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UFSM teve primeira celebração do “Dia do Pi” nesta sexta-feira



Ao observarmos a natureza, notamos que o círculo aparece com mais frequência que o triangulo, retângulo, quadrado, etc. Imaginemos o que o homem pré-histórico pensou quando, na primeira noite da sua vida, vislumbrou a lua. Hoje em dia, olhamos as estrelas e não nos impressionamos tanto.

Atualmente, a Ciência nos possibilita observar que os seres vivos têm células arredondadas, enquanto que os minerais são constituídos por formas geométricas não arredondadas.

O número é uma constante, pois independente do tamanho do círculo, o quociente entre o comprimento e diâmetro da circunferência, é sempre o mesmo. Quando os matemáticos antigos perceberam esse fato, chamaram esse quociente de “Pi”.

Em homenagem a esse número irracional, transcendente, que não pode ser escrito como um número finito ou repetindo decimais e cujo valor aproximado é 3,1416, ocorreu na tarde desta sexta-feira (13), pela primeira vez na UFSM, a celebração do “Dia do Pi”, no Espaço de Convivência do CCNE.

A letra grega pi está no centro do bolo preparado para a celebração (Foto: Assessoria de Comunicação do CCNE)

Um dos objetivos da celebração foi aproximar pessoas de áreas afins (estudantes, professores, pesquisadores) e todos os que “curtem” matemática, além de incentivar uma apreciação maior pela matemática, integrando comunidade acadêmica e comunidade leiga, mostrando o caráter social da matemática.

A primeira celebração do “Pi” ocorreu nos Estados Unidos, em 1988, em São Francisco, organizado por Larry Shaw, considerado o Pi Prince (Príncipe do Pi), e incentivada pelo National Council of Teachers of Mathematics (NCTM).

Esse é um evento que ocorre no mundo todo, no dia 14 de março (no calendário norte americano, 3.14), quando se comem tortas em formato de “Pi” (Pi Pies) e pizzas. Em alguns lugares, são promovidas guerras de tortas e pizzas e concursos para se recitar o maior número de algarismos do “Pi”, além do concurso de tortas.

No Brasil, esta celebração não é muito popular e, na UFSM, segundo o professor Ricardo Fajardo e o acadêmico Eduardo Ruedell, organizadores da celebração, ela nunca ocorreu. “Este ano será realmente especial, como estamos em 2015, vamos conseguir atingir 10 dígitos do Pi: 3,14.15 9:23:56””, disse Eduardo.

A celebração teve uma Pi Pie, conversa e música. 

Texto: Sandro Lacerda, Assessoria de Comunicação do CCNE

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