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​Inpe e UFSM trabalham para a efetivação de uma nova parceria científica



Reunião realizada na manhã de terça-feira

A UFSM e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) trabalham na
concretização de mais uma parceria. Desta vez, a cooperação se dará em áreas
importantes para o desenvolvimento do país, nas quais as duas instituições têm
competência técnica para atuar. Para dar andamento às negociações, a equipe
responsável se reuniu mais uma vez, na manhã desta terça-feira (27), no prédio
do Centro Regional Sul do Inpe, localizado no campus sede da universidade.

As áreas que receberão investimentos através da parceria abrangem as
ciências da terra, as ciências aeroespaciais e atmosféricas, as engenharias e
tecnologias, além de outras relacionadas. Essas áreas têm pesquisadores
interessados tanto na universidade, quanto no Inpe. A UFSM já vem investindo nestes
setores, tanto que criou há pouco os cursos de Engenharia Aeroespacial e de Engenharia
de Telecomunicações. “Nós pretendemos ser uma das melhores universidades deste
país nestas áreas”, afirma o vice-reitor Paulo Bayard.

Até o momento ocorreram três reuniões de negociação e planejamento. A
primeira foi entre o reitor da UFSM, Paulo Afonso Burmann, e o diretor do Inpe,
Leonel Fernando Perondi. Na ocasião foram definidas duas comissões de trabalho,
responsáveis por avaliar relatórios e atividades até então realizadas, e por
estudar a estrutura física das áreas que serão reestruturadas. Os membros de
cada comissão discutiram assuntos específicos durante a segunda reunião e, na
terceira, ocorrida nesta manhã, apresentaram os resultados a todo o grupo. Os
dois últimos encontros contaram com a presença do diretor substituto do Inpe,
Oswaldo Miranda, que atua em São
José dos Campos (SP).

Agora, parte-se para outra etapa: a elaboração propriamente dita dos
projetos de reestruturação. As comissões se reunirão novamente no próximo ano para
fazer a revisão final e concretizar a parceria, que, segundo Bayard, representa
um salto significativo para as duas instituições envolvidas. No âmbito da
universidade, “essa cooperação vai ajudar o ensino e a pesquisa da graduação e
da pós-graduação”, comenta.

Inpe e UFSM já idealizaram vários projetos juntos. Um deles, foi o
desenvolvimento do primeiro nanossatélite brasileiro, o NanoSatC-BR1, que entrou em órbita em junho de 2014. Outro foi o cluster, planejado em 2012 para, dentre
outras coisas, reduzir as interferências nos aparelhos de GPS. “O
Inpe é um grande parceiro da universidade. São duas instituições com mais de 50
anos de história, que mantêm convênio durante boa parte dela”, destaca o
vice-reitor.

Texto e foto: Andressa Motter, acadêmica de
Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias

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