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UFSM tem as patentes de maior qualidade no Brasil segundo estudo feito entre universidades latino-americanas

Pesquisa do Studies in Higher Education aponta a UFSM como a universidade com a maior qualidade técnica e maior uso de conhecimento de ponta



Segundo a pesquisa publicada no periódico Studies in Higher Education Measuring the quality of patents among Latin-American universities”, sobre a qualidade das patentes desenvolvidas em âmbito acadêmico em universidades latino-americanas, “em média, as patentes das universidades brasileiras têm maior qualidade do que as das suas pares em outros países”. A UFSM ocupa a primeira posição do ranking entre as universidades brasileiras, e o segundo lugar geral, atrás da Universidad Tecnológica de Panamá.

A UFSM foi classificada como a universidade com a maior qualidade técnica e maior uso de conhecimento de ponta, com uma pontuação geral 3,30 (logo atrás da primeira colocada, com pontuação geral 3,31). Os autores (Alberto Méndez-Morales, Rafael Ochoa-Urrego & Timothy O. Randhir) apontam que as práticas de citação de artigos científicos e de documentos de patentes da UFSM são as melhores. Por conseguinte, esperam que as condições técnicas dessas patentes tendam a ser sólidas e que elas sejam mais valiosas para a sociedade.

A pontuação neste ranking está relacionada com algumas características institucionais medidas por outras variáveis, tais como o número de artigos publicados, número de citações, ou parâmetro h (h-index) nas bases Scopus ou Web of Science. Para os autores, os resultados desta investigação serão úteis para a gestão universitária, especialmente na avaliação da transferência de tecnologia, e para comparar a qualidade da sua produção tecnológica com a das suas pares regionais. O índice pode ajudar em recomendações ligadas às políticas das universidades, com o objetivo de aumentar a qualidade de suas tecnologias.

Além disso, quantificar a contribuição das universidades pode levar ao aumento no investimento em pesquisa e desenvolvimento (P&D) e nos incentivos à inovação, além de agregar ao desenvolvimento tecnológico das instituições.

Com informações da Agittec

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