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Equipe Taura Bots da UFSM participará de Competição Latino Americana e Brasileira de Robótica 2015



Este é o primeiro ano em que a competição contará com jogos de verdade, sobre o carpete e com equipes de toda a América Latina disputando. A equipe da UFSM, Taura Bots, embarcará com os robôs Bender e Juarez rumo a Uberlândia, para competir entre os dias 28 de Outubro e 1 de Novembro na cidade mineira.

            A ideia é a mesma das outras competições e também do futebol tradicional: os robôs precisam demonstrar as suas habilidades e disputar a bola, que é de cor vermelha e por isso ativa os sensores visuais deles.

            Com técnica, trabalho e a evolução que o tempo e a experiência trazem, os objetivos podem ser cada vez mais ousados. Futuramente, espera-se ser possível realizar uma partida entre robôs e jogadores de verdade. Por enquanto, os robôs, de tamanho entre 60 cm e 90 cm, se enfrentam sob o carpete e propõem novos desafios técnicos às equipes.

            O evento irá acontecer na UFU, Universidade Federal de Uberlândia, e conta com mais de 60 equipes classificadas. Os alunos da UFSM competirão junto com um robô da Unisc (Santa Cruz, RS), na parceria que trará o terceiro robô que compõe o time que irá disputar o torneio. Este é o primeiro da equipe, que nos seus 10 meses de existência já coleciona grandes títulos, como o segundo lugar na competição técnica da WorldCup 2015.

            Serão 16 alunos na equipe que viajará, e além destes, existem diversos outros que participam do trabalho. O trabalho é feito por acadêmicos dos cursos de engenharia de controle e automação, engenharia da computação, ciência da computação, engenharia elétrica e sistemas de informação, que levam o nome da Universidade para competições nacionais e internacionais. Desta vez, os robôs competirão com sete equipes, sendo seis brasileiras e uma mexicana.

            O desafio é sempre crescente, e a equipe ressalta que este tipo de competição, que incentiva ensino, pesquisa e extensão, tem sido cada vez mais difundido no Brasil. A preparação é constante, e a equipe, que vem inspirada pelo bom resultado na competição mundial, tem grandes chances de êxito no desafio em solo mineiro.

“Esse ano, na nossa categoria, o robô vai ter que caminhar em cima de um carpete, o que é mais fácil para ele do que a caminhada na grama sintética.”, explica Moisés Goulart de Oliveira, acadêmico da UFSM.

 

 


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