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​UFSM deverá firmar parceria com a Nasa



Damaris Kirsch Pinheiro e Anne Thompson em frente ao Espectrofotômetro Brewer, instrumento de medida da camada de ozônio

Na última semana, o curso de Meteorologia da
UFSM e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) receberam a visita da
responsável pela Shadoz, a rede global de monitoramento do gás ozônio na
atmosfera, Anne Thompson. O objetivo da visita foi estruturar uma parceria para
que Santa Maria seja um dos pontos de referência para a medição do ozônio.

Ligada à Nasa, a agência
espacial americana, a rede Shadoz realiza a observação de ozônio por
meio de sondas instaladas nos trópicos do Hemisfério Sul. No Brasil, a única
estação que mede e envia dados para a Shadoz fica em Natal (RN).

O Observatório Espacial do
Sul, que a UFSM mantém em
São Martinho da Serra, em parceria com o Inpe, receberá novos
equipamentos para poder integrar-se à rede. Segundo a professora do curso de
Meteorologia Damaris Kirsch Pinheiro, os equipamentos atuais são
obsoletos, e o novo sistema adquirido deverá chegar ainda este ano, permitindo
reiniciar as sondagens de ozônio, que foram interrompidas em 2002.

Damaris explica que a
parceria do Inpe com a Nasa já existe há alguns anos, e agora será estendida à
UFSM –
possivelmente a partir de 2015. “A parceria é inicialmente no sentido de
fornecerem treinamento e conhecimento, para que possamos retomar os
lançamentos”, afirma. Há previsão de intercâmbio com a Nasa para
estudantes e técnicos.

Plataforma de coleta de dados do Programa de Monitoramento de Ozônio Atmosférico, desenvolvido pela UFSM e Inpe, em São Martinho da Serra

“Já trabalhamos há
bastante tempo com ozônio, mas esta parceria vai dar um upgrade nos nossos trabalhos, e para a sociedade gaúcha, principalmente,
é importante porque estamos em uma região de muitas influências, do buraco de
ozônio antártico, da dinâmica atmosférica no ozônio, o que traz variabilidades
no ozônio, e essas variabilidades, quando são para diminuir o ozônio, aumentam
a radiação ultravioleta, afetando a população, as plantações”, destaca a
professora da UFSM. A intenção, quando o monitoramento for retomado, é manter
um sistema de alerta para informar a população.

Mais informações sobre a
Shadoz podem ser obtidas aqui

Fotos: arquivo pessoal

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