Representantes da Universidade de Oklahoma, nos Estados
Unidos, estiveram neste mês no Brasil para uma série de conversas com
instituições locais sobre possíveis parcerias na área de pesquisa. No dia 6 de
fevereiro, foram realizados reunião e workshop com pesquisadores da UFSM, em
que se estabeleceram pontos comuns de interesse e se debateu uma parceria entre
as duas universidades.
Segundo relata o professor Otavio Acevedo, que participou do
encontro, a Universidade de Oklahoma é referência mundial em estudos de tempo
severo e o principal pólo de desenvolvimento tecnológico
contrapartida, a UFSM também é referência e tem um dos programas mais completos
do país em meteorologia.
Similaridades climáticas entre a nossa região e a da
Universidade de Oklahoma também contribuem para a interação. A Bacia do Prata,
que abrange parte do Rio Grande do Sul, é a segunda região do planeta em tempo
severo, sendo a primeira nos Estados Unidos.
Após o encontro, os pesquisadores já acertaram pontos para
cooperação científica entre as duas instituições, como estratégicas conjuntas
de pesquisa. A formalização de um convênio, que poderá incluir troca de
professores e alunos, ainda será discutida.
Para o professor Vagner Anabor, a colaboração pode trazer
importantes benefícios para a Universidade, como alavancar a produção
científica. “A parceria pode representar um salto de qualidade para
pesquisa e formação de recursos humanos”.