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​Engenharia Sanitária e Ambiental: orgulho e exemplo para a UFSM



Curso tem aulas práticas em laboratórios

Frente à necessidade de formação de
profissionais e do desenvolvimento de pesquisas nos setores de saneamento e
meio ambiente, em 2008, os professores do Departamento de Hidráulica e
Saneamento (HDS) da UFSM – atual Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental (Desa) – apresentaram a proposta de
criação do curso de Engenharia Sanitária e Ambiental.

Com o pedido aprovado pelo Conselho
Universitário em 2009, o curso foi instituído e a Universidade, em plena fase
de reestruturação e expansão, realizou um vestibular extraordinário para o
preenchimento das vagas.

Sete anos depois, o curso de Engenharia
Sanitária e Ambiental da UFSM foi avaliado pelo Ministério da Educação (MEC)
como o melhor do Brasil, com nota 4,424. O parâmetro usado para a classificação é o Conceito Preliminar
de Curso (CPC), que confere às instituições uma nota de 1 a 5 e se baseia em fatores como o resultado
dos alunos no Exame Nacional de 
Desempenho dos Estudantes (Enade), qualidade
da infraestrutura e do corpo docente.

Dentre os cerca de 200 cursos da área
oferecidos em território nacional, apenas dois ficaram na faixa 5,
configurando-se como de alta qualidade, ambos do Rio Grande do Sul. Seguida da
UFSM, a UFRGS atingiu nota 4,122. Leia mais aqui.

Curso tem aulas práticas em laboratórios

Pela primeira vez aplicada para o curso no
campus de Santa Maria em 2014,
a prova do Enade foi realizada pela segunda turma de
formandos. A atual coordenadora do curso, Débora Missio Bayer, diz que o
desafio é maior quando a avaliação é de um curso recém-criado. 

Segundo ela, os
alunos ficam inseguros em relação à formação – a saber, se estão aprendendo o
que deveriam aprender ­– e ao mercado de trabalho, em crescente valorização. No
entanto, Débora afirma que o resultado da prova – divulgado no final do ano
passado – mostra que o curso de Engenharia Sanitária e Ambiental da UFSM está
apto a formar grandes profissionais.

De acordo com o professor e ex-coordenador,
Elvis Carissimi, o resultado se deve ao trabalho em equipe, realizado ao longo dos anos.
“Sempre foi possível o contato entre a coordenação do curso, departamento,
colegiado, professores e alunos em geral. Através de um diálogo horizontal entre
todas as partes, pudemos sempre constatar as demandas do curso e buscar 
melhorias”, explica.

Durante o ensino, os 15 professores do
departamento – todos com grau de doutorado – são orientados a motivar os alunos a participar de
todos os espaços e oportunidades oferecidos pela instituição.

Aulas práticas e troca de experiências

Nas aulas práticas em laboratórios, os alunos
de graduação podem trocar experiências com alunos da pós, o que contribui para a formação
acadêmica. Além disso, a realização de semanas acadêmicas, visitas técnicas em
empresas e a participação em eventos do setor são fatores que implicaram positivamente no
desempenho do curso.

Curso tem aulas práticas em laboratórios

Roberta Lisboa, 23 anos, foi uma das alunas
que respondeu ao questionário avaliativo. Atualmente, ela faz mestrado na área,
e diz que o resultado da prova surte efeitos positivos no currículo. “Não se trata apenas de uma
prova com termos específicos, mas se refere, principalmente, à visão que os
alunos têm sobre o curso. É muito gratificante poder contribuir com o
crescimento do curso, tendo a certeza de que esse reconhecimento a nível
nacional, vai contar profissionalmente”, afirma.

O curso terá vagas abertas a partir do segundo
semestre de 2016 pelo Edital SiSU 2016-02 e será novamente avaliado pelo MEC em 2017. A coordenação já
planeja continuar com o trabalho de estímulo dos alunos. “Agora, temos o
compromisso de manter o conceito máximo 
e de melhorar cada vez mais. Seremos,
novamente, consequência de um trabalho coletivo”, afirma Débora.

Texto e fotos: Tainara Liesenfeld, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Coordenadoria
de Comunicação Social

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