Ir para o conteúdo UFSM Ir para o menu UFSM Ir para a busca no portal Ir para o rodapé UFSM
  • International
  • Acessibilidade
  • Sítios da UFSM
  • Área restrita

Aviso de Conectividade Saber Mais

Início do conteúdo

Ranking Universitário Folha coloca a UFSM entre as 14 melhores do país



A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) subiu seis posições e está entre as 14 melhores universidades brasileiras, conforme o Ranking Universitário Folha (RUF), divulgado nesta segunda-feira (9) pelo jornal Folha de São Paulo. No levantamento de 2012, a UFSM aparecia na 20ª colocação, com nota 63,24. Agora, está na 14ª posição, com nota 84,82.

Conforme o levantamento entre as 192 instituições reconhecidas como universidades pelo Ministério da Educação, a UFSM é a 2ª melhor universidade gaúcha, atrás apenas da UFRGS, 4ª no ranking nacional. No ano passado, a UFSM aparecia em 3º, atrás também da PUCRS, que agora está na 19ª colocação. Lideram o levantamento a USP, a UFRJ e a UFMG.

Em sua segunda edição, o RUF contempla cinco grandes áreas, que juntas somam 100 pontos: ensino, pesquisa, inovação, inserção no mercado de trabalho e, pela primeira vez, internacionalização. Com 16 subdivisões, os indicadores geram rankings independentes.

Desta forma, a UFSM aparece como 11ª no país na área de ensino, que considera quatro subindicadores: pesquisa Datafolha com 464 professores que avaliam os cursos de graduação para o Inep-MEC; professores com doutorado; professores com dedicação integral e a nota no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). A UFSM também aparece em 16º lugar em pesquisa; 23º em inovação; 32º em internacionalização; e 43º em mercado de trabalho.

Na avaliação do pró-reitor de Graduação, Orlando Fonseca, esse desempenho se deve à adesão da UFSM ao Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni), que não apenas democratizou o acesso ao ensino superior, mas também proveu as instituições de ensino superior com mais vagas docentes, mais equipamentos e diversos itens de infraestrutura.

“De certo modo, desfaz-se o mito de que o aumento de vagas discentes incorria no risco de que se perdesse a qualidade do ensino, mas o que se vê é o crescimento, nesse e em outros rankings já divulgados por órgãos oficiais nacionais e internacionais. Os programas de permanência e de iniciação científica, um maior número de docentes com doutorado são dados relevantes para que chegássemos a esta marca incontestável”, salienta o pró-reitor.

Foto: Luciele Oliveira – Acadêmica de Jornalismo.

Repórter: Ricardo Bonfanti.

Divulgue este conteúdo:
https://ufsm.br/r-1-11719

Publicações Recentes