primeiro pulso de diversificação dos esfenodontes, ainda no período Triássico.

O artigo em questão está disponível no endereço www.nature.com/articles/s41598-019-48297-9.



Publicações Recentes