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​Husm fará mutirão para diagnóstico de câncer de cabeça e pescoço



O Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço do Hospital
Universitário de Santa Maria (Husm) aposta no diagnóstico precoce para
identificar alterações na boca, laringe e faringe. Esse tipo de tumor
representa aproximadamente 8% dos cânceres humanos. Para prevenir a doença ou
identificá-la na fase inicial, no dia 27 de julho – Dia Mundial de Combate ao
Câncer de Cabeça e Pescoço – o serviço vai promover o mutirão Abra a Boca para
o Husm. Serão ofertadas 20 fichas para avaliação completa.

É necessário estar atento ao seguintes sinais: se a pessoa
está com manchas brancas na boca, sente dor ou apresenta feridas com
sangramento e cicatrização demorada, se percebeu nódulos no pescoço presentes
por mais de 15 dias, mudanças na voz ou está com dificuldade para engolir, é
preciso procurar um médico para realizar exames de diagnóstico. Segundo
especialistas, o fumo e o consumo de bebidas alcoólicas aumentam em até 20
vezes a possibilidade de uma pessoa saudável desenvolver algum tipo de câncer
de cabeça e pescoço.

“Outro fator de risco é o HPV. Pacientes que tiveram o
vírus e possuem as lesões anteriormente citadas também serão examinados”,
explica a médica cirurgiã de cabeça e pescoço do Husm, Maria da Graça Vidal.

Quem apresentar um desses sintomas deve ligar para o telefone
(55) 3213-1786 e agendar uma avaliação para o dia 27. Além dos exames
oferecidos no dia do mutirão, durante todo mês de julho (período apelidado de
“Julho Verde”), o Husm vai oferecer seis consultas por semana a mais
no ambulatório para diagnóstico precoce.

Segundo Maria da Graça, os cânceres de cabeça e pescoço, se
diagnosticados em fase inicial, têm grandes chances de cura.

“Câncer na fase inicial – os chamados T1s – tem a
possibilidade de cura acima de 80%. O diagnóstico é feito através de uma
biópsia – retirada de um fragmento da lesão suspeita e enviada para análise da
patologia. O paciente será orientado já na consulta sobre o modo como será
feita a biópsia. Em geral, é feita com anestesia local. A anestesia geral
reserva-se para biópsia de lesões dentro da laringe ou da faringe (parte mais
profunda da garganta). Em ambos os casos o paciente não sente dor”,
informa a médica.

Com informações da
Assessoria de Imprensa do Husm

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