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Grupo de estudos e pesquisas da UFSM desenvolve trabalhos sobre pavimentação e segurança viária



O quarto episódio da segunda temporada do Inovação Além do Arco apresenta o Grupo de Estudos e Pesquisas em Pavimentação e Segurança Viária (GEPPASV) da UFSM. O professor Deividi Pereira fala sobre os impactos dos estudos do grupo na pavimentação asfáltica brasileira.

 

O GEPPASV tem sua sede no Prédio 10 do Campus de Santa Maria e conta com uma ampla infraestrutura composta por salas de estudos, de reuniões e videoconferências, laboratório de geotecnia, de ligantes asfálticos e de misturas asfálticas. O grupo desenvolve pesquisas vinculadas ao estudo de infraestrutura viária, materiais de pavimentação, mecânica dos pavimentos e segurança das vias.

Os pesquisadores realizam ensaios capazes de caracterizar a origem e o comportamento de materiais diversos aplicados à pavimentação (solos, agregados e ligantes asfálticos), e assim definir seu possível comportamento à fadiga e à deformação permanente. Há a possibilidade também de realizarem ensaios em campo, levantamentos de defeito em pavimento e contagem de tráfego, podendo dar amplo apoio técnico na implantação e monitoramento de obras e empreendimentos rodoviários, estudos de sinalizações, entre outros.

 

A equipe é formada por um time de 6 professores que orientam alunos de graduação, mestrado e doutorado. Os alunos têm seus trabalhos reconhecidos em âmbito nacional e internacional e o grupo possui parcerias com universidades dos Estados Unidos e da França. Buscando melhorar o resultado final dos pavimentos brasileiros, o GEPPASV construiu uma sólida parceria com a Agência Nacional do Petróleo e com a Petrobras. Além dos trabalhos em âmbito nacional, a equipe contribui diretamente com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e o Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (DAER) para melhorar as vias da nossa região. 

 

Segundo o pesquisador Deividi Pereira, assim como qualquer outro material ou equipamento, as rodovias possuem uma vida útil e é normal que o asfalto se degrade com o tempo. “O objetivo, porém, é fazer com que essa vida útil atenda ao projeto estabelecido inicialmente; quando é feito um planejamento de uma via, é preciso levar em conta fatores como o tráfego atuante naquela região, quais são os materiais disponíveis próximo à obra, a adequada seleção dos insumos tanto para os materiais britados quanto para o concreto asfáltico”, explica Pereira. 

 

Mesmo com um planejamento adequado, alguns fatores podem diminuir a vida útil da rodovia ou rua, como aumento do fluxo de carros e caminhões, má qualidade dos materiais utilizados e agentes climáticos. O trabalho do GEPPASV é procurar as melhores formas de fazer um bom planejamento para a via e buscar com que os fatores de degradação não reduzam a vida útil da obra. Por meio dos estudos, o grupo contribui com a qualidade da pavimentação do país, garantindo vias mais seguras e um tráfego mais fluido, impactando diretamente a qualidade de vida da nossa sociedade.

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