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​Livro de professor da UFSM é citado em reportagem da Revista da Cultura



O livro “Documentário e o Brasil na Segunda Guerra Mundial: antimilitarismo e anticomunismo como matrizes sensíveis”, do professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (Poscom) e do Programa de Pós-Graduação em História (PPGH) da UFSM Cássio dos Santos Tomaim, foi citado em reportagem intitulada “Finalmente um percurso pavimentado. Lançamentos como o de ‘A estrada 47’ ajudam a reposicionar o cinema brasileiro no front de guerra” da Revista da Cultura, da Livraria Cultura. A matéria na íntegra pode ser acessada aqui.

A reportagem destaca o lançamento do filme “A estrada 47”, do diretor Vicente Ferraz, o primeiro longa-metragem de ficção a retratar de forma mais direta o tema da participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial, antes explorado apenas pela via do documentário, como demonstrou Tomaim em seu livro.

“Documentário e o Brasil na Segunda Guerra Mundial: antimilitarismo e anticomunismo como matrizes sensíveis” é resultado da tese de doutorado do autor, defendida em 2008 no Programa de Pós-Graduação em História da Unesp (Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”), campus de Franca, interior de São Paulo.

Lançado em 2014 pela Editora Intermeios (São Paulo), com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), o livro demonstra como o documentário é um “lugar” onde trincheiras são erguidas para o embate com as memórias e os ressentimentos de outros tantos tempos, que não o agora da produção cinematográfica. Se com o fim da guerra em 1945 surge a imagem de uma Força Expedicionária Brasileira (FEB) vitoriosa, tendo a conquista de Monte Castelo como o principal feito do soldado brasileiro, é nos anos de 1960/70, durante a ditadura civil-militar, que a memória destes combatentes assumirá um novo sentido. 

Os militares tomam de empréstimo a memória da “Campanha da Itália” para travar uma nova batalha que se configurava no cenário político nacional e internacional da época. A luta contra o comunismo era a continuação da luta da FEB contra o nazi-fascismo na Europa. Este anticomunismo vai produzir um contra-sentimento de antimilitarismo em uma parcela de intelectuais brasileiros (cineastas, historiadores, jornalistas) que não só vai desprezar a história militar como também “atacar” aquela memória vitoriosa dos pracinhas que tanto serviu ao regime civil-militar. É nesta trincheira que o autor localiza os filmes analisados, um livro sobre cinema e história.

O livro também foi lançado este mês em Porto Alegre, durante o 10º Encontro Nacional de História da Mídia – Alcar 2015.

Cássio dos Santos Tomaim é professor do Departamento de Ciências da Comunicação e dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação e em História da UFSM, onde orienta pesquisas na área de documentário, cinema e história.

O livro pode ser adquirido no site da Editora Intermeios e da Livraria Cultura.

Assessoria de Imprensa do Gabinete do Reitor

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