Foi criado na manhã desta sexta-feira (5), o Comitê de Combate ao Aedes Aegypti da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Com representantes das pró-reitorias de Assuntos Estudantis (Prae), de Extensão (Pre), de Infraestrutura (Proinfra), bem como do Hospital Universitário de Santa Maria (Husm), Centro de Processamento de Dados (CPD), Coordenadoria de Comunicação Social e Núcleo de Tecnologia Educacional, o grupo, ao lado da Administração Central da Instituição, será responsável por ações de combate ao mosquito transmissor da Dengue, da febre Chikungunya e do Zika Vírus em todos os campi da Universidade.
Num primeiro momento, está se trabalhando com a conscientização do público-alvo da Instituição, como alunos, servidores, demais funcionários, comunidade interna e externa à Universidade, no sentido de mobilizar a todos com relação aos cuidados necessários para evitar a propagação destas doenças e combater efetivamente qualquer possibilidade de foco do mosquito. Para as pró-reitorias de Assuntos Estudantis e de Infraestrutura, a prevenção é o melhor remédio. “Queremos mostrar que ações simples podem fazer a diferença”, declara a pró-reitora substituta de Assuntos Estudantis, Jane Dalla Corte, fazendo referência a medidas preventivas.
Como Instituição de Ensino, a Universidade, através da Pró-reitoria de Extensão, pretende ainda atuar junto à rede escolar de Santa Maria e região. “Temos que fazer um controle de nosso espaço”, afirmou a pró-reitora de Extensão, Teresinha Weiller.
As ações de limpeza do campus já iniciaram há três semanas. As varreduras são feitas por aproximadamente 30 pessoas, divididas em equipes. Membros do Setor de Manutenção da Proinfra, do paisagismo e responsáveis por serviços gerais estão envolvidos.
O trabalho será sistemático e constante, afinal, segundo o pró-reitor de Infraestrutura, Eduardo Rizzatti, “a universidade é um prato cheio para a criação do mosquito”. Isso se deve, especialmente, à grande quantidade de obras em andamento no campus. Os entulhos e restos de material, se não bem armazenados, podem tornar-se propícios para a proliferação de larvas.
Em vistoria feita pela Vigilância Sanitária nas imediações da Casa do Estudante, nenhum foco do mosquito foi encontrado. A intenção é continuar com bons resultados.
“Não adianta apenas um fazer sua parte, todos devem se engajar”, afirma Rizzatti.
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